Crítica em vídeo: ’47 Ronins’, ‘A Menina que Roubava Livros’ e ‘Quando Eu Era Vivo’

Crítica em vídeo: ’47 Ronins’, ‘A Menina que Roubava Livros’ e ‘Quando Eu Era Vivo’

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Acaba de sair do forno a nova edição do CineAgenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as estreias deste final de semana (31 de Janeiro).

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47 Ronins

Do conto mais antigo da cultura japonesa, surge a aventura épica em 3D 47 RoninsKeanu Reeves lidera o elenco como Kai, um excluído que se une a Oishi (Hiroyuki Sanada), o líder dos 47 Ronins. Juntos eles buscam vingança sobre o traiçoeiro soberano que matou seu mestre e baniu sua espécie. Para devolver a honra à sua pátria, os guerreiros embarcam em uma missão que os desafia com uma série de provas que destruiriam os guerreiros comuns.

 

A Menina que Roubava Livros

Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura.

 

Quando Eu Era Vivo

Após o fim do casamento e a perda do emprego, Júnior (Marat Descartes) retorna à casa do pai (Antonio Fagundes). Mas esta não é mais a casa de sua infância. Seu quarto agora é habitado pela jovem inquilina Bruna (Sandy Leah) e todo o ambiente lhe parece inóspito e opressor. No quartinho dos fundos, Júnior encontra objetos estranhos que pertenciam à sua mãe, incluindo uma misteriosa mensagem criptografada. Certo de que a compreensão da mensagem é a chave para entender melhor seu passado e seu presente, Júnior desenvolve uma obsessão pela história da família, ao mesmo tempo em que acontecimentos sombrios passam a fazer parte da rotina da casa.

 


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