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Crítica | Max Steel

Super-herói de plástico

O início de cada ano é a época de euforia máxima para os cinéfilos e apaixonados por cinema. É a época dos maiores prêmios da sétima arte, o Globo de Ouro e logo em seguida, o maior deles, o Oscar. Filmes de prestígio transitam pelas salas exibidoras de nossas cidades e o prazer de correr atrás, conferindo um a um, é algo que apenas quem tem o cinema no coração entende. No entanto, existe também outro prêmio no início de ano (na véspera do Oscar para ser mais preciso), propício para certo tipo de filme, no qual este Max Steel se encaixa mais: o Framboesa de Ouro.

Max Steel é a tentativa da empresa de brinquedos Mattel adentrar o terreno das produções cinematográficas. À primeira vista a proposta pode não descer redondo, porém, vale lembrar que sua concorrente direta, a fabricante Hasbro, conseguiu uma transição satisfatória com os Transformers, e em menor escala, os G.I. Joe (apesar de terem morrido na praia com a tentativa de Battleship – A Batalha dos Mares). Se a Hasbro foi bem sucedida, por que não a Mattel? Bem, para começar é preciso investir, e a Hasbro tinha nos filmes dos robôs que viram carros a produção de ninguém menos que Steven Spielberg, um apaixonado pelo produto. Já pelo boneco Max Steel talvez seja mais difícil encontrar um aficionado de renome.

Baseado na linha de bonecos Max Steel, a versão cinematográfica, dirigida pelo desconhecido Stewart Hendler, usa como premissa a estrutura “história de origem de super-heróis”, bem cimentada no cinemão mainstream atual. Max McGrath (espere até ver o significado do sobrenome do rapaz), papel do inexpressivo Ben Winchell, é o típico adolescente de filme norte-americano. Após a morte de seu pai, ele e a mãe mudam de cidade como quem muda de roupa, o que cria certa disfunção no rapaz. Estranhamente, ou convenientemente (em especial para um roteiro preguiçoso, escrito por Christopher Yost, de Thor: O Mundo Sombrio), a nova moradia da família é na mesma cidade na qual está localizado o laboratório onde o pai do jovem trabalhava em seus experimentos secretos. A veterana Maria Bello interpreta a mãe de Max.

No local, o passado volta à tona, quando Max conhece o antigo parceiro profissional de seu pai, Dr. Miles Edwards, vivido por Andy Garcia. E na primeira cena em que o ator aparece, sabemos de longe quem ele será para esta trama. Na cidade, Max também descobre novos sentimentos como o amor e se afeiçoa a uma colega de classe, Sofia, papel da insossa Ana Villafañe. Além disso, uma criatura alienígena pequena e robótica, conhecida como Steel, entra em contato com o protagonista, ensinando-o a controlar seus poderes. Sim! O rapaz foi geneticamente modificado. Com a sua simbiose, nasce o herói mais esquecível dos últimos tempos, Max Steel, uma espécie de Homem de Ferro de quinta.

O esforço com a produção não é dos piores. A fotografia do filme é competente, assim como os quesitos técnicos. No entanto, o mais experiente profissional trabalhando no longa é quem mais deixa a desejar. O roteiro de Yost é raso como um pires e de tão básica, esta história quase pode ser considerada uma paródia (sem graça) dos filmes do gênero. Tudo é extremamente genérico e sem vida. Os diálogos já nascem mortos e a interação entre jovens, que deveriam estar apaixonados, causa vergonha. Todas as conversas dos pombinhos terminam de forma constrangedora com certo silêncio, como se o roteiro estivesse inacabado, sem ideia de como completar a cena.

Atores do calibre de Andy Garcia (indicado ao Oscar por O Poderoso Chefão – Parte III) e Maria Bello (indicada ao Globo de Ouro por The Cooler e Marcas da Violência) sofrem, pagando seus pecados e também, provavelmente, algumas dívidas. O final é especialmente ruim e é Garcia quem mais sai ferido da experiência. O lado positivo é a voz de Josh Brener para o carismático robozinho Steel, a melhor coisa do filme (sabemos que estamos em apuros quando a melhor coisa de um filme não é um ser humano).

A criatura tira as melhores sacadas e rende os momentos mais divertidos, que não são um primor.  A julgar por esta primeira investida, que passou em branco nos cinemas norte-americano e deverá ter o mesmo destino por aqui, a Mattel deveria repensar seus conceitos. Bem, a companhia terá outra chance com o filme da boneca mais famosa do mundo, Barbie, a ser protagonizado pela comediante Amy Schumer, com lançamento para 2018. Quem sabe a sorte não está para mudar.

Várias imagens inéditas de ‘Legion’, a primeira série do Universo ‘X-Men’

O canal FX liberou diversas novas imagens de ‘Legion‘, que estreia dia 8 de fevereiro de 2017.

Nelas, você confere todo o elenco principal:

Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.

Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.

Confira o que vem por aí no próximo episódio da 2ª temporada de ‘The Magicians’

O canal Syfy liberou o teaser para o segundo episódio da nova temporada de ‘The Magicians’, série baseada no best-seller de Lev Grossman. 

Confira:

A trama acompanha Quentin Coldwater (Jason Ralph), jovem mágico de Nova York que é recrutado pela escola de magos Brakebills. Lá, ele descobre que o mundo de fantasia dos quais ele lê nos livros realmente existe.

Sosie Bacon, filha dos atores Kevin Bacon e Kyra Sedgwick, também está no elenco como Alice, estudante tímida que vem de uma linhagem de mágicos e se sente deslocada no mundo.

Sera Gamble (Supernatural) e John McNamara (In Plain Sight) servem como produtores executivos.

EXCLUSIVO: Milla Jovovich revela se toparia fazer mais filmes da franquia ‘Resident Evil’

Em entrevista ao CinePOP para promover ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ (Resident Evil: The Final Chapter), a atriz Milla Jovovich contou se toparia retornar para a franquia daqui dez anos.

“Dez anos? Eu não sei qual vai ser minha aparência daqui dez anos… Mas eu tenho uma filha que é uma atriz maravilhosa. Talvez ela esteja nele.”, brincou.

Vale lembrar que Ever Jovovich, 8 anos, interpreta a nova versão da Rainha Vermelha. A garotinha é filha de Milla com Paul W.S. Anderson, o diretor do filme.

Assista a entrevista:

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

O filme estreia hoje, dia 26 de Janeiro, no Brasil.

Começando imediatamente após os acontecimentos de ‘Resident Evil 5: Retribuição‘, a humanidade está com seus dias contados após Alice ser traída por Wesker em Washington DC. Como a única sobrevivente do que era para ser um embate final da humanidade contra as hordas de mortos-vivos, Alice retorna aonde o pesadelo começou: Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está reunindo suas forças para um ataque final contra os sobreviventes remanescentes do apocalipse.

Em uma corrida contra o tempo, Alice vai unir forças com velhos amigos, e um aliado improvável, em uma batalha repleta de ação com zumbis e novos monstros mutantes. Entre perder suas habilidades sobre-humanas e um ataque iminente da Umbrella, esta será a mais difícil aventura de Alice em sua luta para salvar a humanidade, que está prestes a ser encerrada.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’ 

‘Resident Evil 6’: Dublê de Milla Jovovich posta foto após amputar o braço

‘Resident Evil 6’: Alice pula de tirolesa em novo trecho vazado do TRAILER! 

Milla Jovovich, Ali Larter, William Levy (‘The Veil’), Ruby Rose (‘Orange Is the New Black’), Rola e Eoin Macken (‘Merlin’) .

‘Supergirl’ terá episódio especial de Dia dos Namorados estrelado por Maggie e Alex

O canal CW e a Entertainment Weekly revelaram a primeira imagem oficial do episódio especial de ‘Supergirl‘ para o Dia dos Namorados, que terá Alex (Chyler Leigh) e sua nova namorada Maggie (Floriana Lima) como protagonistas.

O episódio vai ao ar nos Estados Unidos no dia 14 de fevereiro.

Confira:

Confira o que vem por aí no próximo episódio da temporada final de ‘Bones’

Bones‘ ganhou sua prévia para o episódio que será exibido na Fox, dos Estados Unidos, na próxima terça-feira.

Confira, com as imagens:

 

 

12 episódios foram produzidos para esta temporada.

Lançada em setembro de 2005, ‘Bones‘ traz como plot a investigação de assassinatos envolvendo restos mortais, mais precisamente ossos. A série é estrelada por David Boreanaz e Emily Deschanel. 

O TV Show é inspirado na vida da real Kathy Reichs, uma antropóloga forense considerada uma das melhores nos Estados Unidos em sua área.

bones

 

Canário Negro atormenta ‘Arrow’ nas prévias do próximo episódio

Arrow‘ já está de volta e pelas novas prévias, o retorno da Canário Negro vai causar ainda mais dor de cabeça para o herói.

Assista:

‘Arrow’ pode fazer participação especial em ‘Supernatural’

Elenco de ‘Arrow’ comenta sobre o episódio de número 100 da série

Arrow‘ retorna com episódios inéditos em 25 de janeiro. No Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel.

 

‘Gotham’: Pronto para se tornar o Coringa, Jerome ganha trailer só dele

Até que Cameron Monaghan adentra bem no espírito do Coringa. Uma bela atuação por sinal.

E como o futuro Príncipe do Crime é o grande trunfo para Gotham‘ não cair no marasmo, a Fox liberou um trailer sensacional sobre a transformação do personagem.

Confira:

Lembrando que o TV Show entrará em um segundo hiato, porque durante o período de janeiro a abril – quando a série retorna – a Fox vai exibir ‘24: Legacy’.

Gotham‘ retorna mais precisamente no dia 24 de abril.

Gordon trabalha em uma Gotham repleta de monstros e caçadores de recompensas, cujo seu principal objetivo é encontrar respostas sobre os fugitivos de Indian Hill, e porque os seus poderes parecer estar matando eles próprios. Enquanto isso, o clone de Bruce Wayne perambula pelas ruas, enquanto Barbada e Tabitha abrem uma nova boate chamada The Sirens.

 

‘Riverdale’ estreia HOJE! Assista ao primeiro clipe da nova aposta do CW/Netflix

Riverdale‘ está pronta para ser exibida a partir de hoje à noite na rede americana The CW.

Assim, o canal liberou o primeiro clipe da série que vem para se tornar a nova aposta teen entre os TV Shows.

No Brasil, a série virá pela Netflix, com um episódio adicionado à plataforma 12 horas após sua exibição nos Estados Unidos.

A produção, inspirada nos desenhos animados de A Turma do Archie, da década de 60, trará Archie Andrews (K.J. Apa) envolvido em um triângulo amoroso com Betty Cooper (Lili Reinhart) e Veronica Lodge (Camila Mendes).

Nesse meio tempo, todo o elenco estará envolto em uma trama de mistérios por meio dos dramas adolescentes e, claro, por mortes misteriosas.

‘Riverdale’: ‘Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira’ pode aparecer na série! 

Confira, com as imagens do segundo episódio:

 

Primeiro e enigmático cartaz da 3ª temporada de ‘The Leftovers’

A HBO liberou o primeiro cartaz da 3ª e última temporada de ‘The Leftovers‘, que conta com estreia para 16 de abril.

Confira, com o trailer:

 

The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.

A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.

The Leftovers traz no elenco Justin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.

The Leftovers

Crítica 2 | Resident Evil 6: O Capítulo Final

O Fim é o início

As adaptações de vídeo games para o cinema ainda não encontraram seu lugar ao sol. Tais filmes parecem existir num limbo próprio, no qual se encontravam por décadas as adaptações de quadrinhos de super-heróis também. Durante três décadas (1970, 1980 e 1990), os filmes de heróis eram um material delicado, nos quais não se depositava fé. Hoje, são o que há de mais rentável dentro da indústria cinematográfica. Seus “primos”, os filmes baseados em games, sofrem um exílio maior, já que o primeiro dentro do subgênero data de 1993 e atende pelo nome de Super Mario Bros – com Street Fighter: A Última Batalha chegando logo no ano seguinte.

Acelerando algumas décadas e os filmes de games ainda tentam emplacar. Warcrat: O Primeiro Encontro de Dois Mundos (2016) trazia um diretor talentoso (Duncan Jones, filho de David Bowie) e apaixonado pelo material. Resultado? O filme naufragou, se pagando apenas no mercado asiático (fortíssimo atualmente). Assassin´s Creed tentou de novo neste início de ano, usando a seu favor o trio de Macbeth: Ambição e Guerra (2015) – o astro Michael Fassbender (também o produtor do longa), a vencedora do Oscar Marion Cotillard e o diretor Justin Kurzel, desta vez alegando não serem fãs ou se aterem ao produto original. Resultado? A unanimidade pende para o lado negativo.

Mas nem tudo são trevas. Resident Evil: O Hóspede Maldito (2002) custou pouco para os padrões de um blockbuster e segue dando dinheiro, agora chegando ao seu sexto exemplar na franquia. O segredo, você pergunta. Pertencer ao gênero mais rentável do cinema, o terror, onde gasta-se pouco e fatura-se muito. Os filmes da franquia não são o que podemos chamar de sucesso, no entanto, continuam lucrando o suficiente para seguirem sendo produzidos. Com os críticos então, a coisa só piora. Mesmo assim, é inegável o valor de prazer culposo que tais filmes possuem, variando em níveis de qualidade e entretenimento.

Cinco anos após o malfadado quinto episódio (uma embromação sem tamanho, que segue como o pior exemplar da franquia) e a guerreira Alice (Milla Jovovich) está de volta, pronta para enfrentar outra horda de zumbis mais famintos do que nunca e principalmente a maligna corporação Umbrella, responsável pela criação do vírus que dizimou a raça humana e devastou o planeta Terra. Assim como nos episódios anteriores, a abertura traz uma rápida retrospectiva dos acontecimentos que precederam o que estamos agora assistindo – em caso da plateia ter involuntariamente (ei, não é culpa deles, estes filmes são altamente esquecíveis) ou voluntariamente (os mais espertos) perdido o fio da meada.

O interessante de Resident Evil 6, novamente escrito e dirigido pelo marido da estrela da franquia, Paul W. S. Anderson, é que amarra, ou tenta, todos os episódios anteriores, finalmente dando um passado para a protagonista e narrando pela primeira vez o desenvolvimento do vírus, seu propósito e os primórdios da companhia mais inescrupulosa desde a Odebrecht de todos os tempos no cinema. Novamente a série pega carona no estilão Mad Max e cria um filme sujo, árido e devastado, que tem como principal desassociação de Extinção (a parte três com tais características) o fato deste passar quase que exclusivamente à noite, o que cria uma obra extremamente escura e difícil de acompanhar. Junte a isso a montagem videoclíptica, completamente picotada, na qual Anderson cria seu filme (tanto que deixaria Michael Bay orgulhoso) e temos o longa de menor impacto visual da franquia.

Na trama, Alice se junta a um novo grupo de sobreviventes, no qual encontra-se a aliada Claire (Ali Larter) e destacam-se Doc (Eoin Macken), Abigail (Ruby Rose, a musa blockbuster do momento, também presente em Triplo X: Reativado) e Razor (Fraser James). Mas o verdadeiro destaque no elenco fica com a volta do vilão Dr. Isaacs (Iain Glen, de Game of Thrones), que havia morrido na terceira parte (quem fica verdadeiramente morto nesses filmes?), criando mais um elo com o mais elogiado episódio da franquia. O sexto capítulo de Resident Evil volta a se concentrar nos mortos-vivos, mas não esquece as criaturas pra lá de esquisitas que permeiam a saga – desta vez o espaço é dado para estranhos cachorros mutantes (e não mais os costumeiros dobermans) e seres alados semelhantes a dragões.

Resident Evil 6 começa de forma promissora, mas seu maior pecado é não brincar suficientemente, reconhecendo o quão ridículo é tudo, como fizeram alguns dos episódios anteriores – em especial o dois e o três. Aqui, eles resolvem se levar a sério, criando um clima pesado e fúnebre, mais próximo realmente do gênero terror (o que não é algo negativo). Temos também recriadas algumas famosas cenas que pontuaram esta franquia, em especial quando o grupo de sobreviventes precisa adentrar a Colmeia, a base científica do primeiro filme. Como Canto dos Cisnes, o Sexto Exemplar não se esforça em ser apoteótico o suficiente, terminando com gosto de empate e não de vitória. Em tempo, como este que vos fala suspeitava a cada nota dada sobre o filme, de último este Capítulo Final não tem nada, então aguardem mais Resident Evil em breve.

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final

Após cinco filmes de sucesso, a franquia ‘Resident Evil‘ chega ao seu desfecho com o aguardado ‘O Capítulo Final‘- lançado 15 anos após o filme original (sim, também estou me sentindo velho).

O game ‘Resident Evil‘ (conhecido como Biohazard no Japão) foi criado por Shinji Mikami em 1996, e foi adaptado aos cinemas em 2002 em um bem-sucedido filme dirigido por Paul W.S. Anderson e estrelado por Milla Jovovich e Michelle Rodriguez.

Os Melhores e Piores Filmes da Franquia ‘Resident Evil’ 

Enquanto outras adaptações de games sucumbiram à maldição que assola o subgênero, ‘Resident Evil‘ se tornou o único exemplo bem sucedido – graças ao carisma da atriz Milla Jovovich, cuja personagem foi muito criticada pelos gamers por não estar presente nos jogos.

Sua Alice é a alma da franquia, e ela está ainda mais à vontade na personagem nesse sexto capítulo. Com maestria, a atriz dá um show de atuação e girl power.

Em ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘, Alice (Milla Jovovich) tem 48 horas para retornar para Raccoon City e definir de uma vez por todas o destino da Raça Humana, agora que a Umbrella Corporation tenta aniquilar todos os sobreviventes restantes do apocalipse. Em uma corrida contra o tempo, Alice vai unir forças com velhos amigos, e um aliado improvável, em uma batalha repleta de ação com zumbis e novos monstros mutantes.

O roteiro, escrito pelo diretor Paul W.S. Anderson, acerta ao amarrar várias pontas soltas dos filmes anteriores e criar um desfecho digno e mirabolante para a jornada de Alice. É interessante ver como vários elementos dos filmes anteriores foram deixados propositalmente em aberto para que pudessem ser resolvidos nesse Último Capítulo.

Enquanto a trama consegue atrair a atenção dos espectadores com situações muito bem resolvidas, o desenvolvimento dos novos personagens é totalmente raso e inexistente, deixando que apenas Alice (Milla Jovovich) e Claire Redfield (Ali Larter) consigam uma certa empatia com o público. A química entre as duas continua ótima, e é muito gostoso ver uma franquia milionária ter mulheres como protagonistas.

Para combater a poderosa Alice, a trama recrutou dois grandes vilões dos filmes anteriores: Iain Glen e Shawn Roberts, que continuam deliciosamente canastrões nos papeis de Dr. Alexander Isaacs e Albert Wesker, respectivamente.

O elenco de apoio é pouco explorado pelo filme, mas vale destacar a presença de astros em ascensão, como a bela Ruby Rose e o cubano William Levy.

Abusando de explosões e cenas de ação, Paul W.S. Anderson entrega uma direção cuidadosa e decente – lembrando em alguns momentos o megalomaníaco Michael Bay.

Enquanto os últimos dois filmes da franquia deixaram o terror de lado para focar na ficção científica, ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ consegue recuperar o espírito dos games e do primeiro filme e criar cenas bastante violentas e assustadoras, além de voltar o foco para as hordas de zumbis e os terrores do pós-apocalipse.

Os gamers ainda ficarão encantados com várias surpresas e referências aos jogos, incluindo vários monstrengos conhecidos e personagens que acreditávamos estarem mortos.

Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ consegue recuperar a tensão e horror da franquia, sem abandonar as cenas de ação desenfreadas que marcaram as sequências. É um deleite para os fãs dos jogos e dos filmes, e encerra com chave de ouro a franquia mais “Guilty Pleasure” de Hollywood.

Assista à crítica em vídeo:

Bryan Singer vai dirigir o piloto da série dos ‘X-Men’

O canal Fox dos Estados Unidos confirmou há pouco que Bryan Singer, diretor de quatro dos seis longas ‘X-Men‘, vai comandar o piloto da nova série sobre os mutantes. Além de dirigir, ele será produtor executivo.

Mais informações sobre o novo TV Show deverão ser divulgadas em breve.

Diferente de ‘Legion‘, a nova série vai se passar no mesmo universo dos filmes da franquia.

Até então, o canal só encomendou a produção do piloto.

A série dos ‘X-Men‘ mostrará o drama de uma família que descobre que seus filhos têm o gene mutante em seus filhos. Eles precisarão fugir do governo e dos Sentinelas para sobreviver.

A trama também mostrará os Sentinelas, apresentados em ‘X-Men – Dias de um Futuro Esquecido‘.

“Eles serão diferentes daqueles Sentinelas do filme, mas você sentirá que está no mesmo mundo dos X-Men. Brincamos com diversas linhas temporais, criamos um reboot sem ser um reboot. Vamos lançar a série e esperar a aceitação dos fãs”, revelou a produtora Lauren Shuler Donner.

‘Legion’: Nova e psicodélica promo da primeira série derivada de ‘X-Men’ 

César 2017: Oscar Francês indica ‘Aquarius’ à Melhor Filme Estrangeiro

Esnobado pelo Minc para ser indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme Estrangeiro, ‘Aquarius‘ continua trilhando seu caminho de sucesso nas premiações mundo afora.

Agora, o filme de Kleber Mendonça Filho foi indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, na premiação mais importante do cinema francês, o César.

Aquarius‘ concorre com os indicados ao Oscar 2017, ‘Manchester à Beira Mar‘ e o alemão ‘Tony Erdman‘.

Após ser indicado no Spirit Awards, o filme também concorre em duas categorias no prestigiado San Diego Film Critics Award, como Melhor Filme e com Sonia Braga em Melhor Atriz – veja os indicados.

Confira os indicados do César 2017:

Melhor filme

Divines
Elle
Frantz
The Innocents
Slack Bay
From the Land of the Moon
Victoria

Melhor Filme Estrangeiro

Aquarius (Brasil)
Graduation (Romênia)
Unknown Girl (Bélgica)
Manchester à Beira Mar (EUA)
Eu, Daniel Blake (Reino Unido)
Toni Erdmann (Alemanha)

Melhor diretor

Houda Benyamina (Divines)
Paul Verhoeven (Elle)
Francois Ozon (Frantz)
Anne Fontaine (The Innocents)
Xavier Dolan (It’s Only the End of the World)
Bruno Dumont (Slack Bay)
Nicole Garcia (From the Land of the Moon)

Melhor atriz

Judith Chemla (A Woman’s Life)
Marion Cotillard (From the Land of the Moon)
Virginie Efira (Victoria)
Marina Fois (Faultless)
Isabelle Huppert (Elle)
Sidse Babett Knudsen (150 Milligrams)

Melhor ator

Francois Cluzet (Irreplaceable)
Pierre Deladonchamps (The Son of John)
Nicolas Duvauchelle (A Decent Man)
Fabrice Luchini (Slack Bay)
Omar Sy (Chocolat)
Gaspard Ulliel (It’s Only the End of the World)

 

Duas prévias inéditas do novo episódio de ‘Arrow’, Assista!

Arrow‘ retorna hoje à noite ao canal CW e promete trazer várias surpresas, então, vai se preparando que o episódio tem tudo para ser um dos melhores da atual temporada.

Assista:

‘Arrow’ pode fazer participação especial em ‘Supernatural’

Elenco de ‘Arrow’ comenta sobre o episódio de número 100 da série

Arrow‘ retorna com episódios inéditos em 25 de janeiro. No Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel.

 

Data de estreia da 7ª temporada de ‘Game of Thrones’ pode ter vazado; Saiba quando!

O IMDb pode ter dado mais furo hoje. De acordo com o GoT Source, o site pode ter vazado, rapidamente, a data de lançamento do primeiro episódio da sétima temporada de ‘Game of Thrones‘.

Segundo a imagem, a estreia da nova temporada será 25 de junho de 2017. A informação já foi deletada, e nada foi confirmado, oficialmente, pela HBO.

Veja:

 

Inicialmente, se especulava que o filme estrearia em julho de 2017.

Após o final da 6ª temporada, os produtores revelaram que a série deveria ter, apenas, mais duas temporadas, uma com sete e outra com seis episódios para completar a história.

‘Game of Thrones’ passa ‘Stranger Things’ como série mais popular de 2016

 

 

As Surpresas e Os Esnobados do Oscar 2017

Pois é, caro leitor, chegou aquela época do ano que deixa todos os cinéfilos em polvorosa. Ontem, foram anunciados os candidatos para a disputa ao maior prêmio do cinema – digam os haters o que quiserem (a maioria diz que não liga, mas não consegue se controlar). E como todo ano, com o anúncio chegam também as surpresas, positivas ou negativas. Atores, diretores e filmes que adoramos esquecidos, e outros que ninguém contava surgindo das cinzas. É assim mesmo. Leonardo DiCaprio que o diga. Pensando justamente nisso, criamos esta lista com os maiores esnobados e também as maiores surpresas entre os indicados desta esta nova edição do Oscar. Comente se concorda e diga quais foram em sua opinião os maiores esquecidos e as melhores surpresas. Confira a lista completa com as indicações ao Oscar 2017.

Amy Adams

Não tem como começar a lista de outra forma. Não existe um cinéfilo sequer que não esteja levantando esta bandeira em solidariedade à talentosa atriz, cinco vezes indicada ao Oscar e sem vitória ainda. Este ano, Adams esteve em dois filmes com prestígio de prêmios: Animais Noturnos e A Chegada. Foi o segundo, no entanto, que vinha emplacando a atriz. A surpresa veio com o anúncio dos indicados do Oscar sem a presença da atriz. Já tem quem a compare com Leonardo DiCaprio, um dos maiores injustiçados em anos recentes. Confira nossas críticas de A Chegada e Animais Noturnos.

Meryl Streep

A esta altura comentar sobre Streep e o Oscar é chover no molhado. Com a nova indicação este ano, este verdadeiro monstro sagrado do cinema completa a sua vigésima no total, entrando para a história como a artista (entre homens e mulheres) que mais foi lembrada pelos prêmios da Academia. O que chama atenção, porém, é o filme estrelado pela atriz, Florence: Quem é Essa Mulher?, que muitos acreditam não merecer tamanha celebração. Em tempo, não foi Streep quem tirou a vaga de Amy Adams, já que sua indicação era praticamente garantida, e sim Ruth Negga, num trabalho igualmente poderoso em Loving.

Martin Scorsese e Silêncio

O que aconteceu com Martin Scorsese este ano? Um dos mais emblemáticos diretores de nosso tempo, e garantido de figurar na maioria das premiações tamanho é seu prestígio, Scorsese foi solenemente esquecido este ano e seu novo trabalho, Silêncio, que tem toda cara de Oscar, recebeu apenas uma indicação, na categoria de melhor fotografia para o mexicano Rodrigo Pietro. O motivo parece ter sido o lançamento atrasado do longa, para a avaliação dos votantes.

A volta de Mel Gibson

Um dos atores mais malditos do cinema, Mel Gibson foi excluído de Hollywood devido ao comportamento na vida pessoal. Mais de uma década depois, e o ator/diretor finalmente retorna agraciado pela indústria norte-americana. Foram 6 indicações para seu drama de guerra Até o Último Homem (incluindo melhor filme e diretor para Gibson), colocando o longa como o terceiro mais indicado neste ano, junto com um dos favoritos Manchester à Beira Mar. Já estava mais do que na hora do retorno do incorreto artista. Deus, como precisamos!

Deadpool

Bem, a Academia ainda não estava preparada. Se o filme do super-herói debochado emplacou com a imprensa estrangeira no Globo de Ouro, aonde recebeu indicações de melhor filme e ator para Ryan Reynolds, o Oscar demonstra que ainda é sério demais para isso. Bem, Deadpool é diversão pura e embora fosse exagero acreditar que poderia receber indicações nas mesmas categorias que o Globo de Ouro, sua falta foi sentida nas categorias técnicas do Oscar, como montagem, por exemplo.

Esquadrão Suicida

Isso ainda vai dar briga. Enquanto Deadpool, o filme de herói mais elogiado do ano, saiu de mãos abanando das indicações ao Oscar, Esquadrão Suicida, o filme do gênero menos apreciado –  ao lado de BVS, recebeu indicação de melhor maquiagem. O mais legal é que o filme agora ganhou o título de “indicado ao Oscar”. E o mundo nunca mais será o mesmo. Confira nossa crítica de Esquadrão Suicida.

Isabelle Huppert

A musa francesa Isabelle Huppert tem quase cinco décadas de carreira e trabalhos excepcionais como atriz. No entanto, por ter trabalhado pouco no mercado norte-americano, nunca havia sido lembrada para uma indicação. O reconhecimento finalmente chega com sua forte atuação no suspense dramático Elle, de Paul Verhoeven. A atriz vinha emplacando em muitas premiações, mas seu destino no Oscar era incerto. Sua indicação foi uma das mais gratas surpresas deste ano. E a vitória seria ainda melhor.

Michael Keaton

O veterano Michael Keaton não teve a mesma sorte de Isabelle Huppert. Renovado para o mundo, após seu brilhante trabalho em Birdman, Keaton voltou à crista da onda e ano passado esteve no segundo vencedor do Oscar consecutivo com Spotlight: Segredos Revelados. Este ano, muitos vinham enaltecendo o trabalho do ator em Fome de Poder, biografia do criador do McDonald´s, e acreditava-se que Keaton teria força para chegar até o Oscar. Infelizmente, dessa vez o ator não precisará se preocupar com seu discurso de agradecimento.

Viggo Mortensen, Ruth Negga e Andrew Garfield

Na categoria de atores principais, os três nomes que mais causaram surpresa foram os de Viggo Mortensen, Ruth Negga e Andrew Garfield. O primeiro descolou sua segunda indicação (depois de Senhores do Crime, 2008) por Capitão Fantástico – filme no qual interpreta um amoroso e devoto pai de família e pelo qual este que vos fala fazia campanha por sua indicação – confira nossa crítica deste ótimo drama. Negga entrega um desempenho ótimo no drama racial Loving e merecia uma indicação – mesmo que para isso tenha tirado a vaga de Amy Adams. Já Garfield, que não se deu bem na pele do herói Homem-Aranha, conquista sua redenção este ano e, além de estar presente no elogiado Silêncio de Martin Scorsese, ganha sua primeira indicação ao Oscar pelo filme Até o Último Homem.

Clint Eastwood e Sully: O Herói do Rio Hudson

O diretor Clint Eastwood é outro veterano da indústria que figura facilmente em época de prêmios. Seu Sniper Americano, por exemplo, veio com força na edição de 2015. Sully: O Herói do Rio Hudson, ao contrário, só foi lembrado para uma indicação, na categoria de edição de som. Cogitava-se indicações para Eastwood como diretor, Tom Hanks como ator, Aaron Eckhart como coadjuvante e até mesmo para melhor filme. O problema de Sully, ao contrário de Silêncio que entrou muito tarde na disputa, foi que gerou hype muito cedo e foi perdendo sua força ao longo do trajeto.

Animais Noturnos

Animais Noturnos, de Tom Ford, dividiu opiniões. Enquanto alguns especialistas o enalteciam como um dos melhores filmes de 2016 (como o que vos fala), muitos outros torceram o nariz para o suspense. Apesar do diretor Tom Ford ter sido indicado ao Globo de Ouro, assim como seu roteiro para o filme, sua presença no Oscar era muito incerta. Mas uma luz no fim do túnel foi lançada, com a surpresa da indicação do sempre ótimo Michael Shannon, na categoria de coadjuvante. Uma curiosidade é que Aaron Taylor-Johnson foi quem recebeu indicação na mesma categoria no Globo de Ouro e saiu vitorioso. Será que veremos novamente um ator de Animais Noturnos triunfar sobre o favorito da categoria Mahershala Ali (Moonlight: Sob a Luz do Luar)?

Coadjuvantes

As categorias dos coadjuvantes são algumas das melhores este ano. Na categoria feminina, temos finalmente a inclusão desejada, com três atrizes negras indicadas: Naomi Harris por Moonlight, Octavia Spencer por Estrelas Além do Tempo, e Viola Davis por Um Limite Entre Nós (Fences) – se tornando a primeira atriz negra da história com três indicações ao Oscar e a favorita para o prêmio deste ano. Na categoria masculina, o jovem Lucas Hedges causa alegria com sua indicação por Manchester à Beira Mar. Já Dev Patel intriga com sua indicação como coadjuvante por Lion: Uma Jornada para Casa, sendo que é o protagonista do filme. O britânico Hugh Grant, lembrado para o Globo de Ouro, terminou fora da disputa do Oscar por seu trabalho em Florence: Quem é Essa Mulher?

Animações

Kubo e as Cordas Mágicas, do estúdio Laika (especialista em stop motion) não poderia ficar de fora, mas o que chama atenção de verdade é ter sido indicado para o Oscar de efeitos visuais também, se tornando a primeira animação em mais de vinte anos a realizar a façanha (a última havia sido O Estranho Mundo de Jack, também em stop motion, em 1994). Fora isso, é bom ver trabalhos longe do mainstream serem reconhecidos, como Minha Vida de Abobrinha, animação francesa, e A Tartaruga Vermelha, coprodução entre Japão/França/Bélgica. Outra curiosidade é perceber a força das animações Disney longe da Pixar, emplacando Moana e Zootopia na categoria, e tendo seu trabalho ao lado da Pixar, Procurando Dory, deixado de fora.

Canção

As ausências mais notáveis desta categoria foram as do musical britânico Sing Street, indicado para o Globo de Ouro, lançado no Brasil direto na plataforma Netflix, e Pharrell com seu trabalho na animação Sing: Quem Canta Seus Males Espanta.

Outras curiosidades

Filmes para os quais os críticos torceram o nariz, como Passageiros (trilha sonora e direção de arte), Aliados (figurino) e 13 Horas (mixagem de som), receberam indicações ao Oscar.

A plataforma de streaming Amazon sai na frente e faz história com a indicação de Manchester à Beira Mar. Ano passado, o colosso Netflix não conseguiu emplacar Beasts of No Nation no Oscar. Este ano, porém, chega com o documentário A 13ª Emenda, de Ava DuVernay.

O roteirista e dramaturgo August Wilson concorre postumamente ao Oscar, por seu trabalho na adaptação da própria peça no roteiro de Um Limite Entre Nós (Fences).

Allison Schroeder é a única mulher a concorrer este ano na categoria de roteiro, pelo filme Estrelas Além do Tempo. Schroeder é coautora do texto, ao lado do diretor Theodore Melfi.

Apesar da atriz Annette Bening, outra eterna injustiçada (indicada para 4 Oscar, sem vitória, datando de 1990), ter sido esnobada por seu desempenho em 20th Century Women, o filme recebeu uma indicação na categoria de roteiro original para o diretor Mike Mills.

Ainda no quesito roteiro, desta vez adaptado, a maior surpresa foi a indicação dos gregos Efthymis Filippou e Yorgos Lanthimos (também diretor da obra) pelo filme O Lagosta, exibido no Festival do Rio 2015 e lançado direto em vídeo no Brasil. No Globo de Ouro, o filme recebeu indicação de melhor ator para Colin Farrell.

Heróis de ‘Legends of Tomorrow’ podem alterar a realidade; revela promo do próximo episódio

Legends of Tomorrow‘ ganhou suas duas prévias para o próximo episódio, que será exibido na próxima terça-feira.

Assista:


 

A CW fez uma nova manobra para ‘Legends of Tomorrow’ não ser cancelada – Confira!

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, são os criadores da série.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Trailer legendado da sexta e última temporada de ‘Girls’

A HBO Brasil liberou o primeiro trailer legendado da temporada final de Girls‘, que tem estreia marcada para 12 de fevereiro.

Lena Dunham, Allison Williams, Jemima Kirke e Zosia Mamet estrelam.

Confira, com os trailers e prévias:

Personagem da série ‘Powerless’ já apareceu em HQ do ‘Batman’

Desde que Alan Tudyk foi confirmado como Van Wayne, especulou-se bastante que o personagem teria sido criado diretamente para Powerless‘.

Mas o ComicBook descobriu que não é bem assim.

Van Wayne, que tanto na série quanto nos quadrinhos é tido como o primo de Bruce, teve sua primeira e única aparição nas HQs do ‘Batman’ na edição #148, em 1962.

Nela, Van visita o primo com o objetivo de saber as novidades de Gotham, e o estilo dos desenhos, bem como os diálogos, são bem semelhantes ao tom que Alan explora nas prévias da série que você conferiu aqui no CinePOP.

A estreia está marcada para 2 de fevereiro.

Em um mundo onde a humanidade está lado a lado com super-heróis e com super-vilões, Emily Locke (Vanessa Hudgens) começa seu primeiro dia de trabalho como diretora de pesquisa e desenvolvimento para a Wayne Security, uma subsidiária da Wayne Enterprise, especializada em produtos que tornam a vida do ser humano um pouco mais segura. Cheia de confiança e de grandes ideias, Emily rapidamente descobre que suas expectativas ultrapassam e muito as do seu chefe (vivido por Alan Tudyk). Assim, cabe a ela liderar a equipe em direção ao seu pleno potencial e a realização da ideia de que você não precisa de superpoderes para ser um super-herói.