O aguardado revival de iCarlyteve seu primeiro trailer oficial revelado.
Confira:
O revival estreia na Paramount+ no dia 17 de junho.
A produção se passará 10 anos após o término da série original e mostrará Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.
Infelizmente, Jennette McCurdy não retorna como Sam no revival.
‘iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer.
A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.
‘iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012.
De acordo com o Deadline, Melissa Barrera, protagonista do novo filme da franquia ‘Pânico‘, estrelará ‘Breathe‘, série de sobrevivência que está sendo desenvolvida pela Netflix.
A atriz irá interpretar Eve, uma destemida advogada de Manhattan que se encontra profundamente fora de sua zona de conforto após sofrer um acidente de avião.
Na trama…
“Quando um pequeno avião cai no meio da selva canadense, uma mulher solitária (Barrera) deve lutar contra os elementos e as probabilidades para sobreviver.”
Martin Gero (‘Blindspot’) será responsável pela série.
Brendan Gall irá escrever e produzir ao lado de Gero.
A 2ª temporada da aclamada série antológica sci-fi ‘Love, Death & Robots‘ já está disponível na Netflix.
Para promover o novo ciclo, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores em que os criadores Tim Miller e Jennifer Yuh Nelson revelam detalhes da produção.
Confira:
Laticínios com consciência, soldados lobisomens, robôs fora de controle, monstros do lixo, ciborgues caçadores de recompensas e demônios sedentos de sangue – tudo isso em dezoito curtas de animação para maiores.
Baz Luhrmann pode ter dado uma “sumida” do cenário cinematográfico, mas não antes de deixar seu estonteante legado que inclui, dentre outros filmes, ‘Romeu + Julieta’ e ‘Vem Dançar Comigo’. Entretanto, nenhum desses insurge como a principal obra de sua carreira: o clássico musical jukebox‘Moulin Rouge – Amor em Vermelho’.
Estrelado por Nicole Kidman e Ewan McGregor, a história gira em torno de um jovem poeta inglês que se apaixona pela cortesã e estrela do cabaré Moulin Rouge no exuberante cenário boêmio de Paris. Fechando a trilogia conhecida como ‘Cortina Vermelha’, o filme teve recepção bastante favorável por parte da crítica, conquistando duas estatuetas do Oscar e outras seis indicações – além de ter arrecadado quase US$180 milhões mundialmente.
Em celebração a esse memorável longa-metragem e a seu aniversário de vinte anos, o CinePOP separou uma lista com dez curiosidades de bastidores sobre a obra.
Confira:
ENSAIO DE RISCO
As filmagens de ‘Moulin Rouge’ foram pausadas por duas semanas em novembro de 1999 depois de Kidman fraturar duas costelas e machucar o joelho enquanto treinava para uma das sequências de dança. Várias das cenas em que ela é vista apenas do peitoral para cima foram foram feitas enquanto a atriz estava em uma cadeira de rodas.
“COME WHAT MAY”
A música “Come What May” foi escrita originalmente por David Baerwald para ‘Romeu + Julieta’, mas não foi usada. Em ‘Moulin Rouge’, ela foi escrita para o espetáculo de Christian (McGregor), sendo a única música original da produção. Entretanto, por ter sido escrita para outro filme, foi desclassificada para a competição de Melhor Canção Original no Oscar.
ENCARNANDO SININHO
Originalmente, a fada verde seria um homem com cabelos desgrenhados e bastante forte, carregando uma cítara. Ozzy Osbourne havia sido contratado para os vocais, mas a ideia foi descartada e mudada para uma encarnação à la Sininho. Kylie Minogue interpretou a personagem, mas Osbourne ainda ficou responsável por certos gritos guturais da fada quando ela fica do mal.
IDEIAS DIFERENTES
‘Moulin Rouge’ ficou eternizado por ser uma das grandes histórias de romance do século, mas os primeiros rascunhos da narrativa eram um tanto quanto diferente: Satine (Kidman) teria um filho de três anos e o enredo se desenrolaria em flashbacks, com Christian contando o que aconteceu à criança.
EQUIPE: AVANTE!
Uma das estatuetas do Oscar que o longa levou para casa foi a de Melhor Figurino – o que não é muito chocante: afinal, o departamento de criação construiu nada menos que 300 vestes e, em um dado momento, oitenta pessoas haviam sido contratadas para dar conta da demanda.
IN MEMORIAM
O filme é dedicado ao pai de Baz Luhrmann, Leonard, que morreu pouco antes das gravações começarem. Antes de falecer, Leonard disse ao filho para focar no longa-metragem. Quando Baz pensou em desistir no meio da produção, ele se lembrou das palavras do pai.
ENTRE ÓPERAS E OPERETAS
O plot principal do filme é uma amálgama de três óperas e operetas. O enredo do jovem escritor com amigos boêmios que se apaixona por uma garota adoecida é de ‘La Boheme’, baseada no romance ‘La Vie de la Boheme’, de Henri Murger; a cortesã aprendendo que o amor também pode ser verdadeiro e idealista vem de ‘La Traviata’, baseada no livro ‘A Dama das Camélias’, de Alexandre Dumas’; e, por fim, o escritor que viaja para o “submundo” do Moulin Rouge para encontrar sua amada vem de ‘Orphée aux Enfers’, de Jacques Offenbach.
ESNOBADO?
O filme tornou-se o primeiro musical em dez anos a ser indicado na categoria de Melhor Filme no Oscar desde ‘A Bela e a Fera’ (1991). Entretanto, Luhrmann foi esnobado nas categorias de Melhor Direção e Melhor Roteiro Original, sendo citado até hoje como uma das maiores gafes da premiação.
CONSIDERAÇÕES DE PESO
Catherine Zeta-Jones e Heath Ledger eram fortes candidatos a interpretar Satine e Christian, respectivamente. Outros possíveis nomes para viver Christian eram Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal e Ronan Keating; para viver Satine, Kate Winslet, Hilary Swank e Renée Zellweger foram consideradas pelo estúdio.
ACLAMAÇÃO CONTROVERSA
O lendário autor estadunidense e roteirista Rad Bradbury não era fã do filme. Em uma entrevista para promover a edição atualizada do clássico ‘Fahrenhent 451’, Bradbury criticou a edição frenética da obra, dizendo que criava uma necessidade menor de analisar a história pela quantidade de imagens jogadas em tela. Ele disse que o fato do filme receber tanto aclame e tantos prêmios era motivo de inquietação.
As filmagens ocorreram na Bulgária, seguindo rigorosas medidas de distanciamento social por causa da pandemia de coronavírus.
A trama seguirá Emma, que está algemada ao seu marido morto por causa de uma vingança doentia e deve sobreviver a dois assassinos contratados para finalizar o serviço.
O roteiro, que foi escrito por Jason Carvey, foi destaque na Blood List, uma lista anual de Hollywood com ótimos enredos não produzidos.
De acordo com o The Ronin, a atriz Dina Shihabi (‘Altered Carbon’) está sendo cotada para um papel de destaque na série da Marvel em parceria com a Disney+.
Por enquanto, não foram revelados detalhes sobre o papel e em que estágio estão as negociações.
No entanto, foi dito que a personagem terá uma grande importância na trama junto com o o protagonista vivido por Oscar Isaac.
Para quem não a conhece, ela interpretou Annabel Lee em na 2ª temporada de ‘Altered Crabon‘. Anteriormente conhecida como Dig 301, Lee é uma inteligência artificial desativada, programada para ajudar os arqueólogos humanos.
Caso a escalação de Shihabi seja confirmada, esta será sua segunda participação numa produção da Marvel.
Em 2018, ela teve um pequeno papel em dois episódios da 3ª temporada de ‘Demolidor‘.
Há alguns dias, a página oficial da @MarvelStudios no Twitter compartilhou uma nova foto postada por Isaac, em que são reveladas as primeiras artes conceituais da produção.
A produção também traz May Calamawy(‘Ramy’) e Ethan Hawke (‘O Predestinado’) no elenco.
Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).
Para quem não conhece, o Cavaleiro da Lua é Marc Spector, um mercenário com diversas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua. O Cavaleiro da Lua foi criado por Doug Moench e Don Perlin, e foi introduzido em Werewolf by Night #32.
‘Invocação do Mal: A Ordem do Demônio’ teve seu trailer final divulgado.
O terror estreia nos cinemas nacionais dia 3 de Junho.
Assista:
O filme tem aprovação atual de 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. Das 13 críticas publicadas, 11 são positivas e 2 negativas. A nota média do filme está em 6,7 de 10.
Confira trechos das principais críticas:
“Invocação do Mal 3 tem alguns momentos de terror, com Wilson e Farmiga fornecendo o coração e a alma tão necessários, mas os novos elementos satânicos de adoração fazem com que a franquia tome um rumo ridículo.”, Hanna Flint – Empire Magazine
“Sem a habilidade de Wan… os resultados são piegas ao extremo.”, Alistair Harkness – Scotsman
“O amor que tenho no coração pelos filmes Invocação do Mal ainda é forte, e os fãs da série seguirão os Warren em qualquer lugar. No entanto, a mudança de ritmo pode assustar alguns dos fãs de terror”, Zehra Phelan – HeyUGuys
“Se você está procurando por sustos demoníacos e tensão angustiante, então Invocação do Mal cumpre essa promessa.”, Eammon Jacobs – Radio Times
“A habilidade criativa de James Wan faz muita falta neste filme assistivel, que é quase paradoxalmente o mais enfadonho e o mais idiota da trilogia”, Shaun Munro.
“É impressionante, ousado e absolutamente estressante.”, Ben Rolph – Discussing Film
“Mesmo os sustos mais horríveis não conseguem se igualar ao terror dos dois primeiros filmes, mas temos cães sangrentos que [ainda] deixam os cinéfilos satisfeitos.”, Laura Potier – Starburst
“Você pode não acreditar que o diabo o fez fazer isso, mas ficará apavorado.”, Ian Sandwell – DigitalSpy
“Invocação do Mal 3 é um relógio insidiosamente sinistro que assombrará seus sonhos.”, Kat Hughes – THN
“Apesar de atingir alguns clichês familiares ao longo do caminho, Invocação do Mal 3 é um capítulo novo e emocionante que o deixará totalmente apavorado e na ponta da cadeira depois de dar um susto após um susto horripilante.”, Josh Wilding – ComicBookMovie
‘Invocação do Mal: A Ordem do Demônio’ estreia em 03 de junho nos cinemas nacionais.
Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.
‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.
Segundo novas informações do The Illuminerdi, Carmen Ejogo (‘True Detective’) está em negociações para participar da ambiciosa e aguardada série ‘Invasão Secreta’, da Marvel e do Disney+.
Apesar de poucos detalhes terem sido revelados, a notícia indica que Ejogo pode dar vida a uma personagem que vem “do mesmo mundo” de Nick Fury (Samuel L. Jackson), além de ser uma “líder poderosa com uma afeição pela espionagem”.
Vale lembrar que a obra será rodada sob o nome de ‘Jambalaya’. Ainda não se sabe se o título faz referência a quaisquer temas da série, mas sabe-se que é o nome de um prato de influências africanas e europeias.
Vale lembrar que Thomas Bezucha e Ali Selim foram contratados para assumirem o comando dos episódios. Bezucha é mais conhecido por dirigir os dramas ‘De Volta ao Paraíso‘ (2018) e ‘Deixe-o Partir’; Selim, por sua vez, ficou responsável pela minissérie dramática ‘The Looming Tower‘ em 2018, além de ter supervisionado alguns episódios de ‘Criminal Minds’ e ‘Manhunt’.
Em entrevista ao Collider, o presidente da Marvel, Kevin Feige, explicou por que decidiu transformar a obra em uma série, em vez de um filme.
“Estamos interessados no aspecto da paranoia política de Invasão Secreta e realmente mostrar o espaço com os nossos astros Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, dois atores incríveis que você deseja ter em qualquer série, e temos muita sorte de ter eles conosco. Esse é o tipo de foco principal disso e, é claro, vai se ligar a outras coisas e aos Skrulls de maneiras que você nunca viu antes. Mas queríamos fazer isso como uma série porque nos permitiria fazer algo diferente do que fizemos antes. ”
Será emocionante ver este grande evento de quadrinhos se desenrolar em seis episódios, ao invés de ser reduzido a um filme de duas horas.
“Assim como nem todoso os humanos são ruins, nem todos os humanos são bons. Eu acredito que os Skrulls provavelmente têm essa mesma variedade de moral entre eles,” afirmou o Kevin Feige em entrevista ao ComicBook, em 2019. “Quando eles têm a chance de usar suas habilidades, é algo provavelmente muito tentador. É interessante introduzir esse conceito e ver onde irá nos levar.”
Inspirada em uma história real, a produção irá estrear no dia 4 de junho.
A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.
Os fãs do ‘Homem-Aranha‘ continuam apegados à ideia de que o próximo filme do herói vai abrir as portas para o Aranhaverso e reunir as três versões cinematográficas do Cabeça de Teia.
Sendo assim, nada faria mais sentido do que reunir também os principais vilões que já foram apresentados ao longo dos filmes.
Pensando nisso, um usuáro do Instagram publicou um incrível fan pôster destacando os Aranhas de Tom Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield em meio ao caos causado por seus inimigos.
Por falar nisso, o jornalista Jeff Sneider, do Collider, disse que o Duende Verde interpretado por Willem Dafoe será o vilão principal de ‘Homem-Aranha 3‘ (Spiderman: No Way Home).
O vilão do primeiro filme do ‘Homem-Aranha‘, lançado no início dos anos 2000, retornará como o grande antagonista.
Ele irá comandar o Sexteto Sinistro, que também terá de volta o Doutor Octopus de Alfred Molina e o Electro de Jamie Foxx.
“O título ‘No Way Home’ não é uma referência ao Homem-Aranha, mas sim aos vilões. Esses vilões estão saindo dessas diferentes dimensões alternativas, e são eles quem estão sem ‘um caminho de volta para casa’.”, afirmou.
Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:
O autor Stephen King é mundialmente conhecido por ser referência no gênero de terror, sendo um dos escritores cujas obras mais foram adaptadas em Hollywood.
E durante sua participação no programa Eli Roth’s History of Horror, o também roteirista revelou qual filme foi tão assustador, que até mesmo ele não teve coragem de terminar na primeira vez em que assistiu.
Segundo King, ‘A Bruxa de Blair‘ se tornou uma experiência pessoal e horripilante, por ser “bizarro demais”:
“A primeira vez que vi A Bruxa de Blair, eu estava no hospital e estava dopado de remédios. Meu filho chegou com um VHS do filme e me disse: ‘Pai, você precisa assistir isso’. Na metade do filme, eu disse: ‘Desliga isso, é bizarro demais’!”.
É importante ressaltar que o autor sofreu um acidente em 1999, após ser atingindo por um motorista de uma minivan, enquanto andava no acostamento de uma estrada.
Lembrando que o próximo projeto baseado na obra de King será a série de terror ‘Chapelwaite‘, baseada no conto ‘Jerusalem’s Lot‘.
Confira o teaser:
Ainda sem data anunciada, a série irá estrear em agosto no EPIX.
Adrien Brody (‘Predadores’) estrelará como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpretará uma personagem original, Rebecca Morgan.
A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.
Peter Filardi e Jason Filardi serão os showrunners.
O conto ‘Jerusalem’s Lot‘ foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.
Em ‘Thor: Amor e Trovão‘, Sam Neill (‘Jurassic World: Domínio’) vai reprisar seu papel como a versão teatral de Odin, vivido por Anthony Hopkins no MCU.
Em ‘Thor: Ragnarok’, Neill deu vida ao pai de todos durante uma encenação dos eventos de ‘Thor: O Mundo Sombrio‘.
No entanto, ele havia revelado que ficou completamente confuso com a sua função no filme, e parece que o mesmo está acontecendo na sequência.
Durante uma entrevista para o News.com, o veterano disse que o MCU é muito complexo e permanece perdido sobre a história do deus do trovão e sua família.
“Eu nunca entendi nenhum dos filmes de Thor, na verdade, todo o universo da Marvel é um mistério completo para mim. Eu estava nos bastidores de ‘Thor: Ragnarok‘ e comentei: ‘Em que planeta estamos? Essa é a cena do enterro [de Frigga]? ou da prisão [de Loki]’ Para ser honesto, eu estava completamente perplexo, gravei minhas cenas, mas não sei quem está interpretando quem exatamente porque o elenco está fazendo versões teatrais uns dos outros. E eu acho a família do Thor bastante complicada.”
“Ele continuou, dizendo que até confundiu a sequência com a vindoura série do ‘Loki‘.
“Me disseram que Loki teria uma série, e eu perguntei: ‘Mas não é isso que estamos fazendo’? Loki não visita Odin na série que estamos fazendo? Ou esse é outro filme do Thor’?”
Por fim, o astro se recompôs, dizendo que demorou um pouco para ele acompanhar a cronologia da franquia, mas já está a par de tudo o que está acontecendo.
Dirigido por por TaikaWaititi (‘Thor: Ragnarok’), o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.
O elenco é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth, que vivem os falsos Loki e Thor.
A jovem popstarBillie Eilish anunciou hoje (01) a música “Lost Cause” como o novo single promocional do álbum ‘Happier Than Ever’.
A canção e o videoclipe serão lançados amanhã, 02 de junho.
O álbum, por sua vez, será lançado no dia 30 de julho.
“My Future” e “Therefore I Am” também entram como singles oficiais do álbum.
Billie fez sua estreia oficial no mundo da música em 2019 com ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que teve aclamação por parte da crítica e rendeu a ela diversos prêmios.
Eilish também se tornou a artista mais jovem a levar para casa o prêmio de Álbum do Ano no Grammy Awards e a segunda da história a conquistar as quatro principais – Álbum, Música do Ano, Gravação do Ano e Artista Revelação. Em 2021, levou mais duas – Gravação do Ano e Melhor Música Escrita para Mídia Visual.
Em seu perfil do Instagram, Sylvester Stallone divulgou o pôster oficial da aguardada versão do diretor de ‘Rocky IV‘.
Em comemoração, o astro ainda revelou que a estreia do corte será na Filadélfia, na Pensilvânia, cidade natal do boxeador mais famoso do universo cinematográfico.
Confira:
‘Rocky vs Drago!!!! Em breve. A estreia será na Filadélfia, o que será fantástico!”
Anteriormente, ele divulgou uma cena inédita do longa, mostrando um novo vislumbre da luta entre Apollo Creed (Carl Weathers) e Ivan Drago (Dolph Lundgren).
Infelizmente, Stallone não revelou maiores detalhes sobre os materiais extras presentes na vindoura edição e nem quando será a data de lançamento.
Confira a publicação:
“Isso aqui é inédito. Está quase pronto. Versão do diretor de ‘Rocky IV‘.”
Uma publicação partilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) a
“Estou preparando um corte do diretor para o 35º aniversário de ‘Rocky IV‘. Até agora, parece ótimo. Estou colocando minha alma no projeto. Agradeço à MGM Por esta oportunidade.”
Uma publicação partilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) a
Lançado em 1985, ‘Rocky IV‘ foi escrito, dirigido e estrelado por Stallone. Na trama, o boxeador soviético Ivan Drago (Lundgren) desafia o campeão mundial, mas Apollo Creed (Carl Weathers) decide lutar contra Drago e acaba sendo morto no ringue. Enfurecido com a morte de Creed, Rocky decide lutar contra Drago na União Soviética para vingar a morte do amigo e defender a honra de seu país.
Orçado em US$ 28 milhões, o longa foi um sucesso comercial e conseguiu arrecadar US$ 300 milhões pelo mundo.
No entanto, o filme perdeu força crítica e teve apenas 40% de provação no Rotten Tomatoes.
Tom Holland está completando seus 25 anos hoje, e Jake Gylenhaal usou seu Instagram para desejar um feliz aniversário o colega de elenco de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.
Na imagem, os astros aparecem machucados e sangrando nos bastidores da luta entre o Cabeça de Teia e o vilão Mysterio.
Na legenda, Gyllenhaal diz que sente saudades de Holland.
Confira:
Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ (Spiderman: No Way Home) estreia em 16 de dezembro de 2021.
De acordo o CBM, o usuário do RedditSpideyForever245 vazou algumas informações valiosas sobre a trama da sequência… Esteja ciente que o texto abaixo contém SPOILERS!
Apesar de não haver nada confirmando, este usuário já havia revelado há alguns meses a introdução de Julia Louis-Dreyfus como a Condessa Valentina de Fontaine em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘.
E ele foi o único a dar a informação privilegiada com antecedência, então parece ser uma fonte confiável!
No novo vazamento, ele confirma que Tobey Maguire e Andrew Garfield realmente farão parte de ‘Homem-Aranha 3‘ como versões alternativas do herói.
Entre os tópicos publicados estão:
Um lapso temporal mostra o Peter deTom Holland no tribunal e há muita coisa acontecendo enquanto ele tenta provar sua inocência.
O Multiverso está sendo aberto e existem vilões de outros mundos tentando invadir a brecha enquanto o Doutor Estranho é enviado para tentar aprisioná-los em uma prisão interdimensional.
De alguma forma, os vilões descobriram essa brecha porque Peter mexeu com magia para tentar limpar seu nome e manter sua identidade em segredo após os eventos de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.
Há algumas cenas individuais de Maguire e Garfield, e eles terão bastante destaque no 2º e no 3º ato do filme.
O clímax acontecerá na Estátua da Liberdade, que agora empunha o escudo do Capitão América em sua estrutura.
Os vilões estão todos lá, obrigando Holland, Maguire e Garfield a se juntarem para enfrentá-los… E parece que os vilões buscam uma espécie de reator Arc como o de Tony Stark, mas não foi dito qual é o objetivo deles em relação à tecnologia.
Em certo momento, todos os vilões acabam na prisão do Doutor Estranho, menos o Duende Verde, vivido mais uma vez por Willem Defoe.
Pelo visto, ele deve ser o principal vilão da sequência, já que há uma cena em que Holland tenta matá-lo – e quase consegue.
Isso porque o Duente é o responsável pela morte de um amado personagem, que deixa o Peter de Holland mergulhado em lágrimas.
A publicação termina explicando que Peter tenta continuar sua vida comum, concluindo o ensino médio… E parece que todos ainda sabem que ele é o Homem-Aranha.
Através do Twitter, a Netflix confirmou que a 4ª e ÚLTIMA temporada de ‘Atypical‘ será adicionada ao catálogo em 09 de julho.
A publicação também traz as primeiras imagens oficiais dos novos episódios.
Confira:
Já tenho data e imagens, mas ainda não tô preparada pra descobrir esse final. A 4ª e última temporada de Atypical estreia dia 9 de julho. 🐧 pic.twitter.com/LoeMo4pO4d
Sam é um jovem autista de 18 anos que está em busca de sua própria independência. Nesta jornada, repleta de desafios, ele e sua família aprendem a lidar com as dificuldades da vida e descobrem o verdadeiro significado de “ser uma pessoa normal”.
Em seu perfil do Twitter, Jamie Lee Curtis(‘Halloween’) provocou seus seguidores ao publicar a silhueta da personagem de Cate Blanchet na vindoura adaptação do jogo ‘Borderlands’.
Na trama, Blanchett dará vida à Lilith, uma das principais membros de um grupo conhecido como Sereias, formado por mulheres com poderes incríveis e inimagináveis.
Na publicação, Curtis escreveu:
“Bem-vindo a ‘Borderlands‘ com uma secreta dos bastidores que tirei de Lilith, nossa heroína lendária, detonadora, psicopata, raposa caçadora de cofres com uma péssima atitude ruim. #Cateblanchett. Da mente brilhantes [do diretor] Eli Roth.”
Lilith, uma infame fora da lei com passado misterioso, relutantemente retorna para seu planeta natal, Pandora, para encontrar a filha perdida do ser mais poderoso do universo, Atlas. Lilith forma aliança com um time inesperado – Roland, um ex-mercenário de elite, agora desesperado por redenção; Tiny Tina, uma pré-adolescente demolicionista; Krieg, protetor de Tiny Tina; Tannis, cientista que beira a insanidade; e Claptrap, um robô persistentemente sábio. Esses heróis nada convencionais devem lutar contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar e proteger a jovem desaparecida, a qual detém a chave para um poder inimaginável. O destino do universo pode estar nas mãos deles – mas eles irão lutar por algo muito maior: uns pelos outros”.
A franquia original gira em torno de um grupo de “Caçadores de Cofres” que procuram por um esconderijo alienígena no planeta de Pandora, o que combina muito bem com os trabalhos anteriores de Roth.
Lembrando que o roteiro é escrito por Craig Mazin (criador do drama ‘Chernobyl’).
“Estou animado em mergulhar no mundo de ‘Borderlands’, e não poderia estar fazendo isso com um roteiro, uma produtora e um estúdio melhores. Tenho uma história longa e de grande sucesso com a Lionsgate – sinto como se tivéssemos crescidos juntos e que tudo na minha carreira culminou nesse momento”, disse Mazin.
A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: ‘Borderlands 2’ (2012), ‘Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e ‘Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.
Berserk, do eternamente talentoso Kentaro Miura, é uma narrativa ambientada em um cenário medieval europeu repleto de magia e criaturas demoníacas. A narrativa, inicialmente, segue o protagonista Guts enquanto ele percorre esse mundo extremamente perigoso sendo unicamente norteado pela sua sede por vingança, que de início não é revelada ao leitor. Porém, essa linha temporal ambientada no presente logo é interrompida para iniciar outra linha do tempo, dessa vez focada no passado.
É dessa maneira que o mangá inicia seu arco mais famoso, mais adaptado e melhor avaliado: a Era de Ouro. Todo esse trecho narrativo se passa na juventude de Guts e tem a função de mostrar como sua vida começou (sendo ela bem ruim logo de saída) e como ela mudou quando ele passou a integrar o Bando do Falcão liderado por Griffith. Este sendo, aliás, outro elemento importante do arco, pois é também sua introdução mais aprofundada ao leitor e o início dos problemas de Guts.
5) A história de Casca
Que o mundo de Berserk é sombrio e perigoso, o leitor já fica sabendo logo nas primeiras páginas do primeiro capítulo. O que o torna um lugar tão hostil não são só as variedades (e elas são bem amplas) de monstros e criaturas demoníacas, mas também a corrupção dos homens que detém poder, bem como a selvageria gratuita que pode ser aplicada por indivíduos errantes.
Essa é a problemática que pauta a vida de Casca antes dela entrar para o Bando do Falcão. Apresentada inicialmente como uma comandante do grupo, abaixo apenas de Griffith, ela tem essa personalidade de extrema confiança e adoração por seu líder que, eventualmente, é confrontada com a chegada de Guts no conjunto; este que logo de início já conta com uma confiança de Griffith que Casca demorou para obter.
Casca era a segunda em comando no Bando do Falcão até a chegada de Guts.
Sua história pregressa é eventualmente apresentada com ela sendo vítima, ainda criança, de um homem de grande fortuna que a perseguiu para fins violentos. Ela então é salva por Griffith que lhe oferece a oportunidade de matar seu perseguidor como uma forma de abandonar sua antiga vida e começar uma nova. Desde então ela desenvolve a mencionada adoração a seu salvador até o momento que Guts chega em sua vida.
4) Guts contra um exército
Esse é um momento crítico que, narrativamente falando, tem a função de mostrar o lado “berserk” de Guts em uma situação crítica. No contexto tanto ele quanto Casca haviam sido atacados por um grupo de soldados e, determinados a sobreviver, passam a noite em uma caverna onde acabam por ter a oportunidade de deixar aflorar os sentimentos intensos que um sentia pelo outro já há algum tempo.
Ao derrotar cem soldados inimigos, Guts mostrou porque é temido.
Devido ao alto número de combatentes inimigos, Guts sabe que ele e Casca não conseguiriam fugir então ele fica para trás para ganhar tempo enquanto ela retorna ao acampamento do Bando do Grifo. O que se segue para Guts é uma verdadeira carnificina, com ele sendo tomado por um sentimento de fúria, massacrando esse pequeno exército utilizando unicamente sua espada longa.
3) Intrigas na Corte
A história de Guts não se propõe apenas a adaptar os elementos fantásticos da mitologia medieval europeia mas também seu sistema de interações sociais, mais especificamente os da aristocracia e corte real; sempre tendo em mente o objetivo de mostrar que até mesmo pessoas comuns podem ser tão monstruosas quanto os perigos naturais do mundo. A ascensão de Griffith, e do Bando do Falcão como um todo, acaba por apresentar uma situação similar.
Griffith mostrou que não só pensa muito à frente dos demais como não tem misericórdia com seus inimigos.
Durante uma festa oferecida pelo rei para honrar a mais recente missão bem sucedida do grupo, é revelado que certos círculos próximos do monarca estão descontentes com o sucesso de Griffith e assim armam uma trama para mata-lo. Nesse momento é introduzido ao leitor a habilidade do guerreiro em antever diversos cenários possíveis em sua mente, o que lhe permite armar uma estratégia com Guts antes do atentado. A conclusão desse incidente também apresenta um lado mais sombrio e impiedoso de Griffith que até então não havia sido mostrado.
2) Entra em cena Nosferatu Zodd
Como dito antes, o mundo de Berserk é povoado de criaturas perigosas bem como horrores além da compreensão que mais parecem ter saído das páginas de uma história de Junji Ito (mangaká especializado em histórias do gênero terror). Entretanto, Nosferatu Zodd se destaca dos demais tanto pela sua estética como pela sua habilidade em combate.
Um inimigo invencível.
Uma criatura de tamanho imenso, chifres, rosto de leão e asas; isso quando em forma humanoide pois ele tem uma segunda forma ainda mais monstruosa. Enfim, ele inicialmente é apresentado como uma lenda, um Deus da guerra que nunca perdeu um combate sequer. É somente quando Guts e o bando o confrontam pela primeira vez que é mostrado a extensão de seu poder e ferocidade, sendo um inimigo que Guts não consegue vencer. Fora que eventualmente Nosferatu Zodd se torna um personagem mais recorrente na trama e com certa importância, o que torna essa apresentação ainda mais eficaz.
1) A traição de Griffith
O evento mais importante da Era de Ouro de Berserk pois solidificou de vez os caminhos que seriam percorridos por Guts e Griffith. Um leitor mais atento já percebe, de longe, que algo não batia bem no líder do Bando do Falcão; por mais que ele fosse perfeito em tudo que se propusesse a fazer e todos o adorassem, Miura sempre deixou evidente, do ponto de vista desse personagem, que existia um longo espaço entre ele e todo o resto do mundo, até mesmo de pessoas tidas como mais próximas.
O momento em que Griffith encerrou a Era de Ouro.
Todo o caminho prévio, percorrido por Griffith mais especificamente, levou a esse ato; com ele sendo preso, torturado e mutilado ao passo que apenas seus olhos eram capaz de transmitir seus sentimentos, que por sua vez não eram positivos. Quando ele invoca os integrantes da Mão de Deus, naquela que é a cena mais conhecida da série, a alma de seus companheiros são entregues por ele e Guts sente uma mistura de raiva e confusão, sendo traumatizado para o resto da vida.
Década apresentou uma mudança de abordagem para filmes do gênero
No início de maio a Netflix liberou sua mais nova minissérie sobre crimes reais chamada Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração na qual é abordada uma possível ligação do serial killer Filho de Sam, preso em 1977, com uma seita satânica que estaria envolvida em diversos assassinatos.
Em determinado momento da produção é introduzido bem rapidamente o contexto de revolução cultural que estava ocorrendo nos Estados Unidos, principalmente, onde a popularidade de temas ligados ao ocultismo estava disparando bem rapidamente através de vendas de produtos, na música e cinema.
Isso é curioso pois os anos 70 tiveram ao longo de sua duração pontos bastante específicos, em que determinados exemplares foram lançados e mudaram profundamente as regras de como se trabalhar com esses filmes. No início do século XX as obras de terror tinham como norte criativo o uso de monstros fantásticos e podendo ou não ter em sua trama comentários sociais; em 1922 foi lançado Nosferatu que não só integrou o movimento cinematográfico do então Expressionismo Alemão como também, anos depois, foi interpretado como uma metáfora do panorama alemão do pós-Primeira Guerra.
“Nosferatu” foi uma interpretação do período alemão pós-primeira guerra.
Na mesma faixa de tempo, do outro lado do Atlântico, o cinema norte-americano também produzia sua própria leva de terror mesmo tendo uma orientação mais comercial. À frente desse movimento estava a Universal Studios com sua franquia de Monstros encabeçada por Drácula, Frankenstein e o Lobisomem mas também tendo outros exemplares, alguns adaptando as histórias de Edgar Allan Poe, como Os Assassinos da Rua Morgue e O Gato Negro (ambos dos anos 30).
O artigo 1920s Horror Movies, assinado por Karina Wilson, traz a constatação de que o gênero do terror, a partir dos anos 20, precisou se reinventar para competir com o ainda mais aterrorizante mundo real. “Os filmes de terror dos anos 20 não podiam mais utilizar velhas estratégias dramáticas para empolgar o público. A grande guerra reinventou a linguagem visual do horror para um novo e traumatizado mundo. Há muito haviam ido os adoráveis esqueletos dançantes e atores que desapareciam em nuvens de fumaça. Ao contrário, cineastas do terror tinham que alcançar mais imediatamente um horror ressonante”.
A capacidade para se adaptar aos novos tempos se repetiria para o gênero ao final dos anos 60, quando diversos setores da sociedade começavam a ensaiar demonstrações públicas questionando velhas convenções enraizadas. Dessa maneira temas como sexualidade, direitos civis, uso de drogas e até a violência (tendo como pano de fundo a Guerra do Vietnã) acabaram pautando as novas produções de Hollywood.
O Universo Compartilhado de Monstros da Universal foi um primeiro contato entre terror e modelo comercial.
A retratação de cultos como organizações horripilantes já era velha conhecida do público de longa data; o já mencionado Gato Negro utilizou a ideia de uma seita satânica, liderada pelo personagem de Boris Karloff, como uma força antagônica ao herói de Bela Lugosi. Em 1968 o filme de Roman Polanski, O Bebê de Rosemary, quebrou com a regra para essas abordagens, até então, ao tornar a temática do sexo como um elemento iniciador dos elementos sobrenaturais; a protagonista Rosemary, após constantes assédios de seus vizinhos que são membros de um culto satânico, acaba por protagonizar uma cena íntima com o próprio Satã, no que configurou a cena como bastante polêmica para a época.
Por outro lado o artigo The Devil Inside: Watching Rosemary’s Baby in the Age of #MeToo, assinado por Laura Jacobs, chama a atenção para nova interpretação que a obra alcançou tendo como base o movimento iniciado na indústria do entretenimento que visa proteger as mulheres vítimas de crimes sexuais. Esse foi em um primeiro momento com a chegada da nova década o tema da sacralidade, que seria alvo de novas interpretações com o intuito de desconstrução.
Em 1971 o diretor Ken Russelllançou o polêmico Os Demônios, obra que posicionou o estilo de vida celibatário dos sacerdotes em rota de colisão com o desejo carnal. Ao mesmo tempo, o filme aborda a prática de bruxaria realizada pelo padre principal inspirado nos relatos do famoso julgamento das possessões de Loudun em 1634; este que terminou com o padre acusado de bruxaria sendo queimado vivo.
Até hoje “Os Demônios” continua sendo uma experiência controversa.
O filme foi banido em certos países e na Grã-Bretanha foi necessário uma complicada pós-produção para cortar as partes mais polêmicas, mesmo assim o filme ainda recebeu a mais alta classificação etária no país. Apesar disso, Russell sempre defendeu a ideia que esta é sua única obra verdadeiramente política e uma crítica à manipulação do Estado sobre a população.
À altura que o longa britânico foi lançado com a proposta de verdadeiramente juntar ocultismo com religião, a ideia ainda não era “palatável” para a maior parte da audiência. Dois anos depois, as coisas tomariam outro rumo. Vindo de um Oscar de Melhor filme com Operação França,o diretor William Friedkin manteve um período de pausa na carreira até aceitar a proposta de conduzir uma adaptação do best seller de William Peter Blatty, O Exorcista.
Mesmo tendo como clímax o mencionado ritual no título, o cineasta guia toda a construção da tensão apoiada nos sintomas de uma possessão exibida pela jovem Regan; à medida que a intensidade deles vai aumentando, sua personalidade, desde cedo apresentada como extremamente doce, vai se modificando em algo mais agressivo. A narrativa secundária envolvendo o padre Karras e sua crise de fé aproxima para a linha principal o ponto de vista religioso, ainda que apresentando uma visão mais otimista do catolicismo do que aquela em Os Demônios.
Sem dúvida “O Exorcista” foi o ápice do casamento entre ocultismo e terror.
O Exorcista também se tornou marcante por sua representação do tabuleiro Ouija como um instrumento facilitador de possessões. A tentativa de se comunicar com os mortos através do mencionado tabuleiro já era atividade corriqueira para famílias abastadas desde o século XIX, mesmo com a reprovação eterna da Igreja à essa prática. A boa imagem só seria severamente danificada a partir dos lançamentos do livro e filme de Blatty e Friedkin respectivamente.
Mais para frente nesse mesmo período de tempo ainda teria uma inesperada contribuição de Richard Donner com seu A Profecia, revitalizando de certa forma o terror relacionado à maternidade introduzido em O Bebê de Rosemary mas com atenção concentrada muito mais na criança maligna do que na mãe. Ainda assim o filme pincela bem levemente uma relação entre religião e a concepção do anticristo Damien por meio da participação do arrependido padre Spiletto.
Por fim, a década de 70 foi uma reestruturação geral para o cinema, mas também para esse gênero em específico. A sensação de liberdade em desbravar temas outrora indiscutíveis estava em alta e consequentemente chegou aos realizadores. O flerte do horror com o oculto, portanto, acaba sendo algo curiosamente nascido da desinibição da sociedade em geral.
Apesar dos críticos avaliarem ‘Cruella’ com apenas 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, o live-action estrelado por Emma Stone conquistou 97% de aprovação do público.
A classificação vem após mais de 2500 votos dos usuários do site agregador de críticas.
Surpreendentemente, o longa passa a frente de ambiciosos remakes live-action, como ‘Aladdin’ e ‘O Rei Leão‘, que alcançaram 94% e 88% de aceitação do público, respectivamente.
Na 4ª posição vem ‘Mogli: O Menino Lobo’ (86%), seguido por ‘A Bela e a Fera‘ (80%).
Vale lembrar que a lista se refere diretamente aos remakes das animações, já que ambos os filmes da ‘Malévola‘ tiveram de 95% entre o público, mas são produções originais.
Além disso, ‘Cruella‘ também impressionou com US$ 26.5 milhões em seu fim de semana de estreia.
Vale lembrar que o longa foi lançado simultaneamente no serviço de streaming do Disney+, por uma taxa adicional do Premier Access.
Exibida em 3,892 salas, a produção registrou uma média de US$ 6.8 mil por cinema.
Tony Chambers, chefe de distribuição global da Disney, declarou: “Esse final de semana representou nossa primeira experiência retornando aos cinemas e vendo as medidas de segurança sendo aplicadas. O público assistiu aos trailer dos blockbuster que serão lançados nesse verão. É um convite para eles retornarem e assistirem mais filmes.”
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.