Britney Spears é um dos nomes mais importantes da música – e não é por qualquer motivo que é considerada a princesa do pop.
Ganhando fama mundial em 1999 com o lançamento do álbum ‘…Baby One More Time’, Spears ascendeu a um estrelato meteórico que eternizou diversas canções na indústria fonográfica e que deram início a um movimento que sofreria alterações constantes com o passar do tempo, o teen pop. Aproveitando para falar sobre angústias e amores juvenis, Spears logo amadureceu e apostou fichas em investidas mais sensuais, envolventes e indesculpáveis que promoveram uma grande mudança em sua carreira.
Em 2011, a performer voltava ao cenário da música com um sólido corpo de canções originais intitulado ‘Femme Fatale’. Contando com os singles “Hold It Against Me” e “Till the World Ends”, o álbum incorporou elementos do dance-pop, do synth-pop e do EDM para uma vibrante celebração hedonista que trouxe Max Martin, will.i.am, Travis Barker e vários outros para auxiliá-la nessa jornada.
Para celebrar seu recente 14º aniversário, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do disco.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
5. “SELFISH”

É costumeiro que músicas com grande potencial de se tornarem sucessos sejam deixadas de lado por grandes artistas – seja por decisões da gravadora ou pela falta de um plano um pouco mais detalhado. E esse é o caso de “Selfish”, uma das pequenas joias que se ocultam no álbum. A track foi erroneamente deixada de lado, visto que é uma das melhores entradas de ‘Femme Fatale’, seja pela familiaridade de sua progressão, seja pelas mensagens subliminares que se escondem em seus versos.
4. “I WANNA GO”


Trazendo referências à famosa banda de rock inglesa New Order, “I Wanna Go” é uma das faixas mais bombásticas de ‘Femme Fatale’ e nos chama a atenção não apenas pela sólida produção, cortesia de Martin e de Shellback, mas pela praticidade com a que ganha vida – uma infusão explosiva de dance-pop e Hi-NRG que fala sobre se livrar de amarras impostas por outrem e se libertar em um ímpeto de empoderamento. A música foi lançada como terceiro single do compilado de originais.
3. “TILL THE WORLD ENDS”

“Till the World Ends”, funcionando como uma epígrafe electro-dance, é uma narcótica viagem por um submundo pós-apocalíptico impetuoso, movido pelo desejo incontrolável de dançar e de não se importar com os problemas que nos afetam dia após dia. “Você sabe que posso levar isso ao próximo nível, baby” é um clássico verso arrancado de uma nostalgia que retoma ‘Britney’ e ‘In The Zone’ – mas elevado à décima potência no tocante à contemporaneidade e a uma proposital produção sem limites estéticos.
2. “CRIMINAL”

É quase irrelevante comentar a beleza irretocável de “Criminal”, semi-balada que, na versão padrão do álbum, finaliza essa jornada com toque de ouro. A narrativa se afasta dos convencionalismos imortalizados por Spears ao longo da carreira e traz Martin de volta à forma; talvez o aspecto que mais nos chame a atenção seja o fato da iteração não ser tão agressiva quanto suas conterrâneas e refletir a vulnerabilidade que tanto amamos na cantora.
1. “HOLD IT AGAINST ME”

O lead single de ‘Femme Fatale’ ganhou vida através do dance-pop de “Hold It Against Me”. Apesar da multiplicidade gritante de elementos sonoros que se desenrolam pela faixa, tudo é pensado com cautela e, no final das contas, converge para uma significativa mudança de ares para a artista. É claro que o pop chiclete permanece vivo tanto nos drills quanto no refrão e no icônico bridge que nos une a um épico final – exponencialmente alimentado por um belíssimo videoclipe encabeçado por Jonas Åkerlund.
Assista:
