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A Menina dos Meus Olhos

(You Are the Apple of My Eye)

 

Elenco:

Jung Jinyoung
Kim Da-Hyun
Kim Min-ju

 

Direção: Cho Young-Myoung

Gênero: Romance

Duração: 101 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Março de 2025

Sinopse: 

Em A MENINAS DOS MEUS OLHOS, em uma escola particular, todos os integrantes de um grupo de amigos são apaixonados pela mesma menina, a colega de classe Sun-ah. Jinwoo é o único que alega não ser fascinado pela estudante popular, mas, apesar das diferenças, os dois acabam se aproximando.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Cho Young-Myoung também assina o roteiro ao lado de Giddens Ko;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A MELHOR SÉRIE DO ANO até agora estreia no Disney+ e é IMPERDÍVEL!

Com uma forma criativa e concisa de apresentar sentimentos e dilemas em torno do fim do mundo – e também no declínio das relações sociais – chegou nesse início de 2025 na Disney Plus o surpreendente seriado Paradise. Criado pelo excelente roteirista Dan Fogelman, que já tinha deixado sua marca com a aclamada This is Us, esse seu novo projeto atrai o público com reviravoltas, mistérios e camadas que se abrem aos montes nos levando para uma jornada empolgante através de personagens enigmáticos.

Tudo ia bem numa comunidade perfeita de algumas milhares de pessoas até que um dia o presidente Cal (James Marsden) é brutalmente assinado no seu quarto. Logo, Xavier (Sterling K. Brown), o responsável chefe por sua segurança, começa a juntar as peças desse quebra-cabeça que nos leva até a exposição de fatos surpreendentes que vão de encontro aos interesses de Sinatra (Julianne Nicholson) uma influente nas relações políticas. Se você acha que a trama se prende a isso, não ande por esse caminho. Ao final do primeiro episódio entendemos um pouco do que é aquele lugar.

Trazer o fim do mundo e os dilemas que surgem a partir de decisões no calor do momento amplia os horizontes dessa obra-prima de oito episódios que trazem surpresas atrás de surpresas. Impressiona como são bem desenvolvidos os personagens – os principais e os coadjuvantes – fato fundamental para entendermos ações que se completam com um contexto que se mostra bem mais amplo que a premissa.

Indo mais a fundo, precisamos falar também de algumas atuações. O trio protagonista formado por James Marsden, Sterling K. Brown, Julianne Nicholson é impressionante, dominam nossos olhares. Muitas vezes taxados como heróis ou vilões alguns personagens tem um brilho que ultrapassa essa corrente simplista, esses três personagens se encaixam nesse ponto. Merecem estar na próxima temporada de premiações.

Do drama ao suspense tendo as verdades nas entrelinhas, as etapas da jornada do herói são complexas com o passado interligando o presente. Para isso o recurso narrativo de flashbacks se torna uma mola propulsora e certeira. Com essa estrutura sólida, chegamos nos emaranhados dos campos políticos, nas relações familiares, nos traumas, consequências e nos deslizes da moral.

A fórmula encontrada por Fogelman encontra horizontes, caminhos que se cruzam, com as ótimas Fallout e Silo, mas tem sua própria identidade, segue por outros caminhos que elevam a qualidade do projeto. Um destacado mérito é conseguir amarrar as pontas soltas até seu season finale sem deixar de plantar dúvidas sobre o que virá pela frente. Alguns dos episódios, principalmente o penúltimo que se torna um enorme divisor de águas, podem pintar em listas futuras de melhores capítulos de uma série nos últimos anos.

Com a segunda temporada já garantida nos resta aguardar os novos desenrolares dessa que é até agora a melhor série do ano.

Crítica | Steven Soderbergh traz suas assinaturas clássicas para o thriller de espionagem ‘Código Preto’

código preto espionagem

Steven Soderbergh sempre foi influenciado por uma estética vanguardista para construir seus longas-metragens – arquitetando histórias centradas em temas introspectivos e que exploram a condição humana através de experimentações interessantes e inesperadas. Ao longo de sua carreira, Soderbergh encabeçou projetos como ‘Logan Lucky’, ‘Solaris’, ‘Onze Homens e um Segredo’ e outras narrativas que apresentaram elementos novos a atmosferas aparentemente familiares e clichês – e, agora, ele nos convida para um ambicioso thriller de espionagem intitulado Código Preto, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 13 de março.

A trama é centrada em um casal de espiões formado por George Woodhouse (Michael Fassbender) e Kathryn St. Jean (Cate Blanchett). Ambos trabalham em uma empresa que monitora possíveis atividades terroristas no Reino Unido e no restante do mundo – colocando George em um impasse quando, ao investigar o paradeiro de uma poderosa arma que pode dizimar o mundo, descobre que a esposa está entre a lista de suspeitos que podem ter traído o próprio país em prol de um conluio criminoso. Porém, considerando a confiança que nutre em Kathryn, George delineia um plano para revelar o verdadeiro culpado, percebendo que as coisas não são tão simples quanto parecem e que a verdade está bem à frente dos seus olhos, mesmo escondida sob pretextos controversos.

Homem lê livro com Big Ben ao fundo, Londres

Diferente do que imaginávamos, Código Preto se afasta das expectativas e rema contra a maré de obras como ‘O Espião que Sabia Demais’ ou ‘Operação Red Sparrow’, permitindo que Soderbergh tenha total controle de um escopo mais restrito e introspectivo. Em outras palavras, o realizador mergulha de cabeça em um enredo que funciona mais como drama do que como suspense, deixando cenas de ação de lado para centralizar a atenção dos espectadores na vida íntima de cada um dos personagens delineados. É por essa razão que Soderbergh resolve diminuir a dimensão dos cenários ao focá-los em locais quase claustrofóbicos, mesmo a céu aberto: uma sala de jantar, um quarto, um bar e os próprios escritórios da empresa.

É notável como essas escolhas disruptivas vão ao encontro dos maneirismos do diretor e, por essa razão, podem causar certo estranhamento por parte do público; entretanto, isso não significa que o filme perca seu brilho, e sim funcione para aqueles que conseguem entender que a obra não se comporta como outras histórias de espionagem. Há um apreço estético que dialoga com as referências avant-garde de Soderbergh à medida que somos engolfados em planos-sequência complexos e personalidades obscuras cujos defeitos vêm à tona quando lidam com suas fraquezas e seus medos – garantindo que as incursões acerca da condição humana sejam transmutadas para uma trama mais particularizada.

Mulher seguindo confiante na rua urbana

Fassbender e Blanchett desfrutam de uma incrível química, mas não se mantêm presos apenas ao arco um com o outro: a dupla, que se diverte com performances sólidas e caprichosas, também compartilha de momentos ao lado de uma ótima Marisa Abela como Clarissa Dubose, recém-saída de seu trabalho na cinebiografia ‘Back to Black’ e apresentando um novo lado de sua versatilidade artística; Tom Burke como o controverso Freddie Smalls, cujo relacionamento com Clarissa implode o tempo todo; Naomie Harris como a fria e calculista Dra. Zoe Vaughan, terapeuta que fica responsável pelo cuidado dos agentes da companhia; e Regé-Jean Page como o deplorável Coronel James Stokes, posando como um soberbo agente de campo que não aceita “não” como resposta. E, completando esse elenco, Pierce Brosnan faz uma breve aparição como o chefe Arthur Steiglitz.

Se o elenco dá tudo de si e fornece o dinamismo necessário para desviar o longa-metragem de possíveis deslizes rítmicos – ainda mais se tratando de um drama -, há certos aspectos que mancham essa estrutura, principalmente quando voltamos nossa atenção para o marketing errôneo do filme. Afinal, ele foi vendido como um suspense de espionagem, com materiais promocionais que partem de uma estrutura bastante conhecida como forma de atrair o público; todavia, conforme a narrativa se desenrola, é possível que parte dos espectadores se fruste por receber, em vez do que se esperava, claras homenagens que Soderbergh faz ao nos presentear com uma amálgama entre ‘Deus da Carnificina’, ‘Álbum de Família’ e ‘A Pele de Vênus’, revestindo um verborrágico roteiro com a trilha sonora tétrica de David Holmes e reviravoltas que mimetizam Agatha Christie.

código preto

Código Preto reacende a beleza dos filmes de espionagem ao trazer o melhor do cinema britânico a um espectro elegante e novelesco, no sentido mais positivo do termo. É claro que certas pessoas podem afirmar que o longa não é tão memorável quanto incursões similares, porém, o resultado é aprazível e condizente com o que deseja entregar.

Código Preto

Homem lê livro com Big Ben ao fundo, Londres

(Black Bag)

 

Elenco:

Michael Fassbender
Cate Blanchett
Tom Burke

 

Direção: Steven Soderbergh

Gênero: Suspense

Duração: 93 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 13 de Março de 2025

Sinopse: 

Em CÓDIGO PRETO, quando a agente de inteligência Kathryn Woodhouse é suspeita de trair a nação, seu marido – também um agente lendário – enfrenta o teste final para saber se deve ser leal ao seu casamento ou ao seu país.

Crítica | Steven Soderbergh traz suas assinaturas clássicas para o thriller de espionagem ‘Código Preto’

Curiosidades: 

» David Koepp, de ‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster 'Black Bag', estreia 14 de março nos cinemas

Fotos: 

Mulher seguindo confiante na rua urbana

Homem lê livro com Big Ben ao fundo, Londres

Pequenas Coisas Como Estas

(Small Things Like These)

 

Elenco:

Cillian Murphy
Eileen Walsh
Emily Watson

 

Direção: Tim Mielants

Gênero: Drama

Duração: 98 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: US$ 4 milhões

Estreia: 13 de Março de 2025

Sinopse: 

Em PEQUENAS COISAS COMO ESTAS, Bill Furlong, um respeitável comerciante de carvão e madeira, leva uma vida simples com a família. Durante o período de Natal, ele faz uma descoberta perturbadora sobre um convento local e as jovens mulheres que ali vivem.

Crítica | Pequenas Coisas Como Estas: Cillian Murphy confronta a Igreja Católica em excelente drama

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Claire Keegan;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Deu Preguiça!

Personagens de desenho animado com fundo colorido.

(The Sloth Lane)

 

Elenco:

Leslie Jones
Remy Hii
Olivia Vásquez

 

Direção: Tania Vincent, Ricard Cussó

Gênero: Animação

Duração: 84 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 13 de Março de 2025

Sinopse: 

Em DEU PREGUIÇA!, a preguiça Laura precisa mudar as pressas de sua casa porque uma terrível tempestade destruiu tudo. Agora, ao lado de sua família, ela vai até a cidade grande para buscar por uma segunda chance.

Curiosidades: 

» Além de codirigir, Tania Vincent também assina o roteiro ao lado de Ryan Greaves e Erica Harrison;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme 'The Sloth Lane' com bichos-preguiça animados.

Fotos: 

Personagem animado assustado em uma expressão engraçada.

Personagens animais jogando cartas em mesa colorida.

Personagem animado assustado segurando bloco de notas.

Família de bichos-preguiça feliz em frente à casa.

Máquina do Tempo

(Lola)

 

Elenco:

Emma Appleton
Theodora Brabazon Legge
Eva O’Brien

 

Direção: Andrew Legge

Gênero: Ficção Científica

Duração: 79 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Março de 2025

Sinopse: 

Em MÁQUINA DO TEMPO, as irmãs órfãs Thomasina e Martha Hanbury, moradoras de uma casa de campo em Sussex, no começo da década de 1940, criam uma máquina do tempo, que pode interferir na história da Inglaterra.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Andrew Legge também assina o roteiro lado de Angeli Macfarlane;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Fernanda Montenegro é APLAUDIDA DE PÉ na pré-estreia de ‘Vitória’, que pode marcar sua aposentadoria

A estrela Fernanda Montenegro foi ovacionada de pé durante a pré-estreia do filme Vitória, realizada na segunda-feira, no Theatro Municipal, em São Paulo.

De acordo com a revista Isto É, minutos antes do início da exibição, a veterana subiu ao palco junto com o diretor Andrucha Waddington e os atores Alan Rocha e Sacha Bali.

Emocionada, a artista de 95 anos fez um discurso sobre seus 80 anos de carreira e a importância do diretor na construção de sua personagem.

“Eu tenho uma vida de palco, praticamente 80 anos de palco. Muito especial que essa noite, com esse filme chamado ‘Vitória’, nos reunisse aqui, nesse palco, onde eu já estive algumas vezes. Eu posso dizer o quê? Deus tarda, mas não falha”, brincou.

Em seguida, Fernanda Montenegro destacou o papel crucial do diretor no processo criativo do filme:

“Filme é direção. A gente pode até acontecer de uma maneira milagrosa, espantosa, mas é o diretor que opta pelo que vai, pelo que não vai, a temática que vai por um caminho ou por outro. Algo que deve ser mais delicado vem mais à tona, o que deveria, em princípio, estar violento vai mais delicado. Então, o que eu agradeço aqui é a você, Andrucha. Obrigada”, declarou ela, recebendo um beijo do marido da Fernanda Torres e sendo aplaudida pela plateia mais uma vez.

Fernanda também revelou que contraiu Covid-19 durante as filmagens, o que tornou o processo ainda mais desafiador.

“O filme veio em uma hora muito complicada, ainda com muito vírus. Nosso elenco teve vírus, eu tive vírus. Mas, encontramos uma maneira de representar de uma forma não demagógica, uma coisa direta, limpa, sem nenhuma demonstração do que queremos demonstrar no filme – porque o tema também pedia isso -, fizemos de uma forma muito religiosa e sem nenhuma demagogia interpretativa”, completou ela.

Para finalizar, Fernanda Montenegro emocionou a plateia com um discurso sobre o significado especial daquela noite:

“Então, essa noite é uma noite, para mim também, muito especial, porque na idade em que estou, posso até continuar fazendo minhas leituras em palcos, como já faço há bastante tempo, mas cinema pede físico, pede fôlego. Então, é um momento muito especial nesse palco aqui, agora. Muito obrigado”.

Vitória‘ está programado para estrear no dia 13 de março de 2025.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Baseada em uma história real, a trama segue uma aposentada que desmontou uma quadrilha carioca de traficantes e policiais a partir de filmagens feitas da janela do seu apartamento no Rio de Janeiro.

Com roteiro de Paula Fiúza, o longa é inspirado pela obra literária Dona Vitória da Paz, escrito pelo jornalista Fábio Gusmão.

Andrucha Waddington é responsável pela direção.

‘The Drama’: Robert Pattinson revela que Zendaya o ajudou nas filmagens; “Eu estava desesperado”

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Robert Pattinson, conhecido por seu papel em ‘Batman’, compartilhou sua experiência ao contracenar com Zendaya emThe Drama, novo filme da A24. O ator revelou que a colega de elenco o ajudou a superar um momento de dificuldade durante as filmagens.

Em entrevista à Variety, Pattinson contou que uma cena em particular o deixou doido.

“Tivemos uma cena juntos que estava me deixando louco”, disse o ator. “Eu estava desesperado procurando seu significado, escrevendo páginas e mais páginas de análise textual. Acabei ligando para Zendaya na noite anterior à gravação da cena. Compartilhei minhas dúvidas com ela, falei por duas horas e, depois de um tempo, com muita calma, ela me fez entender que a fala só dizia o que significava dizer, que não havia nenhum significado oculto. E lá estava eu, ficando louco por três dias”.

Os detalhes da trama deThe Drama estão sendo mantidos em segredo, mas sabe-se que Pattinson e Zendaya interpretam um casal cujo relacionamento toma um rumo inesperado antes do casamento.

O filme é dirigido por Kristoffer Borgli e produzido por Ari Aster e Lars Knudsen, através da companhia Square Peg.

SUCESSO! Em sua 18ª semana, ‘Ainda Estou Aqui’ ULTRAPASSA 5,7 milhões de espectadores

Ainda Estou Aqui continua trilhando uma linda jornada nas bilheterias e atualmente está em 4º lugar entre os filmes mais assistidos, mesmo após 18 semanas em cartaz.

Estrelado por Selton Mello e Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, tornando-se o primeiro longa nacional a ganhar o prêmio.

Ele também se tornou o 7º filme brasileiro mais assistido do século XXI.

Com impressionantes 5,7 milhões de espectadores, o longa-metragem dirigido por Walter Salles superou recentemente a bilheteira de ‘Se Eu Fosse Você 2‘, comédia romântica de 2009, que havia registrado 5,64 milhões de ingressos vendidos.

Essa conquista reafirma o potencial do cinema brasileiro não apenas para agradar o público local, mas também para conquistar reconhecimento internacional, consolidando o lugar de ‘Ainda Estou Aqui‘ entre os filmes nacionais de maior sucesso das últimas décadas.

Confira o TOP 10, segundo a Comscore:

  1. Nada a Perder – 12 milhões de espectadores
  2. Minha Mãe é Uma Peça 3 – 11,6 milhões de espectadores
  3. Os Dez Mandamentos – 11,2 milhões de espectadores
  4. Tropa de Elite 2 – 10,8 milhões de espectadores
  5. Minha Mãe é uma Peça 2 – 9,2 milhões de espectadores
  6. Nada a Perder 2 – 6,1 milhões de espectadores
  7. Ainda Estou Aqui – 5,7 milhões de espectadores
  8. Se Eu Fosse Você 2 – 5,6 milhões de espectadores
  9. Minha vida em Marte – 5,3 milhões de espectadores
  10. Dois Filhos de Francisco: A história de Zezé di Camargo e Luciano – 5 milhões de espectadores 

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Crítica Netflix | Adolescência – Uma minissérie sem cortes e um alerta implacável para a era digital

Owen Cooper como Jamie Miller em Adolescência. (Foto: Netflix © 2024)

Dois policiais conversam dentro de uma viatura sobre o filho de um deles, que sempre arranja uma desculpa para não ir à escola. Isso sugere que há algo errado com o adolescente ou com a instituição de ensino. Logo em seguida, eles são chamados para realizar a prisão na casa de um suspeito. Em uma residência no subúrbio do norte da Inglaterra, os policiais arrombam a porta, rendem os pais e sobem para o quarto de Jamie (Owen Cooper), de 13 anos. Seu rosto de bochechas rosadas reflete pavor e um ar de pura inocência enquanto grita: “Eu não fiz nada!” e, tomado pelo medo, se urina. 

Esta mise-en-scène inicial em plano-sequência é o ponto de partida da nova minissérie Adolescência (Adolescence), da Netflix. Dividida em quatro episódios de uma hora, cada capítulo não apresenta cortes do início ao fim. A dupla responsável por essa narrativa intensa e perturbadora é a mesma do excelente e frenético O Chef (2021). Philip Barantini assume a direção, enquanto o roteiro fica por conta de Jack Thorne (Enola Holmes) e Stephen Graham, que também interpreta o pai de Jamie na minissérie

Stephen Graham e Owen Cooper em Adolescência. (Foto: Netflix © 2024)
Stephen Graham e Owen Cooper em Adolescência. (Foto: Netflix © 2024)

Durante o primeiro episódio, o uso contínuo do plano-sequência em uma trama policial é uma escolha ousada, porém exaustiva. Muitas tomadas acompanham personagens de costas e focam em pescoços caminhando de uma sala para outra na delegacia, após a prisão do garoto. Por outro lado, a sequência em que Jamie, sozinho na viatura, desaba em lágrimas, é um dos momentos mais impactantes e explora a imaginação do espectador. Esse episódio constrói um suspense envolvente em torno das provas do crime e da incredulidade tanto dos pais quanto da audiência. 

Embora trata-se de um crime entre adolescentes da mesma escola, Adolescência não é baseada em fatos reais, tampouco busca oferecer respostas definitivas. A minissérie convida à reflexão sobre a formação dos jovens na sociedade contemporânea. Mais do que uma simples trama de “quem matou” e “por que matou”, a narrativa conduz o espectador a considerar todas as possibilidades e responsabilidades envolvidas, evitando simplificações ou julgamentos precipitados.

Inspetor Bascombe (Ashley Walters) e Sargento Frank (Faye Marsay) em Adolescência. (Foto: Ben Blackall/Netflix © 2024)

O segundo episódio remete ao estilo claustrofóbico de O Chef, mas em proporções monumentais, pois se passa inteiramente dentro da escola. O plano-sequência dita o ritmo de busca pela verdade. Logo nos primeiros diálogos, entretanto, entre os policiais DS Misha Frank (Faye Marsay) e DI Luke Bascombe (Ashley Walters) — cujo filho estuda na instituição —, percebe-se a inutilidade das investigações no local: os adolescentes se mostram hostis ou zombeteiros em relação ao caso.

Aqui, o criador Stephen Graham provoca uma reflexão sobre a juventude e o abismo interpretativo entre adultos e adolescentes na era digital. Desde o início, a faca utilizada no crime nos é apresentada por um dos amigos de Jamie, mas a real motivação para um menino de 13 anos assassinar uma colega mais velha permanece uma incógnita. Somente no final, surgem indícios de sua ligação com a cultura incel (celibato involuntário).

Adam Bascombe (Amari Jayden Bacchus) e Detetive Inspector Bascome (Ashley Walters), em Adolescência. (Foto: Ben Blackall/Netflix © 2024)

No terceiro episódio, a narrativa se afasta da multidão e se concentra em um embate psicológico entre duas figuras: a psicóloga Briony Ariston (Erin Doherty) e Jamie, sete meses após seu encarceramento. Ela possui a incumbência de escrever um relatório sobre o comportamento do garoto. A conversa começa de maneira cordial, com a oferta de um chocolate quente e um sanduíche, mas logo evolui para um diálogo tenso e revelador. Durante uma hora sem cortes, o ator iniciante Owen Cooper justifica sua escolha para o papel, entregando uma performance que transita entre fragilidade, confusão, revolta e, por fim, a aceitação de seus atos, antes negados com seus angelicais olhos azuis. 

Se os três primeiros episódios estabelecem um fluxo intenso de emoções e conflitos, o episódio final é um verdadeiro clímax catártico. Quem aprecia narrativas elípticas e centradas em grandes eventos — como eu —, as quais deixam ao espectador construir os possíveis caminhos entre os momentos chaves, encontrará neste capítulo um olhar profundo sobre culpa e redenção.

Na sequência final — sempre sem cortes —, a série foca na família de Jamie, especialmente em seu pai, Eddie Miller (Stephen Graham).Treze meses após o crime, acompanhamos seu aniversário de 50 anos, celebrado com a esposa Manda (Christine Tremarco) e a filha Lisa (Amelie Pease), as três outras vítimas ocasionais do ato de Jamie.

Christine Tremarco e Stephen Graham em Adolescência. (Netflix © 2024)

É inevitável a relação com o longa Precisamos Falar sobre o Kevin (2011), de Lynne Ramsay, cuja comiseração e amor materno se apropriam da protagonista pelo ato bárbaro do filho. Aqui, Stephen Graham oferece uma atuação visceral, oscilando entre pesar, medo e descontrole. Algumas das revelações feitas por Jamie à psicóloga desafiam a visão que se tem sobre o papel do pai em sua vida: esta figura masculina foi a faísca para um adolescente se tornar misógino e feminicida?

Diferentemente de narrativas que buscam explicações simplistas – como abuso familiar, pais ausentes ou vícios –, Adolescência apresenta uma família trabalhadora comum. Eddie é um patriarca brusco, mas presente. Manda é uma mãe amorosa. Lisa, uma irmã sensível. Assim, a produção expande sua análise para além do lar, abordando a influência da internet e das redes sociais. As mensagens trocadas entre Jamie e sua vítima são um dos poucos indícios de contato entre eles, ressaltando o impacto do mundo virtual nas interações juvenis.

Erin Doherty como psicóloga Briony Ariston em Adolescência. (Foto: Ben Blackall/Netflix © 2024)

Se a violência no ambiente escolar já foi explorada em filmes como Elefante (2003), de Gus Van Sant, Adolescência adiciona um novo elemento: a constante exposição a conteúdos digitais. TikTok, Instagram e outras redes oferecem vídeos curtos sem restrição etária, moldando a visão de mundo de uma geração. Ao evitar respostas fáceis e levantar questões inquietantes, a minissérie nos obriga a refletir: como podemos controlar os discursos de ódio e sua influência nos jovens?

Reflexiva e arrebatadora, Adolescência se destaca não apenas por sua direção ousada em plano-sequência e atuações memoráveis, mas também por sua abordagem corajosa e necessária sobre violência juvenil e os perigos da era digital. Um alerta incômodo, mas essencial. 

 

Adolescência (Adolescence) estreia dia 13 de março na plataforma de streaming da Netflix.

‘Coringa: Delírio a Dois’: Executivo da Warner comenta fracasso do filme; “Negligência profissional”

Coringa: Delírio a Dois’ representou um dos maiores reveses da Warner Bros. no ano passado, sofrendo tanto com a recepção negativa da crítica quanto com o desempenho decepcionante nas bilheterias.

O filme arrecadou US$ 207,5 milhões, um valor que, diante de seu orçamento de US$ 200 milhões, resultou em perdas significativas para o estúdio.

A situação gerou repercussão na indústria. Recentemente, um executivo de alto escalão de um estúdio concorrente criticou duramente a decisão da DC/Warner de não realizar exibições de teste da sequência.

Segundo o ScreenRant, o executivo classificou a medida como “negligência profissional completa”“Recusar exibições de teste é inadmissível! Na indústria, nenhum filme com orçamento de US$ 200 milhões deixa de passar por esse processo. Isso é negligência total!”.

O longa arrecadou apenas US$ 206 milhões nas bilheteiras globais, o que o caracteriza como um grande fracasso. O prejuízo foi tão grande que a Warner Bros. deve ter perdido entre US$ 150 milhões a US$ 200 milhões com a produção.

Além do fracasso nas bilheterias, a produção também decepcionou o público. O filme ganhou uma nota D dos espectadores no CinemaScore – uma avaliação DESASTROSA para o gênero.

A nota representa a pior classificação da história para um filme de super-herói no site avaliador, ficando abaixo de produções criticadas como ‘Madame Teia‘, ‘Batman e Robin‘ e ‘Morbius‘, que receberam um C+.

Coringa: Delírio a Dois‘ já está disponível na Max.

Blake Lively conquista decisão judicial de SIGILO em processo contra Justin Baldoni

blake lively

A atriz Blake Lively obteve uma decisão judicial favorável em seu processo contra o diretor e co-estrela de ‘É Assim que Acaba’, Justin Baldoni.

Segundo a Variety, o juiz federal Lewis Liman concordou com o pedido de Lively para restringir certos materiais de descoberta ao acesso exclusivo dos advogados. A decisão foi motivada pela natureza do caso, que envolve celebridades e seus publicitários, e pelo risco de vazamento de informações confidenciais.

Os materiais restritos incluem “segredos comerciais”, como planos de negócios e marketing, ideias para projetos futuros, medidas de segurança dos clientes, informações médicas e “informações altamente pessoais e íntimas sobre terceiros”.

O juiz destacou o alto risco de divulgação, seja para a imprensa ou por meio de “fofocas e insinuações” na comunidade artística, e a necessidade de proteger informações confidenciais em casos que envolvem concorrentes de negócios e alegações de danos sexuais.

Os advogados de Baldoni concordaram com a necessidade de confidencialidade, mas se opuseram à restrição de acesso dos clientes aos materiais.

O juiz não acatou totalmente o pedido de Lively, restringindo a provisão para incluir materiais “altamente prováveis” de causar “dano significativo”.

O juiz argumentou que o sigilo facilitará o processo de descoberta.

“As partes solicitantes mostraram uma boa razão para uma provisão limitada de AEO e mostraram que entrar em tal provisão agora é crucial para a determinação justa e rápida (se não necessariamente ‘barata’) do caso”, escreveu ele.

Um porta-voz de Lively celebrou a decisão: “Hoje, o Tribunal rejeitou as objeções das partes da Wayfarer e entrou com as proteções necessárias para garantir o fluxo livre de materiais de descoberta, sem qualquer risco de intimidação de testemunhas ou danos à segurança de qualquer indivíduo”, disse o porta-voz. “Com esta ordem em vigor, a Sra. Lively seguirá em frente no processo de descoberta para obter ainda mais as provas que confirmarão suas alegações no tribunal”.

O processo movido pela atriz Blake Lively contra seu colega de elenco de ‘É Assim Que Acaba’, Justin Baldoni, ganhou sua data de julgamento.

Segundo o Deadline, o juiz federal Lewis J. Liman marcou para o dia 9 de março de 2026 o início do julgamento para resolver a disputa entre os atores.

“Até quinta-feira, 30 de janeiro de 2025, as partes devem apresentar um plano de gerenciamento do caso com prazos que permitam o início do julgamento nessa data”, afirmou o juiz.

O juiz Liman também tentou acelerar a resolução dos casos, que provavelmente serão consolidados, adiando uma audiência marcada para 12 de fevereiro sobre o pedido de Blake Lively, feito em 22 de janeiro, para que fosse imposta uma ordem de silêncio contra Bryan Freedman, advogado principal de Baldoni, a fim de silenciá-lo na mídia.

Hoje, o advogado de Lively, Michael J. Gottlieb, escreveu uma nova carta ao juiz sobre o suposto “fluxo interminável de declarações difamatórias e extrajudiciais” feitas por Freedman, pedindo que essas práticas fossem interrompidas.

O advogado, comentou sobre o comportamento combativo de Freedman: “Já há um risco sério de que a má conduta dele esteja contaminando os jurados”. Gottlieb também afirmou que Freedman estava agravando “uma corrida armamentista de divulgações seletivas de mensagens de texto para a mídia”.

“As ações dos réus da Wayfarer estão sendo financiadas por um bilionário que se comprometeu a gastar US$ 100 milhões para arruinar as vidas de Sra. Lively e sua família”, disse Gottlieb. “O Sr. Freedman está usando esse dinheiro, sua lista de clientes atuais e ex-clientes, e uma estratégia descarada de mídia e redes sociais para assassinar o caráter de Sra. Lively antes do julgamento”.

Além disso, no processo no estado do Texas, a defesa de Lively afirmou que Wallace e sua empresa, Street Relations, “armaram um exército digital por todo o país, incluindo em Nova York e Los Angeles, para criar, semear, manipular e promover conteúdo difamatório que parecia autêntico em plataformas de redes sociais e fóruns de bate-papo na internet”.

Além disso, o que as comunicações de Freedman ignoram – e provavelmente foram feitas para obscurecer – é que a Sra. Lively está de posse de inúmeras comunicações adicionais relacionadas às suas alegações contra as partes da Wayfarer”, concluiu Gottlieb

O ator Justin Baldoni entrou oficialmente com um processo contra Blake Lively e Ryan Reynolds, acusando o casal de ter roubado seu filme, ‘É Assim Que Acaba’, e de tentar destruir sua carreira com falsas acusações de assédio sexual.

De acordo com a Variety, no processo de 179 páginas, apresentado no Distrito Sul de Nova York, Baldoni e seus publicitários acusam Lively e Reynolds de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade.

A ação judicial solicita pelo menos US$ 400 milhões em danos.

“Em essência, este não é um caso de celebridades se atacando na imprensa”, afirma o processo de Baldoni. “Este é um caso sobre duas das estrelas mais poderosas do mundo utilizando seu imenso poder para roubar um filme inteiro das mãos de seu diretor e estúdio de produção… Quando os demandantes tiverem seu dia no tribunal, o júri reconhecerá que nem a celebridade mais poderosa pode manipular a verdade para seu próprio benefício”.

Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.

“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.

Melissa respondeu:

“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.

A publicista respondeu:

“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”

‘É Assim que Acaba’ | Entenda TODA a treta envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.

A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.

Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.

A WME não fez comentários.

Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.

Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.

Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

é assim que acaba

Daniel Radcliffe se junta a série de comédia da NBC, criada por Tina Fey e Robert Carlock

Daniel Radcliffe, conhecido por seu papel em Harry Potter, foi escalado para a nova série de comédia da NBC, ainda sem título definido, criada por Tina Fey e Robert Carlock, com roteiro de Sam Means.

Segundo o Deadline, a série terá Tracy Morgan no papel de um ex-jogador de futebol desonrado em busca de reabilitar sua imagem.

Radcliffe interpretará Arthur Tobin, um cineasta premiado que se muda para a mansão de Reggie (Morgan) para filmar um documentário sobre o ex-jogador.

Carlock, Means e Morgan são produtores executivos, juntamente com Fey, Eric Gurian e David Miner.

Rhys Thomas dirige e produz o episódio piloto.

A série está em fase de desenvolvimento do piloto e ainda não tem previsão de estreia.

Crítica | Cillian Murphy faz um trabalho fabuloso no dilacerante drama ‘Pequenas Coisas Como Estas’

Cillian Murphy vem se provando um dos maiores atores de sua geração ano após ano. Depois de ter participado de obras como ‘Peaky Blinders’ e ‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’, o astro levou para casa o Oscar de Melhor Ator por sua performance incrível em ‘Oppenheimer’ – caindo ainda mais no gosto da crítica e do público. E, pouco depois de ter colaborado com Christopher Nolan, Murphy firmou parceria com Tim Mielants para um poderoso e cru drama histórico intitulado Pequenas Coisas Como Estas, que chega hoje, 13 de março, aos cinemas brasileiros.

A trama é centrada em Bill Furlong (Murphy), um carvoeiro que mora na pequena cidade irlandesa de New Ross e que é pai de cinco filhas. Além de ser bastante respeitado pelos outros moradores locais, ele lida com traumas de uma penosa infância ao lado da mãe solteira e condenado ao ostracismo pela própria família – e sempre escolheu ficar longe de problemas e não repetir os erros de um passado distante. Em uma determinada noite perto do Natal, Bill vai fazer uma entrega ao convento de garotas da cidade e encontra uma jovem quase congelando de frio e presa em um armazém de carvão – levando-o a descobrir segredos obscuros que se escondem dentro das fortificadas paredes da igreja.

Baseado no aclamado romance homônimo de Claire Keegan, que inclusive foi eleito como um dos melhores livros do século, a trama traz como inspiração as Lavanderias de Magdalene, nome popular dos manicômios de Magdalene – instituições católicas destinadas a “mulheres caídas”, isto é, a profissionais do sexo, a jovens que ficaram grávidas fora do matrimônio ou àquelas sem apoio familiar. Todavia, apesar de defenderem uma recuperação dessas mulheres, tais lugares funcionavam como um cárcere de escravidão que submetia suas pacientes a trabalharem compulsoriamente, com provisões racionadas e sob circunstâncias deploráveis, além de serem exploradas para manter serviços a terceiros através de uma rede de lavanderias – e o mais chocante é que essas prisões existiram entre 1922 e 1998.

Dessa forma, não leva muito tempo até que Bill descubra o que está acontecendo e que, à maneira que deseja salvar aquela garota de retornar para aquele inferno, é alertado para não cruzar caminho com as irmãs que controlam a instituição, pois elas possuem uma influência muito grande em New Ross e podem destruir a vida dele e da família. E, a partir daí, o protagonista se vê em um dilema moral que o coloca no centro de um campo de batalha e que se apoia em conceitos sociológicos e filosóficos da necessidade mandatória de tomar uma escolha com consequências impactantes.

Para além de uma performance aplaudível de Murphy, que reitera seu prestigiado status no cenário do entretenimento, o elenco do longa-metragem conta com monstros da atuação para ajudar a compor esse cenário bélico de maneira a entregar exatamente a mensagem que deseja: Eileen Walsh encarna Eileen, esposa de Bill e uma das peças-chave mais importantes para compreendermos a trajetória do personagem principal; Emily Watson, recém-saída de uma imponente incursão em ‘Duna: A Profecia’, transmuta-se em uma sisuda e perigosa freira que carrega consigo o dom da manipulação; e Zara Devlin amalgama o terror e o pânico das jovens confinadas no convento ao dar vida à Sarah.

Mielants não é nenhum novato no mundo da sétima arte, mas, agora, conseguiu se infiltrar no cenário mainstream através da potente narrativa que levou às telonas, conquistando elogios ao redor do planeta e sabendo utilizar os pontos mais fortes do elenco. Aliando-se ao roteiro de Enda Walsh, Mielants consegue se esquivar das inclinações novelescas e das fórmulas melodramáticas para maximizar essa experiência crítica e visceral de uma dura realidade, conforme minimiza exageros em uma ambientação introspectiva e bastante funcional. É claro que um outro equívoco acaba aparecendo, mas a decisão de condensar a trama de Keegan em um breve filme de pouco menos de cem minutos.

Pequenas Coisas Como Estas é um grande acerto que finalmente chegou aos cinemas brasileiros e que, com sorte, cairá no radar dos cinéfilos pelas importantes mensagens que entrega. Contando com atuações esplendorosas e investidas que transformam essa impactante história em uma claustrofobia envolvente e angustiante, o novo longa-metragem de Tim Mielants já se sagra uma das grandes produções do ano – e volta a dar os holofotes a Cillian Murphy em sua melhor forma.

‘Invencível’: Conquista está morto? Criador responde

A terceira temporada de Invencível chegou ao fim com um confronto épico entre Mark Grayson (Steven Yeun) e o viltrumita Conquista (Jeffrey Dean Morgan).

Após uma intensa batalha, Mark derrota o vilão com a ajuda de seu irmão Oliver (Christian Convery) e sua namorada Eve Atômica (Gillian Jacobs).

Embora Cecil mostre o corpo de Conquista a Mark, as cenas finais do episódio revelam que o viltrumita foi aprisionado, levantando dúvidas sobre sua morte.

Em entrevista ao ComicBookMovie, o criador Robert Kirkman confirmou que Conquista está vivo e retornará em futuras temporadas.

“Acho que uma cena de Cecil interrogando Conquest, com Walton Goggins e Jeffrey Dean Morgan se enfrentando, seria uma cena bem legal e intensa. Mas, para ser mais sucinto, não acho que Cecil teria ido a todo esse trabalho de conter Conquest da maneira que fez se ele estivesse realmente morto. Então, acho seguro dizer que o Conquest de Jeffrey Dean Morgan vai retornar de alguma forma”, afirmou Kirkman.

Com a confirmação de que Conquista está vivo, resta aguardar para ver quais serão seus próximos passos na trama. A quarta temporada deInvencível já foi confirmada e tem previsão de estreia para 2026.

A terceira temporada de ‘Invencível’ está disponível no Prime Video.

Relembre o trailer:

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Aaron PaulSimu LiuJonathan BanksKate MaraXolo MaridueñaJohn DiMaggioTzi MaDoug BradleyChristian Convery fazem parte da nova leva de episódios.

Brad Pitt é piloto de Fórmula 1 no trailer INÉDITO da ação ‘F1’; Confira!

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Estrelado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt, F1 é uma aposta ambiciosa da Apple Studios, que promete agradar aos fãs de automobilismo com um tom realista.

O novo trailer do filme traz Pitt como um piloto de Fórmula 1.

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Apesar dos rumores iniciais de um orçamento astronômico de US$ 300 milhões, o produtor Jerry Bruckheimer e o diretor Joseph Kosinski desmentiram as especulações, garantindo que o custo real está significativamente abaixo desse valor.

Segundo o ScreenRant, sem mencionar valores específicos, o produtor afirmou que o divulgado orçamento de US$ 300 milhões está muito distante da realidade: “está completamente, fora da realidade em dezenas de milhões de dólares na direção errada, e na direção certa para nós”.

Ele ainda explicou: “o que as pessoas não percebem é que, primeiro, estamos filmando em locais com descontos. A Inglaterra tem grandes incentivos fiscais, muitos países europeus também oferecem descontos, e o mesmo acontece com Abu Dhabi. Tudo isso reduz consideravelmente o orçamento. Além disso, arrecadamos mais dinheiro para nosso carro [através de patrocínios] do que alguns times de Fórmula 1. Levando tudo isso em consideração, o número real é muito menor do que as pessoas imaginam”.

O produtor também revelou por que não pode divulgar o orçamento exato: “não podemos fornecer um número porque o dinheiro é da Apple e cabe a eles divulgar. Mas posso dizer que é significativamente menor do que o que foi reportado”.

Kosinski acrescentou: “Eu apenas direi que estou acostumado, em muitos dos filmes em que trabalhei, a ter seus custos superestimados por qualquer motivo, mas nunca tive uma experiência onde estivessem tão equivocados em um filme. Não sei de onde esse número surgiu”.

F1‘ é estrelado por Brad Pitt no papel de um ex-piloto que retorna à Fórmula 1, ao lado de Damson Idris, como seu companheiro na fictícia equipe APXGP do grid da competição. O filme está sendo rodado durante os finais de semana das rodadas do Grande Prêmio da Fórmula 1, com a equipe de produção em competição com os titãs do esporte.

O elenco estelar inclui ainda Kerry Condon, indicada ao Oscar; Javier Bardem, vencedor do Oscar; Tobias Menzies, vencedor do Emmy e indicado ao Globo de Ouro; Emmy Sarah Niles, indicada ao Emmy; Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Segundo o Deadline, a Apple Original Films fechou um acordo com a Warner Bros. Pictures para o lançamento nos cinemas, marcado para 27 de junho de 2025. .

‘Vingadores: Apocalipse’; Elizabeth Olsen revela se retornaria como Feiticeira Escarlate no UCM

Elizabeth Olsen, que interpreta Wanda Maximoff (Feiticeira Escarlate) no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), falou sobre a possibilidade de sua personagem retornar em futuros projetos, incluindo o próximo filme dos Vingadores.

Sua última aparição foi em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, onde Wanda aparentemente se sacrifica para destruir todas as cópias do Darkhold no multiverso.

Segundo o ComicBookMovie, Olsen expressou seu desejo de retornar ao papel, desde que haja uma “boa forma de usá-la”.

“É uma personagem que eu adoro voltar a interpretar quando há uma boa forma de usá-la, e eu acho que tive sorte, porque quando comecei, fui bem utilizada… depois, por um tempo, não sabiam muito o que fazer comigo! Se houver uma boa maneira de usá-la, estou sempre feliz em voltar”, afirmou a atriz.

Rumores indicam que Wanda pode ter um papel importante em ‘Vingadores: Apocalipse’, ao lado do Doutor Destino (Robert Downey Jr.).

Em outra entrevista, Olsen refletiu sobre sua jornada com a personagem.

“É muito incomum”, disse ela. “É algo que tem sido incrível. Eu imagino que seja como as pessoas se sentem quando fazem uma série de TV por muito tempo. Poder voltar a uma personagem e continuar a desenvolvê-la tem sido muito divertido para mim, especialmente porque me deram algo como WandaVision para realmente expandir tudo. E, a partir disso, Doutor Estranho foi uma virada tão louca e insana. Eu realmente me sinto muito sortuda por poder interpretar uma personagem por mais de 10 anos da minha vida, e adoraria continuar fazendo mais”.

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que Robert Downey Jr. irá retornar ao Universo Cinemático Marvel, dessa vez dando vida ao antagonista Victor von Doom/Doutor Destino.

Vale lembrar que recentes rumores apontam que Deadpool, Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Thunderbolts, Jovens Vingadores, Doutor Estranho, Clea, Hulk, Mulher-Hulk, Shang-Chi, Pantera Negra (Shuri), Sam Wilson, Capitã Marvel, Monica Rambeau, Cavaleiro da Lua, Demolidor, Gavião Arqueiro, Senhor das Estrelas, Loki, Thor, Visão Branco, Wanda, Agatha Harkness, Homem-Formiga, Máquina de Combate e Pepper Potts devem aparecer em ambos os projetos.

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘Thunderbolts*’: Soldado Invernal se torna congressista em novas fotos; Confira!

Thunderbolts*’, o novo longa da Marvel que apresenta uma equipe de heróis formada por personagens de caráter e objetivos duvidosos, ganhou novas imagens de divulgação.

Nas fotos, podemos ver o Bucky Barnes (Soldado Invernal) como um confidente, o Agente Americano, entre outros personagens.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2025.

O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Confira os trailers e siga o CinePOP no Youtube:

Indicada ao Oscar, animação ‘Memórias de um Caracol’ ganha data de estreia no Brasil

memórias de um caracol

Mares Filmes revelou hoje (13) que a aclamada animação Memórias de um Caracol ganhou data de estreia nos cinemas brasileiros.

O longa, que conquistou indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar, chega às telonas no dia 01 de maio.

Relembre o trailer:

O filme é escrito e dirigido por Adam Elliot.

Grace Pudel é uma garota solitária que coleciona caracóis ornamentais e tem um enorme amor pelos livros. Ainda muito jovem, Grace foi separada do irmão gêmeo, o pirofagista Gilbert, e a partir daí, entrou em uma espiral contínua de ansiedade e angústia. Apesar dessas inúmeras dificuldades, a menina volta a encontrar inspiração e esperança quando inicia uma amizade duradoura com uma idosa excêntrica chamada Pinky, repleta de coragem e desejo de viver.

O elenco de voz é formado por Sarah SnookKodi Smit-McPheeJacki WeaverEric BanaMagda Szubanski e outros.