Em nova entrevista, Scarlett Johansson fala sobre a polêmica do "whitewashing" em 'Ghost in the Shell'

Em nova entrevista, Scarlett Johansson fala sobre a polêmica do "whitewashing" em 'Ghost in the Shell'


Em uma nova entrevista para falar de 'A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell', agora para a revista Playboy, Scarlett Johanson teve mais liberdade para falar sobre a polêmica do "whitewashing" em seu novo filme.

Scarlett Johansson fala sobre polêmica de "embranquecimento" em 'Ghost in the Shell'

Acontece, que quando a atriz foi anunciada para protagonizar o longa, houveram muitas discussões e desagrados entre os fãs pela escolha de uma atriz branca interpretar uma personagem oriental. Nada foi contra Scarlet Johansson, que é uma das atrizes mais adoradas de Hollywood há anos, mas a polêmica se estabeleceu por conta dessa mudança de etnia da personagem.

Confira o que disse a atriz, novamente, sobre o assunto:



"Acho que a conversa sobre a diversidade em Hollywood é importante e devemos ter meu personagem como uma experiência única de ser uma pessoa cujo cérebro humano foi colocado no que era essencialmente um corpo robótico. Pensei que o personagem era universal, no sentido de que ela não tem identidade (étnica), e o coração desta história é a sua busca por identidade. Espero que quaisquer perguntas que as pessoas têm sobre o elenco neste filme será respondida por realmente ver como é difícil dizer algo, porque você ainda não viu o filme, e há uma parte dele que eu não posso falar porque é o ponto de virada do filme, mas eu acho que esse momento responde à essa pergunta. Como eu sou, quem eu era e qual é minha verdadeira identidade, isso não tem nada a ver com a aparência de meu personagem ou como você me vê.", disse Scarlet Johansson.

A resposta foi bastante evasiva, e justificada sobre a personagem ser mais robótica do que humana, sendo assim não teria uma identidade (negra, oriental, entre outras), segundo a própria atriz.

Porém, a escolha de Johansson para a personagem parece mercadológica, já que apesar de famosa, a história de 'Ghost in the Shell' teria dificuldade de levar um grande público aos cinemas, e colocar uma atriz do porte e prestígio de Scarlet Johansson poderia ajudar no quesito.

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Michael Pitt ('Violência Gratuita', 'Hannibal') interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro 'O Apanhador no Campo de Centeio', de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de 'Esquadrão Suicida', completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders ('Branca e Neve e o Caçador').

Escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics em 1989, 'Ghost in the Shell' acompanha Major Motoko Kusanagi (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.





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