quinta-feira , 27 fevereiro , 2025
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Anitta reúne familiares e amigos no Rio de Janeiro para exibição exclusiva de seu novo documentário da Netflix

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Anitta reuniu nesta quinta-feira (20) família e amigos para uma exibição exclusiva do documentário ‘Larissa: O Outro Lado de Anitta‘, que estreia em 6 de março na Netflix.

A noite de celebração no Rio de Janeiro contou com a presença dos pais da cantora, Miriam Macedo e Mauro Machado, de seu irmão, Renan Machado, e de personalidades como Maria Ribeiro, Regina Casé, Marcelo Serrado, Eri Johnson, David Brazil, Bruna Griphao, Juliana Amaral, Lucas Guedes e Rafa Uccman, que assistiram à produção em primeira mão.

“Estou muito emocionada em exibir pela primeira vez o filme Larissa: O Outro Lado de Anitta para meus amigos íntimos e familiares aqui na minha cidade. Afinal, todos eles também fazem parte dessa história. Estou ansiosíssima para a estreia! É muito diferente de tudo que já fiz”, afirmou Anitta.

“É um prazer imenso apresentar este novo projeto com a Anitta, dando continuidade ao sucesso de suas séries anteriores, Vai Anitta (2018) e Anitta: Made in Honório (2020)”, completou Elisa Chalfon, diretora de conteúdo de não-ficção da Netflix no Brasil.

Larissa: O Outro Lado de Anitta‘ acompanha a jornada de autoconhecimento da artista, capturada pelo olhar íntimo de um antigo ‘crush’ da juventude, que agora tem a missão de ajudar a revelar ao mundo quem é a verdadeira Larissa. A produção ainda apresenta momentos icônicos da carreira da ‘girl from Rio’, incluindo cenas de bastidores do Carnaval no Rio de Janeiro, conquistas inéditas em premiações internacionais, o topo das paradas globais com o hit Envolver e sua apresentação no festival Coachella.

O documentário tem direção de João Wainer e Pedro Cantelmo, roteiro de Maria Ribeiro e produção executiva de Felipe Britto e Melanie Chapaval Lebensztajn, da Ginga Pictures.

Assista ao trailer:

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‘Dia Zero’: Série de suspense com Robert De Niro conquista 45% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

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A série ‘Dia Zero’, protagonizada pelo icônico Robert De Niro, já está disponível na Netflix. No Rotten Tomatoes, a produção recebe uma aprovação mediana de 45%, com base em 11 análises da crítica especializada.

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Os críticos, de maneira geral, destacam que a trama é fraca e acaba desperdiçando o talento de Robert De Niro.

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Robert De Niro continua com uma presença imponente como sempre em Dia Zero”, disse Howard Waldstein do CBR.

“Dia Zero chega no melhor ou no pior momento possível. É um thriller político paranoico para os nossos tempos políticos paranoicos”, disse Chris Evangelista do Slashfilm.

“Isso poderia ter sido o sucessor de House of Cards para a Netflix. Em vez disso, desperdiça um dos melhores elencos recentes com uma história sobrecarregada por falsas pistas e desvio de atenção, enquanto ainda consegue ser, de certa forma, divertida”, disse Alex Maidy do JoBlo’s.

“Dia Zero mira alto, mas não atinge as alturas de séries como Homeland – Segurança Nacional. No entanto, com apenas seis episódios, consegue ser emocionante sem se arrastar”, disse Shawn Van Horn do Collider.

“Totalmente previsível, e os personagens coadjuvantes mal se desenvolvem. Isso leva a um enredo forçado que diminui grande parte do suspense. A resolução é apressada, e a recompensa leva a uma satisfação abaixo da média”, disse M.N. Miller do FandomWire.

“Dia Zero’, a nova minissérie da Netflix estrelada por Robert De Niro, é inegavelmente um thriller que prende a atenção. Também é um suspense tão cuidadosamente centrado que faz Aaron Sorkin parecer com Boots Riley”, disse Dylan Roth do Observer.

“É um produto caro, bem-feito e agradável, que não é tão sério quanto parece. Tem a estética de um drama político pesado, mas a alma de um romance de aeroporto”, disse Liam Mathews do TV Guide.

“O tema interessante e um elenco incrível são os únicos responsáveis por manter este thriller político, de forma geral morno, ocasionalmente bom o suficiente para prender sua atenção durante os seis episódios da série limitada”, disse Kyle Wilson do The Lamplight Review.

O thriller político chega à plataforma de streaming hoje, no dia 20 de fevereiro.

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A produção mostrará uma trama de suspense e conspiração, que explorará as consequências de um ciberataque devastador.

Além de De Niro, o elenco da produção também contará com Jesse Plemons, Angela Bassett. Lizzy Caplan, Connie Britton, Joan Allen e Matthew Modine.

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Primeiras impressões | ‘Ganhar ou Perder’ mostra que a Pixar pode funcionar fora dos cinemas

Quantas histórias cabem em uma história? Partindo dessa premissa, a Pixar desenvolveu sua primeira série 100% original para o Disney+. Em Ganhar ou Perder, o público acompanha os Picles, um time feminino de Softbol infantil que é marcado por uma porção de maus resultados.

No entanto, contrariando todas as expectativas, as meninas conseguem uma inesperada classificação para a finalíssima do campeonato. Esse tipo de história é bem comum em produções norte-americanas. Tá pra nascer um mercado que goste mais de azarões do que Hollywood. Só que o grande diferencial dessa série é que o campeonato em si pouco importa. Ele é apenas um grande coadjuvante.

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A série tem oito episódios e foca em cada membro que participa – ou influencia – na campanha do time até a final. A narrativa é construída por meio dessas pessoas, partindo de seus problemas e aflições prévios até o dia da grande final. E quem conhece esse meio esportivo sabe como é complexo manter a cabeça em dia ante tantas pressões e cobranças.

No fim das contas, a série é sobre isso: pressão. Os episódios são focados nas meninas e como cada um lida ou tenta lidar com esse tanto de situações acontecendo simultaneamente. Afinal, elas são crianças, que precisam se preocupar com escola, dar orgulho aos pais, descobrir quem realmente são e ainda têm de honrar o uniforme que vestem em uma grande final.

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A construção dos capítulos é incrível, justamente por habitar essas mentes tão diversas que compõem um time. Desde a jogadora pereba até o juiz da partida, cada personagem vive uma angústia, uma história própria até a hora de entrar em quadra. O primeiro episódio já começa com uma história 100% Pixar, que é a da “pereba” do time, que calhou de ser também filha do treinador. A menina quer provar seu valor a si mesma, enquanto busca provar aos outros que ela merece estar no time. Diante dessa tonelada de pressão, ela passa a ser acompanhada por uma bolha de suor que fica martelando em sua mente todos os seus erros. É de uma sensibilidade enorme tratar desse tema tão pesado de uma forma lúdica e divertida.

Os episódios seguintes partem em uma crescente fantástica. Se o primeiro é bom, esperem os próximos, porque eles vão só melhorar. E o bacana é que a série foca em personagens inesperados, construindo núcleos interessantíssimos que vão dialogar com crianças e adultos de forma muito sincera.

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E se tem uma coisa que surpreende bastante quem viu a Pixar nascer e se consolidar no mercado é ver a simplicidade dessa série: a inserção do estúdio na modernidade. Por mais que a Pixar seja um estúdio revolucionário e “pra frente”, seus clássicos sempre se distanciaram do “mundo real”, sempre trazendo um tom de nostalgia a suas franquias. Pode reparar que praticamente todas as suas obras são ambientadas no passado ou falam sobre o passado, ou então apostam em um futuro muito distante, isso quando não levam o público a mundos alternativos que se afastam da superexposição tecnológica a qual somos inseridos.

Nesta série, porém, é tudo muito pé no chão. Então, as crianças usam celulares, existem influenciadores digitais, desemprego e todo tipo de caos cotidiano que permeia o mundo. É uma produção que trabalha com problemas reais do mundo, e a Pixar lida com eles de forma lúdica e madura. É um seriado extremamente promissor, que tem tudo para conversar diretamente com o público cativado pelo estúdio ao longo desses anos.

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Os dois primeiros episódios de Ganhar ou Perder já estão disponíveis no Disney+. Os próximos seis episódios serão lançados na plataforma, com dois capítulos estreando semanalmente.

Fé para o Impossível

(Fé para o Impossível)

Elenco:

Vanessa Giácomo
Dan Stulbach
Júlia Gomes

 

Direção: Ernani Nunes

Gênero: Drama

Duração: 90 min.

Distribuidora: Galeria Distribuidora

Orçamento: R$ 6 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

FÉ PARA O IMPOSSÍVEL é um filme biográfico que conta a história de Renee, uma pastora norte-americana, que vive no Rio de Janeiro e foi brutalmente acatada por um morador de rua que a atingiu com um pedaço de madeira na cabeça em uma corrida em setembro de 2012, no bairro da Barra da Tijuca. Internada em estado gravíssimo e com baixas perspectivas de cura sob o diagnóstico de traumatismo craniano, Renee contou com a ajuda de seu marido, Philip, e com o apoio de sua família que compartilharam a luta da pastora com o mundo a fim de reunir o máximo de pessoas para uma poderosa corrente de oração pela sua recuperação, tal ato que foi concedido pelo divino.

Crítica: 

Crítica | Fé Para o Impossível – Vanessa Giácomo Surpreende em Filme Inspirador Baseado em Eventos Reais

Entrevistas: 

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Curiosidades: 

» O longa é baseado em uma história real da pastora Renee Murdoch;

» Atualmente, Renee e Philip são um casal de pastores que lideram a Igreja Interdenominacional Luz às Nações, conhecida como Ilan Church, no bairro do Recreio, a partir de um movimento de implantação de igrejas pelo Brasil e são autores do livro Dê a Volta por Cima, que também retrata esse ato milagroso na vida dela;

Trailer:

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Cartazes: 

Pôster do filme Fé para o Impossível.

Fotos: 

Jovem cobre olhos de amiga em ambiente iluminado.

Família sorrindo ao ar livre, jardim ao fundo.

Família feliz reunida ao ar livre, festa à noite.

O Brutalista

(The Brutalist)

 

Elenco:

Adrien Brody
Felicity Jones
Guy Pearce

 

Direção: Brady Corbet

Gênero: Drama

Duração: 3 h 35 min

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Brady Cobert (‘Vox Lux – O Preço da Fama’) e sua colaboradora de longa data, Mona Fastvold, co-escreveram o roteiro de O BRUTALISTA, cuja história se expande por trinta anos de uma visão monolítica de um grande artista.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Crítica: 

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Brady Corbet também assina o roteiro ao lado de Mona Fastvold;

Trailer:

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Cartazes: 

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.

Cartaz do filme The Brutalist com duas figuras.

Fotos: 

Dois homens trocam olhares próximos a um ônibus.

Casal abraçado em ambiente escuro.

Homem sorrindo segurando buquê de flores na estação.

Três homens em terreno arenoso, prédio ao fundo.

‘Resgate’: Omar Sy protagonizará série derivada do sucesso da Netflix estrelado por Chris Hemsworth

Resgate, franquia de filmes de sucesso da Netflix, ganhará uma série derivada. De acordo com a Variety, a produção será estrelada por Omar Sy e se passará no mesmo universo dos filmes.

A Netflix encomendou oito episódios para a produção.

Glen Mazzara será o roteirista, produtor executivo e showrunner.

Anthony Russo, Joe Russo, Angela Russo-Otstot, Scott Nemes e Chris Castaldi, Sam Hargrave, Eric Gitter e Peter Schwerin também serão os produtores executivos.

A sinopse oficial da série revela: “Ambientado no mundo de alta octanagem de Resgate, oa produção de ação segue um mercenário (Sy) enquanto ele enfrenta uma missão perigosa para resgatar reféns na Líbia. Preso entre facções inimigas e assassinos implacáveis, a série explora as lutas emocionais de personagens conflitantes e imperfeitos, cada um lidando com trauma, traição e escolhas de vida ou morte”.

Omar Sy é conhecido pelo seu trabalho em Intocáveis,Lupin e Uma Família de Dois’.

Resgate’ e ‘Resgate 2’ estão disponíveis na Netflix.

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Crítica | Cassandra – IA Toca o TERROR em Ótima Minissérie Sci-Fi Alemã da Netflix

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Muito antes das inteligências artificiais serem uma pauta amplamente discutida pela humanidade, ela era uma ideia que persistia em muitas histórias de ficção científica. Pensava-se, e muito, em formas de otimizar o trabalho do ser humano, a produção industrial e, em certa medida, em também otimizar os afazeres domésticos. Essa linha de pensamento proporcionou a criação de eletrodomésticos hoje imprescindíveis para a vida moderna, como o micro-ondas e o acendedor automático do fogão, por exemplo. E proporcionou, também, a imaginação daquilo que hoje chamamos de smart houses – as casas inteligentes, que é o foco central da minissérieCassandra’, produção alemã de ficção científica que tem se mantido no Top 10 da Netflix desde sua estreia.

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Após uma terrível tragédia familiar, Samira (Mina Tander) e David (Michael Klammer) decidiram se mudar com seus filhos para uma outra cidade, para uma casa moderninha no interior da floresta. Já nos primeiros dias na nova residência, Fynn (Joshua Kantara) descobre que existe um sistema interligando todos os cômodos do ambiente através de um controle inteligente, incorporado por uma assistente virtual de nome Cassandra (Lavinia Wilson). Cassandra faz de tudo por essa família: limpa, cozinha, organiza as coisas, corta a grama. Tudo ia bem nessa residência dos sonhos, até o momento em que Cassandra começa a tecer comentários muito particulares sobre os moradores, e, aos poucos, passa a querer controlar a todos, como se a família fosse dela.

Ainda que com um argumento bastante previsível (afinal, para onde pode ir uma história em que uma inteligência artificial muito solícita entra na vida de uma família aos pedaços?), a minissérieCassandra’ constrói uma jornada bastante interessante para o drama que embala ambos os núcleos da produção. Nos primeiros dois episódios, vamos desvendando os personagens da nova família, suas questões particulares, enquanto acompanhamos Cassandra entrando na vida dessas pessoas com a maior cara de pau. Nos episódios seguintes, vamos desvendando como Cassandra foi parar dentro de um computador e porque ela age de maneira tão possessiva com uma família que nem é dela.

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Mas são os dois episódios finais que tornam ‘Cassandra’ uma minissérie imperdível. Escrita e dirigida por Benjamin Gutsche, é quando todo o plot está apresentado que a produção oferece o grande desafio ao espectador: quem está certo e quem está errado, quando os motivos de cada personagem são tão compreensíveis?

Para além de uma boa história, ‘Cassandra’ ainda traz uma bela produção de arte que remete aos anos 1960/1970 para ambientar essa casa inteligente que é revestida de objetos e eletrodomésticos de cinquenta anos atrás, contrastando com o figurino de personagens contemporâneos. Ao mesmo tempo, quando voltamos no tempo de Cassandra, figurino, maquiagem, cabelo e arte se empenham em criar a atmosfera certa para que os diálogos dessa época – que são importantíssimos para a compreensão do todo – sejam ainda mais impactantes, pois fica muito evidente como esses diálogos do passado ressoam no futuro tanto de Cassandra, como do mundo.

Inteligente, sofisticada e intrigante, ‘Cassandra’ é dessas produções que vão deixar o espectador bugado diante das possibilidades do real. Tal qual os episódios de ‘Black Mirror’, ‘Cassandra’ ainda se reserva um grande trunfo para o espectador brasileiro: a IA canta, com frequência e em alemão, uma famosa canção brasileira – ‘Canta, canta minha gente’, de Martinho da Vila – o que faz com que tanto a música quanto a série não saia das nossas cabeças por um bom tempo.

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MILAGRE! Conheça a história REAL da pastora que ficou entre a vida e a morte e inspirou ‘Fé Para o Impossível’

O drama religioso ‘Fé Para o Impossível‘, estrelado por Vanessa Giácomo e Dan Stulbach, chega hoje aos cinemas e traz uma emocionante trama baseada em uma história real que chocou o Brasil.

Renee Murdoch é uma pastora americana conhecida por sua fé inabalável e seu trabalho no ministério religioso. Casada com o pastor brasileiro Philip Murdoch, eles compartilhavam não apenas a vida conjugal, mas também uma missão de fé, espalhando a palavra e ajudando aqueles ao seu redor, seja nos Estados Unidos ou no Brasil. Em 2012, o destino, no entanto, traria um golpe inesperado e transformador para a vida de Renee e sua família.

Tudo aconteceu durante uma visita ao Brasil, mais precisamente na famosa Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Durante uma caminhada tranquila à beira-mar, Renee foi brutalmente atacada por um homem desconhecido. O agressor, sem qualquer explicação ou motivo aparente, se aproximou de Renee e começou a golpeá-la com um pedaço de madeira. A violência do ataque foi extrema, e logo a pastora caiu ao chão, gravemente ferida. O impacto dos golpes, especialmente na cabeça, foi tão forte que ela ficou inconsciente imediatamente.

Rapidamente, Renee foi socorrida e levada às pressas para o hospital, onde a gravidade de suas lesões ficou ainda mais evidente. O diagnóstico médico foi devastador. Os médicos informaram à sua família que ela estava em estado crítico e tinha menos de 30% de chance de sobreviver mais de dois dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A situação era desesperadora, e a equipe médica ainda alertou que, caso conseguisse sobreviver, havia 87% de possibilidade de ela sofrer sequelas irreversíveis, devido aos danos severos causados ao cérebro pelo impacto dos golpes. O prognóstico era sombrio, e as chances de recuperação eram mínimas.

Foi nesse cenário de angústia e incerteza que o marido de Renee, Philip Murdoch, decidiu fazer algo inesperado: compartilhar com o mundo a condição da esposa, apelando por orações e apoio espiritual. Ele utilizou as redes sociais para manter amigos, familiares e até desconhecidos atualizados sobre a situação crítica de Renee e, ao mesmo tempo, pediu que todos se unissem em uma corrente de oração. O pedido de Philip não apenas emocionou muitas pessoas ao redor do mundo, mas também gerou uma onda de apoio sem precedentes. Em questão de dias, pessoas de diferentes países começaram a orar por Renee, criando uma força coletiva de fé que, de alguma forma, parecia ultrapassar os limites do que a medicina acreditava ser possível.

A recuperação de Renee, contra todos os prognósticos, foi nada menos que extraordinária. Ao longo dos dias e semanas que se seguiram, ela começou a apresentar sinais de resistência e luta, desafiando as expectativas mais pessimistas. Sua recuperação foi lenta, mas, surpreendentemente, constante. Para salvar sua vida, Renee foi submetida a vários procedimentos cirúrgicos de emergência. O mais crítico foi a remoção de parte do seu crânio, uma medida necessária para aliviar a pressão no cérebro, causada pelo inchaço decorrente do trauma. A cirurgia foi arriscada, mas fundamental para sua sobrevivência.

Apesar dos inúmeros desafios, das diversas cirurgias e do tempo longo de internação, Renee mostrou uma força de vontade inusitada. Ela passou por um período de coma induzido e enfrentou semanas de recuperação intensiva. Durante esse tempo, ela não apenas lutava pela sua vida, mas também começava a demonstrar sinais de recuperação que impressionaram os médicos. Para muitos, ela era um verdadeiro milagre vivo, pois a maioria das pessoas que passavam por traumas tão severos geralmente ficavam com danos cerebrais permanentes ou, no pior cenário, não sobreviveriam.

Renee, no entanto, desafiou essas probabilidades. Com o tempo, ela foi se recuperando fisicamente, enfrentando inúmeras sessões de fisioterapia e terapias de reabilitação. Seu processo de cura, embora difícil, foi testemunho de sua determinação e da fé que ela sempre teve. Os médicos ficaram surpresos ao perceber que, apesar de todas as expectativas de sequelas graves, Renee teve apenas o mínimo possível de danos permanentes. A recuperação de sua mobilidade, fala e outras funções vitais foi gradual, mas impressionante.

Essa história de superação, fé e coragem inspirou tantas pessoas foi transformada em filme.

Em entrevista EXCLUSIVA para o CinePOP, Vanessa Giácomo falou sobre o filme revelou que quase morreu quando ainda era um bebê, e está viva por um milagre.

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Crítica | Fé Para o Impossível – Vanessa Giácomo Surpreende em Filme Inspirador Baseado em Eventos Reais

Dan Stulbach interpreta o marido de Renee Murdoch (Giácomo), Philip Murdoch. Pastor em uma igreja, ele compartilha em suas redes sociais a evolução e a rotina de sua mulher durante sua recuperação, fazendo com que o caso ganhasse repercussão internacional, atraindo atenções dos grandes programas de notícias do país. Além disso, Juliana Alves interpreta a médica responsável por cuidar de Renee, valorizando o papel da ciência e da medicina em uma intensa e complicada recuperação.

Pôster do filme Fé para o Impossível.

FLOW

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Elenco:

 

Direção: Gints Zilbalodis

Gênero: Animação

Duração: 85 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ 3.6 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em FLOW, Gato é um animal solitário, mas quando seu lar é destruído por uma inundação ele se refugia em um barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças.

Crítica | ‘Flow’ é uma IRRETOCÁVEL animação que explora a efemeridade da própria existência

Curiosidades: 

» O filme tem cena pós-créditos.

» Além de dirigir, Gints Zilbalodis também assina o roteiro ao lado de Matiss Kaza;

» O longa venceu o Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Animado;

» Não há nenhuma fala no longa, apenas os sons dos respectivos animais – que foram reproduzidos através gravações de animais reais;

Trailer:

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Cartazes: 

Pôster do filme Flow com gato preto em cenário antigo

Fotos: 

Gato animado preto brincando entre estrelas azuis

Gato animado preto com olhos amarelos surpreso

Cão e pássaro animados em barco sob céu azul

Gato silhueta ao pôr do sol floresta

Ilustração de animais exóticos em floresta densa

Gato preto com olhos amarelos na floresta iluminada

Daniel Craig reage à notícia da saída dos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli do controle da franquia ‘007’

O astro Daniel Craig reagiu à notícia de que os produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli se afastaram do processo criativo da franquia ‘007‘.

“Meu respeito, admiração e amor por Barbara e Michael permanecem constantes e inalterados”, disse Craig, que interpretou o espião em cinco filmes de sucesso, em uma declaração exclusiva à Variety.

“Desejo a Michael uma aposentadoria longa, relaxante (e bem merecida) e quaisquer empreendimentos que Barbara venha a empreender, sei que serão espetaculares e espero poder fazer parte deles.”

Após assumir o controle criativo da franquia de filmes ‘James Bond‘, o CEO da Amazon Jeff Bezos foi ao X perguntar aos seguidores quem eles escolheriam como o próximo ‘007‘.

Os produtores de longa data da franquia, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, não terão mais controle criativo sobre os próximos filmes e séries.

No post, Bezos pergunta:

Quem você escolheria para viver o próximo Bond?

A reportagem destaca que o Amazon MGM Studios, Wilson e Broccoli firmaram um acordo e criaram uma nova joint venture para abrigar os direitos de propriedade intelectual da franquia. Assim, as três partes continuarão como coproprietárias, mas a Amazon MGM terá o controle criativo.

“Desde sua introdução nos cinemas há mais de 60 anos, James Bond se tornou um dos personagens mais icônicos do entretenimento cinematográfico”, afirmou Mike Hopkins, chefe do Prime Video e Amazon MGM Studios.

“Nós somos gratos ao falecido Albert R. Broccoli e Harry Saltzman por levar James Bond aos cinemas ao redor do mundo, e a Michael G. Wilson e Barbara Broccoli por sua dedicação inabalável e seu papel em continuar o legado da franquia, que é apreciado por legiões de fãs ao redor do mundo. Temos a honra de dar continuidade a essa herança preciosa e estamos ansiosos para dar início à próxima fase do lendário 007 para o público ao redor do mundo”, acrescentou.

Wilson acrescentou: “Com minha carreira de 007 se estendendo por quase 60 anos incríveis, estou me afastando da produção dos filmes de James Bond para me concentrar em projetos artísticos e de caridade. Portanto, Barbara e eu concordamos que é hora de nosso parceiro de confiança, o Amazon MGM Studios, liderar James Bond no futuro”.

Broccoli comentou: “Minha vida foi dedicada a manter e expandir o extraordinário legado que foi passado a Michael e a mim por nosso pai, o produtor Cubby Broccoli. Tive a honra de trabalhar de perto com quatro atores tremendamente talentosos que interpretaram 007 e milhares de artistas maravilhosos da indústria. Com a conclusão de Sem Tempo para Morrer e Michael se aposentando dos filmes, sinto que é hora de me concentrar em meus outros projetos”.

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Vale lembrar que o capítulo mais recente de 007 foi ‘Sem Tempo para Morrer’, lançado em 2021 e disponível no Prime Video.

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O filme conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecado fortes US$774,2 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.