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Bailarina de ‘Marty Supreme’ rebate falas de Timothée Chalamet sobre balé e ópera: “Existe uma razão para que existam há mais de 400 anos”

O astro Timothée Chalamet continua no centro de uma polêmica após classificar o balé e a ópera como formas de arte “sem apelo popular”. Desta vez, a renomada bailarina Misty Copeland, que chegou a participar da campanha de divulgação do novo filme do ator, ‘Marty Supreme’, manifestou seu descontentamento com as declarações.

Conforme a Variety, durante um painel da Aveeno, Copeland destacou a ironia da situação, já que o próprio ator a convidou para promover seu projeto em respeito ao seu trabalho.

“Acho importante reconhecer que, sim, esta é uma forma de arte que não é ‘popular’ no sentido da cultura de massa, como os filmes. Mas isso não significa que ela não tenha relevância duradoura”, afirmou a bailarina.

Copeland ainda reforçou a importância histórica das artes clássicas para o cinema moderno: “Chalamet não teria as oportunidades que tem como estrela de cinema se não fosse pela ópera e pelo balé. Existe uma razão para que existam há mais de 400 anos”.

Timothée Chalamet causa polêmica ao dizer que ninguém mais se importa com ópera e balé

A crise começou durante um evento town hall ao lado de Matthew McConaughey. Na ocasião, Chalamet sugeriu que o setor erudito estaria lutando para permanecer relevante e disparou: “Eu não quero trabalhar em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”. Ao perceber a reação negativa, o ator tentou ironizar o impacto, afirmando que teria perdido apenas “14 centavos de audiência”.