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Série derivada de ‘Breaking Bad’ tem novos teasers

Better Call Saul‘, série derivada de ‘Breaking Bad‘ centrada no personagem Saul Goodman (Bob Odenkirk), teve dois novos teasers divulgados.

Confira:

O spin-off começará a ser exibido em 8 de fevereiro, com o segundo episódio indo ao ar no dia seguinte.

Personagens de ‘Breaking Bad’ se encontram em clipe de série derivada

A série pretende mostrar a evolução do advogado de porta de cadeia, antes dele se tornar o defensor de Walter White.

Vince Gilligan, o criador de’ Breaking Bad‘, produz o spin-off ao lado de cinco roteiristas da série original, Peter Gould (criador de Goodman), Thomas Schnauz, Gennifer Hutchison, Bradley Paul e Gordon Smith.

Better Call Saul‘ estreia em fevereiro de 2015 nos EUA, com temporada inaugural de 10 episódios. A atração já está renovada para uma segunda temporada com 13 episódios.

Versão de Andy Serkis para ‘Mogli – O Menino Lobo’ é adiada

Foi adiada em um ano a estreia de ‘The Jungle Book: Origins‘, a versão da Warner Bros. e de Andy Serkis para o clássico livro Mogli – O Menino Lobo’.

Originalmente programado para 21 de outubro de 2016, o filme agora será lançado apenas em 6 de outubro de 2017. As informações são do Hollywood Reporter.

O longa concorre com ‘The Jungle Book, adaptação da Disney para a mesma obra, mas que chegará aos cinemas dois anos antes, em 9 de outubro de 2015.

The Jungle Book: Origins‘ tem elenco formado por Christian Bale (voz da pantera Baguera), Cate Blanchett (a cobra Kaa), Peter Mullan (o líder dos lobos Akela), Tom Hollander (o chacal Tabaqui), Rohan Chand (Mogli), Naomie Harris e Eddie Marsan (o casal de lobos Nisha e Vihaan) vão se juntar a Benedict Cumberbatch (o tigre Shere Khan) e Serkis (urso Baloo).

Além de dublar um dos personagens, Serkis também dirigirá ‘The Jungle Book: Origins‘ – sua estreia na função.

O roteiro foi escrito por Callie Kloves.

Peter Jackson encerra trilogia ‘O Hobbit’ com pontas soltas!

Fã desde pequeno dos livros do escritor J. R. R. Tolkien, o diretor Peter Jackson cansou de esperar algum outro nome conhecido transportar das páginas para a tela o universo fantástico criado por Tolkien. Foi só nos anos 90 que o diretor cansou de esperar e decidiu correr atrás dos direitos da adaptação. Após conseguir os direitos em 1995 a New Line Cinema deu sinal verde para a produção de três filmes baseados na obra ‘O Senhor dos Anéis‘. O custo era alto, Peter Jackson até então não era um nome muito conhecido e o fracasso da adaptação poderia levar o estúdio a falência. Resultado: os três filmes da série ‘O Senhor dos Anéis‘ (lançados entre 2001 e 2003) somaram mais de 2 bilhões de dólares em bilheteria e 32 indicações ao Oscar. Uma trilogia CONSAGRADA.

Anos mais tarde a Warner anunciou que os direitos de adaptação do livro ‘O Hobbit‘ estavam disponíveis e que o diretor Guilhermo Del Toro (do ótimo O Labirinto do Fauno) estaria envolvido na direção, e que o livro seria dividido em ”Parte 1” e ”Parte 2”. Após alguns atrasos para começar a rodar a produção, Guilhermo decidiu passar o cargo de diretor para outro cineasta! E ninguém melhor que Peter Jackson para reassumir o cargo.

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Foi então que Peter e a Warner decidiram transformar um livro de 200 páginas em 3 filmes, com 3 horas cada (fazendo a junção perfeita da mente sem limites de Jackson e dos cofres cheios da Warner – a velha história do unindo o útil ao agradável) – Eis que depois de muito ”mimimi” chega aos cinemas o final da trilogiaO Hobbit‘, iniciada em ”Uma Jornada Inesperada”, lançado em 2012, seguido por ‘A Desolação de Smaug‘, 2013. Embora mesmo que alguns fãs tenha gostado do acréscimo nos dois primeiros longas, o diretor acabou deixando algumas pontas soltas no último filme da saga, ‘A Batalha dos Cinco Exércitos‘.

Diferente dos filmes anteriores, este não começa com uma cena de flashback e vai direto ao ponto, onde terminou o segundo filme, com o terrível Smaug indo atacar a Cidade Lago. Os primeiros dez minutos são de tirar o fôlego, o duelo entre o arqueiro Bard e o dragão Smaug coloca o cinema em chamas. Depois disso o filme toma um outro rumo, mais obscuro, lembrando um pouco o tom de ‘O Senhor dos Anéis‘.

A preparação para a grande batalha do título é tensa, e existem ótimos momentos entre Thorin Escudo de Carvalho e Bilbo Bolseiro – dois ótimos personagens que serão lembrados nessa trilogia. Outra cena muito bacana é do encontro de Elrond, Saruman e Galadriel nas ruínas de Dol Guldur. Galadriel teve sua MELHOR CENA de toda a série. FANTÁSTICA.

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Como prometido, Peter nos entrega os 45 minutos da batalha dos cinco exércitos do título. Cenas de ação de tirar o fôlego, coreografias muito bem feitas, efeitos especiais de primeira e emoção a flor da pele. Embora não chegue aos pés da épica batalha nos Campos do Pellenor vista em ‘O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei‘.

O grande problema deste novo filme que encerra a trilogia da Terra-Média se encontra no final (Não irei entregar SPOILERS aqui). A impressão que tive é que ao longos dos primeiros filmes muito foi inventado para incrementar a história, e chegou no último e Jackson ficou com ‘preguiça’ de finalizar os arcos dos personagens. Diferente do que ele fez no final de ‘O Retorno do Rei‘, onde tudo foi muito bem finalizado. ‘A Batalha dos Cinco Exércitos‘ termina e você saí do cinema tremendo por causa da ótima batalha, mas chegando em casa você irá perceber que várias coisas não foram de fato ”encerradas”. Jackson vem trabalhando nessas adaptações desde 1995, e a impressão que fiquei no final foi a de um diretor cansado. Ainda sim, mesmo tendo nos entregado um ”final preguiçoso”, Peter merece aplausos pela conclusão geral de ambas trilogias, seja por sua visão fantástica das obras, ou pela riqueza de detalhes em cada armadura, criatura, árvore ou musgo visto em cada pedra.

Nos resta agora aguardar pela versão estendida de ‘A Batalha dos Cinco Exércitos‘ (que terá 30 minutos a mais de filme e será lançado em dvd e blu-ray em Novembro de 2015) e esperar que algumas respostas quanto ao final deste último filme sejam respondidas.

 

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[SPOILERS A SEGUIR]

Algumas coisas que ficaram em aberto nesse último filme foram: a relação entre o dragão Samug e o senhor do Escuro Sauron citada no segundo filme, assim como o pai do Thorin que apareceu numa cena estendida mas que foi ignorado do último filme. Saruman x Sauron??? Cadê a continuação desse duelo? Cadê o Sauron corrompendo ele? Porque Azog, o Profano, estava reunindo os sete anéis dos senhores anões? O que realmente aconteceu com Thranduil, o pai do Legolas? Que final teve a elfa Tauriel? O que aconteceu com a Pedra Arken? Quem se tornou Rei sob a montanha?

Quem sabe na versão estendida (que será lançada em Novembro do ano que vem) eu tenha respostas para essas perguntas. Tio Peter, eu te admiro muito, mas você ficou com preguiça de terminar este filme!

‘The Babadook’: Um dos melhores filmes de terror do ano ganha clipes

Foram divulgados três clipes de ‘The Babadook’, filme de horror australiano que arrancou elogios dos críticos no Festival de Sundance.

O filme de monstro, apontado como um dos mais impressionantes do gênero dos últimos anos, gira em torno de Amelia (Essie Davis) e seu filho (Noah Wiseman), que perdeu o pai de uma forma violenta. O terror começa quando o garoto encontra um misterioso livro infantil chamado “Mister Babadook” e acaba libertando uma terrível criatura.

Assista:

Elogiado terror ‘The Babadook’ ganha trailer impressionante

Jennifer Kent (do curta-metragem ‘Monster’) faz sua estreia na direção com ‘The Babadook’, que foi rodado de forma independente, via financiamento coletivo.

A IFC Films lançou o terror no Reino Unido em 24 de outubro. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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SEGA vai adaptar seus games para o cinema e a TV

Segundo a Variety, a desenvolvedora SEGA está planejando adaptações em live-action de seus games para o cinema e a televisão.

A companhia contratou o executivo Evan Cholfin para liderar o departamento de produção dos projetos, junto com a Stories International, empresa com base em Tóquio.

Entre os primeiros títulos do catálogo da SEGA na fila para serem adaptados, estão: ‘Altered Beast’, ‘Streets of Rage’, ‘Shinobi’, ‘Rise of Nightmares’, ‘Crazy Taxi’, ‘Virtua Fighter’ e ‘Golden Axe’.

Inicialmente, a companhia pretende rodar filmes em língua inglesa e depois começar a fazer séries animadas. Ainda é incerto quais títulos devem ganhar versões cinematógraficas e quais serão transformados em animações.

Também não há cronogramas definidos ainda.

Um dos primeiros jogos da SEGA a ir para os cinemas é Sonic, o ouriço, numa coprodução entre Sony e Columbia Pictures.

Elenco de ‘The Walking Dead’ fala o que esperar da série em 2015

Foi divulgado pelo canal AMC um novo featurette da quinta temporada de ‘The Walking Dead’.

O vídeo mostra o elenco falando o que esperar da volta da série em 2015. Entre os depoimentos, Andrew Lincoln (Rick) diz que a segunda metade do quinto ano passará a sensação ao público de que se trata de “uma série diferente” – algo que ele já havia dito antes.

Reta final da temporada de ‘The Walking Dead’ será uma série totalmente nova, diz Andrew Lincoln

Confira:

Série derivada de ‘The Walking Dead’ escala protagonista

Criador de ‘The Walking Dead’ esclarece orientação sexual de Daryl Dixon

The Walking Dead‘ retorna em fevereiro para a exibição dos oito episódios finais da quinta temporada. A atração já está renovada para seu sexto ano. O canal AMC não informou a quantidade de episódios encomendados, que devem começar a ir ao ar em outubro de 2015.

A quinta temporada da série de zumbis é no Brasil pelo canal pago Fox, com dois dias de diferença em relação à exibição americana.

“A quarta temporada terminou com Rick e os outros sobreviventes desarmados, em desvantagem numérica e presos em um vagão de trem, aguardando um destino sinistro.

A quinta temporada começa logo após estes eventos, acompanhando as verdadeiras motivações dos habitantes de Terminus e a esperançosa perspectiva de encontrar uma cura [para o vírus zumbi] em Washington, D.C. e o destino dos outros sobreviventes perdidos, bem como novos locais, novos conflitos e novos obstáculos na tentativa de manter o grupo unido e vivo.

Histórias serão interrompidas e depois cruzadas. Os personagens encontrarão amor e ódio. Paz e conflito. Contentamento e terror. E, durante a busca por um local permanente e seguro para chamarem de lar, uma questão os assombrará… Após tudo o que viram, fizeram, sacrificaram, perderam e manteram, não importando a que custo… No que eles se tornaram?”.

Revelados planos da Sony para franquia ‘Homem-Aranha’ e seus vilões

Surgiram novas informações sobre os planos da Sony para o Venom e o grupo Sexteto Sinistro dentro do universo ‘Homem-Aranha’.

Em trocas de e-mails entre a executiva chefe da Sony, Amy Pascal, e o presidente de produção da Columbia, Michael De Luca – vazadas em um recente ataque hacker – Pascal informa que o produtor Matt Tolmach gostaria de abortar o filme solo do Venom e introduzí-lo no derivado ‘O Sexteto Sinistro’, já que não acredita no potencial do simbionte para carregar seu próprio filme.

Também foram confirmados os rumores de que o estúdio pretende mesmo juntar o Homem-Aranha com os super vilões. Neste spin-off, que serviria como um discreto recomeço da franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha’, o super-herói e o Sexteto trabalhariam em conjunto para derrubar uma ameaça ainda maior.

Tolmach sugeriu Venom ou Carnificina como candidatos à principal antagonista do longa. Caso o Venom seja escolhido, o Homem-Aranha usaria o clássico uniforme negro para enfrentar o simbionte – mesmo correndo o risco de se tornar no próprio Venom.

Por fim, depois de apresentar todas as sugestões para o Universo Aranha no cinema, o produtor ainda propôs um novo reboot do personagem. Ele gostaria de recomeçar a franquia com os vilões Venom, Carnificina e Duende Macabro, tendo com base as histórias em quadrinhos mais modernas do herói, escritas por Michael Bendis, Michael Strascynski e Brain K. Vaughn.

Outra possibilidade colocada na mesa pela Sony é ceder o controle criativo do Homem-Aranha para a Marvel, co-produzindo uma nova trilogia com o estúdio concorrente.

Sony e Marvel Studios vão renegociar direitos do Homem-Aranha, diz site

Electro, Duende Verde, Doutor Octopus, Rino, Caçador e Mysterio devem integrar o ‘Sexteto Sinistro‘. Ao invés de ser retratado como vilão, o grupo buscará rendenção ao longo da trama, segundo o produtor Avi Arad. Um filme focado numa super-heroína do universo Homem-Aranha também seria um dos próximos derivados da franquia.

Drew Goddard (‘Guerra Mundial Z’, ‘O Segredo da Cabana’) assina o roteiro e a direção de ‘O Sexteto Sinistro‘.

O derivado chegará aos cinemas em 11 de novembro de 2016.

Crítica | Ouija: O Jogo dos Espíritos

Eu Sei quem Você Contatou Espiritualmente no Verão Passado

Ouija: O Jogo dos Espíritos é um filme de terror genérico, que traz apenas má reputação para o já avariado e marginalizado gênero. Isso não é grande surpresa. O que causa espanto é saber que a obra é o primeiro filme da Hasbro, empresa de brinquedos responsável por produtos como Transformers, Comandos em Ação (G.I. Joe) e Batalha Naval (Battleship). A fabricante de brinquedo aventura-se agora como produtora de cinema. Mas não apenas isso, Ouija serve como lançamento do novo produto da empresa mirado para as crianças.

Ao assistirmos ao filme o pensamento que fica é o de que alguém estava muito desesperado, deve ser demitido, ou ambos. Imagine dar para seu filho ou sobrinho uma tábua de comunicação com espíritos. Mesmo que você e sua família não acreditem nisso, não deixa de ser algo de péssimo gosto. E a campanha de marketing vinculada ao filme também não faz um bom serviço de merchandising, afinal pessoas são mortas das piores maneiras imagináveis após utilizarem o artefato.

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Na trama, amigos de infância brincam com a tábua do além-vida. Na fase adulta, Debbie (Shelley Hennig) volta a se aventurar pelo sobrenatural e sozinha tentar a comunicação com os espíritos. No entanto, tudo o que atrai é coisa ruim. A cena de abertura traz um impactante momento, que é o ponto alto do filme, para os fãs de terror e suspense. Pena que isso some apenas uns três minutos iniciais. Depois Ouija recai nos inúmeros clichês do gênero, e chega a ser divertido contá-los. Filmes assim servem mais como jogos entre amigos do que como entretenimento nas telas.

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São sustos fáceis, nos quais o que conta é o som alto em momentos chave. Personagens que saem de trás de portas e das sombras de forma despropositada. Sentimos o desconforto desses jovens atores desconhecidos ao terem que emular as mesmas situações de quinhentos outros filmes ruins. Aqui ainda temos espaço para reflexões juvenis sobre a vida e morte, quando personagens ponderam sobre sua existência após a morte de um colega. Tudo é claro com a profundidade de um pires, com uma filosofia existencialista digna de boteco.

Também ganhamos frases célebres. -“It´s an Old house”, diz um personagem sobre um barulho que ouviu no andar de cima, bem na hora da sessão espírita. Um forte argumento é que os personagens em filmes de terror são tão idiotas que merecem morrer. Pra onde foram os jovens espertos, que sabiam estar num filme de terror, do final da década de 1990? Ou melhor, aonde foram parar tais roteiros, que ao invés de tratar a audiência da mesma forma que seus personagens, brincavam com tudo dando novo sabor. Outro forte argumento é que esta é uma produção de Michael Bay…, bem este argumento fala por si só.

Crítica 2 | O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

Um por todos e todos por um

Para os fãs da série do Anel criada por Tolkien, qualquer crítica de um dos (agora) seis filmes é redundante. Para eles, assim como para fãs fervorosos em geral, qualquer palavra contra seu objeto de afeto não merece crédito. Então, este texto não é para você “Tolkienmaníaco”, mas sim para todos os outros que não se deixam levar apenas pela emoção. Não que eu vá achincalhar a obra transformada em mais um filme do diretor Peter Jackson, este é apenas um olhar mais distanciado, de alguém que não necessariamente é fã da saga.

A trilogia original de Jackson, no entanto, parecia mais adulta, digna e urgente. O impacto foi tanto, já que era a volta por cima do gênero da fantasia (seguido pelos musicais), que até mesmo a Academia se curvava indicando os três filmes ao prêmio máximo do cinema. A nova trilogia não teve esse aval de prestígio, somente os muitos bilhões de dólares em caixa. Na verdade, pode-se dizer que a segunda trilogia é considerada por muitos um grande caça-níquel.

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Baseada não apenas no menor dos livros, mas em anotações extras do escritor, a trilogia do Hobbit foi, a partir do primeiro filme, mais infantil, ingênua e mais artificial. A coisa engatou mesmo no segundo exemplar, apresentando talvez um dos astros da série, o Dragão Smaug, voz de Benedict Cumberbatch. Quem for esperando um desfecho que envolva a temível criatura, irá se desapontar, digamos apenas isso. Explorando o filão do 3D, Peter Jackson nos leva, talvez pela última vez, por mais uma incursão na Terra Média.

O início é eletrizante, com o combate ao dragão. Depois, A Batalha dos Cinco Exércitos se desenvolve estranhamente em um drama psicológico, envolvendo um dos maiores pecados capitais, a ganância. Ela consome o líder dos anões, Thorin Escudo de Carvalho, interpretado por Richard Armitage (do prazer culposo No Olho do Tornado). Esse é o momento de maior destaque da obra, um forte estudo de personagem e situações. A Oscarizada Cate Blanchett aparece num momento chave eletrizante, ao lado do nonagenário Christopher Lee e de Hugo Weaving. Existe também muito fan service aqui, ligando esta trilogia com a amada trilogia do Anel. Os fãs irão adorar.

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Orlando Bloom e Evangeline Lilly dão sequência ao seu arco dramático, envolvendo um triângulo amoroso com o anão Kili (Aidan Turner). O desfecho desta subtrama é interessante e amargo. O novo Hobbit é o mais curto da saga, o que não quer dizer muito. Com duas horas e vinte minutos, o filme poderia ser mais podado e enxuto. As cenas de ação e batalhas se excedem, dando aos escolados exatamente o que querem, porém, alienando todo resto do público com intermináveis combates.

Como resultado, A Batalha dos Cinco Exércitos sobressai ao bonitinho e aguado primeiro Hobbit, no entanto, fica abaixo do vivo e perspicaz segundo episódio. Talvez só um pouco abaixo. Com um visual de cair o queixo, o fim da saga de Jackson deverá conquistar indicações de efeitos no próximo Oscar. E para finalizar, alguém poderia nos comentários abaixo explicar o porque do título, já que contamos apenas quatro exércitos (dos anões, dos humanos, dos elfos e dos orcs).

Crítica | Mommy

Intenso e questionador

Com apenas 25 anos de idade, o cineasta canadense Xavier Dolan tem currículo de gente grande, e não apenas no que se refere à quantidade e qualidade, já que todos os seus trabalhos foram elogiados e premiados, mas por ser uma figura multifacetada, assinando inúmeras funções. Além de produzir e dirigir, o sujeito escreve, monta, cuida do figurino e seleciona as canções presentes nos filmes – e de quase sempre protagoniza-los. Seu cinema é preocupado em apontar peculiaridades, desde conflitos familiares (Eu Matei a Minha Mãe) e relações humanas (Amores Imaginários) a questionamentos sobre o amor (Laurence Anyways) e a dor da culpa (Tom à la ferme).

Em seu mais novo longa, Momy, que foi um dos destaques da 67ª edição do Festival de Cannes, sendo ovacionado pelo público e levando o Prêmio Júri, Dolan nos entrega a obra mais forte e madura de sua carreira. Apesar de se apresentar como uma ficção científica – onde vemos um Canadá que através da lei permite que os pais internem filhos mais problemáticos, sem qualquer restrição -, o filme trata de temas bem reais e delicados, como, novamente, a convivência colidente entre mãe e filho e o fato de arcar com responsabilidades que surgem como verdadeiros carmas, digamos assim.

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No primeiro ato vemos a dura e contagiante relação entre os personagens Diane ‘Die’ Després (Dorval) e Steve Després (Pilon), que brigam incansavelmente, mas momentos depois estão trocando carinhos; soltam xingamentos pesados e ao mesmo tempo elogios tocantes. A moderna e estreita convivência familiar, por si, já abre margem para um interessante debate, onde vemos uma senhora alertar: você não deveria tratar sua mãe dessa maneira, garoto. A reação instantânea é ainda mais curiosa. Mas será mesmo que respeito está ligado a tratamento formal? Socialmente, somos ensinados que sim, entretanto, vemos casos que contradizem tal lógica.

Ignoremos isso e entendamos que estamos diante de um caso particular, já que, visivelmente, o garoto tem problemas crônicos de hiperatividade. Como lidar então com a cátedra de cuidar e viver bem nesta situação? Será o amor a grande formula que irá empalidecer todos os demais problemas físicos e psicológicos, e fazer com que a caminhada siga incessantemente? Mas se existe uma opção que parece lógica e correta, pelo menos na visão da sociedade e do governo, por que não recorrer a ela e livrar-se de uma vez por todas do entrave? Qual é o limite real dos nossos sentimentos, até onde aguentamos e o que é certo e errado? São essas e outras indagações que permeiam a fita e nos faz repensar concepções.

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Possuindo a razão de aspecto 1:1, logo percebemos a ideia do formato, pois isso é transposto não só em linguagem e alegoria, mas no que os personagens transmitem e a história emite. Falta espaço, tudo é restrito, até mesmo os pensamentos, o vazio lateral expressa ainda mais o buraco daquele universo, e quando este é tapado, somos presenteados com uma das cenas mais líricas que surgiu no cinema esse ano, ao som de Wonderwall do Oasis. O significado de liberdade é impresso poeticamente. A cristalina e fulgente fotografia do sempre ótimo André Turpin é a cereja do bolo, por conferir intensa energia e dar o clímax final.

Vale também destacar os atores que, sem exceções, passam veracidade em seus papéis. Anne Dorval, que tinha estrelado o primeiro longa do diretor, volta a viver uma forte figura materna, e é mesmo de se imaginar que Dolan tenha visto nela a personagem Die. O jovem Antoine-Olivier Pilon é um monstro quando está em tela, muito espontâneo, parece sempre improvisar. Suzanne Clément também é parceira de longa data de Xavier, sua Kyle diz muito sobre o poder que a família Després é capaz de passar, a misteriosa gagueira que detém (ou impossibilidade de expressão) logo é curada quando começa a se envolver com ambos.

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Momy impacta e emociona, questiona e nos faz refletir, é excepcional e mantem assim o bom nível de Xavier Dolan, aparecendo como uma das grandes joias engendradas em 2014. Obtém êxito tanto no ponto de vista temático, quanto estético, já que as ferramentas cinematográficas utilizadas são muitas, apesar de pontuais. É um filme que, provavelmente e felizmente, ainda será discutido ao passar dos anos.

Crítica | O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos

Sensação de dever cumprido

Durante todo tempo que aguardávamos o lançamento dessa nova trilogia tolkieniana de Peter Jackson, vimos muitas reclamações referente à duração e divisão fílmica, isso, principalmente, por ser sabido que a adaptação em três longas-metragens trata-se na verdade de apenas um livro de tamanho médio e proposta simples. É bem verdade que todos eles, sem exceção, mostram-se prolixos e suas intenções são absolutamente diferentes do conto original. Por outro lado, podemos enxergar algo positivo nesse aspecto.

Caso fosse uma transposição literal teríamos um esquemático filme caça-ao-tesouro, que provavelmente traria aventura e divertiria pelo carisma dos personagens, o que não é ruim. No entanto, temos agora (muito) mais que isso. Jackson e companhia transformaram o troço num épico gigantesco, em produção e substância. Introduziram vários elementos mitológicos da Terra Média, trouxeram novas tramas e desafios mais temíveis, ou seja, enriqueceram a história e deixaram-na ainda mais interessante, pelo menos em conteúdo.

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Essa terceira e última parte tem como intento focar nas batalhas. São inúmeras e extensas tomadas de muita ação, realizadas com precisão e ainda levando certo peso dramático, já construído nos títulos anteriores. Com um aparato técnico impressionante e possuindo o poder máximo dos efeitos gráficos e práticos – que vão de gigantescos cenários internos e externos a centenas diferentes vestimentas com minuciosos detalhes -, a equipe constrói uma enorme zona de guerra e transporta o espectador para aquele ambiente hostil. Como não citar também a cidade sendo devastada pelas chamas de Smaug, potencializada pelo desespero dos habitantes. O dragão é novamente interpretado por Benedict Cumberbatch, que quase sussurrando expressa a personalidade maliciosa e arrogante do monstro.

Por falar em personagens, de toda saga do Anel, o Bilbo de Martin Freeman certamente será uma das figuras mais lembradas. O carisma, as gags e as sacadas do ator são impagáveis. Aqui, em determinado momento, é exigido seu lado dramático, e este se entrega por inteiro. O ladrão Baggins vai deixar saudades. Richard Armitage talvez seja o grande destaque de fita, já que Thorin protagoniza e também vilaniza tal volume. Evangeline Lilly e Orlando Bloom têm aqui mais tempo de tela e não desperdiçam, são eficientíssimos. Bem como o veterano Ian McKellen e seu eternizado Gandalf. Somente Cate Blanchett parece exagerar nas caras e bocas de Galadriel.

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Pouco menor que os dois primeiros, o filme, no contexto geral, ainda parece inchado, já que a narrativa de Jackson, como foi já dito, aposta basicamente em seguidos combates, muitas vezes deixando de lado o desenvolvimento da trama, causando certa impaciência no público. No entanto, como sempre traz uma ou outra tomada chocante, entre as elipses, não chega a ser enfadonho como Uma Jornada Inesperada (2012). O ritmo é mais semelhante a seu outro irmão, A Desolação de Smaug (2013), que também depende de aventura e trilha sonora para alicerce. Howard Shore é hábil por aproveitar e mesclar as canções das duas trilogias. Andrew Lesnie dá o retoque final, sua fotografia confere uma estética luxuosa ao design de produção.

Afinal, se formos então somar os pontos negativos e positivos da saga do Hobbit, no cinema, veremos que o troço foi bem mais produtivo. Além de trazer novamente o clima da saga do Anel – gerando debates e aumentando a fanbase -, apresentar novos personagens que ficarão marcados na cultura pop e explanar ainda mais o universo da Terra Média, do ponto de vista temático e visual, a trilogia é um deleite. O diretor diz ser seu último trabalho baseado na obra de J. R. R. Tolkien, mas quem sabe a saudade não bate e junto a figurões como Guillermo del Toro, não vemos O Silmarillion sair do papel. Um seriado seria uma boa pedida, não acham?

2ª temporada de ‘True Detective’ terá o cantor Rick Springfield

O cantor e compositor australiano Rick Springfield anunciou no Twitter que estará na segunda temporada de ‘True Detective’.

“Acabei de encerrar o meu primeiro dia de filmagem. Que ótimo roteiro! Trabalhei com Colin Farrell e Rachel McAdams!”, escreveu hoje no microblog.

A HBO ainda não divulgou informações sobre o personagem de Springfield.

Recentemente, o ator/músico terminou de rodar sua participação no filme ‘Rick and the Flash’, que traz Meryl Streep como uma roqueira.

Colin Farrell, Vince Vaughn e Taylor Kitsch serão os protagonistas do segundo ano de ‘True Detective

Na nova temporada, três policiais e um criminoso terão que lidar com uma rede de conspiração em torno de um assassinato. Farrell interpretará Ray Velcoro, um detetive comprometido cuja lealdade está dividida entre seus chefes em um departamento de polícia corrupto e a máfia da qual ele recebe dinheiro. Vaughn será Frank Semyon, um criminoso que corre o risco de perder todo império quando sua intenção de começar um novo e legítimo negócio é abalada pelo assassinato de seu sócio.

Dentre os novos integrantes do elenco, Rachel McAdams vai interpretar Ani Bezzerides, uma detetive do Condado de Ventura cuja ética inflexível irá colocá-la em desacordo com os colegas e o sistema para o qual trabalha. Kitsch será Paul Woodrugh, um veterano de guerra e oficial da patrulha de estradas da Califórnia que vive fugindo de um passado difícil e da repercussão de um escândalo que nunca aconteceu. Já Kelly Reilly interpreta Jordan, a esposa de Frank Semyon, uma ex-atriz que é sócia do marido nos negócios e o apoia totalmente em seus projetos e ambições.

Criada por Nic Pizzolatto, que também assina o roteiro, a segunda temporada já começou a ser produzida na Califórnia. Os dois primeiros episódios – que compõem um total de oito, cada um com uma hora de duração – serão dirigidos por Justin Lin.

True Detective‘ já tem previsão para retornar nos EUA. A segunda temporada do hit estreará no próximo verão americano, entre junho e agosto de 2015. As filmagens começam entre setembro e novembro, na Califórnia.

Indicada a 12 Emmys este ano, ‘True Detective‘ se tornou a série mais assistida do canal norte-americano desde a primeira temporada de ‘Six Feet Under‘, que teve em média 11,4 milhões de espectadores quando foi ao ar em 2001. Cada episódio de ‘True Detective‘ teve uma média de 2 milhões de espectadores.

Harrison Ford diz que ‘Blade Runner 2’ tem o melhor roteiro que já leu

Enquanto promove o épico ‘Exôdo: Deuses e Reis’, o diretor Ridley Scott também vem falando sobre seus vindouros projetos, como ‘Prometheus 2’ (leia aqui) e a sequência de ‘Blade Runner’.

À MTV, o cineasta contou que Harrison Ford já deu uma olhada no roteiro de ‘Blade Runner 2’ e que o ator considera o melhor script que já leu na vida.

“Harrison e eu nos damos muito bem. Eu enviei o script para ele e ele me disse: ‘Isso é a melhor coisa que eu já li’.”

Scott justificou ainda a produção da sequência que, segundo ele, terá influências do longa original.

“É muito relevante [para o roteiro] o que aconteceu no primeiro filme. Eu não estou fazendo uma sequência apenas pelas cenas de ação e para ver o quão longe podemos ir nos efeitos especiais. Com ‘Blade Runner’, de alguma forma nós exploramos um futuro bem verossímil, e agora é muito difícil mudar isso [no segundo filme] por causa de toda a influência que o original exerceu.”

Recentemente, Scott declarou que não voltaria para dirigir ‘Blade Runner 2, mas ele pode ter mudado de ideia. Em entrevista ao Yahoo, o cineasta disse que está sendo difícil passar o bastão para outro diretor e que pode voltar atrás na sua decisão.

“O roteiro é muito, muito bom. Muito bom mesmo. Não sei que diretor queremos, mas é algo difícil de decidir, pois é algo muito pessoal. ‘Blade Runner’ talvez seja um dos trabalhos mais pessoais que fiz. Foi tão desgastante e cheguei a dizer que não tentaria novamente. Mas aqui estamos. E o filme está lá, esperando para ser rodado.”

Independente se assumirá ou não a direção, o cineasta disse que continuará envolvido com a sequência como produtor – Scott também dividiu a autoria do script com Hampton Fancher, roteirista do longa original.

Segundo ele, o filme vai ser dividido em “três grandes atos” e girar em torno das buscas por Rick Deckard, personagem de Harrison Ford, que só vai aparecer no último ato. As filmagens começam em 2015.

Não foram revelados os motivos iniciais para Scott ter abandonado a direção de ‘Blade Runner 2’, mas tudo aponta para sua ocupada agenda – o diretor vai rodar a seguir ‘The Martian’, ficção científica com Matt Damon, e na sequência a continuação de ‘Prometheus’.

O novo ‘Blade Runner’ se passará décadas após o primeiro. A história foi adaptada do romance ‘O Caçador de Androides’ (Do Androids Dream of Electric Sheep?), de Phillip K. Dick.

Lançado em 1982, o longa foi dirigido por Ridley Scott. Além de ser um dos filmes mais cultuados da história, ‘Blade Runner‘ foi indicado aos Oscars de Melhor Direção de Arte e Melhores Efeitos Visuais.

‘Star Wars’ empurra ‘Kung Fu Panda 3’ para 2016

A DreamWorks Animation adiou em três meses o lançamento de ‘Kung Fu Panda 3’.

Programada para sair em 23 de dezembro de 2015, a animação agora chegará aos cinemas em 18 de março de 2016. Segundo a Variety, o estúdio decidiu empurrar a estreia do filme para evitar a concorrência com ‘Star Wars: O Despertar da Força’, que sairá em 18 de dezembro.

Angelina Jolie volta a dublar a Tigresa e Jack Black empresta sua voz novamente para o panda Po, o animal mais tranqüilo do Vale da Paz. Seth Rogen também retorna ao elenco de vozes como o Louva-a-Deus. Bryan Cranston (da série ‘Breaking Bad’), Rebel Wilson (‘Quatro amigas e um Casamento’) e Mads Mikkelsen (‘A Caça’) são as novas adições.

Jonathan Aibel (‘Alvin e os Esquilos 2’) e Glenn Berger (‘Monstros vs. Alienígenas’) são os roteiristas. A direção é de Jennifer Yuh, que comandou o filme anterior.

Os dois primeiros ‘Kung Fu Panda‘ arrecadaram US$ 1,2 bilhão mundialmente.

Ator de ‘Jornada nas Estrelas’ se candidata à direção de ‘Star Trek 3’

Com a demissão de Roberto Orci, o cargo de diretor de ‘Star Trek 3’ ficou aberto, mas candidatos já começam a surgir.

Um deles é o ator/diretor Jonathan Frakes, intérprete do Comandante William T. Riker na série ‘Jornada nas Estrelas: A Nova Geração’ (1987-1994). Ele vem fazendo campanha nos bastidores para assumir a franquia de J.J. Abrams.

Em entrevista ao Komo News Radio (via Latino Review), Frakes disse que ele contactou o próprio Abrams para pedir o cargo, enquanto seu agente foi diretamente no estúdio Paramount tentar fechar um acordo.

“Estou de olho [na vaga]. Eu adoraria ter esse trabalho. Eu digo descaradamente que serei um ótimo diretor e amaria fazer isso.”

Frakes tem experiência de sobra no assunto: dirigiu oito episódios da série que estrelou, três de ‘Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine’ e três de ‘Jornada nas Estrelas: Voyager’, além de ter comandado dois filmes da saga – ‘Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato’ (1996) e ‘Jornada nas Estrelas: Insurreição’ (1998).

Apesar dos seus esforços, Frakes admite que é improvável ser escolhido para substituir Orci e Abrams, mas não quer perder as esperanças.

“Estou tentando manter meu entusiasmo sobre a possibilidade [de dirigir ‘Star Trek 3’], mesmo sabendo ser um longo tiro no escuro. Mas não há nada que eu gostaria mais do que isso.”

Segundo o Deadline, no momento a Paramount visa o diretor Edgar Wright (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’) para o cargo.

Coroteirista da franquia, Orci também fez uma enorme campanha para conquistar o cargo de diretor de ‘Star Trek 3‘, apesar do estúdio ter inicialmente ficado receoso em deixar a direção do blockbuster com um novato. Esta seria a estreia de Orci na função.

“Em [Além da Escuridão] eles partiram finalmente para onde a série original começou. Os dois primeiros filmes – especialmente o [Star Trek] de 2009 – eram uma história de origem. Era sobre eles se unindo. Assim, eles não eram aqueles personagens que estavam na série original. Eles foram crescendo dentro deles e isso continuou no segundo filme. Então, neste filme eles estão mais próximos do que são na série de TV que você conhece. Eles partiram em uma missão de cinco anos. Então a aventura vai ser no espaço profundo”, afirmou o diretor.

John Cho diz que ‘Star Trek 3’ vai “explodir as cabeças das pessoas”

Star Trek 3‘ promoverá ainda uma reunião histórica entre William Shatner e Leonard Nimoy, as versões originais de Capitão Kirk e Spock, marcando a nova parceria dos atores desde ‘Jornada nas Estrelas VI – A Terra Desconhecida‘ (1991) – saiba detalhes sobre esse reencontro.

Chris Pine, Zachary Quinto e Zoë Saldana, os principais astros da franquia, vão retornar.

O novo ‘Star Trek‘ será parcialmente rodado na cidade de Seul, na Coreia do Sul, na primeira metade de 2015. Recentemente, o coroteirista e diretor Roberto Orci disse que a primeira versão do roteiro estava pronta. Ele e sua equipe esperam iniciar a produção do filme entre março e junho de 2015.

Especula-se que a Paramount agendará o lançamento de Star Trek 3′ para 2016, ano em que a série ‘Jornada nas Estrelas’ completa seu 50º aniversário.

Conheça os indicados ao Globo de Ouro 2015

Foram anunciados na manhã desta quinta-feira (11) os indicados à edição 2015 do Globo de Ouro, considerado o maior termômetro para o Oscar.

Na categoria cinema, ‘Birdman’ lidera com 7 indicações, seguido de ‘Boyhood’ e ‘O Jogo da Imitação’, cada um com 5.

Em televisão, ‘Fargo’ é o recordista com 7 indicações, incluindo a de Melhor Minissérie.

Tina Fey e Amy Poehler, apresentadoras da edição deste ano, retornam ao comando da cerimônia em 2015, que será realizada em 11 de janeiro, com transmissão simultânea no Brasil pelo canal TNT.

Confira a lista completa de indicados:

TV

Melhor Série Dramática

The Affair
Downton Abbey
Game of Thrones
The Good Wife
House of Cards

Melhor Série de Comédia

Girls
Jane the Virgin
Orange Is the New Black
Silicon Valley
Transparent

Melhor Ator em Série Dramática

Clive Owen – The Knick
Liev Schreiber – Ray Donovan
Kevin Spacey – House of Cards
James Spader – The Blacklist
Dominic West – The Affair

Melhor Atriz em Série Dramática

Claire Danes – Homeland
Viola Davis – How to Get Away with Murder
Julianna Margulies – The Good Wife
Ruth Wilson – The Affair
Robin Wright – House of Cards

Melhor Ator em Série Cômica

Don Cheadle – House of Lies
Ricky Gervais – Derek
Jeffrey Tambor – Transparent
Louis C.K. – Louie
William H. Macy – Shameless

Melhor Atriz em Série Cômica

Lena Dunham – Girls
Edie Falco – Nurse Jackie
Gina Rodriguez – Jane the Virgin
Julia Louis Dreyfuss – Veep
Taylor Schilling – Orange Is the New Black

Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme

Martin Freeman – Fargo
Woody Harrelson – True Detective
Matthew McConaughey – True Detective
Mark Ruffalo – The Normal Heart
Billy Bob Thornton – Fargo

Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme

Maggie Gyllenhaal – The Honorable Woman
Jessica Lange – American Horror Story: Freak Show
Frances McDormand – Olive Kitteridge
Frances O’Connor – The Missing
Allison Tolman – Fargo

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme

Matt Bomer – The Normal Heart
Alan Cumming – The Good Wife
Colin Hanks – Fargo
Bill Murray – Olive Kitteridge
Jon Voight – Ray Donovan

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme

Uzo Aduba – Orange Is the New Black
Kathy Bates – American Horror Story: Freak Show
Johane Frogat – Downton Abbey
Allison Janney – Mom
Michelle Monaghan – True Detective

Melhor Minissérie ou Telefilme

Fargo
The Missing
True Detective
The Normal Heart
Olive Kitteridge

CINEMA

Melhor Filme Dramático

Boyhood
Foxcatcher
O Jogo da Imitação
Selma
A Teoria de Tudo

Melhor Filme de Comédia ou Musical

Birdman
O Grande Hotel Budapeste
Caminhos da Floresta
Pride
Um Santo Vizinho

Melhor Diretor

Wes Anderson – O Grande Hotel Budapeste
Ava DuVernay – Selma
David Fincher – Garota Exemplar
Alejandro González Iñárritu – Birdman
Richard Linklater – Boyhood

Melhor Ator em Filme Dramático

Steve Carell – Foxcatcher
Benedict Cumberbatch – O Jogo da Imitação
Jake Gyllenhaal – O Abutre
David Oyelowo – Selma
Eddie Redmayne – A Teoria de Tudo

Melhor Atriz em Filme Dramático

Jennifer Aniston – Cake
Felicity Jones – A Teoria de Tudo
Julianne Moore – Para Sempre Alice
Rosamund Pike – Garota Exemplar
Reese Witherspoon – Livre

Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical

Ralph Fiennes – O Grande Hotel Budapeste
Michael Keaton – Birdman
Bill Murray – Um Santo Vizinho
Joaquin Phoenix – Vício Inerente
Christoph Waltz – Grandes Olhos

Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical

Amy Adams – Grandes Olhos
Emily Blunt – Caminhos da Floresta
Helen Mirren – A 100 Passos de Um Sonho
Julianne Moore – Para Sempre Alice
Quvenzhané Wallis – Annie

Melhor Ator Coadjuvante

Robert Duvall – O Juíz
Ethan Hawke – Boyhood
Edward Norton – Birdman
Mark Ruffalo – Foxcatcher
J.K. Simmons – Whiplash

Melhor Atriz Coadjuvante

Patricia Arquette – Boyhood
Jessica Chastain – O Ano Mais Violento
Keira Knightley – O Jogo da Imitação
Emma Stone – Birdman
Meryl Streep – Caminhos da Floresta

Melhor Roteiro

O Grande Hotel Budapeste
Garota Exemplar
Birdman
Boyhood
O Jogo da Imitação

Melhor Animação

Operação Big Hero 6
Festa no Céu
Os Boxtrolls
Como Treinar o Seu Dragão 2
Uma Aventura LEGO

Melhor Canção Original

Big Eyes – Grandes Olhos (Lana Del Ray)
Glory – Selma (John Legend, COmmon)
Mercy Is – Noé (Patty SMith, Lenny kaye)
Opportunity – Annie
Yellow Flicker Beat – Jogos Vorazes: A Esperança – Pt I (Lorde)

Melhor Trilha Sonora

O Jogo da Imitação
A Teoria de Tudo
Garota Exemplar
Birdman
Interestelar

Melhor Filme Estrangeiro

Force Majeure Turist (Suécia)
Gett: The Trial of Viviane Amsalem Gett (Israel)
Ida (Polónia/Dinamarca)
Leviathan (Rússia)
Tangerines Mandariinid (Estónia)

Ancine quer exterminar ‘Jogos Vorazes: A Esperança’ e blockbusters predatórios

A Agência Nacional de Cinema (Ancine) se reuniu na tarde de ontem (10/11) no Rio de Janeiro para decidir sobre uma lei que regulamenta o limite de estreia de blockbusters em salas de cinema do Brasil.

A discussão começou com a estreia de ‘Jogos Vorazes: A Esperança — Parte 1‘ em 1.300 salas de cinema no país, 46% do total de complexos cinematográficos.

Em entrevista à Folha de São Paulo, Manoel Rangel, presidente da Ancine, revelou trata-se de uma ocupação “predatória” que destrói a concorrência e é desleal com filmes independentes e de orçamento menor.

“Não somos contra os grandes lançamentos, mas contra os lançamentos predatórios, que são os que ocupam muitas telas em poucos complexos. Esses grandes lançamentos têm uma importância para movimentar o mercado, mas o que não pode ocorrer é um lançamento predatório. Quando um filme é lançado em mais de 1.300 salas, como ‘Jogos Vorazes’ele está expulsando outros, homogeneizando a oferta e acabando com a diversidade. O espectador que encontrar apenas um título em quase 50% das salas desiste. É menos ingresso sendo vendido e redução o hábito do cinema.”, afirmou.

A Ancine planeja limitar a estreia de grandes filmes a uma porcentagem menor de salas de cinema, para aumentar a concorrência, como acontece nos cinemas na França.

A ação também ajudará as produções nacionais. Em 2013, 120 estreias de filmes brasileiros renderam 26 milhões de ingressos vendidos, um novo recorde. Foi o maior número de ingressos vendidos desde a Retomada, que começou em 1995 com ‘Carlota Joaquina – A Princesa do Brasil‘, de Carla Camurati.

Com o sucesso, Rangel e a ministra da Cultura, Marta Suplicy, anunciaram a criação de novas linhas de investimento do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA.

A operação, que contará com recursos da ordem de R$ 400 milhões, é uma ação sem precedentes na política pública para o setor audiovisual brasileiro. O montante disponibilizado equivale à soma dos valores oferecidos nas quatro convocatórias anteriores do fundo voltadas para a produção e comercialização de filmes e séries para a TV.

“Com esta medida daremos visibilidade e maior destaque à importância estratégica que este segmento da produção audiovisual brasileira sempre teve para o Fundo Setorial do Audiovisual e para a cinematografia brasileira”, afirmou Manoel Rangel.

Série baseada em ‘Pânico’ começará com famosa cena de Drew Barrymore

Scream’, a série de TV baseada na franquia ‘Pânico’, vai trocar a máscara do Ghostface, mas um dos momentos mais icônicos do longa original será mantido.

Segundo o Yahoo! Celebrity, o seriado vai reproduzir em seus minutos iniciais a famosa sequência de abertura com Drew Barrymore – sendo esfaqueada aos gritos pelo serial killer – que será reencenada pela atriz Bella Thorne (‘Juntos e Misturados’).

“Sim, é verdade”, confirmou Thorne à publicação. “Eu vou reencenar aquela famosa cena com a Drew Barrymore.”

Quanto à nova máscara do Ghostface, será “uma versão mais sombria, orgânica, quase que realista e evoluída da máscara original”, segundo a vice-presidente da MTV, Mina Lefevre.

Lefevre garante que a ideia de não reutilizar a máscara original não tem nada a ver com direitos de imagem. Ela prometeu ainda que a série vai se manter fiel ao espírito do primeiro filme, de 1996. Apesar das declarações, a executiva não descarta mostrar eventualmente a máscara de Ghostface que conhecemos.

A MTV recentemente aprovou o piloto da série, intitulada ‘Scream‘, e encomendou uma primeira temporada com 10 episódios.

O seriado tem previsão para estrear na TV americana em outubro de 2015, perto do Halloween.

Jamie Travis (da série ‘Faking It’) dirige o episódio piloto, que começará com um vídeo que foi parar no YouTube e se tornou viral. Ele causa problemas para a protagonista Audrey, que se vê em meio a um assassinado e uma cidade com um passado conturbado.

Conheça os protagonistas e seus personagens:

Bex Taylor-Klaus (‘Arrow’, ‘The Killing’) será Audrey Jesen, a filha bissexual de um pastor luterano. Solitária, ela é artística e sonha em ser diretora de cinema. Tem vínculo estreito com Noah, um garoto que tem bastante habilidade com tecnologia.

John Karna (‘The Neighbors’) será Noah Foster, descrito como um jovem criativo, brilhante e tecnológico o suficiente para ser o próximo Steve Jobs. Confidente mais próximo de Audrey e cheio de senso de humor, ele a ajuda em seus momentos difíceis e possui um conhecimento enciclopédico em livros, filmes, séries de TV e aplicativos.

Willa Fitzgerald (‘Royal Pains’) será Emma, jovem com uma beleza clássica, cuja popularidade na verdade esconde uma timidez natural e uma natureza intelectual. Sua nova rotina com a turma mais popular do colégio acaba a afastando da melhor amiga de infância Audrey.

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Carlson Young (‘Key and Peele’) será Brooke Maddox, a carismática líder de um popular grupo de adolescentes, cuja personalidade oscila entre uma excessiva doçura e um forte apelo sexual.

O novato Amadeus Serafini será Kieran Wilcox, o misterioso recém-chegado morador da cidade. Ele tem um lado obscuro e fama de durão, por conta das experiências além da idade que viveu.

Joel Gretsch (‘Witches of East End‘), Bobby Campo (‘Being Human’) e Connor Weil (‘Sharknado’) completam o elenco.

A dupla Jay Beattie e Dan Dworkin (das séries ‘Revenge’ e ‘Criminal Minds’) escreveram o primeiro episódio. Jill Blotevogel (‘Ravenswood’, ‘Harper’s Island’, ‘Eureka’) servirá como produtor principal de ‘Scream‘.

Os 10 melhores filmes da Marvel Studios

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com vários longas lançados, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 10 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

10 – O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

9 – Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

8 – Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

7 – Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

6 – Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

5 – Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

4 – Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

3 – Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

2 – Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

1 – Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

Um Bom Partido

(Playing for Keeps)

Elenco:
Gerard Butler, Jessica Biel, Dennis Quaid, Noah Lomax, Uma Thurman, Catherine Zeta-Jones, James Tupper, Judy Greer, Abella Wyss, Grant Goodman.

Direção: Gabriele Muccino

Gênero: Comédia Romântica

Duração: 105 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 35 milhões

Estreia:
26 de Abril de 2013

Sinopse:
Em ‘Um Bom Partido‘, o personagem de Gerard Butler decide treinar o time de futebol onde seu filho joga para aproximar-se dele e compensar os anos de ausência que o menino viveu até então.

Curiosidades:

» Dirigido pelo italiano Gabriele Muccino (‘À Procura da Felicidade’).

» O roteiro é assinado por Robbie Fox (‘Um Maluco no Exército’) e conta com a produção do próprio Gerard Butler.

 

Trailer:
 

Cartazes:

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Fotos: