Antes de ‘Primeiros Passos’, ‘Quarteto Fantástico’ ganhou uma duologia cinematográfica que teve início em 2005 e que rendeu uma sequência direta dois anos mais tarde, intitulada ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’.
Ambos os filmes trouxeram no elenco Ioan Gruffudd (Sr. Fantástico), Jessica Alba (Mulher Invisível), Chris Evans (Tocha Humana), Michael Chiklis (O Coisa) e o saudosos Julian McMahon (Doutor Destino). Apesar de uma sólida arrecadação nas bilheterias mundiais, a mini-franquia foi detonada pela crítica.
Agora, em uma recente entrevista ao Collider, Chiklis refletiu sobre seu trabalho na saga e defendeu os filmes. “Acho que muita gente errou na crítica”, disse o ator. “Eles realmente difamaram nossos filmes, e eles foram muito subestimados, considerando que eram muito queridos pelo público”.
Ele continua: “Foi um daqueles casos em que os críticos não foram muito bons com esses filmes, mas o público foi, e isso continua. Eu sempre pensei, meio que discretamente, ‘Ok, diga o que quiser, mas as pessoas assistem’. E agora, depois de todos esses anos, as pessoas estão meio que reconhecendo, tipo, ei, esses filmes são para toda a família, divertidos, eles acertaram em muitas coisas. Podem ser imperfeitos, mas são filmes muito bons”.
Lembrando que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

