Crítica | Carta A Um Pai: 38ª Mostra de Cinema de SP


DIRETOR ARGENTINO FAZ REMINISCÊNCIAS EM DOCUMENTÁRIO

 

O diretor argentino Edgardo Cozarinsky busca fazer do documentário Carta A Um Pai (Carta a un Padre) uma máquina de memórias. Partindo de objetos, seja uma fotografia ou um punhal, o diretor busca reconstruir a genealogia de sua família, iniciando por seu avó, que viveu na cidade de Entre Ríos. Partindo dos fatos que seu avô era judeu e seu pai oficial da Marinha, o diretor busca não só reconstruir sua memória como também as raízes da história da argentina.

Talvez estivesse num dia ruim, mas o documentário não conquistou este crítico. Apesar de curto – 70 minutos – não me senti laçado pela história pessoal do diretor. É um risco desse tipo de documentário, que pode ser uma experiência bela, quando se consegue conectar o particular ao universal, ou ser um verdadeiro sonífero, meu caso, que não consegui embarcar na viagem do diretor.

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De qualquer forma, para os apreciadores do cinema argentino ou para os caçadores de documentários, fica a dica.

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