sábado, abril 20, 2024

Crítica | Chuck – Um dos seriados mais NERDS dos anos 2000

O carisma e o entretenimento. Criada pela dupla Chris Fedak e Josh Schwartz, ainda nos primórdios da internet, sem redes sociais e nada ainda dos sofisticados aparelhos celulares, poucas séries conseguiram divertir o público com o universo nerd como essa: Chuck. Com referências que vão desde Star Trek, passando por vídeo games, até alguns filmes de comédia do grande Chevy Chase, o seriado, que conta uma mirabolante história de um jovem que tem sua vida completamente revirada, praticamente vira um espião, após receber um e-mail de um ex-amigo, é protagonizado pelo ótimo Zachary Levi, Yvonne Strahovski e Adam Baldwin.

Na trama, conhecemos Chuck (Zachary Levi), um ex-estudante da prestigiada faculdade de Stanford, da qual foi expulso injustamente após uma denúncia infundada de seu ex-melhor amigo. O tempo passa e Chuck parece que parou no tempo sem conseguir desenvolver seu futuro, conseguiu um trabalho na sessão de conserto de computadores e celulares, numa loja chamada ‘Buy More’, aquelas onde se vendem de tudo, e lá continua sem perspectiva alguma. Ao lado de seu melhor amigo Morgan (Joshua Gomez), passa os dias com a dor de ter seu futuro destruído. Mas tudo isso muda radicalmente quando esse ex-amigo que o denunciou para a expulsão em Stanford lhe envia um e-mail que é baixado para sua mente. Assim, Chuck vira um valioso recurso de defesa dos Estados Unidos e as forças responsáveis mandam para defendê-lo a agente da Cia Sarah Walker (Yvonne Strahovski) e o major das forças armadas John Casey (Adam Baldwin). Chuck enfrentará os mais diversos vilões ao longo de cinco temporadas hilárias e eletrizantes.

Entre a ação desenfreada, a espionagem, a cultura pop de uma época e o romantismo. A ação é um dos alicerces da narrativa, Chuck precisa se entender como um espião para poder sair de todas as situações que mete, fato que nos leva a risos quase sempre. Em paralelo, o seriado aborda o amor de uma maneira doce e delicada. A possibilidade de junção de dois universos completamente diferentes é o elemento principal para o clima de romance que percorre quase todos os episódios entre Chuck e Sarah.

A amizade é também uma tecla muito batida por aqui, a sensibilidade do protagonista é algo louvável, um jovem de bom coração que busca em suas ações as vezes atrapalhadas sempre enxergar o lado bom de todos que encontra pelo caminho. Zachary interpreta com muita habilidade e carisma seu divertido personagem, a alma da série. O ator, na época ainda começando na carreira teve que desistir de uma badalada montagem na Broadway na época, O Jovem Frankenstein, porque na mesma época o piloto de Chuck fora aprovado.

Não reconhecido pelas premiações de televisão ao longo das suas cinco temporadas, a série ganhou apenas dois emmys, longe das categorias principais. Por conta de audiência, em um mundo televiso concorrido naqueles tempos, a série correu riscos de ser cancelada, mais precisamente após o fim da segunda temporada, só que uma petição feita por fãs a uma das empresas patrocinadoras da série, a rede de sanduíches Subway, que no final das contas fez uma parceria com a rede de televisão que o seriado era exibido e cobriu alguns custos de produção.

Não deixe de assistir:

Sempre vestindo seu clássico all star converse, falando klingon com os amigos, se metendo nas maiores roubadas em busca de fazer o bem, foi muito difícil dar adeus ao querido personagem que durante os anos de 2007 a 2012 fizeram a alegria de fãs que lembram de muitos episódios até hoje. Pra quem nunca conferiu, ou quer rever, todas as temporadas do seriado estão disponíveis na Prime Video. Imperdível!

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