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‘The Walking Dead’ pode ir até sua 12ª temporada

A quinta temporada de ‘The Walking Dead‘ começa em outubro, mas novidades não param de pipocar na internet. Após os boatos de que um dos protagonistas morrerá na próxima temporada, mais uma notícia surge na internet.

A série de zumbis é um dos programas mais populares da televisão, e o canal norte-americano AMC pretende aproveitar ao máximo esse sucesso. Além de planejar uma série spin-off, o produtor David Alpert revelou que pretende levar a série até a 12ª temporada.

The Walking Dead‘ é baseada na HQ de mesmo nome, publicada nos Estados Unidos pela Image Comics desde 2003. A história foi criada e escrita por Robert Kirkman e desenhada por Tony Moore.

“Eu gosto muito de trabalhar com o material original das HQs, especificamente, porque com essa base já sabemos como prosseguir com a série até a décima temporada. Também temos uma boa ideia do que fazer na 11ª e 12ª temporada. Temos pontos de referência e histórias para todos esses anos, se tivermos sorte o suficiente para chegarmos até lá”, revelou ao Indiewire.

Se a vontade do produtor se confirmar, teremos a série até 2021. Longe, né?

A última temporada se encerrou com o episódio ‘A‘, exibido nos EUA dia 30 de Março. Com o sucesso, a AMC agendou o primeiro episódio da nova temporada para 12 de outubro. A quarta temporada de ‘The Walking Dead‘ foi encerrada com Rick e seus colegas capturados por um jovem grupo de canibais. Os sobreviventes chegaram ao Terminus e foram arrebanhados como gado em um vagão. O grupo confinado incluía Rick, Daryl, Michonne, Carl, Maggie, Glenn, Tara, Bob, Sasha, Abraham, Eugene e Rosita.

The Walking Dead‘ é centrada em Rick Grimes, um oficial de polícia da pequena cidade de Cynthiana, no estado do Kentucky, sua família e uma série de outros sobreviventes que se uniram para manterem-se vivos depois que o mundo foi infestado por zumbis.

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Trilha Sonora | ‘A Culpa é das Estrelas’

CinePOP reuniu nesta página as músicas da fantástica trilha sonora de ‘A Culpa é das Estrelas‘.

‘A Culpa é das Estrelas’: 10 Filmes no mesmo estilo!

Bilheterias BR: ‘ A Culpa é das Estrelas’ se prova forte como o livro

Crítica em Vídeo: ‘A Culpa é das Estrelas’, ‘Oldboy’ e ‘O Lobo Atrás da Porta’

Ouça:

1. All of the Stars – Ed Sheeran
2. Simple As This – Jake Bugg
3. Let Me In – Grouplove
4. Tee Shirt – Birdy
5. All I Want – Kodaline
6. Long Way Down – Tom Odell
7. Boom Clap – Charli XCX
8. While I’m Alive – STRFKR
9. Oblivion – Indians
10. Strange Things Will Happen – The Radio Dept.
11. Bomfalleralla – Afasi & Filthy
12. Without Words – Ray LaMontagne
13. Not About Angels – Birdy
14. No One Ever Loved – Lykke Li
15. Wait – M83
16. Best Shot (Bonus Track) – Birdy & Jaymes Young

O Lobo Atrás da Porta

(O Lobo Atrás da Porta)

 

Elenco:

Thalita Carauta, Leandra Leal, Fabiula Nascimento, Juliano Cazarré, Milhem Cortaz.

Direção: Fernando Coimbra

Gênero: Drama Nacional

Duração: 101 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 05 de Junho de 2014

Sinopse:

Numa delegacia, um homem (Milhem Cortaz), sua mulher (Fabíula Nascimento) e a amante dele (Leandra Leal) são interrogados. Arrancados pacientemente pelo detetive (Juliano Cazarré), um após o outro, seus depoimentos vão tecendo uma trama de amor passional, obsessão e mentiras que levará a um final completamente inesperado.

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» —

 

Trailer:

Cartaz:

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Fotos:

Oldboy – Dias de Vingança

(Oldboy)

 

Elenco:

Josh Brolin, Elizabeth Olsen, Samuel L. Jackson, Sharlto Copley, Austin Naulty, Brett Lapeyrouse, Caitlin Dulany, Ciera Payton, Elvy Yost, Grey Damon, Hannah Ware, Ilfenesh Hadera, James Ransone, Joe Chrest, Lance Reddick, Linda Emond, Max Casella, Michael Imperioli, Philippe Radelet, Pom Klementieff, Rami Malek, Richard Portnow.

Direção: Spike Lee

Gênero: Ação

Duração: 104 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 05 de Junho de 2014

Sinopse:

Num dia de 1988, um homem comum chamado Joe Doucett (Brolin), bem casado e pai de uma garotinha de três anos, é encontrado bêbado e levado à delegacia para ser ouvido pelas autoridades.

Na saída, ele liga para casa de uma cabine telefônica, e desaparece misteriosamente, deixando como pista apenas o presente de aniversário que havia comprado para a filha. Ao acordar, ele percebe estar numa estranha prisão, na verdade um quarto de hotel no qual há apenas uma TV ligada. Joe come a comida escassa que é depositada na porta e respira, toda noite, um gás que o faz dormir. Pelo noticiário, ele descobre ser o principal suspeito da morte brutal de sua esposa. Apenas 20 anos depois o homem é solto, sem explicações, e inicia uma jornada de vingança para descobrir quem o trancafiou por tanto tempo, e por quê.

Crítica em Vídeo:

 

Curiosidades:

»  Mark Protosevich (‘Eu Sou a Lenda’) roteiriza. Como o filme sul-coreano original, lançado em 2003, o roteiro foi baseado no mangá assinado por Garon Tsuchiya e Nobuaki Minegishi.

» Spike Lee (‘O Plano Perfeito’) dirige.

» Sharlto Copley (‘Distrito 9′) interpreta o vilão Adrian Pryce. Elizabeth Olsen foi escolhida para viver a protagonista feminina. O papel foi recusado por Mia Wasikowska (‘Alice no País das Maravilhas’) e Rooney Mara (‘Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’). Samuel L. Jackson (‘Os Vingadores’) será um dos seguranças torturados pelo protagonista.

» Steven Spielberg originalmente dirigiria o filme, com Will Smith no papel principal, mas os dois abandonaram o projeto.

Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

 

Riocorrente

Você já viu um filme feito para não ser entendido? Chegou aos cinemas brasileiros nesta última semana o esquisito longa-metragem de Paulo Sacramento, RioCorrente. Mostrando o cotidiano de três personagens peculiares cada qual no seu qual, o filme persegue a curiosidade do espectador a todo instante criando arcos dramáticos sem desenvolvimento no seu ponto de intercessão. O público se pergunta a toda hora o porquê de não entender absolutamente nada do que o filme quer dizer.

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Na trama, uma das mais loucas dos últimos anos quando falamos de cinema nacional, conta a história de um homem desiludido e ex-ladrão de carros chamado Carlos (Lee Taylor), um jornalista de prestígio chamado Marcelo (Roberto Audio) e uma mulher chamada Renata (Simone Iliescu) que se relaciona ao mesmo tempo com esses dois personagens citados. Ao longo dos dias, o descontrole dos três vai chegando ao limite e o destino deles acaba se aproximando mais ainda.

O projeto tem a ambição de ser incompreendido. Possui traços de críticas sociais profundas mas muito mal elaboradas. A montagem e a edição deste filme parecem ter sido feita às pressas, deixando a desejar no desenvolvimento de suas personagens. Renata, por exemplo, o elo de intercessão entre todos na história, não tem sua verdade descascada para o espectador tornando o longa-metragem uma experiência chata e maçante.

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Cinema experimental? Uma viagem absurda ao incompreensível? RioCorrente, por sua sinopse, possuía elementos que poderiam gerar um filme bom mas tudo isso vira de ponta cabeça bem antes do meio da história. É o tipo de filme que assusta o público. Com tantos títulos brasileiros ótimos recentemente lançados no cinema (como: Gata Velha Ainda Mia e O Lobo Atrás da Porta), esse trabalho de Paulo Sacramento chega como uma ducha fria. Tentar ser David Lynch (o rei do incompreensível genial) não é o caminho.

Vizinhos

Depois do ótimo Cinco Anos de Noivado, o diretor Nicholas Stoller volta aos cinemas, dessa vez, para estragar toda a simpatia dos cinéfilos que curtiram seu último trabalho. Seu novo trabalho, Vizinhos, é um show de futilidades, bizarrices e cenas impossíveis, do início ao fim. O roteiro é fraquíssimo e as atuações beiram ao ridículo. Surpreende a excelente atriz Rose Byrne fazer parte de um projeto tão tosco como esse, já que as escolhas de Seth Rogen e Zac Efron são compreensivas.

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Na trama, conhecemos o casal Mac (Seth Rogen) e Kelly (Rose Byrne) que vivem tranquilamente com sua filhinha em um simpático bairro no subúrbio dos Estados Unidos. Certo dia, o grupo de uma fraternidade aluga a casa ao lado da deles, desencadeando uma série brigas e confusões em meio a festas de grandes proporções.

Ereções expositivas, duelos de mijos e muito mais bobagens. Até quando teremos que suportar essas histórinhas infinitamentes já batidas?  O filme não parecer navegar em uma lineariedade plausível em nenhum instante, o cúmulo de absurdos e os desfechos sem noção (fruto de muitos improvisos dos atores em cena) atrapalham qualquer nota favorável à produção. O diretor parece que reuniu um grupo de amigos, ligou a câmera e gravou o que acontecia, sem se preocupar se havia qualidade naquilo. É mais um blockbuster, boboca, norte-americano.

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Vizinhos, é um pipocão sem qualidade. Falta talento, criatividade, maturidade, bom senso, sal… Você tem duas opções: assistir e desligar os neurônios durante 96 minutos ou assistir a algum outro filme que realmente faça seu tempo e investimento valer a pena, já que os cinemas brasileiros estão cada vez mais caros. Ah! Se seu vizinho for um mala, mande-o assistir a esse filme.

Uma Noite

Mambo e ChaChaChá mas também lágrimas que enchem o mar. E vem diretamente da famosa ilha de Fidel uma das grandes surpresas do último Festival do RJ de cinema, o destemido longa-metragem de Lucy Mulloy, Uma Noite. Baseado em fatos reais, o filme conta, de forma poética, a vida de personagens carismáticos, recheados de sonhos, incertezas e desilusões. Em pouco mais de 90 minutos, sem clichês e sem a obrigação de encher lingüiça, a direção (absolutamente maravilhosa), encontra seu brilho nas lindas capturas da alegria cubana em meio a tristeza de uma terra muitas vezes esquecida.

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Na trama, acompanhamos a história de Raul (Dariel Arrechaga) e Elio (Javier Núñez Florián), que por sofrerem muitos traumas em uma terra sem oportunidades, decidem bolar um plano para fugir de vez do país em que nasceram rumo a uma terra nova, com infinitas possibilidades. O plano é conseguir montar um barco que ande o suficiente até o outro continente. Mas às vésperas do dia mais importante de suas vidas, a irmã de um deles, Lila (Anailín de la Rúa de la Torre) fica sabendo do audacioso destino dos jovens e as coisas tomam um rumo novo.

Os pés descalços andando de bicicleta, a dor da humilhação, as consequências de atos não pensados são alguns dos elementos que cercam a vida dos personagens principais. Aos olhos de Lila, que narra a história do início ao fim, somos testemunhas de uma história rica em detalhes e que deve emocionar grande parte do público. A naturalidade e maturidade dos artistas na frente das câmeras é o reflexo de tantos prêmios que o filme já ganhou mundo à fora. Além de tudo, esse trabalho não deixa de ser uma crítica social a um governo que limita muito o destino e a possibilidade do sonhar.

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Entendemos melhor como é a vida nos subúrbios de Havana. A dureza da realidade é muito bem encaixada nas ações dos personagens. Só por conta disso, além de ter muito mais elementos interessantes, já se coloca como um trabalho corajoso de Lucy Mulloy. Esse trabalho é sem dúvidas um dos melhores filmes latino-americanos dos últimos tempos e todos os amantes desta tão deliciosa sétima arte devem assistir a essa grande joia rara cubana. Bravo!

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WAJDA PRODUZ UM BOM RETRATO DO LÍDER SINDICAL

 

Antes de falarmos do filme polonês Walesa (Wałęsa), falemos da figura histórica Lech Wałęsa (ou Walesa, aportuguesado). Wałęsa era um eletricista nos portos da cidade de Gdansk, em meados da década de 1960. Integrante da União Soviética, a Polônia vivia uma ditadura de partido único – mas que adotava uma retórica de democracia direta – que produziu uma grave crise econômica, com inflação e desabastecimento. Inicialmente liderando uma greve no estaleiro de Gdansk, Wałęsa tornou-se uma das figuras mais importantes na transição para a democracia. Foi um dos fundadores do sindicato (e futuro partido político) Solidariedade, na década de 1980. Ele tinha tamanha liderança e carisma, que foi eleito presidente da Polônia nas primeiras eleições livres.

No poder, Wałęsa tornou-se uma figura controversa. Tomou medidas liberais, como privatizações e abertura da Polônia para o mercado externo, mas não conseguiu se reeleger e, nas eleições de 2000, sequer ultrapassou 1% dos votos. Grande líder para alguns, agente do capitalismo para outros, sindicalista incompetente, apenas uma figura carismática, um líder nato. Enfim, uma breve busca no Google para o leitor perceber as contradições dessa figura histórica.

 

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O filme do grande Andrzej Wajda – Oscar honorário em 2000 por sua contribuição ao cinema e diretor de obras como Kanal e Katyn – não abrange toda a complexidade de seu protagonista, mas dá uma medida das suas contradições, além de sintetizar o clima político do período, indo dos primeiros confrontos à eleição de Wałęsa.

Cinebiografias que optam por explorar um grande período da vida – quando não toda vida – de uma pessoa, acabam sendo superficiais, servindo de um resumo visual de uma biografia. Ficam de lado os dramas humanos e as contradições do biografado. Wajda não se sai impecável, mas consegue um resultado muito bom. O filme começa fins dos anos 1980, pouco antes das primeiras eleições diretas. Acompanhamos a chegada de uma repórter italiana que fará uma entrevista com Wałęsa. O roteiro se aproveita de uma entrevista real concedida por ele à repórter Oriana Fallaci. Com este detalhe de roteiro, Wajda consegue justificar, dramaticamente, o formato episódico do filme.

A maior qualidade da película está na reconstituição dos fatos históricos. O design de produção consegue recriar o ambiente da época. A montagem integra imagens da época com outras filmadas para o longo, cuja fotografia preto-e-branco ou granulado simula imagens de arquivo; este efeito, por vezes, resulta um tanto cafona. A trilha sonora, com forte pegada no rock, pontua muito bem as cenas, embora as letras possam soar redundantes para alguns.

Se Wajda é bem sucedido ao reconstituir o período – tanto visualmente quanto no clima de opressão da época – as contradições de Wałęsa e sua vida pessoal são pontos fracos.

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A relação de Wałęsa (interpretado por Robert Wieckiewicz) com a esposa Danuta (Agnieszka Grochowska) é a que recebe o melhor tratamento, muito por conta da ótima atuação de Agnieszka Grochowska. É convincente a imagem da mulher que, mesmo consciente da importância política do marido, apenas deseja levar uma vida tranquila. Ficamos cúmplices na dor de Danuta. Em nenhum instante vemos egoísmo. É apenas uma pessoa que, vítima do fardo histórico, gostaria de levar uma vida normal. Elemento importante nesta construção é o amor dela por Wałęsa, tão bem trabalhado pela atriz. É a personagem de mais fácil identificação.

A maior fraqueza do filme é a construção das contradições de seu protagonista. Mesmo para um mestre como Wadja, é complicado conciliar um grande período de tempo com aprofundamento psicológico, especialmente num filme de duas horas. Muitas das contradições de Wałęsa não são captadas. Nos trechos nos quais o vemos na ação, Robert Wieckiewicz constrói uma figura quase unidimensional, revelando o lado mais carismático de Wałęsa. Apenas durante a entrevista, o lado egocêntrico da personagem aparece.

Wałęsa era um falastrão, gostava de uma bravata, bom de copo, com um ego muito grande. Essas contradições são traduzidas pela postura que Robert Wieckiewicz imprime à personagem durante a entrevista. Tanto pela entonação de sua voz, quanto por seu gestual, o ator transmite ao público uma imagem não muito simpática de Wałęsa, contrastando com a figura agradável do restante da narrativa.

Walesa já estreou em algumas cidades. É um filme fadado ao circuito alternativo dos grandes centros ou aos cineclubes, não por ter uma linguagem rebuscada, mas por ser de um país “exótico”. No fundo, trata-se de um filme até bastante convencional, porém, eficiente em sua carpintaria. Se viesse de uma região menos “exótica”, talvez tivesse um público maior.

Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 08

CHOQUE

 

Falar que uma obra é chocante eleva as expectativas do leitor, que pode concluir que o “crítico estava exagerando”. Mas, realmente, chocante é o melhor termo para definir este oitavo ep. de Game of Thrones – GoT. Ou, pelo menos, sua parte final.

O ep. 08 já começou todo trabalhado no vermelho sangue! Os selvagens atacaram Vila Toupeira. Nos episódios iniciais da temporada, Sam (John Bradley) levou Gilly (Hannah Murray) e o bebê para um prostíbulo local; queria protegê-los dos seus companheiros de Patrulha. Coitado! Não fosse por Ygritte (Rose Leslie), Gilly e a criança estariam mortas. Apesar da tristeza, Sam não perdeu as esperanças de que Gilly esteja bem. O massacre na Vila Toupeira foi um prelúdio do que o final nos guardava.

Outro momento de choque – mais emocional do que plástico – ocorreu em Meereen. Daenerys (Emilia Clarke) descobriu que, por certo tempo, Jorah Mormont (Iain Glen) vazou informações suas para o Trono de Ferro. Khaleesi foi dura, e lhe deu a opção de ser decapitado ou de ir embora. O único sinal de que Daenerys estava com algum tipo de dor era sua face virada para o alto.

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Mas, veio de Meereen um dos poucos momentos “fofos” deste oitavo ep. A declaração de amor do imaculado Verme Cinzento (Jacob Anderson) para Missandei (Nathalie Emmanuel). Foi uma declaração de amor bem adequado ao espírito da série.

Quem alcançou a glória foi Ramsay Snow, digo, Ramsay Bolton (Iwan Rheon). Lord Bolton (Michael McElhatton) reconheceu Ramsey como filho. Sua vitória particular veio por causa de sua vitória militar. Tudo indica que o Casa Bolton ganhará mais e mais poder ao longo da série. Confesso não saber o que pensar sobre Theon Greyjoy (Alfie Allen). Sua degradação física, moral e mental parece sem volta. R. R. Martin sente um estranho prazer em triturar suas personagens, que ultrapassam seus limites até acabarem trituradas.

No Vale, Sansa (Sophie Turner) finalmente começa a se mostrar uma jogadora. Como se dizia antigamente, foi seu desbunde!  Com apenas um depoimento, ela salvou o pescoço de Lord Baelish (Aidan Gillen) e ganhou a confiança dos anciões do Vale. E, ao que tudo indica, fará uma maquiavélica aliança com Baelish para assumir o poder no Ninho da Águia. Essa mudança foi inclusive visual: enquanto Baelish doutrinava com Robin (Lino Facioli), Sansa surge de uma contraluz em um vestido negro. Uma imagem entre o erótico e o mau agouro.

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Antológica já é a risada de Arya Stark (Maisie Williams)! Sério, um momento rápido que se tornará lendário nas crônicas de Westeros. Ao chegarem ao Ninho da Águia, Sandor Clegane (Rory McCann), que busca uma recompensa por ter salvo Arya, ficou paralisado ao saber da morte de  Lyse Arryn (Kate Dickie). Arya gargalhou! Foi um dos momentos mais simples e geniais de GoT!

Mas, falemos do grande choque da noite! Nada, absolutamente nada, nem mesmo o casamento vermelho, havia nos preparado para o desfecho da luta entre Oberyn Martell (Pedro Pascal) e Gregor Clegane (Hafþór Júlíus Björnsson). Repito, NADA! Quando pensamos que R. R. Martin esgotou seu saco de maldade, ele nos surpreende.

O diálogo entre Tyrion (Peter Dinklage) e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) não foi um prelúdio, mas um respiro para o que nos aguardava.

Quem não leu o livro nem recebeu spoiler foi pego de surpresa. Embora com um estilo todo performático de lutar, Oberyn estava vencendo. Ele colocava para fora todo o ódio pela morte da irmã. Mas, sua vingança o cegou. Quando poderia ter matado Gregor, este o derrubou no chão e, gritando o nome Elia Martell, afundou os olhos de Oberyn, até esmagar sua cabeça. Foi uma cena plasticamente chocante, mas principalmente foi um choque sentimental. Oberyn apareceu na série de forma marcante, e logo tornou-se personagem importante. Profundo e complexo, em qualquer outro tipo de obra narrativa, teria longa vida. Ao optar por matar grandes personagens, R. R. Martin não cria apenas um real sensação de perigo, também provoca no espectador instantes de profunda tristeza.

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Riocorrente

(Riocorrente)

 

Elenco:

Lee Taylor, Simone Iliescu, Roberto Audio.

Direção: Paulo Sacramento

Gênero: Drama Nacional

Duração: — min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 05 de Junho de 2014

Sinopse:

Marcelo é jornalista. Carlos é um ex-ladrão de automóveis. Renata é uma mulher dividida entre dois relacionamentos tão diversos quanto seus desejos. Exu é o porvir.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Oldboy – Dias de Vingança

Spike Lee reimagina (ou quase isso) o adorado filme coreano de 2003

Para que existe uma refilmagem? As respostas mais dignas são provavelmente duas. A primeira é: Que assim como na música, é a chance de um novo artista colocar as mãos em um texto ou melodia de qualidade, exprimindo seu talento de adaptação. A segunda é: Apresentar para toda uma nova geração um filme antigo, obscuro ou simplesmente pouco conhecido, dando nova roupagem e o adaptando para os novos tempos.

Infelizmente a que reina no mercado atual de Hollywood, e que tem mais a ver com a segunda resposta, é uma terceira: Dinheiro. A simples e pura tentativa de emplacar com um marca pré-estabelecida. O que os executivos parecem ainda não ter percebido é que na maioria dos casos essas reimaginações não são bem sucedidas e terminam por “queimar” a obra original, ou serem ignoradas. Existe um longo debate sobre quais foram as refilmagens que realmente funcionaram e as poucas que conseguem sobressair ao original.

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É seguro afirmar também que os chamados remakes são uma das maiores fontes de “ideias” do cinema atual. Por mais estranho que possa parecer, não repudio totalmente o conceito. As refilmagens são válidas justamente quando pegam aquele tipo de obra bem obscura, como citado, e a trazem para as claras, para o conhecimento geral na forma de uma produção de qualidade. Até mesmo grandes mestres em sua arte já aderiram ao conceito em suas carreiras, vide Spielberg, Scorsese e os irmãos Coen.

Como todo bom conceito, o das refilmagens foi totalmente subvertido. O que mais temos são remakes de obras bastante conhecidas do público cinéfilo, quase sempre produções adoradas. Mexer com a paixão dos fãs é quase sempre sinônimo de problema. Essas são aparentemente as refilmagens mais odiadas, as que se atrevem a mexer em clássicos irretocáveis, vide Psicose (1998) e os recentes O Vingador do Futuro (2012) e Carrie – A Estranha (2013). É justamente o que ocorre com esta investida do cineasta Spike Lee (Faça a Coisa Certa) no cult coreano Oldboy (2003).

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Baseado em um mangá (os quadrinhos japoneses) de Nobuaki Minegishi, o filme original se tornou extremamente cultuado pelos verdadeiros fãs de cinema. Porém, a obra não é conhecida pelo grande público, em especial por sua nacionalidade. É justamente neste outro quesito que se encaixa sua reimaginação pelas mãos de Lee, apresentar para o grande público na forma de um filme hollywoodiano, uma produção asiática adorada, mas não muito conhecida.

Na trama, Josh Brolin vive o protagonista Joe Doucett, um sujeito arrogante, beberrão, péssimo marido e pai. Sua personalidade distorcida vai sendo juntanda ao longo do elaborado quebra-cabeças que é o filme e o faz o perfeito candidato para o sofrimento que irá encarar. Além de torná-lo também o perfeito indivíduo numa jornada de redenção. Após ser seduzido e drogado por uma bela mulher, ele percebe que a liberdade já não é mais uma escolha e se vê trancado no mesmo quarto por vinte anos.

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Seu tormento físico e psicológico é bem explorado pela cineasta talentoso, e nos contorcemos na cadeira ao vê-lo optando pelo álcool ao invés da alimentação em seu cativeiro. Tudo corrobora o declínio e meta de autodestruição, talvez inconsciente, do protagonista, assim como a de todo alcoólico ou viciado. Os únicos momentos políticos ou sociais abordados pelo ex-militante Spike Lee são as informações que recebemos pela TV durante o aprisionamento do herói, de 1993 até 2013 – passando pela mudança dos líderes do país e o ataque de 11 de setembro, tema ainda dolorido e recorrente no cinema do diretor.

Ah sim, temos também a figura de um homem negro que estampa um pôster e depois a alucinação do protagonista e remete ao comentário social recorrente nos filmes de Lee. O novo Oldboy não causa o mesmo impacto não por esta não ser uma ideia fresca, mas simplesmente porque certos temas e histórias não funcionam tão bem no ocidente. Embora Lee capriche no estilo e dê ênfase numa violência maior em relação ao original, a coisa parece não ter tanta relevância e algo se perde na tradução. Ao menos a polêmica não diminuiu, e os momentos perturbadores estão todos lá. Justamente talvez pelo medo de se afastar do original e não se manter fiel, não sentimos que Spike Lee faz deste Oldboy um filme seu. Opte pelo original.

A Culpa é das Estrelas (1)

Pense na beleza de tudo a seu redor… e seja feliz. Para alegria de Milhares de leitores mundo a fora, chega aos cinemas o filme A Culpa é das Estrelas, baseado no Best-seller homônimo de John Green. Com direção de Josh Boone (do ótimo Ligados pelo Amor) e com jovens rostos, da nova geração de atores hollywoodianos, o aguardado longa-metragem é uma grande aula carismática de como combater as tristezas. Os atores doam-se ao máximo para manter o carisma dos personagens das folhas do livro tão famoso de Green. A emoção toma conta a todo instante do ambiente, é um filme forte, praticamente sem saída para um final feliz.

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Na trama, conhecemos uma simpática jovem chamada Hazel Grace (Shailene Woodley) , uma universitária que tem câncer em estágio avançado. Hazel resolve freqüentar um grupo de apoio à doença e nessa reunião de jovens com problemas parecidos, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort). O entrosamento logo de cara é maravilhoso, ambos se apaixonam perdidamente e juntos precisam enfrentar as tristezas e armadilhas do destino.

O mundo não é uma fábrica de desejos, tristezas farão parte de toda nossa trajetória. A história é muito profunda quando aborda esses desalentos. Assistindo Alien ou Buffy – A Caça Vampiros, entendendo melhor a relação dos pais dos protagonistas, conhecendo outros personagens fascinantes, uma enxurrada de particulares emoções é transmitida ao público de maneira simples sem ser em nenhum momento indelicado ou exagerado. Quando acaba a sessão, a vontade de ler o livro de novo, ou pela primeira vez, será imensa.

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A produção do filme é inteligente quando consegue explorar todo tipo de assunto em uma história tão popular como essa. A maneira como é desenvolvida essa linda fábula sobre o amor e amizade pode até ter muitos elementos necessários em filmes do gênero mas percebemos um grande esforço de todos os envolvidos em recriar o máximo do que acontece no livro nas telonas. Com certeza John Green deve estar orgulhoso de todo o trabalho feito por Boone, Woodley e Elgort, principalmente.

A amizade levou ao amor. O amor os levou a uma eternidade, algo como um pequeno infinito. Quem não vai se emocionar com algo assim tão profundo e bonito? Preparem os lenços a história tem uma alta capacidade de enternecer. O filme não vai ganhar o Oscar, nem Cannes, nem Berlim. Ele vai ganhar seu coração! Não percam. O.K?

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Chega aos cinemas quinta-feira (5) o aguardado “A Culpa é das Estrelas”. O filme é dirigido por Josh Boone (Ligados Pelo Amor) e baseado no livro, de mesmo título, escrito por John Green.

Diagnosticada com câncer, Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, a jovem é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio e logo conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que vai mudar completamente a sua vida.

A Culpa é das Estrelas mostra as dúvidas e anseios do jovem casal que tem a doença como diferencial em suas vidas. Apesar de tentarem viver da forma mais normal e comum possível, o câncer sempre será um problema que pode trazer sérias consequências. Por isso, é interessante a construção – como a própria Hazel diz em cena – do universo particular criado nas afinidades do casal de protagonistas: Enquanto Gus quer ser lembrado por todos e conquistar o mundo, Hazel conhece as suas limitações e se contenta com as pessoas que estão ao seu redor.

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O livro que deu origem ao filme é um representante da literatura chamada “sick lit”, que trata de temas mais depressivos relacionados a jovens. Por isso, o tom melancólico acompanha a trama desde o inicio até o fim (o que pode incomodar muitas pessoas). Porém, o grande diferencial do filme são justamente os personagens bem desenvolvidos e não estereotipados apresentados pela história. Hazel e Gus são dois adolescentes que compartilham um humor cáustico, um desprezo pela convencional e um amor que anda de mãos dadas com a morte.

É quase impossível não se envolver com o drama da jovem Hazel a partir do momento que conhecemos sua história. O elenco dos jovens e veteranos atores está em perfeita sintonia com destaque absoluto para Shailene Woodley em uma atuação marcante e realmente comovente. Ansel Elgort também absorve o carisma do personagem.  O diferencial do longa é justamente não focar apenas no romance jovem mas na relação familiar e nas dores e dificuldades da doença para a família. A relação de mãe e filha é abordada de forma convincente e emocionante.

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A trilha sonora, que acompanha as cenas, é outro ponto positivo do filme. Podemos ouvir Lykke Li com No One Ever Loved, One Republic com What You Wanted, Birdy com Tee Shirt, Jake Bugg com Simple As This, M83 com Wait, Ed Sheeran com All of the Stars, entre outros.

É interessante como o diretor trabalha com a metáfora implícita dos personagens com relação a morte. O cigarro nunca acesso entre os dentes de August, visto como uma maneira de “controlar a morte”, ilustra bem esse contexto para a busca de uma nova expectação na luta para sobreviver. Outra cena marcante é quando ambos estão visitando a casa de Anne Frank. A gravação da voz de Anne, falando sobre a esperança de um amanhã melhor, acaba por traduzir o sentimento de Hazel naquele exato momento, mesclando a história de pessoas; uma que luta pela sobrevivência outra que lutou pela mesma de maneira diferente.

A Culpa é das Estrelas acaba sendo maior que seu estereótipo de “romance adolescente”, serve como reflexão sobre as surpresas da vida. Uma história muito triste, mas tratada de forma realista com um elenco cativante e uma trama envolvente.

The Normal Heart: o filme da HBO que vai te chocar, inquietar e emocionar

Por Janis Lyn, do Séries em Pauta

The Normal Heart, o filme da HBO super falado e esperado, já estreou na aqui no Brasil e cumpriu seu propósito: chocar, inquietar e emocionar. Baseado na peça de Larry Kramer, o filme de 130 minutos dirigido por Ryan Murphy (American Horror Story, Glee) e co produzido por Brad Pitt, aborda o começo da AIDS na década de 80, e é ambientado em Nova York. Como tudo da HBO, é bom se preparar para muita nudez, sexo e algumas cenas chocantes. Se você já é um telespectador assíduo do canal, não tem o que se preocupar. O elenco está ótimo. Mark Rufallo, Taylor Kitsch, Matt Bomer (que disse ter perdido mais de 15 quilos para o filme) e Julia Roberts se destacam sem maiores esforços. Os ótimos Jim Parsons e Joe Mantello, que participaram da peça original da Broadway e também estão no longa, fizeram toda a diferença no filme.

Para quem não conhece a história, vamos lá: na década de 80 a AIDS começou a aparecer nos homossexuais, e como ainda ninguém sabia o que era, foi tratado pela imprensa com muito preconceito como o “câncer gay”. Mark Ruffalo faz o ativista Ned Weeks, que nada mais é do que um alter ego do próprio Larry Kramer, criador da peça.

É bem interessante e triste ao mesmo tempo saber que essa história é real e que tantos milhares de pessoas (somente depois de anos foram descobrir que não era uma “doença gay”) morreram em vão. Okay que até hoje não existe a tal cura, mas as opções de tratamento e expectativa de vida nos dias atuais estão bem desenvolvidas. Ned Weeks foi na época um revolucionário e lutou enquanto pode pela causa de vários. Mark Ruffalo interpreta lindamente este personagem e Matt Bomer, que faz seu parceiro no filme, nos comove em diversas cenas. Não é um filme fácil de ser digerido, mas definitivamente deve estar em sua lista para assistir.

Se já viu, comenta aí com a gente o que achou!

Angelina Jolie completa 39 anos

Um poço de sensualidade, Angelina Jolie completa 39 anos nesta quarta-feira, 4 de Junho.

Nascida em Los Angeles, em 1975, a atriz, diretora, roteirista e autora já recebeu um Oscar, dois Prêmios Screen Actors Guild, e três Globos de Ouro, e foi eleita como a atriz mais bem paga de Hollywood pela revista Forbes três vezes: em 2009, 2011 e 2013.

Jolie promove causas humanitárias, e é conhecida por seu trabalho com refugiados como uma enviada especial e Embaixadora da Boa Vontade para o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

Filha do ator Jon Voight e da ex-atriz e modelo Marcheline Bertrand, Angelina Jolie sempre se destacou pelas suas ótimas atuações. Já não bastasse o talento, a garota sempre mostra um pouco de seu corpo em todos os seus filmes.

A atriz sempre encabeça a lista das mais sexies e belas atrizes. Não é por menos.

Confira abaixo as cenas em que Angelina deu um show de sensualidade:

 

10. Alexandre

Uma Angelina Jolie malvada e manipuladora engata uma conversa sobre o futuro de seu filho, Alexandre, tentando seduzi-lo de maneira implícita. É assim a aparição de Jolie em ‘Alexandre, O Grande’.

Alexandre, o Grande foi um filho desejando desesperadamente a aprovação do pai inflexível e marcado pela batalha, dividido e conflituado em relação ao legado da mãe… um conquistador incansável que nunca perdeu uma batalha e guiou seus soldados aos limites do mundo descoberto… um visionário cujos sonhos, façanhas e destino ecoam pela eternidade, que ajudou a moldar a face do mundo como o conhecemos hoje. Ele foi tudo isso e muito mais.

 

9. O Colecionador de Ossos

De uma maneira sensual e única, nossa Angie tenta pegar um pedaço de papel com uma pinça, caída na cama em que um Denzel Washington moribundo está deitado, enquanto ele tenta descobrir a identidade do assassino de ‘O Colecionador de Ossos’.

No filme, Lincoln Rhyme (Denzel Washington) era um importante policial, até uma viga cair em cima dele durante uma investigação e deixá-lo tetraplégico. Ele pensa então em cometer eutanásia, porém, quando um novo serial killer parece querer lhe dizer algo, ele contará com a ajuda de Amelia Donaghy (Angelina Jolie) para resolver o mistério criado pelo novo assassino.

 

8. Uma Vida em Sete Dias

Uma Angelina Jolie mais loira que Marylin Monroe, bêbada e transtornada, se junto a um grupo de trabalhadores enquanto faz uma matéria, e se joga nas ruas cantando ‘Satisfaction’, de Rolling Stones. Mesmo com um boné de baseball na cabeça, Jolie continua Sexy, além de nos proporcionar uma das mais engraçadas cenas de sua carreira.

No filme, Lanie Kerigan (Angelina Jolie) é uma repórter de sucesso da TV Seattle que leva uma vida superficial e infeliz, ao mesmo tempo em que acredita ter tudo o que interessa na vida: um lindo apartamento, um emprego em uma grande emissora de TV e ainda um namorado superstar (Christian Kane). Entretanto, ao ir ás ruas para entrevistar um profeta chamado Jack, que nunca errou nenhuma de suas previsões, ele diz a Lanie uma série de previsões absurdas, como uma chuva de granizo e um grande terremoto em Los Angeles, e a última delas é que Lanie só tem sete dias de vida. Inicialmente ele não acredita, e acha que é somente uma armação, até que ela acorda no outro dia, e está tendo um terremoto e uma chuva de granizo. É então que ela decide viver intensamente seus últimos dias de vida.

 

7. 60 Segundos

“O que é mais sexy? Transar ou Roubar carros?”
Com esta frase, Angie começa a se pegar com Nicolas Cage enquanto tentam roubar um carro em 60 Segundos. E a atriz não mede esforços para demonstrar sua sensualidade: senta no câmbio do carro, se balança e sai de fininho quando a coisa começa a esquentar.

O Superstar Nicolas Cage e a sexy Angelina Jolie pegam uma implacável onda de velocidade e adrenalina neste sucesso repleto de ação, tensão e sensualidade. O lendário ladrão de automóveis Randal “Memphis” Raines (Cage) pensava ter deixado a vida de trambiques para trás – até se ver forçado a deixar sua aposentadoria para, num esforço extremo, salvar seu irmão caçula (Giovanni Ribisi) da ira de um terrível mafioso. Mas com a velocidade em excesso e vontade intensa, Memphis imediatamente reúne sua antiga equipe – entre eles Robert Duvall e Will Patton – e pisa fundo no acelerador numa alucinada corrida para realizar um radical roubo de carros.

 

6. Lara Croft – Tomb Raider

Uma Angelina Jolie peituda, com roupas mínimas, e uma trança gigante nos cabelos se joga de uma corda, pula, salta, e atira sem parar enquanto tenta matar um robô, logo na primeira cena de ‘Lara Croft – Tomb Raider’. Com um físico invejável, Jolie literalmente destrói o robô malvado.

No filme, Lara Croft (Angelina Jolie) é filha de Lord Henshingly Croft (Jon Voight), um célebre arqueólogo que desapareceu em 15 de maio de 1985. Lara trabalha como foto jornalista e foi criada na aristocracia britânica, até que um dia ouve o som de um relógio na sua mansão e o localiza em um compartimento secreto. Na verdade este relógio é “O Olho Que Tudo Vê”, que começou a funcionar sozinho na primeira fase do alinhamento dos planetas, algo que só acontece a cada cinco mil anos.

 

5. Roubando Vidas

A policial fechada e problemática interpretada por Jolie acaba se abrindo – literalmente – para seu ajudante nas investigações (Hawke) e faz sexo com ele no Hotel. Uma cena um tanto quanto forte para uma atriz de sucesso, já que Jolie não mede esforços ao ficar nua e demonstra química total com seu parceiro em cena.

Angelina Jolie é uma agente do FBI, perita em perfil criminal, que se envolve com uma testemunha chave quando está na perseguição de um serial killer que há 20 anos vem assumindo as identidades de suas vítimas. Ela sedepara rodeada de suspeitos e ninguém para confiar.

 

4. Lara Croft – Tomb Raider: A Origem da Vida

Nada melhor do que uma Angelina Jolie somente coberta por um lençol, seduzindo seu ex-namorado de uma maneira selvagem, somente para prendê-lo com uma algema aos pés de uma mesa, minutos antes de fugir em disparada.

O filme começa na Grécia, em um casamento tradicional da região, é quando um terremoto desenterra um templo de Alexandre, o Grande. Dentro do templo, possuí uma esfera dourada que serve como mapa para achar a Caixa de Pandora. Logo após a cena, a tela se abre no mar, com Lara Croft fazendo acrobacias com o Jet Sky, e de biquíni. Lara precisa achar a esfera que serve como um mapa para a caixa de Pandora, que se aberta, pode destruir o mundo com doenças.

 

3. Sr. e Sra. Smith

É difícil eleger apenas uma cena em que Angelina Jolie dá um show de sensualidade neste filme. A primeira mostra a atriz só de camisetão, Brad Pitt abobado, e uma casa destruída. É assim que o casal Smith se entende. Jolie simplesmente perfeita em um dos filmes em que ela aparece mais bela, tão bela que tira muito do brilho de Pitt, no longa de mais sucesso de sua carreira. Mas de todas as cenas mais sexies do filme (que possuí milhares), está Jolie, em um espartilho de couro preto, apertado e marcando todas suas curvas, assassinando um traficante e pulando de um prédio com sua “bolsa-corda”. E também um tango matador entre Pitt e Jolie que marcou história… Precisa dizer mais algo?

Sr & Sra Smith é uma sexy comédia de aventura. John (Brad Pitt) e Jane Smith (Angelina Jolie) são o casal perfeito. Eles têm tudo: uma casa perfeita, os empregos perfeitos e um casamento tedioso também perfeito. Mas os dois guardam um segredo: eles são na verdade perigosos assassinos que trabalham para organizações rivais. Quando um recebe a tarefa de matar o outro… é aí que a diversão começa! O resultado é um espetáculo de cenas de ação, pois cada um põe em prática suas extraordinárias habilidades, levando o casamento ao limite.

 

2. Pecado Original

Mesmo não se dando muito bem nos bastidores, a química entre Jolie e Antonio Bandeiras em ‘Pecado Original’ é infalível. Prova disso é a cena em que os dois se pegam na cama, em um sexo selvagem, que o diretor dedicou um minuto inteiro do longa somente para mostrar ambos nus, na cama, em todas as possíveis posições sexuais em que pudessem aparecer. E é claro, lá está Jolie nua novamente, com seus fartos peitos à mostra.

No filme, Um rico comerciante de café cubano acerta os detalhes de seu casamento com uma mulher por quem se apaixonou através de cartas. Logo que a futura esposa chega em sua casa, ele descobre que ela é uma impostora, que não o ama e que está interessada apenas no seu dinheiro.

 

1. Gia – Fama e Destruição

Considerado por todos da equipe do CinePOP como o melhor trabalho de Angelina Jolie, ‘Gia – Fama e Destruição’, lançado por aqui somente em vídeo (em 1995) é também o filme mais forte da atriz. Mas em meio a todo o drama do projeto, a cena tão falada em que Jolie faz sexo com sua namorada, é a mais sexy de sua carreira. Jolie aparece nua, pulando em ensaios fotográficos e drogada, mas nenhuma cena é mais chocante à que ela se entrega ao seu grande amor, uma mulher. Uma cena única e memorável.

Em tom de documentário é narrada a vida de Gia Maria Carangi (Angelina Jolie), uma jovem da Filadélfia que tenta a sorte em Nova York e logo se torna uma das top models mais requisitadas do mundo, sendo inclusive capa da Vogue e da Cosmopolitan. Mas sua fama meteórica vem acompanhada de uma paixão homossexual por Linda (Elizabeth Mitchell), que se tornaria o grande amor da sua vida mas era um relacionamento instável. Esta insegurança no amor, na família e em diversos momentos da sua vida a transformam em uma viciada em heroína, sendo que esta dependência às drogas cada vez mais incontrolável provocaria sua decadência.

Bônus: O Procurado

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O Lobo Atrás da Porta (1)

Tenso, obscuro e psicológico, noir carioca surge com a força de um tiro na cabeça.

Por volta de 1960, no Rio de Janeiro, um crime passional chocou o Brasil inteiro pela tamanha brutalidade do acontecido. Uma jovem, de 22 anos, que se sentia inconformada pelo amante não largar a família, decidiu vingar-se, e acabou cometendo um ato monstruoso contra a filha do sujeito. O que a deixou marcada para sempre como “A Fera da Penha“.

Certamente, o já ator, e agora diretor e roteirista, Fernando Coimbra, tomou de inspiração este caso policial, para o seu filme de estreia, O Lobo Atrás da Porta. Entretanto, o que mais chama atenção aqui, é como Coimbra abordou e descreveu esta história. Onde um conto extremamente demonizado recebe um viés mais humano, sem que isso soe como uma afronta perante a sociedade. Servindo até como exemplo global, em relação a alguns delitos contemporâneos, que vivenciamos e às vezes perdemos a noção de justiça e humanidade. Lemas estes que necessitamos, urgentemente, em tempos atuais.

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Engendrando uma narrativa não linear, que mesmo aparecendo de forma ousada, mantem-se firme e elegante, o diretor vai explanando e reconstituindo o crime pouco a pouco, como uma espécie de quebra-cabeça, através da visão do delegado responsável pelo caso, interpretado, de forma convincente, por Juliano Cazarré (360) – ator que vem fazendo sucessivas participações no cinema nacional e internacional. Como é de costume, Milhem Cortaz (Tropa de Elite) empresta sua persona e dá uma perspectiva caricata a Bernardo. Um bom homem, que devido a problemas no casamento, vê em outra, novamente, a excitação sexual, mas ainda confessa amar sua esposa Sylvia (Fabiula Nascimento) e, principalmente, sua filha Taninha – seu maior álibi.

Mas é na sempre excelente Leandra Leal (Bonitinha, Mas Ordinária) que reside a grande força do elenco. Sua Rosa é tão dúbia em personalidade, que poderia enganar ela mesma. Impetrando uma das atuações mais competentes que pude conferir esse ano. Num momento a vemos como uma garota delicada, que parece ter sido seduzida, brotando como a maior vítima da situação; mais tarde ela se tornará uma figura vingativa, que perdeu o seu último fio de humanidade, quando realizou um ato monstruoso e impiedoso.

O Lobo atrás da porta -Fabíula Nascimento - crédito Andrea Capella_.3

Dono de uma estética interessantíssima, o ótimo cinematógrafo Lula Carvalho (À Beira do Caminho), confere uma atmosfera noir à trama, por utilizar lentes mais escuras, com poucas tonalidades de cor, dando uma impressão obscura e de tristeza ao ambiente. Ou mesmo nas escolhas de ângulos incômodos e fechados, aproximando mais ainda o espectador daquele universo, e causando uma sensação espinhenta. Sendo também auxiliado por Valeria Stefani, que constrói um cenário curioso: ao mesmo tempo em que nos põe numa época distinta do presente, ela nos mostra, através de planos detalhes, como tevês e celulares modernos, que este é um filme atemporal, em todos os sentidos. Ainda amparada pela sufocante trilha de Ricardo Cutz.

São por esses elementos técnicos, críticos e artísticos, que O Lobo Atrás da Porta, aparece como mais um petardo dentre as produções nacionais. Que por sua vez, vive o que seria sua melhor safra. Com uma cinematografia riquíssima, em vários aspectos, e que pouco se deixa soar escapista, quando um autor põe a mão no projeto. O filme estreia nesse primeiro semestre de 2014, mas vem colecionando prêmios, como o troféu Redentor de melhor filme de ficção da mostra Première Brasil do Festival do Rio 2013. São trabalhos assim, que fazem pessoas criar interesse de revirar um pouco da nossa história jornalística e contar, sob seus pontos de vista, fatos que não podem ficar somente no passado.

Texto originalmente publicado na cobertura do VI Janela Internacional de Cinema do Recife, em 15 de outubro de 2013.

‘Malévola’ pode ganhar sequência

Apesar de afirmar que planeja parar de atuar em breve, possivelmente após ‘Cleópatra, Angelina Jolie revelou que ‘Malévola‘ pode ganhar sequência.

Durante a première da fantasia na China, Jolie afirmou que gostaria de voltar a viver a vilã do bem.

“É meio difícil superá-la, ela foi muito divertida. Quem sabe eu tenha a chance de interpretá-la de novo”, afirmou ao Hollywood Reporter.

Com o sucesso, a Disney pode estar planejando uma sequência. ‘Malévola‘ teve sua estreia mundial em diversos países, e se tornou o filme live-action mais visto da Disney em sua abertura (excluindo os títulos da Marvel). O longa conquistou um novo recorde para o estúdio, somando US$175,5 milhões em bilheteria em todo o mundo.

No último final de semana, mais de 900 mil pessoas foram aos cinemas do Brasil para conferir a história da vilã mais icônica da Disney.

O filme, estrelado por Angelina Jolie, revela os eventos que endureceram o coração de Malévola e a levaram a amaldiçoar a bebê Aurora.

Assista nossa entrevista com a atriz:

As 10 Cenas mais Quentes de Angelina Jolie

O próximo trabalho de Angelina como diretora é ‘Invencível – Uma História de Sobrevivência, Resistência e Redenção‘ (Unbroken), adaptação do livro baseado em fatos reais escrito por Laura Hillenbrand.

 

Angelina Jolie fala sobre ‘Malévola’ e seu sotaque britânico

O Repórter Hollywood traz entrevistas nas pré-estreias de ‘Malévola‘ e ‘Vizinhos‘. Angelina Jolie nos conta como se preparou para o papel principal no filme ‘Malévola‘.  A estreia aconteceu em Londres.

Em Austin, Texas, os atores Seth Rogen e Zac Efron comentam a popularidade da comédia  ‘Vizinhos‘.

Assista:

A história da Bela Adormecida contada através do ponto de vista da vilã, ‘Malévola‘, já está em exibição nos cinemas. O filme live-action, protagonizado por Angelina Jolie, ocupa 720 salas, sendo 395 com 3D.

As 10 Cenas mais Quentes de Angelina Jolie

Uma bela e ingênua jovem com atordoantes asas negras, Malévola leva uma vida idílica, crescendo em um pacífico reino em uma floresta, até que o dia em que um exército invasor de humanos ameaça a harmonia da região. Malévola surge como a mais feroz protetora da região, mas acaba sendo vítima de uma impiedosa traição — um acontecimento que começa a transformar seu coração outrora repleto de pureza em pedra. Determinada a se vingar, Malévola enfrenta uma batalha épica contra o rei dos humanos e, como consequência, amaldiçoa sua filha recém-nascida, Aurora.

A comédia ‘Vizinhos‘ estreia nessa quinta-feira, 5 de junho, e retrata a vida do casal Mac (Seth Rogen) e Kelly Radner (Rose Byrne) depois da chegada de sua primeira filha. Além de lidar com as novas tarefas com a recém-nascida, o casal terá que suportar o dia a dia ao lado de seus novos vizinhos: uma república com mais de 50 estudantes festeiros.

O Que Fazer?

(The Angriest Man in Brooklyn)

 

Elenco:

Robin Williams, Melissa Leo, Mila Kunis, Peter Dinklage, Daniel Raymont, Hamish Linklater, Isiah Whitlock Jr., James Earl Jones, Lee Garlington, Richard Kind, Sutton Foster.

Direção: Phil Alden Robinson

Gênero: Comédia, Drama

Duração: 83 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Nas Locadoras em Junho de 2014

Sinopse:

Um médico revela a seu paciente (Robin Williams) diagnosticado com paranóia agressiva que ele tem apenas 90 minutos de vida. Ainda sugere que ele deveria ir desculpar-se com todos que ele tenha brigado durante seus últimos momentos de vida.

Curiosidades:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Meus Dias Incríveis

(Arthur Newman)

 

Elenco:

Emily Blunt, Colin Firth, Michael Beasley, David Andrews, Anne Heche, Anthony Reynolds, Autumn Dial, Kristin Lehman.

Direção: Walter Cruz

Gênero: Comédia, Drama

Duração: 93 min.

Distribuidora: Swen Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Nas Locadoras em Junho de 2014

Sinopse:

Entediado com a vida, Wallace Avery (Colin Firth) decide deixar tudo para trás: filho, trabalho, ex-mulher. Fingindo sua morte, ele assume uma nova identidade em uma pequena cidade em Indiana. Lá conhece Michaela Fitzgerald (Emily Blunt), uma jovem problemática, que passa a fazer parte do seu novo estilo de vida: invadir casas e fingir ser o verdadeiro morador da propriedade!

Curiosidades:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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