Depois de Scooby Doo, é a vez de Zé Colmeia aportar nas telas do cinema. Adotando o live action (mesma tecnologia utilizada nos filmes de Scooby Doo), ele mescla os personagens Catatau e Zé Colmeia com atores (entre eles Anna Faris).

O longa conta a história do parque de Jellystone, que tem sua vegetação comprometida com a sua privatização através da venda realizada pelo prefeito, a fim de ter lucros e conseguir votos. Com isto, a dupla tenta de tudo para proteger o parque.


Assim como os desenhos, este mostra Zé Colmeia e seu fiel escudeiro Catatau, em aventuras no parque em busca de cestas de picnic e confusões. A amizade entre eles não se abala e a devoção de Catatau atinge os pontos altos no filme. Além deles, a trama conta com um prefeito ganancioso e atrapalhado; um assistente puxa-saco; uma documentarista (Faris) que adora animais; um guarda idealista e um outro burro. Estes personagens transformam o longa numa grande alegoria de humor pastelão que fez sucesso nas décadas anteriores e que hoje em dia perdeu lugar para os mangás ou Ben 10. Entre eles o que mais causa empatia nos espectadores é o Sancho Pança da vez, o Catatau.

Apesar de se embasar em um humor antiquado, o longa tem como tema a amizade e questões ambientais. Para os adultos, Zé Colmeia – O filme serve como um revival, mas deixando a desejar quando caminha para o sentimentalismo com personagens caricaturais; mas para as crianças, que não conheceram as estupendas produções de Hanna-Barbera, é uma ótima oportunidade de conhecer a dupla de ursos comilões e atrapalhados.

Aproveite para assistir:

E se os espectadores tiverem oportunidade, vejam legendado com Justin Timberlake (Shrek para sempre) como Catatau e Dan Akroyd (Eu os declaro Marido e… Larry) como Zé Colmeia.

Crítica por: Thais Nepomuceno (Blog)

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