Crítica | Maze Runner: Prova de Fogo

Crítica | Maze Runner: Prova de Fogo

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Já faz um tempo que as trilogias baseadas em livros “jovem-adulto” vêm tomado conta dos cinemas mundiais. Diferente de ‘Harry Potter‘ e ‘Crepúsculo‘, nem todas conseguem ser concluídas nas telonas. ‘Percy Jackson’, ‘Dezesseis Luas’ e ‘Instrumentos Mortais’ são exemplos claros de sagas que não conquistaram o grande público e foram descontinuadas. Nesse meio, temos duas sagas que ficam entre o sucesso e o fracasso: a série ‘Divergente’ e ‘Maze Runner’.

Não que ambas as sagas não tenham sido um sucesso mas, Tris (Divergente) e Thomas (Maze Runner) ainda estão longe do sucesso absoluto de Katniss (Jogos Vorazes). Mesmo assim, as duas franquias lucraram o suficiente para que seus respectivos estúdios garantissem suas sequências

Maze Runner: Prova de Fogo’, que chega hoje aos cinemas nacionais (17/09), é uma adaptação do segundo livro da trilogia ‘Maze Runner’, do escritor James Dashner.




Na história, jovens ficam presos em uma clareira e para sair precisam passar por um labirinto na qual é necessário, literalmente, correr para escapar dos perigos mortais que há lá dentro. Nessa segunda parte da história, o grupo formado por Thomas, Minho, Teresa e outros, escapam do labirinto e precisam lidar com uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e eles precisam combater criaturas disformes chamadas Cranks, que desejam devorá-los vivos.

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Diferente do primeiro filme (que tem como cenário basicamente a Clareira e o Labirinto), essa segunda parte nos apresenta novos ambientes desse mundo pós-apocalíptico e mostra como o estúdio investiu no longa. Porém, o maior destaque dessa adaptação literária fica mesmo por conta da ação. O diretor Wes Ball fez um trabalho brilhante com cenas intensas e bem distribuídas no longa de duas horas de duração. Merece destaque a cena que aqui eu vou chamar apenas como ‘Cena do vidro’, que é de tirar o fôlego (SÉRIO, meu coração foi parar na garganta nessa sequência). A tensão criada é espetacular.

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Merecem destaque também as atuações de Dylan O´Brien, Giancarlo Esposito e Kaya Scodelario, que conseguem transmitir muito bem a confusão de seus personagens (que ficam perdidos boa parte do longa).

Pra concluir, ‘Maze Runner: Prova de Fogo’, apesar de se distanciar do livro que o originou – e de ainda apresentar um protagonista ‘certinho demais’ que não hesita e parece sempre tomar a decisão certa – eleva a série a outro nível e se mostra muito mais promissor do que a série ‘Divergente’, se tornando um dos melhores filmes adolescentes distópicos depois de ‘Jogos Vorazes‘.

Mal posso esperar pelo terceiro filme…

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