Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (8º Episódio)

Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (8º Episódio)

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UM EPISÓDIO COM TOQUES DE LULU SANTOS

 

Segundo um amigo meu do Face (realmente não me lembro quem foi, vai desculpando aí!), as lutas e batalhas deste 8º episódio de Game Of Thrones – GoT foram no estilo Lulu Santos, “deixa assim ficar subentendido”. Pelo trailer do episódio, muita briga iria rolar. Mas, ou a batalha não aconteceu ou, realmente, ficou no subentendido.

Pela frase da Cersei (Lena Headey) no trailer, escolhendo a guerra, esperava algo como um massacre ou o início de uma guerrilha. Tivemos apenas um soldado da Fé Militando morto pelo Montanha (Hafþór Júlíus Björnsson). Em compensação, Tommen (Dean-Charles Chapman) surpreendeu suspendendo o julgamento por combate. Há uma justiça nisso: se Ned Stark (Sean Bean) não teve direito a um, por que a Cersei, grande articuladora da morte dele, mereceria um?!




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Vimos uma tomada do ataque à Meereen, mas não assistimos o que a equipe da Khaleesi (Emilia Clarke) fez. Certamente, no próximo episódio, aparecerá o rescaldo dessa batalha. O que valeu mesmo foi a conversa entre Tyrion (Peter Dinklage), Missandei (Nathalie Emmanuel) e o Verme Cinzento (Jacob Anderson). Foi um dialogo saboroso. Como gosto de ver Tyrion sendo Tyrion.

Mesmo sem batalhas, o fim do cerco à Correrrio foi o melhor do episódio. Nem falo do desfecho melancólico, com Edmure Tully (Tobias Menzies) capitulando diante da chantagem de Jaime e a morte do Peixe Negro (Clive Russell) – em mais uma luta subentendida. O melhor mesmo foi a relação entre Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) e Brienne (Gwendoline Christie). Esse reencontro gerou dos mais primorosos diálogos desta temporada; de cada palavra, brotava um misto de carinho, hesitação e certo ressentimento; e, principalmente, um desejo ambíguo, indefinível, que vagava entre o dever de cada um seguir suas missões e o desejo.

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Arya (Maisie Williams) também teve sua luta subentendida. Sim, ela sobreviveu. E sim, seu algoz continuou a persegui-la. Foi uma perseguição muito bem dirigida, com bom ritmo, sempre localizando corretamente o espectador na cena. Ao final, a luta de espada foi num escuro subentendido, e nem ouvidos o tilintar das lâminas. Ao final, Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha) reconheceu Arya como uma ninguém. Mas, ela deu de ombros, falou seu nome complete, colocou a viola no saco e seguiu de volta para Winterfell – pobre coitada…

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A única luta que não ficou subentendida neste episódio foi a do Cão. Sandor (Rory McCann) matou muitos neste episódio. O relevante, contudo, foi seu encontro com Beric Dondarrion (Richard Dormer), que o convidou a se unir à irmandade sem bandeira.

Não foi dos episódios mais excitantes, porém, fiquei com uma pergunta: quais as consequências da tomada de Correrrio para o todo da história?  E, aproveitando que estamos no final de temporada, deixo aqui algumas apostas para os próximos episódios ou para as próximas temporadas: Cersei não conseguirá reverter sua queda, talvez acabe morta, e Margeary Tyrell (Natalie Dormer) tomará seu lugar; Daenerys dará por concluída seus estudos na escola de formação de líderes de Meereen, se unirá com os irmãos Greyjoy e seguirá para Westeros; Lady Stoneheart aparecerá, se não nesta, na próxima temporada.

E, aí, o que achou do episódio? Quem é melhor nas piadas, Tyrion, Missandei ou Verme Cinzento? Quais as suas expectativas para o 9º episódio? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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