quarta-feira , 26 fevereiro , 2025
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Homeland S03E02 ‘’Uh…Oo…Aw…’’

Existe aquela velha história quando as pessoas pensam que você está louco, quanto mais você tentar convencê-las de que você não está louco, menos eles irão acreditar em você. E esta história resume bem o Segundo episódio desta temporada de Homeland: Carrie tentando convencer o mundo de que ela não está louca, Dana dizendo que não está louca, e que Jessica também não está louca, mas e o Brody? Totalmente louco, na minha opinião.

E o tema “loucura” também levou Quinn a questionar Saul e perder sua confiança na CIA, sem falar da Dana que desesperadamente ora em sua garagem sobre o mesmo tapete que o seu pai recluso da família, praticamente destruiu sua vida.

Mas não posso negar que esta temporada tem mostrado menos ação e mais pressão psicológica em suas personagens, deixando o drama dentro da CIA um pouco de lado. Principalmente após o ataque, muitas questões sobre as personagens foram respondidas, senti que a série está perdendo a energia que nos foi mostrada nas duas primeiras temporadas.

Claro que ainda nos importamos com a Carrie e com o Saul, mas o tratamento psicológico e o drama adolescente mostrados nesta temporada parece mais uma grande distração do real perigo que (espero) estar por vir nas próximas semanas. E desde o final da segunda temporada aprendi que, com Homeland, os melhores prêmios sempre vêm devagar, mas vem.

A tentativa frustrada da Carrie ao tentar passar por cima das ordens da CIA e revelar segredos da agência para uma repórter – em parte para defender sua reputação, e também para defender a imagem do Brody – tem efeitos colaterais após Dar Adal e Saul descobrem suas ações e a mandam para um centro de detenção psiquiátrico.

Para mim, a trama começou a perder as forças com esta parte da jornalista, pois os diálogos pareceram muito estratégicos e irreais, quase como se a jornalista fosse uma estudante de primeiro ano e aquela fosse sua primeira entrevista EVER! Quando Carrie foi arrastada para o centro, logo veio em mente: Por que ela ainda está vestida como se fosse trabalhar, uma vez que ela está afastada por meses? Talvez ainda veremos alguma resolução quanto a isso como uma forma de não aceitar que está afastada e sentir-se segura e respeitada trajando as mesmas roupas que costumava usar para trabalhar nas temporadas anteriores. Carrie até admite aos médicos que já não toma seus medicamentos há algum tempo e que tem feito exercícios, meditado (e até canta as vezes) e diz que tudo isso a tem ajudado bastante.

Ao mesmo tempo, conhecemos uma nova personagem, Fara Sherazi, nova contratada da CIA. Ela é linda. Um dos pontos fortes em “Homeland” é que eles não temem em explorar a interação entre Muçulmanos e não-Muçulmanos nos Estados Unidos.

E por falar em personagem, Dana finalmente põe os pés no chão e, após passar uma noite ás escondidas com seu novo namorado Leo, ela decide desabafar tudo o que sente para Jessica, que por sua vez entende que a filha está feliz e que não deseja mais suicidar-se. Ela ainda acrescenta que não está louca, que o Leo não é louco e que a Jessica também não está louca. Mas afirma que o pai estava louco. Após ouvir as verdades que acho que até nós precisávamos ter ouvido, Jessica desaba no choro.

Agora que sabemos que Dana não quer mais morrer, que a Carrie não se arrependeu de ter dado tal entrevista e que o Quinn deseja sair da CIA, ainda ficam alguma perguntas no ar : Será que Saul ainda vai resgatar Carrie da bagunça que ele a enfiou ? E quando o Brody irá voltar efetivamente para a trama ?

Resta-nos esperar pelo melhor (ou pior) nos próximos episódios.

Até lá.

 

 

 

Séries em Pauta

Diário de uma Paixão

(The Notebook)

 

Elenco: Rachel McAdams, Ryan Gosling, James Marsden, James Garner e Gena Rowlands.

Direção: Nick Cassavetes

Gênero: Drama/Romance

Distribuidora: Playarte

Estreia: 06 de Agosto de 2004

Sinopse:

Quando a adolescente Allie Hamilton vai passar o verão com a família na cidade litorânea de Seabrook, na Carolina do Norte, nos anos 40, conhece o garoto Noah Calhoun, que mora na cidade. Noah sente que é amor à primeira vista. Embora a menina seja de uma família rica e ele seja um operário, os dois se apaixonam profundamente durante um verão repleto de emoção e liberdade.
Eles são separados pelas circunstâncias – e pela súbita eclosão da Segunda Guerrra Mundial –, mas ambos permanecem assombrados pelas lembranças um do outro. Quando Noah volta para casa após a guerra, Allie se foi para sempre de sua vida, mas não do seu coração.
Embora Noah ainda não saiba, Allie voltou a Seabrook, onde eles se apaixonaram. Ocorre que agora Allie está noiva de Lon, um soldado abastado que conheceu quando foi voluntária num hospital.
Décadas mais tarde, um homem lê um caderno antigo para uma mulher que visita regularmente no asilo. Embora a memória dela esteja prejudicada, ela se deixa envolver pela emocionante história de Allie e Noah – e por alguns breves momentos consegue reviver uma época de paixão e turbulência, em que eles juraram que ficariam juntos para sempre.

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Comentários:

Nota
Comentários
10 Escrito por: Priscila Lourenço
“Esse filme é maravilhoso e simplesmente perfeito. Com certeza é o melhor romance que já assisti e tenho certeza que será muito difícil fazerem um filme tão lindo e marcante como esse. Já assisti umas 8 vezes e recomendo esse filme para todos,pois ele é simplesmente incrível.”

 

 

Tudo Para Ficar com Ele

(The Sweetest Thing)

Elenco: Cameron Diaz, Christina Applegate, Thomas Jane, Selma Blair, Parker Posey, Jason Bateman.

Direção: Roger Kumble

Gênero: Comédia

Distribuidora: Columbia Pictures

Estreia: 23 de agosto de 2002

Sinopse:

A bela Christina Walters (Cameron Diaz) tem por princípio não ficar idealizando um homem perfeito porque o cara certo pode estar do seu lado e você nem perceber. Sua teoria, no entanto, cai por terra quando conhece Peter (Thomas Jane), com quem tem uma noite maravilhosa. No dia seguinte, o rapaz desaparece. Quebrando as próprias regras, Christina apaixona-se perdidamente por ele e, com sua melhor amiga, Courtney (Christina Applegate), ela decide pôr o pé na estrada atrás do moço, desencadeando uma série de confusões.

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Reféns

(Trespass)

 

Elenco: Nicolas Cage, Nicole Kidman, Cam Gigandet, Liana Liberato, Nico Tortorella, Jordana Spiro, Dash Mihok, Ben Mendelsohn, Zurab Matcharashvili.

Direção: Joel Schumacher

Gênero: Suspense

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 35 milhões

Estreia: 11 de Novembro de 2011

Sinopse:

Em ‘Reféns‘, Kyle (Nicolas Cage) e Sarah (Nicole Kidman) vivem em uma elegante e segura casa com todos os confortos modernos. Sua única filha, Avery (Liana Liberato) é uma adolescente linda mas ainda muito rebelde. Tudo está bem até o momento em que a casa é invadida por criminosos e a família é feita refém. Agora todos os segredos da família deverão ser revelados na luta contra os invasores.

Curiosidades:

» Novo filme do diretor Joel Schumacher (‘Os Garotos Perdidos’).


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(Riddick)

 

Elenco:

Vin Diesel, Karl Urban, Andreas Apergis, Antoinette Kalaj, Bokeem Woodbine, Conrad Pla, Dave Bautista, Jordi Mollà, Katee Sackhoff, Keri Hilson, Matt Nable, Neil Napier, Noah Danby.

Direção: David Twohy

Gênero: Ficção Científica

Duração: 119 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 38 milhões

Estreia: 11 de Outubro de 2013

Sinopse:

Riddick é traído pela sua própria raça e deixado para morrer em um planeta distante. Desolado, luta para sobreviver em um ambiente hostil repleto de predadores alienígenas, e se torna mais poderoso e perigoso que nunca. Caçadores de recompensas de toda a galáxia começam a busca por Riddick, apenas para se tornarem peões em seus planos. Com seus inimigos exatamente onde ele os quer, Riddick se lança em uma violenta jornada de vingança antes de retornar ao seu planeta natal, Furya, para salvá-lo da destruição.

Curiosidades:

» O terceiro ‘Riddick‘, que teve início com o sucesso de ‘Eclipse Mortal‘ e continuou com ‘A Batalha de Riddick‘, ganhou seu primeiro cartaz.

» O roteirista e diretor David Twohy comanda, e Vin Diesel estrela.

» O longa terá censura R (menores de 17 só acompanhados de maior). Em maio de 2011, o ator havia revelado que a Universal só aceitaria tal censura caso o ator recebesse um salário menor.

» O filme voltará ao clima de terror de ‘Eclipse Mortal‘. O diretor David Twohy, que dirigiu os dois primeiros filmes, também retorna. O título do filme seria ‘Dead Man Stalking‘, mas foi alterado para ‘Riddick‘.

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Fragmentos de Paixão

(Fragmentos de Paixão)

 

Elenco:

Dr. Osmar Pinto Júnior

Direção: Iara Cardoso

Gênero: Documentário

Duração: 70 min.

Distribuidora: Distribuição Própria

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Outubro de 2013

Sinopse:

Seis vidas, seis histórias distintas, mostram como uma fração de segundo define destinos de forma completamente diferente, permeando o medo e a paixão, a tragédia e o sucesso, a guerra e a paz. Nesta jornada, fatos inusitados são revelados, mostrando a importância dos raios desde o descobrimento do Brasil até o futuro de nossa existência.
“Fragmentos de Paixão” é o primeiro filme documentário sobre o assunto feito no Brasil e mescla conceitos de cinema de ficção e de telejornalismo para democratizar a divulgação científica. Também tem um forte caráter social: reduzir o número de fatalidades por raios no país, que atualmente chegam a 130 mortes por ano.

Curiosidades:

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O Inventor de Sonhos

(O Inventor de Sonhos)

 

Elenco:

Ícaro Silva, Miguel Thiré, Sheron Menezes, Stênio Garcia, Luis Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat, Guilhermina Guinle, Débora Nascimento, Letícia Spiler.

Direção: Ricardo Nauenberg

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: Europa Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Outubro de 2013

Sinopse:

Inspirado no trabalho dos pintores viajantes do século XIX, o filme de Ricardo Naunberg conta a saga de dois garotos no Rio de 1808. José Trazimundo (Ícaro Silva) é um brasileiro mestiço, filho de uma escrava negra e de um artista europeu que não chegou a conhecer. Luis Bernardo (Miguel Thiré) é um jovem português, filho de um duque que chega ao país na comitiva do Rei de Portugal. O destino dos dois se cruza durante os 13 anos de permanência da Corte Portuguesa no Brasil. O “Inventor de sonhos” é uma história que revela as relações conturbadas entre europeus e brasileiros no período em que Colônia e Metrópole se fundiam na mesma cidade. Sheron Menezes, Stênio Garcia, Luis Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat compõem o elenco que retrata esse período de formação da identidade brasileira.

Curiosidades:

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Gravidade

UMA MINI-ODISSEIA NO ESPAÇO

O filme de maior expectativa do ano, Gravidade era vendido como um projeto de alto conceito e originalidade do diretor Alfonso Cuarón (Filhos da Esperança).  No ano da ficção científica como fonte de blockbusters para Hollywood, no qual tivemos Círculo de Fogo e Elysium, obras voltadas para um público mais jovem de certa forma, Gravidade é um filme experimental de dezenas de milhões de dólares, que inicialmente foi anunciado como sendo apenas dois atores flutuando no espaço. O maior inimigo de qualquer grande produção é a expectativa gerada por ela. E mais ainda, elogios superinflados. Críticos americanos que puderam conferi-lo em primeira mão em festivais, anunciavam ser a melhor coisa do cinema em anos.

Alguns chegaram ao ponto de afirmar ser superior ao quintessencial 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick. O cineasta James Cameron, um especialista no gênero da ficção, declarou que Gravidade era o melhor filme passado no espaço que já tinha assistido. Sem revelar muito para não estragar a surpresa de todos, o quanto menos soubermos sobre o filme melhor – acredito que essa é a melhor forma de aprecia-lo, e foi assim que entrei no cinema. Uma coisa que posso dizer é que Gravidade é muito mais um drama de grande suspense, do que uma ficção científica. Seria inclusive mais bem definido como uma realidade científica.

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Na trama, uma equipe de astronautas está em missão a bordo de uma nave na órbita da Terra. Os únicos rostos conhecidos do elenco, e literalmente os únicos rostos do filme, são os dos atores George Clooney (Os Descendentes) e Sandra Bullock (As Bem Armadas). Clooney vive Matt Kowalski, o chefe encarregado da missão, e Bullock é a médica Ryan Stone. Devido a um acidente, que atinge sua nave, a Dra. Stone é arremessada na imensidão escura do espaço, e aí começa a sua grande jornada. Apesar de grande decepção com o conceito de “explodir nossas mentes”, muito alardeado lá fora, não é justo julgar o filme que não foi feito, o correto é analisar o que foi feito.

Gravidade é recheado de tensão, e embora não faça uso de muito diálogos, é um daqueles filmes que conseguem nos prender do começo ao fim de seus 90 minutos de exibição, sem perder o ritmo ou nos deixar ir. Nos torna reféns logo de início, somente com o uso de suas imagens, e isso é uma grande qualidade de um contador de histórias. Cuarón pega um material de difícil acesso para o grande público, e cria uma grande identificação e plausibilidade, sem que por momento algum o público se sinta enganado, acreditando ser impossível qualquer cena mostrada na obra. O clima criado é de puro nervosismo, e nos mantém à beira da cadeira.

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Esse é um show mais de Sandra Bullock, que entrega em minha opinião seu melhor desempenho nas telas (ao lado de Crash). Aqui, a atriz é pedida para explorar vários níveis diferentes de medo, desespero e aflição. Em uma cena em especial a atriz emociona. Muitos acreditam inclusive que a atriz sairá com o filme em busca de sua segunda indicação ao Oscar. Talvez merecida, afinal não é fácil levar um filme inteiro sozinho nas costas. Bullock exibe beleza também, e uma forma física invejável no auge de seus 49 anos. Além da expectativa não cumprida, Gravidade também decepciona por certa simplicidade em seu roteiro.

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As imagens e efeitos são belíssimos, criados pela equipe de técnicos de efeitos especiais. Mas como dizem, hoje em dia todos são capazes de criar efeitos, embora aqui eles realmente impressionem, e sejam sempre usados a favor da história, e não ao contrário. Os efeitos em 3D são ótimos. Gravidade não é capaz de explodir nossas mentes, apenas de criar talvez as situações mais sufocantes do cinema. Afinal, para quem está diante da morte, será que importa mesmo estar prestes a morrer no espaço, no mar sozinho e cercado de tubarões, como em Mar Aberto (2003), ou preso num caixão sem ar, como em Enterrado Vivo (2010)?

Os Belos Dias

(Les Beaux Jours)

 

Elenco:

Fanny Ardant, Laurent Lafitte, Patrick Chesnais, Jean-François Stévenin, Fanny Cottençon.

Direção: Marion Vernoux

Gênero: Romance

Duração: 94 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Outubro de 2013

Sinopse:

Caroline (Fanny Ardant) é uma mulher de 60 anos, casada, com duas filhas, e recém-aposentada. Caroline está de luto pela morte de sua melhor amiga, quando ganha de presente das filhas a matrícula em um clube de aposentados e idosos que se chama LES BEAUX JOURS. No clube Caroline acaba se envolvendo com um dos professores, que tem a idade de suas filhas, e esse romance lhe fará redescobrir o prazer de viver.

Curiosidades:

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Festival do Rio: Alì tem Olhos Azuis

O cinema italiano vem apresentando uma nova safra de bons diretores, que estão sobressaindo nos festivais internacionais de cinema. Mas, infelizmente, a maioria desses filmes não chega ao circuito brasileiro. Por isso vale aproveitar os últimos momentos do Festival do Rio para conferir Alì tem olhos azuis, do jovem cineasta Claudio Giovannesi, que ainda não tem distribuidora no Brasil.

Interpretado por não-atores – por isso o nome de cada um também é o nome do personagem – o longa aborda a história real de Nader (Nader Sarhan), adolescente de origem egípcia nascido em Roma, que vive em conflito com os pais e sai de casa após eles desaprovarem seu namoro com uma italiana. O menino passa a viver nas ruas, roubando e passeando com o amigo Stefano (Stefano Rabatti).

A trama é ambientada em Ostia, na periferia de Roma, região pouco conhecida para quem só vai a capital italiana por turismo. O grande mérito do roteiro é mostrar que os conflitos multiculturais continuam fortes na Itália – e, embora o tema seja recorrente em outros filmes italianos, é a primeira vez que o protagonista é a pessoa que realmente vive essa história em seu dia a dia.

Outro fato interessante que o roteiro frisa é que, ainda que Nader seja italiano, sua origem e as tradições de sua família falam mais alto – tão alto que, quando a irmã de Nader se interessa por um italiano, ele se mostra totalmente contrário ao relacionamento. É neste ponto que o longa enfatiza que o conflito dos pais do garoto, também é o seu próprio. Essas contradições são acompanhadas pela câmera nervosa de Giovannesi, que segue os personagens de um jeito quase documental.

Prêmio Especial do Júri no Festival de Roma do ano passado, e exibido este ano no Festival de Tribeca, Alì tem olhos azuis tem direção de fotografia do aclamado Daniele Cipri, e trilha sonora composta pelo próprio Giovannesi, que também assina o roteiro. E, embora o filme deixe o final em aberto e não tome partido de nenhum dos lados, fica a sensação de que o dilema dos personagens é o dilema da própria Itália, que nem sempre enxerga com bons olhos os filhos da imigração.