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Trapaça (1)

Depois de sucessos como O Lado Bom da Vida e O Vencedor, o badalado diretor norte-americano David O. Russell resolve inovar em seu novo projeto criando uma atmosfera cômica em um cenário ambientado na estilosa década de 70. Trapaça é uma doida mistura narrativa, projetada com alicerces em cima de um ótimo roteiro, aliada a excelentes personagens muito bem executados pela maioria dos astros de Hollywood que parecem em cena. Mas nem tudo são flores, por mais marcantes e exuberantes que algumas sequências podem parecer, o filme cai em um senso comum estranho, esquecendo de colocar a cereja no bolo.

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Na trama, acompanhamos a trajetória de Irving Rosenfeld (Christian Bale), um especialista na arte das malandragens e transações duvidosas. Amante de Jazz, com seu chamativo barrigão e adepto da peruca contra a calvice precoce, vive empreendendo criminosamente pelas ruas de sua cidade. Certo dia, durante uma festa, conhece o amor de sua vida, a bela ruiva Sydney Prosser (Amy Adams) e juntos são procurados pelo FBI para ajudar na prisão de diversos políticos e figuras importantes da alta sociedade norte-americana. O plano, que é o passaporte de fuga da prisão para eles, corria perfeitamente bem até a chegada da mulher de Irving, Rosalyn Rosenfeld (Jennifer Lawrence) que arruma uma confusão após outra.

Esse é um daqueles trabalhos que podemos dizer ter um certo charme. O décimo primeiro trabalho de Russell como diretor (entre curtas e longas), concorrente ao Oscar de Melhor Filme neste ano), começa com uma saudosa história de amor entre dois seres humanos requintados que se tornam uma dupla infalível na malandragem profissional. A virada no roteiro acontece quando os personagens deixam de ser superficiais e somos jogados, em meio a uma trama policial, em um triângulo (quase quadrado) amoroso recheado de cenas engraçadas mas nem tão marcantes.

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David O. Russell teve um leque de bons artistas para comandar seu show. Ousando com todo seu charme à flor da pele e vestindo roupas milimetricamente decotadas, Amy Adams cumpre muito bem sua missão no filme. Jennifer Lawrence, a atual queridinha de Hollywood, aparece na segunda metade da história e se destaca em um papel diferente de tudo que já fez na carreira. Christian Bale, que interpreta o protagonista, é o responsável pelas cenas mais cômicas ao longo da fita, méritos desse excelente ator. Jeremy Renner, faz uma breve ponta mas também se destaca. O ponto negativo em torno das atuações gira em torno de Bradley Cooper e seu Richie DiMaso. Exagerado, quase descontrolado, possui sequências de loucura extrema que não passa um pingo de verdade.

Indicado a muitos Oscars neste ano, Trapaça é um pipocão Cult inteligente que vai agradar parte do público. A genialidade dos diálogos, ponto mais positivo do projeto, transformam esse roteiro em um dos mais criativos e bem elaborados desta temporada. Mesmo com um personagem destoando do restante do elenco, o filme não deixa de ser um prato cheio para nós cinéfilos de carteirinha mesmo que ao final do filme você também perceba que faltou alguma coisa, ou que comeram a cereja do bolo antes do tempo.

Quando Eu Era Vivo

(Quando Eu Era Vivo)

 

Elenco:

Sandy, Antônio Fagundes, Marat Descartes, Gilda Nomacce, Helena Albergaria,Eduardo Gomes, Kiko Bertholini, Lilian Blanc, Lourenço Mutarelli, Tuna Dwek.

Direção: Marco Dutra

Gênero: Drama

Duração: 105 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 31 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Após o fim do casamento e a perda do emprego, Júnior (Marat Descartes) retorna à casa do pai (Antonio Fagundes). Mas esta não é mais a casa de sua infância. Seu quarto agora é habitado pela jovem inquilina Bruna (Sandy Leah) e todo o ambiente lhe parece inóspito e opressor. No quartinho dos fundos, Júnior encontra objetos estranhos que pertenciam à sua mãe, incluindo uma misteriosa mensagem criptografada. Certo de que a compreensão da mensagem é a chave para entender melhor seu passado e seu presente, Júnior desenvolve uma obsessão pela história da família, ao mesmo tempo em que acontecimentos sombrios passam a fazer parte da rotina da casa.

Curiosidades:

» O longa é baseado no livro ‘A Arte de Produzir Efeito Sem Causa‘, de Lourenço Mutarelli.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

47 Ronins (2)

O Último Samurai Branco

A cultura japonesa dominou Hollywood em 2013. O subgênero dos monstros gigantes Kaiju nunca esteve tão bem representado quanto em Círculo de Fogo, de Guillermo del Toro. E até mesmo um herói da Marvel viajou para a terra do sol nascente e imergiu na cultura nipônica, em Wolverine – Imortal, o primeiro filme de super-herói de Hollywood falado em outra língua (não americana) por grande parte de sua projeção. Agora, é a vez de Keanu Reeves usar seu status de astro para promover a milenar cultura japonesa para uma grande audiência (ou pelo menos tentar).

Reeves conquistou o mundo com a série Matrix (1999, 2003), e por causa dela entrou no patamar dos grandes astros de Hollywood. No entanto, o ator não aparecia numa grande produção desde a recepção fria que o remake de O Dia em que a Terra Parou (2008) teve com os críticos e o público. Desde então o ator participou apenas de três produções independentes, que passaram basicamente em branco: A Vida Íntima de Pippa Lee (2009), A Ocasião faz o Ladrão (2010) e Sem Destino (2012). 47 Ronins era planejado como a grande volta do astro ao topo. A coisa não aconteceu bem assim.

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A produção problemática sofreu diversos atrasos em seu lançamento. Durante muito tempo, pouco se sabia além do anúncio de que o filme existia e de uma foto que figurava na rede de Reeves com parte do elenco nipônico. Devido à interferência do estúdio Universal, o filme sofreu várias mudanças no roteiro durante as filmagens, além de uma radical reestruturação já na fase de pós-produção. Entre as mais significativas, um personagem de grande importância na trama terminou cortado e com uma participação muda. Casos assim não são inéditos e quase sempre resultam no que vemos nas telas.

Ao contrário do igualmente conturbado Guerra Mundial Z, que deu a volta por cima conseguindo lucro após um orçamento inflado por problemas, 47 Ronins se tornou um dos maiores fiascos recentes da Universal em seu lançamento no fim do ano passado (sem exibição para a imprensa americana). A trama baseada em fatos reais dos 47 guerreiros sem mestre, que buscam vingança por sua morte, já foi levada ao cinema anteriormente em pelo menos outras seis produções. Essa é a primeira versão americana, transformada em um blockbuster recheado de efeitos.

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No filme Keanu Reeves é Kai, um garoto mestiço criado por um clã de samurais e por eles treinado em sua arte, na época do Japão feudal. O sujeito nunca é totalmente aceito por alguns integrantes devido a sua raça, mas desperta o interesse amoroso da filha do idoso líder do clã. Durante uma exibição para o Imperador, o treinamento de Kai já adulto é descoberto. Após um incidente, o líder do país ordena o Seppuku (técnica de suicídio) do chefe do clã por acreditar que este caiu em desgraça. Dessa forma, Kira (Tadanobu Asano), o vilão da obra, assume o poder guiado pela feiticeira maligna interpretada pela bela indicada ao Oscar Rinko Kikuchi (Babel).

O que aparenta é que 47 Ronins era um filme de samurais para ser levado a sério. Feito nos padrões de épicos como O Último Samurai (2003) e 13 Assassinos (2010). Talvez os executivos do estúdio tenham mudado bruscamente a proposta para ressoar mais próximo ao público jovem, dessa forma os elementos de fantasia foram introduzidos. Assim temos ogros em duelos, armaduras de samurais gigantes e vivas, bruxas, bestas colossais na floresta e monges mutantes ultra velozes. Nada contra o fato, já que superstição deste tipo está entranhada na cultura japonesa.

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O que causa estranhamento (para alguns) é esta mescla. Por um lado temos a história real de um importante fato cultural muito respeitado e levado a sério. E por outro temos o confronto final entre Reeves e a bruxa transformada em um dragão que parece ter saído diretamente de um vídeo game. Apesar disto, eu digo que existe bastante material aqui para satisfazer os dois lados da moeda. Existe inclusive mais seriedade e empenho em entregar um entretenimento que respeite seu histórico, do que efeitos e uma tendência pela fantasia.

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A trama (ou seu retalho) pode ser considerada simplista, mas ao menos não é tão incompetente e cheia de furos no roteiro quanto a de Frankenstein – Entre Anjos e Demônios (outro blockbuster recente feito nos mesmos moldes para o mesmo público). As cenas são violentas, mas não existe sangue por causa da censura. Mesmo assim o filme consegue ser muito menos visceral do que Wolverine – Imortal.

O visual é fantástico e o estreante Carl Rinsch (vindo de curtas) faz um bom trabalho levando em conta todas as dificuldades que enfrentou (fortes o suficiente para encerrar carreiras mal começadas). Para os que procuram entretenimento não muito profundo, porém acima do descartável, a produção é recomendada. Assim como em Vigaristas (2009), a presença da ótima Rinko Kikuchi é o que mais chama a atenção, mesmo tendo pouco tempo em cena como a bruxa que não tem nome e faz uso de um penteado a la Amy Winehouse.

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Adaptação de antiga lenda japonesa, estrelada por Keanu Reeves, tem boas cenas de ação e belos efeitos visuais, mas possui uma trama tola e didática.

Para fazer o agente Neo, em Matrix, filme que foi o divisor de águas da ficção cientifica contemporânea, Keanu Reeves teve que passar por um extenso treinamento físico e espiritual. Se aprofundando bastante em conceitos orientais e, principalmente, nas artes marciais, do qual ficou completamente encantado, dirigindo, mais tarde, seu primeiro longa-metragem, Man of Tai Chi, também sobre o subgênero referido. E, apesar de já ter sido considerado um dos maiores astros de Hollywood, Reeves, há um bom tempo, não figurava grandes produções. Pois, como é sabido, desde O Dia em que a Terra Parou, ele não dava as caras nos cinemas brasileiros.

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Mas eis que, seis anos depois, é enfim lançado pelos americanos a lendária história japonesa dos 47 Ronins – homens que sacrificaram suas vidas em troca da honra eterna. Friso que esta é a primeira adaptação nas terras do Tio Sam, pois já foram feitas várias outras como A Vingança dos 47 RoninChûshinguraOs VingadoresAkô-jô DanzetsuShijûshichinin no Shikaku e Saigo no Chûshingura. Entretanto, esta foi a única com um orçamento espantoso de produção, algo que gira em torno de 170 milhões de dólares, e que, mesmo antes de ser lançado, deixou os investidores da Universal com um pé atrás.

Pois bem, dirigido pelo também estreante Carl Rinsch – algo deveras atípico, colocar um novato num troço com enormes pretensões lucrativas – e roteirizado pela dupla Chris Morgan (Velozes e Furiosos) e Hossein Amini (Drive), 47 Ronins começa com uma rápida introdução sobre o universo que lá será explanado – artificio narrativo muitíssimo explorado em contos épicos como, por exemplo, O Senhor dos Anéis. A ideia, em principio, mostra-se bem ordinária, nada que não tenhamos visto antes: lutas de samurais, romances proibidos, inveja e guerra entre clãs.

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A fita começa a despertar interesse com a presença de Kai (Reeves), um mestiço que, desde garoto, vive em Ako sob a proteção do lorde Asano (Min Tanaka). Kai é apaixonado pela bela Mika (Ko Shibasaki), filha de Asano, mas sabe que seu amor é impossível, e fica mais ainda com a visita do shogun Tsunayoshi (Cary-Hiroyuki Tagawa), que leva consigo o lorde Kira (Tadanobu Asano), que, por assim, é aliado de uma perversa feiticeira, vivida por Rinko Kikuchi (a Mako Mori de Círculo de Fogo). Juntos eles bolam um plano para tomar Ako e causar a desgraça do guardião Ôishi (Hiroyuki Sanada).

Como é notado, o conto possui uma trama bem ramificada e traz como background a estranha, mas fascinante cultura oriental; e somada a já citada alegórica produção, Carl Rinsch teve em mãos tudo que era preciso pra fazer um blockbuster épico, do ponto vista artístico, em relação a vertente nipônica. Porém, mesmo com todas essas ferramentas a seu dispor, o cineasta realizou um trabalho de direção que facilmente pode ser rotulado como pedestre. Além de possuir uma estrutura fílmica extremamente formulaica, sua construção narrativa é irritantemente didática e, em muitas tomadas, beira o ridículo. Ora pelos diálogos tolos e as caras bocas dos atores, ora pelos constantes flashbacks que, praticamente, chamam o público de idiota.

O longa tem lá seus bons momentos, principalmente em aspectos mais técnicos. As coreografias de luta são precisas, principalmente Keanu Reeves que exibe a mesma pujança de outrora nas cenas de batalha. A direção de arte e figurino se atêm a pequenos detalhes, com Rinsch podendo se dar ao luxo de filmar planos mais abertos, e mesmo que muito utilize de elementos gráficos, as locações e cenários encantam e impressionam por sua beleza. A fotografia de John Mathieson (X-Men: Primeira Classe) também tem papel fundamental para este efeito, pois confere uma plástica cristalina e emula com eficiência o sol japonês. Já a trilha sonora, assinada por Ilan Eshkeri (Kick-Ass – Quebrando Tudo), é genérica e quase passa despercebida.

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Contudo, triste mesmo é constatar que o filme possui um apelo assumidamente escapista, tendo a simples função de entreter e ser esquecido em pouco tempo. Digo isso por enxergar grande potencial dramático nesse rico e belíssimo conto, que acaba tornando-se um irmão mais novo da franquia Fúria de Titãs, que, por assim dizer, também jogou fora a oportunidade de se aprofundar numa das mitologias mais fascinantes da história. Ambas as produções preocupam-se mais com a qualidade do papel e acabamento da capa, que, propriamente, o conteúdo do livro – lugar comum na indústria hollywoodiana.

Fruitvale Station: A Última Parada

Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta californiano Ryan Coogler surpreende o mundo do cinema com um poderoso drama baseado em fatos reais que gera indignação e calafrios do início ao fim. Fruitvale Station: A Última Parada é aquele tipo de filme que faz o espectador não conseguir desgrudar os olhos da telona. A impactante trama não deixa de ser uma bandeira contra a violência policial e o despreparo da segurança, que ainda ocorre em muitas grandes cidades ao redor do planeta.

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O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, conta a história de Oscar, um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família serão protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

Fruitvale Station: A Última Parada é um filme independente. Partindo desse ponto, já sabemos que a força cênica precisa funcionar, exatamente para conseguir criar toda a atmosfera de sofrimento que a trama pede. A vencedora do Oscar, Octavia Spencer, domina o filme com sua sofrida, controlada e bastante racional personagem. Aos olhos dessa mãe em desespero por dentro mas controlada por fora, o público se sente, cada minuto que passa, mais próximo desta trágica história.

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O projeto como um todo, pode ser visto como uma grande crítica às injustiças do destino, ao despreparo de policiais e ao preconceito que ainda cisma em sobreviver nesse mundo. Ao causar indignação do público, ou para todos que não conheciam essa história, o diretor consegue que a mensagem seja passada de forma muito objetiva nas telonas. Fruitvale Station: A Última Parada é um filme que pode e deve ser usado em salas de aula, principalmente em disciplinas ligadas à sociologia e direito. Essa é, sem dúvidas, uma fita que todo cinéfilo precisa conferir.

As Bem Armadas

(The Heat)

 

Elenco:

Sandra Bullock, Melissa McCarthy, Andy Buckley, Bill Burr, Demián Bichir, Joey McIntyre, Kaitlin Olson, Michael McDonald, Michael Rapaport, Nathan Corddry.

Direção: Paul Feig

Gênero: Comédia, Ação

Duração: 117 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 43 milhões

Estreia:
20 de Setembro de 2013

Sinopse:

Na comédia As Bem Armadas, Sandra Bullock é a agente especial do FBI, Sarah Ashburn, extremamente metódica, conhecida por primar pela excelência – e pela arrogância. Mas Sarah se vê em um pesadelo quando encontra seu oposto, a policial de Boston, Shannon Mullins, interpretada por Melissa McCarthy, uma mulher desbocada e de pavio-curto. Nenhuma das duas jamais teve uma parceira antes, ou uma amiga. Então quando essas duas pessoas incompatíveis são obrigadas a trabalhar juntas para derrubar um chefão do tráfico, elas percebem que além do crime, elas estão lutando uma contra a outra.

Curiosidades:

» Do diretor de ‘Missão Madrinha de Casamento‘, Paul Feig.

» Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky (‘Professora Sem Classe’) roteirizam.

Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

 

O Conselheiro do Crime

(The Counselor)

 

Elenco:

Michael Fassbender, Brad Pitt, Javier Bardem, Penelope Cruz, Cameron Diaz, Emma Rigby, Dean Norris, John Leguizamo, Rosie Perez, Goran Visnjic.

Direção: Ridley Scott

Gênero: Suspense

Duração: 117 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Outubro de 2013

Sinopse:

Em O Conselheiro do Crime, um advogado (Fassbender) se une ao traficante Reiner (Javier Bardem) para vender uma carga de US$20 milhões em cocaína, mas claro que a trama sai do controle e o advogado se envolve em uma história de mortes e traições.

 

Curiosidades:

» Cormac McCarthy, autor de ‘Onde os Fracos não Têm Vez‘ e ‘A Estrada‘, roteiriza.

» Angelina Jolie (‘Malévola’) chegou a ser cotada para o projeto, mas não assinou contrato.

» Cruz e Bardem são casados na vida real, e já trabalharam juntos em ‘Vicky Cristina Barcelona‘.

» Natalie Portman e Jeremy Renner foram cotados para atuar no projeto.


Crítica:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos: 

Tá Chovendo Hambúrguer 2

(Cloudy 2: Revenge of the Leftovers)

 

Elenco: 

Vozes de: Anna Faris, Bruce Campbell, Bill Hader, James Caan, Andy Samberg, Mr. T, Tracy Morgan.

Direção: Cody Cameron e Kris Pearn

Gênero: Animação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 4 de Outubro de 2013

Sinopse:

 Tá Chovendo Hamburger 2‘ começa onde ‘Tá Chovendo Hamburger‘ termina. A genialidade do inventor Flint Lockwood está finalmente sendo reconhecida quando ele é convidado pelo seu ídolo Chester V (Will Forte de Saturday Night Live) para unir-se ao
The Live Corp Company, onde os melhores e mais brilhantes inventores do mundo criam tecnologias para o aperfeiçoamento da
humanidade. O braço direito de Chester – e uma de suas melhores invenções – é Barb (Kristen Schaal de Toy Story 3 e 30 Rock), uma orangotango super desenvolvida com um cérebro humano, que também é manipuladora e gosta de usar batom.

O sonho de Flint sempre foi ser reconhecido como um grande inventor, mas tudo muda quando ele descobre que a sua mais infame invenção – que transforma água em comida – ainda está funcionando e agora está criando monstros mutantes feitos de comida. Com o destino da humanidade em suas mãos, Flint e seus amigos devem embarcar em uma deliciosamente perigosa missão, combatendo chimpanzés misturados com camarões famintos, aranhas de queijo com bacon, crocodilos feitos de taco e outras criaturas feitas
de comida para salvar o mundo… de novo!

Curiosidades:

» As principais vozes do primeiro filme estão de volta, incluindo Bill Hader (Homens de Preto 3) como o inventor Flint Lockwood; Anna Faris (Todo Mundo em Pânico) como a esperta garota do tempo Sam Sparks; James Caan (Poderoso Chefão) como o pai de Flint; Tim Lockwood; Andy Samberg (Hotel Transilvânia) como a celebridade local de Swallow Falls, “Baby” Brent; Neil Patrick Harris (Os Smurfs) como Steve, o macaco de gummy-bear; e Benjamin Bratt (Law & Order, Miss Simpatia) como o cameraman
de Sam, Manny. Para completar, Terry Crews (Os Mercenários 2) junta-se ao elenco como Earl, o policial da cidade.

» A animação está prevista para chegar aos cinemas 3D em 7 de Fevereiro de 2014 nos Estados Unidos. O primeiro filme arrecadou U$
243 milhões de bilheteria em todo o mundo. A sequencia será dirigida por Cody Cameron (que trabalhou em Shrek, Madagascar, Tá Dando Onda e Tá Chovendo Hambúrguer) e Kris Pearn (que trabalhou em Tá Chovendo Hambúrguer e Operação Presente) e será produzido pelo produtor de longa data da Sony Pictures Animation, Kirk Bodyfelt.

» Cody Cameron e Kris Pearn foram escolhidos pela Sony Pictures Animation para dirigir. Eles foram assistentes na produção
do primeiro filme.

» Phil Lord e Chris Miller, dupla que roteirizou e dirigiu o original, retornam como produtores.

» John Francis Daley e Jonathan Goldstein (‘Quero Matar Meu Chefe’) roteirizam a sequência.

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O Homem que Ri

(L’homme qui Rit)

Elenco: Gérard Depardieu, Marc-André Grondin, Emmanuelle Seigner, Christa Theret, Arben Bajraktaraj, Swann Arlaud, Josef Bradna, Markéta Hrubesová.
Direção: Jean-Pierre Améris
Gênero: Drama
Duração: 93 min.
Distribuidora: Esfera Filmes
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 17 de Maio de 2013
Sinopse: A história de dois órfãos: Gwynplaine (Marc-André Grondin), um garoto cuja cicatriz no rosto dá a impressão de que ele está sempre sorrindo, e Déa (Christa Theret), uma garota cega. Em pleno inverno, eles são acolhidos pelo grande Ursus (Gérard Depardieu) e passam a viver com ele. Para ganharem dinheiro, os dois jovens decidem fazer um espetáculo pelas estradas, onde o sorriso de Gwynplaine desperta a curiosidade de todos que passam. Aos poucos, o garoto adquire fama e dinheiro, distanciando-o das únicas duas pessoas que sempre gostaram dele: Déa e Ursus.
Curiosidades:
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Trem Noturno Para Lisboa

(Night train to Lisbon)

 

Elenco:

Jeremy Irons, Mélanie Laurent, Christopher Lee e Charlotte Rampling.

Direção: Bille August

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Europa Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 29 de Novembro de 2013

Sinopse:

Raimund Gregorius (Jeremy Irons), afetuosamente chamado de ‘Mundus’ por seus alunos, é um professor de latim do ensino médio e um especialista em línguas antigas. Sua vida é transformada depois de um encontro misterioso com uma jovem portuguesa na antiga ponte de Kirchenfeld, na bela cidade suíça de Berna, que ele consegue impedir que salte para a morte nas águas geladas do rio. Raimund fica intrigado, mas a mulher desaparece, deixando seu casaco para trás. Dentro de um bolso, ele descobre um livro de um médico português chamado Amadeu de Prado, com uma passagem de trem no miolo. Ele decide usá-la espontaneamente, partindo para uma jornada de aventura em Lisboa. Enquanto procura pelo autor, Raimund revisita um capítulo sombrio da história do país e desvela um trágico triângulo amoroso. Ele é atraído para dentro de um misterioso quebra-cabeças onde os riscos são extremamente altos, cheio de intrigas políticas e emocionais. Por fim, sua jornada transcende o tempo e o espaço, tocando questões da história, da filosofia e da medicina, encontrando o amor e evoluindo para uma busca libertadora pelo verdadeiro sentido da vida.

Curiosidades:

» Baseado no best-seller de Pascal Mercier.

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A Sorte em Suas Mãos

(La Suerte en tus Manos)

 

Elenco:

Jorge Drexler, Valeria Bertuccelli, Norma Aleandro, Luis Brandoni, Gabriel Schultz, Paloma Alvarez Maldonado, Lucciano Pizzichini.

Direção: Daniel Burman

Gênero: Comédia

Duração: 110 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Agosto de 2013

Sinopse:

Não é novidade para Uriel desejar ser outra pessoa. Divorciado, com dois filhos e um emprego medíocre, ele há muito tempo abandonou seus sonhos de juventude. Sua única diversão é jogar poker. E então, ao acaso, ele reencontra Glória, uma antiga namorada. Esse encontro fará com que ele mude a perspectiva de sua vida e perceba que é chegada a hora de virar o jogo e reescrever sua própria história.

 

Curiosidades:

» Jorge Drexler é também músico e recebeu o OSCAR de melhor canção original por “Al outro lado del rio“, música de sua autoria e que faz parte da trilha sonora do filme “Diários de Motocicleta“;

 

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Therese D.

(Thérèse Desqueyroux)

Elenco:
Audrey Tautou, Gilles Lellouche, Anaïs Demoustier, Catherine
Arditi, Isabelle Sadoyan, Francis Perrin, Jean-Claude Calon,
Max Morel, Françoise Goubert.

Direção:
Claude Miller

Gênero:
Drama

Duração:
110 min.

Distribuidora:
Imovision

Orçamento:
US$ — milhões

Estreia:
5 de Abril de 2013

Sinopse:
Em uma época onde os casamentos eram feitos para unir as terras e aliar as famílias, Therese casa-se muito cedo e torna-se a senhora DESQUEYROUX. Mas essa jovem mulher inquieta, não cede às convenções da sociedade de sua época e para se libertar do destino que lhe foi imposto, ela será capaz de tudo.

Curiosidades:

» Baseado no romance homônimo de FRANÇOIS MAURIAC, um clássico da literatura francesa;

» Filme de encerramento do Festival de Cannes 2012;

 

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Um Final de Semana em Hyde Park

(Hyde Park on Hudson)

 

Elenco:

Bill Murray, Laura Linney, Olivia Williams, Andrew Havill, Blake Ritson, Buffy Davis, Eleanor Bron, Elizabeteh Wilson, Elizabeth Marvel, Jonathan Brewer, Martin McDougall, Olivia Colman.

Direção: Roger Michell

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 94 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 29 de Novembro de 2013

Sinopse:

A história do relacionamento amoroso entre o presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, e sua prima distante Margaret Stuckley – que acontece em um final de semana de 1939, justamente quando o Rei e a Rainha da Grã-Bretanha visitam o país pela primeira vez na história, em missão oficial para pedir apoio contra as forças nazistas na iminente Segunda Guerra Mundial.

 

Curiosidades:

» Bill Murray interpreta o 32º presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt. O filme se passa no final da década de 30 e acompanha o relacionamento secreto do presidente e sua prima, Margaret Stuckley. Em meio a isso, ele recebe a visita do Rei George VI e da Rainha Elizabeth.

» Roger Michell (Uma Manhã Gloriosa) dirige.


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A Caça

(Jagten)

 

Elenco:
Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen, Annika Wedderkopp, Lasse Fogelstrøm, Susse Wold, Anne Louise Hassing, Lars Ranthe, Alexandra Rapaport.

Direção:
Thomas Vinterberg

Gênero:
Drama

Duração:
115 min.

Distribuidora:
California Filmes

Orçamento:
US$ — milhões

Estreia:
22 de Março de 2013

Sinopse:
Lucas (Mads Mikkelsen) trabalha em uma creche. Boa praça e amigo de todos, ele tenta reconstruir a vida após um
divórcio complicado, no qual perdeu a guarda do filho. Tudo corre bem até que, um dia, a pequena Klara (Annika
Wedderkopp), de apenas cinco anos, diz à diretora da creche que Lucas lhe mostrou suas partes íntimas. Klara
na verdade não tem noção do que está dizendo, apenas quer se vingar por se sentir rejeitada em uma
paixão infantil que nutre por Lucas. A acusação logo faz com que ele seja afastado do trabalho e, mesmo sem
que haja algum tipo de comprovação, seja perseguido pelos habitantes da cidade em que vive.

 

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Tainá 3 – A Origem

(Tainá 3 – A Origem)

 

Elenco: Wiranu Tembé, Igor Ozzy, Beatriz Noskoski, Laila Zaid, Leon Góes, Guilherme Berenger, Nuno Leal Maia.

Direção: Rosane Svartman

Gênero: Aventura

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 8 de Fevereiro de 2013

Sinopse: Depois de Tainá – Uma Aventura na Amazônia e Tainá 2 – A Aventura Continua, a indiazinha mais famosa do Brasil está de volta. E desta vez o público poderá descobrir como começou a saga da pequena guerreira. Em Tainá – A Origem, Tainá, uma indiazinha órfã de cinco anos, que sonha em se tornar uma guerreira e descobrir sua verdadeira origem, faz amigos surpreendentes como Laurinha (Beatriz Noskoski), uma garota da cidade, perdida na selva, e Gobi (Igor Ozzy), um indiozinho nerd.

Nossa heroína se vê às voltas com uma nova ameaça à natureza: o inimigo ancestral de sua família, Jurupari, a encarnação do Mal, que quer destruir a floresta. Em uma história de amizade, aventura e magia, eles aprendem a superar as mútuas diferenças enquanto atravessam sua movimentada jornada.

 

Curiosidades:
» Juntos, os filmes Tainá 1 e Tainá 2 conquistaram 22 prêmios em festivais nacionais e internacionais.


Trailer:

Jimmy P.

Em qual língua você sonha? Depois de uma série de filmes sem expressão pelo mundo do cinema, o cineasta francês Arnaud Desplechin consegue finalmente alcançar um certo brilho em sua estrela apagada. Com ótimas tomadas e movimentos intrigantes de sua nervosa câmera consegue que uma história densa se torne um delicioso passatempo para quem curte cinema de boa qualidade. Jimmy P. é o tipo de filme que vai te conquistando aos pouquinhos chegando ao seu clímax quando os seus personagens principais, maravilhosamente interpretados por Benicio De Toro e Mathieu Amalric, passam da necessária superficialidade dos diálogos ao embarque em uma linda jornada de amizade e profundidade dessa relação.

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Na trama, conhecemos o introvertido Jimmy Picard (Benicio Del Toro), um índio católico, ex-soldado, que após um grave acidente na guerra  teve seu pedido de dispensado aceitado pelos militares norte-americanos. Quando volta para casa de sua irmã começa a ter diversos casos de tonteira e cegueiras parciais. Assim, sua irmã resolve procurar ajuda e o leva a um centro de tratamento vinculado ao exército. Após séries intensas de análises e baterias de exames a todo instante, a alta cúpula do hospital fica perdida por não achar um diagnóstico lógico para o que Jimmy tem. Nessa hora, entra em cena o antropólogo Georges Devereux (Mathieu Amalric), um mulherengo, hiperativo e genial profissional que fará de tudo para tirar Jimmy dessa situação.

Os diálogos, carregados de sotaques, cada qual no seu qual, ganham certo destaque na trama. O público se surpreende quando aqueles papos muito loucos no começo da história se tornam ferramentas inteligentes para entendermos melhor os dois ótimos personagens. O quebra-cabeça de sonhos, analogias e esquisitas verdades são interpretadas brilhantemente pelo antropólogo interpretado por Amalric. Falando de maneira leiga e deveras audaciosa, é uma espécie de confronto amistoso entre a corrente de sonhos de Jung e as espertezas sobre a sexualidade, essa, de Freud.

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Somos apresentados ao protagonista, a princípio, pelos olhos preocupados de sua irmã (interpretada de maneira muito competente pela atriz Michelle Thrush), a mais velha dos irmãos que estudou durante toda sua vida na escola dos missionários e acabou casando com um importante funcionário de uma tribo indígena. A relação antes conflituosa com seu irmão, ao longo dos anos se tornou maternal, em poucas cenas já percebemos isso. Um dos pesares do filme é essa rica personagem aparecer apenas no início da história.

O trabalho de Del Toro e seu personagem é meticuloso, espanta pela verdade que passa em cada palavra pronunciada. O ganhador do Oscar mostra mais uma vez como é um artista versátil. Mas quem comanda o show é o francês Mathieu Amalric, a alma da história passa pela sua intensidade e sagacidade em buscar uma solução para o paciente em questão. A dupla consegue manter a atenção do público nessa longa trama de quase duas horas.

Rodado no ano passado para a exigente plateia e júri do Festival de Cannes, Jimmy P. é um daqueles filmes que acaba mas não termina, por conta das inúmeras discussões que vai gerar. Um prato cheio para qualquer estudante de antropologia, psicologia, psiquiatria e para todo mundo que gosta de filmes feitos para refletir. Não importa em qual língua você sonha, Jimmy P. mostrará a você que o importante é superar os traumas e ser feliz.

EXCLUSIVO: Cartaz de ‘Belém: Zona de Conflito’, vencedor do Festival de Cinema de Veneza

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional do drama israelense ‘Belém: Zona de Conflito‘ (Bethlehem), vencedor de  prêmio de Melhor Filme na Federação de Críticos da Europa e Mediterrâneo (FEDEORA), do 70º Festival de Cinema de Veneza.

Belém: Zona de Conflito‘ também recebeu doze indicações ao Ophir, o Oscar de Israel.

Confira:

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Belém: Zona de Conflito‘ conta a história do vínculo improvável entre Razi, um oficial do serviço secreto israelense, e Sanfur, seu informante palestino. Sanfur é o irmão mais novo de um militante palestino. Razi o recrutou quando ele tinha apenas 15 anos e desenvolveu uma relação muito próxima, quase paternal com ele. Agora aos 17, Sanfur tenta navegar entre as demandas de Razi e a lealdade ao seu irmão, vivendo uma vida dupla e mentindo para os dois. Quando o serviço secreto israelense descobre o quanto Sanfur está envolvido nas atividades de seu irmão, Razi se depara com um grande dilema. Co-escrito, e dirigido, por Yuval Adler e Ali Waked, um jornalista árabe que passou anos na Cisjordânia, com base em anos de pesquisa, BELÉM dá uma retrato autêntico incomparável da realidade complexa por trás da atualidade.

Yuval Adler dirige. Yossi Eini, Tsahi Halevi e George Iskander estrelam.

A Europa Filmes agendou o lançamento nos cinemas nacionais para Março.

Lua Nova

Há 11 meses atrás, quando comecei a ler a quadrilogia vampirística da Stephanie Meyer, fiquei encantada com a intensidade dos personagens criados pela autora que, mesmo fictício, lhe faz sentir como algo possível e próximo. Isso, pois ela conduz a história de forma envolvente e única, com situações que todo mundo já viveu, ou vai viver um dia.

Desde então eu já sabia: seria impossível captar a energia dos livros e o mesmo envolvimento com os personagens nas adaptações para o cinema. Começou com o Crepúsculo, que foi feito de forma independente, pois não sabiam se ia fazer sucesso ou não. Como virou uma febre, a produção da segunda parte, o Lua Nova, foi totalmente diferente e melhor, é claro. Hoje fui ao cinema conferir como que ficou (em meio a histéricas e alucinadas fãs).

A história todos já sabem: Edward abandona Bella para seu próprio bem, depois dela ser quase ser atacada por Jasper, irmão dele. Em depressão, ela se aproxima de seu amigo Jacob, que logo se transforma em lobo e Bella se vê num mundo totalmente diferente dos vampiros, que é o que ela estava acostumada.

Muitas cenas foram cortadas e muitas foram 100% fiéis ao livro. Foi bem balanceado. Achei um pouco exagerada a forma que Edward fica porpurinado quando aparece no sol, sendo que no primeiro filme é bem discreto. Este exagero chegou a ficar estranho.

Impressionante como Taylor Lautner (Jacob) mudou pra conseguir ficar com o papel. Mesmo que pessoalmente, como conferi na coletiva de imprensa, ele não seja tudo isso. O Robert Pattinson (Edward) mal aparece no filme, mas aparece bem mais do que no livro, pois arranjaram uma forma diferente dele aparecer, mesmo que não seja fisicamente (quem leu sabe do que estou falando). Esta mudança eu gostei. Kristen (Bella) está sem sal e não tem nenhum ponto forte ou cena de destaque.

Em suma, o filme é feito para fãs que leram o livro. Quem não conhece a história pode ficar um pouco perdido com a rapidez que as coisas acontecem e se explicam. Pois nas 2h10 de duração muita coisa ficou de fora, o que é normal em adaptações. O final do filme é direto e reto, deixando um gosto de quero mais para o Eclipse, que estréia na metade do ano que vem. Agora só nos resta aguardar…

 

Crítica por: Janis Lyn Almeida Alencar (Blog)

 

 

Lua Nova (2)

Qualquer comentário sobre Lua Nova soa como redundância hoje: a saga que se tornou febre nos cinemas, iniciada com Crepúsculo, depois do seu sucesso (financeiro, não de crítica) na literatura, entregou seu segundo filme, prometendo mais dois para finalização do processo. Como literatura, posso dizer que a saga é escrita por uma mulher bem sucedida, mas que, infelizmente, não traz nada substancial, apresentando um texto mais do mesmo sobre confusões de amor adolescentes. Como filmeLua Nova ainda traz a mesma idéia, portanto, alguns detalhes adicionais fazem com que qualquer critica positiva encontrada por aí seja aceita de forma coerente.

Lua Nova, a saga alcança sua segunda etapa: Bella Swan (Kristen Stewart) precisa enfrentar seu destino pelo amor do vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson). Mais em perigo do que nunca, Bella adentrar com força total no mundo obscuro dos vampiros. Após completar 18 anos, a mocinha é abandonada por Edward, temeroso pelo que poderá acontecer com a amada, que passa todo o ano dormente e sem estímulo. Nas idas e vindas da trama, com outros segredos periféricos revelados ( como a origem de Jacob, seu amigo), o amor de Bella e Edward está situado dentro duma redoma de intenso perigo.

Assim como dito na crítica de Crepúsculo, publicada ano passado, Lua Nova, como literatura e fonte inspiradora do filme, é contraditório: escrito por uma mulher, a trama apresenta-se bastante machista. É muito incômodo ver Bella anular a sua vida em prol do amor de Edward, que se afasta dela ao passo que ela insiste em manter contato. Os conflitos continuam clichês: a heroína renunciando a vida pelo amor.

Com 121 minutos de duração, Lua Nova é dirigido por Chris Weitz. Há algumas passagens com citação a Romeu e Julieta, clássica história universal de amor, escrita por William Shakespeare e que já apareceu centena de vezes em outros filmes, de gêneros diversos, que abordam o amor como um dos temas.

 

Crítica por: Leonardo Campos

 

 

A Saga Crepúsculo: Lua Nova

(The Twilight Saga: New Moon)

 

Elenco:
Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Dakota Fanning, Ashley Greene, Nikki Reed, Jackson Rathbone, Kellan Lutz, Peter Facinelli, Edi Gathegi, Rachelle Lefevre, Michael Sheen, Chaske Spencer, Elizabeth Reaser, Alex Meraz, Jamie Campbell Bower, Christopher Heyerdahl, Cameron Bright, Billy Burke.

Direção: Chris Weitz

Gênero: Romance/Aventura

Duração: 121 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Estreia: 20 de Novembro de 2009

Sinopse:
Em ‘Lua Nova‘, após Bella se recuperar do ataque de um vampiro que quase tirou a sua vida, ela pensa em comemorar seu aniversário com Edward e sua família. Porém, após um incidente durante a festa, quando Bella derrama uma gota de seu sange, Edward decide deixar a cidade de Forks para o bem de sua amada. Inconsolável, Bella estreita seus laços de amizade com Jacob Black, sem imaginar que um perigo ainda maior a aguarda.

Curiosidades:

» Continuação da saga Crepúsculo, baseada no livro homônimo de Stephenie Meyer.

» A Summit Entertainment demitiu a diretora do primeiro filme Catherine Hardwicke, alegando diferenças.

» O filme anterior se tornou a maior estreia nas bilheterias de um filme dirigido por uma mulher, na história do cinema.

» A atriz Kristen Stewart tem olhos verdes. Para viver Bella, teve de usar lentes de contato cor castanho.

» Com muita ação, essa história de amor de vampiros modernos foi um mega-sucesso em seu primeiro filme, Crepúsculo, lançado nos EUA em 21 de novembro de 2008, rendendo mais de 70 milhões de dólares.