Saiba tudo sobre ‘Vingadores: Era de Ultron’

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“Só existe um caminho para a paz… a extinção dos Vingadores.” Ultron

Continuando a fantástica aventura épica de ação iniciada com Os Vingadores (The Avengers), da Marvel, a equipe dos sonhos de super-heróis está de volta para proteger o mundo da maior de todas as ameaças à humanidade em Vingadores: Era de Ultron (Avengers: Age of Ultron).

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Quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção da paz, as coisas não dão certo e os heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Quando o misterioso Ultron aparece, a equipe precisa se reunir novamente para deter o terrível vilão tecnológico que quer a extinção da humanidade. No caminho, eles terão que enfrentar dois novatos misteriosos e poderosos, Wanda Maximoff e Pietro Maximoff, e também um velho amigo em uma nova forma, chamado Visão.

Com o mundo sob ameaça, os Vingadores precisam neutralizar seus terríveis planos com alianças complicadas e acontecimentos inesperados pavimentando o caminho para uma aventura épica em inédita escala global.

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CONSTRUINDO A HISTÓRIA: SURGE UMA NOVA AMEAÇA

Para os cineastas, desenvolver a história de Vingadores: Era de Ultron apresentou um novo desafio já que teriam que garantir que todos os eventos nos filmes anteriores da Marvel tivessem uma continuação na trama da história e na dinâmica do roteiro.

“Muita coisa aconteceu desde o fim do primeiro filme dos Vingadores”, informa o produtor Kevin Feige. “Nós passamos por todos os filmes da Fase 2; A casa de Tony Stark não existe mais, e ele se livrou de seu RT e agora reavalia sua vida e seu papel como Homem de Ferro. Thor voltou para Asgard, e declarou que não quer ser rei. Ele voltou para se dedicar a proteger a humanidade, e a S.H.I.E.L.D. acabou em Capitão América: O Soldado Invernal (Captain America: The Winter Soldier) depois que se descobriu que, na verdade, era a Hidra por muito anos. O que todos esses eventos causaram foi deixado sem uma conclusão.”

Com relação ao aspecto crítico de manter a trama em cada filme seguinte em uma direção que atenda tanto às franquias individuais como ao expansivo Universo Cinemático Marvel, o produtor executivo Louis D’Esposito acrescenta,

“Nós queremos que cada franquia e cada filme tenha uma sensação de frescor e de entidade própria, mas ao mesmo tempo tem que estar alinhado com algo que possa acontecer dois ou três filmes adiante. Acho que temos muita sorte de encontrar esse equilíbrio em manter as coisas indo em novas direções e em momentos importantes que mantêm todas as franquias conectadas fora dos filmes dos Vingadores. Então, quando o primeiro filme dos Vingadores se tornou um dos maiores filmes de todos os tempos, nossa primeira tarefa foi garantir que os filmes que levariam até Vingadores: Era de Ultron funcionariam para moldar a história do filme”.

O primeiro passo do processo ao criar a sequência de Vingadores foi encontrar a direção em que o filme seguiria para contar sua história. Isso ficou a cargo do escritor e diretor Joss Whedon.

Whedon, que foi consultor de todos os filmes da Marvel depois de Os Vingadores, explica sua abordagem do Universo Cinemático Marvel.

“Ser conselheiro da Marvel nos últimos anos tem sido muito divertido”, diz Whedon. “Ao fazer isso é importante manter a realidade Marvel de ‘É, nós somos queridos e sim, nós somos caóticos; nós somos engraçados quando você não espera e somos sérios quando você não espera’. Mas, ao mesmo tempo, é preciso sempre garantir que cada filme e, em particular os filmes dos Vingadores, tenham seu próprio selo.”

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Continuando, Whedon acrescenta,

“A primeira coisa que se tem que fazer ao criar uma sequência dos Vingadores é descobrir o que fará com todos os personagens. Neste filme, eu tenho muito mais personagens! Os Vingadores formam uma equipe disfuncional, e eu gostei da ideia de vê-los de fato agindo como uma equipe e como isso mostra o quanto eles não deveriam ser uma equipe”.

Whedon acrescenta,

“A ideia do segundo é também que todo mundo sabe que eles são os Vingadores e que há super-heróis, vilões e várias coisas malucas. Mas para mim é ótimo, porque eu queria um filme diferente. Eu queria uma dinâmica diferente. O primeiro filme foi com certeza sobre montar uma equipe, e o segundo é sobre separá-los”.

O escritor e diretor admite que o Universo Cinemático Marvel forneceu a ele ótimos personagens interpretados por grandes atores, mas diz,

“O truque é não lotar muito porque não se quer que o filme tenha a sensação de superpovoado ou amontoado”.

“Depois de Os Vingadores algo mudou. Todos sabem sobre eles, e todos meio que mostraram a cara, e agora eles estão por aí. Eles não têm que se esconder em seus pequenos universos. Eles têm as próprias histórias e o legal sobre isso é que você não acaba achando que é só uma convocação porque todos os personagens são motivados uns pelos outros. São as parcerias dos personagens que tornam o filme divertido e exponencialmente interessante”.

 

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O NOVO VILÃO

A decisão de dar a Ultron seu dia ao sol como vilão do filme sempre foi a primeira opção de Whedon, apesar de a sequência final de Os Vingadores, mostrar o personagem Thanos. O escritor e diretor explica,

“Para mim, Thanos deveria estar no terceiro filme dos Vingadores porque ele, na verdade, é um deus. Ele é como um ser supremo do mal e para mim foi o cubo cósmico porque sou muito velho; para outras pessoas foi a manopla do infinito, mas as grandes misturas eram, em geral, baseadas em Thanos, e ele tornou a vida de todos horrível. Então a ideia de que ele foi o principal causador por trás de tudo isso parecia natural”.

“Quando as pessoas o viram em Os Vingadores (The Avengers), pensaram, ‘Ah, ele deve ser o próximo vilão que já estão mostrando’. Não foi minha intenção. Minha intenção era apenas dizer, ‘Existe um universo enorme e sombrio e este cara tem a ver com isso’. Para mim, Ultron sempre fez parte deste filme”.

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Para Whedon, a tarefa de dar vida ao papel de Ultron na sequência vem de sua infância.

“O personagem do Ultron é um dos principais vilões dos Vingadores desde que eu era criança”, diz Whedon. “Ele era um robô cruel e assassino que odeia os Vingadores e é capaz de se autorreplicar.”

Whedon elabora,

“Eu adorei ler o antigo material fonte sobre Ultron, mas quando você pesquisa, descobre que ele fica repetindo ‘Eu vou te destruir”!’. ‘Eu com certeza vou te destruir!’. O aspecto de filho assassino do personagem foi fascinante para mim, mas logo ficou claro que embora eu precisasse evocar uma grandiosidade e uma ameaça na dissociação entre o modo como sua mente funciona e o modo como a humanidade é estruturada, eu precisava dar uma meia-volta e torná-lo muito volátil e raivoso o tempo todo. Eu também precisei descobrir que tipo de pessoa tinha tanta raiva e como isso seria expresso. E também precisava saber como conseguir a diversão que eu precisava ter. Como fazê-lo um tipo como o personagem Loki que é simpático, tem textura e não é completamente errado no modo como vê as coisas”, conclui Whedon.

“A ameaça no primeiro filme foi, é claro, Loki”, acrescenta Kevin Feige. “Ele era muito pessoal para Thor e um asgardiano muito poderoso. Ele fez um acordo com alguém, o que permitiu a ele controlar o exército alienígena, que tem grande importância na luta, mas neste filme nós queríamos que a ameaça fosse muito grande e o mais real possível. Ultron era a escolha certa porque ele é um dos maiores vilões que os Vingadores já enfrentaram e um dos mais poderosos. O fato de ele poder se replicar, e cada Ultron é, na verdade, ele mesmo, é muito legal. Há milhares de subUltrons e ele é todos eles, e pode falar através deles, o que é uma perspectiva e dinâmica muito eletrizante.”

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ELENCO E PERSONAGENS: OS VINGADORES SE REÚNEM

Com o retorno dos Vingadores originais e também a adição do Visão, do Mercúrio e da Feiticeira Escarlate, o diretor e escritor Joss Whedon, diz,

“O elenco é uma força propulsora. É energia à energia, e isso é eletrizante. Isso significa que eu posso escrever coisas um pouco mais profundas e não me preocupar se o ator vai ou não conseguir transmitir. Eles são muito, muito humanos nos gibis da Marvel, e é isso que era importante para mim quando eu era criança, e é muito importante para a cultura pop em geral”.

“Uma das razões de adorarmos a ideia de desmantelar a S.H.I.E.L.D. foi que os Vingadores não tinham mais uma organização governamental gigante para apoiá-los, então eles estão por conta própria”, explica o produtor executivo Jeremy Latcham. “Tony Stark, como você deve imaginar, está financiando, mas em certo momento ele diz, ‘O Capitão América é o líder’. E embora não estejam juntos o tempo todo, eles se encontram e agora têm um quartel-general oficial depois que Tony transformou a Torre Stark do primeiro filme na nova Torre dos Vingadores.”

Robert Downey Jr. fala sobre as novas percepções de seus colegas Vingadores.

“Eu não conheço ninguém na história de qualquer franquia de super-herói que não fique sem dinheiro”, diz rindo. “Tony está pagando a conta, e ele pode fazer isso, obviamente. Pepper assumiu os negócios, então tudo ficará mais estável do que quando o papai simplesmente assinava os cheques.”

O ator continua,

“Tony quer localizar, cuidar, nutrir esse contrabalanço necessário da facção que é Os Vingadores. Ele acha que com eles reunidos ele poderá ser um pouco do engenheiro e mecânico que só quer ajudá-los a fazer as coisas um pouco melhor. É como comprar um time de futebol e depois querer refazer os uniformes e dar a eles equipamentos melhores, mantê-los mais fortes, seguros e rápidos”.

Para Robert Downey Jr., a dinâmica entre os Vingadores na história foi um dos aspectos favoritos ao reprisar o super-herói mundialmente famoso.

“O que eu adorei sobre este roteiro foi o aprofundamento do desenvolvimento das complexidades dos relacionamentos entre todos os Vingadores”, explica o ator. “Eu gostei porque Thor tem uma rixa comigo, e ele acaba tendo que admitir que estou certo”. É interessante e, para mim, o modo como tudo se conclui é eletrizante, mas estranhamente minha parte favorita de Vingadores: Era de Ultroné o que é potencializado pela história neste filme.

“Neste filme, Tony Stark tem muita pressão sobre ele”, explica o produtor executivo Jeremy Latcham. “Ele literalmente carrega o peso do mundo nos ombros. O filme começa e ele tem essa visão que é colocada em sua cabeça por Wanda, que mostra todos os Vingadores mortos em uma paisagem alienígena em algum lugar. A Terra está distante, e nós vemos leviatans gigantes voando e vemos Tony Stark. Ele é o único vivo, e tem uma expressão de horror no rosto. Você nota sua ansiedade e a angústia que carrega com ele e que afeta cada decisão que ele toma ao longo do filme. Foi ele quem passou por aquele portal 60 metros acima da Torre dos Vingadores e viu o que havia lá. Ele sabe que estão terrivelmente mal equipados e que se aquilo voltar, nós todos vamos morrer, e o que ele deve fazer?”.

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Outra mudança para os Vingadores é que agora o Capitão América está comandando a equipe.

“Na verdade, existem apenas dois relacionamentos na vida de Tony nos quais ele se dispôs a assumir uma posição inferior, um com Pepper obviamente e o outro com o Capitão América”, diz Robert Downey Jr. “Tony acredita que quem quer que faça o trabalho melhor deve fazê-lo, e embora Tony contribua com muita coisa, o Capitão América tem mais experiência. Também é legal sentir que há alguém sob cuja orientação você se torna melhor no que faz, e ninguém é mais experiente em batalhas do que o Capitão.”

“Acho que ele certamente dá as ordens, mas não é o tipo de hierarquia em que ele comanda e as pessoas têm que obedecer”, explica Chris Evans. “Na verdade é no sentido de que quando se trata de batalha, e é preciso ter uma estrutura, o Capitão não tem dificuldade para organizar a abordagem em equipe. Em termos de como eles se comportam quando não estão enfrentando um inimigo, ainda há uma cadeia de comando muito frouxa e ninguém é tecnicamente responsável, mas o Capitão com certeza tende a ir para o lado da hierarquia e da estrutura; motivo pelo qual ele se sente mais confortável no campo de batalha.”

Evans continua,

“No que se refere à vida pessoal, Steve Rogers ainda está tentando descobrir onde é seu lugar. Ele sempre foi um soldado, e se encaixa nesse formato. Ele gosta de ter estrutura, receber ordens e ter um plano. Sem essa dinâmica ele se sente um pouco sem rumo, mas ainda busca saber se consegue ter uma vida além de ser o Capitão América. Ele está no exército há tanto tempo que tentar descobrir o que ele poderia fazer sem o uniforme e a S.H.I.E.L.D. é algo meio complicado”.

“Steve Rogers é um cara muito sólido”, diz Joss Whedon. “Sua luta sobre a questão de quem ele é e quais são seus valores é mais interna. Tem mais a ver com ele perceber quem ele é em termos do mundo; porque sempre existiu a ideia de que ele é só um soldado. Isso alimentou muitas conversas que eu tive com Chris sobre Steve Rogers perceber que não tem um fim de jogo em que ele se estabiliza e leva uma vida normal. Ele estará sempre lutando; é um pouco triste, mas também belo.”

“O personagem nem sempre tem a melhor ação do grupo porque ele é o Capitão América, mas o público responde ao modo como o filme se fundamenta e ele continua como um dos favoritos dos fãs”, explica Kevin Feige.

“Isso porque ele é um homem bom e está sempre tentando fazer a coisa certa. O fato de que há um personagem como ele, de quem as pessoas gostam e não reclamem por ser antiquado é algo realmente incrível. Isso se deve ao fato de que os cineastas aceitaram isso e, em grande parte, porque Chris Evans, que é um cara incrivelmente sociável e gentil, também aceitou isso quase que como uma responsabilidade.”

Para Evans, interpretar o personagem tem trazido muita satisfação.

“Tem sido muito recompensador de muitas maneiras”, diz Evans. “Um dos privilégios deste trabalho é ver o rostinho de uma criança se iluminar. Interpretar um papel na infância delas é muito legal porque eu sei que tive certos filmes com os quais cresci que eu adorava, então se você pode fazer parte disso na memória de outra pessoa, é um bônus.”

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Permanecendo onde estava na última vez que foi visto no final de Thor: O Mundo Sombrio está o próprio Deus do Trovão. Chris Hemsworth retorna ao papel de Thor e explica como seu personagem ficou mais à vontade e aceitou o ambiente da Terra.

Thor decidiu ficar, então agora vemos uma versão mais terrena, mais fundamentada de Thor do que vimos no passado”, diz Chris Hemsworth. “É legal porque há algumas oportunidades de fazer humor e também de vê-lo em roupas informais, em vez da capa vermelha e da armadura em que sempre o vimos. Ele é parte central da equipe agora e há certamente uma unidade que eles formaram como um grupo, e estão firmes.”

O ator continua:

Thor vê o quadro todo do conflito atual que está acontecendo. Tem a batalha inicial em que eles se envolvem, mas Thor usa a sabedoria asgardiana e começa a experimentar possibilidades extraterrenas para usar contra as ameaças que ele acha que estão vindo”.

Chris Hemsworth agora é Thor”, afirma o produtor Kevin Feige.

“Ele fez um trabalho incrível incorporando um personagem que, nas mãos de outra pessoa, poderia ficar totalmente irreal e se destacar como uma ferida. Apesar da capa vermelha, do martelo e do idioma asgardiano, Chris humanizou o personagem. Ele é parte da equipe, mas ao mesmo tempo, é a ligação entre a Terra e tudo mais. Ele foi nosso guia para o lado cósmico do Universo Marvel e neste filme ele continua a ser quem tem o conhecimento que ninguém mais tem, porque ele cresceu do outro lado do universo. Ele conhece histórias cósmicas, lendas e mitologias que ninguém na Terra conhece, e é o portal para um lado muito maior e grandioso do Universo Marvel.”

 

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SUCESSO RECORDISTA: O UNIVERSO CINEMÁTICO MARVEL

Em 2014, os Estúdios Marvel continuaram no caminho para agradar os fãs e a crítica especializada com os lançamentos dos campeões de bilheteria Capitão América: O Soldado Invernal (Captain America: The Winter Soldier) e a mais nova franquia Guardiões da Galáxia (Guardians of the Galaxy), o filme campeão de bilheteria nos EUA em 2014 com US$ 333,2 milhões e US$ 772,8 milhões em todo o mundo. Capitão América: O Soldado Invernal (Captain America: The Winter Soldier) faturou US$ 95 milhões no primeiro fim de semana e mais de US$ 711 milhões mundialmente.

Em 2013, Kevin Feige produziu os megassucessos Thor 2: O Mundo Sombrio (Thor 2: The Dark World) e Homem de Ferro 3 (Iron Man 3). Os dois filmes faturaram mais de US$ 644 milhões e US$ 1,2 bilhão mundiais respectivamente desde o lançamento. Em 2012, Feige produziu o aclamado pela crítica Os Vingadores (The Avengers), que estabeleceu o recorde de bilheteria de todos os tempos nos EUA em um fim de semana de 3 dias com um total de US$ 207,4 milhões. O filme faturou mais de US$ 1,5 bilhão em bilheterias mundiais, tornando-se o maior faturamento bruto da Disney de um lançamento global e nacional de todos os tempos.

No verão norte-americano de 2011, a Marvel lançou o sucesso Thor, estrelado por Chris Hemsworth, e Capitão América (Captain America: The First Avenger), estrelado por Chris Evans. Os dois filmes ficaram em primeiro lugar na estreia e alcançaram faturamento bruto combinado de mais de US$ 800 milhões em todo o mundo. Em 2010, Homem de Ferro 2 (Iron Man 2), estrelado por Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Scarlett Johansson e Mickey Rourke ficou em primeiro lugar no primeiro fim de semana com faturamento em bilheterias nos EUA de US$ 128,1 milhões.

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O presidente dos Estúdios Marvel e produtor de Vingadores: Era de Ultron Kevin Feige, explica por que a Marvel conseguiu continuar com sucessos sem precedentes de bilheteria dentro de seu adorado universo de personagens.

“Para todos nós na Marvel sempre teve a ver com criar e nutrir todos esses personagens dinâmicos que têm defeitos bem próprios”, diz Feige. “O divertido nos filmes da Marvel e em particular na série dos Vingadores é que não se trata apenas do espetáculo ou dos superpoderes, trata-se de ter todos esses personagens incríveis interagindo de uma maneira que eles não poderiam fazer em seus filmes individuais.”

O produtor continua,

“Nós também tivemos sucesso porque estamos sempre olhando para frente. Assim que concluímos um projeto, e tudo isso é feito, da produção até estabelecer a expectativa adequada para o filme que esperamos mostrar e toda a campanha de marketing, nós vamos para o próximo projeto, então pensamos 2, 3 ou 4 filmes à frente o tempo todo.”

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