Crítica | Scream – 2×07: Deixe Ela Entrar

Crítica | Scream – 2×07: Deixe Ela Entrar

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[SPOILERS na crítica]

Eu estou realmente impressionado com esse episódio! Já havia perdido as esperanças de testemunhar uma perseguição digna na série, mas isso finalmente se concretizou neste sétimo episódio, Let the Right One In – o título é uma homenagem ao filme Deixe Ela Entrar, suspense dramático sueco sobre uma menina vampira e a sua relação com um menino que mora no mesmo prédio que ela. Na série, o significado do título parece recair sobre a dupla formada pela Emma e o Eli. Esta semana, ambos abaixaram seus “muros” e se permitiram conhecer melhor um ao outro. É a primeira vez que nós vemos o Eli agir como uma pessoa normal, o que foi um choque. Ele até fez um discurso super compreensivo sobre a situação em que o Kieran se encontra, apesar de suas palavras claramente terem sido proferidas com segundas intenções.

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A primeira coisa a se destacar essa semana é que: tem um assassino à solta! Isso não é novidade para ninguém – o corpo do Jake caiu do céu dramaticamente, as coisas estão ficando tensas, Emma vê o assassino em todos os lados igual uma louca – mas, ainda assim, os personagens continuam insistindo em ir para lugares remotos por nenhum bom motivo. Ponha-se no lugar desses personagens, você iria para uma casa abandonada no meio da noite com uma companhia pra lá de duvidosa? Para uma menina que passou o inferno nas mãos de uma doida que ela confiou logo de cara, parece óbvio que a Emma não aprendeu com os seus erros. E o Noah com o seu encontro na beira do lago da morte? Ele não devia ser o mestre dos filmes de terror? Aquela situação gritava “assassinato brutal” tão alto que por um segundo achei que a água estava ficando vermelha.

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Aliás, semana passada eu falei que os roteiristas deixaram a Zoe de lado e que eles deveriam investir nela como interesse amoroso do Noah, e foi exatamente isso que aconteceu essa semana. Espero que nunca mais voltem naquele absurdo platônico com a Audrey! E, ao contrário do que muitos de vocês parecem acreditar, não penso na Zoe como a assassina dessa temporada. Por que ela mandaria o áudio da confissão da Audrey para ela mesma por e-mail? Para chantageá-la com mais provas de sua culpa? Talvez. Mas o assassino tem um vídeo dela tirando alfinetes do corpo do Jake. Não existe prova mais convincente do que essa! Acho que a Zoe só está mesmo querendo entender melhor essa história, além, é claro, de um pouco de ciúmes. Não ficaria surpreso se essa curiosidade a colocasse na mira do assassino nas próximas semanas.

A Audrey e a Brooke tiveram um tempo significativo compartilhando a tela, e eu adoro a química entre elas. Essas duas já haviam dividido uma cena rápida na Season Finale da primeira temporada, mas aqui a interação foi bem maior. Sou super a favor desse shippe, ainda que não torça para um relacionamento lésbico e tórrido entre elas; apenas uma amizade forte já é o suficiente. Quando li na sinopse que o assassino faria um jogo mortal com as duas, esperava bem mais – principalmente porque a Brooke nunca teve um diálogo com o assassino antes. Está na hora, não é mesmo? Não só um diálogo como também uma perseguição digna da nossa sobrevivente favorita. E tal “jogo” não durou muito, até porque, o assassino não conseguiu colocá-lo em prática.

E vocês sabem o motivo? Porque alguém finalmente mostrou um pouco de espírito sobrevivente. Nunca antes essa série lembrou tanto os filmes na qual é baseada! Tivemos até um telefonema para a professora antes do ataque! A cena conseguiu me surpreender, porque eu esperava que ela se chocasse com o assassino, caísse e morresse, mas a resistência foi bem maior do que eu esperava – óbvio que também não foi uma Helen Shivers da vida. Literalmente não dava nada pela personagem, mas confesso que acabou subindo no meu conceito. E parece que ela não morreu, né?! O assassino não teve tempo de finalizar por causa do zelador. Talvez o assassino seja uma mulher, afinal de contas, apesar de ter perseguido a professora, acabou evitando confronto ao se deparar com um homem maior. Ou talvez apenas soubesse que a Brooke e a Audrey estavam logo na esquina e não queria arriscar ser cercado por tanta gente.

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De qualquer forma, só resta uma pergunta ao final desse episódio: o Branson morreu de verdade dessa vez? Quero dizer, o cara teve a mão decepada, queimada com o ferro de passar, foi esfaqueado e logo depois teletransportado para uma casa aleatória – a qual o Eli escolheu aleatoriamente invadir –, e ainda estava lá implorando por ajuda ao ver o fogo se alastrar ao seu redor. Podemos dizer que as aulas dele foram suspensas de forma definitiva dessa vez? E sobre a teoria da Emma ser a assassina e sofrer de algum tipo de transtorno psicológico finalmente começa a enfraquecer. Mas, só para constar, eu nunca achei que ela estava trabalhando sozinha. Na minha cabeça, alguém estaria usando o seu problema para criar uma nova onda de terror na cidade, manipulando-a. Mas, como já disse, essa teoria está se distanciando cada vez mais da realidade. Confesso que os roteiristas estão fazendo um ótimo trabalho no suspense da identidade desse novo assassino, porque a essa altura, na temporada anterior, eu já sabia quem era e quais eram suas motivações. Vocês têm alguma teoria? Ultimamente tenho visto o nome do Kieran aparecer com frequência…

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