'A Primeira Noite De Crime': Universal volta atrás e lançará o terror nos cinemas nacionais

'A Primeira Noite De Crime': Universal volta atrás e lançará o terror nos cinemas nacionais

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A Universal Pictures revelou ao CinePOP que voltou atrás na decisão de lançar ‘A Primeira Noite de Crime’ direto em Home Video, e o filme chegará nos cinemas nacionais.

O terror ganhou uma nova data de estreia no Brasil: 27 de Setembro de 2018.

O filme já soma ótimos US$ 112 milhões mundialmente, apesar de ter tido uma estreia mediana nos EUA.

A Primeira Noite de Crime’ contará a história de origem do Expurgo - sobre a primeira vez que o "evento" aconteceu.




Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais! 

Confira algumas críticas:

"O filme é cheio de ação e tem um desfecho empolgante, mas até chegar lá... leva algum tempo."
"Especialmente no início, Gerard McMurray frequentemente rejeita o massacre exibicionista que James DeMonaco estabeleceu como o modus operandi da franquia em favor da violência que é mais crua e real."
"'A Primeira Noite de Crime' é outro filme b absurdo, desigual e ridículo, mas completamente transfixante pela forma como canaliza o terror da era Trump para o agrado do público."
"O último filme da franquia 'Uma Noite de Crime' é uma prequel errática, razoavelmente absorvente e justamente raivosa."
"Em nossa sociedade atual, uma história sobre um plano patrocinado pelo governo para abater minorias pobres parece mais uma sátira política do que um comentário sobre assuntos atuais."
"É como uma história em quadrinhos desleixada que foca em clichês de gangues; uma mistura capenga de 'Os Donos da Noite' com 'O Senhor das Moscas'."
"O filme traz algo novo à fórmula. Infelizmente, essas mudanças são ruins. Se distancia do terror para focar mais na ação, favorecendo tiroteios aos sustos."
"O filme diminui a oposição sangrenta contra os medos da sociedade da vida real, mas abadona a sutileza necessária para evitar que a prequel de Gerard McMurray se torne algo mais do que uma vingança odiosa."
"Apesar da ajuda que a realidade continua a oferecer, fazendo com que um rito anual de violência racial sancionada pelo governo pareça menos improvável a cada dia (ou pelo tweet), o filme ainda falha em estabelecer uma conexão persuasiva com o nosso próprio momento no tempo - suas referências ocasionais a eventos atuais servindo como alusões rasas em vez de comentários picantes."
"Tentativas desajeitadas de comédia são acrescentadas para tentar aliviar a severidade notável, mas tudo o que isso realmente acrescenta é um tom desigual."




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