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CineMATO | Assista de Graça ao Documentário ‘Concerto de Quintal’, que transforma a música de RO em instrumento de resistência


A 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato, já começou e você poderá assistir aos filmes exibidos por aqui online, de graça, por 24 horas.

Hoje, você pode assistir ‘Concerto de Quintal‘, longa-doc de 80 minutos que mergulha profundamente na identidade musical de Porto Velho (RO), a partir do vasto acervo de fitas K7 de Silvinho Santos, seu protagonista e ponta de lança do projeto.

Por meio de depoimentos, improvisos e canções, o filme mapeia uma rica diversidade — de influências afro-caribenhas e batuques de terreiro ao canto coral e novas batidas eletrônicas — em uma narrativa que costura gerações e estilos .



Visualmente integrado à memória sonora, o documentário equilibra momentos íntimos em quintais com a energia das rodas e da periferia.

Você pode assistir ao filme aqui: Youtube/Cinemato.

No coração do filme está a resistência cultural: a música como instrumento de pertencimento, resgate e afirmação identitária. Juraci Júnior propõe um “concerto” plural que dá voz a narrativas normalmente invisibilizadas . A curadoria do Cinemato reforça essa perspectiva: o festival tem adotado um olhar decolonial, dando espaço a vozes amazônicas e regionais .

Concerto de Quintal‘ é um documentário sensível e vibrante, um tributo poético à música como tecido social. A obra se firma como uma obra-resistência, dando visibilidade a narrativas amazônicas por meio de uma estética íntima e sonora.

Entre os longas que estarão disponíveis online estão  Mawé”, de Jimmy Christian (AM), ficção que narra o conflito de uma jovem indígena entre os rituais de sua aldeia e a vida urbana; “Pedra Vermelha”, de Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt (SC).

Já entre os curtas os títulos confirmados são  Maira Porongyta – o aviso do céu”, de Kujãesage Kaiabi (MT), “Albuesas”, de Glória Albues (MT), “Reagente”, de Bruno Bini (MT),  “Cabeça de Boi”, de Lucas Zacarias (MG),  “O Enegrecer de Iemanjá”, de Uê Puauet (PR),  “Tapando Buracos”, de Pally e Laura Fragoso (AL), “Benção” (BA), “Dandara” (GO), “Coisa de Preto” de Pâmela Peregrino (SE), “Linda do Rosário” de Vladimir Seixas.  (RJ), “Marcos, o Errante” de Thiago Brandão  (BA), “O Último Varredor” de  Paulo Alípio e Perseu Azul  (MT), “A Nave Que Nunca Pousa”  de  Ellen de Morais, (PB), “Arame Farpado” de  Gustavo de Carvalho (SP),  “Mãe” de João Monteiro (RS).

 

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