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Cegonhas – A História que não te Contaram

(Storks)

 

Elenco:

As vozes originais são de Andy Samberg, Keegan-Michael Key e Kelsey Grammer.

Direção: Nicholas Stoller e Doug Sweetland

Gênero: Animação

Duração: 89 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2016

Sinopse:

O filme de animação se passa dentro da fábrica CEGONHAS, que não está mais sendo utilizados para as entregas do bebê. Em vez disso, eles agora oferecem pacotes para um varejista on-line. Mas isso tudo muda quando Junior, uma cegonha entrega que é a melhor no que faz, comete um grande erro e rapidamente obriga as cegonhas para retornar à sua verdadeira missão de vida.

Curiosidades:

» Dos criadores de ‘Uma Aventura LEGO‘.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Conheça os filmes brasileiros que podem entrar no catálogo global da Netflix

A Netflix liberou vários vídeos que apresentam mais detalhes sobre as produções nacionais que concorrem a duas vagas para a escalação no catálogo global da plataforma.

Assista:









Das duas produções vencedoras, uma vai ser escolhida pelo público – a votação pode ser realizada por meio www.premionetflixbr.com  – e a outra será eleita por meio de um júri especializado, que inclui, por exemplo, Alice Braga.

A votação segue até o dia 3 de outubro, participe!

O Silêncio do Céu

(O Silêncio do Céu)

 

Elenco:

Carolina Dieckmann , Mirella Pascual, Paula Cohen, Álvaro Armand Ugón, Roberto Suárez, Dylan Cortes, Priscila Bellora, Gabriela Freire, María Mendive, Walter Rey.

Direção: Marco Dutra

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora:  Vitrine Filmes

Orçamento: R$ 6 milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2016

Sinopse: 

O Silêncio do Céu’ tem como tema central um casal de classe média lidando com a violência doméstica e com um silêncio sombrio e perturbador que dão o tom do filme. Após ser vítima de um estupro dentro de sua própria casa, Diana (Dieckmann) escolhe manter o trauma em segredo. Mario (Sbaraglia), seu marido, também tem algo a esconder. O silêncio que toma conta do casal ao longo dos dias se transforma, aos poucos, em uma peculiar forma de violência.

Crítica | O Silêncio do Céu

 

Curiosidades: 

» ‘O Silêncio do Céu‘ é o novo filme de Marco Dutra, com o ator argentino Leonardo Sbaraglia (‘Relatos Selvagens’) e a estrela brasileira Carolina Dieckmann (‘Entre Nós’). Rodado no Uruguai e falado em espanhol, a narrativa está centrada num casal de classe média obrigado a lidar com um ato de violência e com uma perturbadora incomunicabilidade.

» O roteiro é assinado por Lucía Puenzo (XXY, O Médico Alemão), por Sergio Bizzio, autor do romance Era el Cielo, obra em que se baseia a história, e por Caetano Gotardo. O elenco conta ainda com o ator Chino Darín (En Fuera de Juego) e com as atrizes Mirella Pascual (Whisky) e Paula Cohen (I Love Paraisópolis).

» ‘O Silêncio do Céu‘ é uma produção da RT Features em coprodução com o Canal Brasil e uma parceria com a empresa uruguaia Oriental Features. É distribuído pela Vitrine Filmes, e antes da estreia comercial será exibido no 44o Festival de Cinema de Gramado, em competição.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Lembranças de um Amor Eterno

(La Corrispondenza)

 

Elenco:

Jeremy Irons – Ed Phoerum
Olga Kurylenko – Amy Ryan
Simon Johns – Jason
James Warren – Rick
Shauna Macdonald – Victoria
Oscar Sanders – Nicholas

Direção: Giuseppe Tornatore

Gênero: Drama, Romance

Duração: 116 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2016

Sinopse: 

O romanceAmor Eterno‘ conta a história de Amy, uma estudante de Astrofísica na Universidade de Edimburgo. Ela tem um romance secreto com o famoso astrofísico Dr. Ed Phoerum. Apesar de seu relacionamento ser complicado, já dura seis anos e ela é feliz. Até que Ed some, deixando Amy sozinha e insegura sobre os rumos a seguir. O que Amy não esperava era que Ed deixaria diversas correspondências e vídeos com importantes mensagens e lições de vida que ajudariam ela a superar as dificuldades.
Curiosidades: 

» Dirigido por Giuseppe Tornatore, dos clássicos ‘Cinema Paradiso‘ e ‘Malena‘, o filme é estrelado por Jeremy Irons (‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ e a Olga Kurylenko (‘Oblivion’).

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

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O Homem Que Viu o Infinito

(The Man Who Knew Infinity)

 

Elenco:

Jeremy Irons – G.H. Hardy
Dev Patel – S. Ramanujan
Malcolm Sinclair – Professor Cartwright
Raghuvir Joshi – Narasimha
Dhritiman Chatterjee – Narayana Iyer
Stephen Fry – Sir Francis Spring
Arundathi Nag – Komalatammal

Direção: Matt Brown

Gênero: Drama

Duração: 108 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2016

Sinopse:

O longa, com roteiro e direção de Matt Brown (Ropewalk, London Town), é ambientado na Inglaterra contemporânea da Primeira Guerra Mundial. Após uma infância humilde na cidade indiana de Mandra, Rāmānujan, interpretado por Dev Patel (Quem Quer Ser Um Milionário?), é admitido na Universidade de Cambridge e, com a ajuda de seu professor G. H. Hardy (Jeremy Irons), consegue provar como conseguiu ver o infinito.

Crítica | O Homem que viu o Infinito (Nota: 9.0)

 

Curiosidades:

O elenco conta também com Malcolm Sinclair (007 – Cassino Royale, V de Vingança), Stephen Fry(Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras, V de Vingança, Alice No País Das Maravilhas) e Toby Jones(Capitão América 2 – O Soldado Invernal, Harry Potter e a Câmara Secreta).

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Crítica | O Homem que viu o Infinito

A matemática é a única ciência exata em que nunca se sabe do que se está a falar nem se aquilo que se diz é verdadeiro. Baseado no livro The Man Who Knew Infinity: A Life of the Genius Ramanujan, de Robert Kanigel, O Homem que viu o Infinito é apenas o segundo trabalho atrás das câmeras do desconhecido cineasta Matt Brown. Reunindo elementos muito interessantes para explorar a história de um gênio da matemática que usava de sua fé como plataforma para voar, o longa metragem promete agradar crítica e público, principalmente pelas atuações dos personagens principais, interpretados pelo bom ator Dev Patel e o experiente e sempre brilhante Jeremy Irons.

Na trama, conhecemos o humilde matemático indiano Srinivasa Ramanujan (Patel) que mora em um lugar bem pobre em uma Índia fragilizada e carente por ajuda. Ramanujan é matemático e seu sonho é conseguir publicar alguma de suas teorias que ele acredita que podem dar uma luz à diversos conceitos que muitos diziam impossível. Assim, contando com a ajuda de pessoas que gostam dele, consegue que uma de suas cartas chegue até o grande Professor de Matemática Pura da Universidade de Cambridge, Godfrey Harold Hardy (Jeremy Irons) que logo o chama para Universidade (ouvindo os sábios conselhos do amigo e também brilhante matemático John Edensor Littlewood, interpretado pelo ótimo Toby Jones) e juntos começam a trabalhar em diversas teorias que vão de análise progressões de números primos até teorias que futuramente ajudariam a esclarecer os mistérios dos buracos negros.

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Em uma época onde brilhavam mentes como a do filósofo e matemático Bertrand Russell (que por sinal, aparece no filme, interpretado por Jeremy Northam), surge o tímido, introspectivo e lotado de fé indiano que mudaria os rumos da matemática nas décadas futuras (e até hoje!). Ramanujan, muito bem detalhado no filme, dizia que suas fórmulas matemáticas vinham de sonhos e seus grandes embates com seu tutor Hardy eram sobre isso. Esse último queria que Ramanujan provasse sempre o caminho matemático que o levou a escrever suas teorias, quase que um ou dois passos atrás nas ações do genial matemático. Mas essa cobrança era para o bem dele, o desenvolvimento não só matemático mas social/vital do protagonista é notório e surge também por conta do excelente e emocionante trabalho de Dev Patel. Nessa relação de Gênio e Tutor havia um contraste muito grandes quanto a fé e emoções, discussões calorosas e diálogos muito interessantes deixam o espectador com a sensação de angústia e aflição em muitos momentos. O passar esses sentimentos através das interpretações é uma conexão fundamental para que o público lembre desse belo trabalho durante bom tempo.

Os laços familiares ganham pequena parcela no roteiro. Talvez o elo mais fraco na história, a superfície é o máximo que se alcança nessa parte. Por mais que mostre com eficácia, uma boa parte da cultura e os conflitos vindos de uma fé exigente, a sua relação distante, apresentada pelo filme, com a esposa e a mãe que moram em Madras (Índia), onde Ramanujan nasceu, deixam a outra parte da história muito mais interessante. No seu desfecho, bastante emocionante por sinal, esses laços familiares ganham um pouco mais de força mas não deixam de ser parte coadjuvante do filme.

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Ramanujan publicou mais de 30 artigos e foi empossado na prestigiada Royal Society. Suas contribuições no mundo da matemática são gigantescas e muitas de suas teorias, encontradas após seu precoce falecimento, vão levar décadas para chegarmos a entendê-las (de tão complexas). Ele dizia que todo número tinha sua importância, o 1729, por exemplo, é um belo número: é o menor inteiro formado pela soma de dois outros inteiros elevados ao cubo! Esse grande ser humano merecia um filme como esse, com inúmeras qualidades e muito emoção. Ramanujan não só viu o infinito mas conseguiu um lugarzinho no coração de todos nós que pensamos sobre as leis do universo. Bravo!

‘O Silêncio do Céu’ é um dos melhores filmes do ano

O que é felicidade meu amor?  O novo trabalho do cineasta paulistano Marco Dutra (do interessante Quando Eu Era Vivo) é uma jornada esfíngica de um homem em busca de respostas em relação a uma situação que mudará para sempre sua vida. O roteiro beira à perfeição, consegue prender a atenção do público a cada segundo, a direção primorosa de Dutra traduz com eficiência um ritmo sinistro aos passos dos protagonistas, os atores principais dão um verdadeiro espetáculo ao público, principalmente Carolina Dieckmann que executa o seu melhor trabalho no cinema. Toda a produção parece uma orquestra entrosada, onde ritmos e harmonia andam detalhadamente simétricos, conseguindo apresentar ao público um dos melhores filmes do ano.

Baseada no livro Era el Cielo, de Sergio Bizzio, que também assina o roteiro, O Silêncio do Céu acompanha a trajetória de Mario (Leonardo Sbaraglia), um escritor/roteirista que acaba de voltar para sua esposa após alguns meses de separação. Mario é um homem repleto de medos e sempre brincou sobre essa questão com sua mulher Diana (Carolina Dieckmann). Certo dia, quando Diana chegava em casa é abordada por dois homens que a estupram. A questão é que Mario também estava chegando em casa e acaba presenciando a cena e não faz nada. Consumido pela dor e pela fraqueza de não ter feito nada para ajudar sua mulher, quase que seguindo os pensamentos do filósofo e escritor inglês Francis Bacon, que dizia: ‘A vingança é uma espécie de justiça selvagem’, Mario parte em busca de respostas para suas lacunas impostas por pensamentos dolorosos e por umas pitadas generosas de culpa, e acaba encontrando pelo caminho a coragem de executar uma vingança desenfreada e completamente inconsequente.

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Há muitos pontos a se destacar. O protagonista Mario é um grande enigma cheio de dimensões emocionais. Dominado sua vida toda pelo medo de muitas coisas, conseguiu encontrar um porto seguro ao lado de Diana, de quem percebe que não consegue esconder suas angústias de nenhuma forma. Tudo isso muda radicalmente quando acontece a situação já comentada com sua esposa e ele precisa além de enfrentar o medo, resolver o problema de uma forma que isso não influencie mais na sua rotina. O clímax do filme é um período longo e borbulhado de emoções em seu contorno. A atuação de Leonardo Sbaraglia merece elogio pois consegue passar toda a angústia e aflição de seu personagem ao espectador.

Já Diana é uma mulher que largou o Brasil para viver no Uruguai com seu marido, trabalha em um ateliê e após o estupro que sofreu vive de incertezas sobre se conta ou não conta o que houve e de uma certa falta de confiança com as pessoas, até mesmo com seu marido.  Ela é a chave de todo o mistério que se chega após descobertas de Mario sobre os criminosos de quem planeja se vingar. Em diálogos memoráveis (um deles guiados pela declamação da música Corcovado , de Tom Jobim), a dupla de protagonista navega pelo tom sentimental angustiante, com muitos olhares e diversas lacunas a serem preenchidas de um para o outro. Esse clima de suspense que acaba chegando no segundo ato em diante transforma esse filme em um dos melhores projetos nacionais dos últimos anos. Vale também o destaque para Carolina Dieckmann que consegue dar uma força em cena para sua personagem que é impressionante, principalmente quando usa do olhar para dizer alguma coisa. Bela atuação da Carol.

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O Silêncio do Céu promete agradar crítica e público com atuações acima da média, um roteiro quase que perfeito e uma genialidade de Dutra por trás das câmeras. Bravo!

‘Monster Trucks’: Filme deve trazer prejuízo de US$ 115 milhões

O mais curioso é que ‘Monster Trucks‘ sequer estreou, mas a Mattel e a Paramount Pictures já sentiram o peso da produção nos cofres das companhias.

O The Hollywood Reporter confirma que a produção trará um prejuízo estimado em nada menos que US$ 115 milhões – o orçamento de um novo blockbuster, a título de comparação – e que, em linhas gerais, ainda não há uma expectativa concreta para lançamento.

Os executivos da Paramount e da Viacom citaram que o filme irá gerar prejuízo devido aos “encargos de depreciação da marca” da Mattel.

A data estimada está para 13 de janeiro de 2017, mas a publicação menciona que um lançamento até mesmo em Home Entertainment é especulado.

Vale ressaltar que o longa é inspirado na linha de brinquedos da gigante Mattel e conta com Lucas Till, de ‘X-Men: Primeira Classe’, como protagonista.

Aluno do último ano do ensino médio, ele constrói um Monster Truck a partir de pedaços de carros sucateados. Após um acidente, o jovem encontra uma criatura estranha, com talento e gosto por velocidade e que ama se esconder em seu novo veículo. Esse encontro pode ser a chave de Tripp para realizar o sonho de sair da cidade, além do início de uma grande amizade.

Com direção de Chris Wedge, o elenco do filme também conta com Jane Levy, Barry Pepper, Amy Ryan, Danny Glover, Thomas Lennon, Holt McCallany e Rob Lowe.

Crítica | Sete Homens e um Destino

Magnífica Refilmagem

Sete Homens e um Destino chega para quebrar um pouco a máxima de negatividade em relação aos infames remakes. A enxurrada de refilmagens que assola Hollywood há anos não é vista com bons olhos por cinéfilos e críticos, no entanto, alguns raros casos conseguem transcender esse estigma. Funcionou para Bravura Indômita (2010) dos irmãos Coen – que refizeram a obra retentora do único Oscar na carreira da lenda John Wayne, datando de 1969 – e funciona, muito bem, aqui.

No entanto, as refilmagens de Bravura Indômita e Sete Homens e um Destino não são pares. O primeiro funciona mais no sentido tradicional do gênero western, ou faroeste, enquanto o segundo, na realidade, é um blockbuster, um filme de entretenimento, um ótimo exemplar de cinemão pipoca. Historicamente o gênero faroeste não casa bem com cinemão entretenimento, isto é, quando o cerne do gênero não é respeitado. Daí, ao longo de anos recentes, fomos brindados com produções duvidosas, do nível de As Loucas Aventuras de James West (1999), Jonah Hex (2010), Cowboys & Aliens (2011), O Cavaleiro Solitário (2013) e Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola (2014).

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Quando a coisa funciona, ela vem na forma de cinema de arte, vide O Atalho (2010), Dívida de Honra (2014) e Slow West (2015) – este último ainda inédito no Brasil – ou estilizada por cineastas como Quentin Tarantino (Django Livre e Os Oito Odiados) e Alejandro G. Inarritu (O Regresso). Sete Homens e um Destino chega para mudar isso, e para mostrar que o faroeste pode sim casar com cinema entretenimento de forma bem satisfatória. Este é um grande mérito desta produção de quase US$ 100 milhões, baseada no filme homônimo de 1960, dirigido por John Sturges, que por sua vez é baseado no clássico japonês Os Sete Samurais (1954), do mestre Akira Kurosawa. A versão original gerou três sequências, A Volta dos Sete Homens (1966), A Revolta dos Sete Homens (1969) e A Fúria dos Sete Homens (1972), além de uma série de TV (1998 – 2000).

No novo filme, apenas a ideia central foi mantida, tendo personagens, motivações e cenas sido repaginados. Na trama, um homem poderoso e sem escrúpulos (papel de Peter Sarsgaard, o vilão du jour, quando Christoph Waltz está de folga) passa por cima da moral e das vidas de uma pequena cidade. Uma das vítimas mais prejudicadas é a donzela vivida por Haley Bennett (em seu segundo trabalho ao lado de Denzel Washington e do diretor Antoine Fuqua depois de O Protetor). Pronta pra ser uma estrela (eu já sabia disso desde que a vi no obscuro Kaboom, de Gregg Akari), a jovem Bennett tem um dos personagens de destaque aqui e consegue segurar bem o nível ao lado de um elenco tão renomado. É sua personagem quem faz a trama girar, se comportando como as prostitutas do agora clássico de Clint Eastwood, Os Imperdoáveis (1992) – meu faroeste preferido.

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Emma Cullen (Bennett) é quem contrata os serviços do caçador de recompensas Chisolm, papel do sempre maravilhoso Denzel Washington, e ele, por sua vez, reúne mais seis filhos da mãe malvados para despejar um pouco de sua própria justiça nos malfeitores. Esqueça aquela bobagem recente, este é o verdadeiro Esquadrão Suicida, e funciona muito melhor em todos os quesitos almejados pela superprodução da Warner, seja na ação, na introdução de personagens, motivações, montagem e humor. De um em um, Chisolm recruta seu time de loucos desalmados, que faz uso do beberrão inconsequente Faraday (Chris Pratt), do urso eremita Jack Horne (Vincent D´Onofrio), do bandido mexicano (Manuel Garcia-Rulfo, num papel que seria do nosso Wagner Moura), do índio Red Harvest (Martin Sensmeier) e da dupla de golpistas Goodnight Robicheaux (Ethan Hawke) e Billy Rocks (Byung-hun Lee). Está montada a festa.

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Sete Homens e um Destino mescla e transita bem entre estilos, girando o tom entre humor e drama de forma exímia. Parece fácil. Não é. O filme também nos brinda com um dos melhores elencos do ano, deixando todos bem confortáveis em seus típicos papeis. Na realidade, poucos atuam contra o tipo – quem sabe Ethan Hawke desenvolva melhor um personagem que nunca interpretou anteriormente, e não por acaso é um dos melhores em cena, dono do personagem mais interessante do filme. Pratt faz bem a rotina na qual tem ficado marcado, e Washington igualmente – embora este último exale boa atuação até mesmo de um espirro.

O grande porém se dá pela previsibilidade do roteiro, escrito por Richard Wenk (O Protetor) e Nic Pizzolatto (criador do programa True Detective), que transforma o terceiro ato num grande filme ação, onde tiros correm soltos de maneira incontrolável até que o último corpo esteja de pé. Mas este também não é um duelo de pistolas real, é um confronto esquematizado, no qual a maioria dos tiros atingem somente os inimigos, deixando os protagonistas imunes, ou a serem atingidos somente em momentos chave. Essa fórmula que se alonga um pouco e pode cansar, tira parte do brilho do que poderia ser um verdadeiro achado. Nada que arruíne o resultado final do novo produto do talentoso diretor Fuqua, nesta reunião da neo obra-prima Dia de Treinamento (2001).

‘Círculo de Fogo 2’ contrata atriz de ‘A Grande Muralha’

O The Hollywood Reporter confirma a integração de Jing Tian em ‘Círculo de Fogo 2‘.

Como esperado, a descrição de sua personagem não foi revelada

Confirmados no elenco até o momento: Jing Tian (‘A Grande Muralha’),  John Boyega (‘Star Wars: O Despertar da Força’) e Scott Eastwood (‘Esquadrão Suicida’). Boyega está confirmado para interpretar o filho de Marshal Stacker Pentecostes, vivido por Idris Elba.

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Charlie Hunnam, que interpretou Raleigh Beckett no primeiro filme, desistiu da sequência por “conflitos de agenda”.

Derek Connolly (‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros’, ‘Star Wars: Episódio IX’) atualmente roteiriza a sequência.

O diretor Guillermo del Toro retorna como produtor, e a produção será dirigida pelo pouco conhecido Steven S. DeKnight. Em seu currículo, existe apenas a produção da primeira temporada de ‘Demolidor‘ para a Netflix e a direção de episódios das séries ‘Angel‘ e ‘Smallville‘, mas nenhum longa-metragem.

Não foi revelado o motivo da substituição de Del Toro.

‘Círculo de Fogo 2’ está acontecendo, diz Guillermo del Toro 

Em janeiro, a Legendary Pictures foi vendida para o grupo chinês Wanda. A quantia da compra está avaliada em US$ 3,5 bilhões. Com isso, a companhia chinesa espera realizar um mercado cinematográfico de mão dupla.

Fazer com que películas chinesas possam chegar aos cinemas do outro lado do mundo e em troca, franquias americanas que pertencem a Legendary ganharão um cuidado a mais para ficar ao gosto dos chineses.

Atriz de ‘Game of Thrones’ no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’

Astro de ‘Círculo de Fogo’ critica o filme e fala sobre a sequência 

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

O longa original foi sucesso absoluto nas bilheterias da China, e tendo em vista que eles são fascinados por robôs gigantes (vide ‘Transformers‘), o projeto poderá funcionar e muito por lá.

Círculo de Fogo teve bilheteria mundial de US$ 411 milhões, e mais de 1/4 dessa quantia veio da China, onde o filme faturou mais do que nos EUA. O orçamento foi de caros US$ 190 milhões.

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‘Moana – Um Mar de Aventuras’ ganha comercial com cenas inéditas

A Disney liberou o mais novo comercial da aguardada animação ‘Moana – Uma Mar de Aventuras‘.

Confira, com os cartazes:

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Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.

Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

Primeiros teasers de ‘Ghost in the Shell’, com Scatlett Johansson

Logo após o episódio final da segunda temporada de ‘Mr. Robot’, o canal USA Today e a Paramount Pictures revelaram os primeiros teasers da adaptação do mangá ‘Ghost in the Shell.

Confira:





Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) vai interpretar o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger. Ele é metade humano, metade máquina. Beat Takeshi está confirmado como Daisuke Aramaki, o Chefe da Sessão 9.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção será de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

A estreia está marcada para 31 de Março de 2017.

Criada por Masamune Shirow em 1989, os quadrinhos já inspiraram jogos, uma série animada e dois animes (animações japonesas) em longa-metragem, dirigidos por Mamoru Oshii. No Brasil, os animes foram rebatizados como O Fantasma do Futuro.

Ambientada na primeira metade do século 21, a trama gira em torno do Setor de Segurança Pública 9, especializado em combater crimes cibernéticos. A protagonista é a Major Motoko Kusanagi, uma ciborgue à procura de um hacker conhecido como Pupper Master (Mestre das Marionetes).

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Ghost In the Shell O Fantasma do Futuro

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Nem ‘Motoqueiro Fantasma’ salva audiência em estreia

A ABC liberou os números finais com relação a estreia da quarta temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’, cujo destaque da nova leva de episódios é o ‘Motoqueiro Fantasma’.

Apesar de aclamado pela crítica, o episódio de estreia foi assistido por 3.58 milhões de pessoas, enquanto na terceira temporada, 4.09 milhões acompanharam o retorno do TV Show.

O ComicBookMovie cita, por exemplo, que a mudança de horário pode ter alterado e muito a audiência. Isso porque até 2015, a série era exibida às 21 horas, enquanto nessa leva passou para às 22 horas.

Será que a partir dessa temporada e tendo o ‘Motoqueiro Fantasma‘ como último suspiro, será que a ABC já vai conversar seriamente com os produtores sobre cancelamento?!

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Agents of S.H.I.E.L.D.‘ retorna este mês no canal americano ABC.

 

Assista ao primeiro clipe da 6° temporada de ‘Once Upon a Time’

Confira o primeiro clipe da nova temporada de ‘Once Upon a Time‘.

A estreia acontece dia 25 de Setembro.

Confira, com o trailer e o primeiro cartaz:

 

 

 

Jane é testada em teaser do próximo episódio da 2ª Temporada de ‘Blindspot’

Então, partiu conferir, porque ao que tudo indica, Jane não estará em situações tão confortáveis ao longo do próximo episódio de ‘Blindspot‘.

Confira:

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Com filmagens iniciadas esse mês, a estreia pelo canal NBC acontece em setembro.

A expectativa da gente por aqui é que o primeiro trailer também venha durante a San Diego Comic-Con.

Na série produzida por Greg Berlanti (‘Arrow’), uma bela desconhecida (Alexander) é encontrada nua na Times Square, completamente coberta com misteriosas tatuagens e sem memória de quem ela é ou de como chegou lá. A única coisa clara, no entanto, é o nome do agente do FBI Kurt Weller, estampado nas costas da mulher.

O agente Weller e o resto do FBI logo percebem que cada marca em seu corpo é a pista de um crime a ser solucionado, o que levará todos eles mais perto da verdade sobre a identidade da jovem e os mistérios que a cercam. A trama vem sendo descrita como uma mistura do filme ‘Amnésia‘ com a sérieThe Blacklist‘.

Martin Gero, produtor de ‘Stargate: Atlantis’ e ‘Stargate Universe’, escreverá os episódios e assinará a produção executiva ao lado de Berlanti.

Blindspot’ é exibida no Brasil pelo Canal Warner.

 

 

 

Mariah Carey é destaque em comercial do segundo episódio de ‘Empire’

Empire‘ retornou ontem à noite nos Estados Unidos, e enquanto os primeiros números de audiência não são liberados, você fica com a prévia do segundo episódio da terceira temporada.

Ao que a nova prévia indica, sim!

Confira:

Produzida pelo cineasta Lee Daniels (‘Preciosa’), ‘Empire’ é um drama musical sobre os bastidores do império do hip hop.

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Meu Rei

(Mon Roi)

 

Elenco:

Vincent Cassel, Emmanuelle Bercot, Louis Garrel.

Direção: Maïwenn

Gênero: Drama

Duração: 124 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2016

Sinopse: 

Depois de um grave ferimento no joelho, Marie Antoinette Jézéquel, conhecida como Tony, se muda para o sudoeste da França para realizar um longo tratamento capaz de ajudá-la a caminhar normalmente. Mas esta não é a sua maior dor: ela ainda amarga um relacionamento infeliz com Georgio Milevski, um homem violento e possessivo com quem tem um filho. Aos poucos Tony consegue se recompor e aprende a se defender de seu marido.

» Crítica | Meu Rei

Curiosidades: 

» EXCLUSIVO: Entrevistamos Vincent Cassel, astro do maravilhoso ‘Meu Rei’ 

» FESTIVAL DE CANNES 2015: PREMIADO COMO MELHOR ATRIZ (EMMANUELLE BERCOT) E INDICADO A PALMA DE OURO.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

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Stephen King completa 69 anos e elegemos suas 10 Melhores Adaptações

Stephen King completa 69 anos de vida nesta quarta-feira, dia 21 de Setembro.

Alguns consideram King um escritor oportunista, que escreve com a única intenção de vender milhões de cópias. Também há quem o considere um gênio do terror, que consegue fazer com que qualquer um sinta ao menos um friozinho na espinha ao ler seus livros. Eu prefiro ficar com a segunda opinião.

Seja como for, King é mestre na arte de colocar medo no leitor. Já li inúmeros de seus livros e devo admitir que quando os lia antes de dormir não tinha coragem de levantar da cama depois – sempre achava que alguma mão suspeita ia sair debaixo da cama e me pegar.

Trailer e pôster de ‘A Good Marriage’, terror escrito por Stephen King

É bem verdade que isso não acontece com todos seus livros, alguns são verdadeiros clássicos do terror psicológico – como “O Iluminado” , “Rose Madder” , “Jogo Perigoso” , entre outros – mas King também desliza de vez em quando e nessas ocasiões escreve livros – não diria ruins – de menor qualidade; como “Desespero” e “O Apanhador de Sonhos“.

(Curiosidade: no mesmo dia do lançamento de “Desespero“, Stephen Kingcolocou no mercado americano um livro chamado “Os Justiceiros” que tem como autor Richard Bachman – já conhecido pseudônimo de King – os dois livros contam histórias muito parecidas e o porque do autor ter feito esta experiência é difícil de explicar, uma vez que seus fãs sabem que Bachman e King são a mesma pessoa – diz-se que isso foi uma jogada de marketing deStephen King).

De qualquer maneira, o cinema sempre esteve de olho nos livros de Stephen King e são muitos os títulos do autor que acabaram se tornando filmes – para quem gosta de números, cerca de 50 livros (ou contos) de King já foram levados a telona, em alguns anos chegou-se a produzir 4 filmes adaptados da obra do autor. Boa parte desses filmes foram um fracasso – como “As Vezes Eles Voltam” e “Jovem Outra Vez” pra citar alguns. Em outras ocasiões mais inspiradas, os livros de King viraram grandes filmes.

Sua última grande adaptação foi o remake de ‘Carrie – A Estranha‘, que não agradou a crítica e teve uma recepção morna nas bilheterias.

King está em alta novamente. Em breve, ‘Ten O’Clock People‘, ‘A Torre Negra‘, ‘Cemitério Maldito‘, ‘O Braço do Mar‘, ‘It – A Coisa‘ e ‘A Dança da Morte‘ estarão nos cinemas.

‘O Nevoeiro’ ganhará série de TV 

Nesta lista; as melhores adaptações de Stephen King – o mestre do terror.

1 – O ILUMINADO (diretor: Stanley Kubrick) – 1980

Stanley Kubrick era genial e seu “O Iluminado” não é apenas uma das melhores adaptações de Stephen King, é também um dos grandes filmes de terror do cinema. Inexplicavelmente, King não ficou satisfeito com essa adaptação (existe uma outra versão – muito inferior a essa primeira – de “O Iluminado” feita em 1997, não sei se com essa King ficou feliz). Excepcional a interpretação de Jack Nicholson, que com sua cara de louco assusta qualquer um.

Kubrick fez um filme impecável, e quem já assistiu deve se lembrar do mórbido hotel (locação das mais geniais) no qual a família Torrance passa pelas mais horripilantes situações.

2 – CONTA COMIGO (diretor: Rob Reiner) – 1986

Conta Comigo” é a adaptação de um conto de Stephen King chamado “O Corpo” (sem dúvida a melhor coisa que eu já li do escritor – “O Corpo” está no livro “As Quatro Estações”).

Nesse conto, King abandona o terror e parte para um campo mais humano, eu diria. Uma obra sensível, terna e intimista, embalada por uma bela trilha sonora. King nunca esteve tão poético.

O filme conta a história de quatro amigos que partem em uma jornada em busca de um cadáver, e que acabam aprendendo valiosas lições sobre a amizade durante o caminho.

3 – LOUCA OBSESSÃO (diretor: Rob Reiner) – 1990

Baseado no conto “Angústia”, “Louca Obsessão” é um filme perturbador. A atriz Kathy Bates foi indicada ao Oscar pela sua fantástica atuação no papel da psicopata que prende um escritor – de quem se diz fã número 1 – depois que ele sofre um acidente de carro.

Chocante o momento em que a personagem de Bates quebra os pés do escritor com uma pá.

4 – UM SONHO DE LIBERDADE (diretor: Frank Darabont) – 1994

Também adaptado de um conto (chamado “Rita Hayworth e The Shawshank Redemption” – o conto está no livro “As Quatro Estações”) “Um Sonho de Liberdade” é um excelente drama.

Assim como “Conta Comigo” nem parece saído da obra de King. O filme conta a história de Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem banqueiro que é condenado a prisão pelo assassinato de sua esposa e seu amante.

5 – À ESPERA DE UM MILAGRE (diretor: Frank Darabont) – 1999

Belíssimo filme adaptado de uma série de livrinhos de bolso de King que são intitulados “O Corredor da Morte”, depois da estreia – e sucesso – no cinema, os livrinhos foram editados como um único romance que leva o nome do filme.

Uma das mais felizes adaptações de King, “A Epera de um Milagre” retrata o cotidiano – e o relacionamento muito especial do policial Paul Edgecomb (Tom Hanks) como o condenado John Coffey (Michael Clark Duncan – perfeito para o papel) – no corredor da morte de uma prisão americana.

Filme fábula muito emocionante – destaque para a cena em que John Coffey assiste ao musical “O Picolino”.

6 – IT – UMA OBRA PRIMA DO MEDO (diretor: Tom Holland) – 1995

Uma viagem à fria e oscura mente de King. Feito para a TV norte-americana, “IT” mostra uma pacata cidade que foi aterrorizada 30 anos atrás por um ser conhecido como “A Coisa”. Suas vítimas eram crianças, sendo que se apresentava na maioria das vezes como o palhaço Pennywise.

Com esta forma ele reaparece, 30 anos depois. Sete jovens que viram “A Coisa” voltam para combatê-la. Porém esta batalha pode custar suas vidas.

7- FENDA NO TEMPO (diretor: Tom Holland) – 1995

Um dos melhores e mais bem produzidos suspenses de Ficção Ciêntifica do Cinema. O filme não fez muito sucesso e, como a maioria dos filmes baseados em seus livros, é bastante longo (2 fitas).

Ao acordarem 10 passageiros descobrem que estão sozinhos em um avião. Um deles, que é piloto, assume o comando do avião e a leva a um aeroporto, onde também não há sinal de vida.

A imaginação corre solta neste filme, que é bastante amedrontador e inovador.

8. CARRIE – A ESTRANHA (diretor: Brian de Palma) – 1976

Baseado no primeiro livro de Stephen King (curiosidade: King escreveu Carrie mas não gostou do resultado, portanto jogou tudo no lixo. Sua esposa pegou o manuscrito no lixo, leu e adorou. Foi ela quem fez King levar o livro até um editor que decidiu publicá-lo. O livro foi um enorme sucesso e alçou King da pobreza e obscuridade a riqueza e fama).

Dizer que essa é uma grande adaptação de King é uma coisa que eu não entendo. Ao contrário de boa parte do mundo, acho que a atuação de Sissy Spacek é péssima, na verdade chega a ser risível. Aquele olhão arregalado de Spacek não me diz nada.

O momento que deveria ser o ápice do filme – quando o sangue cai em cima de Carrie na formatura – é uma das piores seqüências que eu já vi na vida. Por essas e por outras, “Carrie” é uma das piores adaptações de King (o pior quanto a essa adaptação é o fato dela ser superestimada pela crítica e público).

9. O NEVOEIRO (diretor: Frank Darabont) – 2007


Depois que uma violenta tempestade devasta a cidade de Maine, David Drayton – um artista local – e seu filho de 8 anos correm para o mercado, antes que os suprimentos se esgotem. Porém, um estranho nevoeiro toma conta da cidade, deixando David e um grupo de pessoas presas no mercado – entre elas um cético forasteiro e uma fanática religiosa. David logo descobre que o nevoeiro esconde algo sobrenatural e que sair do mercado pode ser fatal. Mas conforme o grupo tenta desvendar o mistério, o caos se instala e fica evidente que as pessoas dentro do mercado podem tornar-se tão ameaçadoras quanto as criaturas do lado de fora.

A briga entre o bem e o mal está lá a todo momento, mas cada um pode tomar sua iniciativa: O que é o bem e o que é o mal? Quem está certo ou não?. Partindo para esta análise mais profunda, podemos enxergar quão bem foi o desenvolvimento dos personagens e seus intérpretes. Marcia Gay Harden vive a fanática religiosa que acredita ser uma enviada de Deus em tempos de Apocalipse. A construção de sua personagem é feita de maneira incrível, em uma das melhores atuações de sua carreira. Ela não é uma mulher má, mas ela tem ações más.

Thomas Jane (‘O Justiceiro’), o protagonista, também consegue passar o seu melhor para as telonas, e finalmente se demonstra um astro de primeira linha. O ator, que já havia trabalhado em ‘O Apanhador de Sonhos’, parece ter feito as pazes com os livros de King e segura o filme com seu enigmático personagem.

O maior acerto de ‘O Nevoeiro’ está no roteiro. Frank Darabont adaptou o livro de King e adicionou pontos cruciais que funcionariam no cinema: deu ao toque sobrenatural uma explicação lógica e inteligente e criou um perturbador final (que o livro não possui).

 

10. CHRISTINE – O CARRO ASSASSINO (diretor: John Carpenter) – 1983

Trash, trash, trash. Diversão (ou susto) garantida. John Carpenter é conhecido por seus filmes de terror e em “Christine” ele mostra mais uma vez a que veio.

As sequências em que Christine (um Plymouth Fury 58, que tem vida própria e cria uma relação de amor com o dono) acende seus faróis e persegue todos aqueles que “atrapalham” seu dono são absolutamente clássicas. Grande trilha sonora.

Bônus. O APRENDIZ (diretor: Bryan Singer) – 1998

Baseado no conto “Apt Pupil” (conto do livro “As Quatro Estações”) de Stephen King. “O Aprendiz” conta a história de um adolescente que desconfia que um de seus vizinhos é um criminoso nazista, a partir daí o adolescente passa a chantagear o vizinho para que ele lhe conte as mais terríveis histórias sobre a II Guerra Mundial. Firme a direção de Bryan Singer (o mesmo de “Os Suspeitos”) e impecável a atuação da dupla central (Ian McKellen e Brad Renfro).

Nos últimos anos, as locadoras foram infestadas por filmes feitos para TV lançados em vídeo e baseados em obras de King. Entre eles ‘Rose Red: A Casa Adormecida”, “Mansão Marster” e “Kingdom Hospital”.

Série ‘O Exorcista’ ganha novos vídeos e fotos

A série O Exorcista‘ ganhou novos vídeos legendados e imagens do segundo episódio, intitulado Lupus in Fabula.

Lembrando que o canal FX irá transmitir o primeiro episódio no Brasil dia 23 de Setembro, à 0h, mesmo dia em que acontece a estreia nos EUA.

Confira, com os vídeos anteriores:

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Dirigido por Rupert Wyatt (‘Planeta dos Macacos: A Origem’), ‘O Exorcista’ é um thriller psicológico que acompanha dois padres muito diferentes que cuidam do caso de uma família que sofre de uma possessão demoníaca horrível.

A 20th Century Fox Television produz a série em parceria com a Morgan Creek Productions.
O original teve três sequências mal sucedidas: ‘Exorcista II – O Herege‘ (1977), protagonizada por Linda Blair, ‘O Exorcista III‘ (1990) e ‘O Exorcista – O Início‘ (2004), com Stellan Skarsgård e Izabella Scorupco.

Os 10 Filmes Mais Polêmicos da História

Exibido pela primeira vez em 26 dezembro de 1973, ‘O Exorcista’ atingiu o status de clássico do terror após surpreender e chocar o público com cenas fortes, jamais vistas até então nas telas de cinema.

‘Três é Demais’: 2° Temporada de ‘Fuller House’ ganha cartaz e data de estreia

A segunda temporada de ‘Fuller House‘ ganhou data de estreia: 9 de dezembro mundialmente no serviço de streaming Netflix.

Também foi divulgado o primeiro cartaz:

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Crítica | Fuller House (Três é Demais)

Em ‘Fuller House’, as aventuras que começaram em 1987 com ‘Full House’ continuam, agora com a veterinária D.J. Tanner-Fuller grávida e recém-viúva, vivendo em São Francisco. Sua irmã mais nova e aspirante à cantora Stephanie junto com a melhor amiga de D.J. e mãe solteira Kimmy, acompanhada da filha adolescente Ramona, vão se mudar para à casa de D.J. para ajudá-la a criar seus garotos – o rebelde J.D., de 12 anos, o neurótico Max, de 7 anos, e seu bebê que está a caminho.

Jeff Franklin, criador de ‘Três é Demais‘, assume a função de produtor executivo ao lado de Thomas L. Miller e Robert L. Boyett, produtores da série original.

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