15 Séries Baseadas em Filmes

15 Séries Baseadas em Filmes

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Com a estreia da série Cara Gente Branca (Dear White People), nova aposta da Netflix, uma nova tendência se mostra cada vez mais forte no mercado: programas de TV baseados em filmes. Se você adora Cara Gente Branca, mas ainda não sabia, a série é baseada em um longa-metragem homônimo, de 2014, escrito e dirigido pelo mesmo Justin Siemien, e que saiu vencedor do prêmio especial do júri no prestigiado Festival de Sundance. Pegando a deixa, o CinePOP resolve relembrar com vocês algumas das séries mais marcantes (outras nem tanto) que foram baseadas em produções cinematográficas. Vamos a elas.

15. Ferris Bueller (1990 – 1991)

Quem não lembra de Curtindo a Vida Adoidado (1986)? Um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde é criação de John Hughes, papa dos filmes adolescentes da época. Transferir as armações do cara de pau Ferris Bueller (vivido no filme por Matthew Broderick) para a TV parecia ser o caminho a seguir. Sem a mão de Hughes ou o carisma do protagonista do cinema, a série durou apenas uma temporada. John Masius (criador do sucesso O Toque de um Anjo, que durou 9 temporadas) foi o responsável pela criação do programa, que tinha Charlie Schlatter na pele de Bueller. Uma curiosidade é que a estrela Jennifer Aniston viveu Jeannie, a irmã de Ferris (papel de Jennifer Grey no cinema), alguns anos antes de estourar em Friends (1994 – 2004).

14. Clueless (1996 – 1999)

     

Outra série baseada num filme adolescente de sucesso, As Patricinhas de Beverly Hills deu continuidade a uma das comédias mais cultuadas da década de 1990. Aqui, no entanto, a coisa não demorou muito a sair do papel e no ano seguinte da estreia das Patricinhas nas telonas, Cher e cia. voltavam na TV. Outra diferença com o malfadado Ferris Bueller é que As Patricinhas teve envolvimento da mesma Amy Heckerling, cineasta responsável pela produção cinematográfica, além de contar com parte do elenco nos mesmos papeis. Talvez justamente por isso, a série tenha durado 3 temporadas. Embora o carisma de Alicia Silverstone não tenha sido equiparado por sua substituta, Rachel Blanchard, a nova protagonista desempenhou um bom trabalho.

Leia nossa matéria sobre As Patricinhas de Beverly Hills

13. Training Day (2017 – )

Este é o caso mais triste da lista. Baseada no ótimo policial Dia de Treinamento (2001), dirigido por Antoine Fuqua e protagonizado por Denzel Washington, a série funciona mais como uma continuação do que como uma releitura. Para começar, Jake Hoyt, personagem de Ethan Hawke no filme, seria o oficial mais velho e corrupto da dinâmica, mas a ideia foi abandonada quando o ator recusou participar do programa. Voltando ao citado fato triste, o ator Bill Paxton, intérprete do sujo Detetive Frank Rourke, faleceu três semanas após a estreia da série, no dia 25 de fevereiro deste ano. A rede CBS de TV havia gravado os 13 episódios da primeira temporada de uma só vez, desta forma Paxton pôde completar  sua participação. O futuro do seriado, no entanto, é incerto e a esta altura não se sabe se a opção será pelo cancelamento, ou seguir com outro ator. A primeira temporada de Training Day exibe seu último episódio no dia 20 de maio. Will Beal (roteirista do vindouro Aquaman) é o criador do programa.

12. Robocop (1994)

Outra série que infelizmente não deu certo, cuja franquia ainda não conseguiu sacudir a poeira até hoje. O Policial do Futuro teve uma impactante estreia nas telonas, pelas mãos do cultuado holandês Paul Verhoeven, em 1987. Uma sequência, sem o diretor, excessivamente violenta e sem o mesmo charme, foi confeccionada em 1990, com o mesmo Peter Weller no papel, roteiro do papa dos quadrinhos Frank Miller e direção do falecido Irvin Kershner (O Império Contra-Ataca). Miller voltaria no texto do terceiro e mais infeliz filme do policial mecânico, já protagonizado por Richard Burke no lugar de Weller.

Pegando carona neste mote, e aproveitando a troca dos atores, a série do herói metalizado estreava no ano seguinte, com Richard Eden no papel principal. No Brasil, o episódio piloto foi lançado como um filme nas videolocadoras, ludibriando muitas crianças inocentes a crerem que se tratava de um eventual quarto filme. A qualidade, no entanto, não estava lá. Por outro lado, Robocop não deixou de gerar merchandising, com duas séries animadas (em 1988 e 1998), uma segunda tentativa em série live action (2000) e um remake dirigido pela brasileiro José Padilha (2014).

11. Minority Report (2015)

Nem mesmo o nome de Steven Spielberg é o suficiente para uma transição cinema – TV bem sucedida. Foi exatamente o caso com Minority Report, série baseada no longa homônimo, conhecido no Brasil com o subtítulo A Nova Lei, de 2002. Sucesso de bilheteria, baseado no conto do mestre da ficção Philip K. Dick, e com Tom Cruise à frente do elenco, o filme é um deleite visual e narra as desventuras de uma divisão da polícia no futuro, conhecida como Precrime. O objetivo é pegar criminosos antes que eles cometam seus crimes, vislumbrados por sensitivos conhecidos como PreCogs.

Na série, criada por Max Borenstein, roteirista de Godzilla (2014) e Kong: Ilha da Caveira (2017), a seção Precrime foi desativada e se passaram dez anos desde então. A trama segue justamente os passos de um dos PreCogs tentando se readaptar à vida normal, mas ainda sendo atormentado pelas visões de toda espécie de crime. Por conta própria, ele tentará solucioná-los, recebendo em seguida a ajuda da policial Lara Vega (Meagan Good, o nome mais conhecido do elenco), a verdadeira protagonista. O programa durou apenas uma temporada, com dez episódios. Não ter nomes muito conhecidos no elenco, impulsionando o material, pode ter ajudado o fracasso da série.

10. Shadowhunters (2016 – )

A transição cinema – TV também pode se mostrar decisão acertada na hora de salvar uma possível franquia. É aqui que se encaixa a obra da escritora Cassandra Clare, cuja série de livros de fantasia juvenil emplacou com a garotada. Como cinema é uma mídia muito mais ampla, que precisa atingir um grupo maior de pessoas a fim de gerar um retorno financeiro, Os Instrumentos Mortais (2013), pretenso primeiro longa dentro de uma franquia, não rendeu o esperado, naufragando nas bilheterias.

Este humilde crítico que vos fala, lembra como se fosse hoje de ter assistido a exibição para a imprensa do filme, ter vivido para contar a história e trazido a má notícia para os fãs – que por pouco não tacaram fogo na minha casa (risos). Para a sorte dos envolvidos, a ideia foi comprada pelo colosso Netflix e transformada em mais um dos programas da casa. Com mais tempo para ser desenvolvida, a história finalmente caiu nas graças do público. A trama continua a seguir os passos da protagonista Clary (desta vez interpretada pela ruiva Katherine McNamara, substituindo a morena Lily Collins do filme), a escolhida na luta contra demônios e outras criaturas das sombras. Shadowhunters já exibiu duas temporadas e uma terceira é prometida para 2018.

9. Blade (2006)

Blade – O Caçador de Vampiros (1998) pode ser considerado o primeiro filme da chamada era de ouro dos quadrinhos no cinema. Embora na época não fosse muito sabido, o personagem faz parte do acervo da Marvel Comics e foi o pioneiro no quesito transição bem sucedida para as telonas. Em seguida vieram os mais conhecidos X-Men (2000) e Homem-Aranha (2002), e o resto é história. A continuação de 2002, dirigida por Guillermo del Toro, igualmente bem sucedida e mais próxima a um filme de terror, abriu as portas para uma problemática terceira aventura, datando de 2004, que encerrou a carreira do anti-herói meio homem, meio vampiro, no cinema.

Dois anos depois e o próprio David S. Goyer, roteirista dos três filmes e diretor do terceiro, levava o personagem obscuro para a telinha, agora na pele do rapper Sitcky Fingaz – já que o relacionamento com Wesley Sniper, astro original, não terminou na melhor das notas (leia mais na matéria sobre sets conturbados). Apesar de tudo parecer no lugar, a série não vingou e sobreviveu apenas por uma temporada de 12 episódios. Uma série animada, com coprodução japonesa, do personagem chegaria em 2011 e duraria o mesmo número de temporadas, com o mesmo número de episódios. Atualmente, Snipes expressa seu interesse em reviver o personagem.

8. Taken (2017- )

O veterano Liam Neeson sempre foi um ator talentoso e possui uma indicação ao Oscar para provar (A Lista de Schindler, 1993). Recentemente, Neeson inclusive reinventou sua carreira, se comportando como herói de ação aos 60 anos de idade. É verdade que nunca é tarde demais para nada. O filme que deu o pontapé inicial nesta nova leva para o ator (quase sempre ótimos) foi justamente Busca Implacável (2008). No longa, o ator interpreta Bryan Mills, ex-agente frio e calculista, que é o melhor no que faz. Quando sua filha é sequestrada de férias na França e vendia como escrava sexual, bem, só podemos ter pena dos bandidos.

Outros filmes seguindo a mesma linha vieram e mantiveram o nível de qualidade do gênero, no entanto, estranhamente as sequências de Busca Implacável foram decaindo com o segundo (2012) e o terceiro (2015). Incansável como é, Mills não para, e consegue inclusive rejuvenescer na pele de Clive Standen para sua incursão nas telinhas. O próprio Luc Besson, cineasta e mega empresário do cinema, que esteve por trás das obras cinematográficas, é quem investe na nova roupagem. No elenco, Jennifer Beals (Flashdance, 1983) e Brooklyn Sudano (a Vanessa de Eu, a Patroa e as Crianças, 2001 – 2005) são os chamarizes. A primeira temporada chegou ao fim recentemente, porém, ainda não foi divulgado se uma segunda será produzida.

7. Weird Science (1994 – 1998)

Voltamos ao topo da lista com mais uma adaptação de um produto saído da mente do essencial John Hughes. Outra vez demorando a fazer a transição do cinema para a TV (são quase dez anos deste hiato), Mulher Nota Mil foi lançado em 1985 e acompanhava as esquisitices de dois nerds, extremamente impopulares no colégio. O elemento de ficção científica entra em jogo quando eles dão uma de Dr. Frankenstein e decidem criar a mulher perfeita em seu computador. Ela vem nas formas da modelo Kelly LeBrock e é batizada Lisa. Uma curiosidade é que o hoje astro Robert Downey Jr. dá as caras no longa como um dos valentões do colégio.

A série, que mais uma vez nada tinha a ver com Hughes, trazia Michael Manasseri e John Asher como os nerds Wyatt (Ilan Mitchell-Smith no filme) e Gary (Anthony Michael Hall no filme), e como a estonteante Lisa, Vanessa Angel assumia por LeBrock. Ah, Lee Tergesen pegava o lugar do saudoso Bill Paxton (mais uma vez sendo homenageado na lista) como o canalha Chett, o irmão mais velho. Weird Science até que foi bem sucedida, durando 5 temporadas, e no Brasil sendo exibida pela Globo.

6. The Young Indiana Jones Chronicles (1992 – 1993)

A aceitação do público ou a qualidade de um material são imprevisíveis. Aqui, por exemplo, tínhamos uma receita de sucesso em mãos. Baseado numa das franquias mais rentáveis da década de 1980, As Aventuras do Jovem Indiana Jones adaptavam para a TV as primeiras jornadas de Henry ´Indiana´Jones, antes dele se tornar o explorador mais famoso da sétima arte. Só a marca pré-estabelecida deveria ser o suficiente para angariar uma legião de fãs. Os nomes de George Lucas (produtor também da série) e Steven Spielberg (diretor de todos os filmes) igualmente era usado para vender este peixe. Entre os roteiristas estavam Frank Darabont (Um Sonho de Liberdade), Carrie Fisher (a eterna e saudosa Princesa Leia) e o próprio Lucas, e na direção, nomes como Joe Johnston (Capitão América: O Primeiro Vingador, 2011).

Nada disso foi o suficiente para garantir a estadia do Jovem Indiana Jones por muitas temporadas na TV e a série se mostrou irregular, com apenas duas temporadas. Seja como for, o seriado virou item de coleção raro para aficionados. No programa, um Jones já na terceira idade (papel de George Hall), rememorava seu início de carreira como arqueólogo aventureiro, onde tinha as formas de Sean Patrick Flanery. A ideia para a série surgiu dos primeiros minutos de Indiana Jones e a Última Cruzada (1989), no qual a abertura mostra Indy nas formas do jovem ator falecido River Phoenix.

5. Scream (2015 – )

Terror é um filão descoberto pela TV atual. Hoje, numa época em que se tem liberdade para exibir uma violência mais exacerbada na telinha, sexo e nudez em níveis cada vez mais gráficos, o gênero mais perturbador de todos parece finalmente ter achado seu espaço. E nada melhor do que preencher a lacuna com um dos filmes mais influentes da década de 1990. Pânico (1996) deu novo gás ao subgênero dos slasher, percebendo através de muita esperteza em seu roteiro o que tais filmes eram verdadeiramente, uma grande brincadeira. Acrescentando muito humor, o filme dirigido por Wes Craven e escrito por Kevin Williamson emplacou em cheio no gosto popular, rendendo uma sequência imediata em 1997 e outras duas tardias, em 2000 e 2011.

Com o ritmo de produção cada vez mais lento e uma aceitação meio capenga por parte do público, a ideia foi parar na TV, com produção do próprio Craven (falecido antes do fim da exibição da primeira temporada) e dos irmãos Bob e Harvey Weinstein. O seriado é exibido pela MTV norte-americana, que com a oportunidade deu uma revitalizada em sua programação – o canal aberto não pegou leve no gore (fato que preocupava os fãs). A série acompanha a vida de adolescentes colegiais em outra cidade, precisando lidar com um serial killer, sem qualquer ligação com os filmes. A estreia da terceira temporada já foi confirmada para maio deste ano.

4. Bates Motel (2013 – 2017)

Ainda falando de filmes de terror, que tal um dos maiores de todos os tempos na história do cinema? Psicose (1960), de Alfred Hitchcock, é considerado por muitos, além de tudo, um dos primeiros slasher do cinema. É claro que o filme é muito mais do que isso. De qualquer forma, a obra imortal de suspense e terror sofreu uma reformulação e estreou na TV com uma nova roupagem, passada nos dias atuais. Mas se você pensa que só Hitchcock usou e abusou de Psicose, está enganado. A Universal transformou o longa em uma franquia cinematográfica, com Psicose II (1983, dirigido por Richard Franklin), Psicose III (1986, dirigido pelo Norman Bates em pessoa, Anthony Perkins) e Psicose IV (1990, filme feito para a TV, dirigido por Mick Garris), além, é claro, do remake de Gus Van Sant (de 1998).

Agora, assim como na ideia de Psicose IV, Norman Bates volta para a adolescência, nas formas do talentoso jovem ator Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate, 2005). Ele precisa lidar com a mãe e o relacionamento doentio que tem com ela. Para o papel de Norma Bates, a mãe, a indicada ao Oscar Vera Farmiga (Amor Sem Escalas, 2009). A série, que durou 5 temporadas, chega ao fim este ano, com a surpresa ao apresentar a mega estrela da música Rihanna na pele da icônica vítima Marion Crane.

3. Buffy: The Vampire Slayer (1997- 2003)

Uma das séries de gênero mais bem sucedidas da história da televisão, que ajudou a projetar o nome de Joss Whedon (Os Vingadores, 2012) rumo ao estrelato, nasceu de um projeto malfadado, que pode ser comparado ao item número 10 desta lista. Buffy – a Caça Vampiros, o filme (1992), tinha uma ideia promissora, ao apresentar uma patricinha se descobrindo a escolhida para lutar contra as forças do mal, e precisando se tornar uma forte guerreira após um extensivo treinamento.

Leia nossa matéria especial sobre os 20 anos de Buffy

A ideia de misturar terror e humor, na época não foi compreendida pelo público, e a escalação do elenco também pode ter prejudicado – a insossa Kristy Swanson vive a protagonista e Luke Perry, o eterno Dylan de Barrados no Baile (1990 – 2000) é o interesse romântico da menina. Completando o elenco principal, Rutger Hauer, Donald Sutherland, David Arquette, Hilary Swank e Ben Affleck –  estes últimos, antes da fama. Percebendo que seu material era bom demais para ser jogado de lado assim, Whedon insistiu, e em 1997 conseguiu dar nova vida para a caçadora de vampiros mais carismática da cultura pop. Buffy, agora nas formas de Sarah Michelle Geller, cuja carreira foi definida pela personagem, emplacou por 7 temporadas, cada uma melhor que a outra. A série saiu por cima e ainda rendeu uma nova temporada em quadrinhos.

2. Westworld (2016 – )

Mais legal que adaptar para a TV aquele filme icônico ou extremamente famoso, é justamente pegar uma produção B, mesmo que cultuada, mas não conhecida pelo grande público, e lhe dar sobrevida. Foi o que aconteceu com Buffy e é o que acontece aqui com Westworld. Baseado na ficção científica homônima, que aqui no Brasil ganhou o subtítulo Onde Ninguém Tem Alma (1973), Westworld reconta de maneira elaborada a história sugerida por Michael Crichton no filme escrito e dirigido por ele. No futuro, um parque de diversões cria, através de simulações, o estilo de vida do velho oeste. Uma vez lá, você pode fazer tudo o que se fazia naquela época, desde participar de duelos a tiros, até adentrar um saloon e contratar o serviço das prostitutas.

Leia nossa crítica da primeira temporada de Westworld

Todos os “atores” na verdade são criaturas mecânicas, semelhantes aos humanos, ou seja, androides. Uma continuação para o filme foi lançada em 1976, sem o envolvimento de Crichton, intitulada Mundo do Futuro (Futureworld), e uma tentativa de levar a ideia para as telinhas, desta vez com o criador à frente, ocorreu em 1980 com Beyond Westworld – série que durou apenas 5 episódios (!?). A nova Westworld é elaborada, sofisticada, possui nomes como J.J. Abrams e Jonathan Nolan envolvidos com a produção, e Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, entre outros, no elenco. Dessa forma, o programa da HBO entra para o hall das melhores obras televisivas dos últimos dez anos.

1. Dear White People (2017 -)

Chegamos ao mote desta matéria e razão dela existir. Dear White People, ou Cara Gente Branca, como ficou conhecido o longa no Brasil, lançado direto no sistema de home vídeo por aqui, podendo ser encontrado no acervo da rede Telecine, marca a estreia na direção de longas do jovem cineasta Justin Simien. Cara Gente Branca foi sensação no Festival de Sundance em 2014 e levou para casa o prêmio do júri. A trama acompanha as vidas e questões de quatro estudantes negros de uma universidade particular norte-americana.

Entre os principais temas desta comédia dramática estão a interação racial e o racismo, direcionado de dentro para fora, ou seja, saído das próprias minorias. Intrigante e provocativo, Cara Gente Banca vira agora uma série da Netflix, com o dedo do próprio Simien. O elenco, no entanto, que no original contava com a atriz em ascensão Tessa Thompson (Creed: Nascido para Lutar, Westworld e Thor: Ragnarok) e Tyler James Williams, o eterno Chris de Todos Odeiam o Chris (2005 – 2009) – aquele mesmo que reclamou dos fãs brasileiros no Twitter – foi reformulado. No papel de Sam White (Thompson), a belíssima Logan Browning, e como Lionel (Williams), DeRon Horton. Os 10 episódios da primeira temporada já estão disponíveis na Netflix.


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