Em entrevista ao ComicBook, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) confirmou que a adaptação de ‘A Torre Negra‘, baseada na saga literária de Stephen King, segue em desenvolvimento ativo.
O cineasta, que anda ocupado com ‘A Vida de Chuck‘, a nova versão de ‘Carrie, a Estranha‘ e o vindouro reboot de ‘O Exorcista‘, revelou que continua trabalhando na adaptação, mas que o projeto avança a passos lentos devido ao grandioso universo do material de origem.
“Eu não parei de trabalhar [na adaptação de ‘A Torre Negra’]. O problema é que este projeto é tão grandioso que está sendo construído lentamente. Ele tem estado em desenvolvimento este tempo todo. É um universo muito grande.”
Ele completa, “Além dos espectadores, até mesmo o Stephen King tem me perguntado mais sobre o projeto, mas posso dizer que esta adaptação está sendo constantemente desenvolvida, e eu não irei decepcioná-los.”
Anteriormente, Flanagan havia afirmado que a série será muito diferente da criticada adaptação feita para os cinemas: “Nossa adaptação é totalmente diferente daquela. De um modo geral, aquela era a abordagem errada para o material de origem. Foi uma abordagem tão errada que atrapalhou as coisas para uma nova adaptação de ‘A Torre Negra’. O filme meio que fez um grande drama [ao material de origem], mas é nisso que estamos tentando trabalhar com a série.”
Até o momento, o projeto está em fase de desenvolvimento, e o cineasta já escreveu o piloto do seriado inédito, além de estruturar a temporada como um todo.
‘A Torre Negra‘ é uma saga de oito livros que acompanha um eterno duelo entre forças sobrenaturais, acompanhando um pistoleiro chamado Roland em sua busca por um ser conhecido como O Homem de Preto.
Considerada a produção mais extensa da carreira King, a saga supera as 4.300 páginas e tem elementos de horror, faroeste e ficção científica, e serve para conectar todo o universo das obras de Stephen King. O plano de Flanagan é adaptar ‘A Torre Negra‘ em cinco temporadas, além de dois filmes adicionais.
A produção de 2017 para os cinemas contou com um orçamento de US$ 60 milhões e faturou meros US$ 111 milhões nas bilheterias.
