‘Vikings: Valhalla’ estreou na Netflix! Confira 10 Curiosidades da Série…

Nem parece verdade, mas a série ‘Vikings: Valhalla’ fi-nal-men-te estreou na Netflix, para o delírio de nós, fãs. E como sabemos que sua programação é maratonar toda a primeira temporada de uma sentada só, vem aqui conferir 10 curiosidades bem legais sobre a série para te ajudar a entender um pouco mais sobre a série:

10 – Ligação com a série ‘Vikings’

Nunca é demais comentar que ‘Vikings: Valhalla’ é uma derivação da série de sucesso ‘Vikings’, que foi exibida em seis temporadas entre os anos de 2013 e 2019, originalmente no canal History Channel e, seguidamente, disponibilizada na Netflix.

9 – Linha do Tempo

Apesar de ser uma derivação da série original, ‘Vikings: Valhalla’ se passa cronologicamente cerca de 100 anos após os eventos da série original. Ou seja, muito provavelmente não veremos a participação especial de nenhum personagem da saga original, a não ser em flashback, se for o caso.

8 – Personagens reais

Ainda que seja ficção, ‘Vikings: Valhalla’ conta a história de personagens reais: Leif Eriksson de fato existiu e foi um explorador marítimo norueguês conhecido como um dos primeiros a aportar na América do Norte, na região hoje conhecida como Canadá; Freydis Eiríkdóttir, a meia-irmã de Leif, foi uma mulher forte e defensora das crenças nos deuses nórdicos, combatente das novas doutrinas cristãs.

7 – Rei Harald, ou Haroldo III da Noruega

E por falar em personagens reais, sim, também o Rei Harald foi real. Conhecido como Rei Haroldo III da Noruega, reinou por vinte anos, entre 1046 e 1066, ano de sua morte. Pouco antes disso, em 1064, tentou reivindicar para si o trono dinamarquês, mas não conseguiu, e no mesmo ano em que morreu tentou conseguir o trono inglês, e novamente não obteve sucesso.

6 – Tatuagem sem sentido

Para interpretar o Rei Harald, o ator Leo Suter disse ter lido diversos livros e poemas épicos da cultura anglo-saxônica, como ‘Beowulf’ e ‘The Battle of Maldon’. Além disso, ele também diz ter tatuado desenhos nos braços e nas costas para interpretar o personagem, mas não conta o que esses símbolos significavam.

5 – Amizade entre as séries

Frida Gustavsson, que interpreta Freydis Eiríkdóttir, em entrevistas já disse ser superfã da série ‘Vikings’. Inclusive, é amiga íntima de um dos atores da série original: Edvin Endre, que fez o Erlendur, filho do rei Horik.

4 – Erro histórico

Apesar de na história o Rei Harald participar da invasão de Canute da Inglaterra, na prática a linha temporal desmente essa possibilidade, uma vez que na ficção a série situa esse episódio em mais ou menos 1017, sendo que o Rei Harald nasceu em 1016 – ou seja, na linha temporal da série Harald teria 1 ano de idade na época em que Canute fora coroado rei.

3 – 100 ou 200 anos?

Novamente, a ficção em ‘Vikings: Valhalla’ dá espaço para uma adaptação na linha temporal. Embora a sinopse divulgue que o spin-off se passe cerca de 100 anos depois dos eventos da série original, uma vez que ‘Vikings’ acontece entre os anos 790 e 800, e a invasão de Canute ocorre no início do século XI, isso indica que a série se passa, na prática, cerca de 200 anos após os eventos da série original.

2 –  Jarl Haakon

Embora na série o personagem Jarl Haakon tenha sido interpretado por uma mulher (Caroline Henderson), na vida real ele foi um homem.

1 – Diferença etária

Harald Sigurdsson tinha apenas 15 anos quando seu meio irmão Olaf Haraldsson – conhecido como o Santo Olaf ou Olaf, o Sagrado – fora morto por rebeldes não-cristãos. Ele era vinte anos mais velho que o irmão, o dobro da diferença de idade entre os atores que interpretam esses personagens na série.

Notícias

Amar também dói? 10 filmes que exploram os corações apaixonados

Um dos sentimentos mais complexos que existem é o...

Ir para a Home

Volte para a home do site.

Janda Montenegro
Janda Montenegrohttps://cinepop.com.br
Janda Montenegro é doutora-pesquisadora em Literatura Brasileira no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFRJ com ênfase nas literaturas preta e indígenas de autoria brasileira contemporâneas. De origem peruana amazônica, Janda é uma palavra em tupi que significa “voar”. Desde 2018 trabalha como crítica de cinema nos portais CinePOP e Cabine Secreta. É curadora, repórter cultural, assistente de direção e roteirista. Co-proprietária da produtora Cabine Secreta e autora dos romances Antes do 174 (2010), O Incrível Mundo do Senhor da Chuva (2011); Por enquanto, adeus (2013); A Love Tale (2014); Três Dias Para Sempre (2015); Um Coração para o Homem de Lata (2016); Aconteceu Naquele Natal (2018,). O Último Adeus (2023). Cinéfila desde pequena, escreve seus textos sem usar chat GPT e já entrevistou centenas de artistas, dentre os quais Xuxa, Viola Davis, Willem Dafoe, Luca Guadanigno e Dakota Johnson.