‘A História do Som’ (The History of Sound), romance estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador 2’) e Josh O’Connor (‘Rivais’), já está em cartaz nos cinemas nacionais. No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 70% de aprovação da crítica especializada, com base em 138 análises, além de 89% de aprovação do público.

De modo geral, os críticos elogiaram a abordagem sensível, delicada e visualmente bela do romance retratado no filme. No entanto, parte da imprensa apontou que a narrativa por vezes carece de maior profundidade e impacto emocional, tornando a experiência um pouco contida demais.
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“‘A História do Som’ não confia em sua própria delicadeza, e a inércia da direção faz com que toda a experiência pareça distante e artificial, como se estivesse se esforçando demais”, disse Natalia Winkelman do New York Times.
“A ironia é que Lionel faz um discurso sobre por que gosta de música folk: porque ela é apaixonada, crua e imperfeita. A História do Som não é nada disso”, disse Nicholas Barber da BBC.
“Revela suas recompensas de forma paciente, mas encontra uma força silenciosa na sutileza, com sua paixão e seu anseio expostos nos olhos de seus excelentes protagonistas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Mescal e O’Connor também têm seus momentos de destaque, naturalmente, mas isso não é suficiente para tirar o filme de seu clima geral de austeridade sombria e desoladora, nem para atravessar a pátina acinzentada que parece pairar sobre tudo”, disse Radhika Seth do Vogue.
“Uma aula magistral de contenção delicada. Um prazer raro no qual é possível se deleitar”, disse Tomris Laffly da Elle.
“Embora às vezes pareça um pouco seguro demais, ‘A História do Som’ tem momentos suficientes de ternura e humanidade para se destacar das comparações mais óbvias”, disse Sean Boelman do FandomWire.
“Alguns podem ficar decepcionados com o romance proibido silencioso e contido no centro de ‘A História do Som’, mas o filme na verdade prospera justamente nesses sentimentos e emoções não expressos, especialmente quando Paul Mescal e Josh O’Connor estão em sua melhor forma”, disse Ben Rolph do Discussing Film.
“No fim das contas, A História do Som pertence a Mescal e O’Connor… Eles permaneceram no projeto apesar de todos os atrasos e devem ser recompensados por sua lealdade a Hermanus, que fez um filme que ficará em sua mente por muito tempo. É tão bom assim”, disse Pete Hammond do Deadline.
‘A História do Som’ está em cartaz nos cinemas nacionais.
Dirigido por Oliver Hermanus, o longa é baseado no conto homônimo de Ben Shattuck.
A trama acompanha dois jovens, Lionel (Mescal) e David (O’Connor), nos bastidores da Primeira Guerra Mundial, que se dedicam a gravar a vida, as vozes e a música de seus compatriotas americanos. Ao longo dessa jornada, os dois se apaixonam.

