Variety elege ‘Arquivo X’ e ‘The Walking Dead’ as PIORES séries de 2016; Veja os detalhes!

Variety elege ‘Arquivo X’ e ‘The Walking Dead’ as PIORES séries de 2016; Veja os detalhes!

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O site norte-americano, Variety, fez a sua lista com os 12 piores programas da TV americana em 2016. A matéria é fruto de um balanceamento geral que a equipe do site fez sobre a programação da TV dos EUA este ano.

“Às vezes, porém, a televisão é muito ruim – e como as pessoas responsáveis ​​por cobri-la, não podemos desviar o olhar disso. Temos visto todas as franquias reiniciadas e novos formatos de talk-show; O inchaço do streaming e tudo mais”, afirmam na matéria.

Entre os listados estão o revival de ‘Arquivo X‘ – uma das temporadas mais aguardadas de 2016 -, ‘The Walking Dead‘, as novas séries ‘Notorious‘ e ‘Conviction‘ da ABC, ‘Vinyl‘ da HBO, ‘Crisis in Sex Scenes‘ a série de Woody Allen e o talk-showChelsea‘ da Netflix.

Veja o que o Variety fala sobre alguns dos piores do ano:

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Arquivo X‘ (‘The X Files‘)

“Apenas um episódio aproximou-se dos níveis de qualidade que “X-Files” tinha, mas o resto desse especial de seis episódios foi uma bagunça. A narrativa era simplesmente desconcertante. Nenhuma das coisas da conspiração fazia sentido… Não importa o que você pensou do resto da mini-temporada, a verdade está lá fora: “Babylon”, o quinto episódio, é um dos piores e mais incompreensíveis de televisão neste ano ou em qualquer outro.”

The Walking Dead

“Depois do cliffhanger da sexta temporada, que deixou os espectadores revoltados sobre qual personagem favorito foi a vítima de Negan, a sétima temporada abriu com um episódio sangrento. Se a visão de sangue salpicado no chão não chocou você, o som certamente fez. Como na HQ, Negan continua brincando cada vez mais cruelmente com suas vítimas, e o programa usa como brinquedos os seus telespectadores – que merecem algo melhor.”

Vinyl‘ (HBO)

“A história decolou em muitos vôos auto-indulgentes de fantasia para dar sentido ao que deveria ter sido um olhar intrigante em um momento dinâmico na vida cultural deste país (referindo-se a ambientação da série nos anos 70 dos EUA). Além disso, para um programa que alegava tanta intimidade com a indústria da música, sua representação do uso da cocaína era… imaginativa!?… na melhor das hipóteses.”

Chelsea‘ (talk show da Netflix)

“Os talk shows são difíceis. Os anfitriões de talk-shows noturnos, em particular, têm de equilibrar-se com tópicos simpáticos e diferentes o suficiente dos outros apresentadores para dar às pessoas uma razão para lhe assistir. É por isso que o show ostensivo do Chelsea Handler na Netflix parece tão inessencial. Ela ainda não parece completamente à vontade na frente da câmera, e a sua ausência do show se manifesta, até mesmo, sob a forma do cão de Handler, Chunk, vagando pelo set e cutucando os entrevistados. “Chelsea” é, no seu núcleo, um exercício de visualização sem alma.”

Crisis in Sex Scenes‘ (Amazon)

“Isso nunca deveria ter sido feito.O projeto acabou sendo um pedaço embaraçosamente ruim. Miley Cyrus no elenco transforma a vida da família de cabeça para baixo, é absolutamente horrível. É ruim o suficiente para fazer Woody Allen voltar a frente da câmera. É alucinante que alguém pensou que era uma boa ideia.”

Será que o Variety está realmente certa em suas afirmações?


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