Finalizando nossa série de matérias especiais sobre Alicia Keys, o CinePOP separou uma breve (e difícil) lista contendo as dez melhores músicas de uma das cantoras e compositoras mais importantes do século XXI – e uma das pioneiras em diversos gêneros e subgêneros musicais.

De “Fallin'” “Time Machine”, confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

FALLIN’



Álbum: Songs in A Minor

single de estreia de Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

IF I AIN’T GOT U

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Álbum: The Diary of Alicia Keys

Uma das baladas mais famosas de Alicia Keys é também uma de suas melhores construções narrativas. Inspirada pela lendária Aaliyah, a canção, que também foi condecorada com um prêmio do Grammy Awards, reflete sobre a superficialidade das coisas materiais em relação ao amor e às pessoas que sempre estarão conosco na nossa jornada de autodescobrimento.



GO AHEAD

Álbum: As I Am

Pegando referências do começo dos anos 2000, “Go Ahead” não se tornou single promocional do álbum ‘As I Am’, mas merece um lugar especial em nossa lista. A dinâmica e dark atmosfera mostra um apreço pela sensualidade musical de uma história centrada em um relacionamento marcado por mentiras e pela eventual descoberta delas.

NO ONE

Álbum: As I Am



Desde os propositais e crus vocais falhados até seu apelo comercial, “No One” é uma das melhores baladas já produzidas no cenário contemporâneo. Girando em torno da superação de críticas alheias acerca de um amor quase inalcançável, a faixa se tornou a mais ouvida de 2008 e levou para casa duas estatuetas do Grammy, incluindo a de Melhor Música R&B.

TRY SLEEPING WITH A BROKEN HEART

Álbum: The Element of Freedom

“Try Sleeping with a Broken Heart” coloca Alicia em viagem astral ao passado, mantendo-se firme à reverberação do presente e movida pela dissonância dos sintetizadores e de vocais estupendos. A simplicidade dos versos é erguida em virtude de dar protagonismo aos instrumentos e a uma história romântica atemporal.

BRAND NEW ME

Álbum: Girl on Fire



Começando sua jornada sociopolítica de empoderamento, a performer tem seu repertório a pungência clássica do piano a seu favor para “Brand New Me”. Exibindo seu amadurecimento artístico e criativo ao lado de Emeli Sandé, que viria a se tornar uma de suas frequentes colaboradoras, a faixa serve como denúncia a relacionamentos abusivos profissionais e pessoais – e como devemos tomar cuidado com os narcisistas que se escondem nas sombras.

GIRL ON FIRE

Álbum: Girl on Fire

Exaltando seu momento como mãe e homenageando o nascimento do primeiro filho, Egypt, a faixa-titular de seu 5º álbum é um microcosmos peculiar – e uma das mais marcantes e poderosas de sua explosiva carreira; tanto a versão original quanto a colaboração com Nicki Minaj exploram elementos de reafirmação como mãe, filha, esposa e artista – estendendo seu legado como um hino emancipatório até os dias de hoje.

PAWN IT ALL


Álbum: HERE

Através de uma pungente lírica (sua melhor até então), suas críticas à meritocracia e ao supremacismo racial aparecem com clareza apaixonante em “Pawn It All”. Um dos carros-chefe de ‘HERE’, seu sexto álbum de estúdio, a canção é conduzida por um pop-folk e R&B que condecora, acidental ou propositalmente, as cantigas laborais inglesas do século XVII – abrindo espaço inclusive para as populares transgressões do gospel.

TIME MACHINE

Álbum: ALICIA

Em “Time Machine”, uma das melhores canções que Alicia escreveu até hoje, temos a etérea atmosfera do retro-funk banhando uma narrativa que fala sobre a efemeridade do tempo e como devemos aproveitar o agora. Os sintetizadores e as batidas bem-demarcadas são uma ode a um passado não tão longínquo assim e servem de base para uma rendição irretocável.

PERFECT WAY TO DIE

Álbum: ALICIA

“Perfect Way To Die”, facilmente uma das mais potentes baladas do ano passado e das últimas décadas, é pungente e cruel, denunciando a brutalidade potencial e o crescente genocídio negro (resumido pelo impactante verso “ao menos você ficará jovem para sempre; acho que escolheu o jeito perfeito de morrer”).

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