Site Página 1265

Uma nova aventura COMEÇA no clipe inédito de ‘Moana 2’; Confira!

Walt Disney Studios divulgou um clipe inédito da vindoura sequência Moana 2’.

O filme chega aos cinemas nacionais no próximo dia 28 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

Ben Affleck NÃO está preocupado com os perigos das IAs em Hollywood

Em uma recente entrevista à cúpula CNBC Delivering Alpha 2024, ao lado de David Faber, o ator, produtor e diretor Ben Affleck revelou que não está preocupado com as inteligências artificiais tomarem conta de Hollywood e declarou que “os filmes serão uma das últimas coisas a serem substituídos pelas IAs, se em algum momento forem realmente” (via Variety).

“As IAs podem escrever para você excelentes versos emulativos que soam elizabetanos. Mas não podem escrever um Shakespeare”, ele explicou.

Affleck continua:

“A função de ter dois ou três ou quatro atores em uma sala e o gosto de discernir e construir… Isso é algo que atualmente alude inteiramente à capacidade das IAs ​​e acho que o fará por um período significativo de tempo. O que a inteligência artificial vai fazer é desintermediar os aspectos mais trabalhosos, menos criativos e mais caros da produção cinematográfica, o que permitirá reduzir os custos, diminuir a barreira de entrada, e permitirá que mais vozes sejam ouvidas. Isso tornará mais fácil para as pessoas que desejam fazer um ‘Gênio Indomável’ conseguirem alcançar seus objetivos”.

O astro explicou que “a IA é, na melhor das hipóteses, uma artesã. Os artesãos podem aprender a fazer móveis Stickley sentando-se ao lado de alguém e vendo qual é sua técnica e imitando-a. É assim que funcionam basicamente os grandes modelos de vídeo e os grandes modelos de linguagem. Eles são apenas polinizadores cruzados de coisas que existem. Nada de novo é criado”.

“Artesanato é saber trabalhar. Arte é saber quando parar. E acho que saber quando parar será algo muito difícil para a IA aprender, porque é uma questão de gosto. E também falta de consistência, falta de controles, falta de qualidade”, ele completa.

Affleck utilizou a série ‘Succession’, da HBO, como um exemplo dos limites criativos da IA – observando que o único novo episódio que a série poderia criar usando inteligência artificial seria apenas uma recauchutagem de episódios mais antigos.

“A IA permitirá que você peça seu próprio episódio de‘Succession’, em que você pode dizer: ‘se eu te pagar US$30, você pode me fazer um episódio de 45 minutos onde Kendall consegue controle da companhia, foge e tem um caso com Stewy?’. E vai funcionar”, ele afirma. “E o resultado será um pouco descompensado e estranho a princípio, mas terá conhecimento da ousadia da narrativa e dos atores – e irá misturar esses aspectos com praticidade. Esse é o valor a longo prazo.”

Remake de ‘Nosferatu’ será para MAIORES por “violência e nudez gráfica”

O remake do clássico ‘Nosferatu‘, comandado pelo aclamado diretor Robert Eggers (‘O Homem do Norte’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade (ou menores acompanhados de um responsável).

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

screenshot 20240930 121913 instagram

Showrunner tem medo que ‘The Boys’ se torne “a coisa que tem tirado SARRO nos últimos 5 anos”

Em entrevista ao Collider, o showrunner Eric Kripke (‘Supernatural’) expressou o seu medo da série ‘The Boys‘ se tornar exatamente o que vem criticando desde o começo de sua existência.

Apesar de ter sido criada para tirar sarro do gênero de super-heróis, a produção – que se tornou um enorme sucesso para o Prime Video – está tendo o seu universo cada vez mais expandido e explorado através de spin-offs, formando um inevitável universo compartilhado.

“Eu vivo aterrorizado com a possibilidade da série ‘The Boys’ se tornar o mesmo que temos satirizado por cinco anos. ‘The Boys’ é punk rock, e seria doloroso ver a série caindo no clichê [do gênero]. Estou tentando garantir que isso não aconteça.”

Ele completa, “Nós fazemos essas séries porque realmente nos importamos e somos apaixonados por elas. As produções [derivadas] podem contar histórias novas que não podemos contar em ‘The Boys’, mas somos muito cuidadosos e conscientes sobre as escolhas que estamos fazendo. Eu me preocupo com isso todos os dias.”

Lembrando que a temporada final de ‘The Boys‘ deve estrear apenas em 2026.

Mason Dye (‘Stranger Things’) fará parte da nova temporada interpretando Bombsight, um dos supers mais antigos que estava bastante ativo nos anos 1950. Além disso, Jensen Ackles (‘Supernatural’) reprisará seu papel como Soldier Boy

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

‘Ainda Estou Aqui’ e os Filmes Selecionados para Representar o Brasil no Oscar – Relembre os últimos dez

“O Brasil nunca esteve tão perto de receber uma indicação para melhor filme estrangeiro no Oscar – e tem chances reais de vencer”. Essa frase vem sendo muito entoada por críticos e aficionados por cinema nos últimos tempos, desde que ‘Ainda Estou Aqui’ recebeu 10 minutos de aplausos de pé, após sua estreia no prestigiado Festival de Veneza. A aprovação internacional conta muito para a campanha de um filme que esteja se candidatando ao Oscar.

O último filme brasileiro indicado ao Oscar de produção internacional foi ‘Central do Brasil’, de 1998. Seria um círculo perfeito a indicação esse ano de ‘Ainda Estou Aqui’, já que ambos os filmes foram dirigidos por Walter Salles e com Fernanda Montenegro no elenco. Abaixo vamos relembrar os últimos 10 representantes do Brasil ao Oscar, incluindo o atual ‘Ainda Estou Aqui’. Confira.

Ainda Estou Aqui (2025)

O representante do Brasil ao Oscar 2025 é um filme que coloca nosso país mais perto do que nunca para uma indicação. Para começar fala sobre um tema ainda muito dolorido: a ditadura militar. Equilibrado com a política contida no longa, temos um drama belíssimo sobre o amor e a união de uma família. Um filme que consegue ser leve e belo, ao mesmo tempo em que traz os horrores do período. Além de filme, muitos dão como certa a indicação para melhor atriz, Fernanda Torres. Lembrando que sua mãe foi a única artista brasileira a receber nomeação de atuação. O lobby está forte lá fora, e isso é o que conta muito.

Retratos Fantasmas (2024)

O escolhido para representar o Brasil este ano foi o documentário de Kleber Mendonça Filho, que retrata a realidade de Recife, passado e presente, e declara seu amor por dois grandes cinemas da cidade, o Cinema Veneza e o cinema São Luiz. Mendonça não é estranho a prêmios, já que é quem assina filmes cultuados como ‘O Som ao Redor’ (2012), ‘Aquarius’ (2016) e ‘Bacurau’ (2019). ‘Retratos Fantasmas’, infelizmente, não entrou entre os cinco nomeados.

Marte Um (2023)

Em geral, os filmes brasileiros de maior prestígio são aqueles que retratam a dura realidade da vida no país. Ou seja, a classe pobre que resiste e clama por dignidade em um país de enorme desigualdade social. ‘Marte Um’ é exatamente este representante, que conta sobre uma família de classe baixa. Em especial, o sonho do menino Devinho (Cícero Lucas) em se tornar astrofísico e integrar um projeto Mars One, que visa colonizar Marte. O filme foi escrito e dirigido por Gabriel Martins, mas infelizmente não chegou aos cinco indicados.

Deserto Particular (2022)

O representante de um país ao Oscar, mesmo que não seja escolhido para os finalistas, traz prestígio para os realizadores. O fato fez do baiano Ally Muritiba um dos grandes realizadores de nosso país. Ou devemos dizer, o cimentou, pois o diretor já tinha em sua filmografia grandes obras elogiadas, como por exemplo, ‘Para Minha Amada Morta’ (2015) e ‘Ferrugem’ (2018). Depois, o cineasta seguiria para o comando de séries como ‘Cangaço Novo’ (2023) e ‘Cidade de Deus: A Luta Não Para’ (2024). ‘Deserto Particular’ conta a história sensível de uma relação improvável e transformadora. Um policial caído em desgraça devido ao abuso de poder, e uma paixão vinda da internet.

Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou (2021)

Retratos Fantasmas’ não foi o primeiro documentário da última década a ser eleito o representante do Brasil por uma disputa entre os indicados na categoria estrangeira do Oscar. Há três anos, nosso país selecionava o sensível filme da atriz Bárbara Paz, feito como homenagem a seu companheiro, o icônico Hector Babenco, o argentino mais brasileiro de todos os tempos. E quem melhor para prestar esse belíssimo testemunho de uma vida e carreira do que sua companheira dos últimos seis anos de vida? O longa, infelizmente, foi mais um que não passou pela pré-seleção para chegar até os indicados.

A Vida Invisível (2020)

Por melhor que seja o filme selecionado para representar o Brasil, sempre existirá certa polêmica com aqueles que acreditam que outro filme deveria ser o escolhido para uma possível indicação. Por exemplo, ‘Marighella’ e ‘Medida Provisória’ foram filmes badalados que poderiam ter chance nas edições de 2022 e 2023 respectivamente. Dos filmes nacionais de 2019, que poderiam concorrer ao Oscar 2020, não existe dúvida que a grande sensação de nosso país foi o intenso ‘Bacurau’, de Kleber Mendonça Filho, um dos maiores sucessos de nossa filmografia, que mesmo quem não é tão ligado a cinema ou a produções nacionais certamente ouviu falar. Isso se chama fama! Porém, o selecionado foi um filme mais sensível, que prometia “causar” menos, mas não menos impactante em seu discurso sobre as questões femininas. Um filme belo e poético. ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, tinha a cara de Oscar, mas também terminou não se qualificando para os indicados.

O Grande Circo Místico (2019)

Esse aqui causou polêmica por sua seleção. Acontece que o grande favorito de grande parte do público, fãs e cinéfilos para representar o Brasil por uma vaga no Oscar em 2019 era ‘Benzinho’, de Gustavo Pizzi, filme sobre o dilema de uma família, em especial de uma mãe de família, sofrendo da síndrome do ninho vazio. Isso porque o longa foi sucesso no prestigiado festival de Sundance nos EUA. Ao invés de ‘Benzinho’, o filme selecionado pela banca foi ‘O Grande Circo Místico’, exibido em Cannes, e que tinha o renomado Cacá Diegues como diretor. Muitos acreditam que o peso do nome do cineasta tenha sido decisivo para a escolha, e não a qualidade do filme em si. A trama narra a jornada dos artistas de um circo ao longo das décadas. ‘O Grande Circo Místico’ também não encontrou lugar entre os cinco indicados ao Oscar.

Bingo: O Rei das Manhãs (2018)

Na hora de selecionar um filme para representar um país no Oscar, é preciso levar em conta também o seu teor e o seu conteúdo. Por exemplo, filmes mais emocionantes, belos e edificantes como ‘O Filme da Minha Vida’, de Selton Mello, e ‘Como Nossos Pais’, de Laís Bodanzky, estavam entre os postulantes. São filmes mais aprazíveis para todos os gostos e públicos. Mas a intenção dos votantes foi por algo mais fora da caixinha, para ver se assim conseguiam sacudir as coisas. ‘Bingo’, de Daniel Rezende, é a biografia suja e incorreta do primeiro intérprete do palhaço Bozo no Brasil, um sujeito viciado em drogas e completamente lascivo. Entre as polêmicas do filme estava o fato de não poderem usar o nome Bozo, por ser uma marca internacional, precisando mudar o título e o personagem para Bingo. O longa também não ficou entre os finalistas.

Pequeno Segredo (2017)

Essa foi uma total bola fora da banca. E todos parecem concordar com isso. Embora seja um filme digno, que conte uma história bonita de altruísmo, essa biografia da família Schurmann, dirigido pelo próprio David Schurmann, ficou com cara de filme religioso ou de Sessão da Tarde. O consenso aqui é que o filme selecionado precisava ser ‘Aquarius’, de Kleber Mendonça Filho, um filme com questões relevantes, que deu o que falar na época, fez um tremendo sucesso tanto no Brasil quanto internacionalmente. Por uma razão política na época, muitos acreditam, a opção foi por ‘Pequeno Segredo’, que não se classificou nos finalistas.

Que Horas Ela Volta? (2016)

Finalizando a lista dos dez últimos representantes do Brasil ao Oscar temos o filme de Anna Muylaert, ‘Que Horas Ela Volta?’. E aqui não houve reclamação, tudo parecia estar no lugar. Um filme que todos queriam, um sucesso de bilheteria e crítica, um filme de certo prestígio internacional. O Brasil fez sua parte corretamente, porém, mesmo assim o longa não se classificou entre os finalistas. Esse é o receio que sempre recai, pois são muitos países tentando uma vaga e o Oscar é muita politicagem. Ou seja, mesmo em anos que acreditamos ter todas as peças no lugar para uma indicação, ela pode acabar não vindo. Mas não podemos perder a fé nunca. Esse ano será diferente…

Blake Lively deu sugestão que mudou completamente o FINAL de ‘Deadpool e Wolverine’

Em entrevista ao GamesRadar, o diretor Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) revelou que uma sugestão da Blake Lively foi fundamental para alterar completamente o desfecho de ‘Deadpool e Wolverine‘.

“Nós temos que dar o devido crédito. O desfecho original do filme não tinha nenhum suspense; a sala explodia e os nossos heróis sobreviviam. Então a Blake Lively disse: ‘Sabe, acompanhei esses personagens durante todo o filme. Quero sentir a tristeza de talvez tê-los perdidos. Quero sentir o suspense para que o triunfo de sua sobrevivência seja mais emocionante e visceral’. Essa foi a sugestão da Blake, e realmente abriu novas possibilidades para nós em consideração ao desfecho do filme. É o motivo de termos feito as refilmagens. E o resultado ficou muito mais satisfatório.”

Sobre as regravações, Ryan Reynolds declarou se orgulhar muito por não terem se estendido por muito tempo: “Nossas refilmagens só duraram um dia e meio, e eu tenho muito orgulho disso. Filmes deste gênero costumam passar por semanas de refilmagens. O discurso do Matthew [Macfayen] foi uma das cenas que nós regravamos. Ele foi milagroso.”

Sucesso nos cinemas, ‘Deadpool & Wolverine‘ arrecadou US$ 1.33 bilhão nas bilheterias mundiais – o que representa a segunda maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.69B).

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Bob Odenkirk retorna na 1ª imagem SANGRENTA da sequência ‘Anônimo 2’; Confira!

O site Empire divulgou o primeira imagem oficial da sequência ‘Anônimo 2‘, destacando o retorno do ator Bob Odenkirk (‘Better Call Saul’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Christopher Lloyd e Connie Nielsen também retornam no novo filme. Sharon Stone será a vilã da trama.

Timo Tjahjanto retorna à direção.

Anônimo 2‘ está programado para estrear no dia 15 de agosto de 2025.

O roteiro fica a cargo de Derek Kolstad, responsável pelo filme anterior e pelo primeiro ‘John Wick‘.

Além de estrelar, Odenkirk também vai ajudar a escrever o roteiro, junto com Aaron Rabin (‘Jack Ryan’) e Umair Aleem (‘Kate’).

Lembrando que ‘Anônimo‘ (Nobody) já está disponível no Star+.

Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

UAU! Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO do live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’

A Universal Pictures divulgou o trailer nacional do live-action ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (How to Train Your Dragon).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho de 2025.

346263e4 9512 4fd4 a9cf 0945e73de5eb

Os fãs podem esperar bastante fidelidade no live-action do filme em relação a Stoico, o pai de Soluço.

Em entrevista ao Collider, o astro Gerard Butler, que interpretará o personagem no longa, afirmou que Stoico terá um visual muito parecido com o que foi visto na animação.

Butler também revelou como essa fidelidade tornou o papel um pouco difícil de interpretar devido ao figurino.

“Eu tenho sete camadas, faixas bem grossas, uma barba muito grande e ainda há uma pele de urso ou lobo por cima de tudo. É muito pesado”, disse Gerard Butler.   

O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

‘Lanterns’: James Gunn rebate CRÍTICAS dos fãs ao elenco da série

A escalação de Kyle Chandler como Hal Jordan em ‘Lanterns’, série do DCU focado nos Lanternas Verdes, causou um certo furor entre os fãs – visto que é bem provável que acompanharemos o herói perto do fim de sua carreira.

Enquanto o público esperava por uma nova história de origem, é bem provável que John Stewart (Aaron Pierre) se torne o principal Lanterna Verde do universo super-heroico em vez de Jordan.

Agora, em entrevista ao IGN, o co-CEO da DC Studios James Gunn foi questionado sobre as reclamações e respondeu: “espere um pouco, os fãs de quadrinhos tiveram opinião na escalação do elenco. Do que você está falando?”.

“A verdade é que Chris [Mundy], Tom [King] e Damon [Lindelof] escreveram uma série incrível – tipo, uma série realmente incrível. Estou muito animado para que as pessoas vejam isso. É muito fundamentado, muito crível, muito real”, ele continua. “O tipo de coisas que você nunca pensaria que seriam verdade em uma série de televisão dos Lanternas Verdes.”

Gunn acrescenta: “e muito humana, adulta e maravilhosa. E a história que eles escreveram se encaixava em alguns atores de certas idades e foi assim que eles escalaram. Essas foram as escolhas deles. Eu os apoiei totalmente. Eu os amo”.

O realizador completa, afirmando que está muito animado para que os espectadores assistam à produção, dizendo que o resultado irá valer a pena:

“Estou muito animado para que as pessoas vejam o que esses caras criaram. Mas tudo é para servir à história. A história está sempre em primeiro lugar. Os roteiros estão sempre em primeiro lugar. E não estaríamos fazendo esse show se Chris e os os outros caras não tivessem entregado roteiros maravilhosos e lindos”.

Durante a mesma entrevista, Gunn afirmou que a série deve ser lançada perto da estreia de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ (agendado para 26 de junho de 2026).

É importante lembrar que tanto o filme quanto a série ainda não iniciaram suas produções, com as filmagens programadas para começar no início de 2025.

Além de Chandler e Pierre, o elenco conta com Nathan Fillion, Kelly MacdonaldGarret DillahuntPoorna Jagganathan.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros’ do DCU, apresentará uma trama onde John Stewart (Pierre) e Hal Jordan (Chandler) investigam um misterioso assassinato no coração da América. A série terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective’.

Heróis da Tropa dos Lanternas Verdes em ação
john stewart

Criada por Chris Mundy e co-escrita por Damon Lindelof e Tom King, a série promete explorar o universo dos Lanternas, contando com mais figuras importantes além dos dois protagonistas.

Nos quadrinhos, Hal Jordan é um piloto de teste que se torna o primeiro humano membro da Corporação dos Lanternas, uma organização intergaláctica de seres que protegem o cosmo.

Em relação à trama, Gunn já havia comentado que “esta é a história de dois Lanternas Verdes, John Stewart e Hal Jordan. Temos alguns outros Lanternas espalhados por lá, mas é realmente um programa de TV terrestre que é quase como ‘True Detective’, com alguns Lanternas Verdes que são policiais espaciais vigiando o setor da Terra, o que eventualmente leva a uma história maior no DCU.”

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

Revelado o papel de Tom Cavanagh em ‘Superman & Lois’ [SPOILERS]

No episódio mais recente de Superman & Lois, o astro Tom Cavanagh retornou ao Universo DC, mas não como uma outra versão do vilanesco Flash-Reverso, e sim fazendo sua estreia como ninguém menos que Gordon Godfrey.

Criado por Jack Kirby e introduzido nos quadrinhos The Forever People #3, em 1971, o personagem – que funciona como um dos vários servos de Darkseid -, apareceu em vários projetos animados e foi interpretado por Michael Daingerfield em ‘Smallville’.

Em Superman & Lois, Godfrey modera o tenso debate televisivo entre Lex Luthor e Lois Lane.

Em entrevista ao TV Line, o co-showrunner Brent Fletcher explicou por que os produtores escalaram Cavanagh para o papel.

“Ele é hilário e tem mais energia que uma criança de dez anos”, ele afirmou. “[Godfrey] não é como ele, mas ele pode interpretá-lo perfeitamente”.

Estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’), a atração tem suas três primeiras temporadas disponíveis no Max.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

A Pequena Sereia | Os 35 anos da animação que deu início ao Renascimento da Disney

É quase impossível determinar a quantidade de produções memoráveis da Walt Disney Studios. Afinal, desde seu estabelecimento em 1937, a Casa Mouse apresentou uma revolução estética e narrativa com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, não levando muito tempo até que obras subsequentes – como ‘Pinóquio’ e ‘A Bela Adormecida’, por exemplo -, continuassem a explorar o legado dessa lendária companhia. Todavia, no período que se sucedeu à II Guerra Mundial, a Disney passou por uma espécie de estagnação que parecia prenunciar uma fadiga criativa e comercial que, dentro da estrutura capitalista que conhecemos do show business, é inevitável.

Enquanto as primeiras décadas da Casa Mouse focaram principalmente em animações musicais, como as mencionadas no parágrafo acima, o escopo foi aos poucos de alterando: de um lado, a existência de curtas propagandísticos que reiteravam a importância estadunidense em meio ao crescente embate contra a União Soviética; de outro, incursões em live-action que se mostravam mais prolíficas e bem-sucedidas que suas conterrâneas – é só lembrarmos, por exemplo, do impacto causado por ‘Mary Poppins’ em 1964. E, apesar de títulos que foram recebidos com solidez pelo público, como ‘101 Dálmatas’ e ‘A Dama e o Vagabundo’, o sucesso não era o mesmo de antes e precisava ser corrigido com rapidez.

Em 1988, membros da equipe criativa da Disney uniram forças para a produção de ‘Oliver e Sua Turma’ – que, apesar de não ter uma popularidade considerável, deu os primeiros indícios de uma revitalização artística para a Casa Mouse. Apesar das críticas mistas, a produção se sagrou um sucesso financeiro ao arrecadar mais de US$120 milhões ao redor do mundo e apostar em uma fórmula que seria repetida nos anos consecutivos (a emulação das produções musicais da Broadway). Mas essas inflexões primárias seriam reformuladas e amadurecidas um ano depois, com o lançamento de A Pequena Sereia.

Baseado no conto homônimo do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, os direitos de produção da obra estavam sob as mãos da Disney desde o início dos anos 1940 – mas, à época, a narrativa seria transcrita através da sombria ótica do material original e como parte de uma antologia. Arquivada em 1943, o projeto seria remodelado décadas mais tarde como um filme de princesas (o primeiro do estúdio desde ‘A Bela Adormecida’) comandado por John Musker e Ron Clements. Aqui, acompanhamos Ariel (Jodi Benson), uma sereia de dezesseis anos que se sente descontente em viver no oceano ao lado do pai, o Rei Tritão (Kenneth Mars), e das irmãs – almejando conhecer o mundo dos humanos por seu fascínio impiedoso. Seus sonhos ganham ainda mais força quando, após um naufrágio, ela se apaixona por um dos sobreviventes e resolve fazer de tudo para se aproximar dele.

Porém, as coisas não são tão fáceis quanto parecem: ela pertence aos reinos subaquáticos e é observada de perto pela superproteção do pai, que a alerta com constância assustadora sobre os perigos que existem no mundo humano; o homem por quem se apaixona, por sua vez, é um príncipe chamado Eric (Christopher Daniel Barnes). Conforme Ariel se mostra decidida e prenuncia o encontro de dois universos totalmente diferentes entre si, ela desafia as imposições do Rei e cruza caminho com a poderosa bruxa Úrsula (Pat Carroll), que lhe oferece a oportunidade de virar humana por três dias para se reunir com Eric – em troca de sua cauda e de sua voz. Caso ela não consiga dar o beijo de amor verdadeiro no príncipe, ela se tornará uma de suas escravas para a eternidade.

A trama fabulesca é reminiscente das primeiras investidas cinematográficas da Disney e já premedita seu sucesso por uma inebriante nostalgia. Mas, para além do comprometimento de Musker e Clements, são inúmeros os elementos que transformam A Pequena Sereia em uma obra-prima da sétima arte. De um lado, temos uma estética que diferencia claramente a vibrante profusão colorida do fundo do mar, em contraste com o misterioso e mortal covil de Úrsula (regado a uma monocromática paleta de cores que é pincelada com tons de neon) e com a unilateralidade do mundo humano; de outro, a construção arquetípica dos personagens (cujo maniqueísmo veio a calhar para a reestruturação da companhia após contínuos fracassos) é força-motriz para garantir nosso envolvimento com o enredo.

a pequena sereia

Mas isso não é tudo: a disposição emuladora das peças da Broadway permitiu um enlace diferente entre obra e espectador – fosse pelas ótimas sequências musicais arquitetadas ou pela clara divisão dos atos. Alan Menken e Howard Ashman, responsáveis pelas canções originais do filme, permitiram que esse cosmos nova-iorquino de enorme respeito fosse transmutado às animações em um paradigma que seria repetido inúmeras vezes. Para além disso, a canção-chave da história, “Part of Your World”, precedeu o mote de diversos protagonistas que se sagrariam muito populares no panteão Disney – por vocalizar os anseios do herói ou da heroína. Ora, é notável a similaridade antêmica entre essa faixa e músicas como “Belle”, “One Jump Ahead”, “Almost There”, “Let It Go” e tantas outras.

A própria caracterização da icônica vilã Úrsula emergiu sem precedentes: afinal, a personagem foi inspirada na drag queen Divine e veio acompanhada de discursos dúbios, considerando sua conspiratória e vingativa natureza por ter sido renegada por Tritão e pelos outros seres marinhos. É possível traçar paralelos, inclusive, sobre a questão do gênero como construto social mascarada pela ideia de que Ariel pode ser o que quiser – desejando, assim, ter pernas e submeter-se às imposições de um patriarcalismo que, ironicamente, representa aquilo a que Úrsula se impõe desde o início do filme. Ora, em um âmbito parassocial, podemos compreender a derrota da bruxa do mar através de um instrumento claramente fálico (o mastro de um navio) como representação da vitória patriarcal frente a uma personagem que remava de encontro ao que deveria representar.

a pequena sereia

Por fim, não podemos deixar de comentar sobre o fato de A Pequena Sereia ter dado início à Renascença da Disney: a aclamação crítica veio assistida de um sucesso de público que rendeu ao longa US$235 milhões – e que permitiu à Casa Mouse a produção de obras como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’, ‘A Bela e a Fera’ e tantos outras, estendendo seu legado para um período mais recente que inclui ‘A Princesa e o Sapo’, ‘Enrolados’ e ‘Frozen’.

Lembrando que a animação está disponível no Disney+.

‘Não Solte!’: Terror estrelado por Halle Berry conquista 58% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Não Solte!’ (Never Let Go), o terror pós-apocalíptico estrelado por Halle Berry, está em cartaz nos cinemas nacionais. O longa gerou opiniões divididas no Rotten Tomatoes, com 58% de aprovação da crítica especializada, baseada em 99 análises, e 54% de aprovação do público.

Os críticos ficaram divididos: enquanto alguns consideraram o filme superficial e desagradável, outros o consideraram divertido e um dos melhores do gênero deste ano.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“Berry é afastada de seu glamour habitual para o papel, entregando uma performance intensa; os dois meninos também estão consistentes, mas o que o filme exige desses jovens atores não se traduz em um horror eficaz — é apenas oportunista e desagradável”, disse Glenn Kenny do New York Times.

“Suas reflexões temáticas sobre luto, sanidade, rebelião e redenção estão intrinsecamente entrelaçadas, criando um efeito angustiante e claustrofóbico, intensificando os horrores alucinantes e a atmosfera carregada de medo”, disse Courtney Howard do Variety.

“Mas toda a convicção de Halle Berry não consegue dar profundidade a uma história que é mais complicada do que realmente complexa, e a um filme que se leva a sério demais para o que o material realmente justifica”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Tudo te agarra pela garganta — o melhor filme de terror que vi este ano”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Pode não funcionar em todos os níveis, mas há mistério e dinâmicas de personagens envolventes que sustentam o filme até um final que certamente vai gerar conversas”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“‘Não Solte!’ deve ressoar tanto com os fãs de terror em busca de uma fuga de outono quanto com os pais que procuram ver suas lutas representadas na tela”, disse Christian Zilko do IndieWire.

“O longa nunca apresenta se apresenta como um filme com uma reviravolta de “pegadinha!” ou como um terror “elevado” e melancólico, mas sim como um conto de fadas fragmentado que continua se desenrolando e revelando novas camadas, todas as quais conferem ao filme uma atmosfera inquietante e um poderoso poder de atração”, disse Bill Bria do Slashfilm.

“‘Não Solte!’ é um filme de terror mais focado no que pode evocar do que no que pode afirmar ou sugerir”, disse Jesse Hassenger do Paste Magazine.

‘Não Solte!’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Alexandre Aja, de ‘Viagem Maldita‘ e ‘Predadores Assassinos‘, é responsável pela direção.

Kevin CoughlinRyan Grassby assinam o roteiro.

Percy Daggs IVAnthony B. Jenkins também fazem parte do elenco.

não solte poster

Mickey Mouse retorna como assassino no trailer de ‘Mouse of Horrors’, novo terror slasher

O terror ‘Mouse of Horrors‘, nova produção que trará o Mickey Mouse como assassino, ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama acompanha um grupo de amigos presos em um parque de diversões, caçados por um rato mutante – STEAMBOAT WILLIE.

Brendan Petrizzo é responsável pela direção.

O elenco conta com Natasha Tosini, Lewis Santer, Nichaela Farrell, Michelle Bauer, Allie Moreno e Tessa Wood.

Vale destacar que o longa não dará parte o universo de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘, intitulado Poohniverse.

Infelizmente, o longa ainda não possui previsão de lançamento.

Jack Black e Jason Momoa em novo trailer BIZARRO e engraçado de ‘Um Filme Minecraft’

‘Um Filme Minecraft ganhou um novo trailer e cartaz,

Confira:

https://youtu.be/ROSfRolPbnc?si=-XNBMulzhrpk5iKc

img 2259

Além de Jack Black e Jason Momoa, o filme contará com Emma Myers, Danielle Brooks e Jennifer Coolidge, entre outros. Cada personagem do filme representará um aspecto da comunidade do jogo, como Henry, que simboliza os criadores e modders, e Garett, o novato preso ao passado.

Os diretores Torfi Frans Olafsson e Jared Hess explicaram que o filme está em discussão há quase uma década. A escolha por uma versão live-action foi feita para trazer algo nunca visto no universo de Minecraft, sendo diferente das animações e curtas já criados pela comunidade.

A adaptação de Minecraft para as telonas está envolvida em polêmica após Rachell Marie Hofstetter, mais conhecida como Valkyrae — uma das streamers femininas mais famosas do mundo — denunciar o astro Jason Momoa por supostamente maltratar a equipe de filmagens.

Segundo o ComicBook, Valkyrae afirmou: “Eu vi ele maltratando alguns membros da equipe, e foi bem decepcionante. Era depois de uma cena muito intensa e emocional, então talvez ele ainda estivesse no personagem, não sei. Mas fiquei surpresa com a forma como ele tratou alguns da equipe”.

Ela acrescentou: “Ele estava realmente bravo com eles por não fazerem algo certo — como preparar a cena, por exemplo. Ele estava muito irritado e gritando. E eu pensei: ‘Cara, isso não é um bom ambiente de trabalho’. Eu não ficaria feliz trabalhando nessas condições”.

Valkyrae não forneceu mais detalhes sobre a situação. Enquanto isso, Momoa não se manifestou a respeito, assim como a produção do filme de Minecraft.

minecraft 3
minecraft 3

A Warner Bros. divulgou o teaser dublado do live-action ‘Um Filme Minecraft‘, adaptação estrelada por  Jason Momoa (‘Aquaman’) e Jack Black (‘Jumanji: Próxima Fase’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de abril de 2025.

Bem-vindo ao mundo do Minecraft, onde a criatividade não apenas ajuda você a criar, é essencial para a sobrevivência! Quatro desajustados – Garrett “The Garbage Man” Garrison (Momoa), Henry (Sebastian Eugene Hansen), Natalie (Emma Myers) e Dawn (Danielle Brooks) – se encontram lidando com problemas comuns quando são subitamente puxados através de um misterioso portal para o Overworld: um bizarro país das maravilhas cúbico que prospera na imaginação. Para voltar para casa, eles terão que dominar este mundo (e protegê-lo de coisas malignas como Piglins e Zumbis também) enquanto embarcam em uma missão mágica com um artesão especialista e inesperado, Steve (Black). Juntos, a aventura deles desafiará todos os cinco a serem ousados ​​e a se reconectarem com as qualidades que tornam cada um deles único e criativo… As mesmas habilidades que eles precisam para prosperar no mundo real.

O elenco ainda contará com Jennifer Coolidge (‘The White Lotus’), Emma Myers (‘Wandinha’), Danielle Brooks (‘Pacificador’) e Sebastian Eugene Hansen (‘Sinfonia Insana’).

Jared Hess‎‎ (‎‎’Napoleon Dynamite’) será responsável pela direção.

O jogo se tornou o título mais popular de todos os tempos, tendo vendido mais de 300 milhões de cópias mundialmente, com quase 140 milhões de jogadores ativos neste ano.

‘Babygirl’: Thriller erótico com Nicole Kidman ganha novo trailer intenso; Confira!

Babygirl, o aclamado thriller erótico estrelado por Nicole Kidman e Harris Dickinson, ganhou um novo trailer intenso.

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 9 de janeiro de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No filme, Kidman interpreta uma CEO bem-sucedida que se envolve com seu novo estagiário, Samuel (Dickinson). O relacionamento entre os dois ameaça colocar em risco tanto a vida profissional quanto pessoal de ambos.

Além de dirigir, Halina Reijn também assina o roteiro do longa.

O elenco ainda conta com Antonio Banderas, Sophie Wilde, Gaite Jansen, Izabel Mar e Esther McGregor.

Babygirl rendeu a Kidman o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza deste ano.

Pôster do filme Babygirl com Nicole Kidman.

Samara Weaving estrelará REMAKE de ‘The Trip’, thriller cômico da Netflix

De acordo com o Variety, Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’) será a protagonista do remake de ‘The Trip‘, thriller irlandês lançado pela Netflix.

A nova versão ainda contará com Jason Segel, Timothy Olyphant, Juliette Lewis, Paul Guilfoyle e o lutador do UFC Keith Jardine no elenco.

Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) será responsável pela direção.

Na trama original, um casal passando por uma fase ruim viaja para uma cabana nas montanhas. Porém, um está secretamente planejando matar o outro. Mas tudo muda quando três figuras ainda mais perigosas do que eles aparecem na casa.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O roteiro será assinado por Nick Kocher e Brian McElhaney.

Tommy Wirkola, diretor do longa original, servirá como produtor executivo ao lado de Karen Gillan.

Noomi Rapace (‘Prometheus’) e Aksel Hennie (‘Sisu – Uma História de Determinação’) estrelam o filme de 2021.

‘Conclave’: Suspense de Edward Berger ganha novo e épico trailer; Confira!

‘Conclave’, o novo longa do vencedor do Oscar por Melhor Filme Internacional, Edward Berger (‘Nada de Novo no Front’), que adapta o best-seller homônimo de Robert Harris, ganhou um novo e épico trailer.

‘Conclave’ chega no Brasil em 23 de janeiro de 2025.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“O filme explora um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha do novo Papa. O Cardeal Lawrence é designado para conduzir esse processo sigiloso após a morte inesperada do querido Papa. Quando os líderes mais poderosos da Igreja Católica se reúnem no Vaticano, trancados juntos nos corredores, Lawrence descobre uma série de segredos profundos deixados pelo Papa falecido, segredos que podem abalar as fundações da Igreja”, revela a sinopse.

Ralph Fiennes lidera um elenco que também conta com Stanley Tucci, John Lithgow, Carlos Diehz e Sergio Castellito.

Confronto final no trailer dos ÚLTIMOS episódios de ‘Arcane’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer dos episódios finais de ‘Arcane‘, aclamada série animada ambientada no universo de ‘League of Legends‘.

Os últimos capítulos da produção serão lançados no dia 23 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Anteriormente, o criador Christian Linke explicou por que a série não terá novas temporadas: “Sempre tivemos uma história específica em mente. Olha, poderia ter sido alongado, tenho certeza. Mas, para nós, sempre foi assim: começamos com isso em mente. Acho que também tem um ângulo pessoal nisso, como criativos. Todos nós já vimos programas de TV em que, claramente, os roteiristas estão sem ideias. Até que ponto você consegue manter a inspiração com a mesma coisa? Por quanto tempo? Foram nove anos para nós, com esses personagens. Acho que também tem uma questão de responsabilidade nisso, onde pensamos: ‘Isso é o que tínhamos em mente’”, disse Christian Linke.

Christian ainda destacou que a equipe não tinha a intenção de fazer mais do que já havia sido planejado, já que a qualidade da história poderia ser perdida nesse processo.

“Esta é a história que tivemos em mente, que queremos contar. Seria irresponsável esticar isso a um ponto onde sentimos que não conseguiríamos nem fazer justiça à história. Acho que isso foi uma parte importante disso. Não queremos exagerar.”

Arcane’ custou cerca de US$ 250 milhões para ser produzida e promovida ao longo de seus 18 episódios, se tornando a animação mais cara já lançada no streaming ou na TV linear.

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

arcane 7 d

Caso Diddy | Sean Combs é acusado de BURLAR regras de prisão e coagir possíveis testemunhas

Dia após dia, informações inéditas sobre o caso de tráfico sexual envolvendo o produtor e rapper Sean “Diddy” Combs despontam nas redes.

A mais recente delas envolve uma tentativa ilegal de Diddy em burlar o sistema judiciário e penitenciário dos Estados Unidos.

Em um documento reavido em 15 de novembro (via Deadline), o atual procurador dos EUA, Damian Williams, revelou que os promotores estavam em posse de notas de prisão e gravacões dos “esforços incansáveis” do artista, já encarcerado, em tentar subornar testemunhas em potencial, fazendo ligações externas não permitidas a fim de impedir que outras pessoas depusessem contra ele.

“Depois que o réu foi preso, os investigadores do BOP (Bureau of Prisons) recuperaram as […] notas da cela do réu durante uma varredura nacional pré-planejada nas instalações do BOP”, afirma o documento.

O material foi analisado por uma “Equipe de Filtro” independente e as informações privilegiadas foram revisadas. Ainda assim, a equipe de defesa de Combs continua a cometer violações constitucionais.

“O advogado de defesa descobriu recentemente que os promotores estão em posse de material privilegiado do advogado e do cliente, incluindo as notas escritas do próprio réu”, escreveram os relatores Marc Agnifilo e Teny Geragos ao juiz Arun Subramanian, na manhã desta última segunda-feira (18).

Vale lembrar que Diddy pode ser sentenciado à prisão perpétua se for considerado culpado. O julgamento está marcado para começar em 05 de maio de 2025.

ENTENDA O CASO

As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

imagem 2024 09 27 003120557

No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.

Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.

Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

imagem 2024 09 27 003145117

Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.

Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.

Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.

imagem 2024 09 27 003218411

Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.

Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.

imagem 2024 09 27 003310790

Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.

Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.

Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.

Crítica | ‘Wicked’ é uma OBRA-PRIMA musical com atuações irretocáveis

Cuidado: spoilers da trama à frente.

Está na hora de desafiar a gravidade!

Em 1995, o autor Gregory Maguire resolvia expandir o icônico universo de O Mágico de Oz, criado por L. Frank Baum, com um drama político revisionista intitulado Wicked. Não levou muito tempo até que o romance, que apresentou uma nova versão de clássicos personagens da trama original, fosse adaptado para os palcos da Broadway através de um musical que caiu no gosto da crítica e do público – e que levou diversos prêmios para casa. Agora, somos convidados a revisitar esse cosmos com a antecipadíssima adaptação cinematográfica estrelada por ninguém menos que Cynthia Erivo e Ariana Grande.

A trama é ambientada em Oz e acompanha Elphaba (Erivo), uma jovem que sempre foi excluída por sua aparência exótica – visto que ela nasceu com a pele verde. Renegada pelo próprio pai e culpando-se pela deficiência física da irmã, Nessarose (Marissa Bode), ela viveu às escondidas e em segundo plano, emergindo como protetora da caçula da família. Ao levá-la para a prestigiada Universidade de Shiz, Elphaba conquista a atenção de Madame Morrible (Michelle Yeoh), uma poderosa feiticeira e diretora da instituição que vê na garota um potencial inimaginável de magia. Ela, então, é admitida como uma das alunas da Universidade, sendo forçada a dividir quarto com a fútil e mimada Galinda (Grande).

A princípio nutrindo de um ódio mútuo, Elphaba e Galinda acabam se tornando melhor amigas com o passar do tempo e percebem que algo muito errado está se apoderando de Oz. Para além da ascensão do domínio humano, os animais, outrora professores, acadêmicos, cientistas e dotados das mesmas capacidades motoras que as outras pessoas, estão perdendo tais habilidades em uma artimanha que precisa ser descoberta. Elphaba, então, resolve viajar à Cidade das Esmeraldas, capital de Oz, ao lado de Galinda para descobrir o que está acontecendo e, com isso, salvar a todos. Mas as coisas não são tão fáceis como imaginou – e ela será obrigada a enfrentar artifícios mortais para conseguir o que deseja.

O longa-metragem fica a encargo do talentoso diretor Jon M. Chu, que já possui uma história significativa com ótimas adaptações. Afinal, em 2018, ele presenteou os fãs de comédias românticas com o ótimo ‘Podres de Ricos’, e encabeçou a releitura fílmica de ‘Em um Bairro de Nova York’ em 2021 – denotando um olho perspicaz e cauteloso em produções de grande calibre. Agora, Chu mergulha no primeiro blockbuster de sua carreira com um acerto aplaudível, garantindo que todos os elementos da amada peça original sejam transpostos com honrarias às telonas, conforme expande essa mitologia com incursões apaixonantes e envolventes. É notável o domínio de câmera do cineasta e a que forma com que conduz as vibrantes sequências musicais, sabendo dosar frenesis dançantes e momentos dramáticos e íntimos a fim de fornecer dinamismo à obra – e, é claro, homenageando seus predecessores.

Chu é auxiliado pelas mãos das roteiristas Dana Fox e Winnie Holzman, esta responsável pelo musical original ao lado de Stephen Schwartz. E, se os palcos permitiram que se criasse mágica, a transposição aos cinemas abriu espaço para revoluções dentro do próprio enredo como promessa de aceitação e de agradabilidade aos espectadores – sejam eles derradeiros fãs do gênero, do elenco ou apenas procurando por uma boa produção. Percebemos o carinho que esse trio possui com os protagonistas e coadjuvantes, assegurando que nos conectemos com cada um deles nas mais diversas maneiras e afastando-os das fórmulas maniqueístas de obras similares.

O cuidado estético estende-se a outros âmbitos do longa: a fotografia de Alice Brooks, que tornou-se alvo de críticas infundadas por uma dessaturação de cores proposital, arquiteta uma amálgama entre o fabulesco o real, a fantasia e a concretude, apostando fichas em uma mixórdia que puxa certos elementos do realismo mágico para tematizar conspirações políticas, segregações sociais e prospectos falsos à medida que são guiadas por feitiços, criaturas mágicas e aparatos tecnológicos. Myron Kerstein, responsável pela montagem, imprime oscilações de ritmo necessárias para que o projeto não se incline nem à exaustão, nem à monotonia – certificando-se de que as surpreendentes duas horas e quarenta minutos de tela passem em um piscar de olhos e nos fazendo ansiar pelo segundo capítulo dessa duologia.

Tudo culmina no trabalho admirável do elenco, com destaque, obviamente, às performances de Erivo e Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. Funcionando sozinhas e em conjunto (vide o ótimo número “Loathing”), a química das duas atrizes é tocante e invejável do começo ao fim – e não ficaria surpreso se ambas conquistassem indicações ao Oscar.

Enquanto Grande fornece um lado diferente de Galinda (ou Glinda, como ficaria conhecida na metade final da produção) e busca ineditismos que podem ser vistos em “Popular”, por exemplo, Erivo é responsável pela espetacular rendição final da primeira parte, lançando-se a uma catártica e operística performance de “Defying Gravity” que encanta até mesmo os mais céticos. É claro que elas não são as únicas a brilhar no filme: Yeoh traz uma pose caprichosa de clássicas antagonistas para dar vida a Madame Morrible; Jonathan Bailey diverte-se como o charmoso e despreocupado Fiyero, que vira aliado de Galinda e Elphaba; e Jeff Goldblum fornece uma remodelagem espetacular do Mágico de Oz, navegando por uma espécie de figura paterna, protetora e onisciente que, na verdade, não passa de um charlatão cobiçante por poder.

A primeira parte de Wicked é nada menos que uma obra-prima cinematográfica, sagrando-se um dos grandes títulos do ano e uma das melhores adaptações do século. Contando com um comprometimento louvável e emocionante de cada uma das partes envolvidas, a produção encontra sucesso em saber dosar os caprichos dos musicais a uma profundidade emocional condizente e aprazível.