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Novo livro revela que Justin Lin ABANDONOU o set de ‘Velozes e Furiosos X’ após divergências criativas com Vin Diesel


O cineasta Justin Lin dirigiu Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio’, Velozes e Furiosos 5′, Velozes e Furiosos 6′, Velozes e Furiosos 9′ e estava cotado para comandar o décimo e o décimo primeiro capítulos da franquia.

Porém, Lin foi substituído na direção de ‘Velozes e Furiosos X’ por Louis Leterrier após supostas diferenças criativas. A notícia foi um choque, especialmente porque as filmagens do longa já haviam começado e, depois de encabeçar seis filmes da saga de ação, ele parecia a escolha ideal para encerrar a história de Dominic Toretto e companhia.

Um livro recém-lançado, Welcome to the Family’, do autor Barry Hertz, explora o que levou à saída de Lin, revelando que ele abandonou o décimo filme após desentendimentos com o ator Vin Diesel.



“De acordo com diversas fontes importantes da produção, Lin chegou ao seu limite devido às crescentes tensões criativas com Diesel, bem como às dificuldades com a irmã/produtora do astro, Samantha Vincent, que frequentemente atuava como emissária de Diesel”, revela um trecho compartilhado pelo IndieWire. “Uma das principais fontes de discórdia girava em torno do roteiro e seu final”.

“Embora um final em aberto sempre tenha feito parte do plano de ‘Velozes e Furiosos X’, vários rascunhos do roteiro também se baseavam em uma reviravolta surpreendente na qual Dante é revelado como o verdadeiro pai do pequeno Brian. Alguns membros da equipe do filme achavam que essa reviravolta no final era a maneira perfeita, ainda que profundamente sombria, para Dom lidar com o conceito que ele mais prezava: família… Outros, incluindo Diesel, pensavam diferente”.

Segundo relatos, a Universal Pictures não se convenceu com a ideia de Lin para a sequência final do filme, descrita como “exagerada” e que mostrava “Dante usando uma máquina gigante semelhante a uma escavadeira para causar destruição”.

Alexander Witt, um conhecido diretor de segunda unidade e diretor de fotografia, explicou: “o que realmente precisava de ajustes era o final — é difícil de descrever, mas essa máquina devora coisas… O vilão desce, entra na máquina, sai e começa a devorar carros, e é como um filme dos ‘Transformers’. Achei que estava totalmente fora de contexto com o filme.”

“Achei que era um pouco exagerado, no estilo Marvel, e o problema era que tudo seria feito em computação gráfica”, ele acrescentou. “Embora tenhamos acabado usando computação gráfica no final. Do momento em que Dom pula a represa [no filme final], tudo é feito em computação gráfica.”

Thiago Nolla
Em contato com as artes em geral desde muito cedo, Thiago Nolla é jornalista, escritor e drag queen nas horas vagas. Trabalha com cultura pop desde 2015 e é uma enciclopédia ambulante sobre divas pop (principalmente sobre suas musas, Lady Gaga e Beyoncé). Ele também é apaixonado por vinho, literatura e jogar conversa fora.
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