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‘The Virtuoso’: Thriller de ação com Anthony Hopkins ganha trailer ARREPIANTE; Confira!

Lionsgate divulgou recentemente o trailer oficial de The Virtuoso, thriller de ação estrelado pelo vencedor do Oscar Anthony Hopkins.

Confira:

O filme é dirigido e roteirizado por Nick Stagliano.

Perigo, mentiras e homicídios caem sobre uma pequena cidade do interior quando um assassino profissional (Anson Mount) aceita uma missão de seu enigmático mentor e chefe (Hopkins). Com pistas crípticas de apenas onde e quando ele deve ir, o metódico mercenário deve identificar seu alvo em meio a uma multidão, que inclui um xerife local. Enquanto isso, um encontro com uma mulher ameaça sua missão.

Abbie CornishEddie MarsanDavid MorseRichard BrakeDiora Baird completam o elenco.

The Virtuoso’ estreia em cinemas selecionados nos Estados Unidos e em VOD no dia 30 de abril.

George Segal, da comédia ‘The Goldbergs’, morre aos 87 anos

O ator George Segal, conhecido por interpretar o “Pops” na comédia ‘The Goldbergs‘ pelas últimas oito temporadas, morreu aos 87 anos.

Ele também estrelou a comédia clássica ‘Just Shoot Me!‘.

“Nossa família está devastada em anunciar que o George Segal faleceu após complicações com sua cirurgia de ponte de safena,” afirmou a esposa do artista, Sonia, em declaração. Seu empresário, Abe Hoch, acrescentou: “Estou triste porque meu amigo próximo e cliente de longa data faleceu. Sinto falta do seu humor, camaradagem e amizade. Ele era um ser humano extraordinário.”

No decorrer de seis décadas, Segal participou de produções na Broadway, nos cinemas e na televisão. Ele recebeu uma indicação ao Oscar por Melhor Ator Coadjuvante pela sua performance em ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?‘ (1966).

Intitulado Bever-lé, o próximo episódio de ‘The Goldbergs‘ irá ao ar no dia 31 de março.

A série foi criada por Adam F. Goldberg, e baseia-se a partir de memórias de sua própria infância.

A trama mostra a realidade dos anos 80 através dos olhos de um pré-adolescente. O patriarca da família é o rabugento Murray, casado com a super protetora Beverly. Seus dois filhos mais velhos são Erica e Barry. O filho mais novo, Adam, documenta sua vida familiar com sua câmera de vídeo. O pai de Beverly, Albert “Pops” Solomon, está sempre por perto para dar conselhos ou ajudar seus netos (geralmente sem sua filha saber).

O elenco inclui Wendi McLendon-CoveyJeff GarlinSean GiambroneTroy GentileHayley Orrantia e Patton Oswalt.

‘O Senhor dos Anéis’: Imagem de bastidores anuncia chegada de novo diretor à série!

Amazon Prime divulgou através do Twitter uma nova imagem de bastidores da vindoura e aguardada série O Senhor dos Anéis.

A foto, que foi tirada em uma praia, anuncia a chegada de outro diretor à equipe criativa: Wayne Che Yip, conhecido por seu trabalho em séries como SalemPatrulha do DestinoPreacher.

Confira:

Recentemente, o site TheOneRing.net revelou a sinopse oficial da ambiciosa pré-sequência, que será ambientada antes dos eventos da trilogia homônima assinada por Peter Jackson.

Confira:

“A aguardada série da Amazon Studios irá levar os espectadores para uma era em que grandes poderes eram forjados, reinos ascendiam à glória e caíam na desgraça, heróis inesperados eram testados, esperança pendia por um fio e o maior vilão que já fluiu da mente de Tolkien ameaçava cobrir todo o mundo em escuridão. Começando em uma época de relativa paz, a série gira em torno de personagens, familiares ou novos, e seu confronto contra a re-emergência do mal na Terra-Média. Das profundezas obscuras da Montanha Enevoada, às florestas majestosas da capital élfica Lindon, ao reino insular de Númenor, aos cantos mais longínquos do mapa, esses reinos e personagens irão talhar legados que viverão por muito tempo depois de partirem”.

O elenco da série conta com Maxim Baldry (Doctor Who, ‘Uma Segunda Chance para Amar’), Robert Aramayo como o protagonista, Owain ArthurNazanin BoniadiTom BudgeMorfydd ClarkIsmael Cruz CórdovaEma HorvathMarkella KavenaghJoseph MawleSophia NomveteMegan RichardsDylan SmithCharlie VickersDaniel Weyman e a novata Tyroe Muhafidin.

Os dois primeiros episódios ficam a encargo de Juan Antonio Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘The Flash’: Psych é destaque nas imagens oficiais do episódio 07×05; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Fear Me”, quinto episódio da 7ª temporada de The Flash.

Na trama, “quando um poderoso novo vilão, Psych, canaliza e amplifica os temores de todo mundo para causar caos em Central City, Barry percebe, com a ajuda de Cecile, que ele deve enfrentar seu maior medo para derrotá-lo. Enquanto isso, Joe fica surpreso quando Kristen Kramer, da Comissão de Logística Municipal, aparece na CCPD para uma visita. Iris avisa seu pai para explorar mais fundo sobre o porquê de Kristen estar lá. Caitlin e Frost discutem sobre como pretendem viver”.

O capítulo vai ao ar no dia 30 de março.

Confira, junto à promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Riverdale’: Notícias inesperadas vêm à tona na promo do episódio 05×10; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial de “The Pincushion Man”, 10º episódio da quinta temporada de Riverdale – que também marca o midseason finale antes da produção entrar em hiato no próximo mês.

Na trama, “enquanto se preparam para a noite de Pais e Mestres, Archie é pego fora de guarda quando seu antigo General do exército aparece em Riverdale com notícias inesperadas. Cheryl se acua após ouvir que Hiram e Reggie expressaram interesse em tomar conta dos bosques de bordo de Blossom. O jeito nada convencional de Jughead em curar uma espécie de ‘bloqueio criativo’ leva Tabitha a ficar preocupada com sua segurança. Finalmente, Betty e Alice recebem visitantes inesperados”.

O episódio, que vai ao ar no dia 31 de março, foi dirigido por Gabriel Correa e escrito por Chrissi Maroon.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para zoar ex-Misses Simpatia na promo do episódio 13×12; Confira!

A VH1 divulgou uma cena oficial do décimo primeiro episódio da 13ª temporada de RuPaul’s Drag Race’, em que as queens se preparam para zoar as ex-Misses Simpatia Nina WestHeidi N ClosetValentina.

Confira:

O capítulo vai ao ar no dia 26 de março.

As novas participantes são: DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen.

‘Espiral’: Novo filme da franquia ‘Jogos Mortais’ ganha teaser, fotos e é adiantado

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘, novo reboot da franquia ‘Jogos Mortais‘, ganhou um teaser e duas novas imagens com o ator Chris Rock.

A estreia nos EUA foi adiantada de 21 de maio para 14 de maio.

Confira:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de cinco anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Confira o trailer:

Crítica | Lady Gaga constrói uma ode ao sexo e à criatividade com o subestimado ‘ARTPOP’

Publicado originalmente em 28 de março de 2019.

ARTPOP talvez seja o álbum mais controverso de Lady Gaga. Não apenas por afastar-se completamente do dance pop e do eletro rock típicos de seus álbuns anteriores, endossados com uma investida mais metal em Born This Way, mas por falar abertamente sobre assuntos considerados tabus pela sociedade mais conservadora e retrógrada. Não é à toa que, à época de seu lançamento, a cantora declarou ironicamente que iria revolucionar o cenário musical – e ela de certo modo fez isso, não pela construção das faixas do álbum, visto que todas partem da mesma base, mas sim por trazer à tona assuntos que são discutidos pelas pessoas, só não publicamente. E também não é nenhuma surpresa que o disco tenha se tornado um fracasso de crítica e tenha sido redescoberto recentemente como um dos mais subestimados da cantora.

Fincado completamente no synthpop, uma versão mais visceral e eletrônica do pop clássico, o álbum em si fala sobre crimes passionais, sexo, drogas e, em seu escopo total, sobre a criatividade. Em diversas faixar, Gaga utiliza sua reputação e as crescentes críticas ao seu estilo e às suas mudanças identitárias para mostrar que é uma artista completa, uma participante da indústria do entretenimento que preza pela originalidade e que, ao mesmo tempo em que conversa com os fãs, também conversa consigo mesma. Não é à toa que, após o lançamento de The Fame Monster’, a cantora tenha preferido utilizar de acontecimentos pessoais para criações cada vez mais intimistas.

“Aura” é a música que abre o álbum. Iniciando-se com técnicas de influências musical western, principalmente a presença dos mariachis, Gaga disserta sobre sua própria criatividade, a qual está protegida por um véu metafórico que também serve como refúgio para sua aura artística. Não é à toa que essa insanidade emerge inúmeras vezes pelas risadas dissonantes no começo e pelo uso de alteradores eletrônicos de voz em certas partes, conferindo uma aproximação ao electronic dance music que não só torna a faixa interessante de ser analisada, mas também envolvente. E se essa crueza é vista com certa cautela aqui, em Applause”, o lead singledo álbum, nota-se um grande amadurecimento da própria Gaga, a qual faz uma homenagem para seus fãs – os little monsters – e abraça os aplausos que recebe com tanto carinho, não se importando com duras críticas que recebeu em sua carreira.

A criatividade defendida com unhas e dentes pela cantora não se restringe apenas à sua persona, mas também alastra-se àqueles que sempre participaram de sua vida e permitiram que insurgisse como o ícone que é hoje. Pode-se falar, então, que a extensão de sua personalidade finca-se nos próprios figurinos irreverentes e completamente chocantes que utiliza, saudados com imensa ovação nas incríveis composições de Fashion!” e Donatella”: enquanto uma fala com grandiloquência sobre o trabalho dos designers e sobre sua capacidade de tradução materialista os desejos mais inerentes do ser humano, a outra explana-se como uma ácida crítica ao mundo em que modelos são submetidas para aproximar o onírico dos meros mortais (“Você comeu apenas uma salada hoje; boulangerie”, ela diz em certo momento da segunda faixa).

As drogas também entram como parte importante dessa fase de Gaga, principalmente a maconha. Em diversas momentos, é possível ver como as propriedades tranquilizadoras dessa planta permitiram que as músicas da cantora fossem compreendidas muito além da superfície – uma apologia sincera e clara. Mary Jane Holland” utiliza um dos inúmeros sinônimos para a droga e inclusive fala sobre o infundado tabu acerca dela e que acompanha as gerações mais velhas (“Eu sei que mamãe e papai me acham uma completa bagunça”); Jewels N’ Drugs”, por sua vez, traz isso para um mundo mais elitizado, permeado pelo escambo e pela uso de produtos mais pesados por aqueles que conseguem adquiri-los. Até mesmo Dope” utiliza-se como base a planta, apesar de ter um foco melódico muito mais emocional, dizendo que o eu lírico necessita do amor de alguém que esnobou em detrimento da inebriante e passageira sensação que as drogas lhe garantem.

ARTPOP também é um disco humano; ele fala de pessoas, de como a influência delas, tanto no âmbito psíquico quanto no físico, contribuem para o endossamento de Gaga como pessoa. Seja desesperada por “uma cura” perante alguém que prometeu amá-la e depois a abandonou, em MANiCURE”, ou apenas escolhendo passar uma única noite com um amante que poderá levá-la nas mais diversas aventuras, como Gypsy”, ela preza pela companhia e não gosta de se sentir sozinha. Essa assunto, por mais que não seja visto com maus olhos, não é comentado de forma tão aberta por estar associado a momentos de fraqueza, até hoje condenados por uma parcela da sociedade firmada no patriarcado.

Mas é com o expressionismo inegável de Swine” que esse querer pela companhia atinge um nível assustador. Em um ritmo sintético esquizofrênico e muito pesado, tanto os acordes em teclado quanto os crescendosposicionados de forma profusa na construção musical, a faixa fala basicamente sobre abuso sexual, o mesmo sofrido pela cantora por um produtor quanto tinha apenas 19 anos. Ela não liga para mais nada nesse ponto do álbum, e apenas preza por falar o que ficou preso em sua garganta por um tempo cruelmente longo.

Talvez o ápice do álbum venha com seu empoderamento. É um fato dizer que artistas femininas que falem abertamente sobre sua sexualidade são vistas como depravadas – e Gaga não apenas decide mover-se através dessas turvas águas, como também cria inúmeros afluentes para que artistas posteriores possam fazer a mesma coisa, incluindo Miley Cyrus e, mais recentemente, Selena Gomez. Em sua trilogia artística, o suprassumo musical que inclui Artpop, Venus” e G.U.Y.”, a cantora permite-se realizar diversas referências a movimentos vanguardistas no mundo inteiro, buscando inspiração em Andy Warhol e na cultura greco-romana para criar um microcosmos sexual totalmente desprovido de preconceitos. Ao mesmo tempo em que aceita sua condição como um ser que necessita dos prazeres da carne, ela também almeja pelo controle da situação, podendo ir e vir quando quiser e escolher com quem e com quantos quer estar (“Eu quero o poder para te deixar, eu quero o controle desse amor”). Gaga não fala de obsessão, e sim de um poder pessoal que é de extrema importância para a sobrevivência humana.

Tudo culmina em Do What U Want”, um dos singles promocionais que fez grande sucesso nas rádios. Aqui, ela tem plena consciência de que seu corpo pertence ao outro, mas seu coração, sua mente e seu livre-arbítrio não. Buscando referência de dominação e submissão já vistas em seu álbum anterior, essa faixa abre margem também para uma possível consequência da aceitação do sexo como força-motriz de diversos momentos do cotidiano, inclusive um apreço pelo impossível e pela traição onírica em Sexxx Dreams”.

ARTPOP é uma obra essencialmente irreverente. Sua completude representa uma capacidade crítica e de aceitação nem um pouco ortodoxa para Lady Gaga, e o negativismo que recebeu acerca de seu lançamento apenas mostra o quanto a obra é importante para uma libertação mais do que necessária para aqueles que se escondem. Sua visceralidade, sua crueza e seu pouco convencionalismo musical são pontos que, além de marcarem uma mudança drástica em sua carreira, permitiriam uma futura autorreflexão que, em dado momento da vida, chega para todos nós.

Nota por faixa:

  • #Aura – 4/5
  • #Venus – 5/5
  • #G.U.Y. – 5/5
  • #Sexxx Dreams – 4/5
  • #Jewels N’ Drugs – 3,5/5
  • #MANiCURE – 4,5/5
  • #Do What U Want – 3,5/5
  • #ARTPOP – 4,5/5
  • #Swine – 4/5
  • #Donatella -5/5
  • #Fashion! – 4/5
  • #Mary Jane Holland – 4/5
  • #Dope – 5/5
  • #Gypsy – 5/5
  • #Applause – 4,5/5

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ e as Novas edições de filmes famosos

Quem diria! Muitos não acreditavam, mas o corte do diretor Zack Snyder para Liga da Justiça finalmente está entre nós. Para quem pegou o bonde andando, após dirigir O Homem de Aço (2013) e Batman vs Superman (2016), Snyder partiu instantaneamente para a terceira parte destes filmes com Liga da Justiça, cujo lançamento estava programado para o final de 2017. O resultado tanto de crítica quanto de público de Batman vs Superman foi, digamos, um pouco desesperador para o estúdio. Assim, a primeira medida adotada foi transformar a superprodução que seria dividida em dois longas (assim como Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato, da rival Marvel), em apenas um filme.

Depois disso, a tragédia atingiu, e Snyder deixou a produção para se concentrar em dar apoio à sua família após o suicídio de sua filha adolescente. Substituindo o diretor na missão de finalizar a obra então entrava Joss Whedon, justamente o cineasta responsável por levar aos cinemas os dois primeiros Vingadores. O resultado de Liga da Justiça foi uma obra de tom conflitante, que terminou agradando apenas momentaneamente – ou melhor dizendo, não desagradando. Logo, os fãs (sempre eles), levaram às redes sociais seu desejo em ver realizado o corte original planejado por Zack Snyder, alimentados pela lenha na fogueira colocada pelo próprio diretor, que instigava seus seguidores com imagens de bastidores.

O movimento foi ganhando cada vez mais proporção e os artistas envolvidos na produção também aderiram ao pedido, até se tornar a # mais compartilhada nas redes sociais para um filme não lançado. Assim, numa manobra sem precedentes, a Warner desembolsou mais US$70 milhões (além dos US$300 milhões já gastos na produção) para Snyder concluir sua visão, finalizando ou modificando efeitos, e refilmando algumas cenas. O resultado foi um filme de 4 horas de duração que tem feito os fãs morrerem de amores, arrancado elogio da imprensa, e mesmo os mais turrões reconhecerem que é uma obra superior à vista em 2017. Ou seja, um filme totalmente novo.

Nunca na história do cinema algo assim foi visto. Mas algo semelhante sempre ocorreu neste mais de um século da sétima arte. Pensando nisso, e nesta justiça que foi feita para um diretor, digamos, subestimado, resolvemos lembrar com você alguns casos de filmes que receberam edições especiais depois de seus lançamentos, adicionando e modificando o que havíamos visto e conhecíamos até então. Vamos conferir.

O Poderoso Chefão III / O Desfecho

Uma das trilogias mais famosas do cinema, senão a mais famosa (ou quem sabe a mais prestigiada), a conclusão da saga da família mafiosa Corleone demorou um tempo a sair do papel. O primeiro filme (1972) e o segundo (1974), ambos foram baseados no livro de Mario Puzo, e lançados num curto intervalo de tempo. O sucesso foi tanto que a Paramount resolveu fazer mais um, porém, não existia mais livro para basear. Assim, Puzo, ao lado do diretor Francis Ford Coppola, escreveram o roteiro da parte III, lançada em 1990. A recepção da época o elegeu como o mais irregular da trilogia. Assim, nada menos que trinta anos depois, no fim de 2020, Coppola decidiu, a pedido do estúdio, remontar o filme da maneira inicialmente planejada por ele. Esta edição foi chamada de ‘Desfecho’ (Coda).

Blade Runner – O Caçador de Androides

Um dos casos mais notórios do cinema quando falamos em edições especiais é esta ficção científica ainda muito influente, dirigida por Ridley Scott, lançada originalmente em 1982. Além desta, Blade Runner possui outra peculiaridade. O filme foi um fracasso de crítica e público em seu lançamento, vindo a ressurgir no gosto coletivo graças às vídeolocadoras, se tornando assim um dos casos mais conhecidos de filmes cult que ganharam uma legião de fãs após seu lançamento. Devido ao fracasso, o estúdio remontou o filme com uma narração em off do protagonista Harrison Ford, a fim de explicar um pouco mais ao público, e aproximar a trama ainda mais ao gênero noir detetivesco, mas um situado no futuro. Ao todo foram nada menos que 7 versões lançadas do filme: as mais famosas sendo a original, a edição norte-americana, a edição internacional, a edição do diretor e a edição final. Foi justamente o status de cult do filme ao longo de todos esses anos que gerou uma continuação tardia intitulada Blade Runner 2049 (2017).

Trilogia original Star Wars

Nem toda nova edição chega para agradar. E esse foi justamente o caso com uma das trilogias mais queridas do cinema – que fez os fãs olharem diferente para o criador de tudo, o cineasta George Lucas. Para ir aquecendo os motores e despertar falatório com a base de fãs para o lançamento de Ameaça Fantasma (1999), dois anos antes o diretor resolveu trazer o nome da marca de volta à boca do povo e dar a chance para quem não tinha idade na época, conferir as produções na telona. Essa foi a primeira oportunidade de muitos (como este que vos fala) assistirem aos primeiros blockbusters do cinema… bem, numa sala de cinema. Mas nem tudo estava como antes. Lucas não tinha a tecnologia na época, assim, numa era de efeitos plenamente digitais, o cineasta resolveu “polir” sua trilogia com efeitos modernos (para meados da década de 90). Adicionando novas cenas inclusive, tudo de “presente” para a nova geração. O problema é que ele simplesmente sumiu com as versões originais, as quais a maioria eventualmente preferiu.

E.T. – O Extraterrestre

Aprendendo com o colega acima, Steven Spielberg também resolveu relançar nos cinemas um de seus filmes mais queridos, sobre a amizade entre um menino e uma criatura boazinha vinda do espaço. Novos efeitos foram adicionados, substituindo o boneco por uma criação virtual de computador. Mas o cineasta não parou por aí, e no embalo, resolveu ouvir sua veia politicamente correta e remover digitalmente as armas dos policiais que perseguiam as crianças, substituindo-as por Walk talkies. A reação dos fãs foi: “tinha mesmo necessidade?”. Ah sim, nesta mesma pegada, esqueci de comentar acima que Lucas fez Han Solo atirar depois de seu inimigo Greedo (deixando o personagem mais coretinho), o que agradou exatamente a zero pessoas.

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Quando foi anunciado, este filme do universo mutante da FOX parecia um projeto dos sonhos para os fãs. Iria juntar os novos atores de Primeira Classe (2011), com os veteranos da franquia original lá de 2000, se tornando assim um crossover dentro da própria linha narrativa. A adaptação de um dos arcos mais queridos das HQs dos personagens pedia tal grandiosidade. No entanto, o que vimos em tela ficou parecendo muito um filme picotado, com atores de peso entrando mudos e saindo calados, e outros sequer aparecendo no filme, terminando cortados na sala de edição – como foi o caso da vencedora do Oscar Anna Paquin, eliminada da versão que foi aos cinemas, puro desrespeito. Tratando de remediar um pouco o ocorrido, o estúdio lançou em home vídeo, uma edição especial do filme chamada Rogue’s Cut – Edição da Vampira (a personagem de Paquin), frisando um pouco a importância dela na história. Algo me diz que esse filme tem mais coisa a ser remontada, pena que o diretor Bryan Singer entrou numa roubada e deverá ficar um tempo sumido.

Todos os filmes de Terrence Malick

Um dos diretores mais metódicos e peculiares dos últimos, digamos, 40 anos no cinema atende pelo nome Terrence Malick. Em 2011, com quase 40 anos de carreira, o diretor tinha apenas 5 filmes dirigidos por ele no currículo, para termos uma ideia. Mas isso é só uma parte da mitologia em torno de Malick. O que chama atenção de verdade e deixa muita gente furiosa, é a forma como o cineasta monta seus filmes, modificando totalmente sua história e linha narrativa. Malick é a mais pura representação do ditado que diz que “uma obra cinematográfica ganha vida de verdade é na edição”. É de lá que o diretor consegue muitas vezes tirar um novo filme do zero, diferente daquele que gravou. Foi o que fez o vencedor do Oscar Adrien Brody perceber que não era mais o protagonista do drama de guerra Além da Linha Vermelha (1998), apenas na pré-estreia do filme, e que agora a história girava em torno de Jim Caviezel. E foi também o que fez o saudoso veterano Christopher Plummer (falecido em 5 de fevereiro deste ano) pegar o telefone e soltar os bichos com Malick, com quem gravou a versão “séria” de Pocahontas, O Novo Mundo (2005), garantindo nunca mais trabalhar com o cineasta.

The Death and Life of John F. Donovan

Enaltecido por ser uma voz representativa para a comunidade LGBTQ+, o jovem diretor Xavier Dolan ganhou status neste nicho. Alguns o consideram pretensioso para além do talento. Seja como for, sua maior audácia até o momento ocorreu neste drama que passou muito em branco em seu lançamento em 2018. O maior falatório a respeito do longa ocorreu justamente devido a seus bastidores e talvez esta tenha sido toda a jogada do cineasta. Com um elenco de peso que inclui Natalie Portman, Kit Harrington, o pequeno Jacob Tremblay e as veteranas Susan Sarandon e Kathy Bates, definitivamente um dos maiores atrativos era a presença da musa ruiva Jessica Chastain, então na crista da onda em sua popularidade. A atriz indicada ao Oscar era inclusive a mais marketeira do projeto, divulgando em suas redes sociais cada passo da produção e muitas fotos que refletiam a amizade e proximidade com Dolan. Mas aí veio o fatídico anúncio. Para “melhorar” seu filme, Dolan achou necessário cortar por completo a participação de Chastain da obra. A ruiva disse que tudo foi feito na boa e sem rancor. Mas será mesmo… ?

Rocky IV

Se essa onda de novas edições pega… bem, acho que já pegou. E o próximo a surfar nela é o astro septuagenário Sylvester Stallone que está neste momento, enquanto escrevo esta matéria, editando uma nova versão para seu clássico oitentista absoluto Rocky 4 (1985). O quarto Rocky pode não ser o melhor da franquia, mas definitivamente é o mais empolgante e o que fez mais companhia na infância a este colega que vos escreve. Hoje, algumas coisas não são vistas com bons olhos, em especial toda a parte rocambolesca com o robô falante (sim, isso mesmo) que é servente / esposa do fanfarrão Paulie (Burt Young). Se vai tirar este trecho (o que queremos muito), só o tempo dirá. Como o filme ainda não foi lançado (e estamos mais que ansiosos para a estreia), só nos resta aguardar para ver o que o garanhão italiano aprontou no filme.

Batman Eternamente

Após o sinal verde para o corte de Zack Snyder para a Liga da Justiça, imediatamente os fãs começaram um novo movimento, desta vez para ver o corte original planejado pelo diretor Joel Schumacher para Batman Eternamente (1995). Em partes uma lenda urbana, muitos afirmam que existe muito material extra que não entrou no corte final, aguardando apenas uma edição especial. Porém, aqui temos outro agravante. Schumacher nos deixou ano passado, então caso a nova versão saia realmente do papel a pedido dos fãs pela Warner, um novo artista ficará responsável pela edição, sem o comando de Schumacher acompanhando tudo.

‘Big Shot: Treinador de Elite’: Série da Disney+ com John Stamos ganha trailer; Assista!

A Disney+ divulgou o primeiro trailer legendado de ‘Big Shot: Treinador de Elite‘, série estrelada por John Stamos (‘Três é Demais’).

Confira:

A série foi criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies‘).

A trama conta a história de um técnico de basquete universitário bastante temperamental, que por um golpe do destino acabou sendo demitido, e se viu obrigado a trabalhar como professor e técnico em uma escola voltada apenas para meninas ricas.

O elenco ainda conta com Jessalyn Gilsig, Yvette Nicole Brown, Richard Robichaux, Sophia Mitri Schloss, Nell Verlaque, Tiana Le, Monique Green, Tisha Custodio e Cricket Wampler.

‘The Kominsky Method’: Última temporada ganha data de estreia

De acordo com o TVLine, a Netflix finalmente anunciou quando a 3ª (e última) temporada da aclamada comédia dramática ‘The Kominsky Method‘ irá estrear.

O ciclo final será lançado na plataforma no dia 28 de maio.

Além disso, Alan Arkin – que nomeado ao Emmy, ao Globo de Ouro e ao SAG Award pelo seu papel como Norman Newlander – não retornará para a última temporada. Segundo um representante do ator, a decisão foi tomada “há muito tempo”, antes da pandemia de coronavírus.

Criada por Chuck Lore (‘The Big Bang Theory‘, ‘Two and a Half Men‘ e ‘Mom‘), a série ganhou dois Globos de Ouro, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Ator em Comédia para Michael Douglas.

Na trama, Sandy e Norman, dois amigos de longa data, enfrentam os altos e baixos da vida com humor, dignidade e um pouco de ajuda de seus familiares – lembrando-nos que algumas relações nunca envelhecem.

O elenco inclui Michael Douglas, Alan Arkin, Sarah Baker, Nancy Travis, Danny DeVito e Jenna Lyng Adams.

Novos 52 | O Top 5 das melhores histórias da LIGA DA JUSTIÇA

Fase mais recente da DC Comics trouxe histórias que inevitavelmente mudaram a percepção sobre os personagens

Com o lançamento de Liga da Justiça de Zack Snyder, é inevitável teorizar a remota probabilidade do sucesso do filme dar uma sobrevida à visão do diretor para o DCEU; visão essa muito atrelada ao formato de narrativa adotado pela editora durante a fase dos Novos 52. Entre 2011 e 2016 o universo da DC Comics foi reiniciado e dessa forma os seus principais personagens tiveram suas origens e conceitos reimaginados para um novo público.

Consequentemente isso permitiu a criação de linhas narrativas novas e interessantes sobre tais personagens famosos, não só conseguindo entreter leitores mas como também adicionando novas ideias à mitologias consolidadas. Abaixo, veja cinco arcos que capturaram a atenção do público na fase dos Novos 52.

5) Action Comics de Grant Morrison

Umas das joias editoriais da DC Comics não é outra senão a Action Comics; uma das revistas em quadrinhos mais antigas e importantes (junto com a Detective Comics) da indústria, ela é mundialmente conhecida por ter apresentado o Superman para o mundo na sua primeira edição em 1937. No entanto, o Clark em seus primeiros dias não era exatamente o símbolo de esperança famoso atualmente e nem tinha como inimigos forças alienígenas apocalípticas.

Grant Morrison conseguiu mesclar a apresentação de um novo Clark Kent com o resgate de elementos clássicos

Seus primeiros confrontos quase sempre envolviam políticos ou empresários corruptos que, de uma forma ou de outra, estavam prejudicando a população e seus métodos eram muito mais brutos e ameaçadores. Pode parecer superficial atualmente mas a ideia de um poderoso defensor do povo que enfrentava a classe privilegiada no contexto de uma economia em reconstrução pós Grande Depressão funcionou muito bem.

Dessa forma, quando o aclamado autor Grant Morrison assumiu a responsabilidade de mostrar Clark Kent em seus primeiros anos antes de ser o guardião de Metrópolis ele optou por resgatar essa visão mais clássica do Superman só que atualizada ao mesmo tempo aonde Clark é um blogueiro que denuncia casos de corrupção em Metrópolis e revida contra esses criminosos do colarinho branco de uma maneira que não chega à brutalidade (por razões obvias) mas é bem mais intimidadora que o normal. Foi um bom tributo atualizado para um mundo mais digital.

4) Liga da Justiça

A edição que iniciou os Novos 52 não poderia ter sido outra senão Liga da Justiça #1, lançada basicamente ao mesmo tempo que a última edição de Flashpoint (que foi a última saga da DC pré Novos 52) em 2011. A história juntou uma dupla bastante badalada na época, sendo escrita por Geoff Johns (que aquela altura era o principal autor da editora com os sucessos da já mencionada aventura do Flash e da saga A Noite mais Densa) e ilustrada por Jim Lee (amplamente considerado um dos melhores ilustradores a trabalhar no Batman como visto anteriormente em Grandes Astros: Batman e Robin e Silêncio).

A nova formação da equipe enfrentou ninguém menos do que as forças de Darkseid

Logo, quando lançada a edição a dupla precisou mostrar que era uma nova realidade que estava começando e que esses personagens ao mesmo tempo que seriam aqueles heróis culturalmente reconhecidos também teriam elementos diferentes. A melhor forma de alcançar esse objetivo foi apresentar todos de uma vez em um crossover de embate com as forças de Darkseid (uma ameaça maior para o grupo do que Starro certo?).

3) Morte da Família

A partir desse ponto não estranhe se o top três for tomado por histórias do Batman, afinal ele certamente foi quem recebeu maior carga de atenção por parte da DC durante a fase dos Novos 52. Toda a fase em que Scott Snyder (sem ligações com o diretor) foi responsável pelo Homem Morcego se tornou memorável, positiva ou negativamente, para os leitores pois ao mesmo tempo que o autor era capaz de entregar histórias mais fracas, ao acertar ele realmente conseguiu impactar o microuniverso de Gotham City.

Com Morte da Família não foi diferente, aqui o autor entrega uma ameaça mais crescente e, mais importante, crível vinda do Coringa do que qualquer outro momento. Tudo se inicia com a exposição de que o Palhaço Príncipe do Crime ainda estava à solta após realizar uma cirurgia no qual removeu o próprio rosto ao fugir de Arkham. Não demora até que ele retorna a Gotham em um quadro referência à sua contraparte na HQ Batman #251 nos anos 70.

O Coringa, como poucas vezes antes, se revela uma ameaça não só física como cerebral para a Batfamília

De volta à cidade, o Coringa iniciar uma série de ataques planejados que eventualmente chamam a atenção do Batman e de seus aliados; isso se revela como sendo uma isca e o vilão passa a mirar cada membro da Batfamília individualmente, expondo-os a situações que refletem seus traumas ou medos dando a entender que ele conhece a identidade de todos eles; inclusive a do próprio Batman

2) Mulher Maravilha de Brian Azzarello

A persona da poderosa guerreira amazona, apesar de mundialmente famosa como a maior heroína dos quadrinhos, nem sempre conseguiu transmitir para o público muito de sua origem ou do tom de suas aventuras. Apesar de algumas histórias de origem como a do Superman e principalmente do Batman já terem sido contadas tantas vezes que acabaram se tornando conhecimento comum, com a Mulher Maravilha é um pouco diferente.

Antes do filme de Patty Jenkins uma pequena parcela do grande público estava realmente cientes da ligação entre Diana e o panteão de divindades gregas. Foi justamente relacionado a isso que o autor Brian Azzarello deu sua visão da dinâmica conflituosa entre as amazonas de Themyscira em geral e os deuses gregos. A Mulher Maravilha dos Novos 52, portanto, segue um perfil similar ao do Superman: ela é bastante autoconfiante, impulsiva e possui plena confiança em suas habilidades de combate.

A fase de Azzarello trabalhou muito bem o lado mitológico da personagem

A opção de explorar o lado mitológico de Diana também concede a Azzarello a chance produzir situações de drama bastante eficazes; como após Hipólita revelar a Diana que ela é filha de Zeus a heroína acaba por repensar toda a sua vida, não mais se considerando uma amazona e ao mesmo tempo sem ter um lugar no mundo. Essa acaba sendo, como a maioria das tramas solo dos grandes nomes da editora durante essa fase, uma atualização eficaz de um ícone bem estabelecido.

1) Corte das Corujas

Indiscutivelmente o grande trabalho de Scott Snyder com o Batman e que já a curto prazo se revelou muito significativo na mitologia geral do mesmo. É nessa história que tanto o roteiro instigante de Snyder quanto o traço de Greg Capullo, que confere grande personalidade a lugares acinzentados, se complementam de tal maneira que o resultado acaba sendo uma verdadeira trama detetivesca do morcego.

Scott Snyder deixa sua contribuição definitiva para a mitologia do Batman

Após anunciar um plano ousado de recuperar os bairros mais pobres de Gotham durante uma festa em sua mansão, Bruce Wayne percebe que o Comissário Gordon recebeu um chamado sobre um homicídio. Trajado de Batman ele vai até o local do crime e durante a investigação preliminar ele vê navalhas com emblemas de corujas que foram usados no ato, além disso é descoberto que o próximo alvo do assassino é ninguém menos do que o próprio Bruce Wayne.

Corte das Corujas poderia facilmente se tornar mais um enredo sobre uma enorme conspiração em Gotham envolvendo suas famílias mais poderosas e de alguma forma eles iriam colidir com o Batman. Porém, a história acaba sendo inteligentemente conduzida como um enorme e complexo exercício investigativo para o Homem-Morcego, ressaltando talvez a habilidade mais interessante do personagem que é a de ser o maior detetive do mundo; além de expandir a história do segundo personagem mais importante de suas histórias que é a própria Gotham City. 

 

‘Adão Negro’: Pierce Brosnan será o herói Doutor Destino no filme com The Rock

O Hollywood Reporter revelou que Pierce Brosnan (‘Mamma Mia’) viverá o herói Doutor Destino em Adão Negro.

O milenar feiticeiro terá um grande papel na trama.

Para quem não sabe, o Senhor Destino é um espírito chamado Nabu, que habita num elmo dourado e ganha vida possuindo o corpo de quem ousar vestir o elmo.

Mas o mais interessante é que o personagem é descrito no filme como “uma poderosa entidade capaz de dobrar o tempo e o espaço e manipular mentes para proteger o mundo de ameaças extradimensionais.”

Isso indica que ele pode ter uma papel fundamental na luta contra o Adão Negro (‘Dwayne Johnson‘) e na formação da Sociedade da Justiça, já confirmada no longa.

Através do Twitter, a página @blackadamupdates divulgou uma nova imagem de bastidores do vindouro longa-metragem Adão Negro, revelando a construção de uma tumba antiga.

Confira:

 

Dwayne Johnson estrela o filme como o personagem-título.

O elenco ainda contará com Noah Centineo como o Esmaga-Átomo, Quintessa Swindell como Ciclone, Aldis Hodge como Gavião Negro.

Marwen Kenzari e Sarah Shahi também foram escalados, mas detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘American Horror Story’: Kaia Gerber entra para o elenco da 10ª temporada

Através de seu Instagram, Ryan Murphy anunciou que Kaia Gerber fará parte do elenco da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘.

Esse será o primeiro grande trabalhado da atriz, que é filha da supermodelo Cindy Crawford. Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

“Estou muito animado em anunciar que Kaia Gerber está se juntando a nossa família de ‘American Horror Story’,” declarou Murphy.

A narrativa da nova temporada irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

Confira o anúncio:

O próximo ciclo contará com o retorno de Sarah PaulsonKathy BatesLeslie GrossmanBillie LourdEvan PetersAdina PorterLily RabeFrances ConroyAngelica RossFinn Wittrock, além da introdução dos novatos Macaulay Culkin, Spencer Novich, Ryan Kiera Armstrong, V Nixie e Pierce Cady.

Os novos episódios não têm previsão de lançamento.

Morcegos mutantes atacam no trailer do terror ‘Bats: The Awakening’; Assista!

O terror ‘Bats: The Awakening‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Scott Jeffrey e Rebecca Matthews são responsáveis pela direção.

Um vírus alienígena, que uma vez exterminou civilizações nos tempos antigos, voltou durante uma misteriosa tempestade que infectou todos os morcegos da área, fazendo com que eles se transformassem em grotescos monstros comedores de carne humana.

O elenco conta com Megan Purvis, Georgia Conlan, Amanda-Jade Tyler, Ricardo Freitas, Kate Sandison, Venetia Cook, Marek Lichtenberg, Nicole Nabi, Mat Sibal e Ellis Tustin.

‘FBI’ e ‘FBI: Most Wanted’ são RENOVADAS pela CBS; Novo spin-off está a caminho!

A CBS renovou oficialmente as séries ‘FBI‘ e ‘FBI: Most Wanted‘ para a 4ª e 3ª temporada, respectivamente.

Além disso, a emissora deu sinal verde para mais um spin-off da franquia, intitulado ‘FBI: International‘. A nova produção será apresentada em um crossover entre ‘FBI‘ e ‘FBI: Most Wanted‘.

“‘FBI’ está se tornando uma das franquias mais populares da televisão e nosso parceiro Dick Wolf encontrou um novo meio de expandir esse universo,” declarou Kelly Kahl, presidente da CBS. “‘FBI: Internacional’ é um drama investigativo que complementa perfeitamente as outras duas séries, ‘FBI’ e ‘FBI: Most Wanted’, criando uma ameaça tripla para a próxima temporada que se encaixará muito bem em nossa grade.”

A série foi criada por Craig Turk e Dick Wolf.

Drama processual sobre o funcionamento interno do escritório do FBI em Nova York, trazendo todas as habilidades, inteligência e tecnologia alucinantes da repartição para manter Nova York e o país em segurança.

O elenco conta com Missy Peregrym, Zeeko Zaki, Ebonee Noel e Jeremy Sisto.

‘Wellington Paranormal’: Spin-off de ‘O Que Fazemos nas Sombras’ será exibido pela CW

De acordo com o Deadline, a CW e a HBO Max adquiriram os direitos da série ‘Wellington Paranormal‘, spin-off de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘.

Nos EUA, a comédia será exibida semanalmente pela CW durante o verão norte-americano e os episódios serão acrescentados ao catálogo da HBO Max no dia seguinte.

A produção foi lançada na Nova Zelândia em 2018 e, atualmente, está exibindo o seu terceiro ciclo pelo canal TV2.

Criada por Jemaine ClementTaika Waititi, a trama acompanha os policiais Kyle Minogue e O’Leary enquanto eles enfrentam o crime sobrenatural em uma nova designação da unidade do sargento Ruawai Maaka.

Mike Minogue, Karen O’Leary e Maaka Pohatu estrelam a produção.

Vale lembrar que a série ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ já está renovada para a 3ª temporada.

‘Quem Matou Sara?’ está conquistando os assinantes da Netflix; Confira as reações!

Quem Matou Sara?’ é a nova série de suspense da Netflix – e a produção já está dando o que falar nas redes sociais.

Não, não foi a Juliette. Cheia de reviravoltas e com uma trama envolvente, a série conquistou os assinantes do streaming.

Confira:

A obra foi lançada hoje, 24 de março.

Após ser injustamente acusado do assassinato da própria irmã e passar 18 anos atrás das grades, Alejandro Guzmán é finalmente um homem livre. Agora, ele vai voltar à vida da poderosa família Lazcano para revelar os segredos do passado e se vingar dos responsáveis pela morte de Sara.

A série de José Ignacio Valenzuela traz no elenco Manolo Cardona e Carolina Miranda.

‘The Flash’: Billy Crudup e substituído por Ron Livingston no filme

O vindouro e problemático ‘The Flash’ passou por grandes mudanças nos últimos dias: Billy Crudup, que deu vida ao pai de Barry Allen (Ezra Miller) em Liga da Justiça e reprisaria o papel no filme, deixou o elenco em virtude de conflitos de agenda com a série ‘The Morning Show‘.

Segundo a Variety, ele foi substituído por Ron Livingston, de ‘Band of Brothers‘.

A atriz espanhola Maribel Verdu (‘E Sua Mãe Também’, ‘O Labirinto do Fauno’) foi escalada como a mãe do personagem titular – confirmando a trama de viagem no tempo já revelada meses atrás.

Vale lembrar que, recentemente, Kiersey Clemons teve seu “retorno” confirmado como Iris West no longa-metragem.

Clemons fez sua estreia como Iris na versão original de ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, mas viu seu papel ser cortado da versão do filme de Joss Whedon.

Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) entra como diretor, enquanto sua irmã, Barbara Muschietti, será a produtora. Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) assina o roteiro.

A trama vai acompanhar a jornada de Barry Allen através do Multiverso da DC, já que Ben Affleck e Michael Keaton foram confirmados ao elenco, reprisando seus papéis como o Batman.

Barry viajará no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… Mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Vale lembrar que a estreia está marcada para 04 de novembro de 2022.