A Titan Books divulgou recentemente algumas imagens incríveis de seu novo livro, ‘The Arte and Making of The Expanse’, que detalha o processo de criação da série ‘The Expanse’.
A obra, composta de 176 páginas, é recheada de artes conceituais, ideias para figurinos, fotos de bastidores, designs de espaçonaves e até mesmo conversas com os autores Daniel Abraham e Ty Franck, que assinaram os livros dos quais o show se originou.
Confira:
Enquanto isso, ‘The Expanse’ caminha para sua quarta temporada.
Confira o trailer oficial:
Criada por Mark Fergus e Hawk Ostby, a série foi cancelada pelo SyFy depois de apenas três temporadas, mas posteriormente foi resgatada pela Amazon Prime.
Situada 200 anos no futuro, a história acompanha a luta de um detetive e o capitão de uma nave para desvendar uma das grandes conspirações da história da humanidade. Os seres humanos colonizaram os planetas do Sistema Solar. No entanto, estão longe de viverem em paz. Tensões sociais e políticas comprometem a vida de diversas colônias, que não aceitam a dependência da Terra e de Marte e da influência política e militar que eles exercem sobre os demais habitantes do sistema solar.
Em uma recente entrevista ao MovieWeb, a diretora Sophia Takal falou um pouco sobre seu novo projeto, o remake de ‘Natal Sangrento’ – e aproveitou para comentar o que o público pode esperar sobre o longa-metragem.
“Esse filme, apesar de ser livremente baseado em ‘Noite do Terror’, tem um plot muito diferente. É mais inspirado pela sensação que [o longa original] me trouxe depois de assisti-lo, a ideia de misoginia sempre estar lá fora e nunca ter sido erradicado. Então esse foi o pontapé inicial para criar a história. Eu o compararia mais com a forma como [o diretor] Luca Guadagnino refez ‘Suspiria’ do que um remake direto… Queria fazer algo que refletisse a época contemporânea, puxando mais elementos do que o filme original evocou para mim do que grandes plots”.
Confira o trailer:
Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.
As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.
‘O Mandaloriano’ estreou há algumas semanas no Disney+ e, antes mesmo de seu lançamento da plataforma, a série já havia sido renovada para a 2ª temporada e o showrunnerJon Favreau já estava trabalhando nos próximos episódios.
Agora, em uma recente aparição ao podcast do site CinemaBlend, o diretor Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’) disse que adoraria revisitar a franquia intergaláctica e comandar algum capítulo do novo ciclo.
“Sim! Cara, se eu tivesse tempo, eu participaria [do projeto] sem pensar duas vezes. Eu visitei o set de gravações da 1ª temporada e foi incrível. Parecia muito divertido!”.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Segundo novas informações do site Trailer Track, o primeiro trailer oficial de ‘Um Lugar Silencioso 2’ será lançado nas próximas semanas. A reportagem também indica que o vídeo terá apenas 30 segundos.
John Krasinskiretornará à direção da sequência e também é responsável pelo roteiro.
Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.
A série ‘Hawaii Five-O‘ possui uma longa jornada nas telinhas, desde sua estreia original, em 1968. E seguindo os passo de sua antecessora – que contou com 12 temporadas, exibidas até o ano de 1980, a nova versão se encaminha para sua 10ª temporada, traçando uma trajetória que não parece estar perto de seu fim.
E em durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Alex O’Loughlin refletiu sobre o impacto cultural que a produção possui, salientando como ela consegue se manter revigorada após tantos anos em exibição.
Em conversa ao nosso editor-chefe, Renato Marafon, O’Loughlin disse:
“Acho que tem duas respostas para essa pergunta: como manter a série sempre revigorante de maneira geral, que é uma pergunta que não cabe a mim responder e sim para o showrunner, e como eu posso mantê-la revigorante. É difícil, é bem mais fácil se acomodar com que se tem e não se esforçar. Mas é preciso continuar estudando o seu trabalho, você precisa manter uma grande ética profissional e continuar se esforçando para entregar uma série verdadeira em cada pequeno momento. Então, ao que cabe a mim, penso que isso é fundamental para mantê-la revigorante”.
O astro também como sobre a história de seu personagem, Steve McGarrett, que já passou por uma série de circunstâncias diversas ao longo das últimas nove temporadas. E com a chegada do décimo ciclo, ele ponderou sobre como o a gente se encontra emocionalmente neste momento da narrativa:
“Ele está cansado (risos)! Ele já passou por muita coisa emocional, física e psicologicamente, então eu acho…é difícil falar dele de maneira objetiva, quando de fato eu o interpreto de maneira subjetiva, mas creio que existe um limite do quanto uma pessoa consegue suportar, antes dessa pessoa chegar ao nível de um super herói. E ele não é um super herói, ele é um cara normal. Mas essa jornada tem sido bem longa e eu estou ansioso para saber o que eles vão preparar para o seu futuro. Eu acho que ele precisa de um pouco de mudança. Ele não tem namorado há bastante tempo, tem apenas um cachorro e eu acho que ele precisa de algo novo”.
A 9ª temporada será exibida no Brasil pelo canal AXN e estreia no dia 23 de Outubro, às 22h.
Em ‘Hawaii Five-O‘, uma unidade policial de elite opera taticamente para combater o crime no estado do Havaí, que foi o quinquagésimo a ser incorporado à confederação. Na trama,Alex O’Loughlin é o comandante Steve McGarrett, chefe da força-especial 5-0 e marinheiro da SEAL, que presta contas diretamente aos governadores da ilha. Sua equipe é formada pelo detetive vindo de Nova Jersey, Danny Williams (Scott Caan), tenente Chin Ho Kelly (Daniel Dae Kim), oficial Kono Kalakaua (Grace Park) e o médico legista Dr. Max Bergman (Masi Oka).
Durante uma entrevista no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, a atriz Katherine Langford revelou que a curiosidade dos fãs foi o motivo de sua cena como Morgan Stark em ‘Vingadores: Ultimato‘ ter sido divulgada.
“Ouvi dizer que [o pedido dos fãs] foi o motivo deles terem liberado a cena. Foi o que me disseram. Eles só divulgaram a cena porque as pessoas queriam vê-la. Isso é muito legal.”
Confira a cena:
‘Vingadores: Ultimato‘ se tornou a maior bilheteria da história do cinema, com US$ 2.79 bilhões milhões arrecadados mundialmente.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) revelou que tem uma ótima ideia para um novo filme da franquia ‘A Hora do Pesadelo‘.
“Eu tenho uma ótima ideia [para um novo filme]. É muito boa.”
Ele continua, “Estou doido para chegar lá e contar para eles. Se pudermos fazer isso, vai ser muito legal.”
Flanagan já havia declarado o seu interesse anteriormente no Twitter.
Novas informações indicam que a propriedade intelectual de Wes Craven, que faleceu em 2015, pode ganhar mais um capítulo oficial – e ideias já estão começando a surgir. A companhia de Elijah Wood, SpectreVision, está envolvida no processo de criar uma série televisiva baseada nos longas-metragens originais e, além disso, é possível que a narrativa retorna novamente para as telonas.
A franquia original teve início em 1984 e, desde então, arquitetou um inegável legado para o subgênero slasher, se estendendo ao longo de sete filmes e um remake.A primeira investida foi dirigida e roteirizada por Craven, trazendo em seu elenco nomes como Robert Englund, Johnny Depp, Ronee Blakley, Heather Langenkamp, Amanda Wyss, Nick Corri e outros.
Craven também voltaria a comandar ‘A Hora do Pesadelo 7: O Novo Pesadelo’, em 1994. Em 2003, Freddy enfrentaria Jason Vorhees, o antagonista de ‘Sexta-Feira 13’, no cross-over‘Freddy vs. Jason’. Em 2010, Jackie Earle Haley substituiria Englund no papel principal no remake‘A Hora do Pesadelo’, que acabou se tornando um sucesso comercial apesar das críticas negativas.
No geral, a saga arrecadou mais de 583 milhões de dólares e tornou-se a terceira saga do terror mais lucrativa da história – perdendo para ‘Sexta-Feira 13’ (US$671,5 milhões) e ‘Halloween‘ (US$620,4 milhões).
Martin Scorsese retorna este ano para a cadeira de direção com a superprodução ‘O Irlandês’ – e as primeiras reações já insurgiram nas redes sociais. O projeto recebeu a espetacular marca de 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8,89/10 baseada em 306 reviews (uma das maiores notas do site, diga-se de passagem).
Ainda sem consenso geral, confira algumas críticas abaixo:
“Bom, recarregue suas energias, porque o incrível ‘Irlandês’ merece sua completa atenção” – New York Post.
“‘O Irlandês’ é construído com tantos detalhes e transita tão fluidamente através de várias eras, que é difícil encontrar um plot definido. Mesmo assim, o filme é lindamente construído que o público o acompanha sem problemas para qualquer lugar que vá” – TIME Magazine.
“[O filme] confirma [Scorsese] como um dos maiores cineastas vivos, ainda que um anônimo diretor de comédia, e [Robert] De Niro como um dos maiores destaques de todos os tempos” – RogerEbert.com.
“‘O Irlandês’ é uma obra-prima monumental de máfia” – Showbiz411.
A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).
Hoje mais cedo, o Procon emitiu uma notificação exigindo esclarecimento da rede de cinemas Cinemark acerca do preço exorbitante dos combos exclusivos do filme ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’.
Agora, a companhia entrou em contato com o CinePOP e fez uma declaração oficial explicando que o motivo de estarem cobrando esse valor na promoção é referente ao brinde-réplica do personagem R2D2, que também serve como balde de pipoca.
Confira:
“Os combos regulares para “Star Wars” são o combo Jedi e o combo Império, que têm estrutura e preços alinhados com as demais promoções realizadas pela Cinemark longo do ano. Para marcar a estreia de um filme especial, que encerra uma das maiores sagas da história do cinema, a Cinemark trouxe também, pela primeira vez ao país, um item exclusivo. Trata-se de uma réplica do personagem R2D2, com alto padrão de acabamento, 2 mil unidades numeradas e acompanhadas de termo de autenticidade, com importação exclusiva realizada pela empresa. Não se trata de um combo regular, mas sim de um produto único, para fãs da franquia e colecionadores. É uma peça com custo alto de fabricação, importação e frete, o que implica em um valor mais elevado para o cliente final.”
Confira algumas reações dos fãs:
Vocês tão achando que tão em que país pra cobrar esse absurdo no combo?
R$471 reais? É um R2 de metal ou alguma coisa que nao seja plastico e de pra usar depois?
Se esse preço for por um negocio de plastico eu faço questão de assistir em outra rede. Pelo escárnio com a sociedade e por estar respondendo todo mundo menos quem comenta do preço
Vejo o anúncio e penso com a emoção “eu quero”. Daí vejo o preço: 471 dinheiros (com o ingresso, “somente” 500 talqueis). Daí vem a razão: “deixa pra lá”. pic.twitter.com/YQdlaBD2x5
O terror de ficção científica ‘Meander‘, uma mistura de ‘Jogos Mortais‘ e ‘Cubo‘, ganhou a primeira imagem oficial, que destaca a atriz Gaia Weiss(‘Vikings‘), que irá estrelar a produção.
Confira:
Na trama, uma mulher (Weiss) acorda em um estranho tubo cheio de armadilhas mortais. Sua única opção é seguir em frente, mas não está claro quão longe ela conseguirá chegar.
A ideia por trás de O Irlandês, novo filme do prestigiadíssimoMartin Scorsese, é descortinar um dos maiores mistérios da história recente dos EUA: o que aconteceu com o líder sindicalista Jimmy Hoffa, desaparecido em 1975 e dado como morto em 1982? O filme é baseado no livro I Heard You Paint Houses, do escritor e ex-investigador Charles Brandt. Scorsese inclusive homenageia a obra literária, exibindo seu título como abertura do longa.
Além do entusiasmo de uma nova produção do cineasta ser lançada, a obra chega envolta em grande hype devido a alguns fatores. Primeiro por se tratar de uma reunião dos “velhos companheiros” com quem o diretor construiu as bases de sua carreira. E segundo, por esta ser uma produção original da Netflix, exibida em cinemas seletos pelo mundo antes de sua estreia na plataforma no final deste mês. Manobra esta que mais uma vez promete colocar o canal de streaming postulando prêmios da Academia. O Irlandês promete ser seu carro chefe para o ano que vem, mesmo com obras do nível de Meu Nome é Dolamite, História de um Casamento e Dois Papas.
Robert De Niro, o ator preferido de Scorsese no passado, com oito trabalhos juntos no currículo, volta a protagonizar um filme do colega 24 anos depois de Cassino (1995). Com eles, Joe Pesci (em seu terceiro trabalho nas telas em 21 anos, seguindo uma semi-aposentadoria), Harvey Keitel (numa pequena participação) e o monstro Al Pacino em sua primeira parceira com o diretor. Antes tarde do que nunca – lembrando que Jack Nicholson debutou num filme de Scorsese em 2006 com Os Infiltrados.
E o diretor honra os veteranos, em um filme de 3 horas e 30 minutos dando espaço para a trinca principal brilhar. De fato, o próprio Pacino afirmou em entrevistas que a confecção do longa lembrou muito o tipo de obra feita nos anos 1970. Quem segura a narrativa, no entanto, ligando uma ponta a outra e reinando absoluto é Robert De Niro. Na pele de Frank Sheeran, caminhoneiro transformado em mafioso, o ator inclusive narra a história – que vai e volta no tempo, durante diferentes fases dos personagens.
Um fato que pode se tornar uma distração negativa ao espectador são os efeitos usados para rejuvenescer os atores aqui. Este tipo de efeito pode ser eficiente se aplicado como nota de rodapé. Porém, como “prato principal” ainda soa um tanto quanto creepy. Assim, em muitos momentos ao invés de percebermos um De Niro jovem, notamos é um De Niro plastificado. Em especial o protagonista passa grande parte de suas cenas com o rosto esticado e sem rugas – talvez um recorde até o momento do uso da técnica.
Na trama, o personagem principal é notado pela máfia e logo está sob a asa de Russ Bufalino (Joe Pesci). Um tempo depois e ele surge com uma nova tarefa: ser o braço direito do porta-voz dos caminhoneiros Hoffa (Pacino), que além dos inúmeros laços com o crime organizado, não escondia o desprezo pela família Kennedy, incluindo o presidente assassinado.
Scorsese bota um ponto final sobre toda a mitologia em torno do desaparecimento desta figura notória. E mais de uma vez no filme frisa a importância que Jimmy Hoffa teve para os EUA – além de declarar que os jovens de hoje não conseguem compreender tal dimensão, ou sequer sabem quem ele foi. O que o diretor aponta é a importância da história, de evoluir, mas sempre buscar o passado como referência. Personalidades maiores que a vida em determinada época, simplesmente perdem seus valores com o esquecimento. É assim em todas as áreas, inclusive no cinema.
Em um diálogo um personagem dispara: “Se eles conseguiram fazer um presidente desaparecer, conseguem fazer este cara desaparecer”, se referindo à máfia como responsável pela morte de ambos o presidente John F. Kennedy e Jimmy Hoffa, dois casos abafados. SeMartin Scorsese vai fazer o que pode muito bem ser seu último filme sobre o tema (tomara que não), que seja o maior deles em escopo. Aqui, o diretor deixa o glamour do crime e os cassinos de Las Vegas para trás, para tratar de gangsteres reais, envolvidos com política, presidentes e o alto escalão dos EUA.
O Irlandêstambém trata de forte drama existencial em suas entrelinhas, e fala sobre amizade, família e solidão. O desfecho do protagonista é de partir o coração, quando ele se vê sozinho, no fim da linha, quando tudo e todos que conheceu o deixaram. É um daqueles filmes para esmiuçar e encontrar inúmeros significados. Um dos melhores filmes do ano. Poderia ser mais curto? Poderia. Scorsese poderia ter uma mão mais firme na edição? É claro. Mas quem em sã consciência iria querer ver menos de uma obra deste mestre? E com a Netflix como sua nova casa, a liberdade que o diretor sempre quis é finalmente abraçada. Qual cinéfilo falará mal da plataforma agora?
A Universal Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Uma Segunda Chance para Amar‘ (Last Christmas), com o diretor Paul Feig revelando curiosidades sobre as locações do filme.
Confira:
O longa já arrecadou US$ 53.3 milhões nas bilheterias mundiais. Segundo o Box Office, a produção pode garantir uma boa estabilidade nas telonas ao se aproveitar da chegada das festividades de final de ano, garantindo uma boa longevidade nas bilheterias.
O longa é dirigido porPaul Feig, e tem o roteiro assinado pela atriz Emma Thompson, que também participa do elenco.
Kate (Clarke) é uma jovem com uma agitada vida. Ela trabalha como elfo em uma loja temática de natal o ano todo. Quando ela conhece Tom (Golding), o que parecia impossível se torna realidade, conforme o rapaz enxerga através de todas as barreiras que ela construiu… durante uma noite de Natal.
Já faz dois anos desde a estreia de ‘Liga da Justiça’, e diversos fãs, artistas, e cineastas estão aderindo à campanha #releasethesnydercut para que a versão de Zack Snyder seja finalmente lançada.
Através do twitter, um fã afirmou estar “perdendo a esperança” para o lançamento de sua versão, mas o próprio diretor respondeu “não perca”.
Recentemente, o site Variety publicou que aWarner Bros não está nem um pouco preocupada com o pedido e não pretende lançar o corte nos cinemas e nem em plataformas de streaming, já que finalizar o material editado por Snyder custaria milhões.
Após a repercussão da campanha nas últimas semanas, uma fonte ligada ao departamento de efeitos visuais do estúdio disse que:
“Isso é apenas um sonho e não há chances de acontecer. Investir nesse lançamento custaria milhões à Warner porque o filme não está finalizado. A versão lançada foi um fracasso, e cenas adicionais não mudariam isso, por mais que os fãs estejam otimistas.”
Anteriormente, Danny Elfman, compositor da adaptação, revelou ao JOE que também está descrente sobre o lançamento e afirmou que Snyder não havia concluído as filmagens da adaptação.
“Ele não foi demitido, sabe? Ele deixou a produção no meio do caminho. Então não acredito que há uma versão do diretor, no caso de Snyder, já que Joss [Whedon] veio e completou o que faltava.”
Elfman continuou:
“O problema é que ele não conseguiu finalizar o filme. Então, eu não tenho ideia de como eles fariam esse lançamento. Uma tragédia familiar o forçou a se afastar da produção… Desde então, tudo se tornou uma grande confusão. Tem tanta gente querendo ver o que Snyder pretendia contar, e isso está fugindo de controle.”
Em seu perfil no Vero, Snyder já mostrou uma cena na qual Victor Stone (Ray Fisher) seria visitado por seu pais em uma ilusão após o herói tentar abrir a Caixa Materna.
O filme teria a presença de Kiersey Clemons como intérprete de Iris West, além de uma cena com Diana Prince (Gal Gadot) indo atrás de pistas sobre a origem de Darkseid e seus planos de invadir a Terra com o exército de Apokolips.
Confira:
De qualquer forma, parece que tanto os fãs quanto o diretor não vão desistir de ver a versão original do longa.
Vale lembrar que os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut continuam com sua campanha pedindo o lançamento da versão idealizada por Snyder.
E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?
Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Christopher Markuse Stephen McFeely, roteiristas de ‘Vingadores: Ultimato’ foram questionados sobre a possibilidade de escreverem o roteiro de ‘Homem de Ferro 4′, ao que McFeely respondeu:
“Se os filmes da Marvel fossem feitos por qualquer outros estúdio, acho que teríamos ‘Homem de Ferro 4‘, mas para a Disney essa nunca foi uma possibilidade. O interessante foi a expectativa em acompanhar a história de Stark através dos outros filmes. A Disney não queria se arriscar a mexer na trilogia, por mais egoísta que pareça, foi a melhor decisão para nós.”
Na mesma entrevista, os roteiristas também revelaram porque decidiram matar o personagem ao final de ‘Vingadores: Ultimato’.
Markus disse que a morte de Stark simbolizou não apenas o ato final de ‘Ultimato‘, mas a conclusão de toda a sua trajetória no MCU.
“Sua morte legitimou a coisa toda, sabe? Se o personagem continuasse vivo, as pessoas iriam perder o interesse em tudo que veio antes de sua morte, perderia o sentido… A história teve começo, meio e fim, é disso que se trata o sacrifício dele.”
O roteirista aproveitou para esclarecer que a decisão altruísta de Stark foi um reflexo de sua convivência com o Capitão América, e que apesar das diferenças, eles eram muito semelhantes.
“Ao longo dos filmes, percebemos que Tony e o Capitão estavam cruzando seus arcos. Steve sempre se sacrificava pelos outros, mas acabou se tornando mais individualista. Em ‘Guerra Civil’ ele tomou decisões baseadas em sentimentos pessoais, mesmo sabendo que iria desmontar os ‘Vingadores. Tony foi pelo caminho contrário, ele era egoísta e impetuoso, mas percebemos que ele suportou todo o fardo de ser um herói se sacrificando pelo universo.”
Lembrando que a Marvel Studios já começou a campanha para que ‘Vingadores: Ultimato’ seja indicado em diversas categorias do Oscare divulgou uma lista indicando os nomes dos atores e atrizes que podem ser indicados ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante.
Infelizmente, nenhum membro do elenco está sendo cogitado para o prêmio de Melhor Ator, nem mesmo Robert Downey Jr.
Além dos astros, o estúdio sugere o longa em diversas categorias principais, incluindo Melhor Filme, Melhor Figurino, Melhor Edição de Som e Melhor Edição.
Entretanto, certos fãs podem se decepcionar ao ver que a Marvel não sugeriu Robert Downey Jr. para a categoria de Melhor Ator por sua performance como Homem de Ferro.
Confira:
Assista à nossa crítica sobre o filme:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
O ano está próximo do fim e, para muitos, parece que ele comportou dois anos dentro de um só. Isso porque os fãs da Marvel esperaram uma eternidade até o dia 25 de abril enfim chegar e trazer ao mundo ‘Vingadores: Ultimato’. Depois do filme, o ano passou voando. Ele marcou o final da chamada Saga do Infinito, que foi desenvolvida ao longo dos últimos 11 anos, e encerrou essa grande trama com chave de ouro. O longa, que acabou se tornando a maior bilheteria da história, é considerado “intocável” pelos mais fanáticos, mas, acho que está na hora de falarmos de uma grande falha dele: o – não tão – Incrível Hulk.
O embate que todos queriam ver
O personagem foi introduzido lá na Fase Um, logo após o sucesso de Homem de Ferro (2008), em um filme que não foi muito bem recebido pela crítica e pelo público. Mas depois de 2008, com sua participação insana em Os Vingadores (2012), o verdão virou um dos favoritos dos fãs e, por conta da questão contratual com a Universal Studios, viraria presença obrigatória em todas as aventuras de grupo possíveis, já que ele mesmo não poderia ter um filme solo distribuído pela Disney. Nesse tempo, ele apresentou uma curva ascendente de evolução realmente agradável não apenas para os fãs de quadrinhos, mas para o público em geral. Para entender bem a frustração quanto ao seu “fim” em Ultimato, é preciso relembrar sua trajetória até chegar ali.
Em sua primeira aparição no MCU, interpretado porEdward Norton, o Hulk era uma doença. Um tipo de câncer que atrasava e destruía a vida humana de Bruce Banner. Por isso, ele passa o filme inteiro buscando uma forma de se livrar do monstro de radiação gama ou pelo menos achar uma forma de controlar a raiva para poder controlá-lo. Só que, como era um personagem muito instável e suscetível a influências externas, ele eventualmente perdia o controle e liberava o monstrão. Essa visão do Hulk era brutal. Apesar de não tão forte quanto as que viriam posteriormente, era a mais raivosa e cartunesca de todas. Ele usava vários golpes típicos dos quadrinhos, como o soco que levanta o chão e as palmas que criam uma onda de impacto. Era interessante, mas não o suficiente para sustentá-lo no grupo de heróis, já que sua forma de pura raiva o transformava mais em uma ameaça do que em uma solução para a cidade.
Em 2012, agora interpretado por Mark Ruffalo, o personagem apresenta um pequeno aprofundamento. O Hulk não chega a ser uma doença, mas ainda é uma preocupação para Bruce. Ele passa o filme inteiro evitando situações estressantes e se garantindo nos Vingadores por seu intelecto. Até que Loki aparece e mexe com a cabeça do Dr. Bruce Banner, liberando o Hulk e gerando uma verdadeira catástrofe no Aeroporta-aviões. No final do filme, ele demonstra conseguir controlar o monstro e permite que ele se solte e praticamente resolva a invasão Chitauri na base do soco. A visão de Joss Whedon não foi muito próxima dos quadrinhos, mas compensou a falta de criatividade nos golpes com muita insanidade. O Hulk aparece invencível, sinônimo de pura força e companheirismo – menos com o Thor.
Sua próxima participação de peso – excluindo a pós-créditos de Homem de Ferro 3 – só viria em A Era de Ultron (2015), quando o monstro começa a demonstrar sentimentos. Ele parece estar apaixonado pela Viúva Negra (Scarlett Johansson) e até mesmo depois surtar, e destruir um bairro na África do Sul, ele desenvolve expressões de culpa, de pesar. Como se a Fera, aos poucos, mostrasse que a raiva vinha de viver reprimido no corpo de Banner. Ao fim do filme, ele claramente está exausto de seus atos serem considerados errados, como uma eterna ameaça, e foge rumo ao desconhecido no Quinjet dos Vingadores.
Quando Thor (Chris Hemsworth) é levado para Sakaar, em Ragnarok (2017), ele é colocado para lutar com o grande campeão do planeta, que é justamente o Incrível Hulk. No tempo em que passou sumido, o Gigante Esmeralda tomou o controle do corpo de Banner e encontrou um espaço em que seus atos eram vangloriados e ele, enfim, era visto como herói. Para a surpresa de muitos, ele consegue conversar e interagir com outros personagens de forma amigável como Hulk. Enquanto vivia como Hulk, esmagando adversários na arena sakaariana, foi Banner quem surtou. Ao retomar o controle, Banner fica histérico e ansioso, assim como sua contraparte verde quando viva o mesmo processo. É um avanço muito grande nas respectivas personalidades, apesar do aspecto cômico do filme. Ele mistura força e inteligência como nunca visto e fica bom.
Por isso, quando chega Guerra Infinita (2018) e ele leva uma surra de Thanos (Josh Brolin) logo nos primeiros minutos, é completamente coerente que ele passe grande parte da trama escondido. O personagem vivia uma fase de transição. Ele parecia estar mais aberto a sentimentos e tinha acabado de vir de dois anos como Hulk. Ou seja, não tinha muita raiva reprimida. Essa ausência de repressão pode ter “amolecido” o Verdão, enquanto Banner, numa grande virada de trama, passa a pedir para que o monstro tome o controle e resolva a situação, assim como no primeiro Vingadores. O problema é que todo mundo ficou esperando pelo menos que o Hulk aparecesse para descer a porrada no exército de Thanos, já que isso ele faz muito bem. E, por sinal, a cena dele correndo em Wakanda estava até no trailer. Só que os diretores acharam melhor controlar o monstro e dar a deixa para um novo arco do personagem em Ultimato, com a frase do Dr. Banner: “Hulk, nós temos muito que conversar”.
Pois bem, Ultimato veio e trouxe o Doutor Hulk, que reúne a mente de Bruce Banner no corpo do Hulk. Unindo o melhor dos dois mundos, o herói parece estar pronto para mostrar do que é capaz. Só que ele é jogado para escanteio ao longo da história e acaba sendo utilizado exclusivamente como uma versão de 3 metros de Banner. Frustrante.
E essa história de Doutor Hulk tinha TANTO potencial a ser explorado. Por exemplo: como Banner chegou a esse consenso com o Hulk de poder dominar o corpo. A tal “conversa” prometida em Guerra Infinita é constantemente retratada nos quadrinhos como um debate intelectual entre as duas personalidades dentro da mente do herói. Seria incrível ver isso nas telonas, mas os Irmãos Russo optaram por não mostrar ou trabalhar melhor essa ideia. Eles pedem apenas que o público aceite que isso rolou e pronto. Além disso, todo fã queria ver o Hulk tendo sua revanche ‘mano a mano’ contra Thanos. E se o Doutor unia a inteligência com a força, nada impedia que ele participasse mais ativamente da ação.
Não se sabe se os Russo tinham alguma coisa contra o Hulk, mas é consenso que eles não trabalharam o personagem de forma que fizesse jus a ele. O lado bom é que o Hulk permanece vivo no Universo Cinematográfico Marvel, apesar de machucado, e poderá ser trabalhado de novo nos próximos anos.
E você, o que achou do Hulk em Ultimato? Diga nos comentários!
A Netflix divulgou o trailer do seu novo stand-up ‘Lugar de Mulher‘.
Confira:
O especial de comédia conta com as comediantes brasileiras Bruna Louise, Micheli Machado, Cintia Rosini e Carol Zoccoli, provando, com muito humor, que lugar de mulher é onde ela quiser.
‘Lugar de Mulher‘ será lançado na plataforma no dia 28 de novembro.
De acordo com o Comic Book, ‘The 100‘ irá ganhar uma série derivada após o fim da 7ª temporada, e a trama será ambientada quase um século antes dos eventos narrados na 1ª temporada.
Ainda sem título oficial, o spin-off irá acompanhar um grupo de sobreviventes do apocalipse que enviou a raça humana ao espaço há 97 anos.
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre elenco, nem previsão de estreia, mas o episódio piloto será exibido ao final da última temporada da série original.
O roteiro será escrito pelo criador e produtor executivo Jason Rothenberg.
Leslie Morgenstein e Gina Girolamo, também produtoras executivas, retornam à função.
Lembrando que a 6ª temporada de ‘The 100‘ já está em exibição na Warner Channel.
A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.