damages_4_7_101


🍿 URGENTE! Inscreva-se no nosso canal do YouTube para receber vídeos EXCLUSIVOS e PROMOÇÕES! 🍿



Damages (4x07) - I'm Worried About My Dog

“Damages”, ao que parece, está voltando a ficar boa. Também pudera. Já se foi mais que a metade da temporada e tudo que precisávamos era uma guinada na história. Não que a série esteja completamente estagnada, até porque “Damages” sempre investiu em clímax, mas nesse ano, comparado aos outros, tudo o que vimos foram mais pegadinhas (algumas até fajutas), que fez com que eu me desiludisse um pouco com tudo o que estava vendo. Mas, segui confiante nos roteiristas, e nessa fase entusiasta de desfecho, espero que tudo se encerre no auge.

Falando em entusiasmo, não tem como não reparar na volta do interesse em Patty Hewes. Nesta temporada, ela parecia cansada, quase que sem ânimo, mesmo que internamente, esteja lutando contra uma grande corporação farmacêutica, além da briga judicial pela guarda de sua neta, que ela trava com seu próprio filho. Vendo Patty fazendo terapia, pude lembrar-me das saudosas sessões de Tony Soprano com a Dra. Melfi em “The Sopranos”. Discussões sobre legados não soam vazias, ainda mais quando envolvem religião. E não só. Patty resolveu comprar briga de verdade, juntou seu processo anterior em prol do processo de Ellen contra a High Star. E que saudades da Patty bitch.

No outro lado do núcleo, Erickson está prestes a ser engolido pela traição. Uma das funções de Ellen e Patty no episódio era descobrir a identidade de Boorman, já que obtiveram o seu rosto. Mais uma vez, de uma maneira fortuita, elas conseguem. Falando nele, algo me dizia que aquela sua namoradinha não estava ali por acaso. Através dela, pudemos ver, enfim, quem era a tal pessoa que Boorman mantinha em cativeiro, e que também foi capturada na tal missão proibida da High Star. Trata-se do garoto que aparece nos flashforwards, que ao ver outra pessoa (que ainda é mantida sob sigilo), diz algo como “eu já te vi antes”. Logo, as chances de ser Chris o encapuzado, é a mesma que a do jornalista, que também era freqüente no Oriente Médio. No mínimo, é alguém que esteve onde o garoto foi capturado.




A revelação do garoto no cativeiro pode até ter sido surpresa. Mas convenhamos, lembrar como Boorman conversava, de maneira violenta, nada parecia com uma conversa entre um adulto e uma criança. Isso comprova a minha crítica contra as pegadinhas (repito, boa parte delas de péssima construção), que estão ali não mais para nos surpreender. E é isso que vai marcando essa temporada. E no final, a torcida é para que nem tudo vá por água abaixo. Isso pode acontecer se eles investirem no óbvio, como por exemplo, se o encapuzado do Afeganistão seja, de fato, Chris Sanchez. Porém, conhecendo o histórico de “Damages”, é real a tendência em boas surpresas. Veremos.


Nota:

Crítica por: Adecio Moreira Jr. (Blog)

Últimas Resenhas:





Inscreva-se em nosso canal e receba conteúdo exclusivo » http://goo.gl/mPcJ5c