Quando pensamos em maratonas no conforto de nosso lar, chegam logo nas nossas memórias séries que iniciamos em uma tarde e seguimos até a madrugada assistindo. Algumas obras disponíveis pelos streamings conseguem esse poder de convencer o público a ficar no sofá até o último episódio! Abaixo, separamos algumas dessas:
A Agente (Netflix)
Tea (Clara Dessau) é uma mulher em busca de um recomeço que, após entrar em um treinamento policial, torna-se informante da inteligência com o objetivo de se aproximar de um traficante de drogas da região.
Maguila – Prefiro Ficar Louco a Morrer de Fome (Globoplay)

Um ano após a morte de um dos maiores e mais carismáticos atletas brasileiros da nossa história, chega ao Globoplay uma série documental que busca apresentar a uma nova geração – e boas lembranças pra quem o conheceu – o pugilista Maguila. Dividido em quatro episódios, onde se distribui contextos que vão da vida pessoal a carreira vitoriosa, esse projeto apresenta, em sua essência, o ser humano José Adilson Rodrigues dos Santos: um homem batalhador, sem papas na língua e com um carisma único.
Chad Powers (Disney Plus)
Russ Holliday (Glen Powell) era uma polêmica estrela do futebol americano universitário quando, em um jogo decisivo, comete uma gafe – pior que um gol contra – ficando marcado nos anos seguintes pela jogada bizarra. Sem conseguir alcançar seus objetivos e completamente perdido na vida, ele resolve apostar todas suas fichas ao se disfarçar de Chad Powers: um jovem tímido e jogador brilhante, conseguindo uma vaga em um time que só acumulava derrotas antes de sua chegada. Para manter o disfarce, conta com a ajuda do novo amigo Danny (Frankie A. Rodriguez).
Congonhas: Tragédia Anunciada (Netflix)
Vida, verdade, justiça. Trazendo ao público detalhes impressionantes da trágica história do maior acidente aéreo da América Latina, a minissérie documental investigativa Congonhas: Tragédia Anunciada parte da dor das famílias – com muitos depoimentos de cortar o coração – rumo a uma análise bem apurada sobre responsabilidades pelo ocorrido, chegando em fatores políticos e econômicos de um setor que vinha de uma série de instabilidades e incertezas.
Ninguém nos Viu Partir (Netflix)
Inspirado em uma história real relatada no livro Nadie nos vio partir, de Tamara Trottner – uma das personagens da obra –, a nova série da Netflix, Ninguém nos Viu Partir, que alcançou o Top 1 da plataforma, é um projeto mexicano que relata um sequestro parental e, a partir de camadas, chega nos conflitos emocionais que atingem uma mulher em uma época marcada pelo preconceito, pelas tradições e pela desigualdade de gênero.
Homicídio nos EUA: Gabby Petito (Netflix)
Uma viagem pelos Estados Unidos de dois jovens recém noivos termina com apenas um deles voltando pra casa. Partindo desse ponto para montar peças de um quebra-cabeça macabro que envolve a violência doméstica e a dependência emocional, chegou ao catálogo da Netflix uma série documental de três episódios que apresenta os fatos de um crime que chocou um país.
Duas Covas (Netflix)
Isabel (Kiti Mánver) é um senhora aposentada que vive numa confortável casa no alto da belíssima cidade de Frigiliana, na província de Málaga. Tudo ia bem em sua vida até o dia fatídico em que sua neta preferida desapareceu, junto de uma amiga – filha do mafioso Rafael (Álvaro Morte). Anos após o ocorrido, ainda em busca de informações sobre o que aconteceu, Isabel começa a descobrir peças importantes desse quebra-cabeça.
Dexter: Ressurreição (Paramount Plus)
É muito bom rever personagens que, de muitas formas, preencheram a história das séries nas últimas décadas. Nesta nova temporada – de uma franquia que se reinventa sem perder a essência – voltamos a encontrar o anti-herói favorito dos amantes das séries, Dexter, agora num novo habitat. Mais solto e confuso em relação a seus códigos, revela uma faceta interessante e imprevisível de seu lado emocional, que acaba guiando a estrutura base dos dez episódios – intensos, divertidos, tensos, e como não podia deixar de ser: sangrentos.
Assassino Zen (Netflix)
Na trama, conhecemos o advogado Björn Diemel (Tom Schilling) que trabalha em um grande escritório de advocacia na função de liberar bandidos para um chefão local. Infeliz no trabalho, com dificuldades em reestruturar os laços afetivos da própria família, vive seu cotidiano com a corda no pescoço. Tudo isso muda quando resolve fazer um intensivão num curso de ‘atenção plena’ com um guru que lhe entrega saídas para momentos difíceis. Assim, colocando em prática tudo que aprendeu, se envolve em uma série de situações conflitantes a partir da morte de um famoso criminoso, cliente dele.
Dark (Netflix)
Muito bem amarrada – com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, uma produção de arte belíssima, ótima fotografia, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular -, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueada em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.
