Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix nesse início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial. Tendo como foco as quase inacreditáveis pautas de The Jerry Springer Show – programa camuflado de um talk show – vamos percorrendo as ações de produtores, suas relações de trabalho e com os convidados. Antes de mais nada, esse é um projeto assustador quando pensamos em nós como sociedade.
O sensacionalismo é algo que chama a atenção de muitas pessoas, hoje, por exemplo, vemos alguns tipos de exploração migradas para as redes sociais onde a liberdade virou uma faca de dois gumes. Mesmo com as lutas e até alguns merecidos cancelamentos que ajudam a tentar equilibrar os valores morais, a humanidade sempre esteve próxima do interesse pelo chocar. Esse projeto mesmo beirando ao superficial, traz luz para essas reflexões.
Ex-ancora e comentarista de televisão, Jerry Springer também foi prefeito de Cincinatti. Então, jamais foi um nome totalmente desconhecido. Ele chega em Chicago com o objetivo de lançar um programa de tv e consegue um espaço numa famosa emissora. Junto a uma equipe que encarna o espírito do sensacionalismo e do banal, na guerra pela audiência, ao longo de 28 temporadas consegue o ibope que queria, mesmo sendo alvo de críticas por todos os lados.
Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação chega para decifrar os caminhos até esse sucesso que teve como força motora as maiores baixarias já vistas no universo televisivo. Teve brigas com vias de fato, um homem casado com um cavalo, embates feitos para criar o caos e até um episódio de assassinato que se tornou emblemático e marcou o ponto que iniciou a ladeira abaixo do programa.
Nos dois episódios que praticamente se definem como um ‘começo, meio e fim’, vamos acompanhando depoimentos chocantes que, entre outros pontos, encontram a relação da violência de muitos tipos com a vitória na audiência. Reflexo da sociedade? Limites na busca pela fama? Muitas perguntas giram em torno dessa minissérie mas sempre tendo poucas respostas. Até hoje, parte da sociedade, de uma maneira geral, insiste em não refletir sobre o que consome. E assim caminha a humanidade…
Jake Gyllenhaal falou recentemente sobre sua condição física, revelando que é legalmente cego devido a ter nascido com um olho preguiçoso.
Mesmo após correção, ele tem usado lentes corretivas intensivas desde os seis anos de idade.
Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Gyllenhaal compartilhou sua situação: “Gosto de pensar que é vantajoso. Nunca conheci nada diferente. Quando não consigo ver de manhã, antes de colocar meus óculos, é um momento onde posso estar comigo mesmo.”
Gyllenhaal explicou que sua cegueira às vezes melhora sua atuação. Por exemplo, quando a polícia informa ao seu personagem sobre a morte de sua esposa no filme de boxe de 2015, ‘Nocaute’, o ator removeu suas lentes de contato para se forçar a ouvir atentamente.
Gyllenhaal também usa óculos fundo de garrafa, suficientemente fortes para corrigir sua visão de 20/1250.
Vale ressaltar que em 2017, ele falou sobre como usar óculos fundo de garrafa na escola em Los Angeles causava atenção indesejada e provocação. “Eu era um alvo fácil. E sempre fui uma criança sensível.”
Na trama, Gyllenhaal dá vida a Dalton, um antigo lutador do UFC, que aceita um trabalho como segurança, mas logo descobre que nem tudo é o que parece neste paraíso tropical.
A escolha da faixa-etária foi decidida por conta das “cenas de extrema violência, linguagem inadequada e momentos de nudez”.
Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.
A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.
O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.
As verdades da rua. Com oito excelentes episódios em sua primeira temporada, a nova série da Prime Video – Plantão Policial – apresenta através de dois personagens, do lado da lei, repleto de problemas nos respectivos presentes uma sólida trama onde as surpresas e ações impensadas se encontram nos limites da ebulição emocional. Enfrentando dilemas e a corda bamba da ética e da moral, a narrativa se joga para dentro das ruas violentas de uma cidade que não parece dormir.
Introspectiva e com um passado recente cheio de amarguras e conflitos com outros policiais, a experiente oficial do corpo de polícia de Long Beach, Harmon (Troian Bellisario), recebe a missão de treinar mais um recruta, Diaz (Brendan Larracuente), um rapaz destemido que sofre com o irmão preso e precisa aprender muito mais do que imagina. Ao longo do tempo que formam dupla, esses dois policiais enfrentarão casos violentos pelas ruas da cidade.
Muito bem dirigido – com episódios conduzidos por Brenna Malloy e Eriq La Salle – o projeto consegue chegar numa poderosa imersão explorando as consequências principalmente quando os limites são ultrapassados. As câmeras no uniforme ajudam a dar um clima intenso sobre as verdades da rua, a trama abre um leque de variáveis que vão desde os julgamentos de ações até a parte política que mesmo não ganhando personificação está por todos os lados.
Assinado por Tim Walsh e Elliot Wolf, com produção do famoso showrunner Dick Wolf– criador da franquia Lei e Ordem – a série consegue reunir todos os elementos apresentados apontando para um clímax convincente que liga todos os capítulos. Criminosos cruéis, problemas familiares, violência extrema, esses e outros pontos são envoltos na responsabilidade e papel social da polícia que se vê em constante interrogações sob o foco na maneira de agir.
Há uma questão que percorre de forma nada silenciosa tudo que assistimos: Como fazer a diferença em um universo tão violento? A estrutura para isso ser apresentado – nos episódios de duração com cerca de 30 minutos – é estabelecer uma relação mestre x aprendiz mas que se encontram em muitos pontos deixando o discurso afiado. Com a classificação 18 anos, Plantão Policial já pode ser considerada uma das ótimas novidades na Prime Video nesse início de 2025.
A trama acompanha Owen Hendricks (Centineo), um jovem advogado da CIA, que tem uma primeira semana conturbada no trabalho. Após encontrar uma carta ameaçadora de Max Meladze (Laura Haddock), uma ex-agente planeja expor a agência a menos que eles a exonerem de um crime terrível, Owen se encontra envolvido em um mundo perigoso de mentiras e intrigas. E, para piorar sua situação, ele deve viajar o mundo na esperança de completar sua missão e fazer sua marca na CIA.
O elenco ainda conta com Fivel Stewart, Vondie Curtis Hall, Kristian Bruun, Aarti Mann, Colton Dunn e Daniel Quincy Annoh.
“A temporada se apresenta mais sombria, com menos momentos de humor e não necessariamente mais satisfatória — mas, se há algo a destacar, é que ela se aproxima ainda mais de forma assustadora da realidade”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.
“Independentemente do destino que Ruptura busca, a jornada dramatiza as regras arbitrárias e a natureza compartimentalizada do trabalho moderno melhor do que qualquer outra produção no ar”, disse Alison Herman da Variety.
“Ruptura ainda tem a fórmula. Há alguns tropeços na narrativa aqui e ali (como houve, para ser justo, na primeira temporada), mas, na maior parte do tempo, a nova temporada é tão empolgante, surpreendente, sombriamente engraçada e distinta quanto antes”, disse Alan Sepinwall da Rolling Stone.
“Na segunda temporada, Ruptura obriga tanto seus personagens quanto seus espectadores a confrontarem nossa feia tendência de avaliar o valor do outro com base principalmente em como as necessidades e desejos dessa pessoa se alinham com os nossos próprios”, disse Kristen Baldwin do Entertainment Weekly.
“Embora não atinja completamente a genialidade da primeira temporada, a série segue por direções empolgantes que irão encantar os fãs e deixá-los ansiosos por mais”, disse Sean Boelman do FandomWire.
“É como se Erickson, Stiller e sua equipe vissem a oportunidade à sua frente e estivessem determinados a tirar o melhor proveito dessa jornada; a colocar o trabalho necessário; a valorizar cada passo da mesma forma que esperam que o público faça”, disse Ben Travers do IndieWire.
O novo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de janeiro na Apple TV+.
Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.
“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”
São poucos os cinéfilos que nunca ouviram falar da clássica dramédia psicológica ‘Um Estranho no Ninho’.
Ambientado em uma clínica psiquiátrica, o filme conta a história de Randall McMurphy, um indivíduo de espírito livre que termina lá fugindo da prisão e lidera os pacientes em uma rebelião contra a equipe opressiva, chefiada pela perversa enfermeira Ratched.
Considerado um dos melhores filmes de todos os tempos e selecionado para preservação pela Biblioteca do Congresso dos EUA por seu significativo valor histórico e cultural, o filme trouxe ninguém menos que Jack Nicholson como o protagonista, em um dos maiores papéis de sua carreira.
O filme não apenas se tornou um sucesso crítico e comercial (arrecadando impressionantes US$163,3 milhões mundialmente), como se tornou apenas o segundo longa-metragem a conquistar estatuetas nas cinco principais categorias do Oscar: Melhor Filme, Melhor Direção para Miloš Forman, Melhor Ator para Nicholson, Melhor Atriz para Louise Fletcher e Melhor Roteiro.
Em 2025, a produção completa cinquenta anos desde seu lançamento oficial nos cinemas e, para celebrar seu aguardado aniversário, preparamos uma lista elencando algumas curiosidades de bastidores para você conferir.
Veja abaixo:
O atorWill Sampson (Chefe Bromden) era um guarda florestal em Oregon, perto de onde o filme foi filmado. Ele foi selecionado para o papel porque foi o único nativo americano que o departamento de elenco conseguiu encontrar que combinava com o tamanho incrível do personagem.
Em entrevistas posteriores ao lançamento do filme, Fletcher disse que encontrou maneiras de tornar sua personagem humana, mas ainda sim antipática, eventualmente decidindo que a enfermeira Ratched, de fato, se importava com os pacientes e sentia que estava fazendo o que era melhor para eles – equivocando-se à medida que ficava embriagada com o próprio poder.
Nicholson ficou com uma porcentagem dos lucros em vez de um pequeno salário, por estar participando de um filme com orçamento modesto. A mudança valeu a pena quando o filme arrecadou bem mais de US$120 milhões.
O longa foi originalmente anunciado em 1962, com o famoso ator Kirk Douglas (que também tinha os direitos de adaptação do livro) atado para interpretar Randall. Porém, o projeto demorou treze anos para ser desenvolvido, com inúmeras mudanças internas que postergaram o início das filmagens para janeiro de 1975 – com duração de três meses.
Forman ligava as câmeras quando os membros do elenco não sabiam, para que ele pudesse capturar o “momento real”.
Um paciente contratado pela produtora apresentava uma gagueira que teve durante toda a vida. Ele ficou tão inspirado por suas responsabilidades enquanto trabalhava para os produtores que sua gagueira foi resolvida permanentemente.
Fletcher ficou tão chateada com o fato de os outros membros do elenco poderem rir e se divertirem, enquanto ela tinha que ser tão fria e sem coração, que próximo ao fim das gravações, ela tirou o vestido e ficou apenas de calcinha para provar a seus colegas que não era “um monstro de coração frio”.
Forman apostou bastante em cenas de reação para atrair mais personagens para as cenas. Em algumas sequência de terapia em grupo, dez minutos das reações de Nicholson foram rodados, mesmo que ele tivesse pouco diálogo. A cena em que Fletcher olha friamente para Nicholson depois que ele retorna da terapia de choque é, na verdade, sua reação irritada a uma orientação dada pelo próprio Forman.
O elenco e a equipe tiveram que se acostumar a trabalhar com figurantes e apoiar os membros da equipe que eram pacientes no Hospital Psiquiátrico do Estado de Oregon; cada membro do elenco e da equipe profissionais inevitavelmente trabalhou em estreita colaboração com pelo menos dois ou três pacientes.
Com exceção do segmento de pesca (que foi filmado por último), o filme foi rodado em sequência.
Bill Skarsgård vem se provando, ano a ano, como um dos grandes atores de sua geração – e parece que os executivos da Marvel Studios o querem de volta para o Universo Cinemático Marvel.
De acordo com o famoso perfil insider@MyTimeToShineH, a companhia está “interessada em Bill Skarsgård para um novo papel no MCU. Não são papel em ‘Eternos’“.
Infelizmente, detalhes sobre personagens em potencial que o astro poderia encarnar não foram divulgados.
Para aqueles que não se recordam, Skarsgård foi a voz por traz do personagem Kro, um dos Deviantes, no subestimado longa-metragem dirigido por Chloé Zhao – que chegou aos cinemas em 2021 e dividiu tanto a crítica quanto o público.
Vale lembrar que o projeto mais recente do ator é o aclamado remake de ‘Nosferatu’, que continua em exibição nos cinemas nacionais.
O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.
O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).
Sem data de estreia, a produção está programada para o segundo semestre de 2025.
A nova série servirá como uma “reimaginação” do seriado original – uma espécie de realidade alternativa que mostra o que teria acontecido se Ashur (Nick Tarabay) tivesse sobrevivido.
Steven S. DeKnight, criador da série original, retorna como showrunner e produtor executivo. A nova produção irá “explorar territórios desconhecidos e novas jornadas de icônicos personagens já conhecidos”.
“Depois da derrota de Spartacus e de seu exército de rebeldes, o drama irá apresentar um novo conto de traição, mentiras e sangue, que se desenrola sob a sombra de Roma”.
E está na hora de relembrarmos mais alguns filmes animados!
Há duas décadas e meia, o novo século estava prestes a começar – e, com ele, os estúdios apostavam fichas em produções do gênero em questão que, apesar de não terem tido uma recepção tão grandiosa quanto outros títulos que seriam lançados nos anos seguintes, marcaram época e conquistaram o público.
Pensando nisso, preparamos mais uma breve lista elencando cinco animações que fazem 25 anos em 2025.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
Concebido em 1986 e vendo a luz do dia quase quinze anos depois do início de seu desenvolvimento, ‘Dinossauro’ parece esquecido em meio ao expoente panteão da Walt Disney Studios – mas fez um sucesso considerável à época de seu lançamento ao arrecadar quase US$350 milhões ao redor do mundo e ter uma recepção relativamente boa por parte do especialistas (além de conquistar cinco indicações ao Annie Awards).
A história é centrada em Aladar, um adorável dinossauro iguanodonte criado por uma família de lêmures. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando meteoros caem na Terra, transformando o que era verde e vibrante em um triste e perigoso deserto. Juntando-se a um rebanho de outros herbívoros, eles começam uma caminhada para encontrar um novo lar, lugar no qual a água e a vegetação ainda sejam abundantes.
Arquitetada pelas geniais mentes de Peter Lord e Nick Park, ‘A Fuga das Galinhas’ é centrada em um grupo de galinhas que, sendo observadas pela obtusa e arbitrária Sra. Tweedy (Miranda Richardson), tentam fugir de seu galinheiro todo custo para começar uma nova vida para além das colinas – mas acabam sendo capturadas e mandadas de volta para a prisão. As coisas ficam mais complicadas quando a Sra. Tweedy, percebendo que a venda dos ovos não está rendendo lucros, decide comprar uma monstruosa máquina de fazer tortas e usar seus animais como recheio.
Considerado uma das melhores produções animadas da história do cinema e garantindo à Aardman Studios um respeito aplaudível – e que garantiria uma sequência que chegou à Netflix no ano passado -, o filme conquistou o posto de ser o stop-motion mais bem sucedido da sétima, arrecadando mais de US$224 milhões mundialmente. Como se não bastasse, a obra trouxe atuações incríveis e temáticas importantes que são discutidas até os dias hoje.
‘A Nova Onda do Imperador’ é uma das produções mais incompreendidas da Casa Mouse e, quando chegou aos cinemas, não teve a mesma recepção crítica ou financeira que outras produções da companhia. Apesar de ter conquistado uma indicação ao Oscar na categoria de Melhor Canção Original, a obra arrecadou apenas US$169,7 milhões ao redor do mundo. Felizmente, com o passar do tempo, a obra foi redescoberta e tratada como clássico cult – e angariou fãs no Brasil pela impecável dublagem que trouxe ninguém menos que Selton Mello e Marieta Severo no elenco de voz.
Na trama, o jovem e arrogante Imperador Kuzco é transformado em uma lhama por sua poderosa mentora chamada Yzma. Perdido na floresta, a única chance de Kuzco recuperar seu trono é com a ajuda de Pacha, um humilde camponês. Juntos, eles precisam enfrentar a bruxa Yzma antes de concluir sua jornada.
TIGRÃO: O FILME
Mais uma animação esquecida dos estúdios Walt Disney: ‘Tigrão: O Filme’ ampliou o incrível cosmos do universo Christopher Robin e, apesar das boas intenções e de trazer mensagens adoráveis e próprias para o público mais jovem, falhou em capturar a essência das produções anteriores e teve recepção mista por parte dos especialistas. Todavia, frente ao baixíssimo orçamento de US$15 milhões, conseguiu arrecadar US$96 milhões ao redor do mundo.
Na trama, o Ursinho Pooh e seus amigos se preparam para um longo e rigoroso inverno. Enquanto o Coelho organiza o trabalho da turma, Tigrão procura um companheiro para brincar. Sem querer, Tigrão atrapalha seus amigos e provoca a ira do Coelho, que lhe pede para procurar outros tigres para brincar. Coelho sugere que Tigrão deve tentar encontrar outros de sua espécie, e ele resolve, então, ir atrás de sua família. Ao longo desta jornada, descobrirá que eles estão muito mais perto do que imagina.
‘O Caminho para El Dorado’ sofreu o mesmo problema de ‘A Nova Onda do Imperador’: ambos os longas foram lançados em momentos errados. Em um período em que a hegemonia Disney apostava fichas em grandiosos e épicos musicais inspirados nas produções da Broadway, animações cômicas não eram vistas com o mesmo respeito. Com o lançamento de ‘Shrek’ um ano depois, tais obras foram reavaliadas – e ‘El Dorado’ entrou para a lista de clássicos cult que mereciam uma segunda chance.
No filme, Tulio e Miguel são dois simpáticos vigaristas que vivem de pequenos golpes. A sorte começa a mudar quando eles ganham um mapa da cidade de El Dorado, também conhecida como a cidade do ouro. Só que eles têm um pequeno problema: estão presos no navio do explorador espanhol Cortez. Após uma fuga ousada, em que contam com a ajuda de um esperto cavalo chamado Altivo, eles partem rumo à cidade perdida. Mas suas dificuldades estão apenas começando.
Um brilhante matemático (Leo Woodall) está prestes a fazer uma grande descoberta quando um inimigo misterioso tenta detê-lo. Em uma corrida contra o tempo, ele se alia a uma agente do governo para desvendar uma conspiração mortal e salvar sua vida.
James Cameron falou recentemente sobre ‘Avatar 3: Fogo e Cinzas’, o novo longa da franquia bilionária, e prometeu que o filme trará uma narrativa mais complexa.
“Sim, temos algumas cenas de ação realmente inteligentes”, declarou Cameron à Empire. “Você vai sentir o sangue subir neste filme. Mas o que me excita como artista, que recentemente fez 70 anos e já passou por tantas experiências, não é apenas a chance de fazer isso de novo, mas de alcançar um nível de personagem e intriga que você nunca viu antes em um filme de Avatar”.
“Nós estamos começando a trabalhar nisso, a revirar e mudar as coisas”, acrescentou o cineasta. “É um desafio complicado. Podemos estar nos empolgando com nosso próprio trabalho, e todo mundo que assistir pode pensar: ‘Caramba, isso não é o que eu esperava’. Mas se você não estiver fazendo escolhas ousadas, está desperdiçando o tempo e o dinheiro de todos. Isso sozinho não é suficiente para garantir o sucesso, mas é necessário. Você tem que quebrar o molde a cada maldito filme”.
Sobre o progresso do longa, Cameron demonstrou satisfação.
“Eu acho que está em boa forma. Já dobramos o número de cenas finalizadas nesta fase, comparado ao segundo filme [e] os filmes têm praticamente o mesmo comprimento. Isso nos coloca bem à frente do cronograma, o que é algo que, francamente, nunca experimentei antes”, explicou.
Sobre o processo, ele ri, “está um pouco menos assustador. Estamos chegando ao ponto em que realmente estamos ficando bons nisso”.
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Lembrando que ‘Avatar 3′ mostrará como nova a tribo habita um território devastado por erupções vulcânicas, o que faz com que o Povo das Cinzas tenha características diferentes de outros Na’vi.
“Eles foram destruídos por erupções vulcânicas, então se ressentem da natureza e de tudo o que os Na’vi da floresta pregam”, afirmou James Cameron.
Embora mais detalhes não tenham sido revelados, especula-se que o Povo das Cinzas será a grande ameaça do terceiro título da franquia, com os humanos ficando de lado no longa, enquanto a tribo amargurada tenta unificar todos os Na’vi sob seu domínio.
Vale lembrar que durante a apresentação na D23, foram divulgadas as primeiras artes conceituais da aguardada sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (Avatar: Fire and Ash).
O terceiro filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de Dezembro de 2025.
Durante sua apresentação na Expo D23, o diretor James Cameron (‘Titanic’) explicou o significado do trás do título.
“Fogo pode representar ódio, violência, trauma e um possível abuso de poder. As cinzas representam as consequências de toda essa energia, que é o pesar de ter que viver com o que você fez,” declarou o cineasta.
“Está realmente incrível. Vocês vão adorar. E eu não posso falar sobre isso”.
Em relação aos quarto e quinto filmes da saga, Cameron confirmou que ainda planeja dirigir os projetos, desmentindo os rumores de que abandonaria a franquia.
“Claro. Absolutamente. Quero dizer, eles vão ter que me parar. Tenho muita energia, amo o que estou fazendo. Por que eu não faria? E, por sinal, os roteiros estão escritos. Eu os reli há cerca de um mês. São histórias fantásticas. Eles precisam ser feitos. Olha, se eu for atropelado por um ônibus e acabar em um pulmão de ferro, alguém mais vai fazê-los”, declarou o cineasta.
Assista ao painel:
Lembrando que ‘Avatar: O Caminho da Água’ está disponível no Disney Plus.
O filme lançado em 2022 foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 2,32 bilhões. Recebeu indicação ao Oscar em 4 categorias, incluindo Melhor Filme, e ganhou o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.
O ator Faran Tahir, que interpretou o vilão Raza, líder da organização terrorista Os 10 Anéis, em ‘Homem de Ferro’, retornará ao Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) mais de 15 anos após sua última aparição.
Embora os detalhes da trama ainda não tenham sido divulgados, acredita-se que a história seja centrada em Vision (Bettany), enquanto ele busca recuperar sua memória e humanidade.
Além disso, a produção contará com o retorno deJames Spader como Ultron, e Todd Stashwick também terá uma participação, embora seu papel ainda seja mantido em segredo.
Da simplicidade chegam as melhores histórias, sendo assim, é possível achar muitas formas de abordar os sentimentos mais profundos ligados ao amor e o desejo no cinema. O caminho encontrado pelo longa-metragem iraniano Meu Bolo Favorito é uma imersão ao despertar de sentimentos esquecidos trazendo a melhor idade como protagonista e logo chegando até um delicado recorte, sem se esquecer de todo o entorno político de um país marcado pela opressão.
Escrito e dirigido pela dupla de cineastas Maryam Moghadam e Behtash Sanaeeha, vencedor de prêmios no Festival de Berlim do ano passado, o projeto lançado nos cinemas nesse início de 2025 opta por falar de amor e solidão na mesma equação, uma estrada que nunca cai na melancolia encontrando sua força numa sutileza louvável. Muitos detalhes em cena se tornam um paralelo marcante com realidades que existem por aí.
A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.
Sem esquecer do contexto do sistema opressivo do Irã, que não deixa de passar por questões políticas, a narrativa leve e descontraída, costura seu desenvolvimento com pinceladas certeiras em forma de críticas sociais. Misturando comédia, romance e drama vamos sendo conquistados pelos cativantes personagens que embarcam em uma aventura rumo a autodescoberta. Em uma noite como clímax, lições são tiradas aos montes tendo essa reconexão mais viva que nunca.
Rodado todo na capital do Irã, Teerã, esse projeto da dupla que já havia lançado o interessante longa-metragem O Perdão, é mais um forte grito contra um governo que instaura ‘Polícia da Moralidade’ e outros tantos absurdos. Tendo o cinema como elo para reflexões, encontramos um brinde à vida, dentro de um recorte intimista que diz muito sobre o bico que podemos dar em qualquer lapso de solidão.
Lembrando que em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Allen revelou que tem trabalhado no projeto.
“Sim, está indo muito bem. Estamos trabalhando intensamente há uns 3, 4 meses e tenho uma equipe realmente maravilhosa me ajudando. O Bruce tem sido incrível e nos apoiado muito, e eu me sinto extremamente sortudo. Acho que vai ser algo realmente especial”, revelou.
Vale ressalar que Jeremy Allen White dará vida ao icônico cantor e compositor Bruce Springsteen, enquantoJeremy Strong interpretará Jon Landau, o empresário que desempenhou um papel fundamental na carreira do músico, Paul Walter Hauser será o técnico de guitarra de longa data, Mike Batlan.
Este projeto está programado para ser filmado no outono e terá um lançamento teatral global antes de ser distribuído pelos canais de distribuição da Disney.
A trama será uma adaptação do livro de Warren Zanes, publicado em 2023, e se concentrará no árduo trabalho de Springsteen para criar seu álbum seminal de 1982, “Nebraska”. O filme irá explorar o período em que Springsteen e a E Street Band estavam gravando faixas para o grande sucesso “Born in the USA”, enquanto ele dava início ao desenvolvimento de “Nebraska”.
Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de abril.
Dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.
O novo DCU está prestes a estrear nos cinemas com o lançamento de ‘Superman’, e os fãs já aguardam ansiosamente pelo novo filme do ‘Batman’, ‘The Brave and the Bold’. De acordo com o ComicBookMovie, tantoJames Gunn quanto Matt Reeves ainda não descartaram a possibilidade de Robert Pattinson retornar como o Cavaleiro das Trevas na franquia.
Dessa forma, é possível que tenhamos dois Batmans simultaneamente no cinema: um integrando o DCU e a versão de Pattinson, que permanece independente.
Vale destacar que, segundo o portal, Andy Muschietti, diretor de ‘The Brave and the Bold’, não conversou com Gunn desde o início das filmagens de ‘Superman’.
“Embora Andy Muschietti e James Gunn não tenham se encontrado pessoalmente desde o início das filmagens de Superman, uma fonte próxima às partes confirmou que Andy e Gunn conversam regularmente”, revelou uma fonte anonima. “‘Batman: The Brave and the Bold’ segue em desenvolvimento e será separado do universo de Matt Reeves”.
“Como todos sabem, o Batman de The Brave and the Bold fará parte do novo universo DC”, afirmou Muschietti em uma recente entrevista. “É bem óbvio que o Batman de Matt Reeves não faz parte desse novo universo”.
“Entretanto, a DC e a Warner Bros. estão avançando com a segunda parte da série de Batman de Reeves, que, como amplamente reportado, deverá ser lançada por volta de 2027. Isso significa que o próximo filme do Batman levará algum tempo até ser lançado”, declarou.
“Lançar dois filmes do Batman simultaneamente seria contraproducente”, acrescentou o diretor. “O que a DC está fazendo é criando uma estratégia para garantir que esses dois filmes não entrem em conflito. Quanto à minha participação no projeto, há boas intenções por enquanto. Eles querem fazer o filme comigo, e eu também quero fazer. Estou ansioso para trabalhar no filme”.
Vale lembrar que, recentemente,James Gunn afirmou que o filme do Cavaleiro das Trevas só avançará quando o estúdio sentir que encontrou o roteiro ideal.
“Não há um cronograma fixo para nada. Nossa abordagem na DC será sempre guiada pelos roteiristas. Até que tenhamos um roteiro com o qual eu esteja completamente satisfeito, o filme não será feito. Quando ‘The Brave and the Bold’ atingir o ponto certo, vamos começar a produção”, declarou James Gunn.
Por enquanto, os fãs sabem apenas que ‘Batman: The Brave and the Bold’ será dirigido por Andy Muschietti (‘The Flash’) e trará o Homem-Morcego ao lado de Robin.
Terror e ficção científica parecem andar lado a lado quando pensamos no escopo da sétima arte – e já sofreram inúmeros tipos de “mutação” em relação a suas próprias narrativas. Temos, por exemplo, a icônica franquia ‘Alien’, que nos levou a um futuro distante e construiu um enredo de pura claustrofobia em pleno espaço sideral; ou então o recente ‘M3GAN’, que distorceu os avanços robóticos para arquitetar uma divertida jornada serial killer. Agora, com a popularização das inteligências artificiais, chegou a hora de enfrentar um novo medo com o longa-metragem ‘DIAbólica’ – que prometia funcionar como uma prática narrativa do gênero e entreter o público ao redor do mundo.
A trama acompanha uma família liderada pelo patriarca Curtis (John Cho), um famoso publicitário que recebe de uma companhia uma IA extremamente inteligente para testar em casa ao lado da esposa, Meredith (Katherine Waterston), e dos filhos Iris (Lukita Maxwell), Preston (Wyatt Lindner) e Cal (Isaac Bae). Conhecida como AIA, a inteligência comporta-se como um ser humano, seja na voz (emprestada de Havana Rose Liu), seja no modo como trata seus usuários – clamando apenas procurar uma família para amar. Porém, as coisas não são como parecem e logo o que deveria ser uma bênção para os nossos protagonistas se transforma em uma corrida pela sobrevivência e para enfrentar uma entidade invisível que está em todos os lugares.
O projeto, comandado por Chris Weitz, tinha todos os elementos para funcionar dentro de seus limites autoimpostos. E, considerando que o trabalho do cineasta incluiu produções como ‘A Saga Crepúsculo: Lua Nova’, ‘American Pie’ e ‘A Bússola de Ouro’, tudo o que queríamos era algo com valor de entretenimento para nos fazer escapar da realidade por alguns minutos. Infelizmente, não é isso o que acontece: ‘DIAbólica’ é um equívoco de proporções catastróficas que se afoga nas próprias metáforas vencidas ao tentar dar um passo maior que a perna e, ao mesmo tempo, morre na praia por ser covarde demais para se manter fiel ao que propõe.
A direção de Weitz não é ruim, por assim dizer, e até consegue arrancar algumas sequências inspiradas de uma ideia que parece ter nascido crua; o problema principal destina-se ao roteiro, que também fica a encargo do realizador. É notável como a narrativa tem incursões interessantes e o coração no lugar certo, ao menos dentro do que se espera de um filme de terror desse calibre. Entretanto, à medida que os atos vão se desenrolando, o enredo degringola como um trem desgovernado prestes a descarrilhar: em outras palavras, nenhum dos personagens é desenvolvido o bastante para que possamos nos importar com eles ou com os problemas que enfrentam, jazendo como meras carcaças estereotípicas que apenas acompanham a maré.
Como se não bastasse, os laços entre os protagonistas e coadjuvante não fazem qualquer sentido e ganham momento de forma ocasional, cansativa e previsível. Há, por exemplo, um breve indício de adultério de Curtis e Melody (funcionária da companhia que criou a IA e que também é interpretada por Liu), que visa colocar o casamento e a confiança dele com Meredith em xeque, mas que nunca alça voo; temos a obtusa presença de Lightning (David Dastmalchian) e Sam (Ashley Romans), membros da empresa responsável por AIA, cuja história logo se mostra pífia e esquecível; e, para além de tudo, temos flertes com o sobrenatural que, sem sombra de dúvida, não têm qualquer espaço dentro da atmosfera calcada por Weitz e que maculam ainda mais o resultado.
O aspecto mais irônico é o fato de Cho e Waterston entregarem performances tão comprometidas com os personagens que interpretam, que ambos destoam da fraca configuração técnica e artística do filme – e ambos nutrem de uma química forte o suficiente para trazer ao menos um vislumbre de admiração. Porém, nem mesmo atores com o calibre da dupla livram o longa de falhar em grande parte, incluindo uma insípida e monotônica fotografia que tenta guiar nossas emoções, uma montagem convencional demais para ser levada a sério e um finale risível e frustrante.
São poucos os elementos em ‘DIAbólica’ que funcionam, e não podemos deixar de nos sentir enganados pelas falsas esperanças alimentadas pela obra. Mais uma vez, a Blumhouse, responsável pela supervisão do projeto, erra a mão e dá origem a um produto manufaturado que não acrescentada nada de novo ao gênero e nem mesmo nos diverte como poderia.
O conflito entre Blake Lively e Justin Baldoni continua ganhando atenção em Hollywood. Agora, após fãs notarem uma possível semelhança entre o personagem “Nicepool”, de ‘Deadpool & Wolverine’, e Baldoni, o advogado do ator, Bryan Freedman, solicitou que a Disney preserve todos os documentos relacionados ao personagem.
Segundo a Variety, em 7 de janeiro, Freedman enviou uma carta de retenção de litígios para Kevin Feige, presidente da Marvel, e Bob Iger, CEO da Disney, em conexão com as “possíveis reivindicações” de seu cliente contra Ryan Reynolds, Lively e outras partes não identificadas.
O advogado acredita que Ryan Reynolds tenha criado propositalmente o personagem para zombar de Baldoni. A Marvel e a Disney, assim como os advogados de Reynolds e Lively, não comentaram o ocorrido.
A carta de retenção, enviada no mesmo dia em que o incêndio começou em Pacific Palisades, solicita que a Marvel e a Disney preservem “todos os documentos relacionados ao desenvolvimento do personagem ‘Nicepool’”, assim como “comunicações relacionadas ao desenvolvimento, escrita e filmagem de enredos e cenas com o personagem ‘Nicepool’”.
Além disso, a carta exige que o estúdio mantenha “quaisquer documentos relacionados ou que reflitam uma tentativa deliberada de zombar, assediar, ridicularizar, intimidar ou pressionar Baldoni através do personagem ‘Nicepool’”.
Uma carta de retenção de litígios geralmente antecipa um processo judicial. Embora Baldoni ainda não tenha processado Lively ou Reynolds, Freedman indicou que uma ação legal é iminente.
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A batalha judicial entre os astros de ‘E Assim Que Acaba’, Blake Lively eJustin Baldoni, segue em ritmo acelerado.
Agora, o advogado de Baldoni, Bryan Freedman, acusou o marido de Lively, Ryan Reynolds, de fazer uma piada sobre seu cliente através do personagem de ‘Deadpool e Wolverine’, Nicepool, que o público especula ter sido inspirado pela aparente persona de “bom rapaz” de Baldoni.
“O que eu faço disso é que, se sua esposa está sendo assediada sexualmente, você não faz piada com Justin Baldoni”, afirmou Freedman, segundo o Deadline. “Não há dúvida de que isso se relaciona com Justin. Quero dizer, qualquer um que tenha assistido àquele coque de cabelo — se alguém está realmente sendo assediado sexualmente, você não faz piada com isso. É um assunto sério”.
A declaração de Freedman veio após ele assistir a um clipe do filme do MCU, no qual Reynolds interpreta uma versão alternativa de seu personagem, chamada Nicepool. Este personagem é excessivamente positivo, a fim de ocultar seu comportamento grosseiro.
No clipe, Nicepool diz a Deadpool (Reynolds) e Wolverine (Hugh Jackman): “Aqui, todo mundo me chama de Nicepool. Oh meu Deus, espere até ver a Ladypool [interpretada por Lively]. Ela é linda. Acabou de ter um bebê também, e você nem percebe”.
Deadpool responde: “Eu não acho que você pode dizer isso”, ao que Nicepool replica: “Tudo bem, eu me identifico como feminista”.
Nos créditos finais de ‘Deadpool & Wolverine‘, o ator que interpreta Nicepool é listado como “Gordon Reynolds” e não Ryan Reynolds.
Nas redes sociais, internautas começaram a fazer a conexão entre o personagem e o ator, lembrando que, no final do filme, Deadpool mata Nicepool, alimentando ainda mais as especulações sobre a alusão.
Confira:
I’ve seen some people suggest that Nicepool was a unsubtle jab at Justin Baldoni
“Vi algumas pessoas sugerindo que Nicepool foi uma sutil cutucada a Justin Baldoni. E isso faz muito sentido para mim”.
Can someone please explain to me why Nicepool looks so much like Justin Baldoni in July 2023? He even jokes about Ladypool’s post-pregnancy body! Deadpool shielded himself with Nicepool’s mortal body (the only one). What did he mean? The more I see, the more confused I get.
“Alguém pode me explicar por que Nicepool se parece tanto com Justin Baldoni em julho de 2023? Ele até faz piada sobre o corpo pós-gravidez de Ladypool! Deadpool se protegeu com o corpo mortal de Nicepool (o único). O que ele quis dizer? Quanto mais eu vejo, mas confuso eu fico”.
Someone on TikTok posited that Nicepool in “Deadpool & Wolverine” is supposed to be Justin Baldoni. Putting these two clips together and considering Blake Lively played Ladypool, it makes a pretty strong case. pic.twitter.com/SFTKaWXd8r
“Alguém no TikTok afirmou que Nicepool em ‘Deadpool e Wolverine’ deveria ser Justin Baldoni. Colocando esses dois clipes juntos e considerando que Blake Lively deu vida à Ladypool, faz muito sentido”.
I can’t think of Nicepool the same way again after the rumor of Ryan Reynolds basing him off of Justin Baldoni
— Indiana Old Really Likes Nosferatu (@IndianaOld1899) January 2, 2025
“Não consigo enxergar Nicepool da mesma maneira depois dos rumores de que Ryan Reynolds o inspirou em Justin Baldoni”.
Lembrando que Justin Baldoni, conforme o Deadline, planeja entrar com uma ação judicial contra Blake Lively, em resposta às acusações de assédio sexual feitas por ela.
Na sexta-feira, 20, foi noticiado que Lively havia protocolado uma queixa legal de 80 páginas contra Baldoni, citando seu comportamento inadequado no set e alegando que ele teria sido responsável por uma campanha de difamação contra ela – todas as acusações negadas por Baldoni.
Agora, Baldoni se prepara para apresentar uma ação judicial, juntamente com seu parceiro de negócios Jamey Heath e os publicitários mencionados na queixa de Lively. Os documentos serão protocolados assim que os tribunais reabrirem após o feriado de Ano Novo, incluindo as seguintes alegações:
A equipe de Lively foi responsável pelas difamações contra Baldoni, e não o contrário, como alegado na queixa dela.
Mensagens de WhatsApp da equipe de Baldoni foram apresentadas fora de contexto, alterando seu significado.
O próprio publicitário de Lively teria plantado histórias que pintavam Baldoni de forma negativa nas organizações de notícias.
A ação legal de Lively teria como objetivo reconstruir sua imagem pública após a má imprensa recebida durante a campanha promocional do filme.
A atriz Julia Garner, que interpreta o Surfista Prateado em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, compartilhou recentemente sua experiência no filme da Marvel, destacando o prazer de trabalhar com seus talentosos colegas de elenco.
Durante uma entrevista ao Collider, Garner elogiou seus colegas de elenco, especialmente a “primeira família da Marvel”. “Não posso falar muito sobre isso, mas posso dizer que o Quarteto Fantástico são atores extraordinários, estão fazendo performances incríveis e são pessoas maravilhosas”.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.