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No Limite do Amanhã (2)

Tom Cruise adere aos videogames de última geração

Baseado num light novel (ou romance rápido) chamado All You Need is Kill (nome inicial da produção cinematográfica igualmente), de Hiroshi Sakurazaka, No Limite de Amanhã se tornou uma das grandes apostas da Warner para o verão americano de 2014, e o novo filme do astro Tom Cruise (Oblivon). A trama é adaptada pelo vencedor do Oscar Christopher McQuarrie, que tem no currículo os roteiros dos irregulares O Turista (2010), Jack Reacher: O Último Tiro (2012) e Jack – O Caçador de Gigantes (2013).

No filme Cruise é Cage (nome sugestivo e antônimo de qualidade), um militar covarde. A escolha pela característica é interessante e serve para desmistificar a figura do ator, sempre atrelada a do herói de ação. Esse momento inicial, com o protagonista tentando escorregar de todas as formas de suas obrigações no campo de batalha, rende o melhor esforço da obra e ficamos desejando mais. O filme nos apresenta um futuro caótico em guerra, no qual os humanos são forçados a enfrentarem uma raça alienígena testando sua capacidade ao limite.

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A decisão pelo título genérico é outro erro. Tanto no original quanto em sua tradução em nosso idioma, será um desafio para qualquer um lembrar o nome deste filme. Entra em cena a melhor coisa da produção, o Primeiro Sargento Farell, interpretado pelo veterano Bill Paxton. Ele é durão e tem como tarefa colocar na linha o medroso protagonista.  Não por acaso, este momento pré-guerra tem como forte referência Aliens – O Resgate (1986), filme marco sobre combate militar contra raça alienígena. E que contém Paxton como o medroso soldado Hudson. Pode-se argumentar inclusive que Aliens serviu como base para os exoesqueletos deste filme (alguém lembra da grande empilhadeira amarela?).

Outro argumento é que esta nova produção contém a mensagem subliminar da Cientologia sobre vencer o medo, um dos mantras da religião, utilizado fortemente em Depois da Terra (2013). Os astros Tom Cruise e Will Smith são adeptos da fé. Daí No Limite do Amanhã se desenvolve e torna-se dois filmes (ou quem sabe alguém consiga achar mais). O primeiro é um básico e direto filme sobre combate alienígena, com muitas cenas geradas em computador onde a carnificina corre solta. São jatos caindo em soldados, explosões e todo tipo de caos no campo de batalha (que começa no ar).

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O segundo é um filme sobre “repetição do dia”. Quando Cruise é morto, ele volta exatamente para o ponto de seu recrutamento. Quem já viu produções como Feitiço do Tempo (1993) ou Contra o Tempo (2011) sabe exatamente. Filmes assim podem ser divertidos, não é o caso aqui. Temos também Rita Vrataski, personagem da bela (e agora sarada) Emily Blunt (Meus Dias Incríveis). Conhecida como “Anjo de Verdun”, por seus atos heroicos no campo de batalha e como “Full Metal Bitch” (“Megera de Ferro” no Brasil) pelos companheiros soldados – referência ao filme de guerra de Stanley Kubrick, Nascido para Matar (Full Metal Jacket, 1987).

A personagem de Blunt carrega um grande pedaço de metal usado como espada, que seria mais adequado para um dos robôs de Círculo de Fogo, jamais por uma mulher em seus 50 kg. Mas sem dúvidas fica legal visualmente. O que promete agradar o público alvo, jovens aficionados por videogames. Tudo em No Limite do Amanhã é simplesmente confuso demais. É um desafio para qualquer um tentar entender a trama, ou pior, se importar. O núcleo do filme é raso, guerra contra aliens, sem que exista algo para compensar (diálogos interessantes, personagens bem explorados ou momentos de ação memoráveis). Não existe subtexto aqui.

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A fotografia do vencedor do Oscar Dion Beebe (Lanterna Verde e O Elo Perdido) é demasiadamente escura (uma tendência nos blockbusters deste ano), fato que prejudica bastante o resultado. As cenas de ação, que deveriam vender a obra, são aceleradas demais e incompreensíveis para os que já passaram dos trinta. Este é o tipo de filme que faz jus ao cinema de Michael Bay e seus Transformers. O combate aos aliens é neste nível, sem que consigamos sequer dar uma boa olhada no que os heróis enfrentam. O americano Doug Liman (diretor do filme) começou a carreira de forma promissora em obras como Swingers (1997) e Vamos Nessa! (1999), e inclusive no gênero já viu dias melhores, vide A Identidade Bourne (2002), Sr. & Sra. Smith (2005) e Jumper (2008).

O Lobo Atrás da Porta (2)

O mal vem de cada lugar que nunca imaginamos. Uma das sensações do último Festival do Rio de Cinema, O Lobo Atrás da Porta é um daqueles filmes que vocês vão demorar a esquecer. Dirigido e escrito brilhantemente pelo cineasta da nova geração Fernando Coimbra, o filme flutua entre o suspense e o drama, lembrando um pouco os moldes dos filmes nórdicos, principalmente por conta das revelações bombásticas de seu desfecho eletrizante.

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Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um simpático trabalhador que vive no subúrbio carioca com sua mulher Sylvia (Fabiula Nascimento) e sua única filha. Certo dia, mais precisamente na Estação de Trem em Marechal Hermes conhece uma linda jovem chamada Rosa (Leandra Leal) com quem mantém um ardente romance extraconjugal. Tudo ia bem até que sua filha é seqüestrada e durante o interrogatório policial, percebemos que muitos mistérios estão escondidos nesse perigoso triângulo amoroso.

O público é hipnotizado pela instigante trama bolada por Coimbra. Entre o Vai e vem dos personagens, histórias verdadeiras e muitas mentiras são aproveitadas de maneira genial pelo diretor. Por meio de flashbacks, vamos descobrindo lentamente quem é o verdadeiro lobo atrás da porta. O filme certamente vai figurar entre os melhores títulos do cinema nacional dos últimos tempos. Um suspense de alto nível, poucas vezes visto em nossa cinematografia, que deve ser um banho de água fria em quem adora criticar o cinema nacional.

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O elenco está inspirado. Juliano Cazarré e seus diálogos hilários colhendo depoimentos das testemunhas, bebendo seu café xexelento levam o público a um oásis cômico em meio ao poderoso drama. Milhem Cortaz e Fabiula Nascimento sustentam muito bem seus personagens e desenvolvem com louvor o relacionamento conjugal difícil que Sylvia e Bernardo vivem. Mas o verdadeiro show é de Leandra Leal. Sua personagem, peça chave na história, é uma desequilibrada, psicótica, manipuladora que sonha viver um vida que não é a sua. As inflexões da personagem de Leal convencem o público, sinal da perfeição que Leandra encontra quando em cena.

O Lobo Atrás da Porta, juntamente com o filme de Rafael Primot, Gata Velha Ainda Mia, mostram que no Brasil existem novos diretores capazes de mudar o rumo do nosso cinema e trazer cada vez mais para perto o nosso próprio público que foi deixado por anos a mercê de comédias bobocas ou historinhas mais do mesmo. Esses novos profissionais, são cinéfilos, chegam cheios de referências e boas tramas. Tudo o que estávamos precisamos para nos orgulhar de um produto cinematográfico de qualidade, 100% Made in Brasil. Bravo!

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E se todo dia fosse o mesmo dia? Depois de assinar a direção do competente filme de ação A Identidade Bourne e do interessante Jogo de Poder, o cineasta nova-iorquino Doug Liman volta aos filmes do gênero, dessa vez para dirigir uma ficção científica protagonizada pelo Top Gun Boy Tom Cruise. No Limite do Amanhã é mais daqueles filmes que apresentam efeitos visuais de última geração, cenas de ação muito bem realizadas mas com um roteiro sonolento/confuso recheado de clichês e tentativas de sorrisinhos carismáticos de seu protagonista. É o típico pipocão norte-americano mais uma vez chegando aos cinemas brasileiros.

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Na trama, ambientada em um futuro apocalíptico, acompanhamos um soldado norte-americano da área de publicidade do exército, chamado Cage (Tom Cruise), que nunca lutou em uma guerra. Depois de uma reunião surpreendente, é mandado forçadamente para a linha de frente da maior guerra da história mundial. Só que quando ele falece no campo de batalha, milagrosamente consegue despertar exatamente na manhã do ocorrido, rotina que se instaura a cada nova morte, deixando Cage com a obrigação de vencer a guerra contra os alienígenas contando com a ajuda da soldado modelo Rita (Emily Blunt).

Uma das coisas que quase encaixa no filme são as gracinhas e piadinhas que ganham destaque a cada novo despertar do personagem principal. Porém, é muito pouco e por conta das sucessivas repetições de acontecimentos, acaba cansando os olhos do espectador. Mesmo exibindo e utilizando seu habitual carisma, Tom Cruise não consegue desenvolver bem seu personagem, parece uma cópia de outros personagens filmes do ator. A participação da coadjuvante Emily Blunt é muito mal aproveitada. Sua personagem não ganha contextos, nem passado, o que dificulta a interação com o público. Doug Liman parece se importar muito com as máquinas e os efeitos especiais, muitas vezes para se esquecer dos personagens (um erro muito comum em filmes hollywoodianos de ficção científica).

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No Limite do Amanhã pode até agradar quem curte filmes de ação. A parte técnica é eficaz. Tiros, explosões e muita guerra não faltam nessa produção multimilionária. Tom Cruise é uma especialista em pipocões do gênero. Salva o planeta mas deixa a desejar no quesito cinema. De qualquer maneira, gostando ou não, o público pode notar uma falta de personalidade, brilho próprio. É uma espécie de Gigantes de Aço misturado com Transformers. Que o Sr. Cruise seja mais do que mil sorrisos e seu próximo filme. Não foi dessa vez Tom, não foi dessa vez…

O Promissor ‘X-Men’ novo se perde no tempo

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ chega com a “pequena” expectativa de ser o maior e melhor blockbuster de 2014. Pouca pressão, né? Tudo isso pelo fato de que atualmente a fonte mais lucrativa dentro da indústria de Hollywood são os filmes baseados em heróis de quadrinhos. Quem diria. De ideia marginalizada e mirada ao público infantil, a indústria bilionária precisou se curvar aos chamados nerds, e desesperadamente tenta agradá-los. Eles são o termômetro do que é legal ou o que é tosco.

É muito difícil um fã defender uma produção cinematográfica de forma tão fervorosa, a não ser que esta seja baseada nas histórias de seu super-herói favorito. Aí sim, vira até caso de morte. Nos Estados Unidos, por exemplo, a crítica Christy Lemire (ex-Associated Press) foi xingada e ameaçada por ter dado uma avaliação negativa para a superprodução O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012). Isso antes do filme estrear e dos fãs poderem dar por conta própria o seu aval.

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O novo X-Men vinha com a promessa de ser Os Vingadores (2012) da Fox. Era alardeada como a produção do estúdio mais cara até hoje e com 131 minutos misturaria o elenco original da trilogia (2000, 2003 e 2006), com os jovens de Primeira Classe (2011). Até mesmo o diretor dos primeiros (e melhores) filmes, Bryan Singer, retornou fechando o ciclo de uma maneira aparentemente majestosa. A trama escolhida desperta um fascínio a parte, já que trata-se de uma das histórias mais queridas dos fãs na mitologia dos mutantes.

O resultado, infelizmente, é muito semelhante ao apresentado em O Espetacular Homem-Aranha 2. Ou seja, um bom entretenimento que serve como chiclete para o cérebro, sem que lembremos seu saboroso gosto no dia seguinte. O espetáculo é grandioso, não se enganem. O filme promete tirar o fôlego do público diversas vezes. A ação em certos momentos é ininterrupta e o humor também está presente. Mas para começar as reclamações, vale dizer que este é um filme 80% do elenco jovem de Primeira Classe e que os adorados veteranos ficam com a parte “curta da vara”.

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O fato é muito decepcionante. Personagens como a da vencedora do Oscar Halle Berry ficam relegadas ao segundo plano, isto para não dizer terceiro. Os novos personagens então, vividos por Omar Sy (Bishop) e Fan Bingbing (Blink), eram promissores, mas quase nada é construído com eles. Anna Paquin (outra vencedora do Oscar) aparece numa mísera cena, de relance e sem diálogos!! E tudo isso para… você acertou, dar ênfase aos rostos mais conhecidos e atualmente quentes do elenco. Sempre eles.

Qual o sentido de chamar o filme de X-Men (fonte quase tão inesgotável de personagens quanto a própria Marvel) se este será mais um filme de Wolverine (Hugh Jackman), Xavier (James McAvoy) Magneto (Michael Fassbender) e Mística (Jennifer Lawrence). Misturar tantos personagens num único filme precisando dar ênfase e importância a todos é um trabalho dificílimo. Mais um motivo para darmos o devido valor ao citado Os Vingadores, que deu conta do recado de forma espantosa.

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Aqui não ocorre isso. As fantásticas Sentinelas, os robôs gigantes assassinos criados para caçar os heróis… bom, um conselho: não pisque ou vá ao banheiro. Ao invés, o roteiro prefere perder tempo com picuinhas, como a amargura de Xavier, e se concentrar aonde não deve, perdendo o foco central. Nem sequer brincadeiras em relação à viagem no tempo (um dos temas centrais no novo filme) ganhamos. Uma tendência negativa dos novos filmes de super-heróis, que parecem impostas por seus respectivos estúdios, é a vontade de se tornar um filme da Marvel (vide Os Vingadores) de uma hora para a outra sem ter trabalhado para isso.

A meta parece ser enfiar o maior número possível de personagens salpicando a tela, para quem sabe num futuro próximo tentar desenvolve-los. Foi assim com o novo Homem-Aranha e é assim com o novo X-Men. Isso não ocorreu com o ótimo Capitão América: O Soldado Invernal (o melhor filme de herói recente), cujo principal objetivo foi contar uma história, delineando bem seus personagens e não os jogando em cena para criar mais merchandising.

Homofobia em torno de ‘Praia do Futuro’ vira piada

Na última semana, um usuário do Facebook postou uma imagem de um ingresso de cinema do filmePraia do Futuro‘ com um carimbo escrito “Avisado”.

Enquanto o cinema de João Pessoa, na Paraíba, afirma que o alerta significa que o espectador foi avisado que teria que apresentar a carteira de estudante para pagar meia entrada, o cliente afirma que ele foi “avisado” que o longa tem “cenas de sexo homossexual”.

O triste fato é que, realmente, várias pessoas saem da sessão do filme quando as cenas de sexo começam.

Levando o ocorrido em consideração, o blog Tá Avisado criou uma série de memes com avisos para outros filmes e outras temáticas, que também deveriam ser informados enquanto compramos o ingresso. E eles são hilários.

Confira os melhores:

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Praia do Futuro’ é dirigido por Karim Aïnouz (‘O Abismo Prateado’) e estrelado por Wagner Moura.

Donato é salva-vidas na Praia do Futuro, em Fortaleza. Ayrton é um menino que sonha com motos e super-heróis e admira a coragem do irmão mais velho em se jogar nas ondas para salvar desconhecidos. Quando falha pela primeira vez em resgatar uma vida no mar, Donato acaba conhecendo Konrad, um alemão piloto de moto velocidade, amigo do afogado. Donato parte com Konrad para Berlim e desaparece, deixando o irmão mais novo para trás. Anos depois, Ayrton, já adolescente, se aventura em busca de Donato para um acerto de contas com aquele que considerava seu herói.

Assista ao trailer:

 

Os 10 Homens que brilharam em Cannes

1 – Ryan Gosling

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Veio lançar seu filme de estreia como diretor – Lost River – e parou a cidade, levando uma multidão às salas de cinema e à porta do hotel em que estava hospedado. Para tornar sua presença em Cannes ainda mais tumultuada, sua namorada Eva Mendes não apareceu e seu filme foi detonado pela crítica.

 

2 – Robert Pattinson

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Ainda leva muitas meninas à loucura no red carpet, mesmo que esteja tentando se livrar do estigma da saga Crepúsculo. Com dois filmes no Festival, incluindo Maps to the Stars,de David Cronenberg, que está em competição, já não provoca vaias dos jornalistas na coletiva de imprensa. Um avanço e tanto para quem sempre teve o talento questionado.

 

3 – Channing Tatum

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Além de estar em um filme cotadíssimo desde já para o Oscar – Foxcatcher, de Bennet Miller – conseguiu convencer parte da crítica de que é mais do que um rostinho bonito. Para as fãs, se ele continuar sarado e bonitão já está de bom tamanho.

 

4 – James McAvoy

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Saiu do Brasil direto para Cannes e não passou impune pelo red carpet do Festival: foram gritos e mais gritos das meninas que corriam atrás dele. Não deu muita moral para ninguém, praticamente fugindo de todo mundo após a sessão de gala de The Desappereance of Eleanor Rigby, filme que estrela ao lado de Jessica Chastain.

 

5 – Josh Hutcherson 

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O galã da saga Jogos Vorazes também arrancou suspiros no evento de divulgação do novo filme da série. Sorriu, acenou, posou para fotos, e fez a festa das meninas que ficaram horas esperando para vê-lo.

 

6 – Ryan Reynolds

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Fez menos sucesso que sua esposa, Blake Lively, talvez porque seu filme Captives, em competição no Festival, tenha sido massacrado pela crítica. Ainda assim seu red carpet foi um dos mais disputados e ele atendeu imprensa e fãs com muita simpatia.

 

7 – Mark Ruffalo

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Além de brilhar no filme Foxcatcher, o ator de 46 anos mostrou que está batendo um bolão: sua passagem pelo red carpet de Cannes causou tantos suspiros quanto seu colega de elenco, Channing Tatum.

 

8 – Gael Garcia Bernal

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O mexicano, que é jurado da mostra competitiva de Cannes, foi simpático, mas discreto, em suas passagens pelo red carpet. Retribuiu o carinho dos fãs, e mostrou que a beleza latina continua em alta na Croisette.

 

9 – Antonio Banderas

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No elenco de astros de Os Mercenários 3, mostrou que está em melhor forma que Stallone, Harrison Ford, Arnold e Mel Gibson. Aos 53 anos, além de mais novo da trupe do filme, não disfarça os cabelos brancos, não exagera no botox e mantém a dignidade latina que o fez um dos galãs espanhois mais cobiçados do mundo.

 

10 – Ricardo Darín

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Dono dos olhos azuis mais famosos da Argentina, o ator de O Segredo de Seus Olhos conquistou Cannes com seu bom humor e simpatia. Apresentou um dos filmes mais aplaudidos do Festival – Relatos Salvajes – , foi disputado pelos jornalistas para entrevistas, e pelas fãs para autógrafos e fotos.

 

Diretor de ‘O Artista’ decepciona em Cannes

Filme de Ryan Gosling causa tumulto no Festival de Cannes

Steve Carell desponta como favorito ao prêmio de melhor ator em Cannes

Jennifer Lawrence e Robert Pattinson agitam o Festival de Cannes

Desorganização e tumulto no Festival de Cannes

 

 

por Janaina Pereira, de Cannes

Whitney Houston ganhará telefilme

Angela Bassett foi contratada para dirigir um filme sobre a vida da cantora Whitney Houston, que morreu em 11 de fevereiro de 2012,  aos 48 anos.

O canal de TV Lifetime lançará a produção na TV norte-americana em 2015, e o longa será focado na turbulenta relação da cantora com Boddy Brown, ex-marido e pai de sua filha, desde o momento em que eles se conheceram até o auge do seu sucesso, na década de 90.

“Estou extremamente entusiasmada por ter esta oportunidade de dirigir a história de sua vida e colocar-me em seu mundo”, afirmou Basset.

Basset é conhecida por sua atuação nos filmes ‘Os Donos da Rua‘ (1991) e ‘Estranhos prazeres‘ (1995). Será sua estreia na direção.

A cantora Rihanna (‘Battleship – Batalha dos Mares’) é a preferida para estrelar. Caso as negociações não vinguem, a lista de cotadas ainda tem Jennifer Hudson, Brandy, Vivica Fox e Jordin Sparks.

Houston faleceu em decorrência de afogamento acidental, devido a um problema cardíaco e consumo de cocaína. Outras drogas e medicamentos foram detectados no organismo da cantora, mas não a níveis letais.

A cantora e atriz faleceu aos 48 anos, dia 11/02/2012. Seu corpo foi encontrado em uma banheira no quarto do hotel Beverly Hilton, em Los Angeles, por um membro de sua equipe. Ela teria participado de uma festa “pesada” com alguns amigos.

Desaparecida das telonas desde 1996, quando estrelou ‘Um Anjo em Minha Vida‘ com Denzel Washington, Houston passou por vários problemas com drogas e violência doméstica. Seu último filme foi o remake do musical ‘Sparkle‘.

“Queria ter o poder de deixar as pessoas com tesão”, diz ator de ‘X-Men: Dias De Um Futuro Esquecido’

Os atores Patrick Stewart e James McAvoy estiveram em São Paulo para promover o lançamento de ‘X-Men: Dias De Um Futuro Esquecido‘. Intérpretes do Professor Xavier, os astros desembarcaram no país para uma coletiva de imprensa e tapete vermelho, onde o CinePOP teve oportunidade de conversar com a dupla.

Patrick Stewart revelou ter gostando do país, apesar da falta de tempo para conhecer o Brasil em sua breve visita. Já James McAvoy foi além: revelou que gostaria de ter o superpoder de deixar todos ao seu redor com tesão.

Assista:

‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ deve arrecadar incríveis US$ 125 milhões na estreia

A vinda dos atores ao Brasil é parte da X-Men X-Perience, um projeto global da Fox, em que o elenco foi dividido para participar de eventos ao redor do mundo. A turnê contou ainda com Hugh Jackman, Ian McKellen, Patrick Stewart, Jennifer Lawrence, Peter Dinklage, Omar Sy, Nicholas Hoult, Bingbing FanEllen Page.

O time definitivo dos X-Men encara uma guerra pela sobrevivência da espécie em dois períodos diferentes de tempo, em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘. Os personagens já conhecidos da franquia se unem com suas versões mais jovens, apresentadas em ‘X-Men: Primeira Classe‘, em uma batalha épica que deve mudar seu passado – ou salvar seu futuro. O filme estreia no Brasil hoje, dia 22 de maio.

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Vídeo faz retrospectiva da franquia ‘X-Men’

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘, o mais novo capítulo da franquia dos mutantes X-Men, chega aos cinemas brasileiros hoje, 22 de maio. Com estreia simultânea em diversos países, o longa abre em 995 salas no Brasil, sendo 595 em 3D.

Como preparação para a história, o Joblo criou um vídeo recapitulando os principais eventos dos longas anteriores, começando por  ‘X-Men: Primeira classe‘ (2011) e seguindo por ‘X-Men‘ (2000), ‘X2‘ (2003) e  ‘X-Men 3: O Confronto Final‘ (2006).

Assista:

Leia nossa crítica!

‘X-Men’: Patrick Stewart defende gays e diz ter esperança na humanidade

‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ deve arrecadar incríveis US$ 125 milhões na estreia

A direção é de Bryan Singer, que iniciou a franquia com X-Men: O Filme’ e X-Men 2′. O roteiro foi escrito por Simon Kinberg (‘X-Men: Primeira Classe’) e esboçado por Matthew Vaughn, diretor e co-roteirista de X-Men: Primeira Classe’.

O Que os Homens Falam

(Una pistola en cada mano)

 

Elenco:

Ricardo Darín, Javier Cámara, Alberto San Juan, Anna Ycobalzeta, Candela Peña, Cayetana Guillén Cuervo, Clara Segura, Eduard Fernandez, Eduardo Noriega, Ernest Villegas.

Direção: Cesc Gay

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 95 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Maio de 2014

Sinopse:

Oito homens que passam pela crise da meia-idade começam a questionar a sua identidade masculina. Seus comportamentos formam uma espécie de mosaico de emoções que muitos homens guardam em segredo. G (Ricardo Darín), com a ajuda das drogas, tenta entender porque sua mulher o está traindo. S. (Javier Camara) tenta voltar com a esposa, dois anos depois do divórcio. E. (Eduardo Fernàndez) volta a morar na casa de sua mãe depois de perder tudo o que tem. A (Alberto San Juan) e M. (Jordi Mollà) são dois amigos que revelam um para o outro, pela primeira vez, seus segredos íntimos. J. (Leonardo Sbaraglia) conquista tudo o que quer, mas fica deprimido. P. (Eduardo Noriega) não consegue seduzir sua namorada, e L. (Luis Tosar) confunde o nome de suas pretendentes com o nome de seu cachorro.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Uma Longa Queda

(A Long Way Down)

 

Elenco:

Pierce Brosnan, Aaron Paul, Rosamund Pike, Imogen Poots.

Direção: Pascal Chaumeil

Gênero: Comédia

Duração: 116 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Maio de 2014

Sinopse:

Adaptado da obra de Nick Hornby (mesmo autor dos livros Alta Fidelidade e Um Grande Garoto), o filme gira em torno do desespero de quatro pessoas com planos suicidas: um entregador de pizza (Paul), um apresentador de programa de auditório (Brosnan), uma adolescente (Poots) e a mãe de uma criança com deficiência (Colette). Todos eles pretendem pular do mesmo prédio na virada do Ano Novo, mas acabam encontrando forças uns nos outros para superar seus problemas pessoais. O roteirista Jack Thorne (série Skins) escreveu a história.

Curiosidades:

» Pascal Chaumeil (‘Como Arrasar um Coração’) dirige e Jack Thorne (série ‘Skins’) roteiriza.

 

Trailer:

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Dominguinhos

(Dominguinhos)

 

Elenco:

Dominguinhos, Gilberto Gil, João Donato, Djavan, Hermeto Pascoal, Lenine, Orquestra Jazz Sinfônica, Mayra Andrade, Yamandu Costa, Elba Ramalho, Hamilton de Holanda, entre outros.

Direção: Mariana Aydar, Eduardo Nazarian e Joaquim Castro

Gênero: Documentário

Duração: 88 min.

Distribuidora: Espaço Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Maio de 2014

Sinopse:

DOMINGUINHOS é um documentário sobre a vida e a obra de um dos maiores mestres da música brasileira, intercalando imagens de arquivo e passagens em shows, além de encontros musicais exclusivos com artistas marcantes em sua trajetória. O filme propõe uma visão original sobre Dominguinhos, que revela o poder da música de uma maneira natural, espontânea e ao mesmo tempo precisa. O filme conta também com preciosas participações de renomados artistas de nossa música, importantes parceiros da trajetória musical de Dominguinhos, como: Gilberto Gil, Gal Costa, Elba Ramalho, Hermeto Paschoal, João Donato, Djavan, Nara Leão, Nana Caymmi, Luiz Gonzaga, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda, entre outros.

Curiosidades:

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Fotos:

Uma Relação Delicada

(Abus de faiblesse)

 

Elenco:

Isabelle Huppert, Abdelhouafi Elouassaki, Andrée Cambier, Axelle Beerens, Christophe Sermet, Daphné Baiwir, Dimitri Tomsej, François Stockmans, Fred Lebelge, Ismaël Villar Bonilla.

Direção: Catherine Breillat

Gênero: Drama

Duração: 105 min.

Distribuidora: Tucumán Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Maio de 2014

Sinopse:

Certo dia, a cineasta Maud acorda sem conseguir movimentar o seu corpo, vítima de uma hemorragia cerebral. Apesar da solidão e das dificuldades, decide prosseguir com o seu próximo projeto. Assistindo a um programa de entrevistas na televisão, ela conhece a história de Vilko, um trapaceiro de celebridades. A arrogância dele a impressiona e ela decide chamá-lo para o seu filme.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (3)

Franquia mutante ganha fôlego com nova investida.

Antes de entrarmos no filme em questão, peço licença para recordar um pouco do legado mutante, pois, no início da década passada, quando Bryan Singer (Os Suspeitos), que não era grande apreciador de histórias em quadrinhos, viu no roteiro da possível adaptação de X-Men, a oportunidade perfeita de criar, além de uma promissora franquia, a alegoria pontual correlacionada ao preconceito, não imaginava estar dando início ao subgênero que iria se tornar o maior filão da indústria cinematográfica hollywoodiana. X-Men: O Filme (2000) não só gerou continuações, como também filhotes, sendo referencial para várias outras obras do estilo. Seu sucessor, X-Men 2 (2003), ampliou ainda mais o universo mutante com um leque de temas impressionantes – sendo eleito, até hoje, uma das melhores transposições da nona para a sétima arte. Contudo, após o tremendo sucesso dos Filhos do Átomo, Singer recebeu e aceitou o convite da rival, Warner, para comandar a volta aos cinemas do Homem de Aço. Fez Superman: O Retorno (2006), que obteve um público abaixo do esperado e sofreu duras críticas por parte da imprensa.

Por outro lado, a FOX decidiu tocar o barco com um novo comandante, chamou Brett Ratner (A Hora do Rush) para dirigir X-Men – O Confronto Final (2006), que mesmo sem a qualidade artística dos títulos anteriores, e possuindo um desfecho nada satisfatório, faturou bem e deu sopro para novas aventuras. O caso do pavoroso X-Men Origens: Wolverine (2009), que, mesmo fazendo dinheiro, é tido pelo consenso geral como o pior filme dos Mutantes. Mais tarde, com os heróis já fixados no cenário mundial, Singer retorna como produtor, e traz Matthew Vaughn (Kick-Ass: Quebrando Tudo) para dirigir um dos movie heroes mais interessantes já lançados, X-Men: Primeira Classe (2011). Um trabalho que, além de abordar os temas recorrentes dos anteriores e mostrar a origem de personagens marcantes, colocou os heróis em meio alguns fatos históricos, como a Guerra Fria, por exemplo. Reacendendo, novamente, a chama dos fãs, que foram conferir o recente Wolverine: Imortal (2013), de longe mais eficaz que seu precedente, mas nada especial.

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Pois bem, onze anos depois, Bryan Singer está de volta à direção dos X-Men, com Dias de um Futuro Esquecido, um longa-metragem que chega com a responsabilidade de manter o bom nível de Primeira Classe, e incrementar novos elementos à franquia. E, para surpresa geral, o troço não só faz isso, como também conserta falhas dos anteriores e, praticamente, zera o universo referente. Sim, Bryan uniu o útil ao agradável, pegou uma clássica história dos quadrinhos, que mexe com viagens no tempo e alteração de realidade – arco este que foi o principal referencial de James Cameron, em sua franquia de O Exterminador do Futuro –, tirou do túmulo figuras conhecidas e trabalhou com dois núcleos, alternando entre o passado e futuro. Se dando ao luxo de dar pouco tempo de tela a atores consagrados – o que de forma nenhuma incomoda, já que todas as escolhas do cineasta parecem ter funções precisas.

Dedicando quase três quartos do filme ao drama, Singer não surpreende em optar deixar de lado inúmeras cenas de ação ou vilões caricatos. Em toda sua carreia, o diretor nunca teve urgência em explorar em demasia esses pontos. Não por falta de tato, já que quando resolve fazer algumas tomadas de combates, acerta em cheio, pois, além de engendrar planos elegantes, repletos de ângulos primorosos, desperta tensão no espectador, que por muito criar identificação com o personagem, devido ao ótimo desenvolvimento, tem receio sobre o que este vai sofrer. Se na segunda parte ficamos boquiabertos com a cena do Noturno invadindo a Casa Branca, aqui nos deparamos com a investida do jovem mutante Mercúrio, ao entrar no Pentágono para resgatar Magneto, numa tomada absolutamente empolgante.

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Muitos indagavam, com razão, a problemática dos buracos em meio à franquia, principalmente depois das divulgações de notícias, em relação ao estado de alguns personagens, como Charles Xavier estar andando e Hank McCoy voltar a ser um humano normal. O roteirista Simon Kinberg foi tão feliz em escolhas que resolveu esses dois casos num simples e convincente artifício. Bem como seguiu por caminhos inesperados, focando em direções súbitas, pegando a plateia desprevenida. A história não tem grande força ao abordar os temas já vistos anteriormente – ainda que trate bem a questão do que um gesto impensado pode gerar -, mas transita na perigosa via do passado-presente-futuro. E por muito empreender isso, quase não se permite errar, é admirável como o texto está redondo e amarrado, de modo geral.

Entrando em questões técnicas, é interessante observar a fotografia do ótimo Newton Thomas Sigel (Drive), que tendo a seu dispor apenas uma regular direção de arte e um adequado figurino, confere o tom de cada época investida. Com lentes mais quentes e amareladas na década de setenta, obtendo um resultado vibrante; e no futuro possui paletas mais frias e escuras, criando um ar fúnebre e apocalíptico. Os efeitos especiais estão críveis e impressionantes, novamente não há do que reclamar nesse quesito. Bem como o visual dos personagens, robôs e cenários, tendo todas as cenas internas planejadas. John Ottman (Operação Valquíria), antigo parceiro de Singer, também dar as caras e repete o bom trabalho feito anteriormente no segundo título, quando marcou a franquia com sua música tema.

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Com um cast de altíssimo nível, de dar inveja a qualquer produção, o elenco da fita está muito afiado, isso por já terem trabalhado com Singer. Como era de se esperar, Hugh Jackman, o eterno Wolverine, é o protagonista do conto, estando numa de suas melhores fases como ator e vivendo o auge de sua forma física. James McAvoy (Xavier) passa bem a imagem de alguém que sofreu por anos. Michael Fassbender (Erik) e Jennifer Lawrence (Mística) dispensam maiores comentários, já que, quando em tela, dominam completamente. Ellen Page (Kitty) não compromete e tem pouquíssimas cenas, já Halle Berry (Tempestade) entrega um trabalho nada sutil, repleto de caras e bocas. Peter Dinklage está contido e faz seu Dr. Bolivar Trask parecer crível. Ian McKellen (Magneto) continua com a classe de sempre. Mas quem rouba mesmo a cena por aqui é Evan Peters, que traz Mercúrio, o personagem mais cativante da fita.

Mesmo não tendo a leveza narrativa e o charme estético de Primeira Classe, ou a amplitude de roteiro e variedade de temas visto em X-Men 2Dias de um Futuro Esquecido é um filme completamente genuíno, que aborda arcos dramáticos e dá nova vida a uma franquia que muitos consideravam falecida. A organicidade no contar de sua história, o desenvolvimento de personagens e as inúmeras amarrações temporais são mais que suficientes para considerar este um grande acerto, e que, provavelmente, iniciará uma nova leva de filmes.

‘Batman v Superman: Dawn of Justice’ é o título da sequência de ‘O Homem de Aço’

A Warner Bros. divulgou o título oficial de ‘Batman vs. Superman‘.

O estúdio escolheu ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘ (Batman Vs. Superman: Amanhecer da Justiça) como título da sequência de ‘O Homem de Aço‘.

Confira o logotipo:

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Batman v Superman: Dawn of Justice‘ tem estreia marcada para 6 de maio de 2016.

O diretor Zack Snyder também retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’).

Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent). Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman.

Holly Hunter (‘A Firma’) viverá Leslie Thompkins, que nos quadrinhos encontra na rua um garotinho chorando ao lado dos corpos de seus pais, que haviam sido assassinados por um marginal. O menino era Bruce Wayne. Ela cuida dos ferimentos do garoto enquanto ele está sob a tutela de Alfred Pennyworth. Apesar de discordar da vida de Wayne como Batman, a dra. Thompkins continua sendo uma das pouquíssimas pessoas em quem o herói confia. Ela o ajuda com os ferimentos pós-batalha.

O ator Ray Fisher foi contratado para interpretar o super-herói Ciborgue/Victor Stone, atleta que sofre um acidente e tem seu corpo reconstruído com partes cibernéticas, e acaba se tornando uma espécie de Robocop. Ele faz parte da Liga da Justiça, o que prova que a Warner planeja iniciar seu universo cinematográfico baseado na DC Comics, como a Marvel fez com ‘Os Vingadores’.

Christopher Nolan, que dirigiu os três filmes do Homem-Morcego e produziu o do Superman, assume o cargo de produtor executivo.

Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 07

CONFISSÕES

 

Para os padrões da casa, o ep. 07 foi intimista, com foco em diálogos que revelaram outras dobras nas nossas tão queridas personagens. Sem seguir a cronologia, comecemos pela dupla Arya (Maisie Williams) e Sandor Clegane (Rory McCann).

Primeiro, eles ajudaram um senhor que havia sido esfaqueado. O Cão de Caça cuidou de abreviar a agonia dele com uma punhalada no coração. Sandor explicou para Arya que ela deveria apunhalar direto o coração, lição que ela colocou em prática logo em seguida, ao reencontrou Rorge (Andy Beckwith), um dos prisioneiros em Yoren. Entre a lição e a prática, Sandor foi atacado e descobriu que está sendo perseguido. Na segunda sequência, ele está tentando tratar seu ferimento. Arya lhe sugere fogo para cauterizar a ferida. Após uma recusa ríspida, Sandor conta-lhe de quando seu irmão, Gregor, tocou fogo em seu rosto. Um raro instante no qual O Cão de Caça expôs seu lado humano. Fechando a sequência, um primeiro plano com os rostos dos dois ocupando toda a tela traduziu visualmente a maior cumplicidade das personagens.

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O diálogo entre Melissandra (Carice van Houten) e Selyse Baratheon (Tara Fitsgerald) – esposa de Stannis – foi repleto de intenções obscuras. Os ângulos da câmera – com direito até de uma subjetiva de Selyse observando a bunda de Melissandra – reforçaram o mal-estar de Selyse. A sequência provocou-me muita pena dela, uma alma vagando entre a tristeza e a loucura.

E o trono deve estar tedioso para Khaleesi (Emilia Clarke). Ela decidiu se divertir, um pouco, com Daario Naharis (Michiel Huisman). No dia seguinte, Jorah Mormont (Iain Glen) ficou roxo de ciúmes ao vê-lo sair faceiro do quarto de Daenerys. Momento Contigo à parte, Khaleesi determinou que Daario fosse até Yunkai. Por intervenção de Jorah, ela designou Hizdahr zo Loraq (Joel Fry) como seu emissário. Aguardar para ver. Infelizmente, o ator que interpreta Daario foi substituído. Michiel constrói um Daario dócil e de pouca profundidade. Na temporada passada, Ed Skrein montou um Daario mais ambíguo, além de traduzir melhor o lado cafajeste da personagem.

Tyrion (Peter Dinklage) protagonizou os melhores diálogos deste ep. Começamos com um diálogo afetuoso entre ele e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau). Afetuoso na escala Lannister. O seguinte se deu com Bronn (Jerome Flynn): uma conversa cínica e camarada como só os dois poderiam protagonizar. Tyrion não conseguiu convencê-lo a enfrentar a Montanha Gregor Clegane (Hafþór Júlíus Björnsson). Tyrion compreendeu os motivos de Bronn, e o longo aperto de mão entre eles prece simbolizar uma amizade verdadeira.

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O diálogo entre Tyrion e Oberyn Martell (Pedro Pascal) já é um momento antológico de Game Of Thrones – GoT. Oberyn se lembrou de sua primeira visita a Rochedo Casterly, e de sua curiosidade por ver o bebê monstro dos Lannisters. Ele não encontrou um monstro, mas apenas uma criança diferente, de cabeça grande e membros desproporcionais, nada mais. Não havia olhos vermelhos, calda ou garras, apenas um bebê. Oberyn está decidido a buscar justiça, e começou sua busca oferecendo-se para lutar em nome de Tyrion contra Gregor Clegane. A reação que Dinklage imprimiu à sua personagem foi primorosa, combinando emoção e altivez.

A fala de Oberyn revelou que o ódio de Cersei (Lena Headey) por Tyrion é antigo. Ela odeia o irmão desde seu nascimento, culpando-lhe pela morte da mãe. E, também desde o nascimento, Tyrion já era protegido por Jaime.

Na sequência anterior, acompanhamos Brienne (Gwendoline Christie) e Podrick (Daniel Portman). Eles conheceram o Torta Quente/Hot Pie (Ben Hawkey) – para quem não se lembra, um dos companheiros de Arya, lá pela segunda e terceira temporadas. Após seu instante Ana Maria Braga, o Torta contou para Brienne e Podrick sobre Arya. Dainte das novas notícias, eles seguiram para o ninho de Lysa Arryn…

Os momentos finais de GoT passaram-se no Ninho da Águia. Sansa (Sophie Turner) fazia uma réplica de Winterfell quando chega seu primo, Robin (o brasileiro Lino Facioli), perguntando sobre o que era aquilo. Ao explicar, Sansa lembrou-se dos tempos em Winterfell. Foi um breve momento no qual imaginamos uma Westeros de paz e amor. Confesso que desejei um final no qual os remanescentes da família Stark retornariam para Winterfell. Mas Robin é um projeto de Joffrey, e tratou de destruir a Winterfell de neve.

Lord Baelish (Aidan Gillen) dominou o final do ep. Ele declarou seu amor por Catelyn Stark e beijou Sansa. Lyse (Kate Dickie) viu e não gostou. Ela tentou matar a sobrinha, mas acabou sendo morta por Baelish, que a lançou no precipício. Um fim tenso para um ep. confessional.

P.S.: Sinceramente, oh elenco com nomes complicados! Nem o brasileiro escapa. Alguém sabe pronunciar o nome Hafþór Júlíus Björnsson???

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X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2)

O Promissor X-Men novo se perde no tempo

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido chega com a “pequena” expectativa de ser o maior e melhor blockbuster de 2014. Pouca pressão, né? Tudo isso pelo fato de que atualmente a fonte mais lucrativa dentro da indústria de Hollywood são os filmes baseados em heróis de quadrinhos. Quem diria. De ideia marginalizada e mirada ao público infantil, a indústria bilionária precisou se curvar aos chamados nerds, e desesperadamente tenta agradá-los. Eles são o termômetro do que é legal ou o que é tosco.

É muito difícil um fã defender uma produção cinematográfica de forma tão fervorosa, a não ser que esta seja baseada nas histórias de seu super-herói favorito. Aí sim, vira até caso de morte. Nos Estados Unidos, por exemplo, a crítica Christy Lemire (ex-Associated Press) foi xingada e ameaçada por ter dado uma avaliação negativa para a superprodução O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012). Isso antes do filme estrear e dos fãs poderem dar por conta própria o seu aval.

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O novo X-Men vinha com a promessa de ser Os Vingadores (2012) da Fox. Era alardeada como a produção do estúdio mais cara até hoje e com 131 minutos misturaria o elenco original da trilogia (2000, 2003 e 2006), com os jovens de Primeira Classe (2011). Até mesmo o diretor dos primeiros (e melhores) filmes, Bryan Singer, retornou fechando o ciclo de uma maneira aparentemente majestosa. A trama escolhida desperta um fascínio a parte, já que trata-se de uma das histórias mais queridas dos fãs na mitologia dos mutantes.

O resultado, infelizmente, é muito semelhante ao apresentado em O Espetacular Homem-Aranha 2. Ou seja, um bom entretenimento que serve como chiclete para o cérebro, sem que lembremos seu saboroso gosto no dia seguinte. O espetáculo é grandioso, não se enganem. O filme promete tirar o fôlego do público diversas vezes. A ação em certos momentos é ininterrupta e o humor também está presente. Mas para começar as reclamações, vale dizer que este é um filme 80% do elenco jovem de Primeira Classe e que os adorados veteranos ficam com a parte “curta da vara”.

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O fato é muito decepcionante. Personagens como a da vencedora do Oscar Halle Berry ficam relegadas ao segundo plano, isto para não dizer terceiro. Os novos personagens então, vividos por Omar Sy (Bishop) e Fan Bingbing (Blink), eram promissores, mas quase nada é construído com eles. Anna Paquin (outra vencedora do Oscar) aparece numa mísera cena, de relance e sem diálogos!! E tudo isso para… você acertou, dar ênfase aos rostos mais conhecidos e atualmente quentes do elenco. Sempre eles.

Qual o sentido de chamar o filme de X-Men (fonte quase tão inesgotável de personagens quanto a própria Marvel) se este será mais um filme de Wolverine (Hugh Jackman), Xavier (James McAvoy) Magneto (Michael Fassbender) e Mística (Jennifer Lawrence). Misturar tantos personagens num único filme precisando dar ênfase e importância a todos é um trabalho dificílimo. Mais um motivo para darmos o devido valor ao citado Os Vingadores, que deu conta do recado de forma espantosa.

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Aqui não ocorre isso. As fantásticas Sentinelas, os robôs gigantes assassinos criados para caçar os heróis… bom, um conselho: não pisque ou vá ao banheiro. Ao invés, o roteiro prefere perder tempo com picuinhas, como a amargura de Xavier, e se concentrar aonde não deve, perdendo o foco central. Nem sequer brincadeiras em relação à viagem no tempo (um dos temas centrais no novo filme) ganhamos. Uma tendência negativa dos novos filmes de super-heróis, que parecem impostas por seus respectivos estúdios, é a vontade de se tornar um filme da Marvel (vide Os Vingadores) de uma hora para a outra sem ter trabalhado para isso.

A meta parece ser enfiar o maior número possível de personagens salpicando a tela, para quem sabe num futuro próximo tentar desenvolve-los. Foi assim com o novo Homem-Aranha e é assim com o novo X-Men. Isso não ocorreu com o ótimo Capitão América: O Soldado Invernal (o melhor filme de herói recente), cujo principal objetivo foi contar uma história, delineando bem seus personagens e não os jogando em cena para criar mais merchandising.

Veronica Mars: O Filme

(Veronica Mars – The Movie)

 

Elenco:

Kristen Bell, James Franco, Leighton Meester, Dax Shepard, Chris Lowell, Aaron Ashmore, Christine Lakin, Francis Capra, Jason Dohring, Julie Gonzalo, Krysten Ritter.

Direção:  Rob Thomas

Gênero: Suspense

Duração: 107 min.

Distribuidora:Warner Bros.

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: Nas Locadoras – Maio de 2014

Sinopse:

Após se formar na faculdade de direito, Veronica Mars deixou para trás a cidade Neptune e seus dias de investigadora amadora. Vivendo em Nova York e tentando conseguir emprego em um escritório de advocacia de alto nível, Veronica recebe um telefonema de seu ex-namorado Logan, que foi acusado de assassinato. Veronica volta para Neptune apenas para ajudar Logan a encontrar um advogado, mas quando as coisas saem do controle, Veronica encontra-se sendo arrastada de volta para a vida que ela pensou que tinha deixado para trás.

Curiosidades:

» O Projeto de arrecadação de dinheiro no Kickstarter para transformar o seriado ‘Veronica Mars‘ em filme foi um sucesso absoluto, e  os fãs doaram US$ 4 milhões em um mês.  Com o dinheiro em mãos, a Warner Bros. se apressou com a adaptação para os cinemas.

» Desde que saiu do ar em 2007, após três temporadas, os fãs do seriado ‘Veronica Mars‘ têm apelado para uma adaptação para os cinemas. O criador Rob Thomas e a atriz Kristen Bell(‘Pânico 4′) vão retornar.

» Veronica era uma das garotas mais populares da escola, até sua melhor amiga Lilly ser assassinada e seu pai, o xerife Keith, ter perdido o emprego após acusar o rico pai de Lilly de ser o principal suspeito. Após o bilionário ser exonerado, o escândalo custou o emprego de Keith, sua casa e sua mulher, e Veronica foi abandonada por seus amigos, incluindo seu namorado, Duncan Kane, o irmão de Lilly. À noite, Veronica ajuda seu pai em sua nova firma de investigação particular, fazendo espionagens para seus clientes numa tentativa de descobrir os maiores segredos dessa litorânea cidade da Califórnia, enquanto estuda matemática e procura por pistas que possam limpar o nome de seu pai.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Teia de Mentiras

(Trials of Cate Modal)

 

Elenco:

Kate Beckinsale, Nick Nolte, James Cromwell.

Direção: Karen Moncrieff

Gênero: Drama

Duração: 94 min.

Distribuidora: Swen Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Maio de 2014 Nas Locadoras

Sinopse:

Para reconquistar tudo que perdeu, a ex-promotora Cate luta para defender uma mulher condenada injustamente por assassinato. Com sua vida em risco, sua única chance de recuperar a credibilidade e a guarda de sua filha será desfazer uma teia de mentiras, enfrentar policiais corruptos, um sistema falho e seus próprios demônios.

 

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Tarzan 3D: A Evolução da Lenda

(Tarzan 3D)

 

Elenco:

Kellan Lutz, Spencer Locke, Andy Wareham, Anton Zetterholm, Brian Huskey, Christian Serritiello, Craig Garner, Edd Osmond, Jaime Ray Newman, Jo Osmond, Mark Deklin, Maximilian Allgeier.

Direção: Reinhard Klooss

Gênero: Animação

Duração: 94 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Diferente de todas as outras versões, esta clássica lenda é reinventada nos tempos atuais. Durante uma viagem a uma isolada área da selva africana apenas Tarzan, filho único da família Greystoke, sobrevive a um acidente aéreo. Em completo isolamento, Tarzan cresce aprendendo as leis da selva junto com um grupo de gorilas. Quando ele finalmente estabelece contato com outros humanos e apaixona-se pela bela Jane, descobre que o local onde vive está sendo ameaçado por um grande empreendimento de exploração mineral. Agora Tarzan terá que usar seus conhecimentos para salvar esse paraíso intocado.

Curiosidades:

» Dublado por José Loreto (como Tarzan) e Débora Nascimento (como Jane).

» Nova adaptação para os cinemas do personagem criado por Edgar Rice Burroughs (1875-1950).

» A produção desta moderna animação, que utiliza tecnologia capaz de captar os movimentos dos atores e transformar em um espetacular 3D, está a todo vapor na Bavaria Film Studios, com sede em Munique (Alemanha).

» Estrelado pelo galã Kellan Lutz (da Saga Crepúsculo e Imortais), ‘Tarzan‘ traz Spencer Locke (Residente Evil 4 – Recomeço) como Jane, e completa o elenco principal com Mark Deklin (Sedutora e Diabólica), Jaime Ray Newman (O Melhor Amigo da Noiva) e Trevor St. John (O Ultimato Bourne).

» ‘Tarzan‘ tem o roteiro assinado por Reinhard Klooss (Animais Unidos Jamais Serão Vencidos), Jessica Postigo Yoni Brenner (A Era do Gelo 3), enquanto a direção fica a cargo do próprio Reinhard Klooss, que ainda assume a produção ao lado de Robert Kulzer (franquia Resident Evil).

Crítica em Vídeo:


Trailer:


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Fotos: