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Incêndio devastador no trailer INTENSO de ‘Heróis de Fogo’; Confira legendado!

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de ‘Heróis de Fogo‘ (Fire).

Confira:

Alexey Nuzhny é responsável pela direção.

Uma história heroica e emocionante sobre bombeiros e equipes de resgate. O que chamamos de ato de bravura é apenas a rotina comum deles, caso alguém consiga se acostumar com o perigo mortal e o risco extremo. Quando as pessoas estão em perigo e parecem não ter ninguém para ajudá-las, as equipes de resgate vêm para lutar contra as forças impiedosas da natureza.

Konstantin Khabenskiy, Ivan Yankovskiy e Stasya Miloslavskaya estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de março.

10 ÓTIMOS Filmes sobre Golpistas no estilo ‘Eu Me Importo’

Eu Me Importo tornou-se a mais nova sensação da Netflix e trouxe a vencedora do Globo de Ouro Rosamund Pike como Marla Grayson, dona de uma agência de curadoria de idosos que aplica golpes em seus “clientes”.

As potentes atuações e a interessante narrativa, que sempre fez parte do gosto popular, fizeram com que o longa-metragem fosse bem recebido pelo público e pela crítica e, por essa razão, o CinePOP separou uma breve lista com dez filmes sobre golpistas para você conferir e não ficar “de ressaca”.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

FRANQUIA OCEAN’S

Onze Homens e um Segredo é um dos filmes mais adorados de todos os tempos e traz George ClooneyBrad Pitt como dois golpistas que arquitetam um plano para roubarem três cassinos em Las Vegas. O sucesso rendeu duas sequências com os mesmos personagens principais e um spin-off intitulado ‘Oito Mulheres e um Segredo’, estrelada por Sandra BullockCate Blanchett.

AS GOLPISTAS

O sucesso inesperado do drama criminal As Golpistas veio principalmente da química do elenco principal e do sólido roteiro assinado por Lorena Scafaria. A história é centrada em grupo de strippers que drogava homens na boate em que dançavam, aproveitando para roubar até o último centavo que conseguiam. O longa foi aclamado pela crítica e elogiado pela atuação de Jennifer Lopez, que levou para casa inúmeros prêmios.

TRUQUE DE MESTRE

Recontando a clássica narrativa de Robin Hood, Truque de Mestre é centrado em um grupo de ilusionistas encanta o público com suas mágicas e que também rouba bancos em outro continente, distribuindo a quantia para os próprios espectadores. Dylan Hobbs, um agente do FBI, está determinado a capturá-los e conta com a ajuda de Alma Vargas, uma detetive da Interpol, e também de Thaddeus Bradley, um veterano desmistificador de mágicos que insiste que os assaltos são realizados a partir de disfarces e jogos envolvendo vídeos.

O LOBO DE WALL STREET

Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.

A GRANDE MENTIRA

Quem não gostaria de ver um filme criminal estrelado por dois dos maiores nomes da indústria do entretenimento? Pois esse é o caso de ‘A Grande Mentira’. Aqui, Ian McKellen interpreta Roy Courtnay, que não resiste em aplicar um de seus famosos golpes quando conhece a recém-viúva Betty McLeish, vivida pela lendária Helen Mirren. Porém, à medida em que a mulher abre sua casa e sua vida para o vigarista, ele se surpreende quando começa a se importar com ela.

AS TRAPACEIRAS

Beaumont-sur-mer, Riviera Francesa. Josephine (Anne Hathaway) e Penny (Rebel Wilson) são duas manipuladoras, conhecidas pela arte de extorquir milionários. No entanto, enquanto a primeira é sofisticada, a segunda tem métodos muito menos elegantes. De início Josephine aceita Penny como sua pupila, mas logo se percebe que na verdade a intenção era usá-la para um golpe específico e, logo em seguida, descartá-la. Surge então uma disputa entre elas, sobre quem conseguirá antes a quantia de US$ 500 mil de Thomas Westerburg (Alex Sharp), um prodígio da tecnologia, que está hospedado na cidade.

TRAPAÇA

Amy AdamsChristian BaleJennifer LawrenceBradley Cooper uniram forças para dar vida a Trapaça, longa-metragem dirigido por David O. Russell. A trama gira em torno de um grande trapaceiro que trabalha com sua sócia. A dupla é forçada a colaborar com um agente do FBI para descobrir segredos sobre a máfia. O aclame universal por parte da crítica e do público rendeu à obra nada menos que dez indicações ao Oscar.

GOLPE DUPLO

Movido pelo carisma de Will SmithMargot RobbieGolpe Duplo é um filme leve e despretensioso. A história é centrada em Nicky (Smith), um trapaceiro profissional que é escolhido como vítima por uma iniciante na profissão, Jess (Margot Robbie). Ele se deixa levar pelo golpe para desmascará-la no momento certo. Decepcionada, Jess insiste para que Nicky lhe ensine seu método de trabalho e a aceite na equipe. Após uma certa relutância, Nicky não apenas concorda como se envolve romanticamente com ela, indo contra uma de suas principais regras.

QUEBRANDO A BANCA

Ben Campbell (Jim Sturgess) é um jovem tímido e superdotado do MIT que, precisando pagar a faculdade, busca a quantia necessária em jogos de cartas. Ele é chamado para integrar um grupo de alunos que, todo fim de semana, parte para Las Vegas com identidades falsas e o objetivo de ganhar muito dinheiro. O grupo é liderado por Micky Rosa (Kevin Spacey), um professor de matemática e gênio em estatística, com quem consegue montar um código infalível. Contando cartas e usando um complexo sistema de sinais, eles conseguem quebrar diversos cassinos. Até que, encantado com o novo mundo que se apresenta e também por sua colega Jill Taylor (Kate Bosworth), Ben começa a extrapolar seus próprios limites.

CONFIDENCE – O GOLPE PERFEITO

Jake Vig (Edward Burns) é um polido trapaceiro que, junto com seus asseclas, acabou de roubar milhares de dólares do contador Lionel Dolby (Leland Orser). Tudo parece ter dado certo, mas quando o contador e um de seus comparsas aparecem mortos Jake descobre que na verdade o dinheiro roubado pertencia ao excêntrico chefão do crime organizado Winston King (Dustin Hoffman). Jake então marca um encontro com King para acertar as coisas e recebe a missão de dar um golpe de cinco milhões de dólares em Morgan Price (Robert Forster), um banqueiro com ligações com a máfia. Se juntam ao bando Lupus (Franky G), homem de confiança de King, e Lily (Rachel Weisz), uma batedora de carteiras por quem Jake se apaixona. Eles são perseguidos de perto pelo incansável agente do FBI Gunther Butan (Andy Garcia), um antigo inimigo de Jake.

‘Esquadrão Suicida’: Revoltado, diretor revela que Ayer Cut é tão pesado quanto ‘Coringa’

Com o lançamento de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ o cineasta David Ayer, estava empolgado que seu Esquadrão Suicidatambém ganharia um Ayer Cut.

Porém, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida”, afirmou.

Ayer reclamou da decisão e adiantou aos fãs que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado Coringa.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. Coringa era assustador. Arlequina era complexa”, ele escreveu. 

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

O diretor ainda questionou a Warner sobre o motivo de decidirem não lançar a versão dele.


Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Mortal Kombat’: Reboot ganha teaser explosivo recheado de cenas inéditas; Confira!

A página oficial do reboot de Mortal Kombat divulgou no Twitter um novo teaser do longa-metragem recheado de cenas inéditas.

Confira:

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Crítica | Por Trás da Inocência – Atriz de ‘Sex and the City’ estrela suspense sensual na Netflix

Desde que a série novaiorquina ‘Sex and the City’ acabou, os fãs do quarteto de amigas se sentiram órfãos do elenco, pois mesmo tendo alcançado o estrelato, depois da série os atores fizeram poucos trabalhos, mesmo se incluirmos os filmes derivados da franquia. Então, no meio de notícias de revival da série, uma das atrizes se reuniu com um queridinho de comédia romântica dos anos 1990 no suspensePor Trás da Inocência’, lançamento da semana na Netflix.

Mary Morrison (Kristin Davis) é uma escritora de sucesso, autora de best-sellers de suspense erótico que se vendem sozinhos. Só que há tempos ela não escreve mais, totalmente desinteressada em continuar fazendo isso, afinal, já alcançou fama e fortuna. Certo dia, ela recebe a visita de seus editores, que lhe entregam uma proposta com um adiantamento de $2 milhões de dólares. Por mais que Mary queira recusar a proposta, a escritora acaba aceitando o desafio, pois seu marido, Tom (Dermot Mulroney) torrou as economias da família. Porém, para que Mary consiga se concentrar totalmente na escrita, eles precisarão contratar uma babá para cuidar dos filhos… e decidem chamar a bela e inocente Grace (Greer Grammer).

Boa parte dos espectadores que irão ver ‘Por Trás da Inocência’ reconhecerão de cara a Charlotte de ‘Sex and the City, e é muito, muito estranho vê-la junto com Dermot Mulroneycujo sucesso de carreira se resumiu a um único filme: ‘O Casamento do meu Melhor Amigo‘. Isto dito, é impressionante como esses dois atores ficaram tão atrelados ao que fizeram no passado, que, fora daquele contexto, o trabalho deles é muito ruim. Como casal, Dermot Mulroney e Kristin Davis não convence em nenhuma das poucas cenas em que aparecem juntos, nem mesmo nos momentos mais calientes.

Escrito e dirigido por Anna Elizabeth James, o filme tem até uma premissa interessante, mas sua execução falha miseravelmente, especialmente no terceiro arco. Do trio principal, a única personagem com mais expressividade é a babá, e Greer Grammer transmite bem o ar angelical pedido pelo papel de uma ‘Lolita’ repaginada diabolicamente, que em vez de focar no Humbert Humbert foca no casal como um conjunto, mas sem nenhum tipo de explicação para o espectador.

Apesar do elenco conhecido e de um conceito atraente, a construção de ‘Por Trás da Inocência’ é bem ruim e não convence. Todos os plot twists do enredo não viram a chave, não são bem erigidos e entram na trama de maneira tão fácil, tão apenas para justificar uma ação de um personagem, que faz o espectador perder a paciência. A produção optou em criar uma atmosfera esfumaçada para confundir o espectador – assim como Mary não tem certeza do que é realidade ou ficção –, mas tudo é tão mal feito, que o resultado, em vez de um clima de suspense, é muita incerteza e confusão de um roteiro mal escrito e com pouca atenção à continuidade.

Por Trás da Inocência’ é um suspense sensual que pretendia alcançar o patamar de ‘A Garota do Trem’ ou ‘Sharp Objects’, mas, sem a firmeza da motivação do enredo e com uma intenção maior em arquitetar cenas eróticas do que entregar um bom thriller para o espectador.

Crítica | O Recepcionista – Ana de Armas e grande elenco estrelam ÓTIMO suspense da Netflix

Está com saudade de um bom filme de suspense, desses que prende sua atenção e, de quebra, ainda traz um elenco com vários rostinhos conhecidos? Então assista hoje mesmo a ‘O Recepcionista, novo lançamento do gênero na plataforma da Netflix e que está dando o que falar.

Bart (Tye Sheridan) é um rapaz de vinte e três anos que trabalha como recepcionista no horário noturno em um hotelzinho no interior dos Estados Unidos. Mas Bart tem um segredo: ele grava em tempo real os quartos do hotel para, segundo ele, ficar repetindo e treinando as falas e formas de interação das pessoas, pois Bart tem espectro autista, diagnosticado com síndrome de Asperger. Tudo ia bem na vida do rapaz, até que ele vê algo que não deveria, e, por conta disso, o detetive Espada (John Leguizamo) e a polícia grudam na sua cola, desconfiados de que ele sabe mais do que está dizendo.

Escrito e dirigido por Michael Cristofer, ‘O Recepcionista’ traz pelo menos um conceito fora da caixinha: e se a tensão do thriller se passasse com um indivíduo no espectro autista? Como será que ele iria reagir? Como construir essa história sem recair em estereótipos e dando autonomia a um protagonista cuja percepção de mundo é alternativa e, de certa forma, limitada? Esse é o grande desafio do diretor, e é também o grande diferencial neste filme.

Há de se considerar, também, que para sua realização ‘O Recepcionista’ tem que cozinhar o espectador em banho-maria, então, não é o tipo de suspense com reviravolta atrás de reviravolta. Gravado em poucas locações e sendo boa parte delas em locais fechados, percebe-se que o investimento da produção focou em gastar o orçamento contratando bons atores para contar essa história, em vez de investir em tomadas externas desnecessárias. Foi uma boa escolha.

Para que o conceito se desenvolva, o filme se apoia nas ótimas atuações do elenco principal: Ana de Armas, no papel da hóspede Andrea Rivera, volta a se valer dos seus belos olhos e seu ar inocente para seduzir protagonista e espectador; Helen Hunt, há um tempo sumida das telonas como atriz, volta neste thriller com uma participação especial da paciente mãe de Bart; Tye Sheridan carrega o longa com propriedade, construindo um rapaz inteligentíssimo com espectro autista que ao mesmo tempo não tem experiência interpessoal, tem bastante segurança nas coisas que faz, a ponto de se responsabilizar pelo horário da madrugada no seu trabalho.

O Recepcionista’ é desses filmes que não dá para falar muito senão estraga. Bem construído, remete às boas histórias de suspense elaboradas por Harlan Coben ou Patricia Highsmith, portanto, é uma opção segura de bom filme na Netflix.

Conheça a nova comédia que está em 1º lugar entre os títulos mais vistos da Netflix

A comédia nacional Cabras da Peste, estrelada por Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho, se transformou em um fenômeno de público e crítica na Netflix.

O filme está há quase uma semana em 1º lugar entre os títulos mais assistidos do streaming, além de receber vários elogios dos críticos e também dos assinantes.

Crítica Netflix | Cabras da Peste é uma divertida comédia policial cheia de “fuleiragem”

Confira o TOP 5:

Com direção de Vitor Brandt e história assinada por Denis Nielsen, a trama gira em torno de Bruceuilis (Filho), um policial cearense que viaja a São Paulo para resgatar uma cabra considerada patrimônio do sertão nordestino.

Chegando lá, ele encontra Trindade (Nachtergaele), um escrivão da polícia que resolve se aventurar em campo para provar que também é durão.

O elenco também conta com Letícia Lima, Juliano Cazarré e Leandro Ramos.

“O filme entrega uma surra de Kaiju”; Confira as primeiras críticas de ‘Godzilla vs Kong’

Godzilla vs Kong‘ chega aos cinéfilos brasileiros apenas em 8 de abril, mas a crítica especializada já pôde conferir a produção e as primeiras reações já estão entre nós.

Recebendo críticas extremamente positivas, a sequência foi elogiada pelas “épicas lutas” entre os titãs, bem como pela qualidade técnica de sua ficção científica. O longa ainda foi eleito o melhor de toda a trajetória recente de Godzilla e King Kong.

Confira:

“O filme absolutamente entrega uma surra de Kaiju”. – Brad Gullickson, Film School Rejects

“A história é loucamente ambiciosa e às vezes atinge um nível único e legal de ficção científica. Eu assistiria novamente por esses motivos”. – Germain Lussier, io9.com

“As cores! Este mundo é tão brilhante e colorido que é difícil não amar ficar olhando para ele. Uma das cenas parece algo saído de um simulador de parque temático de primeira linha; e isso é um grande elogio”. – Mike Reyes, CinemaBlend

“Muito mais divertido do que os dois filmes anteriores do MonsterVerse com Godzilla no título”. – Eric Goldman, IGN Movies

Godzilla vs. Kong é o melhor de todos os filmes recentes tanto do Godzilla, como do Kong”. – Scott Menzel, We Live Entertainment

Godzilla vs. Kong é ok, eu acho. Muita merda legal se essa for a sua praia”. – Rodrigo Perez, The Playlist

“É exatamente o que eu queria que fosse. Lutas de gigantes, e elas são MUITO divertidas de assistir. É um filme grande, ridículo e incrível”. – Brandon Davis, ComicBook.com

Confira o mais recente teaser:

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Snowfall’ é renovada para a 5ª temporada

FX renovou oficialmente a série ‘Snowfall‘ para a 5ª temporada.

“‘Snowfall’ se tornou um dos melhores dramas da TV. Sua qualidade e crescimento de audiência são conquistas notáveis para uma série em sua quarta temporada,” afirmou Eric Schrier, presidente da FX Entertainment. “Esta série deve sua excelência à incrível equipe por trás de ‘Snowfall’, seu cocriador John Singleton e o cocriador/showrunner Dave Andron e os produtores executivos Walter Mosley, Leonard Chang e Tommy Schlamme. Damson Idris e todo o nosso elenco continuam a apresentar desempenhos excelentes em cada episódio.”

Vale lembrar que o quarto ciclo irá programado para terminar no dia 21 de abril.

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

A história gira em torno da epidemia de cocaína que ganhou os holofotes em Los Angeles nos anos 1980.

O elenco conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus HendersonDamson IdrisCarter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder nunca assistiu ao corte lançado nos cinemas

Antes do lançamento da nova versão de ‘Liga da Justiça’, Zack Snyder deixou bem claro que não iria usar nenhuma cena da versão de 2017 em seu corte.

Na verdade, Snyder até admitiu que nunca assistiu o longa finalizado por Joss Whedon.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Snyder foi questionado sobre o que achou do final da versão lançada nos cinemas.

Em reposta, o cineasta brincou ao dizer que foi pego de surpresa com a pergunta porque nunca assistiu ao filme.

“Como não vi a versão lançada nos cinemas, não sei com oa história acabou, nunca tive curiosidade. Talvez, em algum momento eu dê uma olhada, mas ainda estou certo do que foi cortado ou adicionado ao que filmamos [em 2016]. Eu acho, claro, que as principais alterações foram em relação ao Ciborgue e seu papel como personagem central para o desenrolar da história.”

Anteriormente, a produtora e esposa de Zack, Deborah, explicou porque eles ainda não assistiram ao filme e deu bom motivo para isso:

“Quando você trabalha tão duro como eu e Zack, é muito pessoal. Você está passa 11 anos trabalhando com esses personagens, investindo seu tempo e energia num trabalho… Quando você vê coisas que são muito diferentes do que você havia planejado… É difícil, eu simplesmente sinto que ele não precisava ver [o filme de 2017]. Eu acho que agora, tendo completado sua visão do filme, quem sabe? O que importa é que ele deu aos fãs a resposta que eles tanto buscavam.”

Infelizmente, apesar do Snyder Cut ter se provado um sucesso entre a crítica e o público em todo o mundo, parece que a versão de 2017 ainda é a oficial.

A informação foi revelada pelo próprio Snyder durante uma entrevista para o Cinemablend.

“O universo DC criado pela Warner é ótimo, mas eles [os executivos do estúdio] não querem que mexa no que já foi feito. Foi muito difícil convencê-los a me deixar inserir novas cenas no filme, como o diálogo entre o Coringa e o Batman. Há várias cenas que eu escrevi, mas não pude filmar. Não vou falar sobre elas para evitar problemas.”

Ele continuou, revelando a bombástica notícia.

“A versão que foi para os cinemas continua sendo a oficial, para eles, meu corte é apenas parte de uma realidade alternativa. Tipo o Elseworld (um dos muitos universos da DC Comics nos quadrinhos). Uma vez me disseram que era um beco sem saída, e acho difícil mudarem de ideia, mesmo após o lançamento [do Snyder Cut].”

Mesmo assim, os fãs do cineasta não vão desistir tão fácil de cobrar uma continuação do Snyderverse nas telonas.

Vale lembrar que a campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘ continua ganhando força e novos seguidores.

Por conta disso, a tag #RestoreTheSnyderVerse continua ocupando os trendings das redes sociais.

Confira:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Crítica | Bela Vingança – Mulher se vinga de estupradores em ótimo suspense indicado ao Oscar

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

A cultura de estupro tem tentado definir a vida de tantas mulheres ao redor do mundo. Cercadas por um contexto social enraizado em comportamentos machistas muitas vezes opressores, elas se transformam no centro de uma atração doentia e perversa, que tenta roubar o seu tempo, sua dignidade, beleza e vigor. E a trancos e barrancos, nossa sociedade cambaleia ao buscar se desenvolver a partir da desmistificação do trato dado ao sexo feminino. Mas em um mundo ensinado e acostumado a enxergar a mulher por uma aura de pura submissão e fraqueza, muito mais que tentar mudar os conceitos, é fundamental que os velhos e nocivos hábitos sejam expostos de forma tão dilacerada, a ponto de reverter a apatia ao sofrimento em repúdio por todo e qualquer tipo de abuso. E é assim que Bela Vingança (Promising Young Woman) puxa nossas entranhas com força, proporcionando uma experiência cinematográfica de embrulhar o estômago.

Prestigiado, o filme recebeu indicação ao Oscar de Melhor Filme, Melhor Direção para Emerald Fennell, Melhor Atriz para a incrível Carey Mulligan e Melhor Roteiro Original.

Não é de hoje que as universidades norte-americanas são conhecidas por serem os “territórios de caça” de jovens mulheres inconscientes e inofensivas. Aqui, entre festas regadas a muita bebida, drogas e pouco discernimento, um número grandioso delas são abusadas da pior forma possível: Por homens quase sempre caucasianos e de classe alta. E assim como o documentário indicado ao Oscar, The Hunting Ground, categorizou a maior parte desses estupros, suas consequências e a apatia e falta de responsabilização dos corpos estudantis universitários, Bela Vingança traz uma espécie de aftermath, mostrando os reflexos mais íntimos que o abuso pode promover na vida de uma vítima e na daqueles que sofrem ao seu lado. E aqui, o longa dirigido por Emerald Fennell, que já trabalhou na série The Crown, explora as mazelas, os cacos e os frangalhos desse mal ainda tão latente na sociedade mundial.

E aqui, Carey Mulligan vive uma jovem ex-estudante de Medicina que, após o suicídio de sua melhor amiga – em virtude do quase insuportável peso que o estupro lhe trouxe -, está disposta a provar por A+B o quanto a ocasião faz o ladrão. Batendo ponto em um popular bar regado por jovens, ela se veste da forma mais sedutora possível, finge estar bêbada como uma atriz excepcional e analisa que tipo de tratamento um “bom e gentil homem” que a encontra lhe dará, ao perceber que ela está quase inconsciente de tão entorpecida. E é ali que alguns dos principais comportamentos compulsivos são desmascarado e confrontados, como a ideia de que a mulher “pediu” para ser abusada, ao se expor ao risco em virtude de uns goles a mais de álcool. E como alguém que sai da posição de vítima, a atriz atrai suas presas para uma caçada às avessas, que visa encontrar abusadores em potencial e fazê-los enxergar o seu pior lado, aquele que eles juram que não existe – principalmente por serem brancos, bem instruídos e de classe média/alta.

Bela Vingança segue essa jornada de maneira escalonada e salivante. Dando um tapa na cara da audiência a cada nova cena, o thriller é soberbo e maestral em sua essência ao explorar uma temática tão delicada e dolorosa com o auxílio do humor ácido. Aqui, o roteiro de Emerald brilha diante dos nossos olhos por seu dinamismo didático. Como uma aula de vingança e de que a punição não só pode como deve ser empregada à classe alta, a produção nos entrega uma trama bem amarrada do começo ao fim, costurada com precisão e que não apenas mantém o público vidrado em seu enredo, como também desafia seu entendimento, confrontando aqueles conceitos guardados no íntimo e que muitas vezes não são ditos por uma questão de convenção social. Trazendo uma Carey Mulligan visceral, o longa produzido por Margot Robbie é uma raridade autêntica ao abordar a temática do estupro sem meias palavras, sem suavizar as cenas e sem fazer mea culpa. Buscando genuinamente fazer um exposé da dura verdade que cerca o abuso sexual, o filme alcança o seu objetivo com naturalidade e leveza, trazendo ainda uma série de atuações adjacentes que ajudam a engrossar o caldo e fortalecem a voracidade da trama.

Com um clímax revigorante e que honra as sobreviventes de estupro, o thriller de humor sombrio é uma experiência cinematográfica sinestésica e desconfortável do começo ao fim. Trazendo alguns leves e breves respiros, que servem como pequenos hiatos de calmaria que antecedem o esporro narrativo que logo virá, Bela Vingança traz uma reviravolta deliciosa de contemplar, representa de forma categórica toda e qualquer sobrevivente de abuso e se encerra como uma ópera que atinge seu ápice supremo nos momentos finais. Honroso, educativo e envolvente, a produção é uma joia primorosa que segue à risca as principais características de um clássico do Festival de Sundance e se imortaliza como aquele filme essencial para um tempo onde não há mais espaço para a objetificação feminina.

O filme estreia no Brasil em 2021.

‘Supergirl’ enfrenta Lex Luthor no trailer da ÚLTIMA temporada; Assista!

A CW divulgou o primeiro trailer da 6ª (e última) temporada de ‘Supergirl‘.

Confira:

O novo ciclo estreia no dia 30 de março e será composto por vinte episódios.

Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_0439r — Pictured: Melissa Benoist as Supergirl — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601A_0057r — Pictured: Melissa Benoist as Supergirl — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_0286r — Pictured: Jon Cryer as Lex Luthor — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_BTS_0721r — Pictured: Melissa Benoist as Supergirl, Sharon Leal as M’gann M’orzz and David Harewood as Hank Henshaw/J’onn J’onzz — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520B_0343r — Pictured: David Harewood as Hank Henshaw/J’onn J’onzz — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520B_0082r — Pictured: Katie McGrath as Lena Luthor — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601fg_0153r — Pictured (L – R): Azie Tesfai as Kelly Olsen and Chyler Leigh as Alex Danvers — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_BTS_0735r — Pictured: Sharon Leal as M’gann M’orzz — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601fg_135r — Pictured: Chyler Leigh as Alex Danvers — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520B_0379r — Pictured (L – R): Jesse Rath as Brainiac-5 and Nicole Maines as Dreamer– Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601fg_111r — Pictured (L – R): Jon Cryer as Lex Luthor and Brenda Strong as Lillian Luthor– Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Seth Rogen vai interpretar o tio favorito de Steven Spielberg em filme sobre a infância do diretor

De acordo com o Deadline, Seth Rogen vai interpretar o tio favorito do jovem Steven Spielberg em filme vagamente inspirado na infância do diretor.

O astro se junta à protagonista Michelle Williams, que dará vida a uma versão figurativa da mãe de Spielberg.

Ainda sem título, a produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

Como acontece com qualquer coisa que envolva Spielberg, a escolha do elenco permanece em segredo, levando os fãs a se perguntarem quem estará apto a assumir o desafio de interpretar os familiares e amigos do cineasta enquanto ele crescia no Arizona.

Além dos papéis de Rogen e Williams, os papéis restantes incluem outros adultos e crianças e adolescentes, como o futuro intérprete do próprio Spielberg.

Como o projeto ainda está nas fases iniciais, ainda não há muitos detalhes e nem previsão de estreia.

Mas, para quem não conseguir segurar a ansiedade, vale lembrar que a ascensão de Spielberg no mundo do cinema é explorada no documentário da HBO lançado em 2017.

Até o momento, a produção dirigida por Susan Lacy foi a única que chegou mais perto de mergulhar em no passado do cineasta, mas esta será a primeira vez que Spielberg será realmente capaz de dar uma perspectiva sobre os primeiros anos de sua própria história.

Confira o trailer do documentário:

‘The Nevers’: O poder vai mudar o mundo no trailer da nova série da HBO; Confira!

A HBO divulgou o trailer completo da vindoura série The Nevers, estrelada por Laura Donnelly.

Confira:

A produção será lançada no dia 11 de abril.

Philippa Goslett entra como showrunner.

A trama acompanha uma gangue de mulheres vitorianas que descobrem ter habilidades incomuns, inimigos implacáveis ​​e uma missão que pode mudar o mundo.

O elenco ainda conta com Olivia Williams, James NortonTom RileyAnn SkellyBen ChaplinPip TorrensZachary MomohAmy MansonNick FrostRochelle Neil, Eleanos TomlinsonDenis O’Hare.

Crítica | ‘Born This Way’, de Lady Gaga, insurge como a obra-prima da autoaceitação

Publicado originalmente em 26 de março de 2019.

Em 2011, Lady Gaga já havia se firmado como um expansivo ícone da cultura pop contemporânea. Além da originalidade de suas músicas, cujo estilo também se reverenciava ao classicismo musical e irreverente das décadas de 1980 e 1990, sua paixão por falar exatamente o que pensa a colocou no centro de todos os holofotes, permitindo inclusive que sua figura fosse a mais representativa para a comunidade LGBTQ+, cujo principal obstáculo a ser enfrentado é a autoafirmação e a conquista de um espaço digno e reconhecido dentro da sociedade.

Mas é claro que a fama e o apreço de seus fãs, também recíproco, não poderia vir desprovido de críticas ferrenhas, tanto ao teor de suas composições – perscrutadas pela proximidade ao sexo, à ambição e à individualidade – quanto à sua estética pessoal, conhecida por ser totalmente fora dos padrões aos quais se estava acostumado. Logo, não é à toa que a cantora, em sua obra-prima, tenha lançado Born This Way como um ode à autoaceitação, a abraçar quem você realmente é sem se importar com as duras investidas daqueles que te cercam. E dentro de um contexto que aparentemente mostra-se mais retrógrado que progressista, criar narrativas, tanto literárias quanto audiovisuais, que sirvam de inspiração e de apoio para aqueles que se sentem desamparados, é praticamente uma benção, uma centelha de esperança dentro de um abismo obscuro e ameaçador.

lead single homônimo de seu terceiro álbum de estúdio pode ser considerado um hino épico de resposta às críticas que não apenas ela recebe constantemente, mas sim que todos que são vistos como “anormais” e “aberrações” sofrem por terem coragem o suficiente de quebrar paradigmas seculares e, à prima vista, inquebráveis. O refrão, fazendo uma alusão à beleza única de cada uma das pessoas, repete inúmeras vezes a frase “eu sou lindo do meu modo, porque Deus não erra”, inclinando-se para uma vertente extremamente pessoal da cantora – a religiosa – para reafirmar que os indivíduos são livres para serem quem quiser e para agirem da forma como querem, visto que tem a sua liberdade e livre-arbítrio para caminharem por conta própria. Além da tocante palestra motivacional que apresenta ao público, a música já mostra um distanciamento considerável de seus álbuns anteriores, fincando-se mais em um dance-pop eletrônico que no techno. O resultado não apenas foi positivo, mas transgressor, sendo banido de inúmeros países cristãos.

Se essa canção já foi uma divisora de águas, Gaga apenas se supera com as outras bases de seu disco. Hair”, um dos singles promocionais, é uma história de amor-próprio e enfrentamento muito envolvente, principalmente por sua arquitetura baseada em suaves notas de piano e saxofone clássicos que se mantém até o beat da segunda estrofe, retornando gradativamente para o forte techno-pop e alcançando seu ápice num incrível refrão. A faixa talvez seja uma das mais bem construídas de sua carreira, visto que utiliza-se de todo o potencial que possui e explora inúmeras habilidades vocais da artista. The Edge of Glory” e Yoü and I” entram como faixas muito necessárias e que, ao mesmo tempo, são complementares e conflituantes com a supracitada, não pelo teor narrativo, mas sim por sua composição musical que se mantém em um ritmo mais abastado e repetitivo propositalmente. Entretanto, essa possível monotonia é logo varrida para debaixo do tapete pela poderosa tecedura de Gaga e pela entrada de elementos inusitados – mais uma vez o saxofone.

Como já mencionado, a fé cristã é extremamente importante para a cantora. Não de uma forma institucional, mas sim dogmática: ao contrário da criação familiar que recebeu, ela não se baseia estritamente nas palavras de líderes religiosos para se entregar à crença de um Deus único e todo-poderoso, mas absorve aquilo que encara como imprescindível para sua própria evolução e coloca uma perspectiva individualista, inquietante e completamente repaginada com toques contemporâneos que vão desde a presença imagética de roupas de couro até a mistura de cantos gregorianos com o teclado sintético. Electric Chapel”, “Fashion of His Love”, “Bloody Mary” e Black Jesus + Amen Fashion” são odes cristãs, a quadrúplice aliança, mas que não são ambientadas necessariamente dentro de um templo convencional: a “capela elétrica” refere-se às boates e às danceterias, locais onde o louvor à música e à expressão artística são elevadas a um nível extremo e extasiante; quanto às duas outras faixas, Gaga refere-se tanto ao momento em que conheceu um novo homem para amar, Jesus Cristo, quanto à crescente caracterização de “moda” que sua figura ganhou. “Jesus é o novo preto”, ela diz, várias e várias vezes.

Dentro dessa vertente, Judas”, que também tornou-se single promocional para o álbum, emerge como uma das músicas mais afrontosas, não apenas por sua construção, mas também pela mensagem que passa: através de uma trama essencialmente descritiva, Gaga encarna a personagem de Maria Madalena para dizer que amava tanto a Jesus Cristo quanto a Judas Iscariotes, o “traidor” dos Apóstolos que tornou-se uma figura martirizada desde a Idade Média. Entretanto, colocando-se no papel de qualquer ser humano, a artista cria uma dissertação que analisa a aceitação de seu lado ruim e de seu lado bom, dois componentes da completude humana – “Jesus é minha virtude, e Judas é o demônio ao qual me inclino”.

Como se não bastasse, a cantora também abraça o seu lado compulsivo e permeado por “desejos da carne”, por assim dizer, ao construir músicas do estilo Scheiße” e Government Hooker”Scheiße”, iniciando-se com um prólogo inteiro cantado em alemão, dialoga com as estéticas vanguardistas de nomes conhecidos – incluindo a banda Rammstein – e aproveita para colocar seu toque único do synthpop, que viria a se tornar mais uma marca registrada de seus álbuns. A história foca num encontro sexual entre duas pessoas, na qual Gaga é a protagonista e, apesar de se mostrar como submissa e passível de fazer tudo o que o outro deseja, até mesmo conversando com alguns elementos do BDSM (Bondage, Dominação, Submissão e Sadomasoquismo), ela tem controle de tudo e não permite que outro alguém a julgue por sua sexualidade.

“Government Hooker”, nesse quesito, tem um afronte muito mais específico que leva as reações finais para um nível inenarrável. Na música, o eu lírico é livre para ser mal, para ser bom, para ser sexy e para se entregar completamente àquele ou àquela que a possui. E mesmo dentro desse jogo perigoso de sedução, o qual termina com uma completa rendição ao corpo e ao extremo do êxtase, ela ainda tem controle e autoestima suficientes para poder encarnar qualquer fantasia que seu par possua. De um modo claro e quase visceral, “desde que eu seja sua prostituta” é a frase que resume seus desejos, diferentemente da investida de Americano”, uma narrativa essencialmente epopeica que evoca as grandes escapadas do romantismo literário em um tango eletrônico incrivelmente bem delineado e que expande até mesmo os horizontes do público.

Além do claro afastamento dos álbuns anteriores, Gaga tem uma liberdade quase completa em Born This Way, principalmente ao conseguir unir em um mesmo disco referências à ópera, ao disco e, principalmente, à corrosão imaginativa e musical do rock. O que o torna majestoso e memorável é que a cantora soa quente e humana; cada uma de suas faixas está adornada com detalhes emocionais e pessoais, insurgindo como fortes declarações cujas pesadas traduções soam como ecos de seu coração torcido e angustiado.

Nota por faixa:

  • Marry the Night – 4/5
  • Born This Way – 5/5
  • Government Hooker – 4,5/5
  • Judas – 5/5
  • Americano – 4,5/5
  • Hair – 5/5
  • Scheiße – 5/5
  • Bloody Mary – 4,5/5
  • Bad Kids – 5/5
  • Highway Unicorn (Road to Love) – 4,5/5
  • Heavy Metal Lover – 4/5
  • Electric Chapel – 5/5
  • Yoü and I – 4/5
  • The Edge of Glory – 4,5/5
  • Fashion of His Love (lançado na versão deluxe) -5/5
  • Black Jesus + Amen Fashion (lançado na versão deluxe) – 5/5
  • The Queen (lançado na versão deluxe) – 4,5/5

‘Genius: Aretha’: Festa termina com protestos na nova cena divulgada da série; Confira!

National Geographic uma nova cena oficial de Genius: Aretha’, 3ª temporada da antologia que traz Cynthia Erivo como a Rainha do soul Aretha Franklin.

Lembrando que o ciclo estreou no último dia 21 de março.

Confira:

Cynthia Erivo (HarrietAs Viúvas) interpreta a personagem-titular.

“Nos últimos meses, vim me preparando para encarnar a Rainha do Soul, desde re-ouvir sua música até descobrir raras entrevistas e ler livros incríveis sobre ela – tudo para capturar sua atitude e seu espírito”, ela disse em uma declaração oficial no ano passado. “Estou realmente honrado em trabalhar ao lado de um time tão talentoso e musical quanto este. Juntos, vamos honrar a Rainha e criar algo especial”;

Courtney B. VanceDavid Cross completam o elenco.

Suzan-Lori é a showrunner, enquanto Ron HowardBrian Grazer entram como produtores executivos.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha belíssima arte de fã; Confira!

Através do Twitter, o Disney+ divulgou uma nova e belíssima arte de fã de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

O cartaz foi criado pelo perfil @Hiperactivo.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 26 de março.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Supergirl’ escala dois novos personagens misteriosos para a 6ª e última temporada

A sexta e última temporada de Supergirl continua a crescer e, agora, dois novos nomes foram escalados para o elenco regular.

Segundo o ComicBook.comJason BehrClaude Knowlton entraram pra a série em personagens misteriosos, ainda sem nome revelado.

Knowlton (‘American Crime Story’) será um alienígena sem maneiras cujo passado trágico o permite ajudar os superamigos com suas missões. Behr (‘Roswell’), dará vida a um famoso kriptoniano que tem papel significativo na jornada de Kara.

Lembrando que a estreia do 6º ano, intitulado “Rebirth”, acontece no dia 30 de março.

Na trama, “conforme Brainiac fica cada vez mais próxima da morte depois de tentar impedir Lex, Supergirl e seu time alçam voo para salvá-lo, lançando-se em uma épica batalha com Gamenmae. Depois de destruírem Leviathan, Supergirl volta sua atenção a Lex, que utilizou a plataforma obsidiana para fazer uma lavagem cerebral em metade do mundo, levando-os a amá-lo e a segui-lo a qualquer custo, não importa as coisas horríveis que faz. Sabendo o quão perigoso isso deixa seu irmão, Lena une seu time – Alex, J’onn, Dreamer, Kelly e Brainiac – para ajudar, mas a Supergirl percebe que o único jeito de realmente impedir Lex é se sacrificar.”

Confira as imagens promocionais abaixo:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Framing Britney Spears’: Globoplay lança de surpresa o documentário sobre a princesa do pop

Globoplay lançou de surpresa em seu catálogo ‘Framing Britney Spears, documentário sobre a icônica princesa do pop.

Polêmico, o documentário está dando o que falar nas redes sociais.

Confira a sinopse e o trailer:

A ascensão de Britney Spears foi um fenômeno global. Sua queda foi um esporte nacional cruel. As pessoas próximas a ela e os advogados atados ao seu conservatório agora reacessam sua carreira conforme Spears luta contra o pai sobre quem deveria controla sua vida.

O filme re-examina sua carreira e oferece uma nova perspectiva do movimento contra o responsável pelo legado da princesa do pop, capturando as dimensões agridoces de uma das estrelas dos Estados Unidos.

O doc foi produzido pelo The New York Times e pela Left/Right.

Jason StallmanSam DolnickStephanie PreissKen DruckermanBanks TarverMary Robertson entram como produtores executivos.

Crítica Netflix | Cabras da Peste é uma divertida comédia policial cheia de “fuleiragem”

Provocando o riso frouxo e trazendo fragmentos do subgênero screwball, as comédias policiais sempre renderam bem em Hollywood, seja no cinema ou nas telinhas. Popularizado por longas como Máquina Mortífera, Um Tira da Pesada, Hora do Rush, Bad Boys e As Branquelas, o formato buddy-cop nunca sai de moda e muitas vezes é a pedida ideal para tempos tumultuados. E Cabras da Peste chega à Netflix exatamente em um momento clínico. Com o cinema nacional sofrendo diante de um incerto cenário, a produção traz esse grandioso passado de referências, regado por uma identidade toda tupiniquim, que reforçam o valor da arte produzida por aqui.

Dirigido por Vitor Brandt, o longa acompanha um destemido policial chamado Bruceuilis (Edmilson Filho), que decide viajar para São Paulo, a fim de reencontrar a cabra Celestina – patrimônio de sua pequena cidade no interior do Ceará. Sua jornada ganhará rumos completamente distintos e inusitados, ao conhecer Trindade (Matheus Nachtergaele), um desajeitado e “frouxo” policial, que faz de tudo para fugir de um confronto. Juntos, eles tentarão desmantelar um grupo de mafiosos, à medida que se envolvem em trapalhadas escabrosas, que beiram o absurdo e até mesmo a comédia pastelão – com ares de Os Trapalhões.

Imperfeito em alguns momentos, mas delicioso na maior parte do tempo, Cabras da Peste é o tipo de comédia que valoriza a nossa brasilidade, enquanto extrai algumas referências e homenagens do cinema hollywoodiano. Trazendo lembranças de algumas das produções mais amadas do gênero – como até mesmo a série Brooklyn Nine-Nine, o longa estrelado por Nachtergaele e Edmilson Filho é sólido em seu humor, ainda que ele não funcione todas as vezes. Brincando com os maneirismos do povo nordestino, o filme faz um contraste cultural leve e despretensioso e sabe nos fazer rir com vontade em seus principais momentos.

Aqui, Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho formam aquela clássica dupla improvável que se completa em suas diferenças e o carisma de ambos os atores é notável, se destacando até mesmo nas cenas regadas por clichês batidos comuns ao gênero. Com protagonistas bem entrosados em tela, a produção passa diante dos nossos olhos com rapidez e nos convence até mesmo de seus absurdos e daqueles instantes em que algumas das cenas de ação pecam em sua qualidade técnica.

Aproveitando bem o seu tempo de tela sem cansar o público, Brandt sabe usufruir do amor de Edmilson Filho pelas artes marciais e o permite brincar em cena, esbanjando aqueles movimentos exagerados e hilários que tanto amamos na comédia Cine Holliúdy. Com a cabra Celestina se destacando e até mesmo protagonizando alguns dos melhores momentos do filme, Cabras da Peste é uma comédia que não quer ser levada a sério. Entre erros e acertos, sabe fazer rir e nos lembra do quão necessário é proteger o nosso cinema nacional.