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‘Esquadrão Suicida’: Warner revela que NÃO vai lançar o corte de David Ayer

Desde o anúncio oficial de que ‘Liga da Justiça‘ ganharia o Snyder Cut, o cineasta David Ayer, responsável por Esquadrão Suicida’, tem verbalizado o seu descontentamento com a versão do seu filme lançada nos cinemas, afirmando que o projeto final não corresponderia à sua ideia original.

Agora, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida”, afirmou.

O motivo não foi revelado.

Recentemente, o astro Jared Leto revelou em entrevista ao podcast da Variety Awards Circuit que ele deseja que a versão de Ayer seja lançada.

“Eu adoraria que ele pudesse reeditar o material e fazer o filme dos seus sonhos. É sempre difícil quando você faz esses filmes porque é uma panela de pressão. Existem tantas decisões que precisam ser feitas em um curto espaço de tempo. Tiro o chapéu para os diretores, produtores e estúdios. Não é fácil. Você nunca começa com algo que é perfeito. É uma corrida para tentar torná-lo o melhor possível em um curto espaço de tempo. E tendo outra chance nas coisas? Tenho certeza que todos nós podemos usar isso.”, afirmou.

No último ano, Ayer voltou a comentar a respeito da polêmica caracterização do astro Jared Leto como o popular vilão Coringa, afirmando que em seu corte original, o personagem estava “muito melhor”.

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Outros’: Terror antológico da Amazon ganha trailer arrepiante; Confira!

A Amazon Prime divulgou o trailer oficial de sua mais nova série antológica de terror, ‘Outros’ (‘Them’, no original).

Confira:

A produção irá estrear no dia 9 de abril.

Escrita por Little Marvin e ambientada em 1953, a trama gira em torno de Alfred e Lucky Emory, que decidem mudar com sua família para a Carolina do Norte, um bairro de Los Angeles apenas com brancos. A casa da família em uma rua arborizada e aparentemente idílica se torna o marco zero de algo terrível, onde forças malévolas tanto reais, quanto sobrenaturais, ameaçam insultá-los, devastá-los e destruí-los.

O elenco conta com Ashley ThomasMelody Hurd, Shahadi Wright Josephy, Deborah Ayorinde, Alison Pill e Ryan Kwanten.

Crítica | Lana Del Rey aposta no saudosismo com o incrível ‘Chemtrails Over the Country Club’

Lana Del Rey tornou-se uma das figuras mais conhecidas e originais da indústria fonográfica, desde seu espetacular lançamento em 2010 até os dias de hoje, devido a seu visual melancólico e seu timbre único – que a colocou no centro do movimento sadcore e um dos expoentes do pop alternativo. Falando abertamente sobre drogas, sexo e sobre as mazelas do amor, Del Rey vem provando cada vez mais a sua versatilidade, conquistando até mesmo uma indicação ao Grammy de Álbum do Ano pelo espetacular Norman Fucking Rockwell!’, lançado dois anos atrás.

Agora, depois de ter investido em seu primeiro álbum de palavras cantadas, Lana retornou ao mundo da música e retomou colaboração com o lendário Jack Antonoff (produtor por trás das premiadas produções ‘Melodrama’, ‘Gaslighter’ e ‘Folklore’) para uma viagem extremamente sinestésica, ainda que, em certas medidas, talhada com reminiscência da iteração mencionada no parágrafo acima. Com Chemtrails over the Country Club, já era de se esperar que a artista apostasse todas as suas fichas em uma atmosfera bastante diferente daquilo a que estamos acostumados – que, no final das contas, contribui para um universo próprio que vem sendo expandido há mais de uma década. A ressonante lírica e a utilização pungente do melódico piano de cauda – bem como incursões dissonantes que dialogam com o uso inesperado das distorções sintéticas – parecem estar mais aglutinadas em uma jornada de pura reflexão memorialista, por mais que não cheguem ao ápice criativo de ‘NFR’.

A verdade é que Del Rey já não se importa mais com o que as pessoas irão pensar sobre sua carreira e sobre aquilo que tem para mostrar ao mundo (motivo pelo qual permanece em uma onda de aclamação e uma das queridinhas da crítica internacional). Ao longo de breves onze faixas, a artista, que comanda com rédeas firmes a escrita de poemas elegíacos e quase epopeicos, a minimalista aventura é permeada por temáticas conhecidas, incluindo nostalgia, saudade, marasmo e o enfrentamento caótico de uma realidade ambígua e controversa. “White Dress”, track que abre o álbum, resume e apresenta aos ouvintes tudo o que podemos esperar das inflexões seguintes: a constância do piano nos arremessa para a época dominada por nomes como Frank Sinatra, Nina Simone e Billie Holiday, ainda mais quando justaposto aos pratos da bateria e a um moderno e propositalmente anacrônico saxofone.

Na faixa-título (uma das melhores do ano, em disparado), a multiplicidade de camadas vocais já se mostra como algo mais familiar a seus fãs, afastando-se do whistle e do falsetto. Assim como na canção que a precede, a iteração dá espaço para um baroque pop pincelado com vertentes mais dramáticas do country, ambos caminhando para um crescendo nada óbvio que aposta na sensorialidade extrema e uma narrativa mnemônica atemporal sobre algo que não existe mais e que faz falta em meio à loucura urbana e citadina.

“Let Me Love Like a Woman”, primeiro vislumbre e single oficial dessa nova era espetacular de Lana, entrou para a nossa lista de melhores músicas de 2020 não por qualquer motivo: a track, talvez uma das mais maduras de sua carreira, é uma continuação direta das meditações impressas anteriormente, abrindo portas para uma ode romântica que tem apreço pelos práticos convencionalismos da guitarra, do baixo e, mais uma vez, do piano. Entretanto, à medida que compreendemos que a música é um afronte comedido à dominação do pop do escopo musical, entendemos que a afeição da cantora e compositora às fórmulas é apenas uma estrutura sólida para rearranjá-las ao seu bel-prazer e da forma que lhe convier – não é surpresa que ela tenha encontrado uma parceria bastante frutífera com Antonoff, que também adora utilizar a desconstrução do óbvio para conquistar os ouvintes.

Da mesma forma que arquiteta algo novo, por assim dizer, ela faz questão de mencionar a si própria em faixas como “Tulsa Jesus Freak”, movida pela paixão e pela devoção (talvez não de outro alguém para si própria, mas no movimento contrário, principalmente quando reverencia “Marina’s Apartment Complex”); na cândida “Wild at Heart”, ela se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale; em “Dark But Just a Game”, Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves. “Breaking Up Slowly”, mas é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção, une duas powerhouses com a química harmônica de Lana e de Nikki Lane para a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa.

Nota por faixa:

1. White Dress – 4,5/5
2. Chemtrails Over the Country Club – 5/5
3. Tulsa Jesus Freak – 4/5
4. Let Me Love You Like a Woman – 4,5/5
5. Wild at Heart – 5/5
6. Dark But Just a Game – 5/5
7. Not All Who Wander Are Lost – 4,5/5
8. Yosemite – 4/5
9. Breaking Up Slowly – 5/5
10. Dance Till We Die – 4,5/5
11. For Free – 5/5

Presidente da WarnerMedia comenta sobre a campanha #RestoreTheSnyderverse

O Snyder Cut deLiga da Justiça vem fazendo muito barulho desde a estreia no último dia 18.

O sucesso do longa é tão grande, que diversos fãs estão promovendo uma campanha para que a Warner Bros dê continuidade ao universo criado por Zack Snyder.

Através da tag #RestoreTheSnyderCut, os fãs tentam convencer o estúdio a investir em possíveis continuação de ‘Liga da Justiça.

Durante uma entrevista para a Variety, a presidente da Warner Media, Ann Sarnoff, comentou sobre a campanha.

No entanto, ela respondeu de forma evasiva ao pedido dos fãs, indicando que a colaboração com Snyder definitivamente chegou ao fim.

“Eu aprecio que o quanto os fãs amam o trabalho de Zack e somos muito gratos por suas contribuições para o universo da DC criado pela Warner. Estamos muito felizes por ele ter conseguido trazer sua versão de ‘Liga da Justiça‘ à vida, porque isso não estava nos planos até cerca de um ano atrás.”

Ela continuou:

“Essa é a conlusão de sua parceria conosco e de sua trilogia. Estamos muito felizes por termos feito isso, mas agora nosso olhos e mentes estão voltados para todos os outros personagens da DC que já estão sendo desenvolvidos agora.”

Confira os pedidos dos fãs nas redes sociais:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Zatanna’: Filme da heroína terá roteirista indicada ao Oscar por ‘Bela Vingança’

A adaptação solo da heroína ‘Zatanna‘ está ganhando forma e contratou sua roteirista.

Emerald Fennell, indica ao Oscar por ‘Bela Vingança‘, foi contratada para escrever o script.

J.J. Abrams produz através da Bad Robot Productions.

Durante um evento interno realizado pela Warner Bros. a logo oficial da produção foi divulgada.

A marca aparece cercada pelas demais logos oficiais de outros projetos cinematográficos e televisivos que já estão em desenvolvimento ou até mesmo prontos, como ‘The Batman‘, ‘Supergirl‘ e ‘Aquaman 2‘.

Confira:

Para quem não conhece, Zatanna é uma feiticeira que herdou seus poderes dos pais, John Zatara e Sindella, descendentes da raça homo magi.

Entre suas principais habilidades, ela é capaz de conjurar magia, materializar objetos com o pensamento, teletransportar, curar ferimentos e manipular o tempo e o espaço.

A personagem já fez parte da Liga Justiça Sombria ao Lado de John Constantine, até que é convidada como membro honorário da Liga da Justiça original.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha novo e eletrizante comercial cheio de cenas de ação

A popular série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ ganhou um novo e eletrizante comercial cheio de cenas de ação e que ainda reúne algumas críticas positivas recebidas pela produção.

Confira:

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Resident Evil’: Reboot ganha sua primeira imagem oficial

O reboot da franquia ‘Resident Evil‘ ganhou sua primeira imagem oficial, que mostra a entrada da Raccoon City.

Confira:

O novo filme será intitulado ‘Resident Evil: Welcome to Raccoon City‘ (Resident Evil: Bem-vindo à Raccoon City, em tradução livre) e irá adaptar a história dos dois primeiros jogos.

Assim como no jogo original, ‘Bem-vindo à Raccoon City acontecerá no ano de 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis.

Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City estarão no filme.

Roberts revelou que queria se concentrar no tom do filme.

“O que adorei nos jogos é que eram simplesmente assustadores e era isso que eu queria. Essa atmosfera – é chuva, está sempre escuro, é assustador. Raccoon City é uma espécie de personagem podre no filme e aquele tipo de atmosfera nos jogos que eu queria incluir [no filme].”

Roberts diz que se inspirou ‘A Névoa, de John Carpenter, em termos de sentir o clima de Welcome to Raccoon City .

“Sou um grande fã de John Carpenter e realmente gostei disso. A maneira como ele conta esses filmes claustrofóbicos de cerco e eu peguei filmes como Assalto ao 13° Distrito e A Névoa e esse grupo díspar de personagens se reunindo sob cerco, e tomei isso como minha inspiração cinematográfica.”

Confira o primeiro cartaz:

O elenco contará com Kaya Scodelario (Claire Redfield), Robbie Amell (Chris Redfield), Hannah John-Kamen (Jill Valentine), Avan Jogia (Leon S. Kennedy), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough (William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).

A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.

“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.  

Ele roteirizou o reboot ao lado de Greg Russo.

Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.

O reboot da franquia estreia nos cinemas dia 3 de setembro de 2021, uma semana antes do divulgado inicialmente.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Godzilla vs Kong’: Primeiras reações são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Godzilla vs Kong‘ chega aos cinéfilos apenas em abril, mas a crítica especializada já pôde conferir a produção e as primeiras reações já estão entre nós.

Recebendo críticas extremamente positivas, a sequência foi elogiada pelas “épicas lutas” entre os titãs, bem como pela qualidade técnica de sua ficção científica. O longa ainda foi eleito o melhor de toda a trajetória recente de Godzilla e King Kong.

Confira:

“A história é loucamente ambiciosa e às vezes atinge um nível único e legal de ficção científica. Eu assistiria novamente por esses motivos”. – Germain Lussier, io9.com

“As cores! Este mundo é tão brilhante e colorido que é difícil não amar ficar olhando para ele. Uma das cenas parece algo saído de um simulador de parque temático de primeira linha; e isso é um grande elogio”. – Mike Reyes, CinemaBlend

“O filme absolutamente entrega uma surra de Kaiju”. – Brad Gullickson, Film School Rejects

“Muito mais divertido do que os dois filmes anteriores do MonsterVerse com Godzilla no título”. – Eric Goldman, IGN Movies

Godzilla vs. Kong é o melhor de todos os filmes recentes tanto do Godzilla, como do Kong”. – Scott Menzel, We Live Entertainment

Godzilla vs. Kong é ok, eu acho. Muita merda legal se essa for a sua praia”. – Rodrigo Perez, The Playlist

“É exatamente o que eu queria que fosse. Lutas de gigantes, e elas são MUITO divertidas de assistir. É um filme grande, ridículo e incrível”. – Brandon Davis, ComicBook.com

Confira o mais recente teaser:

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Homem-Aranha 3’: Vídeo mostra set GIGANTESCO criado para o filme

Foi divulgado um vídeo do set de ‘Homem-Aranha 3‘ (Spider-Man 3: No Way Home) na cidade de Atlanta que é simplesmente GIGANTESCO.

Assista:

O título oficial em português será divulgado em breve.

Assista ao anúncio LEGENDADO:

O que você achou do título?

Confira o título e as primeiras fotos:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder revela por que escolheu o formato de tela 4:3

Muitas pessoas acharam estranho o formato quadrado da tela no Snyder Cut de ‘Liga Da Justiça‘. Durante o JusticeCon, o diretor Zack Snyder afirmou que o formato foi uma decisão estética, revelando detalhes sobre o processo de conversão.

“Minha intenção era fazer com que o filme inteiro fosse reproduzido no formado 4:3 em uma tela gigante IMAX. Os super-heróis tendem a ser, como figuras, menos horizontais. Tirando o Super-homem quando está voando, mas, quando está em pé, é mais vertical. Tudo foi composto e filmado dessa forma, e muito da restauração foi uma tentativa de colocar isso de volta. Esse formato quadrado é uma estética completamente diferente. Ninguém está fazendo isso.”

Ele completa, “Muito do trabalho que fizemos foi tentar restaurar o frame completo. Foi literalmente um projeto de restauração, porque havia certas cenas que foram estragadas pelo corte, então tivemos que consertá-las um pouco.”

Assista à nossa crítica:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Crítica | Framing Britney Spears – Documentário explica o movimento #FreeBritney

Um novo movimento iniciado por uma hashtag vem chamando a atenção nas redes sociais: o #FreeBritney . Aos poucos, ele também começou a chamar a atenção da mídia internacional. Teria esse movimento algo a ver com a cantora Britney Spears? Será que ela foi presa? O que ela teria feito dessa vez? A resposta está no documentárioFraming Britney Spears’, produzido pelo jornal The New York Times e disponível no Brasil na plataforma da Globoplay.

Qualquer pessoa que cresceu nos anos 1990 provavelmente ouviu falar da cantora Britney Spears. Em um universo ocupado pelas boy bands, a jovem inocente do interior de Louisiana explodiu nas paradas de sucesso misturando batidas contagiantes, uma letra chiclete e muita sensualidade na dança, encabeçados, literalmente, por um rostinho angelical. A ascensão meteórica da cantora passou a ser acompanhada intensamente pela mídia, que, da mesma forma que a colocou no topo das paradas, também distorceu sua imagem, a ponto de artista e pessoa se tornarem uma coisa só para o público.

O documentário de uma hora e quinze de duração busca explicar o que é o #FreeBritney e, para tal, recapitula a trajetória da artista – e esse é o maior acerto do roteiro elaborado pela editora do The New York Times, Liz Day, que aparece na produção como principal depoente da trama. Para contar a história da cantora, foram convidados a ex-assistente da jovem, Felicia Culotta, alguns editores de revistas, dançarinos, ativistas do movimento (incluindo as fãs Barbara Gray e Tess Barker, que teriam iniciado o movimento), entre outros. Até a bff Paris Hilton participa na produção.

O que ‘Framing Britney Spears’ faz é convidar o espectador de hoje, especialmente os mais jovens, a ter uma nova visão sobre a Britney Spears. Comumente taxada como maluca, desequilibrada, aquela que ficou careca, que perdeu a guarda dos filhos, que atacou um paparazzi – tudo isso teria sido construído pela própria mídia, que o tempo todo se empenhou em julgar cada atitude, cada movimento da cantora, enquanto ela, pacientemente, tentava se desvencilhar desse ciclo vicioso da melhor maneira possível. Através do documentário, pensamos como toda essa estrutura opressora e machista fez com que a cantora perdesse o direito de si mesma, sendo julgada na corte californiana e passando a ter sua vida e seu bem patrimonial administrados pelo seu pai, Jamie Lynn Spears. Essa condição permanece em vigor até hoje, sendo a cantora, hoje com 39 anos, uma pessoa saudável, lúcida, mãe de duas crianças e responsável financeira por todos da sua família.

Assim, enquanto o movimento #FreeBritney busca libertar a ícone pop das amarras patriarcais do sistema e tirar a tutela do pai dela, para que Britney possa ser dona do próprio nariz e do próprio dinheiro, o documentário de Samantha Stark convida o espectador a repensar nossa própria visão da artista, desconstruindo a imagem que nós mesmos criamos no nosso imaginário porque consumimos aquilo que os tablóides venderam da artista. É hora, sim, de repensarmos nossos próprios julgamentos.

Framing Britney Spears’ é um documentário necessário que busca ser uma ferramenta de libertação da cantora dessa imagem desprezível que a indústria de consumo do entretenimento criou dela. É hora de colocarmos Britney Spears no seu devido lugar, como a enorme cantora que é, e a libertarmos da tecnologia opressora das indústrias de fofoca hollywoodiana, deixando-a em paz para fazer o que quiser da sua vida.

Dwayne Johnson revela a primeira página do roteiro de ‘Adão Negro’; Confira!

Em seu Instagram oficial, o astro Dwayne Johnson revelou a primeira página do roteiro de Adão Negro, vindouro filme da DC no qual será o anti-herói titular.

O vídeo em questão traz Johnson lendo uma profunda frase, que diz o seguinte: “bom, eu adoraria usar um arco-íris todos os dias e dizer ao mundo que está tudo bem. Mas eu tentarei levar um pouco de escuridão nas minhas costas até que as coisas fiquem mais claras… Eu sou o Homem de Preto”.

Confira:

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Hiram Garcia revelou quando as filmagens da aguardada adaptação de ‘Adão Negro‘ irão começar, após terem sofrido diversos atrasos devido a pandemia de COVID.

“Nós vamos começar a produção em breve. As filmagens começarão em abril, na Geórgia. Nós estamos muito animados com isso. Está tudo pronto e mal podemos esperar.”

O elenco ainda contará com Noah Centineo como o Esmaga-Átomo, Quintessa Swindell como Ciclone, Aldis Hodge como Gavião Negro.

Marwen Kenzari e Sarah Shahi também foram escalados, mas detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder não queria que o legado do Superman fosse rebaixado aos memes

Antes do lançamento do Snyder Cut deLiga da Justiça‘, a última aparição do Superman (Henry Cavill) no DCEU foi um fracasso com a versão finalizada por Joss Whedon em 2017.

Por conta das refilmagens, Cavill gravou suas cenas usando um bigode, já que ele também estava gravando ‘Missão Impossivel – Efeito Fallout’.

Mesmo com o bigode sendo removido digitalmente, Cavill ficou com expressões grotescas e se tornou um dos memes mais compartilhados entre os fãs de filmes de super-heróis nos últimos anos.

Durante uma entrevista para a MTV News, Zack Snyder disse que esse foi um dos principais motivos que fez ele insistir em concluir sua versão do filme.

O cineasta argumentou que não queria que o legado do Superman fosse rebaixado aos memes.

“Estou aliviado por termos conseguido fazer isso! Eu sentia que o legado do Superman merecia mais respeito, tanto pelo personagem quanto pelo árduo trabalho de Henry nos últimos 10 anos. É triste pensar que as piadas e chacotas poderia ter sido a última visão que o público teria do Superman.”

E aí, o que você achou da presença do Superman na nova versão de ‘Liga da Justiça‘?

Assista à nossa crítica:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

Crítica | Lady Gaga explora os próprios medos com o revolucionário EP ‘The Fame Monster’

Publicado originalmente em 25 de março de 2019.

Quando a década de 2000 estava chegando ao seu fim, o mundo desejava saber quem era Lady Gaga. Afinal, depois de marcar uma grande presença em 2008 com o lançamento de The Fame, a qual tornou-se uma das maiores estreias da história da música contemporânea, a crítica e o público estavam doidos para conhecer mais sobre seu background – afinal, tudo o que se dizia a respeito da cantora estadunidense não tinha base sólida: sabia-se sobre suas influências artísticas dos movimentos avant-garde, como Andy Warhol e a instauração do vigor pop art e o estilo transgressor da haute couture de Thierry Mougler. Mas era apenas isso. E seu primeiro álbum de estúdio apenas reforçou a assegurada imagem que tínhamos da artista, uma celebridade sedenta por suas próprias ambições e que tinha a capacidade de compreender as consequências de suas escolhas.

Entretanto, o que realmente podemos pensar de alguém que, repentinamente, abandona esses desejos para mergulhar nos mais profundos medos? Em uma terra governada pela saturação da autopreservação e da segurança, enfrentar aquilo que se mais teme é uma jogada perigosa, mas que requer coragem e equilíbrio psicológico. E é exatamente isso o que Gaga propõe com seu segundo disco, intitulado The Fame Monster’ – uma expansão muito bem arquitetada em relação ao primeiro, visto que a tradução “monstro” normalmente se refere àquilo que desconhecemos e que receamos.

O álbum se inicia com o medo mais puro e mais conhecido do ser humano – o medo do amor. Em “Bad Romance”lead single do disco que recebeu inúmeros prêmios, a artista discorre sobre seus receios e seus anseios para um sentimento que lhe corrói cada vez mais. Conforme a narrativa segue, Gaga fala que ela quer se sentir amada, seja na tristeza ou na alegria, seja com todos os defeitos que seu par romântico tenha. Inclusive, é interessante notar como a letra da canção é visceral a ponto de chegar ao escatológico: desde que o interlocutor a quem se dirige mostre-se nu e cru, ela não se importa. Ela deseja amar, incondicionalmente, aquele que estiver disposto a aceitar uma relação de reciprocidade. Em uma batida que relembra os primórdios do synthpop, ainda acompanhado com a marca do electro de sua obra anterior, a composição musical atravessa uma progressão notável até explodir numa estrofe genialmente bem articulada.

“Bad Romance” é, sem dúvida, a faixa mais relembrada do disco, não apenas pela majestuosidade com a qual é composta, mas sim por suas referências. The Fame Monster’ é, muito mais que The Fame, uma jornada pelas fases da obsessão, agora do eu lírico por aqueles que lhe fascinam e lhe causam temor ao mesmo tempo. Suas alusões aos filmes de Alfred HitchockPsicoseJanela Indiscreta e Um Corpo que Cai (“I want your Psycho, your Vertigo shtick; while you’re on my Rear Window, baby it’s sick”), deixam claro que essa necessidade e essa fixação para com o outro é viciante e envolvente ao ponto de até mesmo funcionar como droga. E sua explicitação, ainda que choque, tem a capacidade de dialogar com qualquer pessoa que tenha passado pela mesma situação.

O frenético ritmo sofre uma brusca freada com Alejandro”, uma continuação não-convencional e ao mesmo tempo compreensiva a compulsão amorosa: em uma arquitetura clássica, permeada ainda pelos acordes bruscos do teclado sintético, violinos surgem como pano de fundo para uma relação bem mais carnal. “Sei que somos jovens, e sei que você me amar. Mas não posso mais viver assim com você, Alejandro”: essa é a frase que abre uma poderosa canção sobre castidade, sexo, dominação e submissão. Aqui, Gaga é influenciada pelos homens que passaram pela sua vida, incluindo o personagem-título, que parecem forçá-la a entrar no inescapável círculo do prazer – e isso não apenas a deixa desconfortável, como ativa um gatilho de um passado conturbado e traumático envolvendo seu pai e sua inocência.

“Monster”, um título muito pertinente para a conjuntura do disco, é uma via de duas mãos e uma construção controversa interessante de ser analisada. Apesar da melodia suave e por vezes alegre, a narrativa fala sobre o medo dos homens. Constantemente referindo-se ao jovem pelo qual está apaixonada como “monstro”, Gaga compreende que ele tem um apetite voraz por seu corpo e até mesmo por sua mente (“Ele comeu meu coração, e comeu meu cérebro”). Uma associação que à prima vista parece boba, mas que esconde um desejo de controle acerca de uma pessoa: tê-la para si a qualquer custo, mesmo que isso signifique deixar as máscaras cair. Aqui, a batida techno permanece em um looping quase não perceptível e que, com os poderosos e ecoantes vocais da cantora, tornam-se agradáveis.

Apesar das investidas pessoais, a cantora conversa de forma generalizada com um público cuja principal característica é a fragmentação; uma personalidade marcada pelo bombardeio de tantas informações audiovisuais e literárias que fica difícil defini-lo com uma essência. E talvez essa construção, fruto de anos de experiências, seja ameaçada pelo medo à morte, reverenciada de forma trágica e melodiosa com Speechless”, uma música que nos arremessa de volta para os anos 1980 e nos deixa presos em uma pequena cidade, solitários e à mercê de nossa própria ruína. E que melhor saída para a solidão que embriagar-se? Aparentemente nenhuma, visto que a suposta sequência para esse abandono emerge na deliciosa faixa So Happy I Could Die”.

O segundo ápice do álbum vem com Telephone”. A música é tão épica em seu sentido mais amplo que consegue transpassar por todos os acordes ao mesmo tempo em que traz uma história progressiva que acompanha todos os instrumentos e culmina em uma conclusão ainda mais emocionante e definitivamente satisfatória. A improvável continuação de Paparazzi” não apenas remonta Gaga como a figura criminosa que faria de tudo para alcançar seus objetivos, mas também demonstra como ser controlada não é uma opção: ela deseja ser livre para fazer o que quiser, e não está sozinha para reafirmar seus ideias, visto que seu contralto mescla-se perfeitamente com a harmônica voz de Beyoncé.

Muitos podem considerar Teeth” como a conclusão do álbum. Mas pessoalmente, digo que essa canção, apesar de envolvente nas primeiras batidas muito bem demarcadas, torna-se monótona – o que realmente a salva é sua letra, a qual gira ao redor de um momento de revelação e que conversa diretamente com o medo da verdade. Dance in the Dark”, ao contrário, tem uma construção etérea, quase transcendental, adornada com os melhores componentes do synthpop e do techno house, bem como alguns despontes do glam: tudo para construir uma atmosfera emocionante caso prestemos atenção à narrativa, que tem como foco uma mulher que teme sua própria expressividade perante um relacionamento abusivo e controlador com alguém sem brilho e sem personalidade.

É inegável dizer que a persona por trás de Lady Gaga começa a dar às caras nesse corajoso retrato de seus traumas e receios. The Fame Monster’ é um claro avanço em sua carreira, que eleva seu nome para um patamar consideravelmente alto, além de dar abertura para novas e arriscadas tentativas que se provam dignas de aplausos.

Notas por faixa:

  • Bad Romance – 5/5
  • Alejandro – 4,5/5
  • Monster – 4/5
  • Speechless – 4,5/5
  • Dance in the Dark – 5/5
  • Telephone – 5/5
  • So Happy I Could Die – 4/5
  • Teeth – 3,5/5

WGA Awards 2021 | ‘Bela Vingança’ e ‘Ted Lasso’ são os grandes vencedores da premiação!

Os vencedores ao WGA Awards 2021 (Writer’s Guild Association Awards 2021) foram revelados no último domingo, 21 de março, visando premiar os melhores roteiros para o cinema e para a televisão.

Confira os ganhadores abaixo:

CINEMA

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Judas e o Messias Negro
Palm Springs
Bela Vingança
“O Som do Silêncio”
Os 7 de Chicago

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
“Borat 2: Fita de Cinema Seguinte”

A Voz Suprema do Blues
“Relatos do Mundo”
“Uma Noite em Miami”
“O Tigre Branco”

MELHOR ROTEIRO EM DOCUMENTÁRIO
“All In: The Fight for Democracy”
“The Dissident”
“Herb Alpert Is…”
“Red Penguins”
“Totally Under Control”

TELEVISÃO

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA
“Better Call Saul” (AMC)
The Boys” (Amazon Studios)
The Crown” (Netflix)
“O Mandaloriano” (Disney+)
“Ozark” (Netflix)

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA
“Curb Your Enthusiasm” (HBO)
“The Great” (Hulu)
PEN15” (Hulu)
“Ted Lasso” (Apple TV+)
“What We Do in the Shadows” (FX Networks)

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE ESTREANTE
“Dave” (FX Networks)
“The Flight Attendant” (HBO Max)
“The Great” (Hulu)
“Lovecraft Country” (HBO)
“Ted Lasso” (Apple TV+)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL DE FILME PARA TV OU MINISSÉRIE
“Dirty John: The Betty Broderick Story” (USA)
“Hollywood” (Netflix)
“Mrs. America” (FX Networks)
“Safety” (Disney Plus)
“Tio Frank” (Amazon Studios)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO DE FILME PARA TV OU MINISSÉRIE
“Má Educação” (HBO)
“Clouds” (Disney Plus)
“The Good Lord Bird” (Showtime)
Little Fires Everywhere” (Hulu)
O Gambito da Rainha” (Netflix)

MELHOR EPISÓDIO EM SÉRIE ANIMADA
A Springfield Summer Christmas For Christmas – “The Simpsons” (Fox)
Bart The Bad Guy – “The Simpsons” (Fox)
I, Carumbus – “The Simpsons” (Fox)
Prank You for Being A Friend – “Bob’s Burgers” (Fox)
Three Dreams Denied – “The Simpsons” (Fox)
Xerox of a Xerox – “BoJack Horseman” (Netflix)

MELHOR EPISÓDIO EM SÉRIE DE DRAMA
Bad Choice Road – “Better Call Saul” (AMC)
Fire Pink – “Ozark” (Netflix)
JMM – “Better Call Saul” (AMC)
Raised by Wolves – “Raised by Wolves” (HBO Max)
Something Unforgivable – “Better Call Saul” (AMC)
Trouble Don’t Last Always – “Euphoria” (HBO)

MELHOR EPISÓDIO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Grandma & Chill – “Awkwafina Is Nora from Queens” (Comedy Central)
The Great – “The Great” (Hulu)
It’s Not You, It’s Me – “Dead to Me” (Netflix)
Pilot – “Ted Lasso” (Apple TV+)
The Tank – “Grace & Frankie” (Netflix)
Trick – “High Maintenance” (HBO)

Confira a lista completa aqui!

‘House of Gucci’: Al Pacino e Lady Gaga nas novas imagens de bastidores do longa; Confira!

A produção da cinebiografia ‘House of Gucci‘ segue a todo vapor e, agora, os vencedores do Oscar Lady GagaAl Pacino foram flagrados em uma de suas cenas na cidade de Roma, Itália.

Confira:

MGM comprou o longa-metragem por três milhões de dólares e, segundo os estúdios, tem estreia prevista para 24 de novembro de 2021.

Ridley Scott comanda o projeto.

Jeremy IronsJared LetoAl PacinoJack Huston e Reeve Carney completam o elenco.

A trama será adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme”, disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.

Scott recentemente dirigiu a sequência Alien: Covenant e a ficção científica Perdido em Marte. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado Nasce Uma Estrela, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.

‘Five Days at Memorial’: Vera Farmiga vai estrelar nova série sobre o Furacão Katrina

Apple anunciou recentemente que Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’, ‘Olhos que Condenam’) vai estrelar a nova séria original intitulada Five Days at Memorial.

Criada por John Ridley (’12 Anos de Escravidão’) e Carlton Cuse (‘Lost’), a minissérie gira em torno dos cinco primeiros dias depois da destruição causada pelo Furacão Katrina em um hospital de Nova Orleans. Ridley e Cuse também entram como roteiristas, produtores executivos e diretores.

Farmiga será a Dra. Anna Pou.

A produção é baseada no romance de não-ficção Five Days at Memorial: Life and Death in a Storm-Ravaged Hospital’ assinado pela jornalista vencedora do Pulitzer Sheri Fink.

Confira a sinopse oficial do livro abaixo:

Na tradição do melhor do jornalismo investigativo, a física e repórter Sheri Fink reconstrói cinco dias no Memorial Medical Center e leva os leitores às vidas daqueles que lutaram para sobreviver em meio ao caos.

Depois do impacto causado pelo Katrina e das águas subirem, a energia acabar, o calor aumentar, cuidadores exaustos escolheram designar certos pacientes para os últimos resgates. Meses depois, inúmeros profissionais da saúde enfrentaram alegações criminais por deliberadamente injetarem drogas em pacientes como forma de acelerar suas mortes.

Five Days at Memorial, a culminação de seis anos de reportagem, investiga o mistério do que aconteceu nesses dias, levando o leitor a um hospital e a lutar por sua vida, bem como a uma conversa sobre o racionamento de saúde mais horrível de todos.]

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘God is a Bullet’: Jamie Foxx e Nikolaj Coster-Waldau vão estrelar novo thriller de ação

Segundo o DeadlineJamie Foxx (‘Power’)e Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’) vão estrelar o novo thriller de ação intitulado ‘God is a Bullet’.

Dirigido por Nick Cassevetes (‘Diário de uma Paixão’), a história é centrada em um homem que se infiltra num culto satânico responsável pela morte da ex-mulher e pelo rapto da filha.

Coster-Waldau dará vida ao “vice-detetive Bob Hightower, que encontra sua ex-mulher assassinada e sua filha sequestrada por um culto satânico. Frustrado pelas investigações dos oficiais, ele sai da força policial, arranja várias tatuagens e se infiltra no grupo para caçar o líder com a ajuda da única vítima que escapou”.

Foxx terá papel coadjuvante d’O Barqueiro. Andrew Dice Clay, Januar JonesMaika Monroe completam o elenco.

Cassavetes também fica responsável pelo roteiro, que é adaptado do romance homônimo de Boston Teran.

Michael MendelsohnDon AllenKim H. WintherJim Steele entram como produtores.

A pré-produção do filme já começou na Cidade do México, com filmagens agendadas para iniciarem em 24 de maio de 2021.

‘Batwoman’: Atriz de ‘Krypton’ será a nova intérprete de Kate Kane na 2ª temporada

Apesar de Ruby Rose ter abandonado ‘Batwoman‘ repentinamente, o último episódio da série revelou que Kate Kane ainda está viva.

No entanto, ela está irreconhecível devido a graves ferimentos que sofreu em um acidente de avião, e agora está sendo mantida prisioneira em algum lugar em Gotham City.

Enquanto os fãs provavelmente terão que esperar um pouco mais para ver a personagem, parece que uma nova atriz já foi escolhida para o papel.

Em seu perfil do Twitter, Wallis Day (‘Krypton’) pegou seus seguidores de surpresa ao anunciar que irá substituir Rose como a heroína.

Na publicação, ela compartilhou uma matéria do Deadline confirmando a notícia e comemorou, escrevendo:

“Estou super animada ao anunciar que estou me juntando ao elenco de ‘Batwoman’. Tenho certeza que você pode imaginar o quanto isso significa para mim e o quão incrível tem sido trabalhar na série até agora. Todos fizeram eu me sentir muito bem-vinda e é incrível estar de volta à minha casa com a família DC.”

Confira:

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, então só nos resta aguardar para saber como será o retorno de Kane à atração.

Enquanto isso, vale lembrar que o vilão Máscara Negra promete ser a próxima grandiosa ameaça de Gotham City, conforme indica a promo do 9º episódio da 2ª temporada da série, intitulado “Rule #1“.

Confira, junto à sinopse do capítulo em questão:

Batwoman (Javicia Leslie) confronta o maior inimigo de Gotham, enquanto novas informações obrigam as pessoas mais próximas de Kate a tomar algumas decisões difíceis. Os sentimentos de Ryan por Angelique (ator convidado Bevin Bru) colocam sua parceria com Luke (Camrus Johnson) e Mary (Nicole Kang) em risco, enquanto Alice (Rachel Skarsten) faz uma distorcida viagem por suas memórias.

Dougray Scott e Meagan Tandy também estrela o episódio. Michael Blundell assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Nancy Kiu e Maya Houston.

O episódio vai ao ar no próximo domingo, dia 28 de março.

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Navillera’: Drama sul-coreano já está disponível na Netflix!

O drama sul-coreano Navillera já está disponível na Netflix.

A série foi disponibilizada hoje (22) na grade de programação da plataforma de streaming.

Um sonho, idades diferentes. Nessa história emocionante, a dança une mundos opostos quando um senhor de 70 anos quer aprender balé e encontra um jovem de 23 que pode ajudá-lo.

A série foi criada por Han Dong-HwaLee Eun-mi.

Park In-hwanSong Kang estrelam.