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Damages (4x02) - I’ve Done Way Too Much for This Girl

Em bom episódio, “Damages” resolve investir no presente para consolidar o que é o melhor na série: mostrar que nada é em vão.

Em “I’ve Done Way Too Much for This Girl” o único flashforward que vimos foi um take rápido de alguém sendo torturado. Creio veementemente se tratar de Chris, até porque a câmera deu uma escapadinha no foco e deu pra reconhecer uma parte de sua face. Mas como “Damages” gosta de pregar pegadinhas (e é esse o alvo de alguns que não gostam da série), fico receoso em afirmar certas coisas e depois descobrir que nada teve a ver com o que eu dizia. Mas desconfiar é inevitável.

Nesse episódio, tudo se passou no presente, com as tentativas de Ellen Parsons de levar pra frente seu processo contra a High Star. Apesar do atual escritório onde trabalha – a Nye & Everett – ter aceitado o caso (gerando um misto de surpresa e pontada de inveja em Patty), logo depois eles desistem de maneira quase inexplicável. “Quase” porque se até Patty fica com o pé atrás quando se trata de High Star, por que não os reles mortais? É importante lembrar que a empresa já fora ameaçada de processo quase 60 vezes, e nenhuma conseguiu êxito. O fato é que Ellen sabe que só Patty pode ajudá-la. Suas investidas, com todas as indiretas que pudesse dar (só faltou falar “Por favor, me ajuda”) foram o máximo que poderia fazer. Mas é claro que veremos as duas juntas novamente lutando contra uma grande corporação. E sempre com trágicas conseqüências.




Patty Hewes na terapia foi impagável. Desde a descoberta da razão de estar ali – simplesmente por ter quebrado o nariz do porteiro com a porta na cara – até os momentos em que ela revela que a única pessoa (se é que podemos assim dizer) em que ela confia é no seu próprio cachorro. Não é difícil saber que Patty tem sérios problemas de confiança. Afinal, “somente” sete babás não passaram do período de experiência sob sua supervisão. E sua neta fica para a coitada da assistente cuidar. Falando na neta, Michael, que segundo Patty, “fugiu de suas próprias responsabilidades”, apesar de estar longe do faro do investigador particular, deve ser encontrado logo. E o encontro dele com sua mãe deve reservar bons momentos. Se é que isso irá acontecer de fato.

O grande vilão da temporada deverá ser mesmo Jerry Boorman (interpretado pelo competente Dylan Baker). Ao contrário de Howard Erickson, Boorman não mede esforços para queimar arquivos, sendo capaz de explodir o consultório de um psicólogo para manter os segredos da High Star a salvo. Foi capaz de montar uma causa para as prováveis perseguições de Chris (com o “auxílio” de um mulá sob tortura) para fazê-lo voltar ao Afeganistão e evitar que ele – a grande bala de prata da High Star – seja sondado ainda mais por Ellen para depor. Devo considerar que Boorman foi inteligentíssimo, mas não dá pra deixar de lado o fato de que seus planos se sustentam basicamente no acaso. E isso, para os moldes de “Damages” é uma ousadia que leva o capítulo para o campo do duvidoso. Mas ainda assim, um grande episódio.

 

Nota:

Crítica por: Adecio Moreira Jr. (Blog)

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