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POLÊMICA! Chefão da Amazon quis comprar os direitos de ‘007’ e James Bond após Barbara Broccoli o chamar de “IDIOTA”

Os meio-irmãos Barbara Broccoli e Michael G. Wilson cuidam da franquia de espionagem ‘007‘ desde que eles herdaram em 1995 de seu pai, o lendário produtor de Bond, Albert “Cubby” Broccoli.

Conhecidos por terem gênio forte, eles comandavam a franquia com punho de ferro.

Quando eles começaram a negociar com a Amazon Prime a venda dos direitos, eles queriam fazer parte das decisões criativas. Mas o caldo desandou…

Segundo o THR, o streamer abordou os Broccolis com propostas para uma série de TV baseada em Moneypenny, a secretária do MI6 que está piscando os olhos para Bond desde os dias de Sean Connery, bem como um programa sobre o amigo de Bond na CIA, Felix Leiter, e talvez até algo envolvendo uma 007 feminina.

Previsivelmente, Broccoli e Wilson não estavam interessados. Havia esperança no início na Amazon de que a ex-executiva da Warner Bros. Courtenay Valenti — a filha do falecido chefe da MPAA Jack Valenti, que havia ingressado na MGM cerca de um ano depois que a Amazon a comprou, e de quem Broccoli teria gostado — pudesse ter alguma sorte em afrouxar a propriedade intelectual de Bond.

Mas nem mesmo “a sussurradora de Barbara”, como Valenti era supostamente chamada dentro da Amazon, conseguiu influenciar os filhos de Cubby. As relações ficaram ainda mais frias após uma reunião com os altos executivos da Amazon.

Rumores ainda apontavam que o diretor Christopher Nolan estava interessado em comandar o próximo filme da franquia, mas as negociações falharam quando Broccoli se negou a ceder o “corte final” ao aclamado cineasta.

De qualquer forma, tudo chegou ao auge em dezembro, um mês depois que Broccoli e Wilson ganharam o Thalberg no Governors Awards. Foi quando o The Wall Street Journal publicou um artigo detalhando o estado frio das coisas entre a Amazon e os Broccolis, no qual Barbara foi citada dizendo a amigos que os executivos da Amazon eram “idiotas do caralho”.

Não é de surpreender que essas palavras escolhidas aparentemente não tenham sido bem recebidas pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos.

Ele leu a citação dela no Jornal, pegou o telefone e disse:

‘Não me importa quanto custa, livre-se dela'”, descreveu uma fonte.

Fontes próximas à empresa refutam veementemente que Bezos tenha feito tal comentário e negam que a reportagem do Jornal tenha tido impacto nas negociações, observando que “as discussões sobre a joint venture ocorreram durante a maior parte do ano”.

De qualquer forma, fontes internas dizem que Bezos acabaria pagando perto de um bilhão de dólares pela franquia. Por esse tipo de dinheiro, Broccoli e Wilson devem ter decidido que valia a pena deixar todas as decisões nas mãos de outras pessoas…

Em entrevista ao Deadline, Andy Jassy, CEO da Amazon, quebrou o silêncio sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”  

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Phoebe Dynevor negocia papel em thriller romântico sobrenatural de M. Night Shyamalan com Jake Gyllenhaal

A atriz Phoebe Dynevor está em negociações para estrelar ao lado de Jake Gyllenhaal no próximo filme de M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’), um thriller romântico sobrenatural ainda sem título.

Segundo o Deadline, o filme terá roteiro original co-criado por Shyamalan e o renomado romancista Nicholas Sparks, conhecido por livros comoDiário de uma Paixão e Um Amor para Recordar’.

Shyamalan e Sparks estão escrevendo simultaneamente um roteiro e um romance baseados sobre a mesma história. Detalhes da trama ainda não foram revelados.

Phoebe Dynevor é conhecida por seus trabalhos em Jogo Justo, Bridgerton, Younger e Snatch: Um Novo Golpe.

Jake Gyllenhaal é um ator renomado, com trabalhos notáveis em filmes como Matador de Aluguel, O Segredo de Brokeback Mountain, Donnie Darko eNocaute.

Branca de Neve e os Sete Anões | Antes da estreia do live-action, relembre a ICÔNICA animação da Disney

Nas primeiras décadas do século XIX, os irmãos Wilhelm e Jacob Grimm tornaram-se responsáveis pela criação de diversas narrativas carregadas com uma sutil crítica social e algumas morais bem estilizadas para sensibilizar as crianças em relação aos costumes da época. É claro que, levando em conta o modo como contavam essas histórias, chegamos à conclusão de que tais histórias na verdade eram extremamente cruéis e que, apesar do costumeiro “final feliz”, não abriam mão de alguns sacrifícios sangrentos e chocantes, incluindo a morte dos protagonistas e o total afastamentos da crescente vertente da escola literária Romântica; não é à toa que até hoje seus contos permaneçam no imaginário popular e sofram inúmeras adaptações para a televisão e para os cinemas.

Em 1934, Walt Disney, em iminência de seu incrível império animado, juntou seu time criativo para realizar algumas possíveis investidas nesse panteão fabulesco criado pelos autores alemães; como parte de um novo projeto para expandir a sua “dominação” cinematográfica, tal idealização tornou-se finalmente verdade três anos depois com o lançamento de um marco da História do cinema, Branca de Neve e os Sete Anões’, que não apenas fornecia uma perspectiva mais pura, mas trazia técnicas fílmicas que se popularizam conforme seu sucesso tornava-se global.

É meio redundante discorrer acerca da trama principal – afinal, ela já foi relida tantas vezes que até mesmo a nova geração millenial sabe do que se trata: uma garota de pele branca como a neve e que empresta tal característica para o título, é alvo de invejas de uma poderosa e maléfica governanta, cujo nome restringe-se a apenas Rainha Má. Ela não apenas é uma forte presença que não aceita que sua enteada seja mais bonita e mais perfeita que si mesma, mas é versada nas artes das Trevas e tem como fiel conselheiro e confidente um macabro e poético espelho mágico que claramente serve como uma versão distorcida do guardião, nesse caso da antagonista. Eventualmente, a Rainha manda um de seus subordinados atrás de Branca para matá-la e arrancar seu coração, mas tal figura cede à pureza da nossa heroína e consegue fazê-la fugir até encontrar abrigo em um pequeno e confortável chalé habitado por sete anões muito cômicos e diferentes entre si.

Diferentemente do conto de fadas assinado pelos Irmãos Grimm, a Disney e o diretor David Hand optam por manter-se em um escopo mais maniqueísta. Em outras palavras, não espere um desenvolvimento profundo de cada um dos personagens, mas sim forças conhecidas pelos espectadores e que são facilmente reconhecíveis em uma identidade que trabalha essencialmente com a oposição. Não conseguimos ver, por exemplo, nenhum traço de bondade em relação à Rainha Má, seja em sua forma natural ou em sua transmutação para uma decadente bruxa – que é inclusive adornada com o típico nariz pontudo, a verruga, a boca desdentada e a corcunda. Em contrapartida, Branca de Neve é a própria personificação de toda a justiça que existe no mundo, e seus movimentos são pautados em floreios excessivos que dialogam com os passos de dança performados por bailarinos, especialmente se pensarmos na delicadeza saturada de O Lago dos Cisnes’.

Nem mesmo os coadjuvantes conseguem fugir muito dos arquétipos aos quais são engolfados. Os sete anões têm seus nomes levados ao pé da letra – Zangado, por exemplo, tem uma dura personalidade e vive com uma expressão ranzinza constante, enquanto Dengoso permanece se escondendo em sua longa barba branca, sentindo-se envergonhado por qualquer coisa. Mestre tem um condicionamento pré-estabelecido a ser o líder do grupo, ao mesmo tempo em que Soneca rende-se a uma cômica necessidade de bocejar e dormir o máximo de tempo possível. Isso para não falarmos da breve, porém “necessária” presença do Príncipe Encantado que eventualmente insurge como um ex machina para a resolução da história.

Em termos narrativos, o filme é monótono. Se tirarmos os breves números musicais, não ficamos com muita coisa além de uma trama que se resolve, cronologicamente, em 24 horas. A protagonista foge do castelo, perde-se na floresta, é ajudada pelos animais a encontrar o aparentemente abandonado chalé e então se torna uma espécie de mãe para os anões. Podemos analisar também como o roteiro baseia-se muito em um pano de fundo bucólico, campesino e sobrenatural para resolver cada uma das subtramas, incluindo a infantilização de seus personagens mais velhos – o que torna-se ridículo, por falta de outro adjetivo. A única a realmente ter um protagonismo mais mórbido é a Rainha, agora como Bruxa, que ascende como uma força temível até encontrar a esperada ruína, visto que representa o lado ruim da história.

Apesar desses claros deslizes, é justamente a animação em si que encanta, desde o design metafórico até a evolução tecnológica que representa. A Disney utiliza-se da rotoscopia, ou seja, a criação desse estilo a partir de um filme já gravado, no qual os animadores desenham por cima dos frames. Todas as figuras traduzidas para o escopo imagético são fluidas na maior parte, e o produtor permitiu-se também aperfeiçoar a bruta descoberta feita por Max Fleischer, determinando a estética das animações por inúmeras décadas – até a chegada do chroma-key. E isso não é tudo: as investidas artísticas são incrivelmente miméticas e conversam com pintores e escultores do final do século XIX para diferenciar cada um dos cenários.

Albert Hurter, responsável pela arte-final da obra, contou com uma incrível bagagem cultural para decidir como transpor as páginas do roteiro para a tela. Para tanto, buscou inspiração tanto no ilustrador Arthur Rackham quanto no pintor John Bauer, conhecidos pelo jogo de luz e sombra extremamente impressionista e expressionista, brincando com os conceitos de vida e morte dentro de um cenário fabulesco e mitológico, sempre buscando dialogar com algum aspecto da vida cotidiana para conscientizar o público-alvo. Apesar de abandonar esse moralismo exacerbado, Hurter obtém um sucesso tremendo ao arquitetar sequências de puro terror, incluindo uma antropomorfização naturalista aplaudível, seja pela construção aterrorizante das árvores e dos troncos, ou pela inocência dos pequenos animais.

Branca de Neve e os Sete Anões’ pode não ser o filme mais original do mundo, mas sua importância é inquestionável. Além de ser o real pontapé para o crescimento de um império secular, o longa-metragem tornou-se uma das principais referências para a realização de animações, principalmente por suas estética e técnica modernas.

‘The Technique’: Novo thriller psicológico de Brian McGreevy anuncia elenco estelar

‘The Technique’, o novo thriller psicológico escrito por Brian McGreevy, revelou seu elenco estelar.

Segundo o Deadline, o filme será estrelado por Kelsey Asbille (‘Yellowstone’), Nicholas Alexander Chavez (‘Monstros Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais’), Ben Platt (‘Theater Camp: Um Verão Alucinante’), Emma Roberts (‘O Mistério de Blackwood’), Laura Harrier (‘Infiltrado na Klan’) e Noomi Rapace (‘Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres’).

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em sigilo.

Jason Isaacs critica debate sobre cena de NUDEZ em ‘The White Lotus’: “Uma coisa estranha”

Jason Isaacs, ator deThe White Lotus, comentou sobre a cena de nudez frontal que protagonizou na série da HBO, que gerou debates nas redes sociais sobre o uso de um pênis prostético.

Em entrevista ao Deadline, Isaacs criticou o foco excessivo na cena, destacando o duplo padrão em relação à nudez feminina.

“Muitas pessoas estão debatendo isso. Está por toda a internet”, disse o ator. “Vou te dizer por que. Porque a melhor atriz deste ano é Mikey Madison no Oscar e não vejo ninguém discutindo sobre sua vulva, que está na televisão o tempo todo, e eu não estou falando sobre carros suecos”.

Isaacs comparou a situação com a nudez de Margaret Qualley em ‘A Substância’, onde, segundo ele, não houve discussão sobre suas genitais.

“Eu acho interessante que existe um padrão duplo para os homens, mas quando as mulheres estão nuas, como Margaret Qualley em A Substância, ninguém jamais pensaria em falar sobre suas genitais ou seus mamilos ou qualquer uma dessas coisas. Então, é estranho que exista um padrão duplo”, afirmou.

O ator reconheceu que evitou responder diretamente sobre o uso de prótese, pois acredita que o público não precisa saber “como a salsicha é feita”.

“Eu realmente acho que seria estranho, quando há personagens — e algumas das mulheres estão nuas aqui — seria estranho se você estivesse sentado aqui. E você nunca sonharia em discutir as genitais delas, nem por um segundo”, explicou.

Isaacs questionou a obsessão com a cena de nudez, ressaltando a qualidade da série. “Qual é a obsessão de vocês?”, perguntou. “Mike White é um roteirista brilhante, é a melhor série da televisão há muito tempo. E qual é a obsessão com pênis? É uma coisa estranha”.

No Rotten Tomatoes, a terceira iteração abriu com espetacular 95% de aprovação – tendo a maior porcentagem da série até agora (contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª).

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Lukas Haas revela que ‘Homem-Aranha Noir’ pode ser lançado em preto e branco

Lukas Haas compartilhou detalhes sobre Homem-Aranha Noir’, a nova série da Amazon MGM Studios estrelada por Nicolas Cage, sugerindo que a produção poderá ser lançada tanto em preto e branco quanto em cores.

Em entrevista ao ComingSoon, Haas descreveu a série como um “projeto incrível” e destacou a atmosfera noir autêntica das filmagens.

“Foi simplesmente um projeto incrível”, disse ele. “Todos os envolvidos foram incríveis. Brendan Gleeson, ele faz o meu chefe. Foi muito legal fazer essa coisa de noir. Era um filme noir genuíno, da maneira como foi filmado, com aquelas sombras longas”.

Haas revelou que os monitores no set de filmagem exibiam as imagens em preto e branco, criando uma atmosfera que remetia aos filmes noir clássicos dos anos 1930.

“Nós filmamos — acho que pode sair tanto em preto e branco quanto colorido, mas quando filmamos, os monitores estavam todos em preto e branco, então você tinha essa sensação, e parecia muito, muito autêntico. A ponto de eu realmente ir olhar o monitor e pensar que estava vendo um filme antigo, mas na verdade era apenas o monitor mostrando o que a câmera estava captando na hora. Eles fizeram um trabalho lindo com os filtros e todo esse trabalho, fazendo parecer um filme genuíno dos anos 1930, preto e branco”, afirmou.

O ator elogiou o roteiro e a atuação de Nicolas Cage, expressando entusiasmo pelo resultado final da série.

“Mas, obviamente, só a escrita já é incrível, e o Nic é sensacional. É um projeto realmente divertido e mal posso esperar para ver como vai ficar”, concluiu Haas.

Vale lembrar que, recentemente a série live-action ganhou novas imagens do set, que mostram o protagonista usando sua roupa civil em meio à multidão.

Nas fotos reveladas pelo Just Jared, Nicolas Cage aparece sem o traje do herói. As gravações estão acontecendo em Los Angeles.

Confira:

Vale lembrar que, recentemente, no primeiro vídeo do set, Nicolas Cage apareceu em cima de um carro em uma cena de perseguição.

Assista:

nicolas cage
Photo por TMZ

Nicolas Cage já havia dublado o personagem na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’) e Li Jun Li (‘Babilônia’) completam o elenco.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que a produção contará com oito episódios: “A 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) será responsável pela direção.

‘F1’: Brad Pitt é destaque nas novas imagens oficiais do filme de ação

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O vencedor do Oscar Brad Pitt é destaque nas novas imagens oficiais de F1, drama de ação que explora o submundo do automobilismo.

O material de divulgação ainda traz Joseph Kosinski à frente da direção em um dos registros. O diretor ascendeu grandiosamente em Hollywood por seu excelente trabalho no estrondoso sucesso ‘Top Gun: Maverick‘.

Confira as imagens:

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

F1‘ é estrelado por Brad Pitt no papel de um ex-piloto que retorna à Fórmula 1, ao lado de Damson Idris, como seu companheiro na fictícia equipe APXGP do grid da competição. O filme está sendo rodado durante os finais de semana das rodadas do Grande Prêmio da Fórmula 1, com a equipe de produção em competição com os titãs do esporte.

O elenco estelar inclui ainda Kerry Condon, indicada ao Oscar; Javier Bardem, vencedor do Oscar; Tobias Menzies, vencedor do Emmy e indicado ao Globo de Ouro; Emmy Sarah Niles, indicada ao Emmy; Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

A Apple Original Films fechou um acordo com a Warner Bros. Pictures para o lançamento nos cinemas, marcado para 27 de junho de 2025. .

The Alto Knights: Máfia e Poder’: Robert De Niro é destaque nas novas imagens dos bastidores; Confira!

A Warner Bros. divulgou imagens inéditas dos bastidores das gravações de ‘The Alto Knights: Máfia e Poder‘, filme biográfico estrelado por Robert De Niro (‘O Irlandês’) em papel duplo.

O material de divulgação traz o ator em destaque ao lado do diretor Barry Levinson e mostra detalhes do trabalho de transformação feito no veterano para encarar ambos os papéis.

Confira:

Confira o trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de março.

Dirigido por Barry Levinson, o filme conta a história dos chefes da máfia Vito Genovese e Frank Costello, dois ítalo-americanos que administravam suas próprias famílias criminosas em meados do século XX. Genovese tentou matar seu rival em determinado momento, mas falhou.

O elenco ainda conta com Debra Messing, Cosmo Jarvis, Kathrine Narducci, Michael Rispoli, Michael Adler, Ed Amatrudo, Joe Bacino, Anthony J. Gallo, Wallace Langham, Louis Mustillo, Frank Piccirillo, Matt Servitto e Robert Uricola.

Nicholas Pileggi, de ‘Os Bons Companheiros‘, assina o roteiro.

‘Nas Terras Perdidas’: Dave Bautista e Milla Jovovich estão prontos para a ação em novo cartaz oficial; Confira!

Caçadores armados em cenário pós-apocalíptico.

O filme Nas Terras Perdidas, dirigido por Paul W.S. Anderson e estrelado por Dave Bautista e Milla Jovovich, ganhou um novo cartaz oficial. O material de divulgação traz a dupla pronta para a ação em meio a um cenário distópico.

Confira:

Lembrando que O longa chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

Dirigida por Paul W. S. Anderson (‘Resident Evil: Capítulo Final’), a produção é baseada no conto homônimo de George. R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

A trama uma rainha desesperada para obter o dom da transmutação toma uma ousada decisão ao invocar a temida e poderosa feiticeira Gray Alys (Jovovich) para ajudá-la a alcançar seu desejo. Enviada para a selva fantasmagórica das Terras Perdidas, Alys e seu guia, o vagabundo Boyce (Bautista), devem superar homens e demônios em uma fábula que explora a natureza do bem e do mal, dívida e realização, e amor e perda.

O elenco ainda conta com Arly Jover, Amara Okereke, Fraser James, Simon Lööf, Deirdre Mullins, Sebastian Stankiewicz, Tue Lunding e Jacek Dzisiewicz.

‘The Electric State’: Netflix celebra estreia de scifi com vinda de Millie Bobby Brown e Irmãos Russo ao Brasil

THE ELECTRIC STATE: Trio Electric State, Brazil, March 14th 2025. Cr. Breno da Matta/Netflix ©️ 2025

The Electric State‘, sci-fi comandado pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’), já está disponível no catálogo da Netflix e para celebrar a aguardada estreia, a dupla criativa e a atriz Millie Bobby Brown aterrizaram no Brasil para uma festa bem carnavalesca.

O evento feito para os fãs contou com um trio elétrico e apresentações musicais do bloco Cornucópia Desvairada, DJ Ubunto, do duo de música eletrônica Deekapz e da Pabllo Vittar, que chegou de surpresa, anunciada por Brown.

Cerca de 1.400 pessoas curtiram a noite, que entregou a mistura inusitada do universo retrofuturista de ‘The Electric State‘ com a maior festa popular brasileira. Durante o evento, Millie ainda agradeceu o apoio dos fãs e compartilhou seu amor pelo país:

“Eu amo os meus fãs brasileiros, estou muito feliz de estar aqui, adoro vir ao Brasil’.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

‘Ainda Estou Aqui’: Vencedor do Oscar recebe três indicações ao Prêmio Platino, incluindo Melhor Filme Ibero-Americano

O vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, ‘Ainda Estou Aqui‘, segue com sua jornada de sucesso na temporada de premiação e foi indicado ao Prêmio Platino, uma das maiores condecorações do cinema Ibero-Americano.

O filme recebeu três indicações neste ano, incluindo a de Melhor Filme Ibero-Americano, categoria em que divide espaço com títulos como ‘Grand Tour‘, que rendeu a Miguel Gomes o prêmio de Melhor Direção em Cannes, em 2024, e que traz os brasileiros Marcos Pedroso e Thales Junqueira na direção de Arte.

Fernanda Torres também representa o Brasil na categoria de Melhor Atriz, com Walter Salles sendo indicado a Melhor Direção, ao lado de nomes como Pedro Almodóvar. O longa concorre ainda ao Prêmio do Público, nas categorias de Melhor Filme Ibero-Americano de Ficção e Melhor Atriz.

Organizado pela FIPCA (Federación Iberoamericana de Productores Cinematográficos y Audiovisuales) e pela EGEDA (Entidad de Gestión de Derechos de los Productores Audiovisuales), o Prêmio Platino acontece no dia 27 de abril em Madrid e terá transmissão ao vivo pela plataforma SmartPlatino TV.

Em sua 19ª semana em cartaz, ‘Ainda Estou Aqui‘ já soma um público de 5.710 milhões e continua em exibição nos cinemas em mais de 700 salas. Além disso, é atualmente recordista em diferentes rankings do cinema nacional, se tornando o 7º filme brasileiro mais assistido do século XXI.

O longa-metragem superou recentemente a bilheteira de ‘Se Eu Fosse Você 2‘, comédia romântica de 2009, que havia registrado 5,64 milhões de ingressos vendidos.

Essa conquista reafirma o potencial do cinema brasileiro não apenas para agradar o público local, mas também para conquistar reconhecimento internacional, consolidando o lugar de ‘Ainda Estou Aqui‘ entre os filmes nacionais de maior sucesso das últimas décadas.

Confira o TOP 10, segundo a Comscore:

  1. Nada a Perder – 12 milhões de espectadores
  2. Minha Mãe é Uma Peça 3 – 11,6 milhões de espectadores
  3. Os Dez Mandamentos – 11,2 milhões de espectadores
  4. Tropa de Elite 2 – 10,8 milhões de espectadores
  5. Minha Mãe é uma Peça 2 – 9,2 milhões de espectadores
  6. Nada a Perder 2 – 6,1 milhões de espectadores
  7. Ainda Estou Aqui – 5,7 milhões de espectadores
  8. Se Eu Fosse Você 2 – 5,6 milhões de espectadores
  9. Minha vida em Marte – 5,3 milhões de espectadores
  10. Dois Filhos de Francisco: A história de Zezé di Camargo e Luciano – 5 milhões de espectadores 

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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‘Grey’s Anatomy’: Ellen Pompeo explica porque não deixa sua filha de 10 anos assistir a série

A atriz Ellen Pompeo fez parte do elenco regular de ‘Grey’s Anatomy‘ por 19 temporadas e embora sua jornada na série seja uma das mais importantes de toda a sua carreira, ela ainda não está pronta para apresentar a produção para a filha de 10 anos. A informação foi compartilhada durante sua participação no talk show Jimmy Kimmel Live!.

Na ocasião, ela salientou que sua filha mais velha – de 15 anos – já assistiu a série, mas admitiu que não acha que sua caçula deveria vê-la de calcinha e sutiã na televisão. Não por hora, pelo menos.

“Minha filha de 15 anos já assistiu e agora a minha de 10 anos também quer ver, mas ela não está pronta. Mas muitas crianças da sua sala já assistiram. Eu ainda não quero que minha filha me veja de calcinha e sutiã na televisão. Mas todos os seus colegas de sala já viram, então isso rende ótimas conversas na hora de buscá-la”. 

Lembrando que a 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ já está em exibição.

Relembre o trailer:

‘Cilada’: Um criminoso está à solta no trailer da nova minissérie de suspense da Netflix; Assista!

A minissérie de suspense ‘Cilada‘, baseada na obra homônima de Harlan Coben, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

Na trama, a repórter Ema Garay ganha fama no jornalismo digital expondo criminosos que costumam escapar da justiça. Mas a vida dela sofre uma reviravolta ao cruzar o caminho de Leo Mercer, um assistente social que se torna o principal suspeito em sua investigação sobre o desaparecimento de uma jovem de 16 anos.

Essa não é a primeira vez que as obras de Coben são adapatadas pela Netflix. Nos últimos anos, a gigante do streaming também lançou as minisséries ‘Que Falta Você Me Faz‘, ‘A Grande Ilusão‘, ‘Não Fale Com Estranhos‘, ‘O Inocente‘, ‘Silêncio na Floresta‘ e ‘Fique Comigo‘.

O elenco da vindoura minissérie conta com Soledad Villamil, Juan Minujín, Alberto Ammann, Matías Recalt e Fernán Mirás.

Cilada‘ estreia em 26 de março na Netflix.

Eli Roth lança produtora independente de filmes de terror e convida fãs a se tornarem investidores

O ator e cineasta Eli Roth está expandindo seu trabalho no gênero de terror e acaba de lançar sua produtora independente, intitulada The Horror Section. A novidade foi revelada com exclusividade pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, Roth firmou uma parceria com a Media Capital Technologies para o empreendimento, que inclui não apenas produzir e distribuir filmes originais nos cinemas, mas também criar espaço para programas de terror na televisão, jogos, podcasts e eventos ao vivo.

Em entrevista ao THR, Roth comemorou o novo marco em sua carreira:

“Fiz isso com muito sucesso e tudo o que fiz para essa área rendeu muito dinheiro para muitas pessoas. Agora é hora de colocar tudo sob um guarda-chuva, construir um selo, mas realmente fazer aquele terror de ir direto na garganta – que eu tanto amo e que os fãs amam que eu faça”.

Para explicar seus planos criativos para o futuro próximo com a The Horror Section, o diretor salientou que ‘Feriado Sangrento‘ é a referência para o tipo de terror que ele quer expandir. Seu objetivo é construir histórias ainda mais viscerais e sangrentas, com o popular longa de 2023 sendo a base do que esperar:

“Eu gostaria que ‘Feriado Sangrento’ fosse o tipo mais manso de filme que eu faria para essa nova empresa. Essa é a linha de base. Todo o resto irá além disso”. 

The Horror Section também será uma produtora interativa, em que os fãs de terror poderão se envolver de perto como acionistas. Conforme revelado pela publicação, a empresa fechou uma parceria com a plataforma de investimentos Republic, para dar a chance a investidores do mundo todo (credeciados ou não) de participar dos lucros da empresa.

Com lançamento marcado para 21 de março, a empresa oferecerá uma participação de até 10% para os fãs, que poderão compartilhar lucros potenciais e propriedade intelectual de personagens e franquias de terror, além de ter acesso aos projetos em primeira mão, bem como outros benefícios. Uma das vantagens incluirá fazer parte de um de seus filmes, sendo uma das vítimas assassinadas diante das câmeras.

Vale lembrar que ‘Feriado Sangrento’, seu elogiado terror slasher, está disponível no catálogo da Max.

Na trama, depois que um incidente durante a Black Friday termina em tragédia, um misterioso assassino inspirado no Dia de Ação de Graças aterroriza uma cidade em Massachusetts – que é considerada o berço do infame feriado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que Roth confirmou que uma sequência está oficialmente em desenvolvimento.

O primeiro filme, apesar do recente boicote à Spyglass (após todas as polêmicas envolvendo os bastidores de ‘Pânico 7‘), conseguiu arrecadar US$ 46,5 milhões mundialmente.

Além de retornar à direção, Roth assinará o roteiro da continuação ao lado de Jeff Rendell.

“John Carver irá matar novamente! A sequência de ‘Feriado Sangrento’ ganhou sinal verde! Agradeço a todos que apoiam filmes de terror originais nos cinemas. A continuação está programada para estrear em 2025! Vamos levar um ano para acertar o roteiro, que começamos a desenvolver hoje,” declarou o cineasta.

Patrick Dempsey, Addison Rae, Jalen Thomas Brooks e Nell Verlaque estrelam a produção.

Roger Birnbaum e Eli Roth irão servir como produtores, com roteiro assinado por Jeff Rendell. 

Crítica | ‘Ganhar ou Perder’ traz todo o potencial da Pixar no mundo das séries

win or lose

Ganhar ou Perder chegou ao fim nesta semana, mas você talvez nem tenha ficado sabendo sobre ela. A série marca um capítulo importante na história da Pixar, já que foi sua primeira série animada 100% original. A trama gira em torno de um time infantil de Softbol que surpreende a todos chegando na final do campeonato. Então, pela ótica das pessoas envolvidas no jogo, a produção desenvolve seus personagens contando tudo os bastidores que ‘construíram’ essa final.

Desenvolvida para dar início a uma nova empreitada do estúdio no streaming, Ganhar ou Perder foi a primeira série original Pixar do Disney+ e talvez tenha sido a última. Isso porque ela foi anunciada em 2020, quando havia uma forte expectativa da Disney sobre bombardear seu streaming com produções originais. Entretanto, nos últimos meses, a diretoria vem reavaliando o desempenho de suas séries animadas e mudou sua estratégia. O que pode ter dado fim a todas as outras produções planejadas para este formato.

Com o sucesso comercial de Moana 2 (2024), que foi originalmente concebida como uma série, a Disney entendeu que o retorno é muito maior lançando seus projetos no cinema do que no streaming. Ou seja, as chances de darem sinal verde para outra produção como Ganhar ou Perder, que foi desenvolvida 100% para o formato do streaming, são baixíssimas.

Mas é curioso ver como a série não despertou a atenção do público geral. Com a própria Disney desistindo de investir pesado na divulgação, talvez a temática da produção não tenha cativado as pessoas. Afinal, o softbol é um esporte muito nichado. O mais engraçado é que o público não precisa ter noção nenhuma do esporte, já que a série é 99% sobre as personagens, deixando aquele 1% pra brincar com a modalidade.

A série é essencialmente sobre pressão e pessoas. O cenário de uma final esportiva foi escolhido por ser uma panela de pressão emocional. E terem escolhido justamente um esporte infantil e de pouco apelo foi fantástico, porque mostra não são apenas os atletas olímpicos ou jogadores de alto rendimento que estão sujeitos a cobranças. Todo mundo é pressionado. E a opção por deixar o jogo em segundo plano para trabalhar o mental dos personagens na semana anterior ou até mesmo durante o jogo só reforça essa ideia.

Aí que entra o grande diferencial da série, que é ter a Pixar no controle criativo. O estúdio sabe como poucos trabalhar com humanidade seus personagens, abordando de forma extremamente sensível e lúdica como cada um lida com suas pressões. Desde uma bolha falante de suor, passando por uma lesão escondida e uma armadura para lidar com as críticas, até chegar a uma pessoa que infla a cada nervoso que passa, a série trabalha praticamente todas as óticas possíveis do que é ter sua mente abalada por incertezas, cobranças e baixa autoestima. Tem episódios que realmente dão aquela sensação de sufoco diante dos dilemas dos personagens.

No fim das contas, é legal ver como todos os personagens retratados sofrem com as diferentes pressões, mas querem as mesmas coisas. O time não quer só vencer, quer ser aceito. Seja pelos pais, pela namorada, pela filha, pelo mercado… Todo mundo busca um tipo de aceitação. E é nessa hora que a Pixar brilha com aquilo que faz de melhor: surpreender e cativar.

Infelizmente, tem um ou dois episódios que não conseguem manter o bom nível narrativo dos outros, deixando a história talvez um pouco mais cansativa. No entanto, como ela dialoga com as diversas formas de pressão, é bem provável que esses episódios também consistem alguém que está passando por algo parecido. Esse é o mérito de abordar um grupo comum de crianças, é muito fácil de criar identificação pelas furadas que elas se metem.

No fim das contas, Ganhar ou Perder é uma série realmente muito boa, que poderia ser mesmo o pontapé inicial para uma leva de novas séries Pixar no Disney+. Mas o baixo retorno que ela trouxe provavelmente não vai permitir a repetição do formato tão cedo. E é uma pena que tão pouca gente tenha visto, porque é uma série muito boa.

win or lose (2) (1)Ganhar ou Perder está disponível no Disney+.

‘Tropas Estelares’: Nova versão de Neil Blomkamp NÃO SERÁ um remake

O clássico ‘Tropas Estelares‘ ganhará uma nova versão, que está sendo desenvolvida pelo aclamado diretor Neil Blomkamp.

Mas ao contrário do que fora veiculado anteriormente, o vindouro longa não será um remake do original de 1997. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter, ao anunciar a novidade com exclusividade.

Segundo a publicação, o projeto não será desenvolvido como um remake da obra de Paul Verhoeven e fontes revelam que o objetivo é voltar às raízes do material fonte, se baseando no livro de 1959.

Embora a obra tenha ganhado um Prêmio Hugo de melhor romance e tenha sido bastante influente na literatura de ficção científica, alguns setores o descreveram como fascista. Esse tom foi satirizado no filme de 1997 de Verhoeven (diretor de ‘Robocop‘, ‘O Vingador do Futuro‘, ‘Instinto Selvagem‘ e ‘Showgirls‘). Na época, o cineasta optou por um caminho mais exagerado em sua representação do jingoísmo militar e da propaganda, fetichizou os figurimnos e destacou influências nazistas.

Rico foi interpretado por Casper Van Dien e o elenco ainda incluiu Dina Meyer, Denise Richards, Neil Patrick Harris e Michael Ironside. Embora o filme não tenha sido um sucesso na época de seu lançamento, ele acabou sofrendo um revisionismo, sendo hoje considerado um clássico cult.

A nova versão de ‘Tropas Estelares‘ está sendo desenvolvido pela Sony Pictures. Blomkamp servirá como produtor ao lado de sua esposa, Terri Tatchell. O cineasta já é conhecido pelos fãs do gênero scifi, tendo comandado filmes como ‘Distrito 9‘, ‘Alyshium‘ e ‘Chappie‘.

O longa original foi baseado no romance homônimo de 1959, escrito por Robert A. Heinlein.

A história de Tropas Estelares gira em torno de uma força militar futurista que tem como missão proteger a Federação dos Cidadãos Unidos. Em particular, eles se envolvem em uma guerra interestelar contra os Arachnids, uma espécie alienígena.

Na época de seu lançamento, o filme não fez muito sucesso e gerou intensos debates sobre uma possível apologia ao fascismo. Com uma arrecadação de apenas US$ 121 milhões, o longa não conseguiu recuperar seu orçamento, que variava entre US$ 100 e US$ 110 milhões.

Apesar disso, Tropas Estelares se transformou em uma franquia, com as continuações Tropas Estelares 2’ (2004) e Tropas Estelares 3’ (2008), além de adaptações para jogos.

Atualmente, ‘Tropas Estelares’ está disponível no Disney+.

‘Branca de Neve’: Ator fala sobre polêmicas envolvendo o filme e admite que Disney “está com medo”

O ator Martin Klebba, conhecido por seu longo histórico em Hollywood, falou pela primeira vez a respeito das diversas polêmicas envolvendo a versão live-action de ‘Branca de Neve‘.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator que dá voz ao Zangado e que ainda ocupa o cargo de consultor sobre os personagens com nanismo, refletiu sobre a decisão do estúdio em reduzir a première do filme, impedindo a participação da imprensa.

Na ocasião, Klebba salientou que se orgulha do filme, mas admitiu que a Disney está com medo do feedback de diversos setores da sociedade:

“Realmente não vai ser um tapete vermelho. Vai ser no El Capitan [Theatre], o que é legal. Mas basicamente vai ser uma pré-festa, assistir ao filme e pronto. Não vai ter toda essa comoção de ‘o primeiro filme da Disney que eles já fizeram’. Por causa de toda essa controvérsia, eles têm medo da reação negativa de diferentes pessoas na sociedade.”

O ator ainda comentou que a mudança de planos em relação à première se deu em virtude do comportamento passado de Rachel Zegler, que fez duras críticas ao clássico original de 1937. Durante uma entrevista na D23 Expo de 2022, ela admitiu que não gostava da animação e que a considerava “datada”, em virtude dos temas abordados.

Seus comentários repercutiram negativamente na época, sendo considerados desrespeitosos ao filme e ao próprio legado de Walt Disney, que supervisionou todo o projeto e ainda fora aclamado por revolucionar a indústria cinematográfica. ‘Branca de Neve’ de 1937 foi o primeiro longa em animação da história do cinema, dando origem ao gênero em questão.

Klebba também comentou sobre outra polêmica envolvendo a nova versão, ponderando sobre a ausência de atores com nanismo na trama. A decisão de excluí-los fora tomada após o astro Peter Dinklage criticar publicamente o estúdio, sugerindo que isso seria preconceituoso e um retrocesso. Na época, a própria comunidade de nanismo rebateu seu argumento, afirmando que ele não os representava.

Para o intérprete de Zangado, a Disney não deveria ter recuado:

“Eu geralmente não entro em assuntos políticos, mas eu pensei ‘anões não vão desaparecer só porque você não consegue imaginar que eles estão lá’. Nós ainda vamos andar por aí. Então eu não entendi toda essa coisa sobre não fazer os anões. A história existe há muito tempo e é um clássico”. 

Recentemente, a Walt Disney Studios divulgou um novo vídeo promocional do remake.

O material traz Rachel Zegler cantando a inédita “Waiting on a Wish” em frente ao castelo Alcázar de Sergovia, que inspirou o castelo da personagem titular na animação de 1937.

A faixa foi escrita por Benj PasekJustin PaulJack Feldman.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa foi classificado pelo MPAA como “PG”, ou seja, LIVRE para todas idades.
Ele contém algumas cenas de “violência, pouco perigo, elementos temáticos e um humor desagradável”.

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

10 Filmes que VALORIZAM a frase: há males que vem para o bem!

A redescoberta da vida, o enxergar seu presente com outros olhos, são questões que podem surgir como um gatilho através de algumas situações. Com o foco quase sempre em personagens e seus conflitos, muitas produções encaram o desafio da desconstrução nas trajetórias. Pensando nesse recorte, segue abaixo 10 filmes que estão contidos nesse contexto:

 

Perfumes

Na trama, conhecemos o esforçado motorista Guillaume (Grégory Montel), um homem que passa por um presente cheio de desafios, lutando para conseguir ganhar mais dinheiro e enfim se mudar para uma casa maior assim podendo ter mais dias de visitação da filha. Certo dia ele é designado para ser o motorista de Anne (Emmanuelle Devos) uma reservada perfumista que após uma determinada situação ligado ao seu olfato nunca mais produziu perfumes. Os dois embarcarão em uma jornada de descobertas, aprendendo um com o outro a entender melhor um conceito importante em qualquer lugar do mundo: a sociabilidade.

 

Yesterday

Na trama, conhecemos Jack Malik (Himesh Patel), um cantor com pouca sorte em sua profissão que pensa sempre em desistir de seu maior sonho mas logo é incentivado por sua melhor amiga Ellie (Lily James) e parte em busca de novos desafios. Um dia, após sofrer um acidente, acorda e acaba descobrindo de maneira inusitada que ninguém no mundo conhece Os Beatles. Praticamente como se estivesse em um universo alternativo ou algo assim. Agarrando a oportunidade que surgiu em sua frente, com as músicas de seus ídolos ele começa a fazer enorme sucesso. Mas, escolhas precisarão serem feitas.

 

A Livraria

Na trama, acompanhamos a saga de uma viúva bastante inteligente chamada Florence (Emily Mortimer) que após a perda do marido, resolve empreender, arriscando tudo que possui para abrir uma livraria em uma cidade litorânea no interior de uma Inglaterra perto do início dos anos 60. Enfrentando dificuldades que nunca imaginara, com maior força por conta de interesses de forças da elite local, encabeçada pela excêntrica Violet (Patricia Clarkson), Florence precisará ter muita força de vontade para seu negócio dar certo e também contará com a ajuda de Edmund (Bill Nighy), um recluso morador da cidade que está cansado da mesmice e da falta de renovação cultural onde vive.

 

Doentes de Amor

Produzido pelo famoso diretor Judd Apatow, o filme conta a história do indiano Kumail (Kumail Nanjiani), um jovem motorista de Uber que faz de tudo para entender os costumes e tradições de sua família e foge sempre que o assunto é sobre seu futuro como advogado. Kumail faz Stand Up pela cidade onde mora e em um desses shows acaba conhecendo Emily (Zoe Kazan), uma estudante por quem acaba se apaixonando perdidamente. Só que tudo vai por água abaixo quando Kumail termina com Emily por conta de sua família, que deseja que ele se case com uma indiana. Mesmo sofrendo muito, os dois seguem em frente, até Emily entrar em coma, e, assim, Kumail passa os dias a visitando no hospital e acaba conhecendo melhor a família dela, principalmente o pai Terry (Ray Romano) e a mãe Beth (Holly Hunter).

 

Funcionário do Mês

Na trama, conhecemos Checco (Checco Zalone), um homem de meia idade que desde que nasceu sonha em ser funcionário público. Conseguindo realizar seu sonho logo que chega na fase adulta, vive uma vida pacata e sem emoções em uma cidadezinha italiana. Quando uma reforma administrativa acontece na Itália, toda a vida manda de Checco é colocada em cheque e ele passa a ter que lutar pela manutenção de seu emprego se metendo em diversas e hilárias situações.

 

A Promoção do Século

O longa-metragem argentino Promoção do Século nos apresenta um peculiar personagem em total declínio na carreira que resolve apostar toda sua credibilidade restante em uma ideia pra lá de inusitada que envolve uma empresa do ramo eletrônico e a maior paixão nacional dos nossos hermanos.

 

Min så kallade pappa

Na trama, conhecemos a futura mamãe e professora do jardim de infância Malin (Vera Vitali), uma mulher com garra e atitude que está passando por um momento de separação com o futuro pai de seu primeiro filho. Definida a tomar atitudes corajosas sobre seu futuro, resolve ir em busca do pai que nunca conhecemos, Martin (Michael Nyqvist), um veterano ator de teatro que nunca fez questão de procurar notícias de sua única filha. Durante o inusitado encontro, Martin sofre uma espécie de derrame e perde parte da memória. Assim, é a grande oportunidade de Malin se aproximar de seu desconhecido pai.

 

Rick and the Flash – De Volta para Casa

Na trama, conhecemos a roqueira e caixa de supermercados de produtos orgânicos Rick (Meryl Streep), uma mulher que abandonou o marido e os três filhos, anos atrás, para continuar sua busca inconsequente de fazer sucesso com suas músicas. Vivendo uma vida bem simples e sem muitas pretensões, certo dia recebe uma ligação de seu ex-marido, Pete (Kevin Kline), dizendo que precisa dela, pois, a filha deles está muito abalada pelo recente e traumático término do casamento. Assim, sabendo que irá enfrentar todo o trauma de seu passado, Rick embarca em uma jornada que vai mudar para sempre, novamente, sua vida.

 

Força Maior

Na trama, conhecemos uma família sueca que vai para uma estação de esqui para passar um período de férias. Tudo ia bem até que um dia, almoçando em um restaurante ao ar livre, uma avalanche inesperada surge, dando um grande susto. Na hora em que estava se aproximando o fenômeno natural, o pai pega suas luvas e celular e sai correndo, deixando o restante da família para trás. Agora, a partir desse ato, terá que viver as consequências que impulsionarão brigas e desconfianças com sua mulher.

 

Granizo

Na trama, conhecemos Miguel (Guillermo Francella), um meteorologista que trabalha na televisão faz tempo e agora acaba de ganhar um programa somente seu para falar sobre o tempo. Conhecido como infalível, por nunca ter errado uma previsão do tempo, durante uma dia onde ele fez uma previsão de noite tranquila uma tempestade nunca antes vista na argentina atinge em cheio Buenos Aires. Nos dias seguintes, fugindo da fúria de seus fãs ele resolve voltar para sua cidade natal, córdoba, onde reencontra a única filha, a pediatra Carla (Romina Fernandes).

Once Upon a Time | Os melhores VILÕES de uma das séries mais mágicas da década passada!

Mesmo quase uma década depois de seu término, Once Upon a Time continua a encantar fãs ao redor do mundo por fornecer uma perspectiva totalmente distorcida dos clássicos personagens dos contos de fadas e de inúmeras narrativas bastante conhecidas e imortalizadas através da história.

O drama de fantasia criado por Edward KitsisAdam Horowitz estreou em 2011 e se estendeu por sete temporadas – incluindo uma iteração que funcionou como soft reboot da história.

A trama nos leva para a cidade fictícia de Storybrooke, no Maine, onde Regina (Lana Parrilla) é uma rainha má que rouba memórias graças à maldição obtida por meio de Rumplestiltskin (Robert Carlyle). Suas vítimas viveram, portanto, uma realidade imutável durante 28 anos, sem ter qualquer noção de sua idade. Todas as esperanças estão depositadas em Emma Swan (Jennifer Morrison), filha da Branca de Neve (Ginnifer Goddwin) e do Príncipe Encantado (Josh Dallas). Ela é a única pessoa com a capacidade de quebrar a maldição e recuperar as lembranças perdidas, pois foi transportada do mundo de conto de fadas antes de ser atingida pelo feitiço.

Para celebrar a série, preparamos uma breve lista elencando os sete melhores vilões do show. Para tanto, não consideramos aqueles que participaram do spin-off Once Upon a Time in Wonderland’.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

7. INGRID/RAINHA DO GELO/SARAH FISHER

Intérprete: Elizabeth Mitchell

Apesar da 4ª temporada ter dividido a crítica especializada com a mercadológica e nada sutil introdução do universo ‘Frozen’ à série, não podemos tirar mérito das performances das novas adições ao elenco – principalmente de Elizabeth Mitchell. A atriz deu vida à Ingrid, também conhecida como Rainha do Gelo, antagonista incompreendida que, marginalizada por seus poderes, partiu numa vingança pessoal para recuperar sua família. Ingrid concluiu seu arco da forma mais tocante possível e deixou para trás um sentimento agridoce quando fez as pazes consigo mesma e com aqueles que machucou.

6. CORA MILLS/RAINHA DE COPAS

Intérpretes: Barbara Hershey, Rose McGowan

Quando pensávemos que Regina era a representação máxima da maldade, entra Cora. Vinda de uma família pobre e filha de um moleiro bêbado, Cora sofreu nas mãos da família real que controlava as terras em que morava e, ao conhecer Rumpelstiltskin, jurou se vingar de todos que a menosprezaram e mergulhou numa obscura jornada que deixou marcas na própria família e em todos que ousavam se colocar em seu caminho. Cora alcançou redenção tarde demais para ser salva – mas ainda conseguiu que Regina e Zelena, suas filhas, se reconciliassem antes de encontrar paz.

5. ZELENA

Intérprete: Rebecca Mader

A 3ª temporada não introduziu um, e sim dois vilões que abalariam as estruturas de Storybrooke e de cada um de seus habitantes. Um deles veio na forma de Zelena, também conhecida como a Bruxa Má do Oeste do universo de Oz. Filha de Cora e meia-irmã de Regina, Zelena foi odiada por boa parte de sua presença na sequência e se deixou ser consumida pelo ódio e pela inveja até perceber que eles não a levariam a lugar nenhum. Depois de ascender ao patamar de “inimiga número 1” dos protagonistas, ela mudou de lado e abandonou os próprios poderes para salvar aqueles que a ajudaram a encontrar o caminho da bondade.

4. PETER PAN

Intérprete: Robbie Kay

Quem diria que Peter Pan poderia ser um grande vilão? Em Once Upon a Time, a divertida e rebelde história do menino que não queria crescer tomou um rumo bastante obscuro e arrepiante, transformando-o em uma criatura mortal que raptava crianças e as levava para a perigosa Terra do Nunca. Em busca da juventude eterna e da fonte de toda a magia, Peter comprou briga com Regina, Rumplestiltskin e Emma Swan até ser detido – mas não antes de causar inúmeras intrigas entre os protagonistas.

3. KILLIAN JONES/CAPITÃO GANCHO

Intérprete: Colin O’Donoghue

Bem como boa parte dos vilões de Once Upon a Time, Capitão Gancho levou um tempo considerável até mudar de lado. Trabalhando para Cora e jurando se vingar de todo o mal que Rumplestiltskin lhe causara, Gancho tentou a todo custo tirar proveito de cada brecha que encontrava – isso é, até se apaixonar por Emma, aproximar-se de Branca e Encantando e abandonar a vida que tinha no passado (sacrificando-se das mais diversas maneiras para salvar aqueles que amava).

2. RUMPLESTILTSKIN/SR. GOLD

Intérprete: Robert Carlyle

Superar o denso arco de Rumplestiltskin na série é um trabalho muito difícil – e, por essa razão, ele se tornou um dos personagens mais icônicos da televisão da década passada. Com o antagonista, Robert Carlyle provou ser um monstro da atuação, demonstrando uma versatilidade e uma metamorfose imensuráveis que ajudaram a calcar a personalidade indecifrável do personagem. Ame-o ou odeio-o, Rumple sempre agiu em causa própria e nunca deixou que qualquer pessoa se colocasse entre ele e seus objetivos.

1. REGINA MILLS/RAINHA MÁ

Intérprete: Lana Parrilla

Sem sombra de dúvida, nenhum outro personagem poderia ocupar a primeira posição da nossa lista.

Regina Mills tem uma história bastante convincente através da série inteira: logo no episódio piloto, a poderosa rainha e feiticeira invade o casamento de Branca e Encantado e faz uma jura maléfica de destruir o sonho de cada um que a impediu de encontrar o final feliz. Não é surpresa que ela tenha criado um mundo novo em que fosse a manda-chuva – vivendo no topo da cadeia alimentar até a chegada de sua nêmesis, Emma. E, apesar de odiá-la na primeira temporada, Regina carrega consigo um dos maiores arcos de redenção do cenário televisivo recente, migrando de pura vilania a uma das heroínas mais justas que já existiram (além de nunca medir esforços para provar seu amor pelo filho adotivo, Henry).

‘Mickey 17’ e ‘Novocaine’ devem brigar pelo TOPO das bilheterias em final de semana MORNO nos EUA

De acordo com o Deadline, ‘Mickey 17‘ e ‘Novocaine: À Prova de Dor‘ devem brigar pelo topo das bilheterias no território norte-americano.

Projeções indicam que ambos ficam devem arrecadar em torno de US$ 8 milhões no próximo final de semana.

Apesar da competição acirrada, ‘Novocaine‘ registrou um retorno positivo nas sessões noturnas e tem grandes chances de conquistar o TOP 1 nos EUA. Já a ficção científica do aclamado diretor Bong Joon-ho deve sofrer uma queda de -57% em seu segundo final de semana.

Infelizmente, parece que nenhum dos filmes em exibição conseguiu atrair a atenção do público. Analistas apontam que as bilheterias domésticas devem fechar o final de semana com uma arrecadação total de US$ 55.8 milhõeso que representa o pior desempenho de 2025, ficando abaixo do final de semana do Super Bowl.

Vale lembrar que ‘Mickey 17‘ deve causar um prejuízo de US$ 100 milhões para a Warner Bros. O longa abriu com apenas US$ 19.1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Devido ao seu orçamento substancial de US$ 118 milhões (além de US$ 80 milhões gastos em marketing), a produção necessitaria uma arrecadação global entre US$ 240-300 milhões para se pagar.

Crítica | ‘Mickey 17’ traz o melhor de Robert Pattinson e de Bong Joon-ho às telonas

Assista nossa crítica:

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.