Conheça a história sobre a seita de influenciadores digitais que virou tema do novo documentário da Netflix



Intitulado ‘Dançando para o Diabo‘, o mais novo documentário criminal da Netflix retratar a bizarra história real de uma seita ligada a uma produtora de talentos, incluindo dançarinos do TikTok.

Ao longo de três episódios, vítimas do culto relatam o pesadelo que passaram enquanto estavam sob o domínio da agência, revelando o lado sombrio que muitas pessoas nem imaginam sobre os bastidores das redes sociais.

É revelado que a produtora 7M Films possuía ligação com uma igreja cristã chamada Shekinah Church, localizada em Los Angeles, ambas administradas pelo pastor Robert Shinn.

- Ads -

Shinn usava sua influência religiosa para manipular as vítimas psicologicamente, incentivando-as até a cortarem laços com suas famílias.

Seu plano era levar os dançarinos ao estrelato em troca de dinheiro e sexo, cometendo diversos abusos com a justificativa de que seus servos lhe deviam dízimos, que eram pagos financeiramente ou através do ato sexual.

- Ads -

A Shekinah Church abriu suas portas em 1991, mas só agora, pouco mais de 30 anos depois, é que os abusos começaram a serem expostos.

Tudo começou quando Melanie Wilking, irmã de Miranda Wilking (integrantes do extinto grupo Wilking Sisters, do TikTok), compartilhou nas redes sociais que sua irmã hava cortado laços com a família há cerca de um ano e decidiu seguir carreira solo, o que levou Miranda e seus pais a questionarem a saúde mental de Miranda, já que as irmãs eram inseparáveis.

Após as aparições solo de Melanie no TikTok, Melanie descobriu que a irmã se casou com o dançarino James ‘BDash’ Derrick, que fazia parte de um grupo de influenciadores agenciados pela 7M Films, chegando à suspeita de que eles faziam parte de uma espécie de culto devido ao conteúdo semelhante que compartilhavam.

Melanie moveu um processo contra Shinn em meados de 2020, mas, naquela época, o pastor não chegou a responder pelas acusações por falta de evidências que corroborassem as suspeitas de abuso, já que os clientes da produtora não se manifestaram sobre o assunto.

No entanto, quando Melanie expôs as acusações nas redes sociais, ex-membros da seita também se posicionaram, até que um processo começou a ser orquestrado para levar Shinn e sua esposa à justiça por fraude, tráfico de pessoas, abuso sexual e psicológico e trabalho forçado.

Ao que parece, o caso deve ser julgado em julho de 2025.

Confira as reações dos assinantes sobre o documentário:

Inscrever-se

Notícias

Feche o TikTok por duas horas: 10 filmes que valem a pena!

As redes sociais, como o tiktok e o instagram,...

‘007’: Wagner Moura é cotado para viver o vilão do próximo James Bond

Wagner Moura, Jean Dujardin e Christian Friedel estão surgindo...

‘Criminal Minds: Evolution’ é RENOVADA e 19ª temporada ganha data de estreia

A Paramount+ renovou oficialmente o revival 'Criminal Minds: Evolution' para...
Assista também: