O final dos anos 2000 e começo dos anos 2010 foi marcado por uma ascensão considerável de narrativas distópicas e pós-apocalípticas jovem-adultas, em que o mundo era remodelado através de uma visão pessimista e assustadoramente reflexiva em relação à nossa realidade. Podemos citar, por exemplo, a popularização de ‘Maze Runner’ ou ‘Divergente’ como sagas literárias que conquistaram o público e ajudaram a exponenciar esse subgênero – mas, sem sombra de dúvida, é ‘Jogos Vorazes’ quem detém a maior legião de fãs e que permanece como um estandarte político-social para a geração que cresceu com os livros.
Lançado em 2008 e chegando ao Brasil mais de um ano depois, o primeiro volume da série assinada por Suzanne Collins se consagrou como uma ótima obra que, em pouco tempo, ganhou adaptação para as telonas. A trama, ambientada no futuro, nos leva para o fictício país intitulado Panem (outrora conhecido como América do Norte), que ainda lida com as consequências de uma devastadora guerra civil que matou milhões de pessoas. Após o fim das sangrentas batalhas, o território ficou dividido entre a Capital e os Distritos, cuja tirânica dinâmica colocava estes como vassalos àquela e obrigados a escolher dois tributos, um de cada sexo, para participarem dos Jogos Vorazes – uma competição em que os jovens deveriam se enfrentar e se matar até restar apenas um -, como forma de reafirmarem sua subserviência e se expurgarem dos “pecados” que cometeram.
Dentro desse cosmos, acompanhamos Katniss Everdeen (eternizada por Jennifer Lawrence nos filmes), uma jovem do Distrito 12, o mais flagelado pela guerra e o mais empobrecido de todos, que se voluntaria como tributo dos Jogos após a irmã, Primrose (Willow Shields), ser sorteada como uma das participantes. Ao lado de Peeta Mellark (Josh Hutcherson), um antigo conhecido que também é selecionado como tributo, ela embarca em uma jornada derradeira em que nem tudo é o que parece ser – e ela pode ser um dos símbolos de uma transformação revolucionária que colocará o poder da Capital e de seu presidente, Coriolanus Snow (Donald Sutherland), em xeque.
Enquanto o romance original teve recepção sólida por parte dos especialistas, o filme nos chamou a atenção pela fidelidade à história e por conseguir traduzir de forma competente um universo que se tornaria um grande sucesso de crítica e de bilheteria – ora, não é surpresa que caminhamos para a releitura de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, que se passa décadas antes dos eventos protagonizados por Katniss. E, ao longo de quase duas horas e meia, o diretor Gary Ross captura com exímia a essência dos escritos de Collins e nos convida a uma intrigante e dilacerante aventura que nos desperta discussões importantes – fossem à época do lançamento, fossem agora.
São inúmeros os elementos que roubam a atenção – a começar pela sólida direção de Ross, que se une à autora para ficar responsável pelo roteiro. É notável como o realizador tem um apreço pela história e a conhece a fundo, reunindo-se com um grupo talentoso para nos vender o que se propõe. E claro que isso não seria possível sem o talento inato de Lawrence como a personagem titular, dominando cada uma das cenas e conquistando inúmeras indicações e prêmios por sua interpretação – afinal, ela mergulha na construção de Katniss sem deixar de lado certas incursões que oferecem mais profundidade a ela. E, acompanhando-a de perto, temos interpretações incríveis de Woody Harrelson como Haymitch Abernathy, mentor de Katniss e Peeta; Elizabeth Banks como Effie Trinket, escolta dos dois tributos que, pouco a pouco, se transforma em uma amiga importante (ainda mais tendo informações muito importantes de dentro da estruturas da Capital); Sutherland em uma de suas atuações mais memoráveis e vilanescas como o Presidente Snow; Hutcherson em uma empática e comovente performance como Peeta; Stanley Tucci e Lenny Kravitz como os coadjuvantes Caesar Flickerman, apresentador dos jogos, e Cinna, estilista que fica responsável por causar um impacto significativo na relação entre os patrocinadores e Katniss; e vários outros.
Mesmo com problemas óbvios de ritmo e de estruturação, os pontos positivos têm mais força. Para além das já mencionadas atuações, a composição sonora é on point e inclusive conta com uma belíssima faixa assinada por Taylor Swift e The Civil Wars, “Safe & Sound”; a composição cênica e fotográfica aposta fichas em uma certa construção documentária que fornece mais realismo ao universo criado – aliadas a uma direção de arte que oscila entre as calamidades da guerra para os Distritos e a superficialidade ególatra e hedonista da Capital; o roteiro, apesar de se valer de fórmulas, emerge como um ponto imprescindível para uma história de origem que é explorada em todo seu potencial.
‘Jogos Vorazes’ marcou uma geração inteira e, anos depois do lançamento do livro e do longa, continua como um ótimo início de uma ótima franquia que merece ser revisitada pelas reflexões promovidas e por um frescor audiovisual e literário que influenciaria inúmeras produções posteriores.
A produção de ‘Deadpool 3‘ está se desenvolvendo aos poucos após o fim da greve dos atores, e o elenco está recuperando a forma atlética para retornar a qualquer momento.
Em seu perfil do Twitter, Hugh Jackaman, que reprisa seu papel como Wolverine, compartilhou o vídeo de um intenso treino para manter o corpo bem definido.
A ansiedade pelo retorno de Jackmana surpresa ficou ainda maior quando foi revelado que Jackman usaria o famoso traje amarelo e azul do herói mutante.
O diretor do filme, Shawn Levy, compartilhou detalhes sobre como a ideia do traje clássico surgiu durante uma reunião com Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios.
“Quando contamos a Kevin Feige que Jackman queria participar do filme, uma das primeiras coisas que ele disse foi: ‘Okay, mas vamos colocá-lo no traje amarelo e azul’. E então, quando me aproximei de Hugh com essa ideia, ele disse, ‘P*rra, sim!'”, revelou Levy em uma entrevista para o Jake’s Takes.
Anteriormente, ele disse ao podcast Happy Sad Confused que a sequência vai honrar o legado da franquia.
“Ao contrário da crença popular, ‘Deadpool 3’ tem tanto coração, emoção e ousadia quanto os outros filmes. Vou dizer o seguinte: até mais [violência e humor ácido] do que você pensa. Estou tão cauteloso… Mas uma coisa em que Ryan e eu estávamos realmente recíprocos era querer tornar ‘Deadpool 3’ semelhante, consistente e contínuo com o DNA da franquia, mas evoluindo o nível neste terceiro filme.”
Levy explicou que a evolução foi um desafio fácil de enfrentar – uma vez que eles definiram um detalhe importante da história:
“Assim que soubemos que seria um filme do Wolverine junto com o Deadpool, meu Deus! Que presente para qualquer contador de histórias. Porque você não tem apenas dois atores icônicos interpretando seus papéis mais icônicos, mas também dois personagens cuja dinâmica já é notoriamente tensa. E sempre que você estiver lidando com personagens que partem de um lugar de profunda antipatia, conflito e diferença entre eles, bem… Você sabe o que esperar. Deadpool não fecha a boca, e o homem rude e lacônico de poucas palavras [Wolverine] trazem uma ótima fórmula para contar histórias. E, no final das contas, o filme tem muito mais sobre caráter, profundidade e emoção do que o público espera.”
Lembrando que a aguardada sequência do Mercenário Tagarela foi adiada por tempo indeterminado devido à greve de atores em Hollywood.
Mesmo que a greve termine nas próximas semanas, o filme não terá condições de ser lançado na data inicialmente planejada, que era 3 de maio de 2024. Uma nova data de lançamento será anunciada em breve.
Ainda segundo o site, há uma grande chance de que ‘Capitão América 4′ seja adiantado para ocupar a data que originalmente pertencia a ‘Deadpool 3‘, já que o filme terminou as gravações e está em fase de pós-produção.
Embora os detalhes da trama do filme sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Deadpool causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).
O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.
Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.
O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.
Há alguns meses, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, revelou que o roteiro preliminar de ‘Homem-Aranha 4‘ já está pronto.
Obviamente, o cineasta não quis dar detalhes sobre a trama, mas o insiderDaniel Richtman revelou diversos detalhes intrigantes da sequência no Patreon, plataforma de compartilhamento de documentos.
Segundo ele, ‘Homem-Aranha 4‘ deve finalmente abrir o caminho para uma potencial fusão do Aranhaverso da Sony com o MCU.
O que não sabemos é se isso significa que Peter está indo para o mesmo mundo que ‘Venom‘, ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘ ou se esses personagens estão sendo puxados para a Terra-616 a tempo de ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.
Com isso em mente, é provável que tenhamos o ‘Homem-Aranha 4‘, uma aparição de Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield nos próximos filmes dos ‘Vingadores‘, e então ele volta para a Sony enquantoKevin Feige muda o foco para o X-Men e Quarteto Fantástico.
De acordo com suas fontes, a trama do quarto filme deve começar mais ‘pé no chão’, com Peter Parker (Tom Holland) atuando como o amigão da vizinhança, até descobrir que a origem da criminalidade que enfrenta vem do Rei do Crime, vivido por Vincent D’Onofrio.
Não foi mencionado se D’Onofrio terá um papel de destaque na sequência ou se fará apenas uma participação especial.
Também foi dito que as gravações devem ser iniciadas no fim de 2024.
Além de Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ, e a direção fica por conta deJon Watts, responsável pela trilogia do herói no MCU.
Apesar de não haver como confirmar as informações, Richtman construiu uma enorme credibilidade ao revelar furos de bastidores da Marvel que se provaram verdadeiros ao longo dos últimos anos.
A estreia deve acontecer em 2025.
Se a data se confirmar, o filme fará parte da Fase 5 do MCU – que terá filmes como ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial‘ e ‘Deadpool 3‘.
Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, filme mais recente do teioso, arrecadou US$ 1,916 bilhão nas bilheterias e está disponível no HBO Max.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘Uncharted – Fora do Mapa‘, Holland revelou que vai filmar uma série de TV roteirizada pelo Akiva Goldsman para a Apple – intitulada ‘Crowded Room‘ – e depois vai “dar um tempo na carreira” antes de voltar para ‘Homem-Aranha 4‘.
Já em exibição nos cinemas, ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ recebeu apenas 60% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, e também não está fazendo o esperado sucesso entre o público.
Através do Twitter, o CinemaScore divulgou que a adaptação recebeu nota B+, uma nota abaixo do esperado, sendo a menor da franquia.
Os filmes anteriores, estrelados por Jennifer Lawrence e registraram notas A+, A ou A-.
Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.
A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.
De acordo com Deadline, o mais recente spin-off da franquia ‘Jogos Vorazes’ alcançou uma bilheteria inicial de US$ 5,75 milhões durante as pré-estreias de quinta-feira.
Embora esses números não sejam oficiais do estúdio e possamos ver resultados diferentes no futuro, eles indicam uma abertura muito próxima à de ‘As Marvel’, já que o filme das heroínas da Disney começou com US$6.6 milhões.
Observa-se que o filme do Universo Cinematográfico da Marvel custou o dobro do valor dos prequels de ‘Jogos Vorazes’: ‘As Marvels’ (US$ 200 milhões) e ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (US$ 100 milhões). Além disso, a Lionsgate, que não possui um bom histórico com blockbusters, sempre cobre seu risco em um grande título com a maior parte das vendas no exterior.
A previsão é de ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ arrecadar US$ 50 milhões nos EUA e US$ 50 milhões mercado internacional para uma estreia mundial de cerca de US$ 100 milhões. O filme original estreou com US$ 152 milhões em 2012, seguido por ‘Em Chamas‘ de 2013 (US$ 158 milhões), ‘A Esperança – Parte 1‘ de 2014 (US$ 121 milhões) e ‘A Esperança – O Final‘ de 2015 (US$ 102 milhões).
‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ obteve uma classificação de 60% pela crítica especializada no Rotten Tomatoes, sendo a menor pontuação da franquia. No entanto, conquistou uma aprovação de 91% do público.
‘Deadpool 3‘ vai recomeçar suas filmagens em breve, eHugh Jackman continua treinando para estar fisicamente preparado voltar a gravar suas cenas como o Wolverine.
O ator compartilhou um vídeo treinando com a legenda:
A Disney adiou todos os filmes da Marvel, e só lançará ‘Deadpool 3‘ no próximo ano.
O filme do anti-herói foi adiado para 26 de julho de 2024. O filme estava anteriormente datado para ser lançado em 3 de maio de 2024, antes da greve dos atores.
O estúdio adiou ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ de 26 de julho para 14 de fevereiro de 2025; já ‘Thunderbolts‘ foram adiados de 20 de dezembro de 2024 para 25 de julho de 2025.
‘Blade‘ foi adiado de 14 de fevereiro de 2025, por nove meses, para 7 de novembro de 2025.
Embora os detalhes da trama de ‘Deadpool 3‘ sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Deadpool causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).
O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.
Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.
O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.
As Marvels chegou aos cinemas do mundo e caminha para ser um dos maiores fracassos de todo o Universo Cinematográfico Marvel, podendo até mesmo superar o discutível O Incrível Hulk (2008), que detém a pior bilheteria do MCU até hoje, tendo arrecadado apenas 264 milhões de dólares. Inicialmente, esse valor baixíssimo para um filme de filme de super-heróis parecia ser insuperável. Afinal, a Marvel havia chegado a um ponto de credibilidade que, para muitos, bastava colocar o selo da empresa em qualquer produção para que o filme virasse um ‘produto’ vendável. No entanto, os números de arrecadação do primeiro fim de semana de As Marvels deve ter ligado um alerta nos executivos. Isso porque, com aproximadamente 47 milhões de dólares arrecadados em seu primeiro final de semana nos EUA, o filme conseguiu fazer menos dinheiro na estreia que o filme do Hulk, que virou seu primeiro fim de semana, na época, com pouco mais de US$ 55 milhões.
15 anos depois, o ‘fantasma do fracasso’ de ‘O Incrível Hulk’ pode ser exorcizado com novo fracasso da Marvel nos cinemas
E a situação de As Marvels é realmente preocupante para o estúdio, porque o longa arrecadou, até segunda-feira (13), pouco mais de US$ 111 milhões mundialmente. Aproximadamente a metade do valor de custo do filme. Segundo projeções do Collider, o valor mínimo de bilheteria que As Marvels precisa fazer para não dar prejuízo é algo em torno de 440 milhões de dólares. Parece muito pouco provável, ainda mais agora com a estreia de Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, que promete dominar o interesse do público jovem/ adulto nas próximas semanas.
Mas o que está por trás desse fracasso retumbante da Marvel Studios?
Desde o primeiro filme, em um movimento assustador de parte dos fãs, ocorre um boicote injustificável na franquia. Na época da promoção deCapitã Marvel (2019), entrevistas fora de contexto da atriz Brie Larson, afirmando que sua personagem era a ‘Vingadora mais forte’ – algo confirmado nos quadrinhos desde 2012, quando Carol Danvers assumiu o manto de Capitã Marvel, foram disseminadas em fóruns on-line, causando a ira de um grupo de fãs. E por mais bizarro que seja ver adultos revoltados por falarem que há outro super-herói mais forte que o seu favorito, isso realmente aconteceu. O resultado foi uma chuva de comentários preconceituosos nas redes sociais da Brie Larson, que se afastou delas por um tempo.
Além disso, começou uma chuva de ódio tenebrosa porque sua personagem “não sorria”. Aqui no Brasil, essa crítica pode não parecer tão estranha assim, porque remonta a um tipo de assédio diferente. Nos EUA, é quase como uma ‘cantada de pedreiro’ pedir para um mulher sorrir para os caras, como se elas devessem estar felizes por estarem sendo incomodadas. Isso rendeu até mesmo uma piada desconfortável em Barbie (2023). É difícil achar um equivalente nacional, mas seria algo como reclamar de uma mulher que achou ruim ser chamada de ‘gostosa’ na rua. Por isso, esse incômodo com a personagem não ficar de gracinha nem “sorrindo pra todos” é tão idiota. Ainda mais quando se lê as HQs, porque Carol é uma militar marrenta, extremamente poderosa e com problemas de alcoolismo. É óbvio que ela não vai sair por aí sorrindo e fazendo palhaçada que nem estrela de série adolescente do Disney Channel.
O mais interessante disso tudo, porém, é que mesmo com o boicote dessa pequena parte de supostos fãs, o filme foi um sucesso comercial enorme. A bilheteria final fez mais de 1.1 bilhão de dólares, fazendo dela a oitava maior arrecadação de todo o MCU. Obviamente, o longa se aproveitou do gancho de ter saído entre Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019). Mas atribuir o sucesso a isso é fechar os olhos para os números. Afinal, Homem-Formiga e a Vespa (2018), que vinha do bem-sucedidoHomem-Formiga (2015), também foi lançado nesse intervalo e passou muito longe de superar a marca do bilhão.
Sem contar que costuma existir um padrão em bilheterias de grandes franquias. Normalmente, o sucesso de um filme de franquia é um dos fatores que reflete diretamente no longa seguinte. Então, era esperado que o segundo filme do Homem-Formiga recebesse um boost pelo sucesso de Guerra Infinita, que foi um sucesso de público e crítica. Por outro lado, a recepção morna de Homem-Formiga e a Vespa deveria impactar negativamente emCapitã Marvel, mas isso não ocorreu. O ponto é que reduzir o valor do primeiro capítulo da história de Carol Danvers a filmes alheios é uma pós-verdade. Um discurso vazio que tenta inconscientemente legitimar alguns papos errados.
Isso posto, As Marvels surge em um momento delicado não apenas para a empresa, mas para todos os estúdios que apostam em filmes estrelados por super-heróis. Após 15 anos dominando as críticas e o público, esse subgênero começou a dar seus sinais de desgaste. Nos últimos três anos, ainda havia a justificativa da pandemia ter fechado os cinemas do mundo para tentar explicar as baixas bilheterias, só que agora não tem mais SARS–CoV-2 se proliferando a níveis alarmantes para usar como desculpa para pouca arrecadação. Agora é incompetência.
E o estúdio lançar um filme que tenha desempenho ainda pior que longas lançados no meio da pandemia, quando as pessoas literalmente colocavam suas vidas em risco ao sair de casa pra ver um boneco de CGI pulando em tela, é um vexame. Não tem outra palavra que defina melhor. É um erro de planejamento terrível do estúdio que começou a bombardear o público com um caminhão de produções que em vez de ajudar a atrair o interesse do povo, só afastou a galera de um mundo em expansão.
Cansaço dos filmes de super-heróis?
Há quem atribua o fracasso de As Marvels à ‘fadiga dos super-heróis’. Mas vale ressaltar que esse papo circula no meio do cinema desde 2013. Na época, era dito que o público se cansaria dos heróis depois de Os Vingadores (2012), porque nada superaria aquela experiência e tudo que viesse depois não faria sentido, já que os heróis agora se conheciam e poderiam chamar os outros para ajudar. E no ano seguinte, o fracasso de crítica de Homem de Ferro 3 e Thor: O Mundo Sombrio acendeu essa história de ‘fadiga’ para tentar legitimar o discurso daqueles que não gostavam desse tipo de produção. Vale dizer que a terceira aventura de Tony Stark também fez mais de um bilhão de dólares em bilheteria, refletindo também o sucesso de Vingadores, mas principalmente pelo interesse do público no personagem.
Entretanto, esse papinho de cansaço foi pelo ralo no ano seguinte. Com duas produções que figuram entre as favoritas dos fãs até hoje, Capitão América: O Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia, o MCU ‘voltou’ com força total, trazendo o núcleo espacial para as telas e mostrando que as pessoas estavam cansadas de filmes ruins, não de super-heróis.
E com o fim da chamada Saga do Infinito, essa teoria vem sendo posta à prova a cada novo filme. Nos últimos anos, apenas os longas com qualidade inquestionável vêm se destacando. O diferente chama atenção do povo e nesse meio, a originalidade é o maior diferencial. Não à toa, apenas dois filmes com super-heróis realmente se destacaram em 2023. Neste ano, o público foi exposto a Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, Shazam! Fúria dos Deuses, Guardiões da Galáxia Vol.3, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, The Flash, Besouro AzuleAs Marvels. E ainda falta Aquaman e o Reino Perdido.
Desses, até o momento, apenas Guardiões e Aranhaverso foram unanimidades. Com tramas centradas em seus próprios núcleos, os longas trouxeram boas histórias, personagens carismáticos, estéticas próprias e perpassaram o carinho de seus realizadores para o público. Por outro lado, até mesmo filmes que passam longe da ruindade, como Besouro Azul – que é divertidíssimo, não foram bem por se apoiarem em fatores genéricos, seja a estética, o roteiro e afins. O público quer um pouco mais de ousadia, porque se tem algo que esses anos de lockdown mostraram é que tempo é valioso e não dá pra desperdiçá-lo em mais do mesmo. E por mais que não tenha achado As Marvels um filme ruim, é inegável que ele é genérico. Uma aventura bobinha com cara de ‘Fase Um’, que você assiste, dá umas risadas e esquece dois dias depois. É algo que não cabe mais. Essa sensação de ver uma obra descartável não tem mais espaço.
Luz no fim do túnel?
E muito desse fracasso se dá pelo planejamento tenebroso da ‘Fase Quatro’ da Marvel nos cinemas. Nas três fases anteriores, os filmes respondiam a uma luz no fim do túnel. Na ‘Fase Um’, essa luz era a formação dos Vingadores. Então, o público comprava a ideia até mesmo de filmes horrorosos (sim, estou falando de você, Thor) por saber que ele traria elementos e poderia somar a experiência de ver os heróis se unindo em tela. Nas Fases Dois e Três, a tal luz era a chegada de Thanos (Josh Brolin). Num plano ainda mais ousado, a Marvel trouxe esse amontoado de heróis aparecendo e interagindo brevemente com a promessa de um grande encontro que ‘compensaria’ o público ao fim de tudo.
E qual a ‘Luz no fim do túnel’ da ‘Fase Quatro’? Não teve. Com filmes isolados e a chegada das séries, não houve um grande evento que agrupasse a galera nova que chegou ao MCU. Na verdade, a introdução do Multiverso acabou criando um evento no meio da tal Fase Quatro, que foi Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021). O filme foi um sucesso de público e crítica, mas veio no meio da fase. Assim, tudo que veio depois não chegou nem perto de fazer o mesmo barulho. Ficou aquele clima de fim de festa.
Para complicar ainda mais a situação, a Marvel decidiu não repetir o erro, mas tentar erros novos. Na ‘Fase Cinco’, o grande vilão, a ‘luz no fim do túnel’, seria Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), a ameaça dos próximos dois filmes dos Vingadores. Após uma breve introdução na série Loki (2021), a variante mais famosa do malfeitor foi anunciada como o antagonista do terceiro filme doHomem-Formiga, abrindo a ‘Fase Cinco’… Com todo o respeito ao herói diminuto, mas o estúdio colocar o malvadão da vez para apanhar de um bando de formiguinhas em um filme pavoroso, abrindo a nova fase foi injustificável.
Vamos supor que numa realidade alternativa Quantumania foi um sucesso. Como a Marvel planejava manter o interesse do público na trama de Kang lançando mais dois filmes que sequer fizeram menção a ele depois? Isso reflete a falta de direcionamento que marcou essas duas últimas fases. A impressão é que o estúdio atirou para todos os lados, enquanto torcia para que algum deles acertasse o alvo. Seria mais justo se eles anunciassem que o grande vilão dessa nova ‘era’ é o Multiverso. Dessa forma, talvez o público se interessasse mais, já que é a única coisa comum a 80% das produções atuais, incluindo o final de As Marvels. Porém, venderam a imagem de Kang e trabalharam o personagem de forma porca. E ainda se complicaram porque o ator que o interpreta se envolveu em uma polêmica ainda não resolvida que certamente está fazendo o Kevin Feige arrancar os poucos cabelos que restam embaixo do boné.
Por fim, As Marvels é o reflexo do grande tiro no pé da Marvel pós-Saga do Infinito. É possível que agora haja mesmo um certo tipo de cansaço do público, que não consome mais qualquer coisa que seja lançada com o selo daMarvel ou daDC. E muito disso vem de uma superexposição que realmente desanimou e afastou o público dessas produções: as séries do Disney+. Por mais que o filme explique brevemente as histórias de Kamala Khan (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris), as duas foram introduzidas em seriados feitos para o streaming. Uma em Ms. Marvel e a outra em WandaVision.
Apenas na Fase Quatro, foram lançadas nove séries e sete filmes. Em nível de comparação, as Fases Um e Dois tiveram seis filmes, cada. A Fase Três teve 11 filmes. Em apenas uma fase, a Marvel lançou uma porção de seriados, lançados praticamente de forma trimestral, bombardeando o público com vários conteúdos que não se comunicam e parecem não se entender como produção, já que a maioria das séries foi construída como filmes de seis horas, e foram picotando as partes para formar episódios. Com isso, o próprio estúdio quebrou a aura de “evento” de suas produções. Quando saía um filme da Marvel nos cinemas, o público organizava sua agenda para conferir o ‘próximo sucesso Marvel’. Com uma série saindo atrás da outra, o selo foi banalizado. E isso é tão nítido que até mesmo funcionários da Marvel assumiram estarem perdidos. O time de roteiro deDoutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022) confessou que não sabia como era o final de WandaVision quando escreveram a sequência do Mago Supremo. O resultado foi a repetição do arco de luto da Feiticeira Escarlate(Elizabeth Olsen), concluído no fim da série, sendo corrompido no filme.
Em As Marvels, enfim acontece a união das séries e filmes, mas chega em um momento em que boa parte do público fiel largou os seriados de mão. E mesmo que algumas produções muito boas estejam chegando, como a segunda temporada de Loki, a galera perdeu a vontade de acompanhar. E partindo desse preceito que as séries viraram algo muito de nicho, é difícil de promover o interesse do grande público acerca de personagens que não chegaram ao povo. Não é absurdo dizer que a Disney criou seu próprio demônio, e agora não está conseguindo lidar bem com ele. Um sinal de que isso realmente chegou aos executivos é o número de produções que serão lançadas ano que vem. Há algumas séries que chegarão ao streaming, mantendo o nicho fiel, mas seus lançamentos no cinema, mirando o grande público, foram praticamente todos atrasados, deixando apenas Deadpool 3, que tem ares de filme evento, para dar um gostinho do que esperar dos próximos lançamentos. Mais do que deixar o espectador descansar, a Marvel vai tentar fazer com que ele sinta falta dos filmes.
Obviamente, falar do fracasso de As Marvels recai também sobre a Greve da SAG-AFTRA de 2023, a Greve dos Atores de Hollywood. Reivindicando direitos mais do que justos, atores, roteiristas e diretores combinaram de não gravar ou promover filmes e séries até que suas demandas fossem atendidas. Ou seja, não houve coletivas ou junkets para divulgar As Marvels. Mas isso é apenas um dos fatores. Também é meio absurdo atribuir o fracasso do filme ao machismo, já que Capitã Marvel também sofreu uma onda de ódio completamente desproporcional e foi um sucesso. Atribuir o fracasso a um grupo tão pequeno e irrelevante assim é dar a eles uma vitória que nunca tiveram, vide também o fenômeno Barbie. O fracasso de As Marvels é recai todo sobre a própria Marvel, que perdeu a mão e num golpe ambicioso até demais deu um passo maior que a perna, subestimando seu público, desgastando a própria marca e transformando seu elogiadíssimo planejamento em um grande saco de gatos. Uma pena.
De acordo com o Comic Book, ‘O Exorcista: O Devoto‘ estará disponível no catálogo da Peacock no dia 1º de dezembro.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia nas plataformas de streaming aqui o Brasil.
Infelizmente, o longa registrou apenas US$ 133 milhões nas bilheterias mundiais, uma quantia bem distante do filme original, que acumulou US$ 441,3 milhões a partir de um orçamento de apenas US$ 12 milhões.
Apesar da sequência ter um orçamento relativamente baixo de US$ 30 milhões, a Universal Pictures ainda pode levar prejuízo, já que desembolsou US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia – e o seu retorno financeiro dependerá o desempenho das futuras sequências.
Infelizmente, a recepção negativa de ‘O Exorcista: O Devoto‘ pode colocar em risco o futuro da saga. Além de ter sido detonada pelos críticos – com apenas 22% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, a produção também não parece ter agradado o público.
O terror recebeu uma nota C dos espectadores no CinemaScore – que é uma avaliação preocupantemente baixa até mesmo para o gênero.
Confira nossa crítica:
Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.
O Disney+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da aclamada animação ‘What If…?’.
Após o trailer, o ator Atandwa Kani confirmou que está participando da série e fazendo a voz de T’Chaka. Ele interpretou a versão mais jovem do personagem nos flashbacks de ‘Pantera Negra‘, de 2018.
“Caramba!! Sou eu!! Essa é a minha voz!! REI T’CHAKA!!!”, ele postou.
Anteriormente, o CanWeGetSomeToast revelou que os títulos dos próximos nove episódios já foram divulgados e prometem aventuras que os fãs jamais imaginariam em torno das diferentes realidades alternativas do multiverso da Marvel.
Confira:
Episódio 2×01: ‘E se… ‘Nebulosa se juntasse à Tropa Nova?’ Episódio 2×02: E se… ‘Peter Quill atacasse os heróis mais poderosos da Terra?’ Episódio 2×03: E se… ‘Kahhori remodelasse o mundo?’ Episódio 2×04: E se… ‘Hela encontrasse os Dez Anéis?’ Episódio 2×05: E se… ‘O Homem de Ferro colidisse com o Grão-Mestre?’ Episódio 2×06: E se… ‘Happy Hogan salvasse o Natal?’ Episódio 2×08: E se… ‘Capitã Carter lutasse contra Hydra Stomper?’ Episódio 2×09: E se… ‘Os Vingadores se reunissem em 1602?’ Episódio 2×10: E se… ‘O Doutor Estranho Supremo tivesse intervindo?’
The actual episode titles for #WhatIf Season 2 (release order subject to change):
• Episode 201: What If… Nebula Joined the Nova Corps?
• Episode 202: What If… Peter Quill Attacked Earth’s Mightiest Heroes?
• Episode 203: What If… Kahhori Reshaped the World?
Considerando a narrativa criativa da animação, tudo pode acontecer, já que a 1ª temporada trouxe perspectivas completamente diferentes sobre os principais personagens do MCU através de suas versões alternativas do Multiverso…
Ao longo dos episódios, vimos Peggy Carter tomando o soro do Super-Soldado no lugar de Steve Rogers, Killmonger como um dos guarda-costas de Tony Stark, e Hank Pym como um perigoso assassino atrás dos membros dos Vingadores.
E parece que a 2ª temporada vai apresentar tramas ainda mais loucas.
Anteriormente, o produtor BryanAndrews conversou com o Deadline sobre o que o público pode esperar dos próximos episódios, ao que ele respondeu:
“Obviamente, você pode esperar histórias mais originais e que lentamente se desenvolvem para um terreno mais selvagem. Na 1ª temporada, Kevin queria manter a história um pouco mais próxima do que foi estabelecido nos filmes, com uma coisa ou outra diferente, mas ainda ressoando a trama dos filmes. Isso não acontece com frequência na 2ª temporada.”
Como já foram lançados muitos filmes entre as fases 3 e 4 do MCU, Andrews disse ainda que as possibilidades para brincar com ideias alternativas são infinitas.
“Há muito mais filmes para explorar e coisas para pegar inspiração, então não precisamos ter apenas um pequeno momento. Podemos expandir e as coisas podem ficar um pouco mais malucas. Nós aumentamos o nível de loucura na 2ª temporada e a 3ª promete muito mais. Agora temos personagens com os quais não tivemos a chance de trabalhar antes, e será divertido ver como eles serão apresentados aos favoritos do público. Mal posso esperar para que os fãs assistam.”
Lembrando que ‘What If…?‘ já foi renovada para a 3ª temporada.
‘What Happens Later‘, longa em que marca o retorno de Meg Ryan (‘Cidade dos Anjos’) aos cinemas após anos afastada, fracassou nas bilheterias.
O filme arrecadou apenas US$ 603 mil em 1.492 cinemas em seu primeiro dia e terminou o fim de semana com US$ 1,6 milhão, terminando em nono lugar nas bilheterias em sua estreia.
No filme, ela e David Duchovny (‘Arquivo X’) vivem um casal de ex-namorados que ficam presos em um aeroporto durante uma repentina tempestade de neve.
Dirigido pela própria Ryan, o longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Confira o trailer e a sinopse oficial:
“Dois ex-amantes, Bill (David Duchovny) e Willa (Meg Ryan) ficam presos em um aeroporto regional durante a noite. Atrasados indefinidamente, Willa, uma pensadora criativa, e Bill, um pensador catastrófico, encontram-se tão atraídos e irritados um pelo outro quanto décadas antes. Mas, à medida que desvendam o enigma do seu passado mútuo e comparam as suas vidas com os sonhos que outrora partilharam, começam a questionar se o seu reencontro é mera coincidência ou algo mais encantado.”
David Tennant deu vida ao 10º Doutor na aclamada série sci-fi ‘Doctor Who‘, e agora o astro retorna à franquia como o 14º Doutor, que será um dos protagonistas do especial de 60 anos da atração.
Antes disso, o astro estreou como o novo personagem em um curta para o especial Children in Need de 2023 da BBC.
“Retornar a este universo foi como receber um lindo presente”, disse Tennant em uma entrevista no início deste ano (via Comic Book). “Foi alegre, foi muito divertido. Foi uma época muito feliz e alegre há 15 anos, e voltar a isso poderia ter sido, bem, quem sabe? Poderia ter sido estranho, poderia ter sido difícil, eu poderia não ter conseguido correr tão rápido. Mas nos divertimos muito. Russell T. Davies está de volta comandando o show, parecia que nunca tínhamos nos separado.”
Confira o curta:
Por falar em Davies, o cineasta teceu elogios ao ator Neil Patrick Harris, que interpretará o clássico vilão Toymaker no tão aguardado especial de 60 anos da icônica série de ficção científica.
Em uma entrevista à Total Film, Davies compartilhou sua admiração pelo trabalho de Harris e a importância de encontrar um ator à altura do Doutor vivido por David Tennant.
“Você precisa de um ator extraordinário que se compare a David no auge de seus poderes”, declarou Davies.
Ele enfatizou a complexidade de se juntar a uma produção tão estabelecida, especialmente quando se trata do universo do Doutor:
“Tenha em mente que esta é a TARDIS de David [Tennant], seu Doutor, seu nome nos créditos. Não é fácil para atores convidados entrarem nisso. Você precisa desse tamanho, precisa dessa experiência, precisa dessa habilidade para se igualar a ele, caso contrário, você corre o risco de o Doutor dançar sapateado ao seu redor. É isso que Neil traz… um vasto desempenho que é apropriadamente aterrorizante.”
O primeiro dos três episódios especiais será intitulado ‘The Star Beast‘, e estará disponível no catálogo do Disney+ em 25 de novembro.
Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.
A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harriscomo um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.
Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.
Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.
A comédia é um dos gêneros mais populares do cinema e pode ser feita dentro de diferentes espectros. É possível ver comédia no terror, na ação, na aventura e afins. No entanto, a lista de hoje traz filmes pensados 100% na comédia, que eventualmente podem trazer pinceladas de outros gêneros, mas que querem te fazer rir.
E para facilitar na hora de encontrar esses filmes, escolhemos longas que estão disponíveis no HBO Max. Dessa forma, basta digitar o nome lá e assistir, sem precisar ficar zapeando por esse mundão de streamings que estão por aí. Confira!
Uma das melhores comédias de 2023, Que Horas Eu Te Pego? é uma subversão dos filmes adolescentes de baile dos anos 80. Naquela época, era muito comum ver os longas com meninos fazendo de tudo para conquistar a garota amada antes do baile de formatura. No entanto, neste filme, um adolescente 100% lerdão começa a preocupar os pais, porque ele vai se formar em algumas semanas e nunca namorou. Temendo que isso possa afetar sua autoestima e confiança, os pais contratam uma mulher para dar em cima do garoto e tentar namorá-lo. O problema é que o moleque é fofo, mas inamorável. Assim, Jennifer Lawrence embarca nessa missão quase impossível de mostrar para o garoto que a vida é bem mais que seus videogames e cachorrinhos.
Depois de uma comédia sacana, vamos equilibrar as dicas com essa comédia para toda a família. Clássico das sessões de TV aberta, A Creche do Papai é um dos últimos trabalhos genuinamente bons de Eddie Murphy nos anos 2000. Na trama, o humorista interpreta um publicitário que é demitido de surpresa. Com a falta de vagas de trabalho e com a dificuldade de encontrar uma boa creche para seu filho, ele decide juntar as duas necessidades e criar a Creche do Papai. Só que as coisas não são tão fáceis quanto ele espera, porque existe um preconceito de homens cuidando de crianças pequenas e a molecada que chega é 100% virada na Jiraya. Humor bobinho, simples e extremamente eficiente no que se propõe.
As confusões de Phil, Stu e Allan foram sinônimo de comédia para um público considerável na década passada. Tudo começa na despedida de solteiro de Doug, o amigo em comum ao trio, que vai para Las Vegas e acaba se perdendo do grupo em uma noitada da qual nenhum deles se lembra. A partir daí, o trio se mete em confusões pela cidade, pela Tailândia e até mesmo com a máfia internacional. Os dois primeiros são espetaculares, enquanto o terceiro é bem ruim, mas tem seus momentos. Quem quiser fechar o fim de semana com uma maratona que é garantia de risada e muito humor quinta série, a trilogia Se Beber, Não Case! é a pedida certa.
Tom Hanks é considerado um dos atores mais queridos e simpáticos de Hollywood, então escalá-lo para o papel de vizinho ranzinza que reclama de tudo e todos após perder sua esposa. E as coisas parecem piorar quando a nova vizinha, de personalidade completamente oposta a dele, se muda para a casa ao lado. Só que uma situação acaba colocando eles juntos, criando uma bela amizade nessa comédia dramática forte. O filme acabou recebendo um certo hate por ser o remake americano do sueco Um Homem Chamado Ove, que concorreu ao Oscar em 2017.
Marte Ataca!
Encerrando a lista, temos o filme mais excêntrico de toda a carreira do ridiculamente excêntrico Tim Burton. Acompanhado pelo elenco mais estrelado do século XX, esse filme é uma paródia das grades produções de invasões alienígenas, mas com os ETs sendo uns grandes sacanas desalmados. O longa mistura terror com doses cavalares de humor politicamente incorreto, criando situações bizarríssimas e memoráveis. É um clássico alternativo que mostra as diferentes reações do mundo a uma invasão de aliens, enquanto Burton se supera nas esquisitices retratadas em cena.
Na última semana, a segunda temporada de Loki chegou ao fim como uma grata surpresa. A cada novo episódio, a trama se tornava ainda mais interessante e prendia o público em uma gostosa sensação de não saber o que esperar da próxima semana. Desde que anunciaram a entrada do Multiverso no MCU, era justamente isso o que o público queria: ser surpreendido pelas possibilidades infinitas dessa ferramenta geralmente utilizada como um reset nos quadrinhos. E após uma primeira temporada decepcionante, ver como as mudanças no roteiro impactaram diretamente na qualidade do show, já serviu para descartar de vez aquele papo de que o problema estava nos personagens. Alguns diziam que o Loki já estava desgastado e que não havia mais o que fazer com ele. Então, Eric Martin, que já havia escrito os melhores episódios da primeira temporada, assumiu os roteiros para criar uma trama mais coesa, dando prioridade a interação entre seu elenco fantástico.
E trabalhar melhor o desenvolvimento de personagens tão misteriosos foi o que deu o charme da temporada. Tom Hiddleston (Loki) e Owen Wilson (Mobius) roubam a cena em uma das duplas de maior carisma de todo o Universo Cinematográfico Marvel, porque seus personagens enfim se entendem amigos e não apenas colegas de trabalho, passando por momentos simples em meio ao caos. É complicado dizer que há momentos em que vemos a desconstrução de Mobius, porque o trabalho de construção de personagem foi tão fraco na primeira temporada que ele sequer chegou a ter algum desenvolvimento. Aqui, questões pertinentes a ser uma pessoa de outra realidade foram integradas de forma coesa à trama e aos personagens.
Da mesma forma, o principal mérito dessa temporada é o senso de urgência. Por mais que eles andem por diversas linhas do tempo, agora efetivamente existe uma ameaça chegando. Loki sabe que não importa o quanto eles possam moldar o tempo, ainda assim não será tempo o bastante para impedir o fim de tudo. Isso impõe a ele, o grande catalisador do show, um ritmo frenético de não poder parar enquanto não resolver o problema. E por mais estranho que possa parecer, o Deus da Trapaça assume esse protagonismo heroico ao compreender que seu destino pode ser o fracasso, mas que seus fracassos podem ser a caneta que escreve a história. É tudo uma questão de perspectiva. Então, conforme ele vai entendendo, sua vilania é posta de lado por essa nova visão, digna dos maiores super-heróis da casa.
E falando sobre compreensão, ninguém abordou melhor a temática divina no MCU do que o Deus da Trapaça. Nesta temporada, ele está cansado e sem tempo, em meio a um grupo de pessoas sem orientação e sem a noção do tamanho do problema que está acontecendo. Isso dá a ele uma autoconsciência sensacional do que é ser um Deus. Cada diálogo dele envolvendo as reflexões da vida divina é melhor do que o outro. Fugiram do comum e investiram numa sabedoria surpreendente.
Dou outro lado da balança, as ameaças dessa temporada foram extremamente acertadas. Inicialmente, a figura demonizada era Aquele Que Permanece (Jonathan Majors) e sua variante, o inventor Victor Timely. Só que a questão do destino e como cada um pode escrever sua própria história entrou em jogo, mostrando que até mesmo os maiores lunáticos podem ter redenção dependendo do contexto de sua criação e desenvolvimento. Ver Timely trabalhando com o grupo e abdicando da vida de déspota é realmente interessante, porque é desenvolvido de forma que o público nunca tenha plena confiança em suas intenções.
Mas quem merece aplausos mesmo é a Senhorita Minutos (Tara Strong). A inteligência artificial em forma de reloginho da Disney roubou a cena com suas poucas participações, sendo peça central da temporada e se mostrando uma verdadeira psicopata. Sua paixão doentia pelo criador e seu desejo de ter um corpo humano para poder se relacionar fisicamente com ele foi tratado de forma extremamente desconfortável, além dela ter momentos bizarríssimos, como na cena em que ela vê um batalhão de soldados se explodido, com direito a som de ossos quebrando e sangue jorrando, e a Minutos encarando eles com um sorrisão no rosto, quase empolgada com a chacina. Numa produção com tantos vilões em potencial, aquela de aparência mais infantil se mostrar o maior monstro foi uma gratíssima surpresa.
Do lado dos ‘heróis’, a grande adição foi o Ouroboros de Ke Huy Quan. O ator vive uma fase maravilhosa, a melhor de sua carreira, e escalá-lo para esse papel, que explora ao máximo seu carisma, foi um acerto fenomenal do casting. OB é o principal pilar da AVT e passou séculos sendo esnobado. A energia do ator em cena, passando do nerdzinho excluído a alguém que entendeu sua própria importância com o passar dos episódios, é impressionante. E agora que ele é um ator premiadíssimo, fica a expectativa para que Loki tenha sido o segundo dos grandes trabalhos que surgirão para ele mostrar seu talento.
Outro ponto maravilhoso dessa temporada é a AVT. Desde a primeira temporada, a Agência de Variância Temporal já foi retratada de forma interessante. Sua estética de escritório dos anos 90 sempre despertou curiosidade. Por isso, a segunda temporada explorou mais os ambientes desse lugar alheio ao tempo, o que foi visualmente incrível e que passou a fazer bastante sentido depois do episódio que revelou as vidas originais dos heróis em suas respectivas linhas do tempo.
Se a série mantém um nível altíssimo nos primeiros episódios, explorando ao máximos os diferentes poderes e facetas da personalidade do Loki, ela se supera – e muito – na metade final. Os três últimos capítulos são dirigidos por Justin Benson e Aaron Moorhead, e escritos por Eric Martin. Então, olho neles! É bem provável que apareçam em breve em algum filme ou produção maior do estúdio, porque o que eles fizeram nessa reta final foi absurdo! Eles literalmente fizeram o público esperar pelo inesperado e consolidaram o desenvolvimento do Loki de forma brilhante. Esse trio conseguiu fazer com que seu carinho e amor pelo personagem fossem perpassados ao público. Não parecia ser apenas um trabalho, mas um projeto de envolvimento pessoal deles. O status atingido nesses episódios finais deveria ser usado como meta dentro da Marvel para suas próximas produções. Foi tudo tão grandiosamente bem feito que pareça difícil que qualquer coisa que venha daqui pra frente seja capaz de superar.
Para não dizer que tudo foi perfeito na produção, o ponto baixo foi a Sylvie. Não que a Sophia Di Martino estivesse mal, mas a personagem ainda não mostrou muito a que veio e segue como uma muleta para o protagonista. Faltou um episódio que desse maior impacto ou importância para ela. Tirando isso, absolutamente nada a reclamar. Poder acompanhar semanalmente os lançamentos da segunda temporada de Loki foi sensacional. Se deixar envolver pela trama, sem saber o que esperar da semana seguinte mostrou que a Marvel ainda pode se acertar nesse meio televisivo, contanto que traga uma equipe competente e dedicada. Uma incrível experiência ver esse time atingir seu Glorioso Propósito em uma época de baixa do MCU.
As duas temporadas de Loki estão disponíveis no Disney+.
Através do Twitter, a página oficial da peça teatral inspirada na série ‘Stranger Things‘.
Intitulada ‘The First Shadow‘, a trama é ambientada décadas antes da série de TV, no ano de 1959, “antes do mundo virar de cabeça para baixo…” E vai explorar a evolução do telepata Henry Creel até se transformar em Vecna, o grande vilão da série.
A imagem divulgada mostra o Demogorgon se preparando para atacar Henry quando ele é enviado para o Mundo Invertido.
Conversando como The Wrap, o produtor Shawn Levy comentou sobre o projeto e elevou as expectativas dizendo que:
“Estamos ocupados em várias frentes porque, além das gravações da temporada final da série, também teremos nossa peça de ‘Stranger Things‘ estreando em Londres em breve. É fabulosa. É incrível pra caramba.”
Ele continuou, ressaltando também que está esperançoso sobre o início das filmagens da última temporada da série:
“Essa peça superou todas as nossas expectativas. Estamos muito entusiasmados em compartilhar isso com o mundo. Estamos ansiosos para expandir este universo – nosso elenco, nossa equipe… Todos não só precisam voltar ao trabalho porque temos centenas de membros da equipe que não conseguiram ganhar a vida desde o início das greves, mas estaremos filmando [a temporada final] muito em breve, logo após o término da greve dos atores.”
Lembrando que o elenco da produção finalmente foi revelado.
Escrita por Kate Trefry, que também é produtora executiva da série, a peça conta com a direção de Stephen Daldry (‘The Crown’) e Justin Martin (‘Together’).
Com estreia marcada para este ano, a atração estará em cartaz somente no teatro West End, localizado em Londres, capital da Inglaterra.
Confira o teaser e a sinopse:
“Hawkins, 1959, uma cidade normal com preocupações regulares. O carro do jovem Jim Hopper não pega, a irmã de Bob Newby não leva seu programa de rádio a sério e Joyce Maldonado só quer se formar e dar o fora da cidade. Quando o novo aluno Henry Creel chega, sua família descobre que um novo começo não é tão fácil… E as sombras do passado têm um alcance muito longo”.
Enquanto isso, vale lembrar que todas as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.
Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
Como a maioria dos heróis da Marvel ganha uma trilogia de filmes, os fãs estão se perguntando se o mesmo irá acontecer com a Capitã Marvel, vivida por Brie Larson.
Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Larson foi questionada sobre po que o futuro guarda para a personagem e quando ela deve retornar às telonas após ‘As Marvels’.
Em resposta, ela fez mistério ao dizer:
“Eu não quero que a Marvel venha atrás de mim, mas posso revelar que há algo [para a Capitã Marvel no futuro do MCU]. Definitivamente há algo que eu gostaria de falar, mas não tenho permissão.”
Ela continou:
“Acredito que Carol Danvers tem muita profundidade. Sinto que a chance de participar de uma equipe despertou algo nela, e eu amo que isso aconteceu com ela.”
Infelizmente, ‘As Marvels‘ registrou a menor estreia da história do MCU, com US$ 110.3 milhões arrecadados nas bilheterias mundiais em seu primeiro final de semana
Nos EUA, o filme também teve a PIOR abertura da história do Universo Cinematográfico Marvel com apenas US$ 47 milhões nos primeiros três dias, começando com US$ 21.3 milhões na sexta-feira.
Isso significa que o filme arrecadou menos que os US$ 55.4 milhões feitos por ‘O Incrível Hulk‘ em 2008, quando o MCU ainda estava começando.
Confira a nossa crítica:
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
A atriz indicou que sua personagem irá retornar no futuro do MCU.
“Eu não quero que a Marvel venha atrás de mim, mas posso revelar que há algo [para a Capitã Marvel no futuro do MCU]. Definitivamente há algo que eu gostaria de falar, mas não tenho permissão.”
Ela completa, “Acredito que há a Carol Danvers tem muita profundidade. Sinto que a chance de participar de uma equipe despertou algo nela, e eu amo que isso aconteceu com ela.”
Fracasso nos cinemas, ‘As Marvels‘ registrou a menor estreia da história do MCU, com US$ 110.3 milhões arrecadados nas bilheterias mundiais em seu primeiro final de semana
Nos EUA, o filme também teve a PIOR abertura da história do Universo Cinematográfico Marvel com apenas US$ 47 milhões nos primeiros três dias, começando com US$ 21.3 milhões na sexta-feira.
Isso significa que o filme arrecadou menos que os US$ 55.4 milhões feitos por ‘O Incrível Hulk‘ em 2008, quando o MCU ainda estava começando.
Confira a nossa crítica:
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Milla Jovovich já virou sinônimo de filme de ação mirabolante. Depois de estrelar ‘De Volta para a Lagoa Azul’, ela encabeçou todos os seis filmes da franquia ‘Resident Evil’, além de ‘Joana D’Arc’ e ‘Os Três Mosqueteiros’ – todos filmes de ação e aventura com bastante cena de luta. Por isso, não surpreendeu ninguém vê-la no protagonismo de ‘Monster Hunter’, filme que estreou hoje na Netflix e conquistou o primeiro lugar entre os títulos mais vistos.
Artemis (Milla Jovovich) e seu grupo de soldados está fazendo uma ronda num deserto em busca da equipe Bravo 1, que desapareceu. Quando chegam no local do último contato, o grupo é sugado por uma espécie de tempestade de areia com raios, que o transporta para uma outra realidade. Sem saber onde estão, os soldados retomam a ronda, e então descobrem que o local onde estão não só não é o planeta Terra, como possui monstrengos enormes super agressivos que colocam a vida deles em risco. A missão desses soldados agora é sobreviver, custe o que custar.
Assista ao trailer e nossa entrevista com Milla Jovovich:
Como dá para perceber, ‘Monster Hunter’ não tem muita história. E nem precisa né, afinal, o longa da Sony Pictures é baseado no game de sucesso criado por Kaname Fujioka. E se não tem história, a gente compensa com um monte de efeito especial – e isso o filme tem de sobra. Os departamentos de direção de arte, efeitos especiais e efeitos visuais foram os que tiveram o maior trabalho, certamente, pois tirando a areia e os atores em cena, todo o resto é computação gráfica.
Chama a atenção o perfeccionismo de detalhes, a qualidade do som e a incrível capacidade de elaborar os monstrões de maneira tão crível, bem parecido aos dragões de ‘Game of Thrones’.
Quem brilha mesmo nisso tudo é a Milla Jovovich, que quebra tudo em cena, bate com força e não tem medo de se machucar. Ela é tão indestrutível, que deixa ‘Rambo’ no chinelo. Todas as cenas de ação são protagonizadas por Milla e ela prova que todos os anos de treinamento que dedicou em aprimorar suas habilidades em lutas compensaram. Junto com Hunter (Tony Jaa), os combates se transformam em uma bela dança sincronizada na telona, resgatado mundialmente pelo ator Jackie Chan. O filme conta ainda com a participação deRon Perlman como um capitão bem estilo ‘Piratas do Caribe’ e da brasileira Nanda Costa, que aparece em três cenas e tem duas falas. Apesar de tímida em cena, dá gosto ver uma atriz da competência da atriz alçando novos voos.
Escrito e dirigido por Paul W. S. Anderson, o filme não tem nem muito objetivo e termina de maneira aberta, dando brecha para o início de uma nova franquia. Mas os fãs do game vão encontrar tudo que esperam: muita ação, monstrengos enormes querendo destruir tudo, falas bem clichês típicas dos filmes estadunidenses e muita pancadaria. ‘Monster Hunter’ é um blockbuster divertido.
O longa-metragem foi lançado hoje,17 de novembro, na plataforma de streaming.
Eddie Garrick (Ludacris) é um homem de bom coração que deu as costas ao Natal devido a uma experiência traumática na infância. A pedido de sua esposa Allison Garrick (Teyonah Parris), de quem está separado, Eddie leva sua filha Charlotte (Madison Skye Validum), de 9 anos, com ele na véspera de Natal, onde conhecem um misterioso homem vestido de terno vermelho chamado Nick (Lil Rel Howery). Eddie, que é assistente social, acha que o homem está delirando e precisa de ajuda profissional, mas quando evoca a ira de um político local (Oscar Nuñez), ele e sua filha são levados a uma aventura mágica que pode restaurar sua fé em Natal.
De acordo com a CBR, parece que as gravações da aguardada 4ª temporada de ‘The Mandalorian’, um spin-off de ‘Star Wars’, estão prestes a começar. Brendan Wayne, astro da série, compartilhou em seu Instagram que os preparativos para o próximo ano da produção estão se intensificando.
A mensagem simples de Wayne sugere a possibilidade de as filmagens iniciarem mais cedo do que imaginávamos. Desde o episódio piloto, ele está envolvido no programa, interpretando o Mandaloriano na maioria das cenas em que o caçador de recompensas está com o capacete. Isso se deve ao fato de que Pedro Pascal, responsável por dar vida a Din Djarin sem máscara, frequentemente estava ocupado durante a produção do programa.
Segundo o criador da série, Jon Favreau, os roteiros da 4ª temporada já estão prontos: “Temos que saber para onde estamos indo para contar uma história completamente formada, então tínhamos traçado isso, [o produtor executivo] Dave [Filoni] e eu, e então lentamente você escreve cada episódio. Então eu estava escrevendo durante a pós-produção [da 3ª temporada de The Mandalorian] porque tudo tem que parecer uma continuação, uma história completa.”
Lembrando que todos os episódios da 3ª temporada de ‘The Mandalorian‘ já estão disponíveis na Disney+.
O retorno do ‘Quarteto Fantástico’ às telonas trouxe uma novidade empolgante: a escalação de Pedro Pascal para interpretar Reed Richards, também conhecido como Sr. Fantástico, no novo filme.
Essa notícia animou os fãs e desencadeou diversas especulações sobre o restante do elenco.
Um dos nomes mais cotados para ingressar no longa é Mads Mikkelsen que está sendo cotado para dar vida ao Victor Von Doom/Doutor Destino.
Segundo o John Campea, do One Take News, Mikkelsen é um dos atores que a Marvel Studios está considerando para interpretar o vilão.
“O que [a fonte de Campea] confirmou para mim é que [a Marvel] conversou com Mads Mikkelsen [sobre] o Destino”, disse Campea. “Agora, para ser claro, tenho certeza de que eles conversaram com uma dúzia de pessoas. Eles não me disseram que Mads Mikkelsen foi escalado como Destino. De jeito nenhum. Mas eles conseguiram confirmar para mim que Mads Mikkelsen é uma das pessoas com quem conversaram para o papel.”
“Achei uma pena porque, até onde sei, todos os outros tiveram uma experiência maravilhosa”, disse Perez na quinta-feira, no evento da GQ Men of the Year no Bar Marmont.
“É uma pena que essa foi a experiência dele no set. Especialmente quando esses filmes foram lançados, foi um momento em que realmente precisávamos de algo assim”, disse ele, referindo-se à pandemia. “Eu sei pelas interações com os fãs, sendo abordado em todos os lugares que vou, o que ‘A Barraca do Beijo’ significa para as pessoas e o que trouxe a elas durante um momento tão sombrio. Acho que o lado bom é que ele ainda fez as pessoas rirem e se sentirem bem.”
A polêmica teve início quando Jacob Elordi, que interpretou Noah Flynn na trilogia ‘A Barraca do Beijo’, provocou repercussão recente ao afirmar que “Eu não queria fazer esses filmes antes de fazê-los. São ridículos. Não são universais. São um escape.”
Além de seu papel em ‘A Barraca do Beijo’, Perez recentemente deu vida a Alex Claremont-Diaz no romance ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’.
‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’ está disponível no Prime Video.