Os 10 Melhores Filmes sobre Cinema

10. Cine Majestic (The Majestic, Estados Unidos/Austrália, 2001)

Peter Appleton (Jim Carrey) é um roteirista que faz parte da lista negra de Hollywood. Ele foge e sofre um acidente. Sem memória ele é acolhido por Harry Trimble (Martin Landau), dono de uma sala de cinema. Ele acredita que Appleton é o filho que desapareceu. A convivência dos dois faz com que o roteirista comece a se interessar por filmes. É por isso que ele começa a reformar a antiga sala para o local ser novamente frequentado. O filme é uma homenagem a quem gosta de ir ao cinema. Trimble fala que o ato de ir ao cinema é como entrar num palácio. Você pode estar com problemas, mas assim que se entra na sala, eles deixam de ser importantes.

9. Os Picaretas (Bowfinger, Estados Unidos, 1999)

- Advertisement -

Bobby Bowfinger (Steve Martin) é um produtor decadente de filmes. Há anos ele tenta emplacar um sucesso de bilheteria. Bowfinger tem uma ideia genial que pode por fim a vida cheia de dívidas e a chance de alcançar o estrelato, com direito a tapete vermelho e muita badalação. O plano é fazer uma ficção cientifica e colocar no papel principal, o astro Kit Ramsey (Eddie Murphy). Mas para realizar a produção ele não tem grana para bancar o salário de Ramsey e decide fazer o filme sem que o próprio Ramsey saiba que está dentro da produção.

Os atores aparecem do nada e começam a interagir com ele, o que o deixa paranoico e com mania de perseguição. De forma satírica ‘Os Picaretas’ tira sarro do sistema de produção de um filme e dos ataques de estrelismo de um astro hollywoodiano.

- Advertisement -

8. O Desprezo (Le Mépris, França/Itália, 1963)

Camille (Brigitte Bardot) tem a impressão de que seu marido Paul (Michel Piccoli) não lhe ama mais. Paul é um roteirista que vai até Roma à trabalho.

Esta viagem é também uma forma de evitar o fim do relacionamento. Lá ele realiza a adaptação da obra grega A Odisseia para o cinema, que o diretor Fritz Lang está rodando na cidade. ‘O Desprezo’ é dirigido por Jean-Luc Godard. Como um dos idealizadores do movimento Nouvelle Vague, ele pregou a rejeição ao cinema comercial e aqui ele o faz criticando esse tipo de cinema. Uma cena que representa muito bem isso é numa sala de projeção em que um produtor vaidoso fala que sabe como os deuses se sentem. Lang retruca dizendo: “Não foram os deuses que criaram os homens, mas os homens que criaram os deuses”.

7. Saneamento Básico – O Filme (Brasil, 2007)

Os moradores do vilarejo Linha Cristal na serra gaúcha reúnem-se para tomar providências quanto a construção de uma fossa para o tratamento do esgoto. A prefeitura tem uma verba de R$ 10 mil destinada para a realização de filme educativo. É com esse dinheiro que um grupo de moradores decide fazer um filme como forma de conscientizar a população local sobre os perigos do esgoto a céu aberto.

Eles não fazem a mínima ideia de como se faz um filme e mesmo assim se aventuram na empreitada.

O resultado é uma ficção científica com direito a muito suspense e até o Monstro da Fossa. O elenco de primeira que conta com Wagner Moura como o Monstro da Fossa e os diálogos e as situações absurdas fazem de ‘Saneamento’, uma divertida aula de como se fazer cinema.

6. Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, Estados Unidos, 1952)

Em 1927 é lançado o primeiro filme falado, ‘O Cantor de Jazz’. A indústria fica em polvorosa com a novidade.

Assim o casal mais querido do cinema mudo, Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) precisam se adaptar ao novo formato e têm de fazer um filme falado. Mais do que isso, eles terão de fazer um musical. O problema é que infelizmente a Srta. Lamont não só não sabe cantar, como tem uma voz horrível. A produção mostra com muito bom humor e claro, músicas os bastidores da realização de um filme na Era de Ouro do Cinema.

5. A Rosa Púrpura do Cairo (The Purple Rose of Cairo, Estados Unidos, 1985)

A garçonete Cecília (Mia Farrow) é apaixonada por cinema. Para esquecer dos problemas, em especial do marido que só bebe, ela se refugia no escurinho onde não cansa de rever o filme ‘A Rosa Púrpura do Cairo’. Certo dia, o herói do filme começa a conversar com Cecília. Assustada e confusa ela não entende como isso pode estar acontecendo até que o impossível acontece: ele sai da tela para conhecê-la. No mundo real Cecilia acaba se apaixonando por ele. O diretor Woody Allen expõe a forma como um fã se entrega ao mundo dos filmes e que cultiva um amor platônico por seus ídolos. Afinal, o cinema é um lugar para sonhar.

 

4. A Noite Americana (La Nuit Américaine, França/Itália, 1973)

Durante a produção do filme ‘Je Vous Presente Pamela’, o diretor Ferrand (François Truffaut) precisa lidar com conflitos pessoais e profissionais. No set de filmagem, ele tenta contornar uma série de problemas: as angústias da equipe técnica e os acessos de estrelismos dos atores. A produção mostra em detalhes como é feito um filme. Há incríveis cenas mostrando os bastidores de produção: o diretor instruindo a atriz a fazer uma cena, a câmera em funcionamento, a equipe de produção que se esconde para não aparecer em cena e as tantas parafernálias que são usadas para se fazer um filme.

3. Fellini 8 ½ (8 ½, Itália/França, 1963)

Guido Anselmi (Marcello Mastroianni) está em crise de inspiração para o roteiro de seu próximo filme. Tomado por inquietações ele começa a ser assombrado por recordações de sua vida. A equipe de produção está a disposição, mas o maestro Guido não inicia sua obra. O cineasta fica delongando, fazendo com que todos acreditem que ele tem um roteiro. Guido se questiona se a tal crise de inspiração não é passageira, se ele é apenas um mentiroso sem talento. O filme é excepcional com a forte característica do cinema de Fellini cunhado pelo tom autobiográfico e os temas oníricos e fantasiosos. Chamam atenção a bela fotografia em preto e branco e a trilha sonora de Nino Rota

2. Splendor (Itália/França, 1989)

Jordan (Marcello Mastroianni) cresceu cultivando a paixão pelo cinema. Quando adulto ele se torna dono do cinema Splendor no interior da Itália. Apesar do amor que ele sente pelos filmes, a população local não sente o mesmo, deixando a sala às moscas. Com muitas recordações, a nostalgia dele toma conta ao ver o declínio de seu negócio. Ele recebe uma proposta para vender a sala para um outro ramo de negócio.

Talvez seja a solução para pagar suas dívidas, embora seja o fim de seus sonhos. ‘Splendor’ revela que mesmo quando há a chance da sala de cinema se fechar, o amor pelo cinema não acaba jamais.

1. Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso, Itália/França, 1988)

Este filme é dedicado a todos aqueles que passam boa parte da vida no escurinho do cinema. Num vilarejo da Itália, a única diversão da população é ir ao Cinema Paradiso. Um desses frequentadores é o menino Totó, que não perde nenhuma das sessões. De faroestes com John Wayne a comédias com Charles Chaplin, a única coisa que não é exibida no Cinema Paradiso é cena de beijo e de insinuação de sexo, que são devidamente censuradas pelo padre da cidade. Com o passar do tempo Totó vai se aproximando de Alfredo, projecionista do cinema. Totó aprende a técnica de projeção e o fascínio pelos filmes o vai acompanhar para sempre. A inesquecível sequência de beijos censurados no final do filme fazem de Cinema Paradiso uma declaração de amor ao cinema.

 

Inscreva-se

Mais Notícias

Elenco de ‘Heated Rivalry’ condena ataques e pede respeito aos fãs nas redes sociais

As estrelas da série 'Heated Rivalry: Rivalidade Ardente', incluindo...

Confira o trailer LEGENDADO da 4ª temporada de ‘FROM: Origem’

A MGM+ divulgou o trailer completo da 4ª temporada...