segunda-feira, fevereiro 26, 2024

10 singles de estreia de artistas femininas que você PRECISA ter na sua playlist

Toda carreira tem um começo. Mas algumas carreiras têm um início simplesmente icônico.

Se pararmos para pensar, diversos artistas musicais pararam o mundo ao fazerem sua estreia no cenário do entretenimento – como, por exemplo, Britney Spears, que dominou as paradas ao redor do planeta ao lançar “…Baby One More Time”, ou Lady Gaga, que ainda colhe frutos do legado catapultado com “Just Dance”.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez singles de estreia que você precisa ter na sua playlist.

Confira abaixo as nossas escolhas:

EVERYBODY, Madonna (1982)

O primeiro single da lendária performer Madonna enfrentou um grande problema quando foi lançado: afinal, a artista não tinha referências do pop, visto que o mundo era dominado pelas reminiscências da discoteca. Dessa forma, coube a ela misturar um pouco dos dois mundos, convidando o público a dançar em uma reverberação sintética que caiu no gosto público e deu início a uma das maiores carreiras de todos os tempos.

YOU OUGHTA KNOW, Alanis Morissette (1995)

Ninguém imaginou o impacto que Alanis Morissette causaria com sua estreia no mundo fonográfico em 1995. ‘Jagged Little Pill’, como ficou conhecida sua obra-prima, dominou o planeta e construiu um legado que permanece vivo até a atualidade – e é claro que o single de estreia da cantora teria o mesmo sucesso. Com “You Oughta Know”, uma de suas músicas mais conhecidas e controversas, Alanis faz uma declamação bastante pessoal sobre um ex-amante (que permanece um mistério mesmo em 2023).

…BABY ONE MORE TIME, Britney Spears (1999)

Não deixe de assistir:

A faixa homônima do álbum de estreia de Britney Spears como a primeira música de sua carreira, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-popdancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

FALLIN’, Alicia Keys (2001)

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

CRAZY IN LOVE, Beyoncé [feat. Jay-Z] (2003)

Beyoncé já havia feito sua estreia no mundo da música com o grupo Destiny’s Child – mas teria um outro début alguns anos mais tarde com o álbum ‘Dangerously in Love’. E a faixa de abertura do novo capítulo de sua carreira viria com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

JUST DANCE, Lady Gaga (2008)

single de estreia de Lady Gaga continua como um dos mais bem-sucedidos não apenas de sua carreira, mas também da história. Escrita em apenas dez minutos, a canção foi bem recebida pelo público por sua produção nostálgica e reminiscente do clubbing electro-pop dos anos 1980 e 1990, além de ter conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance.

HOMETOWN GLORY, Adele (2008)

single de estreia de Adele já deixava claro que um novo e importante rosto surgia em meio ao retorno do pop ao cenário mainstream. Fiel às raízes do soul que vinham lhe acompanhando desde antes de seu début – incluindo Amy Winehouse e Duffy, que já traziam o classicismo do século XX de volta ao presente -, a música pode não ter sido um estrondo comercial, mas mesmo assim foi um ótimo início para a cantora e compositora, principalmente pelo teor nostálgico e saudosista dos versos.

ROYALS, Lorde (2013)

“Royals”, de Lorde, garantiu não só sua ascensão ao estrelato (visto que permaneceu nove semanas em primeiro lugar da Hot 100), como apresentou ao mainstream elementos não vistos até então – como as progressões minimalistas e obscuras e um diálogo entre o instrumento e a voz do artista. A canção influenciou diversas artistas que ganhariam fama mais tarde, como HalseyOlivia Rodrigo e Billie Eilish, além de se manter como uma das clássicas assinaturas de Lorde.

OCEAN EYES, Billie Eilish (2016)

Assinada e produzida por Finneas O’Connell“Ocean Eyes” é uma das marcas registradas da jovem carreira de Billie Eilish e que merecia mais reconhecimento do que tem. A minimalista produção puxa aspectos do dream pop, do synth-pop e do indie pop em uma sinestésica e etérea construção que nos conduz em uma jornada de enlace romântico pincelado pelos ótimos vocais da artista.

BODAK YELLOW, Cardi B (2017)

“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hop e trap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.

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Thiago Nollahttps://www.editoraviseu.com.br/a-pedra-negra-prod.html
Em contato com as artes em geral desde muito cedo, Thiago Nolla é jornalista, escritor e drag queen nas horas vagas. Trabalha com cultura pop desde 2015 e é uma enciclopédia ambulante sobre divas pop (principalmente sobre suas musas, Lady Gaga e Beyoncé). Ele também é apaixonado por vinho, literatura e jogar conversa fora.

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