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‘Garota Infernal’: Amanda Seyfried culpa FRACASSO do filme no trabalho de marketing

A comédia de terror ‘Garota Infernal‘ se tornou um sucesso cult com o passar dos anos, conquistando uma nova audiência. Mas na época de seu lançamento, em 2009, a história foi bem diferente, com o longa fracassando nas bilheterias.

E segundo a atriz Amanda Seyfried, a culpa do fracasso é de fato do direcionamento equivocado da campanha de marketing. Em uma entrevista recente à revista GQ, a estrela do longa comentou o quanto ama o filme:

“Eu não consigo criticar esse filme. Pra mim, ele é um filme perfeito”. 

Na trama, ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer se torna muito brava com os rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto a maldosa Jennifer satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.

A campanha de marketing do filme foi direcionada ao público masculino, com Megan Fox sendo vista em pôsteres e anúncios bem sexualizados. Mas segundo Seyfried, os temas do filme eram empoderamento feminino e amizade.

“Se os críticos querem criticar alguma coisa, que seja o marketing. O marketing foi péssimo. Simplesmente foi. E todos nós concordamos”.

A atriz ainda elogiou o trabalho da diretora, Karyn Kusama, ponderando sobre como o marketing simplesmente diminuiu o poder da trama, a comercializando de forma barata:

“Karyn é uma defensora feroz de narrativas femininas. Ela é capaz de melhorar os relacionamentos entre mulheres no cinema e na TV. Ela montou tudo tão lindamente e a equipe de marketing tratou tudo de forma barata, como se fosse apenas uma brincadeira, uma brincadeira sangrenta. Acho que eles estragaram tudo”. 

Seyfried ainda comentou sobre os detalhes técnicos do filme:

“Os efeitos especiais eram tão incríveis, haviam cenas de risco, tinha tudo o que você poderia querer e muitas cenas de ação com garotas. Estávamos expressando uma certa angústia de uma forma cômica muito, muito específica”. 

Vale lembrar que ‘Garota Infernal 2‘ já está em desenvolvimento.

Relembre o trailer:

‘Emilia Pérez’: Karla Sofía Gascón afirma que houve uma “campanha contra mim”

A atriz Karla Sofía Gascón, conhecida por seu trabalho em ‘Emilia Pérez’, voltou a falar sobre as polêmicas envolvendo sua candidatura ao Oscar de Melhor Atriz, afirmando que houve uma campanha contra sua vitória na premiação.

Segundo o Deadline, durante o lançamento de sua biografia “Lo que queda de mi” (O que Sobrou de Mim), Gascón declarou: “Está claro que houve uma campanha contra mim e que eles continuaram até conseguirem o que queriam”.

Questionada sobre se sentia que havia sido perdoada por suas postagens nas redes sociais, a atriz respondeu: “Ninguém tem que me perdoar por nada. Se alguém se sentir ofendido por coisas que eu possa ter feito na minha vida, que venham e me digam”.

Gascón também rebateu as acusações de ser de extrema-direita ou racista.

“Disseram que eu sou de extrema-direita ou racista ou qualquer coisa assim. Mas se tem uma coisa que eu fiz a vida toda, é ser contra tudo isso. Quando eu era jovem, eu brigava com skinheads… Quando alguém vem até mim e eu pergunto: ‘Mas o que em mim te ofende?’, ninguém consegue me dizer nada”, afirma.

emilia perez

Entenda a polêmica

A atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, se emocionou durante uma entrevista recente, onde chorou e desabafou sobre as críticas que recebeu após a internet resgatar tweets polêmicos nos quais ela fazia comentários racistas, ofensas ao Islã, a George Floyd, entre outros.

De acordo com o Deadline, durante a conversa com Juan Carlos Arciniegas, da CNN Espanha, Gascón reafirmou que “não é racista” e pediu desculpas sinceras a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas pela forma como se expressou no passado, no presente e no futuro.

Ela acrescentou: “Acredito que fui julgada, condenada, sacrificada, crucificada e apedrejada sem julgamento e sem a opção de me defender”.

Gascón também falou sobre sua “maravilhosa filha”, que, segundo ela, a ensinou “valores importantes”.

A atriz compartilhou que se identifica com as lutas das pessoas negras.

“Eu me sinto e me identifico muito com as pessoas que foram expulsas dos ônibus pela cor da pele, com aquelas que não podiam estudar na universidade, com as que eram odiadas simplesmente por existirem, assim como sou odiada neste momento”, disse, emocionada.

Em outro momento, Gascón se emocionou ainda mais ao falar sobre um “relacionamento com uma mulher maravilhosa que é muçulmana” e que a ensinou sobre respeito. Ela afirmou que essa pessoa tem sido seu apoio “100%” neste momento.

A atriz também relembrou o trágico falecimento de seu irmão, quando ela tinha 20 anos: “Quando eu era muito pequena, meu irmão morreu em um acidente de Natal, e sempre senti um ressentimento em relação aos seres humanos de todos os espectros, porque me parece que os seres humanos são algo deplorável, mas também algo no qual tenho uma esperança incrível”.

Ela também revelou que sempre enfrentou ódio por ser trans e, certa vez, foi atacada no México por ser espanhola, com pessoas a chamando de “mulher espanhola que veio de novo roubar o ouro deles”.

Entre lágrimas, ela disse: “Eu não parei de receber ódio, ameaças de morte, insultos, abusos. Eu não vi ninguém sair em qualquer mídia, em qualquer espaço, em qualquer lugar, levantando a mão por mim e dizendo: ‘Ei, o que está acontecendo com essa pessoa que vocês estão massacrando?’ E ninguém, ninguém levantou um dedo por mudança”.

Quando questionada sobre um tweet polêmico no qual chamou George Floyd, assassinado por policiais em 2020, de “viciado em drogas e um vigarista”, Gascón confirmou que escreveu o post e afirmou que, na época, via as redes sociais “infelizmente mais como um diário”, cheio de “reflexões” em vez de algo que pudesse influenciar os outros.

Ela ainda acrescentou que o tweet foi escrito em tom de “ironia, sarcasmo e, às vezes, exagero”, e usou um recurso de “falar em terceira pessoa” para expressar algo negativo.

Gascón enfatizou que, “obviamente”, é uma apoiadora do movimento Black Lives Matter e que escreveu o tweet para apontar os comentários racistas de outros.

A atriz também reconheceu que seu tweet sobre o Oscar de 2021, onde chamou as vitórias de Daniel Kaluuya e Yuh-Jung Youn de “festival afro-coreano”, foi “estupidez” e afirmou que “certamente eles mereceram esses prêmios por todo o trabalho deles, e não pelo que são”.

Sobre um outro tweet, onde comparou a guerra contra Hitler à forma como a representação de negros e mulheres é abordada, Gascón explicou que usava a “terceira pessoa” para se referir a uma visão extremista, como se fosse uma nazista.

Ela acrescentou que, com seus tweets sobre Floyd, muçulmanos e Hitler, “parece que essa é uma pessoa terrível e má, quando precisamente estou tentando refletir o oposto”.

Gascón também desmentiu um tweet que circulou, no qual ela parecia chamar sua colega de elenco Selena Gomez de “rata rica”.

Ela afirmou que a acusação era falsa e que nunca havia feito tal comentário. “Eu disse: ‘Bem, o que fiz na minha vida? O que fiz — se não matei uma mosca, que, quando vou a lugares e vejo uma aranha em minha casa, eu coloco em um copo para não matá-la e a levo para a rua?’”, disse entre lágrimas, expressando que a resposta à controvérsia a fez sentir como se tivesse cometido um “crime.”

Gascón acrescentou que não tem “nada a esconder” e que sua “consciência está limpa”.

“Se o mundo inteiro acha que sou uma pessoa tão má que tenho que voltar para minha casa, então vou para casa com minha família, meus gatos e as pessoas que me amam, e vou continuar minha vida como sempre fiz. Nunca me faltou um prato de sopa porque fiz as coisas de maneira honesta, sem machucar ninguém neste mundo”, afirmou.

Quando perguntada se acredita que o “orgulho” teve algum papel em tudo isso, Gascón respondeu:

“Quando você vem de um lugar onde tem que se defender constantemente… é realmente feio se acostumar a receber violência, e a ser capaz de lutar e viver em um mundo onde você é ameaçado de morte constantemente, às vezes você tem que se elevar acima disso para que não te afundem. Porque se eu fosse um tipo diferente de pessoa, talvez, que tivesse deixado isso passar e não tivesse essa capacidade, com certeza já teria tirado minha vida diante de tudo o que aconteceu comigo”, afirmou.

Gascón concluiu a entrevista pedindo desculpas à sua filha por ela ter que lidar com a controvérsia em vez de celebrar, e acrescentou que está ciente de que suas palavras “vão ser distorcidas para o que [os outros] gostam ou desejam”.

“Isso é óbvio, e eles vão tirar as conclusões que cada um quiser tirar, mas como eu te disse antes, sou responsável apenas pelo que meu coração sente”, concluiu.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard (O Profeta), que também assina o roteiro.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

Em 1937, o mundo do cinema mudava para sempre com o lançamento da atemporal animaçãoBranca de Neve e os Sete Anões’. O longa-metragem marcou o lançamento da primeira princesa da Walt Disney Studios e calcou todas as produções inspiradas em contos de fada que seriam lançadas nos anos e nas décadas seguintes – carregando um legado inenarrável que estende suas ramificações até os dias de hoje e sagrando-se como uma das maiores obras-primas da sétima arte. Agora, quase noventa anos depois da chegada da animação original aos cinemas, somos convidados a uma reimaginação em live-action que já estava em desenvolvimento há bastante tempo e que finalmente vê a luz do dia pelas mãos de Marc Webb.

A trama, expandida tanto da animação clássica quanto do conto original assinado pelos Irmãos Grimm, é centrada em Branca de Neve (Rachel Zegler), uma jovem sonhadora que perdeu a mãe para uma doença terrível e cujo pai saiu para defender o reino dos inimigos das terras do Sul e não voltou mais – deixando tanto o castelo quanto os súditos sob as mãos da tirânica madrasta de Branca, a Rainha Má (Gal Gadot). Forçando a heroína a trabalhar constantemente como serva e usurpando todas as riquezas, a Rainha submeteu o reino à desesperança e à falta de prospecto, fazendo-o se esquecer até mesmo da existência de uma princesa benévola como o saudoso Rei. Guiada pelos próprios caprichos e por um Espelho Mágico (cuja voz pertence a Patrick Page), ela se importa apenas com sua beleza – e se vê ameaçada quando Branca torna-se a mais bela de todas, lançando-a a um ímpeto de inveja e de vingança derradeiro.

Arquitetando um terrível plano, a Rainha contrata os serviços de um Caçador (Ansu Kabia) para levá-la a uma parte distante da floresta, onde ele deve matá-la e arrancar seu coração. Porém, em meio à gentileza de Branca, seu suposto algoz a deixa viver e a incita a fugir; a jovem, então, se embrenha na parte mais escura da floresta até ser auxiliada pelos animais silvestres, chegando a uma pitoresca casa onde moram sete Anões – Mestre, Feliz, Soneca, Dengoso, Dunga, Zangado e Atchim – que se tornam seus aliados e a ajudam a enfrentar não apenas a Rainha, mas a reaver o reino que lhe pertence por direito.

Sempre que escrevo algum texto sobre um remake em live-action da Casa Mouse, deixo bem claro que a maior parte das investidas costuma falhar em capturar a essência do material original ou até mesmo a entregar um produto que seja bem-feito – como é o caso de ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘Dumbo’, ‘Pinóquio’, ‘Malévola’ e tantos outros. Entretanto, vez ou outra, o time artístico escalado para esses títulos sabe como comandar e nos surpreende com investidas estruturadas com solidez – como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘Cinderela’. E, felizmente,Branca de Neve integra esse segundo grupo: apesar de claros deslizes que nos fazem torcer o nariz, o resultado é aprazível dentro de seus limites, recapturando a magia que eternizou a protagonista no cenário do entretenimento e trazendo elementos novos que, por vezes, tornam os arcos mais interessantes.

Zegler é a grande estrela da produção, o que não é nenhuma surpresa: desde sua estreia oficial no remake de ‘Amor, Sublime Amor’, passando por produções como ‘Y2K’ e ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, a jovem atriz mostrou que veio para ficar e que sabe como encarnar qualquer personagem que lhe é dado. Enfrentando críticas inexplicáveis quando escalada, Zegler rende-se de corpo e alma a uma das melhores rendições de Branca de Neve, pegando expressões emprestadas das múltiplas encarnações que a heroína sofreu ao longo da história – mas apoiando-se em uma construção única e que dialoga com sua identidade artística. Como se não bastasse, seus vocais irretocáveis fornecem ainda mais densidade emocional ao arco em que é lançada, com destaque a momentos como “Waiting on a Wish” e “Whistle While You Work”.

Webb alia-se à roteirista Erin Cressida Wilson para dar vida ao projeto e, em boa parte, ele acerta nas escolhas técnicas e imagéticas: a fotografia familiar garante que ambos os lados da história – o de Branca e o da Rainha – sejam diferenciados pelo contraste de cores e até mesmo de enquadramentos, confinando a antagonista a sequências claustrofóbicas que representam a prisão que criou para seus súditos e, inadvertidamente, para si mesma; e colocando a heroína em uma jornada de empoderamento que toma cada vez mais força conforme os planos se abrem e as cores vibram em dourado e amarelo. Todavia, certos momentos parecem ultrapassar as cartas de amor à animação de 1937 e posam apenas como cópia.

Como mencionado, existem equívocos que mancham a estrutura da obra – mas o principal deles destina-se à crassa performance de Gadot. A atriz, que não é conhecida exatamente por sua versatilidade, se engolfa em uma representação caricata, burlesca e risível de uma das maiores vilãs da sétima arte, ofuscada pela longa sombra deixada por nomes que, de fato, fizeram jus à personagem (como Lana Parrilla, em ‘Once Upon a Time’, e Charlize Theron, em Branca de Neve e o Caçador’). Seja com entonações fora do eixo e uma tentativa frustrada de transparecer frustração e inveja, Gadot inclusive transforma a canção original “All Is Fair” em um festival de canastrices.

Um dos outros pontos positivos da obra é a trilha sonora: Benj Pasek e Justin Paul, que trabalharam juntos em ‘La La Land: Cantando Estações’ e ‘O Rei do Show’, nos presenteiam com faixas modernizadas que, mesmo seguindo a receita de produções similares, funcionam com repaginações mais modernas e arranjos instrumentais imponentes e envolventes. Para além das faixas encarnadas por Zegler, um dos momentos-chave da trama, “Heigh-Ho”, é ampliada em uma divertida narrativa que apresenta os sete Anões pela primeira vez de forma didática e “chiclete”.

O remake em live-action deBranca de Neve pode não ser uma joia reluzente como a animação original, mas nos conquista por não se levar a sério à medida que recaptura a magia do clássico e deixa que Rachel Zegler reitere seu merecido status em uma brilhante atuação.

branca de neve poster

‘Alien: Earth’: Xenomorfo causa PÂNICO em novo trailer; Confira!

alien earth

A FX recentemente divulgou um novo trailer de Alien: Earth’, série baseada na icônica franquia de ficção científica.

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Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

Sem data de estreia, o seriado será lançado no Brasil pelo Disney+.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

Segundo o DeadlineRicha MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida farão parte da atração como atores convidados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Wings Hauser, ator de ‘Plantão Policial’, morre aos 77 anos

O ator Wings Hauser, conhecido por seus trabalhos em ‘Nos Palcos da Vida’,Plantão Policial e outras produções, faleceu aos 77 anos.

Pai de Cole Hauser, que interpreta Rip Wheeler em Yellowstone, Wings Hauser teve seu primeiro papel de destaque como o cafetão Ramrod em Plantão Policial (1982), dirigido por Gary Sherman. Ele também cantou a música tema do filme.

Ao longo de sua carreira, Hauser acumulou mais de 100 créditos, incluindo participações em séries comoThe Fall Guy, ‘Airwolf’ e ‘Walker, Texas Ranger’.

Conforme o Deadline, a notcia foi revelada por sua esposa que compartilhou uma homenagem no Instagram: 

“O ícone do cinema Wings Hauser partiu nos braços de sua parceira de cinema e música, Cali Lili Hauser, em seu estúdio neste fim de semana. Nascido em Hollywood, membro orgulhoso da Academia e ainda mais orgulhoso filho do escritor, diretor e produtor vencedor do Oscar, Dwight A. Hauser, e da amada mãe Geraldine T. Hauser, a carreira única e lendária de Wings Hauser se estendeu por 58 anos no cinema, na TV e na música, trabalhando ao lado de muitos dos maiores artistas da indústria e conquistando seu respeito. Seus lançamentos recentes e futuros, junto com seu desejo final, são passar a tocha para o amor de sua vida, Cali, pedindo que ela continue o trabalho, incorporando a parceria deles, sua história de amor e honrando seu legado…”.

‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’: Jason Momoa revela que “nasceu” para interpretar o vilão Lobo

Homem e personagem animado musculoso com cigarro e arma
jason momoa

O astro Jason Momoa está animado para fazer o seu retorno ao universo compartilhado da DC, dessa vez no papel do vilão Lobo. Em uma recente entrevista à revista Entertainment Weekly, ele comentou sobre seu entusiasmado e o quanto se sente pronto para encarar o novo desafio.

Eu apenas acho que sou a pessoa certa para interpretar esse papel. Nasci para fazer isso”.

Durante a entrevista, Momoa também comentou que Lobo sempre foi seu “personagem favorito” e que não se importa de ficar marcado no papel:

“Se vamos me estereotipar em alguma coisa, então que seja como o Lobo. Motos, cigarros, festas, dreadlocks…ama uma briga, é engraçado”. 

Lembrando que em uma entrevista ao Screen Rant, ele deu a entender que sua versão do Lobo será fiel aos quadrinhos no novo Universo DC (DCU).

“Bem, esse é o papel que sempre quis interpretar. Essa é a HQ que eu amava, então estou realmente nervoso com isso”, disse Momoa. “É meio que uma escolha óbvia para interpretar esse personagem. É bem grande. Não quero entregar muito, mas, tipo, estamos bem parecidos com o personagem, e ele é bem rude e… vou dizer que a moto é realmente legal”.

Quando perguntado sobre a possibilidade de interpretar o Lobo por um longo período, Momoa respondeu com entusiasmo:Eu espero. Eu espero. Eu espero. É o filme dela, então é ótimo. Eu só entro por um tempo”.

Embora sua participação no filme ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ talvez não seja muito longa, os rumores indicam que Lobo pode ganhar um projeto solo no futuro.

No seu perfil, Gunn compartilhou uma imagem de Lobo na versão dos quadrinhos. Nos Stories, ele deu as boas-vindas ao ator, expressando entusiasmo pela nova fase.

O personagem Lobo, criado por Roger Slifer e Keith Giffen, é um anti-herói imortal e irreverente, conhecido por sua força sobre-humana e gosto por destruição. Originalmente um caçador de recompensas, ele foi introduzido nos quadrinhos em ‘Omega Men #3′, em 1983.

‘The Alto Knights’: Longa estrelado por Robert De Niro conquista 39% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

The Alto Knights: Máfia e Poder’, filme estrelado por Robert De Niro, obteve uma aprovação baixa no Rotten Tomatoes, alcançando apenas 39% de aprovação com base em 88 análises.

Os críticos, em sua maioria, destacaram que, embora a atuação de Robert De Niro seja excelente, o filme em si se mostra fraco e abaixo das expectativas.

 

“Embora seja inevitável que alguns, talvez muitos, espectadores considerem o papel duplo uma distração, aqueles que desejam ver De Niro no modo gângster terão mais do que o suficiente”, disse Glenn Kenny do New York Times.

“É quase como se o Nicholas Pileggi, de 92 anos, tivesse esquecido que escreveu os clássicos Goodfellas e Casino, mas depois foi convidado a, de certa forma, regurgitar isso”, disse Gregory Nussen do Deadline.

“Se havia alguma dúvida sobre a grandeza de De Niro, ela é dissipada nestes confrontos cara a cara. Nenhuma estrela poderia ter se saído tão bem contra De Niro”, disse Peter Debruge da Variety.

“Ele é mais do que capaz de lidar com a tarefa desafiadora — afinal, ele é De Niro —, mas o efeito final é tão forçado que tira do filme a seriedade que se pretendia”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“Tudo parece como uma versão mais suave e bem elaborada de Scorsese, mas de maneira agradável, como se afundasse em uma poltrona velha, mas muito amada”, disse Laura Venning da Empire Magazine.

“Tire o “De Niro Con: O Filme” e você fica apenas com um especial chique da “Discovery”. Esqueça isso”, disse David Fear do Rolling Stone.

“O filme de Levinson está tão ocupado em enterrar o passado que não consegue trazê-lo de volta à vida, e “The Alto Knights” nunca é mais sem graça ou excessivamente familiar do que quando tenta fazer as coisas que deveriam soar como algo natural para um filme de gângster bem-feito”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“‘The Alto Knights’ nunca entrega uma história de crime envolvente nem justifica seu conceito central ambicioso”, disse Aidan Kelley do Collider.

Confira o trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Barry Levinson, o filme conta a história dos chefes da máfia Vito Genovese e Frank Costello, dois ítalo-americanos que administravam suas próprias famílias criminosas em meados do século XX. Genovese tentou matar seu rival em determinado momento, mas falhou.

O elenco ainda conta com Debra Messing, Cosmo Jarvis, Kathrine Narducci, Michael Rispoli, Michael Adler, Ed Amatrudo, Joe Bacino, Anthony J. Gallo, Wallace Langham, Louis Mustillo, Frank Piccirillo, Matt Servitto e Robert Uricola.

Nicholas Pileggi, de ‘Os Bons Companheiros‘, assina o roteiro.

Rafe Judkins e os astros Madeleine Madden e Josha Stradowski falam sobre a 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo’ e as mudanças dos livros

A 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo‘ (The Wheel of Time) finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e o editor-chefe Renato Marafon entrevistou o showrunner Rafe Judkins e os astros Madeleine Madden e Josha Stradowski.

Eles falaram sobre as mudanças da nova temporada em relação aos livros.

Confira:

Na nova temporada, enquanto as ameaças contra a Luz se multiplicam, Moiraine Damodred (Rosamund Pike) e Rand al’Thor (Josha Stradowski) embarcam em uma perigosa jornada para o Deserto de Aiel para descobrir o verdadeiro destino do Dragão Renascido.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

‘Ransom Canyon’: Série country da Netflix com Josh Duhamel e Minka Kelly ganha teaser dublado e primeiras imagens

Amor, legado e raízes familiares se cruzam no primeiro teaser trailer da vindoura série country da Netflix, intitulada ‘Ransom Canyon‘. A produção traz Josh Duhamel (‘Transformers’) e Minka Kelly (‘Euphoria’) como os protagonistas.

Na trama, em uma pequena cidade do Texas, três dinastias de fazendeiros lutam por suas terras, seus legados e aqueles que amam.

Confira o teaser e as imagens:

Na trama, Duhamel interpreta Staten Kirkland, o dono de uma loja local. Ele é o único morador do Rancho Double K. Firme e estoico, Staten resiste às forças externas que ameaçam seu modo de vida e a terra que ele ama.

Kelly vive Quinn, uma mulher da cidade grande que se muda para a pequena comunidade. Após tentar ganhar a vida sendo uma pianista em Nova York, ela retorna à cidade de Ransom Canyon para encontrar um novo caminho em sua jornada.

April Blair (‘Wandinha‘, ‘All American‘) assina a criação da série, além de ser a roteirista e produtora executiva.

A produção é baseada na saga homônima escrita por Jodi Thomas.

James Brolin (‘Sweet Tooth‘), Eoin Macken (‘La Brea: A Terra Perdida‘), Lizzy Greene (‘A Million Little Things‘), Marianly Tejada (‘Um de Nós Está Mentindo‘), Jack Schumacher (‘Top Gun: Maverick‘), Garrett Wareing (‘Manifest‘) e Andrew Liner (‘Vampire Academy‘) completam o elenco.

A primeira temporada com 10 episódios. Os dois primeiros capítulos foram dirigidos por Amanda Marsalis (‘Ozark’).

A saga original conta com 10 livros e o primeiro ciclo adaptará apenas o primeiro volume.

“Essa é uma série familiar multigeracional. É como uma mistura entre ‘Virgin River’ e ‘Yellowstone’,” declarou Jinny Howe, chefe do departamento de drama do servio de streaming.

‘McVeigh’: Longa estrelado por Alfie Allen conquista 71% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘McVeigh’, filme baseado na história real do terrorista Timothy McVeigh, obteve uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, alcançando 71% de aprovação com base em 14 análises.

Os críticos, de modo geral, elogiaram o longa por sua abordagem sensível e cuidadosa ao retratar a história de um terrorista.

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“McVeigh tem algo novo a dizer sobre a radicalização: que não se trata de religião, raça ou doença mental, mas de uma maneira de preencher um recipiente vazio”, disse Damon Wise do Deadline.

“Esses filmes às vezes foram acusados de exploração, mas o momento é mais do que apropriado para um filme como “McVeigh”, que registra como a descida do seu protagonista ao terrorismo foi impulsionada pelas ideias do novo fanatismo de direita”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Há um filme fascinante a ser feito sobre este período e esses personagens, mas a abordagem de Ott simplesmente não está à altura da tarefa”, disse Jason Gorber
do Collider.

“Há um poder fascinante em sua abordagem distanciada e observacional em relação a uma comunidade radicalizada pelo cerco de Waco — o que eles acreditam ser um massacre cometido pelo próprio governo”, disse John Fink do The Film Stage.

“McVeigh não retrata um assassino em massa impiedoso como um monstro com chifres e escamas de diabo. O diretor Mike Ott usa sutileza para criar uma representação assustadora de um supremacista branco calculista, obcecado em causar o maior número de mortes possível”, disse Julian Roman do MovieWeb.

“A atmosfera sombria de McVeigh é onipresente, grudando em Timothy como um cachorro em um osso”, disse Ross McIndoe do Slant Magazine.

O longa é estrelado por Alfie Allen, Brett Gelman, Ashley Benson, Anthony Carrigan, Tracy Letts, Isolda Dychauk, Karen Suriano e Courtney Warner.

Baseado em fatos reais, o veterano do exército Timothy McVeigh planeja um ataque mortal após o cerco de Waco. Um thriller psicológico que retrata o ato mais letal de terrorismo doméstico da história dos Estados Unidos.

‘Branca de Neve’ recebe a MENOR pontuação de audiência da CinemaScore para um remake live-action da Disney

branca de neve

Branca de Neve recebeu a MENOR pontuação de audiência da CinemaScore para um remake live-action da Disney.

O público norte-americano deu a nota B+ para o filme. ‘A Bela e a Fera ‘ e ‘A Pequena Sereia‘ conquistaram nota A. Até mesmo ‘Aladdin‘ e ‘O Rei Leão‘, que tiveram sua parcela de críticos, também conseguiram nota A dos espectadores.

Um B+ para ‘Branca de Neve‘ não é terrível, mas é um passo abaixo do que estamos acostumados a ver. É o tipo de nota que diz que as pessoas não odiaram, mas também não ficaram impressionadas.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

A adaptação live-action gerou uma série de controvérsias e divisões antes mesmo de seu lançamento, tornando-se alvo de críticas e discussões amplas. Em contraste com outras grandes produções da Disney, que tradicionalmente fazem estreias grandiosas com tapetes vermelhos, ‘Branca de Neve optou por um evento mais modesto, com uma simples exibição do filme e uma pequena festa antes da estreia.

O motivo dessa escolha foi explicado por Martin Klebba, que interpreta o anão Zangado na produção. Segundo ele, a Disney decidiu evitar grandes entrevistas e eventos em resposta às diversas polêmicas que envolvem o filme, a fim de não desviar o foco da mensagem central da história. A ideia era garantir que os assuntos relacionados ao elenco não obscurecessem o significado do longa-metragem.

Entre as principais fontes de controvérsia está a protagonista Rachel Zegler, escalada para o papel de Branca de Neve. A atriz, que foi escolhida para interpretar a famosa princesa em 2021, foi responsável por algumas declarações polêmicas que geraram bastante repercussão.

Em várias ocasiões, Zegler criticou a versão original da história, considerando-a antiquada. Ela também apontou que a figura do príncipe, que na animação clássica salva Branca de Neve, estava equivocada, alegando que o príncipe a “perseguia” e que a protagonista precisava de mais independência. Em sua visão, a nova versão da personagem seria mais empoderada, um modelo de liderança que não depende de ser salva por um cavaleiro.

Essas declarações não caíram bem entre muitos fãs da história original, e a adaptação acabou sendo alvo dos chamados “antiwokes”, que consideram essas mudanças “progressistas” como uma ameaça à preservação de histórias clássicas.

A Disney, conhecida por inserir mais diversidade em suas produções nos últimos anos, se tornou um alvo frequente desses críticos. O movimento contra a “inclusão forçada” e as alterações nos personagens tradicionais acabaram gerando uma polarização significativa, especialmente após a reeleição de Donald Trump, quando a Disney anunciou uma diminuição nas suas iniciativas de diversidade.

Além disso, outro ponto sensível foi a escalação dos anões, que causou desconforto no ator Peter Dinklage. Famoso por seu papel em Game of Thrones, Dinklage criticou publicamente a ideia de mostrar personagens com nanismo vivendo em uma caverna, uma representação considerada estereotipada por ele.

A Disney respondeu dizendo que a intenção era evitar estereótipos e, por isso, os personagens seriam descritos como “criaturas mágicas” e não mais como anões. A resposta da Disney, no entanto, não conseguiu apaziguar os ânimos, e a polêmica sobre o uso de computação gráfica para substituir anões por efeitos digitais só agravou a situação.

As tensões também aumentaram devido às diferenças políticas entre as duas atrizes principais. Rachel Zegler, ao compartilhar sua opinião sobre o primeiro trailer do filme, fez declarações públicas em apoio ao estado da Palestina, um assunto que gerou debates acalorados, especialmente no clima político dos Estados Unidos. Por outro lado, Gal Gadot, que interpreta a vilã do filme, expressou apoio às ações militares de Israel, o que gerou críticas por parte de muitos internautas. A disparidade de opiniões entre as duas atrizes gerou um cenário de polarização, levando até a sugestões de boicote ao filme nas redes sociais.

A situação se complicou ainda mais quando Zegler, após a reeleição de Trump, fez declarações contra seus eleitores, dizendo que gostaria que eles “nunca conhecessem a paz”. No entanto, a atriz se desculpou pouco depois, admitindo que suas palavras haviam sido impensadas e impulsivas, um momento no qual “deixou as emoções tomarem conta”.

Apesar de toda a controvérsia que rodeia ‘Branca de Neve , as primeiras reações ao filme não parecem ter sido drasticamente impactadas pelas polêmicas. As críticas profissionais, até agora, têm sido positivas, com destaque para a performance de Rachel Zegler no papel de Branca de Neve. O filme, mesmo enfrentando uma série de desafios relacionados ao seu elenco e às discussões políticas, parece manter o potencial de atrair um público interessado na reinterpretação dessa história clássica com uma abordagem moderna e mais inclusiva.

branca de neve poster

‘American Love Story’: Sarah Pidgeon é escalada como esposa de JFK Jr. na nova série de Ryan Murphy

O universo de American Story, criado por Ryan Murphy, está se expandindo cada vez mais e a nova produção derivada, ‘American Love Story‘, já está ganhando forma.

E segundo a Variety, Sarah Pidgeon foi escalada para dar vida à Carolyn Bessette, esposa de John F. Kennedy Jr. Mais detalhes referentes à trama ainda não foram anunciados e a emissora FX não quis comentar o anúncio.

Pidgeon é mais conhecida por ter estrelado a série ‘The Wilds: Vidas Selvagens‘.

A primeira temporada da série antológica vai acompanhar a trágica historia de amor de JFK Jr. e Bassette.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson serão os produtores executivos de ‘American Love Story‘.

Mark Ruffalo e estrelas de Hollywood pedem a Trump para IMPEDIR que empresas usem obras protegidas no treinamento de IA

O debate sobre o crescente uso da inteligência artificial (IA) em Hollywood tem ganhado cada vez mais atenção. Recentemente, cerca de 400 líderes criativos de Hollywood assinaram uma carta aberta ao Escritório de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca, solicitando que a administração Trump não reverte as proteções de direitos autorais sob a influência das empresas de IA.

De acordo com a Variety, a carta foi escrita em resposta a recentes solicitações feitas ao Escritório de Política Científica e Tecnológica pela OpenAI e Google, que afirmaram que a legislação de direitos autorais dos Estados Unidos deveria permitir que empresas de IA treinem seus sistemas com obras protegidas por direitos autorais sem precisar obter permissão (ou compensação) dos detentores de direitos.

Em um trecho da carta, os signatários afirmam: “Acreditamos firmemente que a liderança global dos EUA em IA não deve ocorrer à custa de nossas indústrias criativas essenciais”.

Além disso, a carta alerta que “as empresas de IA estão pedindo para minar essa força econômica e cultural, enfraquecendo as proteções de direitos autorais para filmes, séries de TV, obras de arte, escritos, músicas e vozes usadas para treinar modelos de IA no núcleo das avaliações corporativas de bilhões de dólares”.

Entre os signatários da carta estão nomes como Ben Stiller, Mark Ruffalo, Guillermo del Toro, Natasha Lyonne, Paul McCartney, Cynthia Erivo, Cate Blanchett, Phoebe Waller-Bridge, Cord Jefferson, Bette Midler, Ava Duvernay, Paul Simon, Aubrey Plaza, Ángel Manuel Soto, Ron Howard, Taika Waititi, Ayo Edebiri, Joseph Gordon-Levitt, Lily Gladstone, Sam Mendes, Brit Marling, Janelle Monáe, Bryn Mooser, Rian Johnson, Paul Giamatti, Maggie Gylenhall, Alfonso Cuarón, Olivia Wilde, Judd Apatow, Kim Gordon, Chris Rock e Michaela Coel.

A carta também destaca que Google e OpenAI “estão buscando uma isenção especial do governo para explorar livremente as indústrias criativas e de conhecimento dos EUA, apesar de suas receitas substanciais e fundos disponíveis. Não há razão para enfraquecer ou eliminar as proteções de direitos autorais que ajudaram os EUA a prosperar”.

A OpenAI defende que a doutrina do uso justo da lei de direitos autorais dos EUA “promove o desenvolvimento de IA” e propõe que o pais “tomem medidas para garantir que nosso sistema de direitos autorais continue a apoiar a liderança da IA nos EUA e a segurança econômica e nacional”, incluindo “trabalhar para impedir que países menos inovadores imponham seus regimes legais às empresas de IA americanas e desacelerem nosso progresso”.

O Google, por sua vez, defende “regras equilibradas de direitos autorais, como exceções de uso justo e mineração de texto e dados”.

Ele ainda destaca que têm sido “críticas para permitir que os sistemas de IA aprendam com o conhecimento prévio e dados publicamente disponíveis, desbloqueando avanços científicos e sociais. Essas exceções permitem o uso de material protegido por direitos autorais e disponível publicamente para o treinamento de IA sem impactar significativamente os detentores de direitos, evitando negociações muitas vezes imprevisíveis, desequilibradas e longas com os detentores de dados durante o desenvolvimento de modelos ou experimentação científica”.

Naomi Watts revela que David Lynch planejava voltar a trabalhar antes de sua morte

A atriz Naomi Watts (‘Cidade dos Sonhos’) revelou que o cineasta David Lynch estava ansioso para voltar a trabalhar pouco antes de falecer, aos 78 anos.

Segundo o Deadline, Watts compartilhou detalhes de um almoço com Lynch e a atriz Laura Dern, no final de novembro.

“Tivemos um almoço maravilhoso na casa dele. Eu sabia que ele não estava bem, mas estava com ótimo humor. Ele queria voltar a trabalhar — Laura e eu dissemos: ‘Você consegue! Pode trabalhar do trailer’. Ele não estava, de jeito nenhum, acabado. Eu podia ver o espírito criativo vivo nele”, recordou.

“Eu pensei que o veria em algumas semanas [após aquele último almoço], porque eu estava em Los Angeles. Há muita coisa que eu poderia compartilhar, mas quero ser reservada sobre isso por causa da família dele. Mas foi um encontro muito poderoso que me encheu de muito amor e esperança”, acrescentou.

Após a morte de Lynch, Watts o homenageou como “um verdadeiro mentor e amigo”, ressaltando a importância do cineasta em sua carreira nos Estados Unidos.

“Ele foi fundamental para eu estar nos Estados Unidos. Eu não teria ficado se não tivesse conhecido David Lynch, declarou.

david lynch

David Lynch faleceu aos 78 anos no dia 16 de janeiro. Ele deixou dois filhos e duas filhas.

Segundo o TMZ, o cineasta morreu de uma parada cardíaca decorrente de uma doença de obstrução pulmonar.

Ele lutava há anos contra um enfisema.

Através de sua memorável carreira, Lynch utilizou suas obras para mesclar elementos de terror, filmes noir e surrealismo para construir narrativas que ficariam marcadas no imaginário popular – e que angariariam uma legião de fãs que se estende até os dias de hoje.

Lynch, também conhecido por seu trabalho como roteirista, produtor, artista visual e músico (além de ter se aventurado na atuação), começou sua carreira em 1977 com o clássico ‘Eraserhead’.

Desde então, encabeçou obras como ‘Twin Peaks’, considerada uma das melhores séries de todos os tempos, além de ‘Cidade dos Sonhos’‘Veludo Azul’‘O Homem Elefante’ e vários outros.

‘Mortal Kombat 2’: Karl Urban é Johnny Cage em cartaz nacional do filme; Confira!

Karl Urban é Johnny Cage no novo cartaz nacional de ‘Mortal Kombat 2‘. O pôster foi divulgado pela Warner Bros. e traz o protagonista como seu personagem fictício, que de fato é um ator.

Na franquia de games, Cage é inspirado em Jean-Claude Van Damme e é um astro narcisista, famoso por seus filmes de artes marciais. Ele também é responsável por boa parte do alívio cômico da trama.

O longa também já possui data de estreia e chega aos cinemas brasileiros em 23 de outubro.

Confira:

Recentemente foram divulgadas as primeiras imagens, que destacam Urban como Johnny Cage, Adeline Rudolph como Kitana, Hiroyuki Sanada como Scorpion e Martyn Ford como o antagonista Shao Kahn.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao).

A produção ainda irá introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

Regé-Jean Page estrelará nova adaptação de ‘O Conde de Monte Cristo’

O ator Regé-Jean Page (‘Bridgerton’) será o protagonista de uma nova adaptação de O Conde de Monte Cristo, produzida pelo estúdio independente Department M. Segundo o Deadline, o roteiro do longa será escrito por Patrick Ness.

A obra original de Alexandre Dumas conta a história de um jovem marinheiro injustamente acusado de traição. Após anos de prisão, ele escapa e busca vingança contra aqueles que o prejudicaram, assumindo a identidade do rico Conde de Monte Cristo.

Para Page, o papel representa uma oportunidade de demonstrar seu talento como ator e seu carisma, que o consolidaram como um dos grandes galãs de Hollywood.

“Contar histórias ousadas e aventureiras com emoção foi a razão pela qual entrei neste ramo, e é a espinha dorsal de tudo o que estamos fazendo”, afirmou o ator.

Page, que também atuará como produtor, expressou seu entusiasmo em levar a história de Dumas ao público global de uma forma inovadora.

“Trabalhando ao lado de colaboradores incríveis, A Mighty Stranger está construindo uma linha de projetos criados por artistas que irão ampliar a lente cultural por meio do entretenimento puro. É por isso que estamos tão animados em levar O Conde de Monte Cristo ao público global, explorando as profundezas da obra de Dumas de formas nunca vistas antes”, concluiu.

‘O Contador 2’: Ben Affleck e Jon Bernthaln estão prontos para a ação nas novas imagens oficiais; Confira!

A Warner Bros. divulgou as novas imagens oficiais de ‘O Contador 2‘, sequência estrelada por Ben Affleck (‘Garota Exemplar’) e Jon Bernthal (‘Justiceiro’).

O material de divulgação traz a dupla de protagonistas em destaque, pronta para a ação.

Confira:

Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Prime Video © Amazon Content Services LLC

Brax (Jon Bernthal) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Anais (Daniella Pineda) and Ray King (J.K. Simmons) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Brax (Jon Bernthal) and Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Christian Wolff (Ben Affleck) and Brax (Jon Bernthal) in THE ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Amazon MGM Studios © Amazon Content Services LLC

Assista o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.

Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.

Daniella Pineda, Allison Robertson e J.K. Simmons também estrelam a produção.

Blake Lively solicita REJEIÇÃO de ação de difamação de Justin Baldoni

blake lively justin baldoni

A atriz Blake Lively se uniu a Ryan Reynolds, ao New York Times, à publicitária Leslie Sloane e à Vision PR em uma moção judicial solicitando que a ação de difamação e extorsão no valor de US$ 400 milhões de dólares movida por Justin Baldoni seja rejeitada pela justiça.

De acordo com o Deadline, os representantes de Lively afirmam:

“O tribunal deve rejeitar todas as alegações contra a Sra. Lively com prejuízo, negar permissão para emendar e conceder à Sra. Lively todas as indenizações solicitadas”, diz o memorando jurídico protocolado recentemente no tribunal federal de Nova York, junto com a moção de Lively para rejeitar o caso.

A defesa de Lively se apoia em uma medida da Califórnia de 2023, que visa proteger acusadores e aparentemente enfraquecer a argumentação de Baldoni.

Os advogados de Lively alegam que “a lei proíbe o uso de processos de difamação, como este, para retaliar indivíduos que entraram com processos legais ou falaram publicamente sobre assédio sexual e retaliação”.

“Nada no FAC (Primeira Queixa Alterada) se assemelha a uma alegação legal válida”, afirmam os advogados de Lively em um memorando de 44 páginas.

Com um acordo ainda distante na amarga batalha entre as equipes de Blake e Baldoni, ambas as partes tentam, neste momento, fazer com que seus respectivos processos sejam rejeitados.

“Trata-se de um brutal instrumento de relações públicas, projetado para dar continuidade à campanha sombria das partes da Wayfarer para ‘enterrar’ e ‘destruir’ a Sra. Lively por ela ter falado sobre assédio sexual e retaliação”, argumentam os advogados da atriz.

“O tribunal deve rejeitar o FAC e, como exige a lei da Califórnia, realizar um procedimento adicional para calcular uma premiação apropriada pelos honorários advocatícios da Sra. Lively, danos triplicados pelos prejuízos causados por esse processo sem mérito e danos punitivos contra cada uma das partes da Wayfarer”, acrescenta.

Conforme o Deadline, em resposta às moções, os advogados de Justin Baldoni se manifestaram, alegando que os pedidos não passam de um abuso do sistema legal.

“A recente moção de despejo da Sra. Lively para se livrar do desastre auto-iniciado é um dos exemplos mais abomináveis de abuso do nosso sistema legal. As leis não devem ser distorcidas e manipuladas por elites privilegiadas para atender a seus próprios interesses pessoais”, disse o advogado Bryan Freedman.

“Regras rigorosas são estabelecidas para proteger os inocentes e permitir que indivíduos se defendam corretamente. Como dissemos em resposta às mesmas medidas covardes de Ryan Reynolds, continuaremos a responsabilizar a Sra. Lively por suas ações de pura malícia, que incluem acusações falsas de assédio e retaliação contra meus clientes. Suas alegações fantasiosas serão rapidamente refutadas conforme o processo de descoberta avança, facilmente desmentidas com provas reais”, conclui.

O processo movido pela atriz Blake Lively contra seu colega de elenco de ‘É Assim Que Acaba’, Justin Baldoni, ganhou sua data de julgamento.

Segundo o Deadline, o juiz federal Lewis J. Liman marcou para o dia 9 de março de 2026 o início do julgamento para resolver a disputa entre os atores.

“Até quinta-feira, 30 de janeiro de 2025, as partes devem apresentar um plano de gerenciamento do caso com prazos que permitam o início do julgamento nessa data”, afirmou o juiz.

O juiz Liman também tentou acelerar a resolução dos casos, que provavelmente serão consolidados, adiando uma audiência marcada para 12 de fevereiro sobre o pedido de Blake Lively, feito em 22 de janeiro, para que fosse imposta uma ordem de silêncio contra Bryan Freedman, advogado principal de Baldoni, a fim de silenciá-lo na mídia.

Hoje, o advogado de Lively, Michael J. Gottlieb, escreveu uma nova carta ao juiz sobre o suposto “fluxo interminável de declarações difamatórias e extrajudiciais” feitas por Freedman, pedindo que essas práticas fossem interrompidas.

O advogado, comentou sobre o comportamento combativo de Freedman: “Já há um risco sério de que a má conduta dele esteja contaminando os jurados”. Gottlieb também afirmou que Freedman estava agravando “uma corrida armamentista de divulgações seletivas de mensagens de texto para a mídia”.

“As ações dos réus da Wayfarer estão sendo financiadas por um bilionário que se comprometeu a gastar US$ 100 milhões para arruinar as vidas de Sra. Lively e sua família”, disse Gottlieb. “O Sr. Freedman está usando esse dinheiro, sua lista de clientes atuais e ex-clientes, e uma estratégia descarada de mídia e redes sociais para assassinar o caráter de Sra. Lively antes do julgamento”.

Além disso, no processo no estado do Texas, a defesa de Lively afirmou que Wallace e sua empresa, Street Relations, “armaram um exército digital por todo o país, incluindo em Nova York e Los Angeles, para criar, semear, manipular e promover conteúdo difamatório que parecia autêntico em plataformas de redes sociais e fóruns de bate-papo na internet”.

Além disso, o que as comunicações de Freedman ignoram – e provavelmente foram feitas para obscurecer – é que a Sra. Lively está de posse de inúmeras comunicações adicionais relacionadas às suas alegações contra as partes da Wayfarer”, concluiu Gottlieb

O ator Justin Baldoni entrou oficialmente com um processo contra Blake Lively e Ryan Reynolds, acusando o casal de ter roubado seu filme, ‘É Assim Que Acaba’, e de tentar destruir sua carreira com falsas acusações de assédio sexual.

De acordo com a Variety, no processo de 179 páginas, apresentado no Distrito Sul de Nova York, Baldoni e seus publicitários acusam Lively e Reynolds de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade.

A ação judicial solicita pelo menos US$ 400 milhões em danos.

“Em essência, este não é um caso de celebridades se atacando na imprensa”, afirma o processo de Baldoni. “Este é um caso sobre duas das estrelas mais poderosas do mundo utilizando seu imenso poder para roubar um filme inteiro das mãos de seu diretor e estúdio de produção… Quando os demandantes tiverem seu dia no tribunal, o júri reconhecerá que nem a celebridade mais poderosa pode manipular a verdade para seu próprio benefício”.

Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.

“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.

Melissa respondeu:

“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.

A publicista respondeu:

“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”

‘É Assim que Acaba’ | Entenda TODA a treta envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.

A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.

Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.

A WME não fez comentários.

Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.

Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.

Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

é assim que acaba

Drake Bell chora em primeiro reencontro com Josh Peck desde o lançamento de ‘Quiet on Set’

O atores Josh Peck e Drake Bell se reencontraram pela primeira vez desde o lançamento do chocante documentário ‘Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV‘, que teve sua estreia em 2024.

O reencontro aconteceu no vindouro episódio do podcast “Good Guys“, apresentado por Peck e Ben Soffer. Os ex-colegas de elenco de ‘Drake & Josh‘ compartilharam algumas memórias do passado e conversaram sobre a terrível experiência vivida por Bell nos bastidores.

Em uma prévia do episódio, compartilhada pela a revista People, Soffer e a produtora Olivia Meade falaram sobre suas reações ao assistir ‘Quiet on Set‘. O documentário marca a primeira vez em que Bell revela ter sido sexualmente abusado durante a adolescência, por seu treinador de diálogo e figura constante nas séries da Nickelodeon, Brian Peck.

Um teaser do episódio também foi divulgado por Josh Peck e pela conta oficial do podcast no Instagram. No material em questão, os dois refletem sobre suas lutas durante o período de gravações da amada série teen.

Confira:

No passado recente, Bell compartilhou como sua vida mudou após o lançamento do documentário ‘Quiet on Set: O Lado Sombrio da Fama Infantil’, que expôs o abuso sexual que ele sofreu.

“Foi um peso realmente grande tirado de mim”, disse Bell ao comemorar o primeiro aniversário do documentário, segundo a Variety. “É uma montanha-russa de emoções. Não quero suavizar e fazer parecer que a mensagem é, ‘Ei, tudo o que você tem que fazer é contar para alguém, expor sua história e, quando você acordar no dia seguinte, tudo vai desaparecer, tudo vai ficar bem e você vai seguir a vida sem dor, tristeza ou sofrimento!’ Isso sempre vai estar lá, mas é muito mais agradável receber apoio”.

Bell ainda relatou o impacto de sua história em outras vítimas.

“É realmente ótimo ter experiências agora em que, em vez de andar pelo aeroporto e as pessoas pedirem uma selfie, elas vêm até mim e compartilham suas histórias, dizendo, ‘Eu assisti ao seu documentário e depois da sua entrevista, eu me abri com meu marido. É algo que nunca contei a ninguém'”, disse Bell. “Eu não esperava ter esse tipo de impacto nas pessoas”.

Após o lançamento do documentario, a Nickelodeon emitiu um comunicado sobre o caso, lamentando o ocorrido e mostrando sua solidariedade ao sofrimento do ator:

“Agora que Drake Bell revelou sua identidade como o autor da ação judicial de 2004, ficamos desolados e tristes ao saber do trauma que ele sofreu, e elogiamos e apoiamos a força necessária para se apresentar”, afirmou.

Bell, por sua vez, criticou a declaração, considerando-a “vazia” e questionando a falta de ações concretas da emissora.

“Uma resposta muito bem elaborada, provavelmente por algum grande advogado de Hollywood… Eu acho as respostas deles bastante vazias, porque, quero dizer, eles ainda mostram nossos programas, ainda colocam nossos programas no ar. E eu tenho que pagar pela minha própria terapia, tenho que descobrir o que — quero dizer, se houvesse alguma verdade por trás de eles realmente se importarem, haveria algo mais do que citações em uma página, obviamente de um representante legal dizendo exatamente como elaborar uma resposta”, expressou.

O documentário

Drake Bell detalhou o abuso no terceiro episódio da série documental de quatro partes da Investigation Discovery, Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV(Quiet on Set: O Lado Sombrio da TV Infantil – tradução livre).

“Eu dormia no sofá onde normalmente dormia. Acordei com ele [Brian Peck], abri os olhos, acordei e ele estava me agredindo sexualmente”, descreveu Bell na série documental.

Bell tinha 15 anos na época e não sabia o que fazer, sentindo-se preso na situação. “Eu congelei e fiquei em completo choque e não tinha ideia do que fazer ou como reagir, e não tenho ideia de como sair dessa situação”.

O abuso foi extenso e brutal e Bell se viu incapaz de escapar, pois Peck o manipulava para continuar retornando à sua casa. “Ele descobriu como convencer minha mãe e todos ao redor a, sempre que eu fizesse uma audição ou sempre que precisasse trabalhar em diálogos ou qualquer coisa, de alguma forma acabei voltando para a casa de Brian e isso ficou cada vez pior. Eu estava apenas preso. Eu não tinha saída”.

Bell então finalizou: “O abuso foi extenso e ficou bem brutal. Eu não sei como elaborar isso na câmera, realmente… Porque você não pensa nas piores coisas que alguém poderia fazer com alguém como uma agressão sexual, e então eu vou responder à sua pergunta. Não sei mais como colocar.”

Brian Peck foi preso em 2003 sob onze acusações, incluindo atos libidinosos contra uma criança de 14 ou 15 anos, bem como cópula oral por substância controlada. Em 2004, ele não contestou as acusações e passou 16 meses na prisão, sendo obrigado a se registrar como criminoso sexual.

A docussérie tem como enfoque as péssimas e abusivas condições de trabalhos enfrentadas pelos astros-mirins das séries de TV infantis dos anos 1990 e 2000, particularmente as que eram produzidas pela Nickelodeon.

‘Quiet on Set’ abre a cortina de um império construído pelo criador Dan Schneider, que tinha um controle inegável sobre a cultura pop. Séries como ‘All That’ e ‘The Amanda Show’, entre outras, foram consumidas obsessivamente por crianças de todo o país e definiram a comédia por uma geração. Mas por trás da presença otimista na tela desses programas com piadas questionáveis ​​e esquetes exageradas, a docussérie revela um ambiente insidioso repleto de alegações de abuso, sexismo, racismo e dinâmicas inadequadas com suas estrelas e equipe menores de idade.

‘Vingadores’: Jonathan Majors revela ter escrito carta para Kevin Feige e conta se recebeu resposta

O ator Jonathan Majors, demitido da Disney após ser condenado por agressão à ex-namorada, revelou que escreveu uma carta para Kevin Feige, presidente da Marvel Studios.

Em entrevista à Variety, Majors explicou que a carta foi enviada há algum tempo e expressou sua frustração com a forma como sua demissão foi tratada.

“Eu escrevi uma carta para ele. Não recentemente, [mas] não faz muito tempo. Eu só quero esclarecer as coisas, sim, é uma droga. É uma droga, né? Tipo, boom, você recebe o veredicto, então boom [você é dispensado], mas a Marvel não está fazendo nada de errado deixando isso vir através dos boatos. Eu consegui o trabalho através dos boatos. [Kevin] não me ligou e disse ‘Ei, você quer fazer o filme? Você quer ser esse cara?’ Meu agente me ligou e me disse isso. Então, um outro agente meu — não o meu agente — recebeu a notícia, virou-se e me deu a notícia diretamente. Então, eu entrei em contato com o Kevin”, relatou.

Questionado sobre suas motivações, Majors explicou: “Eu só aprecio ele. Eu só amo ele. Eu amei meu tempo na Marvel, e ainda amo o Kang. Estou assistindo o que estão fazendo e estou torcendo por eles. Se eles precisarem de mim, eles sabem onde me encontrar”, afirmou.

Sobre suas expectativas de um possível retorno, Majors demonstrou compreensão com a decisão da Marvel. “Não está sob meu controle. Eu vejo isso claramente. Eu entendo — é uma empresa de capital aberto. Você está tentando fazer isso; você não pode ter esse [escândalo] por perto. Isso é o que acontece quando isso acontece. Eu não guardo rancor deles. Quero deixar isso bem claro. Eu não estou chateado com ninguém sobre isso. Eu não estou chateado de forma alguma”, declarou.

Segundo o ComicBookMovie, uns dias depois Majors revelou que ainda não recebeu resposta de Feige, mas mantém a esperança de retornar ao papel.

“Cara, aqui está a coisa sobre a Marvel. Você não sabe até saber. Eu vou dizer isso, porém: de todos os personagens que eu já interpretei, Kang carrega uma certa novidade e desafio para um ator que eu adoraria interpretar novamente”, disse. “Quando ouço as pessoas falando sobre isso… enquanto as ruas estão falando, enquanto os fãs estão falando, há esperança”.

Após a demissão de Jonathan Majors, o personagem Kang foi descartado como vilão principal nos próximos filmes dos Vingadores, e Robert Downey Jr. foi escalado para interpretar o Doutor Destino.

Vale lembrar que, conforme informado pela Variety, Jonathan Majors foi condenado a:

  • Completar um programa presencial de 52 semanas sobre violência doméstica em Los Angeles, onde reside atualmente, com a possibilidade de migrar para sessões parcialmente virtuais no futuro.
  • Continuar sua terapia de saúde mental e fornecer atualizações sobre seu progresso.
  • Manter-se afastado de Grace Jabbari, já que a vítima recebeu uma ordem de proteção permanente.

Qualquer violação das condições estabelecidas ou envolvimento em atividades criminais poderá resultar em sua prisão.

O trabalho mais recente de Majors é o filme ‘Magazine Dreams’.

Escrito e dirigido por Elijah Bynum (‘One Dollar’), o longa acompanha o aspirante a fisiculturista Killian Maddox (Majors), que luta para encontrar uma conexão humana nesta exploração de celebridades e violência. Nada o impede de alcançar seu sonho feroz de estrelato, nem mesmo os médicos que o alertam sobre os danos permanentes que ele causa a si mesmo durante sua jornada.

Magazine Dreams chegou a ser rodado por 24 dias em Los Angeles, onde recebeu o prêmio do júri pela visão criativa.

“É uma performance notável, repleta de vulnerabilidade e raiva, e é mérito tanto de Majors quanto do roteirista-diretor Elijah Bynum o feito considerável de nos fazer temer mais o colosso intimidador do que o empregador trêmulo que ele está supervisionando”, escreveu o crítico-chefe de cinema do The Hollywood Reporter, David Rooney.

Inicialmente programado para estrear em 8 de dezembro, visando a temporada de premiações e almejando o Oscar, o lançamento do filme foi cancelado devido ao julgamento de Majors.

“Teria sido 100% parte da conversa para as premiações” se não fossem pelos problemas legais de Majors, afirma uma fonte ligada ao filme.