Josh Brolin é um dos membros mais conhecidos da extensa família da Marvel Studios, visto que interpretou Thanos, o Titã Louco, em diversas produções do Universo Cinemático Marvel.
Fazendo sua estreia em 2014 com ‘Guardiões da Galáxia’, Thanos ganhou mais protagonismo em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ao emergir como o principal vilão da Saga do Infinito – eventualmente sendo derrotado em ‘Vingadores: Ultimato’. E, como apontam rumores recentes, Brolin retornará como o vilão em ‘Vingadores: Doomday’ e/ou ‘Vingadores: Guerras Secretas’ como uma variante.
Em uma recente entrevista com o The Independent, Brolin refletiu sobre sua carreira e se recordou com carinho de seu tempo dentro do MCU.
“Parecia haver uma trajetória perfeita de dez anos”, ele disse. “Você está usando um macacãozinho, com bolinhas por todo o rosto, e é uma brincadeira, e você tem que confiar totalmente na sua imaginação. É incrível”.
Desde então, Brolin trabalhou com o cineasta Denis Villeneuve nos filmes de ‘Duna’, aproveitando a entrevista para falar sobre o plano do diretor de assumir as rédeas do reboot de ‘007’. “Acho que vai ser fantástico”, disse o ator entusiasmado. “Adoro passar tempo com ele. Eu faria qualquer coisa com o Denis. Fale de um cara que não se deixou influenciar pela opinião alheia”.
Em outro momento da conversa, Brolin foi questionado sobre as notáveis semelhanças entre seu personagem na vindoura sequência ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’ e o atual presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
No filme, o astro dá vida ao Monsenhor Wicks, um autoritário e tradicionalista clérigo que controla com mãos de aço a paróquia de uma pequena cidade. O longa chega ao catálogo da Netflix no próximo dia 12 de dezembro, trazendo ainda nomes como Josh O’Connor e Glenn Close no elenco.
“Eu poderia inventar alguma coisa e dizer que isso se originava de uma espécie de ganância trumpista”, ele disse, acrescentando que esse não era o caso. “Wicks acumula uma sensação de poder, e então não há limites.”
“Não tenho medo do Trump, porque, embora ele diga que vai ficar para sempre, isso simplesmente não vai acontecer. E se acontecer, lidarei com a situação”, afirmou. “Mas, tendo sido amigo do Trump antes de ele ser presidente, conheço uma pessoa diferente.”
Brolin finaliza: “não existe gênio maior do que ele no marketing – ele pega a fraqueza da população em geral e a supre. E é por isso que acho que muitas pessoas sentem que têm um mascote nele. Acho que tem muito menos a ver com Trump do que com a população em geral e sua necessidade de validação”.
