Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (2º Episódio)

Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (2º Episódio)

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MELHOR DO QUE A ENCOMENDA

 

É! Perder o episódio de Game Of Thrones – GoT no dia da estreia da nisso, você recebe um pacote de spoilers e ainda atrasa a resenha. Mas, não poderia deixar de comentar este 2º episódio, que superou minhas contidas expectativas. Não costumo espero muitas reviravoltas dos três primeiros episódios de GoT. Além do mais, estava com receio de que Jon Snow (Kit Harington) voltasse apenas nos episódios finais ou, quiçá, no começo da próxima temporada. Agiram bem os roteiristas ao não embromarem.




Ficam as perguntas sobre as consequências desse evento para o universo de Westeros. Não me refiro a coisas como a já tão falada Batalha dos Bastardos, prevista para esta temporada. Penso em outras coisas: Jon Snow tomará uma postura mais ativa em relação à guerra pelo Trono de Ferro? Seria essa ressurreição a prova de que ele é Azor Ahai? Ao menos uma vítima importante esse acontecimento já vez: Melisandre (Carice van Houten) ganhou novas camadas em sua psique e passou a ser uma das mais queridas desta temporada, cotada até para derrubar os bloqueios de Whatsapp no Brasil.

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Para compensar a ressurreição de João das Neves, Ramsay Bolton (Iwan Rheon) matou seu pai, sua madrasta e seu irmão recém-nascido. Ele passa a ser o senhor supremo de Winterfell e uma das criaturas mais odiadas de toda a série. Na cena em que Ramsay mata Lord Bolton, o roteiro adotou uma forma bastante econômica de demonstrar a influência de Ramsay no seu exército. Ao matar seu pai, o soldado não tenta impedir Ramsay, e logo começa a tratá-la como o novo Lord Bolton.

Uma visita ao passado marcou o retorno de Bran Stark (Isaac Hempstead Wright), acompanhado do Corvo de Três Olhos (interpretado pelo magnífico Max von Sydow). Bran, ao que indica, será a justificativa para os roteiristas contaram detalhes do passado de Westeros. O que mais encantou nesse primeiro flashback foi Hodor (Kristian Nairn) falando normalmente. Foi uma cena breve, mas suficiente para dar uma maior profundidade para Hodor; até hoje, ele era um personagem muito querido, mas não mais do que fofo. Neste último episódio, começamos a ver Hodor como um sujeito que carrega um passado triste.




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Algumas observações sobre outros núcleos:

– Tyrion (Peter Dinklage) voltando à velha forma; suas frases irônicas, o jogo nos bastidores e suas ações maiores do que a vida. Em uma total quebra de expectativas, a sequência de Tyrion com os dragões já está na galeria de grandes cenas da série.

– Por frases muito sutis, Tommen Baratheon (Dean-Chaerles Chapman) revela que existe uma pessoa com profunda noção de justiça convivendo com seu lado de rei inapto. No diálogo com Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau), notem as razões que levaram ele a impedir que a mãe fosse ao enterro de Myrcella (Nell Tiger Free).

– As ilhas de ferro voltaram, mas sem grande estilo. A morte de Balon Greyjoy (Patrick Malahide) teve uma encenação confusa, e a apresentação de Euron Greyjoy (Pilou Asbaek) não correspondeu às expectativas dos leitores dos livros.

E, ai, o que achou do episódio? O que achou do Tyrion? Emocionou-se com a volta de Jon Snow? Comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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