segunda-feira, janeiro 12, 2026

Katy Perry | As MELHORES músicas de ‘143’, seu mais recente álbum de estúdio

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Katy Perry ganhou proeminência ainda em 2008, quando lançava os primeiros singles de seu álbum de estreia, ‘One of the Boys’, ascendendo a uma fama estelar e garantindo músicas de extremo sucesso comercial que a transformaram em uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos.

Álbum a álbum, Perry demonstrou um apreço pela alegria e pela ideia do carpe diem, aprovietando letras chamativas e envolventes para falar sobre amor, aceitação, independência e empoderamento – não pensando duas vezes antes de se arriscar e nunca abaixar a cabeça para os haters.



Em celebração ao lançamento de seu mais recente compilado de originais, 143, preparamos uma lista elencando as cinco melhores melhores músicas do álbum.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita – e qual deixamos de fora:

5. “WOMAN’S WORLD”

“Woman’s World” é permeada pelas conhecidas progressões do synth-pop, nutrindo de similaridades com as demarcações pungentes de faixas como “Stupid Love” “Enigma”, presentes no álbum ‘Chromatica’, de Lady Gaga, pinceladas com versos antêmicos que prezam pela força e pelo empoderamento femininos em um convite às pistas de dança e à uma saudosista jornada por aquilo que Perry já nos entregou em sua carreira. Enquanto as estrofes que precedem o refrão partem de construções mais óbvias, o chorus explode em um frenético up-tempo que nos rememora do motivo de conseguirmos nos conectar com tanta força com as músicas da performer.

4. “ALL THE LOVE”

Em meio a tantas faixas desperdiçadas, “All The Love” nos chama a atenção por dialogar diretamente com a identidade musical e estética de Katy Perry de forma bastante impactante. Logo nos primeiros segundos, a faixa vibra em uma utilização muito bem-vinda de sintetizadores que nos fisga até o inebriante refrão – que mergulha em uma mistura bem-vinda de EDMdance-pop que pincela um tema recorrente em sua discografia com uma espécie de semi-balada melancólica e muito interessante (e que, de certa maneira, presta homenagem a nomes como Kylie MinogueAllie X).

3. “NIRVANA”

“Nirvana” deixa espaço para que a artista se divirta com entregas vocais sólidas, pegando páginas emprestadas do trabalho de Arnthor Birgisson Rami Yacoub (nomes por trás da ótima “Double Trouble”) e rendendo-se a uma conjunção enervante e sinestésica do electro-deep e do techno para discorrer sobre um amor tão forte que é capaz de levá-la a um estado espiritual de plenitude completa.

2. “LIFETIMES”

Acompanhada de um divertido e dançante videoclipe, “Lifetimes” se afasta das tentativas frustradas de crítica social da track anterior e coloca Perry em sua zona de conforto ao estender-se para um vibrante e dançante house que já se inicia com as pesadas notas do piano, aliadas a um limpo e convidativo sintetizador. Aqui, a cantora e compositora percebe que não há necessidade de dar um passo maior que a perna e que resgatar incursões predecessoras da própria carreira.

1. “CRUSH”

“Crush”, a quinta faixa do álbum, é uma imersiva construção de electro-pop e dance-pop que traz o melhor da carreira de Perry aos holofotes, apostando fichas em uma dançante e sensual construção sonora (cortesia do trabalho em conjunto de Dr. LukeRyan Ogren e Kalani Thompson) que entrega exatamente o que queremos em um atemporal refrão e versos prontos para as pistas de dança.

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Thiago Nolla
Em contato com as artes em geral desde muito cedo, Thiago Nolla é jornalista, escritor e drag queen nas horas vagas. Trabalha com cultura pop desde 2015 e é uma enciclopédia ambulante sobre divas pop (principalmente sobre suas musas, Lady Gaga e Beyoncé). Ele também é apaixonado por vinho, literatura e jogar conversa fora.
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