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Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal

(Paranormal Activity: The Marked Ones)

 

Elenco:

Carlos Pratts, Richard Cabral, Eddie J. Fernandez, Jorge Diaz, David Fernandez Jr., Kimberly Ables Jindra, Hector Luis Bustamante, Julian Works, David Saucedo, Tonja Kahlens, Crystal Santos.

Direção: Christopher Landon

Gênero: Terror

Duração: 84 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 10 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Atividade Paranormal – Marcados pelo Mal‘ conta a história de Jesse, um adolescente latino do subúrbio de Los Angeles que, depois de acordar com uma estranha marca em seu corpo, começa a ser perseguido por forças misteriosas, enquanto sua família e amigos tentam salvá-lo.

Com o sucesso da franquia ‘Atividade Paranormal‘, foi desenvolvido este spin-off voltado para o mercado latino, com roteiro e direção de Christopher Landon (roteirista de ‘Atividade Paranormal 2 e 3′).

Curiosidades:

»  O primeiro clipe do “primo latino” foi exibido nos créditos finais de Atividade Paranormal 4‘. O produtor é Jason Blum, que desenvolveu o quarto filme.

» A franquia tem demonstrado cansaço nas bilheterias norte-americanas. Apesar de ficar com o primeiro lugar em seu fim de semana de estreia, ‘Atividade Paranormal 4‘ arrecadou US$  140 milhões mundialmente, contra US$ 207  milhões do terceiro filme.

 

Entrevista EXCLUSIVA com o elenco:

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos: 

 

Ninfomaníaca – Volume 1

(The Nymphomaniac – Part 1)

 

Elenco:

Charlotte Gainsbourg, Stellan Skarsgård, Stacy Martin, Shia LaBeouf , Jamie Bell, Christian Slater, Connie Nielsen, Willem Dafoe, Jesper Christensen, Jens AlbinusNicolas Bro, Uma Thurman, Caroline Goodall.

Direção: Lars von Trier

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 10 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Ninfomaníaca é a poética história erótica de uma mulher, desde seu nascimento até seus 50 anos, contada pelo personagem principal, a auto-diagnosticada ninfomaníaca Joe. Numa fria noite de Inverno, Seligman, um velho solteiro, encontra Joe espancada e semi-inconsciente num beco. Após a levar para o seu apartamento ele observa as feridas dela e tenta compreender como é que as coisas podem ter corrido tão mal. Ele escuta atentamente, enquanto em 8 capítulos ela reconta a multifacetada e luxuriante história de sua vida.

 

Curiosidades:

» O trailer do drama pornô do diretor Lars Von Trier foi exibido antes do início de uma das sessões da animação ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ em um cinema na Flórida, Estados Unidos. O trailer voltado para maiores de 18 anos foi exibido para a plateia  formada majoritariamente por famílias com crianças, deixando os pais presentes em estado catatônico. O trailer de ‘Ninfomaníaca‘, banido do YouTube, contém cenas de sexo explícito, sexo oral, violência e sadomasoquismo. O ocorrido aconteceu dia 30 de novembro, e fez com que pais corressem com suas crianças em direção às saídas.

» Nicole Kidman (‘Moulin Rouge’)desistiu de participar de ‘The Nymphomaniac‘, drama pornô do polêmico diretor Lars Von Trier. A atriz abriu mão do papel após ser informada que o projeto teria cenas de sexo reais, e sua personagem poderia participar de algumas. A atriz já trabalhou com o diretor no elogiado ‘Dogville‘.

Crítica em Vídeo:

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Trailer:

Cartazes:

Kick-Ass 2

(Kick-Ass 2)

 

Elenco:

Aaron Johnson, Chloe Grace Moretz,Christopher Mintz-Plasse, John Leguizamo, Lyndsy Fonseca, Augustus Prew, Claudia Lee, Jim Carrey.

Direção: Jeff Wadlow

Gênero: Ação

Duração: 103 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 28 milhões

Estreia: 18 de Outubro de 2013

Sinopse:

Quando vimos pela última vez os jovens Hit Girl (Chlöe Grace Moretz) e Kick-Ass (Aaron Taylor-Johnson), eles estavam tentavam viver suas vidas normalmente como Mindy e Dave. Com a formatura colegial se aproximando, Dave resolve começar a primeira liga de heróis com a ajuda de Mindy. Mas os planos vão por água abaixo quando Mindy é flagrada como Hit Girl, e é forçada a se aposentar – tendo que suportar o mundo terrível das meninas do ensino médio por conta própria.

Sem ninguém a quem recorrer, Kick-Ass – que inspirou uma nova leva de heróis mascarados independentes, liderados pelo Coronel Estrelas (Jim Carrey) – se junta a eles na patrulha. Eles terão que lidar com o primeiro vilão do mundo, Red Mist – rebatizado como Motherf*cker (Christopher Mintz-Plasse) – que forma a sua liga do mal e coloca em prática um plano fazer Kick-Ass e Hit Girl pagarem pelo que eles fizeram com seu pai. Há apenas um problema com seu esquema: Se você mexer com um membro da Justiça Forever, você mexe com todos eles”

Curiosidades:

» John Leguizamo (‘Fim dos Tempos’) interpreta o capanga de Red Mist (Christopher Mintz-Plasse), que agora tem a identidade Motherfucker, líder dos ‘Toxic Mega cunts’.Christopher Mintz-Plasse também retorna, como Red Mist.

» Jeff Wadlow (‘Quebrando Regras’) substitui Matthew Vaughn na direção. O diretor do original, volta apenas como produtor, pois está ocupado desenvolvendo a sequência de ‘X-Men: Primeira Classe‘.


Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

A Última Viagem a Vegas

(Last Vegas)

 

Elenco:

Morgan Freeman, Robert De Niro, Michael Douglas, Kevin Kline, April Billingsley, Dane Davenport, Jerry Ferrara, Mary Steenburgen, Noah Harden, Phillip Wampler, Ric Reitz, Romany Malco.

Direção: Jon Turteltaub

Gênero: Comédia

Duração: 105 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 28 milhões

Estreia: 6 de Dezembro de 2013

Sinopse:

Estrelado por quatro atores vencedores do Oscar®, o filme apresenta Billy (Michael Douglas), Paddy (Robert De Niro), Archie (Morgan Freeman) e Sam (Kevin Kline), amigos desde a infância. Billy, o solteirão compromissado do grupo, finalmente pede em casamento sua (claro) namorada de trinta e poucos anos e os quatro vão a Las Vegas com planos de parar de agir como velhos e reviver seus dias de glória. No entanto, ao chegar, os quatro rapidamente percebem que as décadas tem transformado a Cidade do Pecado e testado suas amizades de várias formas que nunca imaginaram. O Rat Pack pode ter reinado no Sands e o Cirque du Soleil talvez agora comande a Strip, mas são esses quatro que agora mandam em Vegas.

Curiosidades:
» Morgan Freeman (‘Batman Begins’), Michael Douglas (A Toda Prova ), Robert DeNiro (‘Entrando numa Fria’) e Kevin Kline (‘Tempo de Recomeçar’) estrelam.

» A comédia é descrita como “um ‘Se Beber, Não Case!’ senil“.

» Dan Fogelman (‘Amor a Toda Prova’) roteiriza, e Jon Turteltaub (‘O Aprendiz de Feiticeiro’) dirige.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Cine PE 2014 – 2º Dia

Getúlio é exibido no Cine PE

O domingo do Cine PE 2014 teve um público razoável, em relação à noite de estréia. Não se sabe, ao certo, o que causou esse efeito. Talvez pelo dia específico e acessibilidade ao lugar, ou até sobre a repercussão negativa dos curtas passados no sábado. E, para piorar a situação, a estratégia de exibir três longas-metragens, em apenas uma noite, não foi algo muito inteligente. Já que após a apresentação de um dos títulos mais aguardados do evento, Getúlio, boa parte da imprensa e quase todo público deixou o local – restaram menos de 100 pessoas – prejudicando, assim, a exibição do documentário português, 1960.

A segunda noite foi aberta com dois curtas-metragens: Frascos (PE), de Ariana Nuala, e Ecce Homo (RJ), dirigido por Clodoaldo Lino. Os filmes mantiveram o nível das pequenas produções lançadas por lá, ambos são carentes de qualidade artística. Frascos, que mais é um jovem exercício cinematográfico, tentou imprimir psicodelia em suas idéias através de vários tons, mas o fraco roteiro, que pouco tem a dizer, e uma narrativa inorgânica não agradaram a platéia; Ecce Homo usou o conceito de Friedrich Nietzsche, da latente maldade humana, para denunciar o mecanismo dos matadouros de animais e o total descaso do homem, em relação ao consumo exacerbado da carne. Com cenas impactantes e uma trilha sonora de rock pesado, o curta deixou o público chocado, fazendo algumas pessoas abandonar a sessão. Sua intenção é atingida, mas como cinema é desinteressante, do ponto de vista estético.

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Iniciando a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Documentários, o novo trabalho do cineasta Jorge Furtado (O Homem de Copiava), O Mercado de Notícias, deixou os presentes no Teatro Guararapes extasiados pela indagação do jornalismo contemporâneo e sua relação à democracia e liberdade de expressão. A enorme pesquisa feita por Furtado – indo desde a origem aos registros mais modernos – e o estilo escolhido para contar sua história – algo que mistura a ficção, quebra da quarta parede e estilo documental didático – são tópicos interessantes a serem destacados. Profissionais como Janio de Freitas, Geneton Moraes Neto, Mino Carta, Raimundo Pereira, Luis Nassif e Bob Fernandes, expuseram suas opiniões para com a realidade da imprensa atual, apontando seus benefícios e malefícios.

Por volta das 22h o esperado Getúlio foi ao ar na Sessão Especial Petrobras. Dirigido por João Jardim (Lixo Extraordinário) e estrelado pelo lendário ator Tony Ramos – que aqui realiza um desempenho regular -, o filme retrata os últimos dias da vida de Getúlio Vargas, um dos presidentes mais controversos da história do Brasil. Indo desde o atentado ao jornalista, Carlos Lacerda, até o suicídio de Vargas. A fita foca, basicamente, em mostrar as reações do ex-presidente aos acontecimentos que sucediam naquele momento. Não se preocupa em explorar profundamente o lado histórico, muito menos traz o debate de dúvida sobre a figura de Getúlio, o enxergando apenas como vítima e quase mistificando sua persona. Por outro lado, o filme é belíssimo esteticamente, possui um incrível design de produção, figurino detalhista e uma cuidadosa direção de arte bem auxiliada pela fotografia clássica do mestre Walter Carvalho.

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Como já foi dito, o encerramento ficou a cargo de 1960, documentário dirigido pelo português Rodrigo Areias, que com uma câmera Super 8 refez uma viagem realizada pelo arquiteto Fernando Távora, por lugares como Egito, México, Nova York e Tóquio, colocando uma ótica dessemelhante para com as construções e paisagens, acompanhadas de textos do artista. A película conseguiu agradar os poucos e corajosos jornalistas ainda presentes no local.

EXCLUSIVO: Cobrimos o tapete vermelho de ‘Divergente’ e ‘Capitão América 2’

Jânio Nazareth participou do tapete vermelho dos blockbusters ‘Divergente‘ e ‘Capitão América 2‘, e conversou com os astros de ambos os filmes.

Divergente

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. Ela acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Depois dos eventos cataclísmicos de ‘Os Vingadores’Capitão América 2 encontra Steve Rogers (Chris Evans), vivendo pacificamente em Washington e tentando se ajustar ao mundo moderno. Mas, quando uma parceira da S.H.I.E.L.D. é atacada, Steve se envolve em uma teia de intrigas que ameaça o mundo todo.

Unindo suas forças com a Viúva Negra (Scarlett Johansson), o herói luta para expor essa conspiração cada vez maior, enquanto enfrenta a todo momento assassinos profissionais enviados para matá-lo. Quando o plano completo dos vilões é revelado, os heróis chamam um novo aliado para ajudar, o Falcão (Anthony Mackie). Porém, eles logo se veem contra um inimigo inesperado e formidável – o Soldado Invernal.

Bem-Vindo a Nova York

(Welcome to New York)

 

Elenco: Gérard Depardieu, Jacqueline Bisset, Amy Ferguson.

Direção: Abel Ferrara

Gênero: Drama

Duração: 125 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 4 de Setembro de 2014

Sinopse: 

Filme inspirado no episódio em que o economista e político francês Dominique Strauss-Kahn, diretor geral do FMI, é acusado de abuso sexual por uma camareira de um hotel em Nova York.

Curiosidades: 

» O diretor Abel Ferrara começou a trabalhar no filme desde que o escândalo veio à tona, em 2011.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Cine PE 2014 – 1º Dia

Noite de Abertura

Aconteceu na noite do último sábado (26) a abertura da 18ª edição do Cine PE, o maior festival de cinema em Pernambuco, também conhecido nacionalmente como o Maracanã das premiações. Além do já diretor, Alfredo Bertini, o evento conta com o jornalista Rodrigo Fonseca, que agora é o curador responsável. Fonseca diz que é muito importante apresentar títulos que primem pelo requinte estético, mas que é igualmente fundamental o grande público voltar a comparecer no festejo. Focando, totalmente, na memória, com intuito de revitalizar o sucesso de outrora.

Programado para começar às 19h, houve um pequeno atraso, como de costume, mas por volta das 19h30, a já tradicional apresentadora, Graça Araújo, subiu ao palco e sem muita contemplação deu início a Mostra Curta Brasil e Mostra Pernambuco. Onde, ao todo, foi exibido cerca de dez títulos. Que foram enxergados pela crítica e o público (que lotou Teatro Guararapes) como obras de baixo nível artístico.

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Tesouros do Araripe alertou sobre a importância da paleontologia no sertão de Exu, e como é necessário que as pessoas dessa região tenham conhecimento da causa. O relato pouco acrescenta e é muitíssimo mal realizado, do ponto vista cinematográfico; Já Au Revoir começa e termina de maneira arrastada, criando uma rima pontual com sua co-protagonista. Além de ser quase um velório pré-anunciado; Pontas de Pedros e Pedras, de certa maneira, homenageia a conhecida praia de Ponta de Pedra e seus moradores, em relação à cultua local; Por outro lado, o ovacionado Severo tem um início bastante interessante, por sua montagem e trucagem visual atípica. No entanto, seu desfecho é tolo e mesquinho; Fechando os mini-filmes estaduais está Rabutaia, mais uma bela história de um senhor ninguém. Que, sim, encanta.

O primeiro curta a nível nacional foi o paulista O Filho Pródigo, onde se nota belos planos e enquadramentos one-point perspective. Todavia, este possui um roteiro carente de boas ideias; Linguagem, sem dúvidas, foi o filme mais comentado da noite. É deveras bem intencionado, mas o experimentalismo didático e seus argumentos pretensiosos empalidecem o conteúdo; No Tiro do Bacamarte mais parece uma reportagem, de um movimento marcante na cultura brasileira, que propriamente cinema; O paraense, No Movimento da Fé, impressiona, pois relata, com preciosismo de detalhes, todos os preparatórios para tradicional procissão dos filhos de Nazaré. O quanto a cidade se envolve, atingindo até as forças armadas; Por fim, Notícias da Rainha traz um lado mais lúdico, e aborda uma história particular, mas falha miseravelmente no orquestrar da fita. Os simbolismos não funcionam e suas cenas intimistas não prendem a plateia.

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A noite foi encerrada com um dos longas mais esperados do festival, o novo trabalho do consagrado cineastas Wes Anderson, O Grande Hotel Budapeste (EUA), como hors concours. Inédito no Brasil, teve sua estreia mundial na noite de abertura do Festival de Berlim, ainda em fevereiro. E, como era aguardado, encantou os presentes. Breve, postaremos aqui a crítica do filme, com uma analise aprofundada, mas podemos adiantar que este, como os demais títulos da carreira do diretor, possui um visual absolutamente fascinante e detém de um roteiro que conquista aos poucos, indo numa enorme crescente quase infinita. A estreia oficial é no dia 26 de junho desse ano.

Os 10 Trailers mais assistidos do ano

Se visualizações de trailer significa sucesso na bilheterias, ‘Godzilla‘ será o maior sucesso do versão norte-americano. O YouTube divulgou os vídeos mais vistos do ano até o momento, e o monstrengo da Warner Bros. saiu disparado entre os filmes.

Porém, o trailer mais visto do ano foi da quarta temporada da série sucesso ‘Game of Thrones‘.

A lista inclui trailers de filmes, programas de TV e jogos de videogame. Os filmes dominaram, e ‘Transformers: A Era da Extinção‘ marcou a lista com DOIS trailers.

Confira:

1. ‘Game of Thrones’ Season 4: Trailer #1 (GameofThrones): 22,076,856 visualizações

2. “Godzilla” — Official Main Trailer (godzillawb): 21, 564, 604 visualizações

3. “Capitão América 2: O Soldado Invernal” Trailer 2 (MARVEL): 19, 504, 118 visualizações

4. “Transformers: A Era da Extinção” Teaser Trailer (TransformersMovie): 16, 712, 076 visualizações

5. “Guardiões da Galáxia” Trailer Premiere (JimmyKimmelLive): 15, 814, 352 visualizações

6. “A Culpa é das Estrelas” Official Trailer (FoxMovies): 15, 472, 491 visualizações

7. “Malévola” Dream Trailer (DisneyMovieTrailers): 13, 300, 883 visualizações

8. “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” Official Trailer (xmenmovies): 13, 151, 215 visualizações

9. “Happy Hunting” Official Trailer (EvolveGame): 10,052, 827 visualizações

10. “Transformers: A Era da Extinção” Big Game Spot (TransformersMovie): 8, 335, 250 visualizações

Inatividade Paranormal 2

Inatividade Cerebral

Comédia é difícil. A frase é proferida por todos que a tentam.  Sucesso é relativo, o que é engraçado para mim pode não ser para você, e vice versa. Inatividade Paranormal 2 faz uso de três elementos dentro do humor: a escatologia, o humor nonsense ou besteirol e a sátira. Pertence ao subgênero dos filmes-paródia, produções que usam com mote a imitação de forma cômica de outras obras de sucesso. No caso desta série, filmes de terror recentes. Existem casos de filmes bem sucedidos dentro dos três elementos de humor usados aqui.

O que acontece é que nesses casos, os filmes acrescentam mais do que apenas estes elementos de humor. Possuem certo desenvolvimento de personagens, uma trama coerente e o mínimo interesse em ser algo mais do que apenas um amontoado de esquetes editados ao longo de 1 hora e 30 minutos com um fio quase invisível que crie sua conexão. Repito que não existe nada errado com obras que utilizem deste tipo de humor, a não ser que sejam só isso. Por anos associamos produções deste nível ao subgênero dos filmes-paródia e nos tornamos repelidos por eles.

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Mas o problema não é o subgênero e sim o que tem sido feito em seu nome. Desde Todo Mundo em Pânico, quando os Wayans entraram no jogo, a coisa começou a se tornar mais ácida, as piadas ficaram de baixo calão e o mau gosto começou a imperar. Coisa que não existia antes, se formos pensar em Corra que a Polícia Vem aí, Apertem os Cintos… e Top Gang. O filme dos Wayans fez sucesso e desde então todos acharam que esta era a fórmula a ser seguida, enterrando de vez o subgênero.

É de se espantar, no entanto, que tais filmes tenham voltado e justamente pelas mãos de um Wayans. O comediante Marlon Wayans escreve e protagoniza a série que pega o gancho deixado por Todo Mundo em Pânico, para continuar satirizando os recentes filmes de terror. O sucesso relativo do primeiro Inatividade Paranormal gerou esta sequência, que tira sarro (ou tenta) de Invocação do Mal, A Entidade e obviamente, Atividade Paranormal. Além de tudo isso, o gênero do terror é por si só obscuro e voltado a um tipo específico de público. O que acaba tirando ainda mais a abrangência destas sátiras.

Inatividade 2

Na trama, Malcolm (Wayans) se muda para outra casa ao lado de uma nova esposa e seus filhos. Mas não consegue se livrar das assombrações que o perseguem. Por incrível que pareça, o filme até começa bem, com um desempenho mais contido do protagonista. Pensei comigo mesmo, “não é possível”. E realmente não era. Logo depois, Wayans e o filme recaem em seu baixo nível costumeiro, com cenas excedidas em que o protagonista faz sexo (quase explícito), de todas as formas possíveis, com uma boneca. Ver Wayans em tais cenas, realizando tais expressões faciais, é quase a experiência de assistir a um filme pornô no cinema. E garanto que não foi para isso que vocês pagaram o ingresso.

Não poderíamos deixar de ter cenas de uso de fumo entorpecente, num filme com Wayans também. Essa virou a marca registrada do ator, que muito provavelmente é adepto do hábito na vida real. O mínimo esboço de sorriso ocorre pelo reconhecimento dos filmes apresentados e uma ou outra tirada um pouco mais esperta. Quem dera pudessem se esforçar e fazer um filme inteiro com elas. Mas Wayans não respeita a inteligência do público e faz filmes para quem se contenta com pouco. Justamente por isso, não se contentem com pouco. Não deixem que o comediante enriqueça com seu dinheiro, oferecendo quase nada em troca. Procurem preencher seu precioso tempo com filmes melhores.

Profissão de Risco

O Homem, a mala e a boneca inflável brasileira

Nossa vida útil profissional tem prazo. É assim em todas as carreiras. Com atores não é diferente. A antiga geração sai de cena para uma nova clamar seu lugar sob os holofotes. Esse é o motivo pelo qual vemos grandes atores do passado estrelando em produções verdadeiramente duvidosas. Ora, até mesmo o grande Marlon Brando (considerado um dos maiores astros de todos os tempos) bateu ponto em Loucos por Dinheiro (1998), na terceira idade. Atualmente é o veterano Robert De Niro, ainda possuindo o título de “maior ator vivo”, que parece não dar uma dentro.

Para os verdadeiros amantes da sétima arte, o ator terá para sempre o seu lugar num pedestal, devido aos trabalhos iniciais (vide Taxi Driver e Touro Indomável). Para a nova geração de entusiastas, De Niro é o tio que se mete em bomba atrás de bomba. Profissão de Risco (The Bag Man) não ajuda a modificar a imagem do monstro sagrado junto aos jovens. Se serve de consolo, podemos dizer que aqui De Niro pega um papel de coadjuvante, aparecendo somente em três cenas. Este é um filme que perfeitamente poderia ter sido lançado em vídeo e duvido da longitude de sua carreira nas telonas.

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Nesta produção B até a alma, John Cusack é o delinquente genérico, Jack. Logo na cena de abertura, o gangster Dragna (De Niro) lhe explica sua missão com pedaços de carne e legumes. Uma simples entrega se transforma num pesadelo alucinógeno, quando Jack, ferido, precisa se hospedar no quarto de número 13 de um motel de beira de estrada. Surgem em seu caminho um bizarro gerente cadeirante (vivido pelo especialista em personagens estranhos, Crispin Glover), uma prostituta, seus dois cafetões (um anão e um caolho) e policiais abusivos.

Filmes B podem ser divertidos, tudo depende da forma como você os vê. No entanto, não há como negar que Profissão de Risco (que faz uso do mesmo título em português de um bom filme de Johnny Depp) é um filme ruim. Sua estranheza não redime sua seriedade. Cusack, que começou a carreira na década de 1980 e ensaiou entrar para o primeiro time de Hollywood na década passada, também encontra-se em baixa, com lançamentos direto para vídeo. Aqui, não são apenas seu personagem e o nome que são mundanos, o ator parece ligado no automático.

Profissão de Risco 4

Porém, nada se compara com a assustadora performance robótica da brasileira Rebecca da Costa. No filme, interpretando a prostituta Rivka, nossa conterrânea entrega uma das atuações mais bizarras da sétima arte. E algo me diz que não propositalmente. A atriz faz beicinho, diz seus diálogos de forma monotônica, exala uma falta de expressão e sentimentos impressionante. Suas encaradas para o nada são o que mais chamam a atenção. O fato aproxima a atriz de uma boneca inflável ou de um manequim. Numa produção imperceptível, Rebecca chama a atenção de forma inusitada.

Profissão de Risco 3

Sabemos o quanto é ruim depreciar um profissional brasileiro batalhando por uma vaga na competitiva indústria americana. Mas não é ético deixar de apontar a atuação sem vida da recifense. Até mesmo a mexicana naturalizada brasileira, Gisele Itié, se saiu muito melhor em Os Mercenários (2010), de Sylvester Stallone. Mesmo sem a obra exigir tanto dela. De Niro é o melhor em cena, com um personagem mais chamativo, que fisicamente lembra uma mistura do apresentador Larry King com o personagem Brick Top (Alan Ford), do filme Snatch – Porcos e Diamantes (2000). Evite esta exibição pouco inspirada do Supercine.

Jackie

(Jackie)

 

Elenco:

Holly Hunter, Clarice van Houten, Jelka van Houten.

Direção: Antoinette Beumer

Gênero:  Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Cafco Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:

24 de Abril de 2014

Sinopse:

Num road movie, as irmãs gêmeas holandesas criadas por pais gays, Sofie, ambiciosa executiva, e Daan, dona de casa voltada para a família, viajam para o sudoeste americano em busca da mãe biológica que elas nunca conheceram— Jackie. Em companhia da mãe, irão atravessar o deserto do Novo México, numa surpreendente viagem que poderá redefinir o significado de “família” para todas elas.

Curiosidades:

» O longa da cineasta Antoinette Beumer, Jackie, estreia dia 24 de abril em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. O filme recebeu o prêmio do público de melhor filme no Festival Internacional de Cinema Feminino de Dortmund – Alemanha, e participou do Festival Internacional de Toronto em 2012 e da 37° Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Yves Saint Laurent

(Yves Saint Laurent)

 

Elenco:

Pierre Niney, Guillaume Gallienne, Charlotte Le Bon, Nikolai Kinski.

Direção: Jalil Lespert

Gênero:  Drama/ Biografia

Duração: 106 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:

24 de Abril de 2014

Sinopse:

Paris, 1957. Com apenas 21 anos, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) é chamado para se encarregar do futuro da prestigiosa grife de alta costura fundada por Christian Dior, falecido recentemente. Depois de seu primeiro desfile triunfal, ele vai conhecer Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) e este encontro irá abalar sua vida. Amantes e parceiros de trabalho, os dois se associam a fim de criar a grife Yves Saint Laurent. Apesar de suas obsessões e demônios interiores, Saint Laurent vai revolucionar o mundo da moda com sua abordagem moderna e iconoclasta.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

7 Caixas

(7 Cajas)

 

Elenco:

Celso Franco, Lali González, Nico García, Víctor Sosa, Paletita.

Direção: Juan Carlos Maneglia e Tana Schembori

Gênero:  Suspense

Duração: 105 min.

Distribuidora: Tucumán Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:

24 de Abril de 2014

Sinopse:

Víctor é um carregador de 17 anos que trabalha no Mercado Municipal de Assunção. Depois de perder um cliente para outro carregador que se adiantou, ele recebe uma proposta incomum: transportar 7 caixas em troca de uma nota rasgada de 100 dólares. A mercadoria misteriosa provoca uma perseguição sombria pelos corredores do mercado.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 03

“NO EPISÓDIO DE HOJE, APRENDEMOS…”

 

Se He-Man aparecesse no final deste 3º ep. de Game Of Thrones – GoT, provavelmente diria: “no episódio de hoje, aprendemos que você sairá perdendo se for inocente, mas se não tiver nenhuma virtude, também vai pra terra dos pés-juntos”. Ou algo assim… Fato, este ep. pode ser lido como uma resposta à pergunta (ligeiramente adaptada) feita por Tywin Lannister (Charles Dance) para seu neto Tommen Baratheon (Callum Wharry): “em um mundo injusto e violento, qual virtude deve ser cultivada?”

 

Primeiro, descobrimos que Dontos Hollard (Tony Way), ex-cavaleiro e bobo da corte, enganou Sansa (Sophie Turner). No primeiro ep., ele lhe entregou um colar, supostamente de sua mãe, como agradecimento por tê-lo salvo a vida, em temporadas passadas. Foi diálogo emocionante. Tudo mentira. Dontos estava à mando de Petyr Baelish (Aidan Gillen), que o mata neste 3º ep. E, bancando o He-Man, Baelish ensina para Sansa que não se pode confiar em ninguém, exceto nele! Sansa ainda é muito inocente, e Compadre Washington nos ensinou que inocentes não sabem de nada.

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Pouco depois, estamos diante do corpo de Joffrey sendo velado por Cersei (Lena Headey) e seu filho Tommen. Tywin entra anunciando que Tommen será o próximo rei, e questiona-o sobre qual a virtude que um rei deve ter. Não é a santidade, não é a justiça, nem a força, mas a sabedoria. Não se pode ser inocente, deve-se buscar a sabedoria. Mais isso ainda diz pouco…

Mais adiante, vemos Arya (Maissie Williams) e o Sandor (Rory McCann) em uma parada técnica. Enquanto recolhiam água, um senhor questiona o que ambos fazem em suas terras. Sandor é ríspido, mas logo é interrompido por Arya, que inventa que ele é seu pai e que se feriu durante a guerra. Ao fingir que lutaram pela Casa dos Tully, o senhor da terra oferece abrigo e comida. Durante o jantar, ele propõe trabalho a Sandor. Na cena seguinte, Arya acorda com gritos e vê Sandor agredindo o senhor da terra e roubando sua prata. Arya diz que aquele era um bom homem e não merecia isso. Sandor diz que se trata de um velho que morrerá no inverno e mortos não precisam de prata. Arya o acusa de ser mal. Sandor diz que há outros muito piores. A lição: o mundo é violento, e ser bom demais dá merda!

Ned Stark (Sean Bean) foi um dos mais justos de Westeros. Conciliador, ponderado, sábio, honesto, honrado. Votaríamos nele para presidente. Morreu decapitado. Confrontado com as palavras do Cão, a conclusão é de que os bons sentimentos não tem lugar em mundo. A sequência na qual os selvagens dizimam um pequeno lugarejo, próximo do final do 3º ep., é a figuração desse mundo injusto e violento. Contudo, R. R. Martin não parece ser um cético.

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Tyrion (Peter Dinklage) está preso e recebe a visita de Podrick (Daniel Portman). Este lhe fala sobre proposta que recebeu para testemunhar contra ele no caso da morte de Joffrey. Mas, Podrick recusou. Sabendo dos riscos que isto representa, Tyrion ordena que Podrick aceite a proposta. Ele se recusa. Tyrion fala para que ele fuja.

Ao mandar que Podrick minta, Tyrion revela a quão obscura e profunda a justiça pode ser. Nossos pais nos ensinaram que mentir é feio, e a vida que mentira é necessária. Caso Podrick falasse a verdade, manteria sua lealdade e acabaria morto. Se mentisse, salvaria sua pele e trairia Tyrion. Este, quando ordena que ele aceite mentir, está sendo realista, percebendo que é a única forma de Podrick sobreviver. Assim, Tyrion honra toda a lealdade que o jovem teve consigo.

É um senso de justiça sofisticado, que foge do abstrato. A justiça apenas pode ser entendida quando em confronto com a brutalidade do mundo. E, mesmo sendo um ato justo, quase sempre comportará uma grande dose de perversidade.

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E nesse cruzamento de Um Teoria da Justiça, He-Man e Compadre Washington, podemos costurar uma chave para entender GoT. Em um mundo injusto e violento, bons sentimentos e inocência não tem espaço, mas a maldade em estado puro não é garantia (vejam o Joffrey). Apenas com um sábio equilíbrio entre vícios e justiça a sobrevivência é viável.

E quando se fala em justiça, sempre me pergunta: Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) é sincera, ou ela teria espaço em Brasília? Embora sua estratégia para convencer os escravos de Meereen tenha sido ótima, sinceramente, ela vem me soando cada vez mais demagoga…

Mas falemos que coisas sérias. Vamos falar das orgias Oberyn Martell (Pedro Pascal). Podem não ser as maiores, mas são as mais instrutivas. No ep. de hoje, ele nos ensinou as vantagens da bissexualidade. O que He-Man diria?

Pelo Malo

“Eu não te amo.” “Eu também tão pouco.” Ouvir esse pequeno diálogo já causaria certo espanto de qualquer pessoa que preza pelo carinho, pelo amor. Saber que isso é fruto de uma discussão entre uma mãe e seu filho causa espanto, causa dor. Vem da terra de Hugo Chaves um dos filmes mais impactantes dos últimos tempos quando pensamos em relações familiares, Pelo Malo. Dirigido pela cineasta Mariana Rondón, o longa-metragem venezuelano é uma excursão rumo ao mundo dos sonhos daqueles que possuem uma realidade dura, cheia de preconceitos. Nesse caso, o sonhar é viver.

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Na trama conhecemos Junior e Marta, filho e mãe que nunca se entenderam. Junior tem nove anos e acha que tem cabelo ruim, e por isso quer alisá-lo para sua foto no álbum de formatura principalmente para ficar parecido com um cantor famoso. O problema é que isso gera mais conflitos com sua mãe, uma mulher sofrida que sofre por angústias e atos do passado. Quanto mais Junior tenta melhorar o visual pelo amor da mãe mais ela o rejeita. Até que a criança é forçada a tomar uma decisão extremamente dolorosa.

Olhando da sacada do conjunto habitacional onde mora, Junior observa os vizinhos, brinca com sua realidade e sonha. O jovem tem um inusitado desejo de se tornar um cantor de músicas dançantes e de cabelo liso. Seus lapsos de alegria ocorrem quando encontra sua vizinha e quando visita sua avó: alisando o cabelo, cantando e dançando ao melhor estilo Simonal. O olhar do menino para sua mãe é um olhar de medo, apreensão, em busca sempre de qualquer tipo de aprovação.

A mãe é uma figura importante na trama. Desiludida com a vida que leva, recém-desempregada, viúva, parece muitas vezes descontar todas suas angústias em seu filho mais velho. Ela possui um grande preconceito para com esse filho (pensa que o menino tem tendências homossexuais), e ao mesmo tempo que tenta combater esse sentimento, se sente culpada por não poder ser uma figura materna mais presente na vida dele. A atriz Samantha Castillo está espetacular neste papel, passa uma frieza absurda e deixa o público com o sentimento dividido de raiva e pena.

Andando pelas tumultuadas ruas de Caracas, mãe e filho tentam buscar uma solução para essa relação tão instável. A morte de um sonho, dá um ponto final emblemático e chocante a essa história, deixando apenas os créditos finais dizerem, com uma espécie de final alternativo, o quanto crua e fria pode ser uma relação entre mãe e filho.

É o Fim

(This is the End)

 

Elenco:

Seth Rogen, Jonah Hill, James Franco, Emma Watson, RihannaJason SegelJay Baruchel, Danny McBride, Aziz Ansari, David Krumholtz, Martin Starr, Mindy Kaling, Craig Robinson, Matt Walsh, Evan Goldberg.

Direção: Evan Goldberg e Seth Rogen

Gênero: Comédia

Duração: 107 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 32 milhões

Estreia: 11 de Outubro de 2013

Sinopse:

A comédia É O FIM (This Is The End) acompanha seis amigos presos em uma casa após uma série de eventos estranhos e catastróficos devastarem Los Angeles. Enquanto o mundo entra em colapso do lado de fora da casa, os suprimentos estão acabando e os ânimos ameaçam acabar com a amizade deles. Eventualmente, eles são forçados a sair da casa, encarando seu destino e o verdadeiro significado de amizade e redenção.

Curiosidades:

»Inicialmente intitulado ‘The Apocalypse‘, depois ‘The End of the World‘.

» Trata-se do filme de estreia na direção de Seth Rogen e Evan Goldberg (roteiristas de ‘Superbad – É Hoje’).

» Daniel Radcliffe chegou a negociar para o elenco.

 

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Divergente

Divergente não diverge muito do que é visto no subgênero

Podem imaginar a disposição dos críticos de cinema adultos ao receberem a notícia de que terão que encarar mais um filme baseado em um livro de ficção e aventura juvenil. Para ser justo e não dizer que isso é tudo o que é feito atualmente na meca do cinema, podemos afirmar também um certo desgaste nas refilmagens e adaptações de quadrinhos de super-heróis. É claro também que nada disso importa se as obras forem de fato boas. Afinal ninguém reclama da fonte de um bom exemplar cinematográfico, só dos ruins.

E o problema é justamente esse. Temos muitos exemplares ruins do subgênero. Ao ponto de perdermos a conta. Desde que Harry Potter deu (muito) certo, Hollywood despertou para a coisa e terminou por encorajar todo tipo de escritor. Daí vieram Crepúsculo e Jogos Vorazes, de qualidades variadas, mas sucesso inquestionável. E quem não quer garantir seus milhões. Sem dúvidas Dezesseis Luas, A Hospedeira, Percy Jackson, A Bússola de Ouro, Os Instrumentos Mortais e outros tentaram.

Agora chega a vez de Divergente, ficção infanto-juvenil da escritora Veronica Roth (por si só uma jovem de 25 anos). É claro que a “menina autora” bebe na fonte de Harry Potter (a seleção de qual casa você irá ficar), Jogos Vorazes (treinamentos e combates intensos para o público mais novo) e infelizmente de A Hospedeira e Os Instrumentos Mortais também (com uma protagonista que é a predestinada). A bola da vez é Tris, personagem da bela e talentosa Shailene Woodley.

Woodley marcou presença provando que é boa atriz em obras como Os Descendentes (2011, indicado ao Oscar de Melhor Filme) e The Spectacuar Now (2013, romance superelogiado saído de Sundance e ainda inédito no Brasil). A carreira da menina tem tudo para decolar e aqui ela investe numa superprodução mirada ao público jovem para se tornar uma estrela. No texto de Roth, o mundo do futuro é dividido por facções trabalhistas, definidas por suas aptidões.

Ao completar certa idade, os jovens perante um conselho, escolhem suas facções. Para isso colocam o chapéu selet… ops, digo, cortam a mão e deixam uma gota de sangue cair na vasilha do grupamento específico. Os pais de Tris são altruístas importantes e influentes. Tal classe é a regente deste mundo futurístico. Seu trabalho consiste em ajudar os pobres, algo mais caridoso impossível. Porém, ao contrário do que esperam seus pais (vividos por Tony Goldwin e Ashley Judd), a pequena Tris tem aspirações maiores e sonha com os audaciosos – membros de uma força de elite designada para proteger todos nesta sociedade.

E para isso, essa tropa de elite do futuro possui um treinamento puxado o bastante, e que faria orgulhoso o Capitão Nascimento, ou seu primo do futuro, RoboCop. Mas espera, as coisas não param por aí. Acontece que em uma pré-seleção, a protagonista se descobre uma Divergente – nome dado àqueles cujo teste é inconclusivo. O segredo é mantido entre ela e Tori, a tatuadora/membro do governo que realiza o teste!?, vivida por Maggie Q. É claro também que o segredo não ficará mantido por muito tempo, e a severa Jeanine (Kate Winslet) está sempre a um passo da verdade.

Brincadeiras à parte, Divergente possui seus méritos. E o maior deles é manter interessante e de forma bem explicada todos esses elementos citados nessa descrição, que soam muito mais complicados na minha sinopse do que no desenvolvimento do filme em si. Parte disso se deve ao diretor Neil Burger, cineasta especialista em esmiuçar tramas complexas, vide O Ilusionista (2006) e Sem Limites (2011). Os atores se saem bem e Shailene Woodley tem carisma suficiente para se tornar uma estrela. Seu par no filme, o misterioso Quatro (Theo James), apesar do visual de galã, desempenha bem sua faceta dura.

Uma curiosidade quanto ao elenco é que neste filme Woodley atua ao lado de dois pares românticos seus de outros projetos – e em personagens bem opostos. Do citado The Spectacular Now, Miles Teller vive Peter aqui, o antagonista e principal rival da menina. E Ansel Elgort, que aqui é Caleb – o irmão da protagonista, vive seu par amoroso no ainda inédito A Culpa é das Estrelas. Apesar de manter um bom ritmo até um pouco mais de sua metade, Divergente descarrila em seu terceiro ato totalmente. O filme causa um efeito totalmente contrário de seu “primo” Jogos Vorazes, no qual o desfecho do segundo episódio nos deixou aguando pelo próximo.

O terceiro ato de Divergente é tão corrido, que sinceramente não nos importamos muito com o que virá a seguir. E aparentemente não parece bom. Isso vindo de um filme que teve 139 minutos para se desenvolver. Talvez a culpa seja mesmo da estrutura do texto original. Seja como for, é válido recomendar Divergente. O filme não é o desastre que aparentava, o que para muitos pode ser um alívio. Se para mais nada, é válido para ver a Oscarizada Kate Winslet (mesmo que numa ponta bem pequena) tentando esconder sua barriga de grávida com o figurino e em quase todas as cenas com uma pasta na frente do corpo.

Júlio Sumiu

(Júlio Sumiu)

 

Elenco:
Lília Cabral, Fiuk, Carolina Dieckmann, Augusto Madeira.

Direção: Roberto Berliner

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Abril de 2014

Sinopse:
Edna (Lília Cabral) acorda no meio da noite e se desespera ao saber que seu caçula Julio desapareceu sem deixar vestígios. Preocupada com a falta de ação da polícia, ela sobe o morro para conversar com o traficante Tião Demônio (Leandro Firmino), que estaria mantendo seu filho refém. No meio de um tiroteio, Edna se vê obrigada a levar para casa sacolas cheias de drogas. Com a ajuda de Sílvio (Fiuk), o filho mais velho, ela transforma o apartamento em uma “boca” para pagar o resgate de Julio. Em meio a muitas confusões e reviravoltas, uma dona de casa conservadora muda sua vida e seus princípios tentando salvar a família.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Samuel L. Jackson deve retornar em ‘Duro de Matar 6’

O Latino Review revelou que Samuel L. Jackson está em negociações com a 20th Century Fox para retornar como Zeus Carver no sexto ‘Duro de Matar‘.

Carver é um lojista impetuoso que acompanhou John McClane através de sua missão em ‘Duro de Matar 3’. Sua ingenuidade ajuda McClane e os dois desenvolvem um relacionamento de amor e ódio da amizade, principalmente porque ele e McClane têm muito em comum.

Ben Trebilcook (‘Knockout’) roteiriza. O novo filme começará em Nova York, e levará o protagonista John McClane (Bruce Willis) para Tóquio.

“Sem revelar muito, eu posso dizer que McClane é convidado à Tóquio pela Corporação Nakatomi para ser homenageado por sua bravura e esforços em salvar 36 vidas, em celebração ao 30º aniversário da liberação dos reféns do prédio Naktatomi, do primeiro Duro de Matar… McClane começou por conta própria e deve terminar por conta própria. É claro que ele terá um parceiro, mas não será nada parecido com Máquina Mortífera ou os filmes de Jackie Chan”, afirmou Trebilcook.

“McClane é um pistoleiro. Um cowboy agora aposentado, desgastado, cansado e quebrado. Tudo o que ele passou tem que ser levado em conta. Ele não é invencível. Ele nunca foi um James Bond. Isso é o que era tão atraente para mim com o personagem de Bruce. Ele se machuca. Vejo o primeiro como um drama com elementos de ação. Levou o seu tempo para criar a história e revelar grandes personagens”, continua.

“Vou ser fiel à franquia e aos personagens, e respeitar a evolução da franquia. Estou trabalhando em uma história plausível”, conclui.

Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer‘ (A Good Day to Die Hard) custou US$ 92 milhões e arrecadou US$ 67,2 milhões nos EUA. Mundialmente, foi melhor: US$ 302,4 milhões.

No quinto filme, Bruce Willis volta a entrar na pele do policial John McClane e viaja até Moscou, para uma missão internacional. Nesse filme, Jack (Jai Courtney), filho de John, é apresentado e parece ser tão durão quanto o pai. Com um relacionamento complicado, John e Jack terão que trabalhar juntos para se manter vivos… e para evitar que uma parte sombria de Moscou consiga controlar armas nucleares.

Não há previsão de estreia para  ‘Duro de Matar 6‘.